Olá meninas, essa fanfic já está terminada, irei postar um capítulo por dia, isso dependendo da aceitação de vocês! Os personagens pertencem a Stephenie Meyer, a história a nós, Faby e a Nai! Esperamos que gostem, boa leitura.
ISABELLA SWAN
Enquanto dirigia de volta pra casa, comecei a me sentir estranha. Minha cabeça latejava e o frio que eu sentia não era normal. É eu acho que o beijo na chuva teve o seu preço afinal.
Charlie ainda estava na delegacia quando eu cheguei, o que foi bom. Não queria que ele visse o meu estado depois de ter chorado durante todo o caminho para casa. Fui direto para minha cama, me cobri até a cabeça e tentei dormir para esquecer os últimos acontecimentos. Eu teria que esquecê-lo de uma vez por todas.
Mas quem convence um coração? A razão certamente não. Ela desde o começo sabia que aquela noite não significaria nada pra Edward, mas meu coração estúpido se entregou por completo e saiu em mil pedaços. Bem feito pra ele.
Meu pai chegou e deve ter estranhado a minha picape na frente de casa tão cedo, porque foi direto ao meu quarto.
" Bells, o que houve? Meu Deus, menina, você está ardendo em febre."
" Oi pai. É eu acho que eu peguei uma gripa daquelas."
" Venha, vou te levar para ver um médico."
" Pai, não precisa, é sério. Só me dê um analgésico."
" Nada disso, você pode ter uma pneumonia. Vamos para o hospital."
E assim, eu fiquei três dias em casa por ordens médicas e só voltei à Universidade na sexta, o que foi bom. Passar esse tempo afastada, fez o assunto Edward mais fácil de lidar.
Naquela segunda o pai de Ângela havia tido uma recaída e ficou dois dias na U.T.I. e eu fiquei mal por não estar lá por ela, mas nos falávamos por telefone. Ela também ficou esses dias sem ir à aula, então tínhamos muita coisa para colocar em dia.
A primeira coisa que fiz quando cheguei lá foi trancar a matéria que fazia com Edward. Ficar o máximo afastada dele era a minha meta de agora em diante. Eu não precisava acompanhar de perto o namoro dos pombinhos. Só de saber já doía o bastante.
Minha rotina não mudou depois de tudo, nem teria porque mudar. Segui com meu trabalho na biblioteca e só saía de lá para ir às aulas, somente evitava ao máximo ir à praça de alimentação. Estava apenas tentando concertar meu coração partido e seguir minha vida, sem Edward.
... dois meses depois
Eu tremia dentro daquele banheiro apertado, com minha amiga me esperando do lado de fora. Na embalagem dizia tempo de espera: 5 minutos, porém já tinham passado quinze e eu continuava olhando para aquele bastão, acho que esperando que o resultado mudasse.
" Bella, você não vai sair mais daí de dentro?"
" Só mais um minuto."
" Bella..."
Eu respirei fundo e abri a porta com lágrimas nos olhos. Nos abraçamos e choramos juntas.
" O que eu vou fazer, Ângela?"
" Amiga, você não está pensando em..."
" Nunca! Eu vou ter o bebê, só estou perdida. Não vou morar em Forks, mãe solteira em uma cidade daquele tamanho... e não quero que o meu filho seja apontado na escola... ai meu Deus, o que eu faço?"
" Bella, ele também é responsável."
" Não! Ele nunca ficará sabendo. Ele escolheu ela, Ângela."
" Você não sabe o que teria sido, se vocês tivessem se encontrado."
" Não teria sido, ponto final. Eu fui uma escapadinha, uma aventura. No dia seguinte ele estava de volta com a namorada e eu de volta ao meu lugar."
" Mas você deve procurá-lo. Essa criança tem um pai, que tem o dever de sustentá-la."
" E ser aquela que deu o golpe da barriga no milionário Edward Cullen? Nunca. Eu vou dar um jeito, Ang. Não serei a primeira, nem a última."
" Eu ainda acho que você está errada, mas vou acatar a sua decisão. Conta comigo, amiga, sempre."
" Obrigada, Ang, eu vou."
Quando cheguei em casa naquela mesma noite, eu tive uma surpresa, boa, mas ainda assim surpresa. Meu pai estava acompanhado de Sue, nossa amiga de muito tempo, viúva de Harry, grande amigo do meu pai que falecera há seis anos.
