O Fantasma da Floresta Proibida
Sirius' POV
- Tiago, você tem certeza? As chances de sermos pegos são grandes!
- Calma, Sirius – disse ele parecendo indiferente á situação. – É só não sairmos debaixo da capa, ok? Elas não podem nos acusar se elas não nos vêem.
Eu continuava nervoso, mas vendo do ponto de vista de Tiago, ele estava certo. Como as garotas no dormitório poderiam acusar-nos de assustá-las se elas nem podiam nos ver? A ideia me tranqüilizava um pouco, mas nem tanto.
- Vamos dar um tempo no Salão Comunal e meia noite e meia colocamos a capa e vamos, certo? – disse ele.
- Certo. – concordei.
Descemos as escadas e encontramos boa parte dos Grifinórios lá. O ar continuava pesado e assustado e parecia que as poucas pessoas que subiam iam em grupos. Por medo, acho eu.
- Ei, Tiago, Sirius, nós vamos subir, vocês vêm? – falou Remo levantando-se de repente.
- Ahn... – comecei mas Tiago falou por mim.
- Vamos ficar mais um tempo aqui. – disse com certeza e Remo deu de ombros. Os rapazes deram boa noite e subiram para o dormitório.
Do outro lado do salão, Lily e Marlene conversavam aos cochichos e dando risadinhas. Era realmente incômodo, pois toda risadinha elas olhavam para nós, o que dava a impressão de que elas falavam de nós. Tiago percebeu que eu estava olhando.
- Deixe elas. Vamos ver quem vai rir por último. – disse afundando em uma poltrona na frente da lareira dando as costas as duas garotas.
Afundei na poltrona a sua frente e dei uma última olhada para as meninas, mas desviando o olhar rapidamente, para não ser pego por elas.
- As duas não parecem estar com pressa para sair. – anunciei tristemente. – Temos dever de História da Magia e Poções. E ainda temos de praticar aquele feitiço para Transfiguração! Por que não fazemos enquanto isto?
- Ah, Sirius. – exclamou ele em um tom reclamão. – Vamos só relaxar um pouco. Os deveres não são difíceis.
- Mas já iremos nos livrar logo deles! Sobrando mais tempo para estudarmos! Você não quer continuar a ir bem nas aulas?
- Sim, mas me dê uma noite de folga! Só uma!
- Certo. Eu vou fazer os deveres.
Então levantei-me e fui ao dormitório. Lá, fui silencioso, pois os meninos já dormiam. Peguei minha mala e joguei-a sobre o ombro e desci rapidamente, me acomodando na cadeira novamente. Peguei dois rolos de pergaminho, uma pena e o tinteiro. Destampei-o, molhei a ponta da pena e comecei a escrever o texto de História da Magia. Quando acabei, fiz a redação de Poções e logo após enfiei a cara na mochila, procurando uma pequena caixinha que continha alguns palitos dados pela Professora Minerva para treinarmos o feitiço de Transfiguração. Enfim, achei e comecei a praticar o feitiço, conseguindo sucesso sete vezes.
Tiago em minha frente assistia tudo, por mais que eu tivesse certeza que ele estava pensando em algo bem além de meus deveres.
Depois de praticar mais um pouco, tive certeza de que eu já havia aprendido o feitiço e que conseguiria executá-lo a qualquer momento, pois todos os palitos da caixa haviam virado agulhas prateadas.
As garotas finalmente deram boa noite e subiram dando risadinhas que não eram nada agradáveis. Bom, pensei, vamos ver quem vai dar risadinhas amanhã.
- Tiago! – exclamei ainda olhando para a escada do dormitório feminino. – Elas subiram! É agora a hora do nosso show!
Então um ronco interrompeu-me.
- Tiago, morra, seu infeliz – xinguei com ódio o Tiago Potter adormecido na cadeira a minha frente. Sacudi ele, sentindo prazer de fazer ele sentir na própria pele o que ele me fez passar uma vez, até que ele acordou mal humorado.
