You...

Your sex is on fire

Consumed

Were the words to transpire

Hot as a fever

Rattling bones

I could jst taste it (taste it)

But it's not forever

But it's Just tonight

Oh, we´re still the greatest (the greatest, the greatest)

Você

Seu sexo está em chamas

Consumidas

Foram as palavras para transpirar

Quente como uma febre

Ossos ruidosos

Eu poderia só provar (provar)

Mas não é para sempre

Mas é só por essa noite

Oh, ainda assim somos os melhores (os melhores, os melhores)

Sex On Fire (Sexo em Chamas) -Kings Of Leon


Capítulo 5 – TUDO AO MESMO TEMPO AGORA

POV Rob – 3 meses atrás

Entrando no pub mais badalado de Roma eu me dirigi ao bar. Eu precisava de uma bebida. Hoje seria uma noite daquelas.

"Um whisky com gelo." Pedi a garçonete. Ela me olhou com um olhar sacana.

"O que você quiser." Ah! Essas mulheres. Quando eu encontraria uma pela qual valeria a pena me esforçar? Todas praticamente se jogavam sobre mim e, definitivamente, esse jogo já estava ficando chato. Essa cidade já estava me cansando. Se eu quisesse era só pegar.

Eu andava por todos os lugares procurando algo novo e que me excitasse. Eu odiava rotina e tranqüilidade. Eu fui feito para viver o inesperado. Para fazer meu caminho diferente de qualquer outro já percorrido. E hoje eu estava com uma ansiedade estranha. Como se algo tivesse que acontecer. E nada poderia acontecer se eu não fosse atrás. E aqui estava eu. Procurando mais uma para o meu instinto predador.

Olhando para o lado vi uma mulher sentada de costas com cabelos ondulados e escuros. Isso me lembrou uma noite maravilhosa. Nada se comparava àquilo. Uma mulher delicada, tímida, apertada. Marcada por mim. Puta merda. Nem gostava de lembrar. O efeito era instantâneo.

Curioso, me aproximei. Eu não repetia minhas parceiras, mas para aquela eu quase abri uma exceção. Quase. Agora aqui, eu poderia ter o mesmo em outra pessoa. Ou podia tentar... Não custava nada procurar.

"Molto bella." Eu disse, e com isso ela se virou. Não foram os mesmos olhos chocolates misteriosos que me fitaram. Mas era uma piscina azul, cheia de desejos na superfície. E agora eles espelhavam o meu. Era minha última noite em Roma. Eu tinha que fechar com chave de ouro. E essa era mesmo uma boa fechadura.

"Obrigada, digo o mesmo." E mais um ponto para Rob!

"Eu tenho outras coisas para elogiar, mas eu prefiro fazer isso em um lugar onde eu possa apreciar melhor." Sorri meu sorriso torto. "E pode ser aonde você quiser." Me aproximei do seu ouvido e falei vagarosamente. "E do jeito que você quiser." Ela olhou para a amiga ao seu lado.

"Volto logo." E se levantou. "Siga-me." E com isso ela puxou minha mão e me guiou para a parte de trás do pub. Assim que chegamos a um corredor ela me levou até a sala da gerência e abriu.

"Você é gerente daqui, ou algo do tipo?" Ela sorriu.

"Meu irmão é o gerente." Definitivamente era loucura. "Mas com o tanto de gente que temos hoje no pub, ele jamais vai ter tempo de voltar aqui, não se preocupe".

"Eu não estou." Eu disse me aproximando dela. "Nem um pouco." Eu me abaixei e toquei nossos lábios, passando a língua no seu lábio inferior. "Minha preocupação está centrada bem aqui." Peguei a mão dela e levei ao meu membro, que já estava pulsando de desejo.

"É, é mesmo uma grande preocupação." Eu ri. "Mas eu posso tentar amenizar".

"E como você faria isso?" Eu falei com os lábios colados nos dela, olhando em seus olhos. Ela se afastou um pouco.

"Observe." E foi se abaixando enquanto suas mãos habilmente abriam minhas calças. Ela me tocou por cima da boxer, eu gemi. Eu estava muito duro. Essa mulher sabia o que estava fazendo. Eu adoro mulheres que têm confiança no que fazem. Isso era sexy.