" Bella, eu e Sue temos uma comunicado para te fazer."
Pelo estado de nervos do meu pai, eu percebi no ato o que seria, mas o deixei falar.
" Bem, nós estamos juntos. Há algum tempo, já e resolvemos que já é hora de assumir. Vou trazer Sue para morar aqui com a gente."
" Ah pai, eu fico tão feliz por vocês."
" E nós estamos felizes por você nos aceitar, Bella." Sue falou ainda meio tímida.
Eu queria estar lá com eles, comemorar com meu pai, que finalmente resolveu viver, mas meu estado de espírito não permitia. Sue tinha preparado um jantar para nós três, mas eu não consegui comer. Alegando cansaço, eu subi para o meu quarto. Eu precisava muito de uma solução. Só não conseguia imaginar de onde eu a tiraria.
Depois de passar a noite em claro, no dia seguinte tudo parecia pior. Eu não ainda não tinha idéia do que fazer da minha vida e eu precisava contar para o meu pai, mas não conseguia encontrar coragem, então o telefone me salvou.
" Alô."
" Bella, sou eu, Rose."
" Ah, oi Rose."
" Nossa, que voz é essa? Aconteceu alguma coisa com o Charlie?"
" Não, não, Charlie está bem. Mas aconteceu algo sim."
" Me conta tudo. Quero saber o que te deixou assim derrubada."
Eu contei tudo a ela e chorei muito também. Rosálie me ouviu, me aconselhou e depois de conversar com ela, eu já tinha alguma idéia do que fazer. A primeira coisa seria contar a Charlie.
Eu não fui para Seattle aquele dia. Liguei para a delegacia e avisei meu pai que o esperava para o almoço, pois queria ter uma conversa com ele.
E não foi nada fácil ver a decepção nos olhos do meu pai. Todo o orgulho que ele dizia ter em mim se foi depois de saber que eu fiquei grávida com o que ele chamou de inconseqüência. Ele lutou muito para que eu dissesse o nome do pai do bebê e quando viu que eu não falaria, tirou as próprias conclusões e me acusou de sair com um homem casado.
Eu neguei firmemente, mas não sei se ele acreditou em mim. As coisas ainda pioraram quando eu comuniquei que estava abandonando a Universidade e que iria morar em New York com Rose.
Charlie passou alguns dias sem ao menos me dirigir a palavra, mas quando viu que eu começava a arrumar as coisas para ir embora, ele abrandou um pouco e até me ajudou com as coisas da viagem.
Mas o clima entre a gente não voltou a ser como antes, porém eu tinha esperanças que com o tempo, ele me perdoasse.
Em duas semanas eu tinha tudo pronto, só faltava assinar alguns papeis na universidade, e me despedir da minha amiga Ângela. Como ela iria me fazer falta. Passei a manhã inteira na casa dela. Seu pai já estava melhor e em casa, e nos trancamos no quarto como duas adolescentes de quinze anos e ficamos por lá até a hora de irmos para a Universidade.
Ângela foi para a aula e eu fui à secretaria resolver o cancelamento do meu curso. Meia hora depois eu tinha tudo pronto e estava caminhando em direção ao estacionamento, quando algo me chamou a atenção.
Eu estava no prédio do curso de música e as notas da minha música preferida me hipnotizaram. Eu segui o som e em uma das salas, alguém estava no piano tocando KISS THE RAIN. Me aproximei em silêncio sem querer atrapalhar, mas me arrependi logo em seguida. De costas para a porta estava a razão dos meus sonhos e também dos meus pesadelos. Edward.
Fiquei ali silenciosamente me despedindo do meu amor até que reconheci os últimos acordes da música indicando que era hora de ir, antes que ele notasse a minha presença. E então eu caminhei para longe dali depois de sussurrar um " Adeus Edward, eu te amo."
... CINCO ANOS DEPOIS
Então o que estão achando, Bella está gravida e sozinha =/
obrigada pelos comentários, e Mandy a fic tem 22 cap e mais 2 cenas extras (por enquanto)
vou pedir pra Nai escrever mais umazinha hauhauah
=D
continuem comentando por favor
amanha tem mais!