Ele soltou uns grunhidos estranhos que acho que eram palavras, mas como eu não entendi elas, apenas fiquei olhando pra Tiago.
- Que é? – rosnou ele.
- As garotas subiram. Vamos pegar sua capa ou não?
- Ah, sim! – exclamou ele parecendo subitamente animado. Sério, foi sinistro, até me assustou.
- Vamos ir de pijama ao dormitório delas, pois em um caso pior, se Minerva der as caras por aqui, corremos para o dormitório e nos enfiamos em baixo da coberta. Se a Professora McGonagall vier checar, é só fecharmos os olhos que seremos dois meninos simples, puros, belos e inteligentes adormecidos. Certo?
- Disse tudo, vamos lá.
Subimos novamente ao dormitório e lá eu deixei minha mochila ao lado de minha cama. Despi-me e vesti o pijama, assim como Tiago.
- Pegou a capa? – falei baixinho para ele. Tiago levantou a mão em que continha algo parecido com um pano prateado: a capa.
Voltamos ao salão comunal e estávamos prestes a subir a escada do dormitório feminino quando segurei o cotovelo de Tiago.
- Vamos assustá-las como?
Ele pareceu pensar por um segundo.
- Hogwarts é cheia de fantasmas, certo? – disse ele ainda parecendo pensativo. Assenti. – Podemos ser mais um! Só que um fantasma ruim, e não legal como Nick-Quase-Sem-Cabeça.
- É uma boa ideia. Mas seremos um fantasma do que? E os fantasmas não são invisíveis! Nós podemos vê-los!
- Podemos ser o fantasma... – ele parou para pensar novamente. – Floresta Proibida! Nós éramos um homem que procurávamos por alguma coisa lá e...
- Procurávamos sangue de unicórnio! – exclamei tendo esta ideia subitamente. – Isto certamente é aterrorizante, porque seríamos ruins o suficiente para querer beber sangue de unicórnio e ter uma vida amaldiçoada para viver! Não é?
- Isto! – concordou Tiago. – E nós fomos procurar sangue de unicórnio vestindo uma capa da invisibilidade, então levamos uma facada nas costas!
- E como havíamos morrido com a capa da invisibilidade, se tornamos um fantasma invisível! É perfeito!
- Agora vamos? – perguntou ele. Assenti animadamente em resposta e então começamos a subir a escada do dormitório feminino.
Estava tudo bem, até que quando chegamos ao meio da escada, uma buzina estranha soou e os degraus de viraram. A escada se formou em algo parecido com um escorregador muito liso, e resultou que eu e Tiago escorregamos, caindo um em cima do outro. Mas isto não fora o grande problema, e sim o fato de que uma buzina soou, o que significa que as garotas poderiam vir investigar.
- Sirius, corre aqui! – chamou Tiago, que estava encostado do lado da escada. Engatinhei até lá e ele jogou a capa sobre nós.
"Assim, se alguma delas vier checar, estaremos invisíveis"
Assenti em resposta.
E como previsto, logo ouvimos passos descendo a escada. A monitora, Suzane, passou os olhos pela sala comunal, parecendo irritada. Seus cabelos castanhos estavam bagunçados, seu rosto estava meio amassado e seus olhos azuis se enrugavam um pouco. Ela estava dormindo.
- Deve ter sido um elfo doméstico! – resmungou dando as costas á sala, as mãos em punho ao lado do corpo.
Esperamos um tempo para ter certeza de que ela já se deitara novamente. Depois, Tiago tirou a capa de cima de nós e me olhou parecendo radiante, os lábios parecendo conter um sorriso enorme.
- Você é retardado? – falei pra ele. Como raios ele poderia estar feliz sendo que nosso plano havia ido pelo ralo?
- Todos somos retardados! Espere-me aqui, eu vou pegar uma coisa no meu malão!
- Então tá, né – respondi franzindo a sobrancelha enquanto ele ia andando... Não, quicando é melhor, até o dormitório masculino. Depois de no máximo dois minutos ele voltou.
