No change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
But I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no
Well I never pray
But tonight I'm on my knees yeah
I need to hear some sounds that recognize the pain in me, yeah
I let the melody shine, let it cleanse my mind, I feel free now
But the airways are clean and there's nobody singing to me now
Sem mudanças, eu posso mudar
Eu posso mudar, eu posso mudar
Mas estou aqui em minha forma
Estou aqui no meu molde
Mas sou um milhão de pessoas diferentes
De um dia para o outro
Não posso mudar minha forma não, não, não
Bem, eu nunca rezei
Mas hoje estou de joelhos, sim
Preciso ouvir alguns sons que
Identifiquem a dor em mim, sim
Vou deixar a melodia brilhar
Vou deixá-la limpar minha mente
Me sinto livre agora
Mas as ondas do ar estão limpas
E não há ninguém cantando para mim agora
"Bitter Sweet Symphony" - The Verve
CAPÍTULO 9 – O SEU DESEJO PODE VIRAR SEU PESADELO
POV Robert
Essa noite definitivamente merecia lugar de honra nas minhas lembranças. Nunca vivi tantos conflitos emocionais em um único dia. Desde que pisei nesse maldito lugar chuvoso e sem atrativos eu sentia uma onda de emoções que julguei ser nostalgia. Nada disso, meu subconsciente estava me avisando que eu estaria voltando para um pesadelo.
Assim que percebi que o casal perfeito partiria para uma rodada de sexo sem limites, corri para o meu quarto. Eu não ficaria mais um minuto compartilhando daquele circo. Isabella. Como eu poderia imaginar que a doce e selvagem mulher de Paris de dois anos atrás seria a nova namorada do meu irmão. Isso não estava certo. O pior da noite foi perceber que minha ereção não diminuía com nenhum assunto monótono, era o contrário. Toda vez que eu direcionava minha vista para alguma parte dela, meu corpo reagia.
Durante o jantar me vi relembrando várias vezes aquela noite perfeita. Porra, ela era e ainda é gostosa demais. Seus gemidos e seu jeito de gozar eram alucinantes e isso ainda estava gravado na minha memória. Aquela noite eu quase fiquei com ela, o que era praticamente um prêmio. Eu só não fiquei porque eu tinha que viajar. E claro, tinha uma italiana ninfomaníaca me esperando. Mas apesar de tudo, nunca esqueci Isabella. Primeiro porque ela era das poucas mulheres que eu sabia o nome, o que é um ponto fundamental, já que eu nunca perguntava isso. E segundo, eu tinha sido seu primeiro.
Pode parecer um pensamento machista, mas todo homem se lembra das virgens que pegou. Não tem como esquecer a sensação de furar a passagem. E ela tinha concedido essa honra a mim. Eu nunca me perguntei sobre o por quê na verdade. Não até hoje. Ficar durante um tempo em um mesmo ambiente com uma mulher que você transou primeiro e depois fingiu que não a conhece tinha movimentado meu cérebro. Por que afinal Isabella tinha me entregado sua virgindade?
Bella. Seu nome dançava na minha língua. Bella e saborosa, na verdade. Meu irmão era um filho da puta sortudo. Agora, mais de dois anos depois e com uma experiência que ela deve ter adquirido em Londres, ela devia ser uma deusa do sexo. Porra, isso não está ajudando, Robert.[
Eu estou enlouquecendo de verdade, conversando comigo mesmo e falando meu nome completo.
Sorri ao me recordar quando a elogiei. Estava sentado tentando distrair meu pau para que ele não ficasse mais evidente do que já estava quando ouvi sua voz suave e rouca dizendo que preferia ser chamada de Bella. Porra, não resisti. Eu tive que comentar que combinava com ela. Na mesma hora que seu rosto assumiu uma coloração vermelha, meu amigo inseparável saltou nervoso pedindo para se afundar dentro dela. O olhar constantemente raivoso do meu irmão ficou ainda mais perigoso quando ele me afirmou que ela era sua. Novamente, filho da puta sortudo. Essa era uma posse definitiva mesmo.
