N/A: Esse capitulo deveria ser bem maior, mas tive que dividi-lo em dois, o antes da festa e o durante/depois da festa. Iria publicar um capitulo único amanha, mas vou ter que ir para um casamento fora da cidade e só volto segunda de noite...
Bom, muito Faberry nesse capitulo...
Espero que vocês gostem!
12 de fevereiro de 2011 – Valentine's Day!
Rachel's POV
Os últimos dois dias foram relativamente tensos. Primeiro Karofsky nos expondo daquela forma, não que eu tenha problemas com isso, mas foi realmente desnecessário. Bom, tenho certeza que ele será devidamente punido pelo que fez...
O que aconteceu ontem de certa forma faz o incidente de quinta parecer totalmente supérfluo. Eu definitivamente não estava reparada para a tempestade que é Russel Fabray... Que homem detestável! Só de lembrar da cara dele já sinto náuseas. É impossível acreditar que alguém como a Quinn seja filha de um ser como ele...
Agora acho que Quinn está me evitando. Liguei para ela antes do almoço e ela disse que já tinha planos. Liguei para sua casa às 3 da tarde e ninguém atendeu, o mesmo para o celular. Estou realmente preocupada...
São 4 e meia e eu estou tentando me decidir quanto ao que vestir para hoje à noite, estou em duvida entre dois vestidos. Se a Quinn estivesse aqui ela já teria decidido... Acho que vou tomar banho e depois tento ligar para ela de novo. Tenho que passar em sua casa mais tarde de qualquer forma... Hoje eu sou a motorista para variar. Oh, quase ia esquecendo...
"PAI!" Chamo do meu quarto. Espero alguns segundos e ouço passos apressados pelo corredor.
"Rachel! O que foi?" Meus dois pais entram no quarto.
" Aconteceu alguma coisa?"
Sorrio inocentemente para eles. "Eu só queria saber se posso pegar o seu carro emprestado." Pergunto olhando para Phill.
"E você precisava gritar dessa forma Rach? Quase nos matou do coração!"
"Desculpa..."
"E por que não pode ser o meu carro?" Meu outro pai pergunta cruzando os braços.
"Eu não vou levar minha namorada para a festa de dia dos namorados em um Jeep embarrado..."
Os dois trocam um olhar, eles costumam fazer muito isso, conversar sem palavras.
"Que horas você vai e quando você volta?"
"Saio depois do banho e acho que só volto amanha..."
"Isso é novidade para mim..." Diz meu pai Arthur. "Onde a senhorita pretende passar a noite?" ele arqueia uma sobrancelha.
"Quinn me convidou para dormir lá..."
"A mãe dela não está viajando?" Pergunta meu pai Phill.
"Sim, mas..."
"Acho que a nossa filha vai perder a v..."
"PAI!" Meu pai Arthur adora fazer comentários constrangedores, normalmente eles não me afetam mais, mas que tipo de pai fala abertamente sobre a virgindade da filha? Sério?
Ele começa a rir.
"O resto do Glee Club vai estar lá também..." digo na defensiva.
"Sei..."
"Você pode pegar o carro querida." Meu pai Phill intervém e empurra meu outro pai para fora do quarto. "Vamos deixar ela tomar banho agora..."
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Vesti a primeira roupa que vi pela frente (ocasionalmente as roupas que uso para fazer meus exercícios matinais), peguei os vestidos, a chave do carro e sai. Nem me preocupei em secar o cabelo. Quinn ainda não está atendendo minhas ligações e essa expectativa está me deixando completamente maluca...
Quando paro o carro em frente à mansão Fabray e vejo que Quinn está entrando em casa, meu coração acelera de uma forma surreal. Estou aliviada que ela esteja bem, estou com raiva por que ela não me deu noticias e está bem, estou triste por ter sido deixada de lado. Saio do carro e me vejo em meio a um debate interno, ao mesmo tempo que quero jogar meus braços em volta dela e beijá-la, também quero chorar e até mesmo bater nela.
Nossos olhos se encontram e ela sorri, calando todas as vozes em minha cabeça. Corro em sua direção e a beijo com força, empurrando-a para dentro da casa. Cambaleamos em direção ao sofá e ela cai sentada desajeitadamente, caio em cima dela, um joelho de cada lado do seu quadril.
"Nunca mais faça isso..." murmuro ofegante, beijando seu ouvido.
"Não sei o que eu fiz, mas certamente vou fazer de novo se for para ser recebida dessa forma..." Ela também respira com dificuldade enquanto seus lábios exploram meu pescoço e suas mãos massageiam minhas coxas.
Enlaço meus dedos nos cabelos dourados e a afasto um pouco "Telefones existem para serem atendidos sabia?" A beijo de novo, ela solta um gemido quando nossas línguas se encontram no meio do caminho. O som faz o meu corpo tremer em expectativa, mudo o ângulo e aprofundo o beijo ainda mais, arrancando-lhe outro suspiro.
