Capítulo 6

Os dias em Hogwarts estavam ficando cada vez melhores. A cada aula, nós aprendíamos mais e mais, e, tirando a aula de história da magia, todas as aulas prendiam a minha atenção como nada antes.

Na aula de feitiços, eu havia conseguido fazer a minha pena flutuar e fiquei extremamente feliz quando isto ocorreu. Agora, eu gostava de fazer pequenas coisas levitarem, como talheres ou penas. Toda a sala havia conseguido também, e após praticarmos um pouco, já estávamos aprendendo um novo feitiço que abria portas.

Já na aula de Transfiguração, todos conseguiram também fazer o palito virar agulha, porém que isto tenha levado mais tempo do que o feitiço de levitação. A professora Minerva era rigorosa, e nenhum aluno tentava desrespeitá-la e se esforçava ao máximo para conseguir bons resultados em sua aula. No momento, ainda praticávamos a mesma transfiguração do palito e agulha.

- Não adianta fazerem o feitiço apenas uma vez! É preciso prática! Ouviram? Ás vezes, estes feitiços ocorrem por acaso, e eu quero me certificar que todos conseguem fazer o feitiço na hora que bem entenderem! – dizia ela para toda a sala.

As outras aulas eram divertidas, por mais que eu estivesse me dando um pouco mal em História da Magia e Poções (N/A: Nesta o professor é o Snape! ASHUSAHU, brincadeira!). Eu me esforçava, porém me manter acordado com um fantasma falando sobre fatos ocorridos no passado era uma tarefa difícil.

No momento, eu estava no Salão Comunal, fazendo a lição de História da Magia (dois rolos de pergaminho sobre as Convenções de Bruxos), porém, eram onze da noite, e a tarefa era para o dia seguinte, então por mais que eu estivesse dormindo em cima da lição, eu tinha de fazê-la se não quisesse ouvir sermão de um fantasma rabugento. Mau humorado, molhei a pena e voltei a escrever. Meus olhos quase fechavam e ás vezes eu sacudia a cabeça com força, na tentativa de fazer o sono passar brevemente.

- Sirius? – sobressaltei-me com uma voz doce chamando-me. Virei a cabeça e lá estava Marlene. Ela me olhava curiosa e um leve sorriso brincava em seus lábios. - O que está fazendo aqui, nesta hora?

A sala comunal estava deserta, antes só ocupada por mim e agora por Marlene também. Em Hogwarts, as aulas por mais divertidas e interessantes que fossem, eram exaustivas. Entre nove e dez horas da noite, as pessoas já iam para seus dormitórios.

- Eu ainda não tinha feito a lição de História da Magia – expliquei.

- Ah – exclamou ela se aproximando e sentando na cadeira a minha frente. – Quer ajuda?

- Hum – pensei por um instante. Até que uma ajuda não seria ruim, porém, de Marlene? Eu não era muito bom em História da Magia e eu não queria de jeito nenhum que ela me achasse burro.

"Não, obrigado. Eu me viro com a lição."

- Ah, tudo bem – respondeu ela sorrindo.

- Mas e você? – perguntei.

- O que tem eu?

- O que você está fazendo aqui nesta hora?

- Hum, eu realmente estava exausta quando fui ao dormitório – começou. – mas, quando deitei na cama não consegui dormir. Estou meio inquieta, então resolvi vir aqui pra, sei lá, fazer alguma coisa que me traga o sono de volta.

- Ah, espero que consiga – disse eu.

- Obrigada – agradeceu ela sorrindo e eu não pude deixar de perceber que ela era muito bela sorrindo. Flagrei-me perdido admirando-a e logo voltei à atenção a minha lição.

Eu realmente não sabia muita coisa sobre o assunto dado para a redação, então eu repetia os mesmos fatos, descrevendo-os de modo diferente. Eu já havia acabado o primeiro pergaminho e quase metade do segundo, só faltava finalizar a redação. Isto era para ser fácil, certo? Porém, não é. Eu não tinha a menor ideia do que colocar pra finalizar o texto. Contemplei o pergaminho por certo tempo e eu voltava a molhar a ponta da pena, mesmo que isto não fosse necessário.

- Sirius? – chamou Marlene. Assenti com a cabeça para fazê-la prosseguir. – Você quer ajuda no final? Desculpe se estou sendo insistente, mas faz uns dez minutos que você só olha o pergaminho e não escreve nada nele.