Durante o jantar fiquei tentando ter pensamentos que não me recordassem o corpo e o sexo com ela. Foi extremamente difícil. Puta merda! Eu tinha que pensar em algo pra me distrair. Tentei pensar em coisas menos sexys... futebol... bolas, minhas bolas em Bella... porra... isso não estava ajudando. Eu me concentrava ao máximo tentando distrair a minha mente, olhando para todas as direções, exceto ela. Mas quando eu percebia que ela me olhava, ou quando eu escutava suas pequenas gargalhadas, ou até mesmo quando eu via o olhar de desejo trocado entre os dois, minha situação era muito pior. Meu irmão com certeza a estava olhando do jeito que tira a roupa, pois de longe percebi que ela ficou excitada. Assim que eu olhei pra ela fiquei duro. De novo. Com isso não resisti e olhei cobiçando-a também.
Sei que era foda essa situação. Na verdade, eu estava extremamente surpreso com toda essa história. Apesar de todo o pesadelo de conviver com uma cena praticamente hipotética, o reencontro com ela, tinha uma coisa que não saía da minha cabeça. Edward me apresentou para ela, logo, ele não sabia sobre nós. O que será que Bella falou para meu irmão quando ela o conheceu? É fato que somos muito diferentes no que se refere à nossa personalidade e até mesmo no trato com mulheres, mas é inegável a nossa semelhança. Qualquer pessoa que conheça um sempre vai ver o outro como igual. Hum... isso é muito interessante. Por que ela não disse nada?
Novamente os pensamentos me levaram para a noite com ela. Desde que a vi pela primeira vez socorrendo os pilotos e navegadores das corridas em Paris, eu a tinha desejado. Porra, meu pau ficava animado somente com a visão dela de branco, mesmo a distância. Eu fiquei louco quando a vi, pela primeira vez naqueles dois anos de provas, no bar comemorando. Era demais tê-la tão perto. Seu cheiro era inebriante. Apesar de ela ter me descartado a princípio, eu não tinha desistido dela. Mas quando vi seu olhar cheio de desejo e também com um pouco de ciúmes das ninfetas do circuito, eu sabia que ela seria minha aquela noite.
Ahhhh... Isabella. Somente com os pensamentos das cenas vividas há mais de dois anos meu corpo deu sinal de vida. Na verdade meu amigo voltou com força total por causa da noite em família. Definitivamente eu precisava me aliviar. Coloquei a mão no meu pau e apertei. Isso. Há muito tempo eu não precisava fazer esse serviço sozinho porque eu sempre conseguia alguém para me satisfazer, nem que fosse uma deliciosa sessão de sexo oral. Mas as lembranças da noite com Isabella estavam acabando com minha resistência. Desculpa cópia, mas vou bater uma punheta em homenagem a ela.
Comecei a lembrar de todos os detalhes ao mesmo tempo em que retirava minhas roupas. Assim que fiquei nu, eu já recordava do momento que entramos no seu quarto. Porra, ela era mesmo uma gata selvagem. Seus beijos e suas carícias me levaram à loucura. Com essas memórias comecei a friccionar meu membro. Aahhhh... que delícia. Ela era divina, com seus movimentos ao mesmo tempo frenéticos e delicados. Sem perceber, minhas mãos começaram um vai-vem. Gostosa. Isso. Eu precisar gozar. Minha respiração ofegante e meu punho sem controle me deixaram em um ponto sem volta. Me encostei na parede e fechei os olhos. Minha libertação estava se aproximando, principalmente com a lembrança do gosto do seu mel. Era uma delícia. Foi o orgasmo mais gostoso que já provei. Com mais alguns movimentos, meu clímax chegou e soltei um urro. Porra, eu precisava foder uma boceta.
Fui em direção ao banheiro do meu quarto. Definitivamente tinha muito tempo que eu não me masturbava e com isso eu tinha esquecido o quanto podia ficar todo melado. Eu já estava acostumado com as mulheres engolindo meu líquido. Eu precisava de um banho urgente.
Durante minha ducha, comecei a divagar novamente sobre minha situação com minha família. Quanto tempo eu agüentaria essa cidadezinha sem atrativos? Eu estava acostumado com a vida e o glamour da Europa, com todas aquelas mulheres livres e modernas que faziam sexo sem cobranças, o que definitivamente eu não encontraria aqui. Na verdade, acredito que nem novidades eu teria. A única novidade na cidade deveria ser Isabella. Que, pensando bem, não era coisa nova nem pra mim.
