N/A: Oi meus queridos!
Por favor, perdoem a minha demora! Eu sei que não tem desculpa, mas a faculdade ultimamente tem tirado todas as minhas forças... Eu não prometo postar nada essa semana, mas vou fazer o possível (primeiro eu tenho que terminar umas resenhas, depois volto a escrever). DESCULPA, DESCULPA,DESCULPA PELA DEMORA! Eu bem sei o quanto é chato ficar esperando uma atualização... Espero que vocês não tenham me abandonado!
Ah, eu fiz um Orkut para o FF(.)NET! é: www(.)orkut(.)com(.)br/Main#Profile?rl=mp&uid=17488014467882447956 (retirem os parênteses e acessem! Me adicionem por favor, é um perfil para vocês leitores, pra gente trocar idéias e eu poder conversar melhor com vocês!
Inclusive, tenho um projeto futuro de um pequena fanfic de 5 ou 6 capítulos sobre o Harry e a Gina, fiquem ligados que a qualquer momento postarei o primeiro capítulo, ok?
Bom, o capítulo a seguir ficou meio grande pros padrões dessas oneshots que tenho postado aqui, mas foi necessário. Espero sinceramente que vocês gostem!
Capítulo 5 – James Sirius Potter
Estava quente, muito mais quente que o normal, mesmo para o verão. Ginny Potter estava sentada no sofá de sua sala se estar, tentando, em vão, ler uma revista de decoração. O clima combinado com os hormônios da gravidez não ajudava com o humor da ruiva, que se sentia da pior maneira possível em todos os aspectos. O bebê já havia passado três dias dos nove meses que era comum ficar na barriga da mãe, e dali a 4 dias seria obrigada a se internar no St. Mungos para um parto induzido. Induzir o parto era o que Ginny menos desejava, pois havia passado a gravidez toda mantendo hábitos saudáveis para um melhor parto natural: desde a alimentação até a prática de exercícios físicos.
Nesse dia, Ginny havia acordado muito suada e estava reclamando muito de dor nas costas, a barriga já estava bem para baixo, o que era sinal de que o bebê já estava pronto para nascer. Aparentemente, ele achava a barriga da mãe confortável demais para querer sair.
-Aqui está, amor da minha vida. – disse Harry, sorrindo.
Acabava de entrar na sala e tirar Ginny da tentativa de ler a revista, entregando-lhe um copo de suco gelado de limão – era a única coisa que ela conseguira ingerir desde que acordara.
-Obrigada. – ela respondeu, aceitando o copo e tomando um gole – Não sei como ainda posso ser o amor da sua vida: inchada, feia e mal-humorada do jeito que estou.
-Não diga besteiras. – Harry disse, sentando-se ao lado dela e beijando-lhe o rosto- Você continua sendo a mulher mais bonita do mundo.
Ela sorriu timidamente.
-Eu me sentia ainda mais bonita nos primeiros sete meses: meu cabelo ficou maravilhoso, minha pele... Agora eu estou pesada, com os pés inchados, quase não me agüento em pé. Não posso estar bonita.
-Eu acho que está. – ele disse, beijando-lhe os lábios e encerrando o assunto.
Quando Ginny completou nove meses de gestação e não havia sinal de que o bebê nasceria, os dois foram ao obstetra, que recomendou uma ligeira mudança na alimentação e alguns exercícios físicos, incluindo sexo.
Apesar de terem tido uma ótima vida sexual durante a gravidez – os hormônios trabalharam a favor dos dois por bastante tempo-, Ginny estava se sentindo pouco confortável com qualquer esforço nas últimas semanas, eles haviam inclusive começado a dormir no quarto de hóspedes do primeiro andar, pois subir e descer as escadas estava muito cansativo para ela.
-O que você está lendo? – perguntou, fazendo carinho na cabeça dela.
-Uma revista de decoração... – ela disse, virando uma página- Mas o quarto que fizemos ficou muito melhor do que qualquer um desses.
-E acredito que tenha sido muito mais divertido montá-lo também.