Ela abaixou minha boxer e meu membro saltou livre. Ela o tocou com as duas mãos enquanto olhava para mim de joelhos. Era uma cena para se guardar na memória. Uma bela mulher, ajoelhada e com meu membro nas mãos. Muito bom. Ela colocou a língua pra fora e lambeu a ponta. Ssshhh. Essa porra era boa demais. Arqueei meu corpo buscando mais contato. Ela começou a passar a língua pelo comprimento todo, bem lentamente. Eu era ansioso demais para suportar esse joguinho. Precisava de mais pressão. "Me coloca na boca agora".

"Sim senhor." Ela me colocou até que eu senti o fundo de sua garganta. Ela girava a língua pelo meu pau e chupava em um ritmo frenético.

"Perfeito." Continuei a olhar pra ela. Ela levantou o olhar novamente e eu a encarei. Dentro dos seus olhos eu via tudo o que ela queria fazer comigo agora. Seria muito divertido. Com uma mão, conduzi sua cabeça, fazendo um ritmo perfeito. Gemi. Era bom demais.

Eu adorava essa leitura que era feita com o olhar. Eu sempre reconhecia o que uma mulher queria olhando em seus olhos. Eles eram como uma porta de entrada para elas. Eram como um guia. E eu seguia esse guia. Pois o bom de dar prazer a uma mulher era saber que você estava fazendo isso. Eu adorava. Prazer. Era a minha busca diária.

Ela abaixou uma das mãos para minhas bolas, tocando em lugares que estavam me deixando louco. Ela acelerou o ritmo indo e vindo com sua boca e eu já sentia que eu estava perto. Estendi minha mão e puxei seus cabelos. Ela levou isso como um incentivo e começou a me chupar. "Porra, eu não vou agüentar mais." Ela não hesitou. Ela queria isso tanto quanto eu. Eu não me segurei. E me senti jorrar em sua boca. Forte. Ela tomou tudo. Até a última gota. Deu um beijo na ponta e se apoiou em minha cintura para se levantar.

"Eu acho que a preocupação diminuiu." Ela disse divertida.

"Não por muito tempo." Eu a beijei, sentindo meu gosto em sua boca. Ela tinha uma boca macia e gostosa. Enquanto nos beijávamos senti suas mãos passando por mim. Uma subiu aos meus cabelos e a outra veio para frente, para a barra da minha camisa. Ela segurou a ponta e começou a subir. Eu levantei os braços e quebrei o beijo para que ela a retirasse. Mas eu tinha outras idéias. Me afastei dela e a olhei de cima a baixo. Ela era gostosa. Muito gostosa.

"Tire a roupa pra mim." Ela não perdeu tempo e foi retirando a blusa rapidamente. Ela começou a desafivelar o cinto e eu falei, "O que você quer?" Eu me sentia generoso hoje. Eu daria o que ela quisesse. E eu também tinha dito isso a ela antes de trazê-la aqui. Minha palavra ainda valia alguma coisa. Ela levantou a cabeça lentamente, um meio sorriso em seus lábios.

"Eu poderia querer várias coisas." Ela falou e foi abaixando o olhar pelo meu corpo. "Mas no momento, nada vence o desejo de ter você dentro de mim." Ela soltou a calça e a empurrou com a calcinha ficando completamente nua na minha frente. "Repetidamente".

"Então você terá." Dei um passo em sua direção, tocando meu membro que já estava preparado para uma segunda rodada. Ele não me decepcionava. Abaixei-me até minha calça e retirei um preservativo de um dos bolsos. Rasguei a embalagem e rolei-o por meu pau. Ela deu um passo para trás, encostando-se à mesa e se apoiando, subiu, abrindo as pernas.

Quando eu via uma mulher assim, disposta e ansiosa por mim, eu sempre lembrava o que me disseram há um tempo. Eu era um presente de Deus para as mulheres.