Edward. O que ele pensaria quando soubesse que eu tinha fodido com sua namorada antes dele? No mínimo, ficaria puto. Ou me ignoraria por um tempo. Será que ele terminaria com ela? Bom, acho que não, já que faz tanto tempo que estive com Isabella. E ela? Praticamente me ignorou a noite toda. Será que ela resolveu me riscar das suas lembranças? Difícil porque eu sei que sou bom e até mesmo inesquecível. Mas por que aquele olhar tão frio durante toda a noite?
Esses pensamentos freudianos e profundos já estavam me dando dor de cabeça, mas não posso negar que tudo era, no mínimo, interessante. Como Isabella lidaria com uma situação em que teria que conviver com nós dois por algum tempo? Eu poderia testá-la, até mesmo pra saber se meu irmão estaria investindo na mulher certa. Na verdade, eu poderia fazer duas coisas pelo preço de uma. Ficaria um tempo com minha família e me aproximaria de Bella pra saber se ela era tão perfeita assim para o meu irmão. Até porque, não tinha como negar que Edward estava irrevogavelmente apaixonado por ela. E eu não podia deixar uma mulher fazer minha cópia sofrer. Era isso que eu faria. Mesmo contra meus instintos sexuais, eu ficaria um tempo em Forks.
Com essa afirmação em mente, resolvi me deitar. Os próximos dias seriam dedicados à minha missão. Eu reencontraria e entenderia a gata selvagem que agora pertencia ao meu irmão. Antes que a consciência me levasse, ainda tive um último pensamento: Edward era um filho da puta sortudo.
POV Edward
Definitivamente, essa noite tinha sido a mais difícil na minha vida. Desde o momento que recebi a confirmação da volta do meu irmão gêmeo até o momento que Isabella entrou pela sala de estar, eu pensava que estava no meu paraíso particular. Família completa, amor da minha vida, reunião de todos. Parecia que eu tinha chegado ao clímax da vida. Ledo engano. Nunca nutri um sentimento de revolta contra meu irmão, mas no momento que percebi que Rob olhava cobiçoso para Bella, meu lado machista e irracional falou mais alto.
Sei que já dividimos mulheres e que trocávamos as namoradas quando adolescentes. Na verdade, eu sabia que Bella chamava a atenção, eu via a luxúria dos outros médicos e enfermeiros em cima dela no hospital, mas isso não me deixava puto, pelo contrário, eu tinha um orgulho imenso dela ser minha. Mas eu sei por que da minha irritação. Eu estava um pouco possessivo em relação à Bella e eu sabia do charme irresistível do Rob. Porra, Bella foi difícil de conquistar pra caralho. Ele não tinha esse direito.
Com o decorrer da noite, fui ficando mais aliviado. Na verdade, fiquei um pouco mais tranqüilo ao perceber que Bella sequer o olhou. Apesar de todo o seu nervosismo, que era gritante desde o momento da sua chegada na casa, ela se saiu muito bem. Até mesmo na pequena disputa entre eu e minha mãe. Ela foi maravilhosa a noite toda. Agora, abraçado com minha pequena irmã e escutando as últimas piadas do Emmett, eu já imaginava as loucuras que faria com Bella. Essa noite eu seria ainda mais possessivo com ela. O sentimento de competição e território estava aflorado no meu corpo e na minha mente. Eu precisava estar dentro dela. Eu queria marcá-la como minha.
Assim que Bella saiu do banheiro, olhei em sua direção. Ela estava linda. Seu pequeno bocejo foi um aviso. Ela estava pedindo para ir pra casa. Sim, casa. Sem querer, minha mente vagou para esse futuro. Uma casa de verdade pra nós dois. A rotina com Bella era perfeita e cada vez mais eu me sentia atraído por ela. Uma moradia em conjunto só facilitaria ainda mais. Eu estava apaixonado por ela e queria estar perto dela em todos os raríssimos momentos livres que tínhamos.