Ginny sorriu o primeiro grande sorriso do dia, lembrando-se daquela tarde, há cinco meses, quando finalmente se decidiram por pintar o quarto de vários tons de azul, para depois decorarem-no com pomos de ouro e estrelas. Antes de pintarem as paredes e o teto de fato, acabaram fazendo uma guerra de tinta que acabou em um tratado de paz no chuveiro, horas mais tarde.
-Eu tenho certeza que não. – ela disse e sorriu. – Harry, me ajude a levantar?
Ele prontamente se levantou e segurou uma das mãos de Ginny, e com a outra segurou as costas dela, ajudando-a a levantar lentamente. Ela agradeceu e arqueou um pouco as costas, passando as mãos na lombar, gemendo baixo de dor.
-Ainda está doendo muito, Ginny? – perguntou Harry, preocupado- Quer que eu faça uma massagem?
-Ah, eu gostaria sim! – ela respondeu, baixando as mãos- Eu só preciso ir ao...
Mas não teve tempo de terminar a frase, pois ao dar o primeiro passo para longe do sofá, começou a escorrer bastante água por suas pernas, formando uma poça no chão. Ginny ficou mais vermelha que um rabanete pela vergonha, e estava prestes a reclamar que não conseguia nem controlar sua bexiga quando a primeira contração a atingiu. Ela sentiu sua barriga ficar dura por alguns segundos, enquanto uma cólica muitas vezes mais forte que o normal a atingiu.
-Ai, ai! – gemeu alto, contraindo o semblante e curvando-se sobre si mesma, segurando a barriga.
Harry, assustado, ajudou-a a se sentar, e ela segurou as mãos dele pelos vinte segundos que a primeira contração durou.
-Ai meu Deus! – ela disse, olhando para ele, sorrindo, a respiração ofegante por alguns segundos – Chegou a hora!
-Meu Deus! – Harry conseguiu dizer, levantando-se num salto e conjurando seu patrono; por mais que estivesse assustado, estava também muito feliz.
Deu ao patrono a mensagem que deveria levar rapidamente para A Toca e depois voltou-se para Ginny.
-A próxima deve vir só daqui há dez ou vinte minutos. – ela disse, sorrindo para ele- Ah, eu estou nervosa, mas... Como estou feliz que nosso bebê decidiu nascer sozinho!
-Eu também, meu amor... O que você quer que eu faça? A massagem agora?
-Na verdade, eu gostaria de tomar um banho, mas a família toda vai estar aqui a qualquer segundo, e eu tenho certeza de que eles vão querer me ver...
-Tem razão. – Harry disse e sorriu.
Seu coração batia muito rápido, ele estava extremamente ansioso. Haviam se preparado para esse momento desde que souberam da gravidez de Ginny, mas todas as aulas de Lamaze, os métodos de respiração e massagens para relaxá-la, feitas em total descontração não se comparavam com esse momento cheio de tensão. Ele sentia que não conseguiria ficar parado, ele queria fazer algo, fazer algo por ela; algo instintivo o despertara, talvez a adrenalina liberada pelo seu sistema ao ver a esposa passar por aquela primeira contração fosse responsável por essa sensação. Mas Harry não precisou ficar sentado por muito tempo, poucos segundos se passaram e Molly e Arthur irromperam pela porta de entrada, seguidos por Rony e Hermione.
-Harry, Ginny? – Molly chamou.
-Estamos aqui! – Ginny respondeu, alto.
Molly e Arthur entraram na sala, visivelmente nervosos, e Molly correu para a filha.
-Como você está, minha filhinha?- perguntou a mãe, segurando as mãos dela.
-Precisando de um banho. –ela respondeu, conseguindo rir.
Molly e Harry a ajudaram a se levantar, e Ginny abraçou o pai sorridente e o irmão nervoso, depois seguiu com Molly e Hermione para o banheiro do primeiro andar, onde tomou um banho quente e relaxante, e depois foi levada até o quarto.