Ela me olhou com expectativa. Eu me aproximei e firmei minhas mãos em seus joelhos. Ela se adiantou e pegou meu pau em sua mão e o bombeou lentamente, me aproximei mais e ela passou a ponta na sua fenda molhada para cima e para baixo. Joguei a cabeça para trás e gemi. Caralho. Era bom demais. E então ela me posicionou na sua entrada. Eu olhei em seus olhos e com um movimento brusco pra frente, penetrei-a totalmente. Ela gritou de surpresa. Seus olhos cresceram. Mas logo escureceram com a luxúria. E eu lentamente me retirei dela e a penetrei forte novamente.

Logo estabelecemos um ritmo para as estocadas e para seus gemidos, que eram abafados pelo som estridente que vinha de fora da sala. Ela colocou as mãos em meus ombros e em cada batida ela me apertava. Eu tenho certeza que ela estava deixando marcas de suas unhas. E eu não poderia me importar menos.

Quando seus gemidos ficaram mais altos e seus movimentos mais frenéticos, eu sabia o que estava por vir. Eu também estava perto. "Goza gostosa, goza no meu pau." Ela começou a tremer e me apertar, o que fez meu orgasmo mais uma vez me alcançar. "Porra." E com uma última estocada eu jorrei forte na camisinha.

Eu fiquei parado ali abraçado com ela até minha respiração voltar ao normal. Foi quando ouvimos. Alguém tentou abrir a porta, mas ela estava trancada, então começou a gritar "QUEM ESTÁ AÍ?" Ela enrijeceu e levantou o rosto com um olhar apavorado e balbuciou 'é o meu irmão'.

Ainda com a camisinha em mim, eu me puxei e vesti minha calça o mais rápido do que eu pensava ser possível. "SOU EU JOSH!" Eu olhei para ela. Tinha que haver uma saída. Apanhar de um irmão enfurecido na minha última noite em Roma era sacanagem.

"O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AÍ, TRANCADA? ABRE ESSA PORTA!"

Ela me olhou em pânico. "E-EU TIVE PROBLEMAS FEMININOS! TIVE QUE CORRER PARA CÁ! POR FAVOR, ME DÁ UM TEMPO!" Ela apontou para uma porta ao lado e eu corri e a abri. Era um banheiro. Olhei pra ela confuso. Ela continuava a apontar para dentro. "EU ESTOU SAINDO" Ela disse e logo avistei um basculante. Era no alto da parede, mas corri e alcancei, fiquei pendurado e a garota veio por trás e me apoiou. E eu caí pra fora do banheiro. Era um beco escuro, mas era incrivelmente mais seguro que aquela sala agora.

Assim que eu me levantei e bati a sujeira da minha roupa, pensei. Edward morreria de rir quando eu contasse isso a ele. Já até imaginava. Lembrei da camisinha, abri minha calça e a retirei, lançando-a no beco deserto. Fechei a calça e arrumei minha camisa. O som do pub ecoava abafado. E eu segui no rumo do meu hotel. Eram só algumas quadras de distância. Olhei no relógio, 2h da manhã. Seriam 8h em Forks. Retirei o telefone do bolso. No segundo toque ouvi. "Já era hora, pensei que tinha sumido no mundo de vez".

Eu ri, meu irmão sempre era dramático quando eu passava mais de dois dias sem ligar pra ele. "Você não se livraria tão cedo de mim, cópia". Sempre era assim, ele preocupado e eu zombando da preocupação dele. Era desnecessário. Eu sabia me virar muito bem sozinho. "Muitas novidades em Forks desde a última vez que eu te liguei?" Era raro isso acontecer de qualquer jeito. Aquela cidadezinha nunca tinha nada de interessante mesmo.

"Forks está... mais interessante sim." Eu notei seu tom. Tinha mulher na parada. Edward não achava nada interessante há um tempo naquela cidade. E para ele usar essa palavra, tinha que ser mulher. E claro, carne nova, ou melhor, boceta nova. "Mas nós continuamos com saudades de você, Rob." Eu andava pelas ruas e pensava em como seria estar indo para casa nesse momento. Sacudi a cabeça. Eu não podia pensar nisso agora.

