Voltei com mais capítulos...

=S

No outro dia...

O celular da Pucca começa a tocar. Ela olha... Uma nova mensagem de Cereja.

'Ow, já to aqui em baixo ^^" - Cereja.

Ela coloca uma camisa xadrês vermelha e uma calça jeans.

Ela termina de se arrumar e desce as escadas. Pucca olha em volta e vê Cereja em uma mesa separada, ela vai até lá. Ela se senta na mesa.

"Oi" - Pucca. "Oi ^^ Seus amiguinhos ainda não chegaram." - Cereja. "Percebi." - Pucca. "Bem... O que você vai pedir ?" - Cereja. "Ah, depende, o que você quer ?" - Pucca. "Nem sei... Pode ser o que você quiser." - Cereja.

Pucca sorri.

"Ahh... Já que você insiste." - Pucca. Ela chama Dada. "Dada... Me trás 2 tijelas de ja-jang." - Pucca. Ele anota o pedido e vai até a cozinha.

"Am... Então... Novidades ?" - Pucca. "Nenhuma e você ?" - Cereja. "Também não." - Pucca.

Ching, Abyo e Garu chegam no Goh-Rong.

"Seus amiguinhos chegaram." - Cereja. Ela olha para trás para vê-los.

"É..." - Pucca.

*a cena muda para o grupo de amigos*

"Ui ui ui, olha lá a Pucca com aquele boiolinha." - Abyo.

Garu vira e olha para os dois. O seu coração é cortado por 1 milhão de facas quando ele vê Pucca brincando com Cereja.

*lá de longe - Cereja e Pucca.*

"Pára ! Haha XD" - Cereja. Eles começam a rir. Pucca vê que desarruma todo o cabelo de Cereja.

*a cena muda para mais perto deles*

"Nossa, seu cabelo." - Pucca. Ele tenta arrumar. "Deixa comigo." - Pucca.

Ela começa a arrumar o cabelo dele.

*a cena volta para Garu.*

-PDV de Garu-

Ela nunca fez isso em mim, nunca tentou arrumar meu cabelo. Ela nunca brincou comigo. Ela nunca escolheu uma mesa só para nós dois... Deus, o que estou pensando ? Que loucura !

-Fim do PDV-

*a cena muda para Pucca e Cereja.*

"Seu cabelo é tão macio." - Pucca.

"Valeu." - Cereja.

Os dois começam a rir. Eles olham uns nos olhos dos outros por alguns segundos.

"Eu não quero quebrar o clima mas... Seu amigo não para de olhar para nossa mesa." - Cereja.

"Hum ?" - Ela olha para Garu e ele desvia o olhar.

"Digamos que ele... Mudou um pouco." - Pucca.

"é... Mas continua sendo um banana." - Cereja.

"Ah, mas continua sendo um gatinho." - Ela diz virando para Cereja.

"¬¬' Ah ótimo." - Cereja.

"Que foi ?" - Pucca.

"Nada..." - Cereja.

"Pucca !" - Ching chama.

"Vamos lá ? Só um pouquinho, depois nós vamos para fora." - Pucca.

"Ta bem." - Cereja.

Eles chegam lá.

"Sentem aqui um pouco. Reparei que vocês já estavam saindo." - Ching.

"É." - Pucca.

Os dois se sentam na mesa. Garu dá um olhar monstruoso para Cereja.

"Ching, amanhã tem aquele jogo lá no estádio dos Punks lembra ? Você vai ?" - Pucca.

"Sim, meu pai deixou." - Ching.

"Que bom ^^" - Cereja.

"Mas, você vai chamar seus amigos chatos para se sentar com a gente ?" - Ching.

"Não. Vou ficar lá com vocês." - Diz Cereja olhando para Pucca. Ele aperta a perna de Pucca. Ela ri.

Garu aperta sua mão num punho.

'O que você pensa que está fazendo ? Eu sei o que você fez seu pervertido. Agora tire as mãos dela.' - Garu pensa friamente.

Cereja olha para ele.

"Que é muleque ? Nunca me viu na vida não ?" - Cereja.

"Cala essa boca punk retardado." - Garu.

"O que ?" - Cereja se levanta. Garu em seguida também se levanta.