Desta vez eu nem pensei por instante, pelo simples motivo que não havia como negar.

- Por favor, Lene. Estou caindo de sono e quero acabar isto logo.

Ela sorriu e se levantou da cadeira, mudando para a que estava ao meu lado.

Com Marlene me ajudando, terminamos a redação rapidamente. Fiquei extremamente agradecido a ela, e parecia até que a palavra "obrigado" não era suficiente para demonstrar minha gratidão.

- Agora é minha vez – eu disse a ela. Lene levantou as sobrancelhas, sem entender sobre o que eu estava falando.

- Sua vez do que? – perguntou parecendo intrigada.

- De lhe ajudar.

Ela riu fracamente.

- Obrigada, mas eu já terminei minha redação.

- Não estou falando da redação. Estou falando sobre seu sono, quero ajudá-la a encontrar um meio de dormir.

- Ah! – exclamou ela finalmente parecendo entender o que eu estava falando. Ela riu fracamente de novo. – Mas você já fez isto.

- Ahn? – agora o confuso e intrigado era eu.

- Agora eu sei que toda vez que eu não estiver com sono, é só eu ler o livro de História da Magia.

Após seu comentário, ambos rimos. Eu não podia nem ao menos defender a matéria, pois ela realmente dava sono.

- Boa noite, Sirius. Até amanhã, durma bem. – disse ela se dirigindo ao dormitório.

- Boa noite, Lene. Até, e você durma bem também.

Arrumei minhas coisas que eu usei para fazer a lição e, junto com o pergaminho, soquei tudo dentro de minha mochila. Subi para o dormitório, sendo o último daquela noite a deixar o salão comunal. Sorrateiramente, adentrei o dormitório, e todos estavam dormindo. O local estava mergulhado em profundo silêncio e para mim, o único acordado ali, até o barulho de minha respiração parecia alto demais. Coloquei a mochila ao lado de minha cama e logo coloquei o pijama (eu já havia tomado banho antes, porém, como desci para fazer a lição, não me atrevi a descer de pijama) e fui até o banheiro para escovar os dentes. Assim que o fiz, deitei-me na cama e logo adormeci, já que a exaustão me dominara.

Acordei pela manhã com Tiago me sacudindo. Devo dizer que este não é o melhor jeito de ser acordada, principalmente quando você se sente extremamente sonolento e apenas o ato de pensar em fazer qualquer movimento já lhe deixa cansado.

- Acorda, Sirius! – exclamava ele sem parar de me sacudir. Isto já estava torrando a minha paciência. – Você vai se atrasar pra aula!

O problema é meu! Deixe-me dormir!

- Dá pra você deixar de ser preguiçoso? – continuava ele.

Não, obrigado. Estou ótimo sendo assim.

- Sirius! Não finja que não está me ouvindo! Eu sei que você está!

Parabéns, Tiago! É bom saber que você sabe alguma coisa. Quer saber outra? EU QUERO FICAR EM PAZ!

- Vamos, Sirius! Eu vou te azarar!

Minha paciência tem limite. E eu acabei de chegar lá.

- TIAGO POTTER! DÁ PRA CALAR A BOCA E ME DEIXAR EM PAZ? EU QUERO DORMIR! É TÃO DIFÍCIL DE ENTENDER? – gritei e Tiago se assustou, dando um pulo pra trás.

- Bom dia, mal humoradinho. – disse ele ironicamente, rindo de minha irritação.

- Eu talvez não estivesse tão mal humorado se alguém não tivesse me acordado deste jeito! – resmunguei, me levantando.

- O.K, da próxima vez eu me lembro de deixar você chegar atrasado.

E eu não podia discordar dele. Eu tinha só dez minutos para vestir-me e tomar um café da manhã. Como não daria tempo de eu tomar um banho, vesti logo o uniforme e praticamente voei até o salão principal.

Chegando lá, enfiei uma torrada inteira na boca (ou pelo menos tentei).

- Ei! Vai com calma! – exclamou Tiago chegando atrás de mim.

- Calma? – falei com a boca cheia. – Como assim calma? Você acha que eu tenho muito tempo pra comer?