- Olhe só! Eu pedi para o meu tio, porque eu sabia que meu pai nunca ia deixar, colocar um feitiço no meu malão para ele ficar maior, mas não aparecer por fora! Daí, eu pude colocar uma vassoura lá dentro!
Tiago carregava na mão direita uma vassoura. É, não estou brincando. Uma vassoura.
- Você é retardado. – repeti, só que desta vez sem perguntar. – Mas isto vai ser muito útil! Só que acho que para não ter riscos de cairmos da vassoura, nós devemos ir um de cada vez, ok?
- Certo, eu vou primeiro. Chego lá em cima e você joga a capa para mim, ok? – disse ele avançando para a escada. Eu assenti.
Tiago deu um impulso com a vassoura e flutuou no ar.
- Vou indo. – anunciou e deu uma inclinada pra frente com a vassoura e voou. Corri até o lugar em que ele estivera flutuando momentos antes e olhei que Tiago agora já estava no alto da escada. Joguei a capa em minhas mãos para ele, que pegou com facilidade. Em troca, ele jogou a vassoura para mim. Peguei ela e montei.
- Suba logo! – falou Tiago em um sussurro um pouco alto, para que eu pudesse ouvir. Dei um impulso com os pés e voei por cima da escada.
- E o que faremos com a vassoura? – perguntei com a própria nas mãos.
- Só deixa ela escondida em um canto ali. – Tiago pegou a vassoura das minhas mãos e encostou em um canto. – Agora é a hora do show.
Com um sorriso maligno, ele jogou a capa sobre nós dois. Deu perfeitamente, pois a capa era bem grande, então até arrastava um pouco no chão.
Adentramos o dormitório das meninas do primeiro ano e meu coração batia fortemente de adrenalina. Mas não havia riscos. As meninas ficariam demasiadas apavoradas para chegar perto do fantasma, e mesmo que notassem a mínima semelhança da voz com a minha e de Tiago, qual seria o problema? Elas não poderiam nos acusar de uma coisa que elas nem podiam ver com os próprios olhos.
E com este pensamento, fomos caminhando pelo dormitório, até que descobrimos onde Lily e Lene dormiam profundamente.
- Deixe-me falar, ok? – sussurrou Tiago em uma voz muito baixa, que se o dormitório não estivesse mergulhado em profundo silêncio, eu não seria capaz de ouvir.
- Garotas humanas aprofundadas em sono depois de assustarem garotos humanos – falou Tiago em voz alta, porém não com sua voz. Era uma voz grossa que tinha um pouco de sotaque... italiano? Não sei, mas tinha um sotaque. A voz estava realmente boa, não dava para perceber que era de Tiago.
As garotas do dormitório acordaram gritando assustadas. Todas exibiam terror nos rostos. Mordi o lábio para prender a risada.
- O que está aí? – perguntou Lílian com a voz tremendo.
- Quem está aí seria mais respeitoso! – exclamou Tiago e Lily soltou uma exclamação de terror. No escuro, seus olhos verdes brilhavam. Ela chorava de medo.
Por um momento, uma culpa momentânea me dominou. Tentei colocar ela de lado, e consegui um pouco de sucesso.
- Desculpe – pediu ela em voz chorosa.
- Isto é o que você deveria dizer aos jovens assustados! E eu sou um fantasma. O fantasma da Floresta Proibida!
- Existe um fantasma de lá? E fantasmas não são visíveis? – perguntou Marlene, parecendo com medo também, mas tendo um incrível auto-controle sobre ele.
- Claro que existe! Estou aqui, não estou? O que acontece é que eu não me exibo por aí como estes outros fantasmas! E eu não sou visível porque morri com uma capa da invisibilidade, na Floresta Proibida enquanto procurava sangue de unicórnio! Estava prestes a morrer, pois estava doente, mas mesmo fraco saí a procura do sangue! Mas não é sobre mim que iremos falar. Por que assustaram aqueles jovens?