Após nos despedirmos de quase todos, menos de Rob que estranhamente correu para o seu quarto, fomos em direção a nossa casa. Afinal, a casa de Bella já parecia minha mesmo, com tantas coisas que eu tinha por lá. Sem perceber, eu fui mesmo demarcando meu território. Bella era minha e eu mostraria isso a ela esta noite. Eu a queria desesperadamente. Como ela estava muito quieta, resolvi puxar assunto, mas meu pau estava ansioso. Nunca pensei que a casa dos Cullen fosse tão distante...
"Está calada. Gostou da noite?"
"Sim amor. Foi perfeita. A sua família é maravilhosa".
"Você ficou muito nervosa". Isso não era uma pergunta.
"Eu sei Edward. Mas não estou acostumada com muitas pessoas clamando minha atenção. Me desculpe".
"Nada disso, minha linda. Você esteve perfeita. Sempre. Fiquei com um tesão louco só de olhar pra você. Essa roupa é extremamente sexy".
Eu sei que estava sendo um pouco precipitado. Mas meu tesão estava mesmo nas alturas. Eu já estava pronto pra ela.
"Sério. Ficou então? Não está mais?"
Putaquepariu. Existe mulher mais perfeita?
"Isabella. Não faça isso. Quero me afundar em você nesse momento. Você não perde por esperar".
Seu gemido em concordância fez meu membro praticamente saltar de felicidade. Eu vi que estávamos quase correndo para casa. Assim que entramos no apartamento, joguei Bella na parede da sala. Eu estava duro e precisava dela urgentemente. Quase em desespero, arranquei as roupas do seu corpo. Ela estava ofegante e ansiosa, já que minhas roupas saíram do meu corpo sem eu perceber. Essa noite seria diferente. Bella precisava saber que era minha. Puxei suas mãos para cima da sua cabeça e a imprensei ainda mais na parede.
"Quem te dar prazer Isabella?"
"Hum?"
"Quem te faz gozar alucinadamente?"
"Você... só você".
"Esse corpo me pertence Isabella." Segurei-a pelas nádegas e rocei meu membro na sua entrada. "Seus orgasmos agora são meus." Novamente joguei-a na parede. "Tudo o que se refere ao seu prazer... sou eu que vou te dar... entendeu Isabella?"
"Sim... oh... sim".
"Tudo é meu, Isabella... tudo".
"Por favor, Edward".
Sem demora me enterrei dentro dela. Porra, ela estava molhada e pronta pra mim. Ainda de pé, fiquei parado alguns segundos com meu pau latejando dentro dela. Essa mulher era incrível. Eu já pertencia a ela, ela tinha que me pertencer. Olhei dentro dos seus olhos, que deliravam de prazer e comecei a me movimentar, com uma certa violência, mas eu não quis saber. Segurando ela nos braços, eu sentia que ela arfava e gemia cada vez mais, eu estava sendo possessivo, mas eu a queria. Somente pra mim.
Nosso orgasmo veio quase junto. Foi rápido e intenso. Eu urrei de prazer, ainda em pé, segurando meu anjo. Bella gritou meu nome durante seu clímax. Eu amava isso. Mesmo com meu orgasmo eu tinha o prazer de vê-la gozando. Assim que ela gozou, começou a respirar com dificuldade, com a cabeça nos meus ombros. Eu permaneci dentro dela... ainda não estava satisfeito.
"Deus Ed... o que foi isso?"
"Não foi bom?"
"Você está doido? Foi... perfeito... eu...".
"Eu?"
"Eu te amo, Edward".
Senti uma onda de felicidade intensa crescendo dentro de mim. Isabella era a mulher da minha vida. Ela me amava. Meu sentimento de posse aumentou ainda mais. Fui carregando-a para o "nosso" quarto enquanto a enchia de beijos. Essa noite seria pequena...
Assim que a deitei, olhei dentro dos seus olhos. Vi que ela falava a verdade dizendo que me amava. Seus olhos brilhavam. Sorri. Deus, ela era perfeita. Perfeita pra mim.
"O que foi Edward?"
"Eu estou te admirando".
"Eu nem sou assim tão bonita...".
"Você é perfeita, Bella. Linda, inteligente e minha, eu nunca me canso de você".
"Acho bom mesmo, viu? Eu estou viciada em você... eu te amo tanto...".