- Você tem – disse ele puxando a manga do braço direito para conferir o horário no relógio em seu pulso. – Hum, é verdade, você está certo. Você tem dois minutos.

Nós nos encaramos por um segundo.

- ENGOLE ESTA COMIDA, SEU TRASGO! TÁ PENSANDO QUE TEM MUITO TEMPO PRA COMER, É? – gritou ele subitamente, me assustando. Parecia que todos que ainda estavam no salão principal viraram os olhos para nós. Eu corei e enfiei a cara no prato.

Mérlin, o Tiago tem alguma coisa na cabeça que não seja merda?

- Esta provavelmente vai ser a aula mais legal de todas, né? – disse Tiago parecendo tão ansioso quanto eu.

Estávamos nos gramados de Hogwarts, esperando Madame Hooch. E esta seria a professora de vôo, que também era a juíza dos jogos de Quadribol na escola.

Eu já sabia voar, é claro. Meu tio havia me ensinado e a sensação do vento batendo em meu rosto era maravilhosa.

- É. – respondi a Tiago.

Todos os alunos em volta pareciam tão animados quanto nós, principalmente os nascidos trouxas. Sem preconceitos! É só que eles nunca tiveram a chance de voar em uma vassoura, pois nunca nem ao menos souberam que elas eram úteis para coisas além de voar. Quer dizer, se eles tentassem se jogar de certa altura com uma vassoura entre as pernas e acreditando que iam voar eles provavelmente iam morrer, pois era uma vassoura trouxa. Não bruxa. Trooouxa. Não bruuuuxa. Trooouxaaa varree. Bruuuxo vooooaa. Troouuuxa. Não bruuuuxa. Entendem a diferença? (N/A: Ok, aqui é meia noite e um. Eu não estou exatamente com sono, mas, por favor, me dêem um desconto por esta coisa de trooouxa não bruuuuxa, ok? Ah! Virou meia noite e dois!)

- Lene – ouvi Lílian ao meu lado falar com Marlene, que se virou para ela. Tiago ao meu lado, parecia estar ouvindo também. – Você não acha que esta aula devia ser opcional? Quer dizer, voar parece legal, mas isto não significa que todos nós devemos fazer isto, certo?

Tiago ao meu lado soltou uma fungada.

- Aposto que só diz isto por que você está com medo! Afinal, é muito mais seguro ficar sentado numa cadeira ouvindo um fantasma falar sobre fatos passados, certo? – provocou ele se referindo á aula de História da Magia.

Lílian cerrou os olhos para ele, mas permaneceu calada. Isto só provou que, por mais irritante que Tiago pudesse ser com ela, ele estava certo desta vez. Lily estava com medo de voar.

- Não sei se seu cérebro é grande o suficiente para saber, mas eu estava falando com Lene. Não fique metendo o nariz na conversa dos outros, seu mala e xereta! – ralhou a ruiva com Tiago. Ele abriu a boca prestes a rebater, mas bem neste momento Madame Hooch chegou.

Ela era uma mulher com cabelos grisalhos, curtos e espetados. Seus olhos eram incrivelmente completamente amarelos, assim como os de um falcão.

- Olá, alunos – cumprimentou ela. Havia um apito pendurado em seu pescoço. Toda a sala respondeu em coro seu cumprimento. – Sou Madame Hooch, e vou ensiná-los a voarem. É bem simples. Agora, quando eu apitar, quero que estiquem suas mãos sobre a vassoura aos seus pés e digam: "suba!".

Todos os alunos tinham, esticadas ao lado de seus pés, uma vassoura. Todos fizeram o que a professora disse: para alguns, a vassoura voou imediatamente ás mãos do aluno, já para outras, tiveram de repetir "suba" algumas vezes para a vassoura obedecer aos seus comandos.

- Muito bom! Agora, quero que todos montem em suas vassouras e dêem um forte impulso com os pés. Isto fará vocês planarem no ar. Façam isto por alguns segundos, apenas planando, ninguém voe muito alto! E depois inclinem levemente o corpo para a frente, e isto fará vocês voltarem ao chão, ok?

- Professora – chamou Lily erguendo a mão. – É obrigatório todos voarem?

Por mais que ela tentasse esconder, o medo em sua voz era notável.

- Por que, querida? Você está com medo? – perguntou a professora, mas não em um tom desafiador, mas sim preocupado. Tiago abafou uma risada com uma tosse ao meu lado.