Hermione chamou Harry, que foi até o quarto e encontrou a esposa usando um vestido leve e largo, os cabelos molhados e embaraçados, sentada ao lado da mãe.
-Querida, como você está? – perguntou, sentando ao lado dela.
-Bem, mas logo as contrações vão recomeçar.
-Não se preocupe, eu estarei aqui do seu lado, ok? – ele sorriu carinhosamente para ela.
-Sobre isso que quero falar com você, Harry, meu querido. – disse a senhora Weasley, começando a escovar os cabelos ruivos da filha- Não é apropriado que um homem assista um nascimento...
-Mas eu quero ficar! – ele retrucou, quase parecendo uma criança. Como ele poderia não estar presente nesse momento tão intenso para sua esposa?
-Eu sei que quer, mas eu estava conversando com Ginny, e ela sabe que o trabalho de parto é um momento em que apenas mulheres devem estar presentes. É a tradição... Pode perguntar a Arthur, ele nunca esteve presente no nascimento de nenhum dos nossos filhos.
-Harry, meu amor. – Ginny chamou, colocando as duas mãos no rosto dele- Eu sei que você quer ficar, e parte de mim também quer que você fique... Mas é a tradição, e eu não acredito que devemos quebrá-la.
Ginny mal acabou de falar e a porta do quarto foi aberta, Hermione trazendo Fleur consigo.
-Harry, o que faz aqui? – a loira perguntou.
-Está bem, está bem! – ele disse, meio irritado, levantando os braços, reconhecendo a derrota- Eu vou sair.
Ginny abriu um sorriso para ele e levantou o rosto, pedindo um beijo, ele colocou seus lábios nos dela por poucos segundos e saiu, fechando a porta atrás de si.
-Eu disse alguma coisa errada? – a francesa perguntou, as sobrancelhas levantadas.
-Não ligue – Ginny pediu- nós estávamos dizendo a ele que saísse quando você chegou.
-Eu bem sei como Gui ficou quando eu disse a ele que não poderia assistir o nascimento de Victoire, eu avisei isso logo que descobri que estava grávida, minha família também é tradicional.
-Eu sei que deveria ter dito, mas ele estava tão animado...
-Não se culpe, tudo está bem agora. – Hermione sorriu para a ruiva.
Ginny estava em meio a um sorriso quando outra contração, mais forte e mais longa, a atingiu. Hermione estava visivelmente nervosa com a situação, já havia lido tudo que pode sobre trabalho de parto, sabia que estava pronta para ajudar Molly e Fleur em qualquer coisa. Mesmo assim, era uma situação que a assustava.
Fleur olhou para a morena e sorriu.
-Você não precisa ficar se não quiser. Entendo como pode ser assustador para uma mulher que nunca teve filhos assistir a um trabalho de parto, fiz isso com 14 anos.
Hermione arregalou ligeiramente os olhos com a declaração de Fleur, nunca conseguiria passar pela mesma situação.
-Eu quero ajudar, mas...
-Não pense que eu ficarei chateada, Hermione. – disse Ginny, ajeitando os travesseiros atrás de si, após outra contração- Talvez seja até melhor você sair, e fazer alguma coisa pra todos eles lá fora comerem, eu ainda nem tinha pensado no almoço.
-Provavelmente eu serei mais útil lá mesmo. – ela disse, enfim- Mas eu voltarei, e se precisarem de algo é só chamar.
-Faça um chá para Ginny antes, querida. – pediu Molly.
Hermione concordou com um aceno de cabeça e saiu, fechando a porta atrás de si.
Harry, ao vê-la chegar na sala, levantou-se e andou até a amiga.
-Mione, está tudo bem com Ginny?
-Sim, não se preocupe. – ela sorriu- Eu só vou fazer um chá para ela...
E a tarde se passou assim, Harry nervoso, andando de um lado para o outro na sala de estar, enquanto Gui, Rony e Arthur tentavam, em vão, acalmá-lo. Harry mal tocou na comida que Hermione serviu na hora do almoço, seu olhar ansioso ficava vago por alguns segundos.