"Eu disse, Cala essa boca punk retardado." - Garu.

"Gentee... Estamos em um restaurante, não sei se cairia bem vocês dois terem uma discussão aqui dentro. Está todo mundo olhando." - Diz Ching falando bem baixinho ao lado de Garu.

"Você acha mesmo que eu vou perder meu tempo com um babaca como esse ?" - Garu diz olhando fixamente nos olhos de Cereja.

"Você vai ver depois quem é o babaca, seu boiolinha." - Cereja.

"Depois não! AGORA ! Lá fora !" - Garu.

"A gente ! Qual é !" - Pucca diz segurando Cereja.

"Só fico aqui, porque eu tenho respeito por ela. Aposto que você não dá a mínima." - Cereja diz sentando-se

"Fica quieto seu punk medonho." - Garu também se senta.

"E você também sua gazelinha com duas marias chiquinhas na cabeça. Pelo menos eu tenho cultura !" - Cereja.

Minutos depois... Fora do Goh Rong.

Cereja e Pucca estavam conversando, atrás de uma árvore.

"Como pode você gostar de um carinha tão feio e chato ?" - Cereja.

"Ele só é chato com você. Acho que ele não vai muito com a sua cara." - Pucca.

"Ah, você acha ?" - Cereja.

Ele encosta na árvore.

"Eu... Acho que eu tenho que te contar uma coisa." - Cereja.

Pucca sorri.

"E o que é ?" - Diz ela brincando com a blusa de Cereja.

"Eu...Eu..." - Cereja gagueja.

"Você ?" - Pucca olha para ele.

"Eu gosto de você." - Cereja coloca as mãos atrás de suas costas.

"Eu também gosto de você..." - Pucca diz rindo, olhando para baixo e corando.

"mas... Eu não gosto de você dessa forma... Eu te... Amo." - Cereja.

Pucca já tinha entendido. Só queria ter certeza.

Ela se aproxima dele.

"Eu também." - Ela sussurra em seu ouvido.

Ele sorri, como ela sorri também.

A cena muda para Garu, ele estava saindo do restaurante, até que ele viu algo se mexendo atrás da árvore.

"Mas oque..." - Diz ele indo em direção á arvore.

Quando ele tem uma visão melhor do que é, ele vê Pucca se preparando para beijar Cereja. Garu corre até lá, o casal nem chega a tocar os lábios, Garu da um soco na cara do Cereja. Pucca solta um pequeno grito. Eles começam a lutar. Pucca não faz nada, ela estava muito assustada. Ching chega até eles e tenta separar.

"Parem !" - Ching tenta segurar Garu, mas ele empurra ela, e ela cai no chão. "Ugh." - Ching.

Cereja da um soco no estômago de Garu e Garu um chute no peito de Cereja, que faz os dois caírem.

Cereja bate a cabeça no chão e fica meio tonto. Garu chega e da um chute nele, pega sua katana e coloca na garganta de Cereja. Garu chega perto dele...

"Você nunca mais TOQUE nessa garota você está me entendendo seu filho da PUTA !" - Garu se levanta.

Pucca chega neles e dá um soco na cara de Garu.

"Você nunca demonstrou NADA, mas NA-DA por mim. E só agora que eu encontro alguém que me ama de VERDADE, você estraga tudo ! Você é um FRACO ! Um LOSER ! Nunca mais se meta na minha vida seu desgraçado !" - Pucca.

Ela volta para o Goh Rong segurando sua mão que estava doendo de socar Garu. Ele fica olhando Pucca ir, com a mão na cara, onde Pucca tinha socado. Cereja estava no chão, sua cara estava sangrando, seu olho esquerdo estava roxo.

I can't sleep / Eu não consigo dormir

I can't speak to you / Eu não consigo conversar com você

I can't sleep / Eu não consigo dormir

Garu estava deitado na sua cama chorando rios. Ele sofria...

Ele não sabia o que era ter ciúmes de alguém, principalmente de Pucca. Não parecia nem um pouco, mas Garu tinha sim sentimentos. Ele sentia amor por Pucca.

