Quando Calypso acordou na manhã seguinte, desejou que o dia anterior fosse apenas um sonho, e que Davy Jones ainda estivesse ao seu lado.

Ela lentamente abriu os seus olhos, e olhou para o outro lado da cama, suspirando ao perceber que ele não estava lá.

Calypso não conseguia dormir sozinha. Sentia falta de ter o calor do corpo de Davy Jones ao seu lado. Porque durante esses últimos dez anos que havia passado no Pérola, ela dormia junto a ele.

Davy Jones fazia parte da vida dela, e nada poderia mudar isso. Nada.

-Onde você está? – Perguntou Calypso para si mesma – Espero que esteja bem.

(Em algum lugar muito, muito longe dali...)

Uma figura, antes conhecida por todos, jazia nas areias brancas de uma praia. Antes, era uma lenda, temido por todos. Agora, eram poucos os que se lembravam dele. O sol estava a lhe queimar o rosto, mas este,continuava inconsciente.

Até que uma onda quando o cobriu, acordou aquele homem, que se levantou alarmado, mas com uma dor infernal.

Antes de tudo, esforçou-se para juntar suas memórias, e lembrar o que tinha acontecido...

E ele lembrou. Lembrou que havia ficado para trás, para salvar a todas as pessoas que estavam correndo perigo. Inclusive sua amada. Olhando em volta, percebeu que aquele não era um lugar conhecido.

-Onde estou? – Pensou Davy Jones.

Aquele lugar parecia deserto, era igual ao baú; havia somente areia até onde a vista alcançava. Mas ele não estava lá.

Não havia mais nada a se fazer, exceto se por a andar. E foi o que ele fez. Com sorte talvez, encontrasse um modo de sair daquele lugar.

Após algum tempo de caminhada, uma cidade pode ser avistada. Davy Jones foi até ela. Talvez lá, ele pudesse descobrir onde estava.

Quando ele chegou nela, achou que seus olhos estivessem o enganando. Pois todas as pessoas que estavam naquele lugar, tinham a pele totalmente pálida, quase que em um estado cadavérico.

-Jones? – Perguntou alguém atrás dele – Davy Jones?

Ele se virou para ver quem estava o chamando, e ficou incrédulo quando viu aquela pessoa.

-Norrington! – Exclamou ele.

-É claro que sou eu. – Disse James – Quem mais seria?

-Como... – Dizia Jones – Você morreu na minha frente!

-É, eu me lembro. – Dizia James – Fazem dez anos, mas eu me lembro.

James não tinha mudado nada. Continuava do mesmo jeito que era a dez anos atrás, inclusive, ainda estava com o seu uniforme de almirante.

-Onde eu estou? – Perguntou Jones.

-Quer dizer, que você ainda não sabe... – Dizia James.

-Não sei o que? – Perguntou Jones novamente.

James suspirou.

-Esta é a cidade dos mortos. – Disse James.

-Cidade dos mortos? – Perguntou Jones – Isso quer dizer que...

-Você está morto. – Completou James.

Davy Jones não acreditou no que havia acabado de ouvir.

Ele não podia estar morto, ele não podia...

-Eu estou... – Dizia ele – morto?

-Sim. – Disse James – Você está. Assim como eu também estou.

Davy Jones ficou em estado de choque. Aquilo não podia ser verdade.


Aye pessoal! Eu não acredito que estamos na terceira parte da nossa fic. Parece que foi ontem que eu postei o primeiro capítulo de Para sempre Pirata.

Me lembro de quando escrevi a história, e não tinha a mínima idéia de que titulo colocar... (Se eu continuar desabafando deste jeito, a fic vai ser apenas de notas da autora)

O bicho vai pegar, agora que Davy descobriu que está morto... dá até medo pensar...

Reviews:

Vitória Del´amore:Não precisa mais ficar ansiosa, o nosso capítulo já está aqui.

Srta. Beatrice Barbossa: Todos nós estamos curiosos para saber o que vai acontecer, agora que Davy sabe que está morto, o circo vai pegar fogo. (Risada maléfica)

Obrigado a todas as pessoas que lêem esta fic. I love you guys! (É assim que escreve?)

Captain Jones