- Tiago e os outros? – perguntou Lily.
Valeu por falar meu nome, hein!
- Não sei e não me interesso pelos nomes dos jovens! Mas você os assustou! Eu estava apenas dando uma volta pelo castelo pois ouvi dois alunos falando da apresentação de Halloween! E fui ver quando decidi dar uma volta pelo castelo, e então vi duas senhoritas se escondendo atrás de armaduras e assustando jovens senhores!
- Mas o que você tem a ver com isto? – perguntou Marlene agora mais amedrontada.
- Porque eu passei por isto! Sempre passei em minha juventude! Os outros jovens me assustavam e me desrespeitavam! – urrou Tiago parecendo com muita raiva. As meninas exclamavam e se apegavam as cobertas como se elas pudessem protegê-las.
- Nós vamos nos desculpar com eles! Prometemos – falava Lily entre soluços. – Foi uma brincadeira! Vamos pedir desculpas agora mesmo!
- Então vão! – falou Tiago. Pelas barbas de Mérlin! Ele é retardado! Como elas poderiam pedir desculpas aos "jovens senhores" que somos nós se estamos aqui?
- Tiago – sussurrei em seu ouvido, tendo certeza de que minha voz seria abafada pelos soluços de Lily que correra para a cama de Lene e se aninhava a ela, amedrontada. – Como elas podem pedir desculpas de estamos aqui?
- Esperem! – disse Tiago enquanto as meninas se levantavam. – Não. Vão interromper o sono dos jovens, peçam amanhã. E se não pedirem, saberei. E então, voltarei aqui, e irei fazer coisas piores que alertá-las!
- Vamos embora? – perguntei baixinho para Tiago. Ele assentiu no escuro.
Caminhamos para fora do dormitório e fizemos o mesmo esquema que fizemos para subir, utilizando a vassoura. Logo, estávamos já em nossas camas, nos aprofundando em baixo das cobertas. A exaustão, pois já era tarde, nos dominou e logo adormecemos.
Acordamos na manhã seguinte extremamente bem humorados. Mas, como Tiago me lembrou, deveríamos parecer assustados e cansados.
Descemos para o Salão Principal e vimos Lily e Lene adentrando-o, ambas parecendo bem cansadas e assustadas. Na verdade, apenas Lily estava assustada, Lene parecia apenas em estado de alarme. Elas, antes de se sentar, se dirigiram a nós.
- Lembre de parecer ofendido! – alertei Tiago.
Então elas chegaram e Lily se sentou ao lado de Tiago e Lene do meu. Nem eu nem Tiago desviamos os olhos de nossos pratos, em que estávamos concentrados. Lily pigarreou, mas nem eu nem Tiago levantamos os olhos nem os rostos para ela. Porém, eu apenas levantei um pouco o olho, disfarçadamente, e vi Lily lançar um olhar desesperado a Lene. Ela pigarreou de novo.
- Tiago, Sirius – chamou ela. Seu tom de voz era nervoso. – Nós...
- Vieram rir um pouco mais de nossa cara? – interrompi rudemente.
- Aliás, foi super engraçado, não é? – acrescentou Tiago.
- Não, não foi... – tentava dizer Lily desesperadamente, os olhos começando a brilhar.
- Lily, calma – confortou-a Lene, acariciando seu braço que estava em cima da mesa. – Deixe-me falar, ok?
- Ok – concordou em um suspiro.
- O fato é que sentimos muito pelo que aconteceu ontem. Nós assustamos vocês quando já estavam assustados suficientes, e nós achamos engraçado assustá-los mais. E nós pedimos desculpas e entenderemos perfeitamente se não aceitarem, mas queríamos que soubessem que sentimos muito.
Eu e Tiago, que estávamos olhando para Lene enquanto ela falava, nos entreolhamos. Eu assenti levemente, mas eu tentava demonstrar com os olhos que era uma pergunta tipo "Devemos desculpá-las?" e ele assentiu de volta.
- Já que vocês parecem abatidas e culpadas... – comecei.