Eu pensei em como responder a isso. Eu também tinha saudades da minha família, mas eu não queria falar sobre isso. "Interessante? Quem é ela?" Eu poderia até mesmo conhecê-la, minha memória nunca falhava. Eu me lembrava de todas que eu estive. Algumas mulheres muito mais do que as outras. Uma mais ainda do que todas juntas. Mas, me desfiz do pensamento, mais uma vez. Apesar de tudo, eu tinha certeza que ela era nova para o meu irmão, para ele se mostrar tão empolgado. "Eu talvez a conheça..."

"Sem chance Rob. Ela não é pro seu bico!" Ele disse me cortando. "E ela morava em Londres durante esses anos. Pelo que sei, não esteve em sua rota." Ele estava meio inseguro. Era incrível como nós nos conhecíamos. Ele já sabia do que eu estava falando e eu já sabia o que ele estava pensando.

"Londres? Interessante... adoro o sotaque inglês." Soltei uma risada. Ele sabia que eu só estava implicando com ele. Eu e Edward não precisávamos disputar ninguém. Tínhamos gostos completamente diferentes, e foi-se o tempo em que nós compartilhávamos as mesmas mulheres...

"Hum... não mude de assunto. Quando você vai ligar pra mamãe? Ela sente sua falta. Tudo bem ignorar o resto da família, mas nossa mãe... não faz sentido." Ouvi a súplica em sua voz. Eu também sentia isso. Mas eu tinha medo de amolecer ao falar com ela. Eu tinha medo de esquecer meus motivos. Não agora. Não a 3 horas de embarcar para Barcelona. Eu tinha que curtir um pouco mais minha vida.

"Em breve. Eu acabei de sair de uma janela de um banheiro, estou pegando minhas coisas e indo para Barcelona." Eu entrei no hotel, peguei minha chave e me dirigi à porta do elevador. Edward sabia das loucuras que eu aprontava, ele devia imaginar o motivo pelo qual eu saí por uma janela. Ouvi-o bufando do outro lado da linha. "Eu sei... eu sei... eu prometo." Minha palavra ainda valia. Eu não mentia para Edward, na verdade nunca conseguimos mentir um para o outro. Era foda. Eu tentei algumas vezes. O elevador chegou e as portas se abriram.

"Tudo bem. Cuidado. Se proteja, não quero uma cópia defeituosa andando por aí, pode prejudicar minha imagem." Eu ri e desliguei o telefone. Ele sabia que eu era tudo, menos descuidado com minha saúde. Mas ele insistia com esse excesso de proteção. Às vezes me sentia como o irmão caçula. Mas era porque ele tinha um espírito velho, eu imaginava.

Entrei em meu quarto e reuni meus poucos pertences, sentei um pouco na cama e pensei nas palavras de meu irmão. Eu prometi ligar pra minha mãe quase dois anos depois de ter ouvido sua voz. Era uma dura promessa. Eu não sabia o que poderia acontecer a partir disso. Mas eu não podia quebrar uma promessa feita a ele. Olhando no relógio percebi que tinha perdido mais de uma hora nesses devaneios.

Levantei-me rapidamente, tomei um banho e me dirigi para fora do hotel, pegando um táxi rumo ao aeroporto. Assim que embarquei e me sentei na poltrona confortável, eu não consegui mais segurar. As lembranças da mulher que eu mais amava e respeitava no mundo me machucavam como punhais. Era muito doloroso pensar no quanto de sofrimento eu causei a alguém que nunca mereceu nada de ruim. Minha mãe era a pessoa mais bondosa que eu conhecia e não merecia esse meu comportamento... mas eu não podia. Não agora.

Embarquei apressado, não me esquecendo de mandar todo o meu charme irresistível para as comissárias do vôo. Sei que pode parecer exibicionismo, mas eu sabia que era gostoso e irresistível. Elas me mostravam isso o tempo todo. Lembrei inclusive que fazia tempos que não transava em um avião. Eu precisava relembrar isso algum dia...

Chegando a Barcelona eu saí do aeroporto e ao sentir o vento frio do inverno eu respirei fundo, enchi meus pulmões e soltei lentamente. Essas lembranças me corroeriam aos poucos até que eu cedesse e ligasse para ela. Minha mãe realmente não merecia isso, e eu sabia que era inevitável. Mas como sempre... eu curtiria o que eu pudesse enquanto estivesse inteiro.

