N/A: Oi gente! Muito obrigada pelas reviews que vocês mandaram no último capítulo. Mais uma vez me desculpem pela demora, mas infelizmente a faculdade de História é bem pesada.
Fiz uma capa para a fanfic, confiram no meu perfil do Orkut (e se puderem, me adicionem por favor ^^):
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O capítulo a seguir contém uma cena NC-17, mas para os leitores que não gostam ou não podem ler esse tipo de leitura, eu vou colocar um aviso antes da cena em si, e um depois, delimitando o espaço de forma que quem não queira ler possa pular essa parte, ok?
Capítulo 6 - Simplesmente Amor
A neve caía calmamente em flocos do céu escuro e nublado, as ruas silenciosas do vilarejo de Godric's Hollow estavam cobertas por um grosso tapete branco de neve acumulada. Na grande casa de número 29, onde a porta de carvalho estava simplesmente decorada com uma guirlanda verde de com pontinhos vermelhos por causa das Cranberries e um grande laço dourado, Harry Potter, usando um suéter verde e calças pretas, estava sentado no grande e aconchegante sofá da sala.
Era o primeiro Natal dele e de Ginny após o casamento, então decidiram que passariam sozinhos, ao invés de n'A Toca com toda a família. Por mais que estar com todos eles fosse muito alegre e divertido, queriam que esse, o primeiro, fosse apenas dos dois.
-Um galeão por seus pensamentos! – disse Ginny, trazendo duas enormes taças de vinho quente nas mãos, e entregando uma para ele.
Ele olhou para a esposa e sorriu, esperando-a sentar-se ao seu lado e a abraçando, mantendo-a junto a ele, para então responder.
-Eu estou lembrando o meu primeiro Natal em Hogwarts... Bem, o meu primeiro Natal de verdade.
-Você se divertiu? – perguntou, interessada, nunca o ouvira falar do primeiro Natal em Hogwarts.
-Muito... Sem contar que eu ganhei meu primeiro suéter Weasley.
Ginny riu melodicamente, os lábios arroxeados por causa do vinho.
-Eu lembro que fui com minha mãe comprar a linha, e enchi o saco para ela levar a verde. "É a mesma cor dos olhos dele, mamãe!". Eu era ridícula, não era?
Harry riu, tomando um gole do vinho com especiarias em seguida; estava delicioso.
-Não, não era ridícula. Embora eu tenha que admitir que aquele cartão do Dia dos Namorados me deixou envergonhado.
Ginny riu e enrubesceu completamente e escondeu a cabeça no peito dele, que Harry, também rindo, acariciou. Quando ela finalmente levantou para olhá-lo nos olhos, o rosto estava apenas ligeiramente corado, e ele não saberia dizer se era culpa da vergonha ou do vinho.
-Em minha defesa, eu tinha 11 anos e...
-Amor, não precisa disso, eu só estou brincando com você.
-Não está não! Foi realmente vergonhoso.
-Bom talvez um pouco... – Ginny escondeu o rosto nas mãos quando ele disse isso- Mas de qualquer forma não é pra você ficar desse jeito. Era pra rir, só isso. Vem cá.
Ele colocou a taça junto à dela, numa mesinha ao lado do sofá e tirou suas mãos do rosto, fazendo-a olhar para ele.
-Eu te amo.
Ela sorriu com a declaração dele, colocando os pés em cima do sofá.
-Eu te amo também, e se você não souber disso, vou mandar um anão vestido de cupido pra cantar no seu escritório umas rimas idiotas feitas por mim. – disse, apertando os olhos numa falsa ameaça, e rindo em seguida.
Ele riu, puxando-a mais para perto, sentando-a em seu colo, de frente para ele.
-Ah, Ginny, você é perfeita pra mim... – disse, com as mãos na cintura dela.
Ela sorriu, colocando as mãos no rosto dele, olhando em seus olhos verdes antes de roçar seus lábios nos dele, sentindo sua respiração quente contra seu rosto. Ela passou a língua pelo lábio inferior dele, enquanto ele apertava mais sua cintura com as mãos. Beijavam-se intensamente, Ginny movendo-se em cima dele, sentindo o corpo de Harry responder aos movimentos dela.
-Vamos lá pra cima? – ela perguntou num murmúrio, com os lábios ainda próximos aos dele.
-Eu não quero ir lá pra cima... – respondeu com a voz rouca.
Rapidamente, com um aceno da varinha que estava na mesinha ao lado do sofá, a mesa de centro foi posta num canto da sala, deixando o espaço e o tapete entre o sofá e a lareira crepitante livres. Harry a segurou pelas coxas e a levou para o chão, deitando-se por cima dela.
-Eu gostei da idéia...