"Isabella, entenda uma coisa: Eu te amo. MUITO. Quero você pra mim e estarei aqui enquanto você me quiser... eu sou seu... totalmente seu, assim como você é minha... como será agora, amanhã e sempre".
"Ah Edward... eu não mereço tanto...".
"Sim, minha linda, você merece... tudo".
Olhei em seus olhos pra demonstrar todo o meu amor por ela. Eles estavam úmidos. Comecei a beijá-la lentamente, distribuindo beijinhos por todo seu rosto. Eu queria o nosso momento. Tudo nela me convidava a ter contato. Jamais a faria sofrer. Mas assim que eu me aproximei mais do seu corpo, Bella enlaçou suas pernas em volta da minha cintura. Porra, meu pau reagiu na hora.
"Isabella".
"Sim?"
"Quero você agora".
Nem esperei ela responder. Seu gemido foi a minha permissão. Me afundei nela novamente, mas dessa vez lentamente. Entrei nela bem devagar, olhando dentro dos seus olhos. Comecei a me movimentar. Nossos corpos se chocavam, mas não deixávamos de nos encarar. Porra, era perfeito. "Isso, Edward... assim... eu..." Aumentei o ritmo. Eu também era viciado nessa mulher. Suspendi suas mãos acima da sua cabeça e estoquei mais forte. Isabella gritou pedindo mais e logo depois gozou lindamente, chamando por mim. Segundo depois foi a minha vez. Bella. Meu prazer sempre seria dela.
Assim que nos recuperamos, ficamos conversando trivialidades. Eu não queria tocar no assunto do jantar enquanto eu não conversasse com Rob. Eu queria entender o sentimento de posse e raiva que eu senti durante o jantar. Nunca tive esse tipo de problema, principalmente com meu irmão. Durante a noite, eu e Bella fizemos amor mais duas vezes até ela desmaiar de sono e cansaço.
Eu não consegui dormir. Ficava revivendo todos os meus momentos com Isabella, desde a primeira vez que a vi. Ela sempre foi diferente de todas as mulheres que passaram na minha vida, e eu posso afirmar isso com certeza absoluta, pois eu tinha conhecido muitas. Hoje eu tinha certeza que ela me amava, mas eu sempre tinha a sensação que algo estava faltando. No início, foi tão difícil. Eu tinha adorado todo o jogo de sedução, mas eu sempre tinha a sensação que Bella fugiria. Na verdade, eu estava com medo. Eu nunca tinha me entregado tanto para uma mulher e agora, ela era dona do meu coração. Pare com isso Edward. Ela te ama.
Olhei seu pequeno corpo enroscado no meu. Sorri com isso. Bella também estava viciada em mim. Até o seu jeito de dormir era possessivo. Por mais que ela se mexesse durante a noite, seus braços ou suas pernas estavam me abraçando. Eu adorava isso.
Relembrei o jantar. Aquilo sim foi um momento difícil. Eu não estava preparado para o encontro dela com meu irmão gêmeo. Eu sabia do charme irresistível do meu irmão, mas porra, ele tinha que comê-la com os olhos? Eu fiquei puto pra caralho. Tentei disfarçar, mas eu o conhecia demais, assim como ele me conhecia. E isso estava me consumindo. Eu amo meu irmão. Demais. E jamais aconteceu algo que nos distanciasse, pelo contrário. Tudo nos aproximava. Mesmo durante a sua louca viagem e momento "sou sozinho no mundo", estávamos ligados. Sempre nos falávamos. E mulheres? Nunca foi um problema entre nós. Então eu não podia ter sentido aquele sentimento horrível. Eu me sentia péssimo agora. Meu irmão. Somente eu entendia seus fantasmas. Afinal, mesmo que ele não me contasse tudo o que acontecia realmente, eu sabia. E lógico, ele tinha consciência que nunca conseguiria esconder nada de mim.