Pucca também, estava chorando muito. Ela estava numa decisão muito difícil. Agora Garu a amava ? Cereja agora a odeia por tudo que aconteceu ? Ela tentava e tentava ligar para Cereja, mas ele não atendia.

'Será que ele está bem ?' - Ela pensou.

Cereja estava olhando para o teto. Ele olhava para o celular, via que Pucca estava querendo falar com ele, mas ele não queria falar com ela depois de tudo o que aconteceu, ele perdeu para Garu. Ficou lá no chão, nem foi falar com ela, ela devia estar brava com ele... Era isso que ele pensava.

No outro dia...

Era o dia de ir no estádio dos Punks. Garu ia para lá, mas ninguém podia ver ele. Ele tomou banho, trocou de roupa, colocou sua katana nas costas e foi.

Cereja colocou seu soco inglês na mão, colocou seu canivete no bolso e foi.

Pucca se arrumou, e foi.

No Estádio...

Cereja estava com seus amigos. Pucca acaba de chegar, ele corre até ela. Ele estava muito machucado, o corte que tinha feito no rosto estava costurado. Pucca chega até ele e o abraça.

"Me desculpe por ontem." - Cereja diz colocando seus braços ao redor de Pucca.

"O Garu é um idiota." - Pucca.

Garu tinha acabado de chegar, ele chegou escondido, começou a vigiar Pucca e Cereja.

Cereja pega na mão de Pucca e leva ela para sentar na arquibancada.

"Vou ali comprar um refrigerante." - Pucca diz para Cereja.

Ela chega na cantina.. Garu chega atrás dela.

"Oi." - Garu.

Ela olha para ele, leva um susto e fica vermelha.

"O que você está fazendo aqui ?" - Pucca.

"Eu não confio nele." - Garu.

"Eu não estou pagando para ser vigiada." - Pucca diz virando para outro lado.

"Mas eu me preocupo com você." - Ele sussurra isso na orelha dela.

Ela olha para ele.

"Como eu posso ter certeza disso ?" - Pucca.

"Não precisa." - Garu.

Ela sorri.

"Por favor... Fique comigo... Vamos embora daqui..." - Garu.

Ela olha para a arquibancada. Cereja estava com seus amigos, rindo a beça. Ela vira para Garu.

"Eu... Eu..." - Ela gagueija.

"Por favor... ?" - Garu diz chegando mais perto de Pucca.

Eles estavam chegando cada vez mais perto... Quando eles vão se beijar...

"Eu tenho que ir." - Pucca diz indo para a arquibacada com seu refrigerante.

Garu vai lentamente atrás dela.

Pucca chega até Cereja, e Ching chega até ela.

"Pucca !" - Ching diz alegremente.

"Oii ^^" - Pucca.

Abyo estava logo atrás. Cereja chega até eles.

"Você demorou.. Onde estava ?" - Cereja pergunta para Pucca.

"Am..Tinha fila... na cantina... Era isso." - Pucca diz desviando o olhar.

"Hm.." - Cereja diz pegando na mão de Pucca.

Ela sorri e fica vermelha.

Garu senta num degrau da arquibancada, meio longe de Pucca, mas ela era visível. Os jogos começam. Cereja levanta e a leva para outro lugar, Garu os segue.

Minutos depois...

Cereja e Pucca estavam sozinhos num lugar. Garu estava olhando de longe.

"Enfim... a sós.." - Cereja.

Pucca sorri. Ela sabia que eles não estavam sozinhos, Garu estava olhando, com certeza. Cereja agarra Pucca e a beija. Pucca leva um susto com isso. Garu range os dentes. Algumas pessoas entram na frente de Garu, o fazendo perder a visão de Cereja e Pucca.

Alguns instantes depois... Garu consegue olhar para o mesmo local, mas Pucca e Cereja não estavam mais lá.

"Mas o q-" - Garu rapidamente olha para a arquibancada, onde eles estavam anteriormente, mas eles não estavam lá.

Garu corre até o local em que Pucca e Cereja se beijaram. Ele começa desesperadamente a procurá-los. Ele estava muito preocupado. Ele ouve um grito, mas na mesma hora um time marca um gol e todos começam a gritar. Garu corre sem direção, ele foi até onde os gritos podiam ser ouvidos. Ele vê Pucca sendo levada por alguns rapazes. Garu corre até lá... De repente, um grupo de meninos da mesma idade de Cereja correm até Garu e começam a bater nele. Garu ouve seu nome sendo chamado. A voz era de Pucca. Garu não consegue sair do lugar onde estava sendo espancado.