- Não! Eu só queria saber... Mas deixe, vamos fazer logo isto.

A professora lançou um sorriso a Lily e então apitou.

Foi incrível! Todos os alunos planaram no ar e Lílian soltou um gritinho quando sua vassoura subiu. Fazia tempo que eu não voava, e voltar a sentir a sensação completamente livre de voar e não sentir os pés no chão foi maravilhoso.

- Agora voltem ao chão! – gritou a professora e todos a obedeceram e parecia que Lily fora a mais apressada para voltar ao chão, mas ela não acelerou por nenhum momento, por medo de inclinar demais, imagino eu. – Emocionante, não é? Até hoje me lembro de meu primeiro vôo...

- Aposto cinco galeões que ela está lembrando-se do primeiro vôo em uma vassoura dela, e aposto também que é uma vassoura velha – sussurrou Tiago para mim. Eu soltei uma risada: pelos olhos fora de foco da professora, ele estava completamente certo.

- Professora – chamou um aluno levantando a mão. Eu nunca havia o visto na Torre da Grifinória, o que indica que ele era um aluno da Lufa-lufa, casa com a qual estávamos tendo aula.

- Sim, Sr...? – disse a professora saindo de seu transe.

- Diggory. Amos Diggory.

- Fale, Sr. Diggory – concedeu Madame Hooch.

- A partir de que ano se pode entrar para o time de Quadribol?

Todos os alunos começaram a murmurar coisas para os colegas ao seu lado, e todos pareciam ansiosos pela resposta.

- A partir do segundo ano – respondeu a professora. – Sem exceções! Não quero nenhum aluno insistindo, ouviram? Agora vamos continuar a aula.

O resto da aula foi muito divertido e Tiago estava certo: fora a melhor aula que já tivemos até aquele momento. Nós aprendemos a fazer a vassoura subir (inclinando o cabo da vassoura para cima) e também aprendemos sobre tipos de vassouras.

Todos estavam incrivelmente animados naquela aula, e os alunos da Grifinória também fizeram amizade com os da Lufa-lufa. Eu e Tiago, por exemplo, conhecemos melhor Amos Diggory, o que fizera a pergunta sobre com quantos anos se pode jogar Quadribol.

- Olá, sou Tiago Potter – apresentou-se a Amos.

- Oi, eu sou Sirius Black – apresentei-me também.

- Olá, Tiago e Sirius. Sou Amos Diggory!

Depois de todas as apresentações, nós mergulhamos em uma profunda conversa sobre Quadribol. Amos disse que assim que pudesse, no próximo ano se inscreveria para goleiro da Lufa-lufa, Tiago disse que iria se candidatar á apanhador da Grifinória e eu gostaria de ser artilheiro da Grifinória.

- Sinto muito, alunos, mas a aula acabou! – anunciou a professora. Todos os alunos soltaram um muxoxo de decepção, a não ser Lily, que pareceu aliviada. – Mas, se vocês estão tão animados assim a respeito de voar e quadribol, sábado teremos o primeiro jogo do ano: Grifinória contra Corvinal! Estão todos convidados! É ás três da tarde! Agora, vão!

Ao anuncio da professora, os olhos meu, de Tiago e Amos pareceram brilhar. Então, enquanto caminhávamos para a aula de poções, nós três combinamos de se encontrar meia hora antes do jogo nos portões do castelo de Hogwarts. Por fim, logo nos separamos, pois Amos foi para sua aula de Feitiços.

O resto da semana pareceu se arrastar. As aulas pareciam mais longas e tanto eu quanto Tiago fazíamos uma contagem regressiva para o sábado. Sempre conversávamos com Amos quando tínhamos aulas junto com a Lufa-lufa e ele parecia até mais ansioso que nós.

- Deve ser tão incrível, né? Estou realmente ansioso. – não parava de dizer ele e eu e Tiago concordávamos.

Então finalmente o sábado chegou. Não era tão necessário acordar cedo neste dia, mas minha ansiedade era tanta que apenas acordei meia hora depois do horário em que normalmente acordo.