E Barcelona era perfeita para a despedida momentânea da minha falsa liberdade. Pensei sobre o que faria nesse momento. A temporada de corridas já tinha acabado, por isso decidir vir a Barcelona. Aliás, não tinha voltado a Paris há quase dois anos. Adorava a adrenalina do rally, mas minha mente sempre vagueava pela luxuriosa noite quando conheci a linda morena de olhos castanhos. A linda mulher que me fez quase ficar e repetir a dose de prazer que senti. Quase.

O que eu poderia fazer nesse momento? Caius tinha me informado que essa época era a melhor oportunidade para buscar coisas interessantes na cidade, pois existia festivais e estudantes intercambistas loucas por novidade. Sorri diante desse pensamento. Como diria meu amado irmão, eu sempre pensava com a cabeça de baixo. Isso era a mais pura verdade. E lógico, pensando no meu prazer. Adorava vê-las gemer para mim, mas eu precisava gozar. Sempre. E de preferência, primeiro que elas.

Buscando com um olhar levemente aborrecido, topei com uma linda mulher parada fumando próximo a um café. Ela era estonteante. Lindas curvas, seios volumosos e sorriso sacana. Seu olhar encontrou o meu. Sorri de volta. Com um leve aceno com a cabeça ela se virou e saiu caminhando em direção a uma pequena construção girando levemente seu corpo para trás, como se fosse se certificar que eu a seguia. Amado senhor, isso era perfeito. Eu mal tinha aterrissado na cidade e já tinha conseguido o meu primeiro orgasmo. Elas eram assim. A facilidade com que eu conseguia sexo era mesmo assustadora, mas eu adorava. E meu pau também.

Caminhando em direção ao edifício, sorri com a lembrança dos comentários do meu irmão. Ele sempre dizia que eu era um homem egoísta, que só pensava no meu próprio prazer. Lógico, porra. Eu não tenho culpa se elas praticamente abriam as pernas quando eu as olhava, já iria satisfazer a vontade delas, que era foder comigo.

Assim que entrei no pequeno espaço, percebi que a morena gostosa estava sentada em uma cadeira com as pernas abertas. Porra. Sem calcinha. Essas eram as melhores, sem muitas preliminares. Instintivamente passei a mão no bolso da calça para verificar se tinha meu companheiro perfeito, o preservativo.

"Não quero saber seu nome gostoso, mas eu tenho um pedido".

Sua voz rouca e sensual mexeu comigo. Na hora meu pau também se animou, pois enquanto ela falava lambia seus lábios e abria ainda mais suas pernas. Olhei interrogativamente pra ela, colocando as mãos nos bolsos esperando sua solicitação. Antes de falar qualquer coisa, percebi que seu olhar caiu na minha já evidente ereção. Isso mesmo gostosa, prontinho pra você.

"Quero sentir dor. Quero que você goze na minha boca, mas puxe meu cabelo e me dê tapas no rosto a ponto de eu gemer de dor. Você pode fazer isso?"

Sorri. Nem precisei responder. Eu já tinha transando com um número elevado de mulheres e esse tipo de pedido era muito mais usual do que se pensava. Se os homens em geral soubessem o que suas mulheres desejam na cama, não precisariam recorrer a prostitutas. Pensando melhor não. A falta desse conhecimento deixava os homens mandar a demanda de mulheres sedentas para minha apreciação.

Abri minha calça e alcancei meu membro. Segurei fortemente por cima da boxer me aproximando da boca da mulher. Ela lambia e olhava para o meu pau com fome. Assim que cheguei a sua boca, pressionei minha mão fortemente nos seus cabelos, puxando rudemente para trás, de forma que percebi que a forçaria no limite. Era assim que ela queria, eu faria.

"Quero que me chupe agora. Vou gozar fortemente na sua boca safada".