As mãos dela estão agora na bainha dos meus shorts, acariciando levemente a pele exposta. É tão bom... Quebro o beijo com uma ultima mordida em seu lábio inferior, deixando minha língua correr pelo lugar. Deslizo minhas mãos por de baixo de sua camisa, procuro os seus olhos e silenciosamente peço permissão para ir além. Ela sorri para mim e isso é todo o incentivo que eu preciso. Levanto o tecido branco lentamente, sentindo cada curva de seu corpo. Sua pele é impossivelmente branca e macia, descarto a blusa e me afasto para olhá-la enquanto me livro de minha própria camiseta.
Ela é tão linda... As pontas de meus dedos viajam por seu corpo, se demorando na parte superior dos seios, ainda cobertos pelo sutiã. Beijo seu ombro, pescoço e mandíbula, adorando a sensação de proximidade, de pele contra pele.
Ela solta o gancho do meu sutiã e suas mãos hesitam por um segundo antes de deslizarem as alças do artefato por meus ombros, deixando a peça cair no chão ao nosso lado.
"Deus, você é linda Rachel." Seus olhos estão escurecidos e sua voz soa como um sussurro. Ela me puxa para perto e me beija com ferocidade, partindo meus lábios e os invadindo com sua língua sem pedir permissão.
Eu sei o que vai acontecer agora. Deus eu estou querendo isso já faz algum tempo. Minha mente está totalmente nublada, não consigo pensar. A única coisa que consigo fazer é sentir. A ponta de sua língua desce devagar o caminho do meu pescoço e encontra o meu seio. Ela estimula a pele hipersensível de meus mamilos. Isso só pode ser o céu, é a melhor sensação que já tive. Não tenho mais controle sobre os sons que saem da minha garganta e ela nem chegou à parte do meu corpo que está mais desesperada pelo seu toque.
Meus dedos agora lutam contra os botões do seu jeans e o telefone toca. Ignoramos o som e eu finalmente consigo abrir a calça. Ela levanta um pouco o quadril e eu puxo o tecido para baixo com certa dificuldade. O telefone continua tocando e ela hesita por um momento.
"Nem pense em atender Quinn." Murmuro contra o seu pescoço antes de sugar a pele. Ela me responde com mais um beijo e eu me perco nela novamente. Ela começa a abaixar o cós dos meus shorts... Nem acredito que isso esta acontecendo.
"Quinn? Filha se estiver em casa atenda ao telefone. Já é a quinta vez que eu ligo... Aconteceu alguma coisa?" A voz de Judy Fabray ressoa a nossa volta.
"Merda..." sussurra Quinn contra meus lábios. "Eu vou ter que..." Ela se inclina sobre mim e alcança o telefone. Seu rosto está vermelho e ela quase derruba o aparelho enquanto tenta apertar o botão de atender.
Saio de cima dela e me sento ao seu lado no sofá, cruzando os braços sobre o peito e respirando com dificuldade.
"Oi mãe..."
Ela olha para mim e morde o lábio.
"Sim, desculpa, o celular estava no silencioso... ... Eu fui almoçar na tia Doroty... ... Eu estava com... err... os fones de ouvido, por isso não ouvi o telefone tocar."
Levanto e ajunto meu sutiã, os olhos de Quinn estão grudados em mim enquanto fecho a peça de roupa. Ela lambe os lábios.
"Como? ... Ahh... ... Não precisa se preocupar mãe. Eu to bem!"
Visto a camiseta fico em pé a sua frente, prendendo meus cabelos atrás da orelha.
"Olha mãe... A Rachel acabou de chegar, eu te ligo amanha está bem? ... Eu também te amo. Tchau." Ela passa a mão pelos cabelos e fica em pé também, procurando por sua blusa e puxando o jeans para cima. "Quais são as chances de continuarmos de onde paramos?"
Arqueio as sobrancelhas. "Apesar de estar extremamente excitada, não acredito que seja uma boa ideia continuar agora. Esse telefonema meio que arruinou o momento..."
"Desculpa por isso..." Ela olha para o chão.
Me aproximo e pego a sua mão. "A gente vai ter muitas oportunidades para continuar com isso." A beijo de leve. "Nós temos que estar na escola em duas horas, acho que seria prudente de nossa parte se começássemos a trabalhar."
"Trabalhar?" ela me abraça e descansa o queixo em minha cabeça.
"Cabelo, maquiagem, você já decidiu o que vestir?"
"Mmmmm!" ela me aperta ainda mais contra si, enterrando o nariz em meus cabelos. "Já te falei o quanto odeio telefones?"
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N/A: Eu realmente gostaria de comentários sobre esse capitulo, ele é a minha primeira tentativa de esquentar um pouco as coisas (mesmo que não tenha sido sexo...) e eu queria saber se devo tentar mais vezes (quem sabe sexo de verdade da próxima ;) )
Bom, obrigada pelos comentários e todo o mais, vocês são demais...
Até segunda ou teça no maximo...