Tiago ainda dormia feito uma pedra, assim como todos no dormitório. Sorrateiramente fui até o banheiro, tomei um banho e vesti uma roupa qualquer. Desci para tomar café da manhã e procurei na mesa da Lufa-lufa Amos, mas ele não estava lá. Dando de ombros, voltei a comer, só imaginando como seria a partida de hoje.

Assim que acabei de comer, voltei á Torre da Grifinória e esbarrei com Tiago, que acabara de acordar e estava indo tomar café da manhã.

- Ei! Acordou cedo – disse ele.

- Estou ansioso pro jogo – falei, dando de ombros.

- É, eu também. Mas mesmo assim, estas aulas, por mais que sejam divertidas, me matam. Preciso de um descanso.

Como eu não tinha absolutamente nada melhor para fazer, acompanhei Tiago no café da manhã. Enquanto ele comia, ele falava que a Grifinória com certeza ganharia.

Não depois de muito tempo, nós saímos do salão principal, encontrando na porta um dos artilheiros da Grifinória. Desejamos-lhe boa sorte no jogo de hoje e ele agradeceu, falando que a Grifinória com certeza esmagaria Corvinal no jogo.

Até ás duas e meia da tarde, eu e Tiago ficamos matando o tempo. Eu ganhei dele em uma melhor de três no xadrez bruxo e então Tiago, Remo e eu saímos pela escola apenas para dar uma volta.

Então ás duas e meia chegou. Como combinado, encontramos Amos e ele, Tiago, Remo e eu fomos até o campo de Quadribol, junto com outras pessoas que iam também. Amos era da Lufa-lufa, porém ele dissera que iria torcer para a Grifinória.

Ficamos na torcida, apenas conversando. Nós conseguimos lugares bem na frente e dali nós tínhamos uma boa visão do campo verde com três balizas em cada extremidade do campo.

Até que o jogo começou.

Todos gritaram coisas motivadoras para o time Grifinório quando ele adentrou o campo e logo depois entrou o da Corvinal, que foi vaiado pela Grifinória e aplaudido por Corvinal.

O jogo fora incrível, com certeza o melhor que eu já vira. Os artilheiros davam mergulhos em que você tinha absoluta certeza que iriam colidir com o chão, mas no que parecia o último segundo, eles puxavam as vassouras para cima, driblando o adversário. A partida estava oitenta á trinta para a Corvinal, e todos na torcida da Grifinória pareciam nervosos e aflitos: ou o apanhador pegava o pomo, ou teríamos que fazer mais pontos.

Então, finalmente, veio uma dose de esperança para toda a torcida da Grifinória: o apanhador vermelho que estivera sobrevoando o jogo á busca da bolinha dourada e quase invisível de repente começou a voar rápido no que parecia em busca de algo que só podia ser o pomo. O apanhador da Corvinal não se demorou a segui-lo até que estavam lado a lado. Pelo que parecia, o apanhador da Corvinal ainda não avistara o pomo, pois o apanhador da Grifinória fez uma curva para a direita e logo a desfez e se virou para a esquerda, indo para o lado em que o pomo realmente estava. Então, ele agarrou-o. O jogo terminara e a Grifinória ganhou de cento e oitenta á oitenta. O apanhador Grifinório subiu na altura de onde estivera procurando o pomo e mostrou-o á todos, um sorriso enorme estampado em sua face.

Após o jogo, na Torre da Grifinória foi só festa. Havia comes e bebes por lá e todos sorriam e se divertiam. Eu, Tiago e Remo parabenizamos todos os jogadores e um tempo depois saímos da farra e fomos dormir. Antes de render-me ao sono, prometi a mim mesmo que jamais esqueceria o dia em que assisti meu primeiro jogo em Hogwarts.

N/A: Oiiie gente. Desculpa mesmo a demora pra postar! Eu não estive muito inspirada, mas daí eu assisti Harry Potter e a Pedra Filosofal e vi a aula de vôo dele e tive a ideia de fazer um capítulo ligado ao Quadribol.

E aí? Vocês gostaram? Isso vocês podem me responder com uma review!

O próximo capítulo eu vou fazer sobre Halloween, o que acham?

Novamente, desculpas pela demora pra postar, principalmente pra Fernanda Ginny, pois eu sei que ela realmente estava esperando este capítulo, mas também sei que ela vai demorar pra ler pois está de mudança. Felicidades na casa nova, Gin!

Beijinhos

Sunny Weasley