Com um brilho malicioso no olhar ela agarrou-me e retirou meu membro, engolindo ferozmente. Suas chupadas e lambidas eram fenomenais. Tomando pelo desejo, assim que ela me largou para tomar ar, dei-lhe um tapa forte no rosto. "Mais forte." Ela gemeu e descontrolada engoliu tudo e chupou com maestria. Era um boquete rude, mas gostoso. Rapidamente senti que meus espasmos estavam chegando e que eu não tardaria a gozar. Com mais algumas estocadas, joguei todo o meu líquido na sua boca. Segurei ainda mais forte seu cabelo, não deixando que ela perdesse nada.

Assim que meu corpo se acalmou ela levantou. Como se percebesse algo, ela começou a se ajeitar, mas com um sorriso de satisfação no rosto. Antes mesmo de qualquer reação que eu tivesse, percebi que vinham vozes próximas da entrada. Olhei para ela sem entender. Com uma leve sacudida de ombros ela se virou e disse já saindo pela porta.

"Essa obra é do meu marido e os peões já estão voltando. Eu queria um oral com você e foi perfeito, estranho. Meu marido não faz essas coisas comigo. Adorei".

Estranho. Essa palavra mexeu comigo. Me arrumei rapidamente e saí por uma porta lateral que ela me conduziu. Assim que cheguei à rua novamente, nem olhei para trás. Eu sempre seguia o curso e nunca me repetia. Mas, por que aquilo tinha mesmo mexido comigo?

Eu não precisava pensar muito, eu sabia. Todas as mulheres com quem eu tinha saído nos últimos anos eram assim, completas desconhecidas e nem o nome delas eu sabia e nunca me importei, exceto por uma. Ela, que tinha me entregado seu prazer e sua virtude. Dela eu sabia o nome, mas eu era um completo estranho para ela.

Recordei aquela noite com um sorriso nos lábios. Eu havia desejado seu corpo antes mesmo dela me ver. Ela tinha uma aparência séria e tímida, mas sabia que todas as mulheres contidas em público eram um furacão na cama. E novamente eu acertei. Quando eu senti seu cheiro inebriante sabia que ela seria minha, e lógico, ela não me decepcionou. Aquela noite eu jamais me esquecerei. Porra, ela era muito gostosa.

Atravessei um pequeno quarteirão e cheguei à casa do meu amigo. Sabia que ele chegaria talvez em dois meses, mas ele tinha me cedido o espaço por um tempo. Caius era muito parecido comigo, tinha até participado de algumas festas bem picantes que eu tinha indicado. Ele também era um bom amigo e sempre me dava boas dicas da Europa em geral. Isso até o momento em que ele conheceu a Jane. Eu já tinha transado com ela, é claro. Eu não a conhecia, encontrei com ela em um cassino em Ibiza e transamos loucamente dentro de uma banheira de hidromassagem. Mas quando meu amigo a conheceu, meses depois, casualmente em uma festinha de amigos em comum, todas as suas farras com bebidas, jogos e muitas mulheres tinha acabado. E eu tinha perdido um amigo.

Assim que entrei, percebi que muita coisa tinha mudado. Lógico, tudo por uma porra de uma boceta. Jane já tinha transformado a casa toda, com decoração bastante feminina. Suspirei derrotado. Não poderia trazer ninguém pra cá desse jeito. As mulheres ficariam emocionadas e teriam a tendência a achar que eu estava traindo minha suposta mulher ou que era um filhinho da mamãe.

Eu corri os olhos pela casa e me lembrei da conversa que tive em Roma com meu irmão novamente. Ele sempre pedia para ligar para a mamãe. Sabia que ela sentia minha falta, mas minha covardia me impedia de cumprir minha promessa. Peguei no telefone. Cheguei a discar o número da famosa residência Cullen, mas não deixei completar a chamada, como às vezes eu fazia. Eu ainda não estava pronto pra falar...

Sem que eu me tocasse os dias passaram rapidamente na cidade. Tudo aqui convidava a sexo, festas, dinheiro, e mais sexo.

Eu tinha perdido as contas de quantos dias já estava na cidade. Minhas aventuras sexuais estavam sendo contabilizadas de forma assustadora. Era assim que contava os dias, pois eu nunca me repetia. Às vezes me assustava com a facilidade que eu conhecia mulheres e as levava pra cama. As espanholas eram as melhores, claro. Se eu continuasse nesse ritmo, Barcelona seria minha nova Forks na Europa.