Olhei novamente para a minha mulher. Minha. Ela tinha um pequeno sorriso nos lábios enquanto ressonava tranquilamente. Eu tinha consciência que Bella estava realmente me amando, mas eu tinha tanto medo de perdê-la. Ela nunca me contou sua história totalmente e eu sentia um estranho sentimento de que algo não se encaixava. Bella parecia arredia a relacionamentos. Nunca me falou sobre namorados ou relacionamentos. Eu tenho certeza que não teve muitos parceiros, mas sei que ela não era virgem. Esse pensamento me deixou irritado. Eu não tinha o direito de ter ciúmes do passado dela, mas saber que ela pertenceu a outro me despertou sentimentos de posse. Ela era minha.
Olhei para o relógio e vi que já passava das 4 horas da manhã. Minha cunhada, Rose, viria passar o dia com meu amor. Eu não morria de amores por ela, principalmente porque ela nos afastou do nosso irmão, fazendo Emmett morar muito longe, além de ter um temperamento difícil e mandão. Mas eu teria que agradecer imensamente a ela. Na verdade, agora Rose era minha fada madrinha por ter trazido a mulher da minha vida para Forks.
A partir de agora eu teria que refazer minha agenda. Engraçado pensar assim, mas a minha rotina pré-estabelecida sofreria uma nova mudança. Antes eu só pensava em trabalho. Depois encaixei Bella na minha vida e agora, Robert. Eu precisava tornar sua estadia aqui interessante. Eu precisava recuperar o sentimento de família que ele parecia ter perdido. Por isso mesmo eu me corroía nesse momento, pelo meu ciúme sem motivo na hora do jantar. Isabella é uma linda mulher. Seria óbvio que Rob a olharia com cobiça. Afinal, todos a olhavam mesmo. Após o despertar sexual dela comigo, ela tinha ficado ainda mais sensual e consciente do seu corpo. Eu estava fazendo isso com ela, então eu não poderia nutrir esse sentimento em relação ao meu irmão. Certo?
Enquanto eu pensava sobre isso, Bella se remexeu ao meu lado. "Edward... hum". Sorri, pois percebi que ela estava sonhando comigo. Minha menina era perfeita. Eu era definitivamente um homem de sorte. Tinha uma família maravilhosa e uma mulher que eu sempre sonhei. Olhei novamente para Bella e ela acariciava meu braço, mais precisamente na minha tatuagem. Lembrei quando ela disse que eu emanava sexo quando olhava para as tatuagens. Toda a vez que ela via o desenho, que na verdade era somente o nome da minha mãe, no hospital, ela falava que ficava excitada. Porra, ela acabava comigo quando falava isso. Mas nunca conversei com ela sobre minhas histórias junto com meu irmão gêmeo. Na verdade, nunca entrei em detalhes sobre meu passado com ela. A única vez que citei Robert para ela, falando inclusive que ele tinha uma tatuagem igual, senti-a tensa. Eu não entendi na hora, ficando inclusive confuso com sua reação, mas horas depois escutei uma conversa de algumas enfermeiras, falando que eu tinha ficado mais alegre depois de Bella. Eu era muito frio e distante desde a partida do meu irmão. Claro que elas deveriam ter falado sobre isso com Bella. Então ela tinha preocupação por mim também, ela não perguntava para não me fazer sofrer.
Decidi o que eu faria. Eu juntaria os dois na minha rotina. Sei que eu não poderia afastá-la dele, afinal, agora Bella também era da minha família. Família. Meu peito encheu com isso. Nunca pensei em me casar, ou ter filhos, mas Bella despertou isso em mim. Lógico que era muito cedo, a gente tinha tanto o que curtir, mas eu sentia que ela tinha sido feita pra mim. Era com ela que eu envelheceria...
Voltando à minha rotina. Era isso. Eu passaria meu tempo livre com os dois. Eu sentia que Rob precisava de ajuda, seu olhar não me enganava e Bella poderia me ajudar. Eu queria mostrar pra ele que uma única mulher poderia ser mais interessante do que várias sem nomes ou sem histórias. Eu queria mostrar para o meu irmão o quanto eu estava feliz e completo. Eu tinha que convencê-lo a ficar conosco.
Com o dia livre, eu conversaria com minha cópia. Sorri novamente, porra, como eu estava com saudades daquele irresponsável. Com a visita de Rose, eu passaria o dia com meu irmão. Do jeito que eu o conheço, ele deveria estar jogado na cama, sem ter desfeito as malas, resmungando enquanto dormia. Mamãe entraria no seu quarto e o acordaria com um beijo na testa e um "bom dia, preguiçoso". Sim, eu estava com muitas saudades dele.