Fly the ocean in a silver plane / Voe o oceano num avião prateado

See the jungle when it's wet with rain / Veja a selva quando está molhada pela chuva

Just remember 'til you're home again / Apenas se lembre: até estar em casa novamente

You belong to me / Você me pertence

Pucca foi trancada dentro de um quarto, cheio de meninos, Cereja não estava lá. Ela chora muito, grita pelo nome de Garu.

'Onde ele está ?' - Pucca pensa desesperadamente.

Os meninos avançam nela.

Garu não conseguia conter todos aqueles meninos. Mas ele consegue sair, ele corre até o lugar onde ele viu Pucca sendo levada. Ele ouve muitos gritos, ele corre até esses gritos, de repente vê um quarto, onde tinham muitos rapazes na porta. Ele pega sua katana e corre até lá.

"O QUE TEM AÍ DENTRO ?" - Garu.

"É ele !" - Cereja grita.

Os rapazes pegam seus canivetes. Garu corre até eles e sai cortando tudo o que vê, ele também é cortado, de repente leva um corte profundo na barriga, e ele solta um grito.

Pucca o ouve.

"GARU!" - Pucca.

Ele a ouve. Grita seu nome também. Ele ainda continua, até que ele chega na porta e a arrebenta em mil pedaços. Vê Pucca semi-nua numa cama, coberta de meninos em volta. Garu acaba com todos, mas estava sangrando muito. Ele pega Pucca, ela o abraça fortemente. Ele não aguenta e cai na cama junto de Pucca. Ele solta um grito.

"Garu ! Vamos logo ! Eles estão vindo !" - Pucca.

"Pucca, suma daqui ! Vá logo ! Me deixe aqui... Não quero que você sofra." - Garu.

Ela chora muito.

"Não..." - Ela diz chorando.

Cereja chega até os dois. Quando ele se prepara para esfaquiar Garu... Pucca rapidamente pega a katana que estava nas mãos de Garu e acerta Cereja em cheio na barriga, que cai para trás. Pucca chora muito. Ela solta a katana e desmaia.

Pucca acorda... estava no mesmo quarto. Garu estava ao seu lado. Cereja não estava mais no chão. Ela olha novamente para Garu, ele acorda e olha para Pucca.

Eles vão para casa juntos, Pucca vai segurando um braço de Garu, ele estava muito fraco. Eles chegam na casa de Garu. Garu deita na cama.

"Eu vou pegar curativos." - Pucca.

Alguns minutos depois...

Pucca chega até Garu e faz os curativos nele. Ela dá pontos nos cortes de Garu... Quando tudo fica pronto ela deita ao lado de Garu.

"Eles fizeram alguma coisa com você ?" - Garu diz roucamente.

"...Não. Me desculpe por... Não acreditar em você..." - Pucca.

Ele sorri e pega na mão dela.

"Mas nós conseguimos..." - Garu.

Pucca sorri.

"Você é muito linda para ficar nos braços de qualquer um." - Garu.

Ela ri.

"Você não é qualquer um não é mesmo ?" - Ela diz brincando.

Ele ri.

"Eu... Eu acho que não." - Garu.

Pucca encosta a cabeça a cabeça no peito de Garu.

"Eu te amo." - Pucca.

"Eu muito mais." - Garu diz beijando a bochecha de Pucca.

Ela fica mais feliz do que nunca. Ela dá um grande beijo nos lábios dele. Ele começa a chorar.

"Que foi ?" - Pucca pergunta.

"Eu sempre te amei muito... Mas nunca tive a coragem de mostrar isso." - Garu.

"Oun bebê..." - Pucca diz abraçando cada vez mais Garu.

"Me desculpe..." - Garu.

"Não precisa se desculpar..." - Pucca.

Ele olha para baixo.

"Hey..." - Ela sussurra para ele, ele olha para ela e eles se beijam.

"Você é só minha..." - Garu.