O fato de não estar junto da esposa nesse momento tão importante quanto o nascimento de seu primeiro filho o estava incomodando de verdade. Como crescera em uma família trouxa, Harry sabia que os homens normalmente acompanhavam as esposas no trabalho de parto; mas aparentemente os bruxos mantinham uma tradição medieval de que um homem não poderia estar presente nesse momento tão feminino.
-Harry, vamos lá pra varanda jogar pôker. – disse Rony, tirando-o de seus pensamentos- A gente abre umas cervejas e começa a comemorar o nascimento do mais novo membro da família Potter.
-É uma boa idéia. – disse o senhor Weasley- Acredite, meu filho, ficar aqui dentro só vai deixá-lo mais nervoso.
-Eu levo as cervejas, vocês podem ir distribuindo as cartas e as fichas! – disse Gui levantando-se imediatamente.
E Harry foi arrastado para a varanda, numa vã tentativa por parte de seus parentes de distraí-lo.
888
Ginny estava em trabalho de parto à exatas oito horas quando finalmente alcançou os dez centímetros de dilatação que necessitava para começar a empurrar. O sol já se punha no horizonte, deixando o quarto com uma iluminação avermelhada à medida que o crepúsculo se instaurava. Ela já estava bastante suada, as contrações estavam tão constantes que ela chegava a não sentir o breve momento de pausa entre elas.
-Você está indo bem, minha filha. – disse Molly ao examiná-la- Agora você tem que começar a fazer força, a cabeça do bebê já está encaixada na sua pélvis.
-Eu vou chamar Hermione. – disse Fleur, abrindo a porta e pedindo para a morena ir até elas, o que Hermione fez prontamente.
-Aconteceu algo? – perguntou, preocupada.
-Ginny está pronta para fazer força. Fique do lado esquerdo dela que eu ficarei do direito, segurando sua mão. Devemos incentivá-la e apoiá-la.
Hermione assentiu e se postou ao lado da grávida, sorrindo encorajadoramente para ela.
-Chegou o momento, Ginny. Vai dar tudo certo.
Ginny sorriu fracamente para as duas, mas fechou os olhos e contraiu as feições no momento que Molly disse:
-Agora!
Ginny fez a maior força que podia, gemendo alto de dor, enquanto as cunhadas e a mãe contavam os segundos que ela deveria ficar empurrando. Os músculos da barriga e da genitália trabalhavam juntos para expulsar aquele grande bebê de dentro dela, e Ginny sentia tudo, cada pedacinho de tecido se esgarçando, empurrando e contraindo.
Quando chegaram ao final da contagem, ela gritou mais alto e jogou a cabeça para trás, respirando de forma ofegante e descompassada.
-Isso, Ginny querida! – disse Molly.
-Você está indo muito bem. – disse Fleur sorrindo, enquanto Ginny mantinha os olhos fechados e Hermione passava um lenço em sua testa.
A situação se repetiu mais algumas vezes, nas duas últimas Ginny parou de fazer força no meio da contagem, as lágrimas escorrendo por seu rosto, a dor tão intensa que ela julgava que fosse morrer, repetindo alto que não conseguiria fazer mais força. Enquanto isso as três mulheres continuavam a incentivá-la, garantindo que faltava pouco e que ela estava indo bem.
-A cabeça já saiu! – Molly anunciou, animada- Mais duas ou três vezes, Ginny e estará acabado!
Ginny então recuperou as forças com as palavras da mãe, e rapidamente se pôs a fazer força, além até da contagem, de modo que apenas duas vezes foram necessárias.
-É um menino! – disse Molly, enquanto Hermione pegava uma manta que haviam separado e levava até a sogra.
Molly enrolou o pequeno bebê na manta branca após desobstruir seu nariz e boca, fazendo-o chorar. Ginny, que caíra para trás nos travesseiros, suspirou aliviada ao ouvir seu bebê chorando, ele estava bem.