Hoje eu acordei desejando algo diferente, mas estava inquieto. Já fazia dois dias que não falava com Edward e ele parecia cada vez mais empolgado. Só poderia ser o assunto interessante que ele havia mencionado meses atrás. Sorri com isso. Meu irmão feliz me fazia feliz, por mais que eu estivesse longe. Ele nunca me dava detalhes de nada e eu nem poderia cobrar, pois sempre que ligava eu era evasivo e distante também. E sempre contava histórias vazias de escapadas sexuais. Ele sempre me ouvia, mas percebi que não me contava muita coisa, principalmente depois que ele percebeu que quebrei a promessa de ligar para mamãe.

Suspirei e olhei para o relógio. Já era quase 7 da noite. Eu tinha que encontrar algo interessante pra fazer hoje. Minha noite não poderia ficar sendo tragada por lembranças amargas sobre minha família. Eu precisava relaxar...

Entrei em um famoso bar, que cheirava a charuto e luxúria. Esse sim era um ambiente perfeito. Respirei profundamente, desejando que todo o cheiro inebriante do local me dominasse. Ajeitei meus cabelos e corri os olhos pelo local. O bar já estava lotado. Assim que avistei um belo par de coxas, busquei a dona do material. Sim, gostosa e com cara pedindo sexo. Com certeza espanhola. Antes de me aproximar percebi que ela estava acompanhada de uma amiga. Opa. Próxima demais. Parecia que elas sussurravam uma no ouvido da outra, mas com uma proximidade no mínimo... erótica. Meu pau sacudiu com o movimento delas. Porra.

Essa noite seria interessante...


N.A.: Olá AMADAS!

Nem preciso comentar né? Esse capítulo mexeu com a minha sanidade e da Nenizinha... rsrs. Esse Robert acabou com a gente. Não sei se eu queria ser a primeira ou a segunda... hahaha.

Bom amores aí está o outro gêmeo pra quem pediu muito. E como somos "spoiler girls" mesmo, já vou adiantando que o próximo capitulo é POV EDWARD. E mais, amamos a FIC, mas eu e a Nêni já elegemos o capítulo 6 como um dos melhores mesmo. Ou seja, tudo perfeito.

Estamos adorando os comentários de vocês. Principalmente por perceber que tivemos uma idéia bem legal pra escrever, mas que está sendo compartilhada por várias leitoras. Tudo começou com uma conversa de MSN entre eu e a Nêni, e agora nossos gêmeos estão nascendo... é tudo lindo.

Segue algumas respostas das reviews.

Bruna: OI MINHA FLOR. Os PERDIDOS SEMPRE SÃO ATUALIZADOS NO ORKUT, e TAMBÉM POSTAMOS AQUI. EU SÓ NÃO ATUALIZEI ASSIM QUE POSTEI PORQUE EU FIQUEI UM POUCO ENROLADA NA HORA.. .rsrs... mas sempre tentamos facilitar ok? Pode deixar que vou tentar ser mais rapidinho ;) e que bom que você está amando... é tudo por vocês flor! Bj

Cris: OIIII OBRIGADA POR "upar" AQUI NO FFNET. E QUE BOM QUE VOCE ESTÁ ADORANDO AMOR... SE PREPARE PARA O CAPÍTULO 6 =)

Claire: A PARTE DO PRÓLOGO JÁ ESTÁ CHEGANDO... hehehe, é ainda mais "tensa" do que parece! VOCÊ VAI FICAR MAIS APAIXONADA AINDA ;)

Dani Ming: ATENDENDO A SEU PEDIDO.... aííí está O POV ROB \o/ Espero que goste!

Natfurlan: ATUALMENTE NEM EU OU A NÊNI sabemos mais o que esperar desses Gêmeos. O CAPITULO 5 TIROU NOSSA SANIDADE E O 6... OMG.. VC VAI VER...rsrs. BEIJO!

Façam as autoras mais felizes... deixem aqui seus reviews !

MIL BEIJOCAS !

titinha