(Cena NC-17)
Ele sorriu, voltando a beijar os lábios dela enquanto desabotoava o casaquinho de lã azul-escuro que ela usava, que rapidamente foi jogado para longe. Ela usava apenas uma camisa fina branca por baixo, e já se encontrava sem sutiã. Harry acariciou pelos seios dela por cima da camisa, enquanto ela arranhava suas costas por baixo do suéter.
Interrompeu o beijo para tirar o suéter e os óculos, enquanto ela também retirou a camisa que usava. As calças foram tiradas instantes depois, e Harry parou para admirar o corpo dela por um segundo, antes de descer o rosto para os seios dela, passando a língua entre eles, arrancando um gemido dela. Incentivado, sugou o bico do seio esquerdo, enquanto descia as mãos por sua barriga, alcançando a calcinha que usava. Passou as mãos para dentro dela, tocando sua feminilidade com os dedos ágeis. Ela gemia alto, gritando o nome dele entre os gemidos, fazendo-o aumentar o ritmo dos dedos e da sucção, fazendo-a alcançar o ápice e arquear as costas, levantando os quadris. Ele subiu os beijos, alcançando o rosto dela e sorriu ao vê-la corada e ofegante. Ela segurou seus ombros e o fez deitar no tapete.
-Agora o controle é meu... – ela disse provocante, descendo as mãos pelo abdômen dele.
-Eu sempre gosto quando você toma o controle. - disse enquanto ela, ajoelhada no tapete, tirava sua calcinha e a cueca dele em seguida, para depois ficar por cima dele.
Ela sorriu marota, com uma das mãos colocando o membro rijo, e já pulsante, dentro dela, fazendo-o soltar um gemido rouco. Permaneceu sentada, começando a se movimentar em cima dele. Ele colocou as mãos nos quadril dela, apertando-o contra o seu corpo enquanto ela rebolava e aumentava cada vez mais o ritmo, jogando a cabeça para trás e gemendo alto, enquanto os movimentos ficavam mais rápidos, e ela alcançou o ápice mais uma vez antes de Harry explodir de prazer dentro dela. Ela diminuiu o ritmo gradativamente, enquanto descia o tronco e beijava-o carinhosa e rapidamente, devido ao fato de estarem ambos ofegantes. Ele a ajudou a sair, trêmula, de cima dele.
Ele apoiou-se em um dos braços para ficar com o tronco levemente erguido, olhando para o rosto dela, apoiado totalmente no chão.
(Fim da Cena NC-17)
-É sério, como você pode ser tão perfeita? – perguntou, ainda meio ofegante, a respiração se normalizando aos poucos.
-Eu não sou...
-É sim... Ginny, Ginny! Eu amo tudo em você... Cada fio de cabelo ruivo, seu cheiro, seu gosto... Cada pequena sarda que você tem em todo o seu corpo, eu sei todas ela de cor... – disse, a voz ainda rouca, acariciando o rosto dela.
Ela pegou a mão dele e beijou cada dedo, sugando as pontas devagar, enquanto olhava para ele. Harry apenas a olhava, enquanto ela sentava-se e chegava o rosto perto do dele e umedecia os lábios com a língua. Mas ao invés de alcançar a sua boca, Ginny foi até sua orelha, passando a língua lentamente por toda a volta dela, fazendo-o arrepiar.
-Eu amo mais ainda as suas mãos sobre o meu corpo, sua respiração no meu pescoço e o jeito como me ama, eu o quero dentro de mim o tempo todo. Eu o amo mais do que posso dizer em palavras... Eu não sou perfeita pra você, Harry... Você é que é perfeito demais para mim.
Ela disse tudo com uma intensidade que o fez arrepiar ainda mais, e ele sabia que ela se encontrava na mesma situação. Estavam quase embriagados, sentindo-se quase tontos tamanha a paixão. Fizeram amor novamente, embora de forma muito mais lenta. Dormiram abraçados ali mesmo, as almofadas do sofá serviram de travesseiros, e o cobertor foi pego no armário da área de serviço. Aquele primeiro Natal foi apenas um lembrete de que o presente mais precioso que poderiam ganhar já estava com eles todos os dias, mesmo quando não estavam juntos fisicamente; era aquilo que os unia em espírito, aquilo que os enaltecia: o Amor. Não apenas o amor apaixonado que existe entre duas pessoas que estão juntas, mas o Amor Puro, aquele composto pelo respeito, amizade e altruísmo. Se dependesse de Harry e Ginny, aquela casa, a casa de número 29 do vilarejo de Godric's Hollow, nunca sofreria por falta de amor.
Então, o que acharam? Mandem reviews! O número de Visitors é sempre muito maior que o de reviews ): eu acabo achando que o pessoal não tá gostando e não está nem se dando o trabalho de me avisar :/ ... Por favor, me digam o que estão achando! Beijinhos, até o próximo oneshot!