- ...nós vamos desculpá-las. – completou Tiago.
Lily soltou uma exclamação de alívio e Lene exibiu um grande sorriso. A ruiva parecia demasiada feliz, e então ela jogou os braços em volta de Tiago, que arregalou os olhos de surpresa e me olhou sussurrando "socorro!". Eu ri da cara dele.
Olhei de lado para Lene, que olhava os dois e ria assim como eu. Então, ela deu de ombros e jogou os braços sobre mim também. Eu não podia me ver, mas tinha certeza de que arregalei os olhos assim como Tiago. Depois de o choque passar, eu meio que tentei retribuir o abraço dela, mas acabei dando tapinhas em suas costas.
Lene e Lily finalmente nos soltaram. Um clima meio tenso pairou sobre nós, em que todos se entreolhavam sérios. Até que todos caímos na gargalhada. Não sabíamos exatamente do que estávamos rindo, mas apenas ríamos em gargalhadas gostosas. Pude ver até algumas pessoas de outras mesas olhando torto para nós. Como se ligássemos!
Até que percebemos que Ranhoso estava atrás de Tiago e Lily. Há quanto tempo ele estivera ali?
- Sev! – exclamou Lily, ainda deixando escapar uma risada uma vez ou outra. Todos passávamos as mãos nos olhos para limpar as lágrimas.
- Lílian – falou ele olhando para Tiago com desprezo. Seu tom de voz era meio frio. – Vim aqui para convidá-la para tomar café da manhã comigo lá na minha mesa, mas parece que você está bem acompanhada aqui, não é mesmo?
E ele olhou para Tiago, mim e Lene.
- Na verdade, estou sim bem acompanhada. – respondeu Lily parecendo desafiadora ao ouvir o tom de voz frio de Snape. – E você acha mesmo que eu seria bem recebida na mesa da Sonserina? Uma menina da Grifinória que nasceu trouxa? Por favor, me poupe de aborrecimentos.
Ranhoso engoliu em seco.
- Está bem, fique aí com seus amiguinhos – disse ele em tom de quem finaliza. Ele se retirou e foi até a mesa da Sonserina parecendo emburrado, olhando em certos momentos para cá.
Lily parecia um pouco constrangida por ser pega por Snape se divertindo com alguém como Tiago Potter, e agora ela se encolhia em seu canto, comendo torrada. Eu já havia finalizado minha refeição, então eu apenas esperava Tiago terminar a dele.
Ainda tínhamos alguns minutos antes de irmos para as aulas, então decidimos voltar para o Salão Comunal. Praticamos um pouco mais o feitiço de Transfiguração até que vimos que já era hora de irmos para a aula. Durante o dia, tivemos várias aulas, dentre elas Transfiguração e Herbologia, e eu e Tiago provavelmente conquistamos uns trinta pontos para a Grifinória apenas nestas duas aulas, respondendo as perguntas feitas pelos professores. No momento, Grifinória era a casa com mais pontos e me dava orgulho saber que eu colaborava para isto. Mais tarde, á noite após o jantar, eu e Tiago ficamos até um pouco mais de onze horas da noite no Salão Comunal fazendo os deveres passados naquele dia, para ficar em dia. Depois, fomos nos deitar, e antes de adormecer eu ficava imaginando se as garotas em seu dormitório não estariam esperando uma nova visita do Fantasma da Floresta Proibida, e não pude deixar de sentir uma pontada de culpa imaginando.
N/A: Oiiii, gente! Sei que eu demorei demais e desta vez acho que bati um recorde em demora para postar, mas é que tivemos as festas de fim de ano e tudo mais, rsrsrs. Que todos tenham um ótimo 2011! =D
Bem, está aí mais um capítulo e peço desculpas novamente pela demora para postar.
Não esqueçam de deixar uma review comentando o capítulo! Sei que eu não mereço mas você é uma pessoa muito legal e vai deixar uma review, né? =P
Beijos, Sunny Weasley.