-Ele é saudável? – perguntou rouca, ainda ofegante.
-Ela o está examinando. – Fleur respondeu delicadamente, enquanto Molly apalpava o corpinho da criança com suas mãos de parteira experiente, e checava os reflexos do bebê- Você foi muito bem Ginny.
-Fui, não é? – ela concordou, sorrindo- Mas eu quero segurá-lo, me dê, eu quero segurá-lo!
-Nós vamos limpar você primeiro. – foi Hermione que respondeu, trazendo toalhas e uma bacia cheia de água.
Fleur e Hermione então a limparam, e tiraram as várias camadas de toalhas que haviam posto debaixo dela, de forma a não sujar a cama. Em meio ao processo, Molly anunciou que a criança era perfeita e Ginny pôde relaxar verdadeiramente. O seu bebê foi entregue logo depois de a terem sentado confortavelmente na cama, ela encostada-se a vários travesseiros.
-Aqui está, minha querida filha. – disse Molly com olhos molhados de lágrimas- Meu netinho!
Ginny estendeu os braços e seu filho foi posto em seu colo, e ela o pegou com toda a delicadeza que conseguiu reunir, e olhou atentamente para o rosto do pequeno. E naquele momento, toda a dor, o sofrimento, os meses que passaram mudando todo o seu corpo rapidamente; tudo passou a não ter nenhuma importância. Aquele bebê de pele rosada e cabelo muito preto, aquela coisinha minúscula, que era a visão mais bonita que ela já havia tido em toda a sua vida; ele sim passou a ser tudo o que importava no mundo, Ginny sentiu brotar nela um amor que ela não sabia ser capaz de sentir. E daquele momento em diante soube que nunca mais seria inteira, uma parte dela estava ali, em seus braços.
Ficou tão absorta naquele momento com seu bebê, que não sentiu as lágrimas escorrendo por seu rosto e não percebeu que Fleur havia saído para chamar Harry. Ouviu apenas uma gritaria no jardim e no segundo seguinte o marido estava ao seu lado, com uma expressão boba e feliz, mas também encantada.
-O nosso bebê, Harry. – ela disse, olhando para ele com um grande sorriso.
Aquele foi o sorriso mais lindo que Harry já viu, e ele tinha certeza que em seu rosto havia um igualmente feliz.
-Ele é perfeito... – ele disse, fazendo carinho cuidadosamente, quase com medo de quebrar aquela criatura tão pequenina.
Harry não sabia que era tão bom assim ser pai, sentir um amor incondicional por alguém que era literalmente parte de você; aquele momento era a comprovação de que existia uma força maior no universo, comprovação de que a vida não é apenas um vale de lágrimas.
-Ginny, Ginny, obrigada! Obrigada por me fazer o homem mais feliz do mundo! – ele disse, os olhos também marejados pelas lágrimas, beijando os lábios dela com carinho.
-Como vamos chamá-lo? – ela perguntou no momento seguinte, enquanto colocava o menino para mamar.
-Eu queria homenagear o meu padrinho... – ele disse, olhando para o filho.
Ginny sorriu e desviou a atenção do bebê para olhar para Harry.
-Que tal James Sirius, os nomes de dois melhores amigos?
-Eu acho perfeito. – ele disse, a emoção do nascimento misturada com a saudade da perda e a beleza da homenagem.
-Bem-vindo ao mundo, James Sirius Potter. – disse Ginny, quando os dois voltaram a atenção para o bebê que mamava ansiosamente.
James parou por um momento e virou seus expressivos olhos castanhos para os pais, o que foi ainda mais emocionante para os dois. E Harry e Ginny choraram e se beijaram, naquele doce momento que marcaria suas vidas para sempre.
N/A: E aí? Bom, ruim? Por favor, mandem suas opiniões! Reviews são muito importantes para mim! Se eu não recebo review, não posto XD porque acho que ninguém tá gostando... então por favor, continuem mandando reviews! Beijão, me adicionem no Orkut e até a próxima!