Olhei novamente o relógio, já passava das 5 da manhã. Minha menina se enroscou no meu corpo novamente, mas seu sexo estava úmido, roçando na minha coxa. Putaquepariu, ela estava molhada. Meu pau reagiu de imediato. Tentei me controlar, ela esta dormindo tão lindamente, mas era difícil. Comecei a alisar suas costas, tentando distrair minha mente, mas seu corpo retraiu ainda mais fazendo com que ela pressionasse sua entrada ainda mais na minha coxa. Porra, assim eu não ia agüentar mesmo.
Deslizei meu corpo mais para baixo, fazendo Bella gemer. Olhei em seus olhos e vi que ela ainda dormia. Deitei-a de costas e abri suas pernas, ouvindo novamente gemidos. Parecia que ela estava sonhando. Então minha linda, vou realizar seus desejos...
Aproximei minha boca na sua umidade. Passei a língua bem devagar em volta dos seus lábios internos e lambi seu clitóris, Bella arfou. Continuei a brincar, lambendo bem devagar, fazendo ela se remexer ainda mais. Adorava as reações dela. Escutei seus gemidos e percebi que estavam ficando mais altos, assim que ela começou a me chamar. Meu pau já estava latejando, mas ao mesmo tempo, eu tinha fascinação pelo seu gosto. Eu adorava beber dela.
"Hum... que delícia amor".
"Acordou?"
"Não sei bem... que tal você me provar que sim?"
Existe convite melhor? Levantei meu corpo e me encaixei nela. Fechei os olhos com a sensação de estar novamente dentro daquele corpo perfeito. "E agora?" Comecei a rebolar bem lentamente. "Hum... não sei ainda. Talvez mais forte?" Deus, que mulher perfeita. Eu queria me acabar mesmo dentro dela. Comecei a estocar mais forte, entrando e saindo com vigor.
"Isabella, nunca me provoque".
"Sim... ahh... isso".
"Fala, Isabella. Assim?" Mais forte. "Assim que você quer?"
"Sim... Deus... eu... Edward... eu vou...".
Nossos corpos se chocavam com força e senti os tremores do seu orgasmo. Bella gritou meu nome mais uma vez. Eu ainda estava louco de tesão e continuei a entrar e sair dela. Suspendi um pouco seus quadris, forçando ainda mais. Bella revirava os olhos, ainda gozando. A visão da minha mulher gozando enquanto eu entrava ainda mais forte nela, me derrubou. Eu gritei de prazer quando meu clímax chegou. Ambos caímos na cama, exaustos e ofegantes.
"Assim vou querer sonhar todo dia".
"Estava sonhando o que, Bella?" Ela corou. Mesmo depois do sexo maravilhoso e selvagem que acabamos de fazer e das coisas que ela me dizia, minha menina ainda tinha a capacidade de ficar corada. Eu sorri e cruzei os braços esperando sua resposta.
"Edward... eu... fico sem jeito".
"Fala amor... agora a pouco você estava bem... desinibida".
"Droga... sabe que eu tenho vergonha." Eu sorri e ela começou a sorrir também. Puxei-a para mais perto de mim, afagando seus cabelos. "Não precisa amor, seu corpo fala por você." Bella subiu seu rosto em minha direção e olhou diretamente nos meus olhos.
"Você é perfeito, sabia? Nunca me abandone, por favor".
"Só quando você quiser, Bella. Só quando você quiser..."
Nós nos abraçamos e ficamos juntinhos esperando o dia clarear. Eu estava organizando na minha cabeça o meu dia. Mas eu não podia ficar muito tempo longe de Bella.
"Amor, a Rose vem mesmo aqui?"
"Sim, Edward. Por quê?"
"Você não vai se importar se eu... bem... for embora, né?" Era castigo demais um dia inteiro com a Rosalie.
"Hum, lógico que não, na verdade, acho que ela vai querer um momento de meninas. E seu irmão..."
"Sim, Bella. Esse é o motivo. Eu queria passar o dia com o Rob. Tanto tempo sem ele aqui...".
"Lógico, Edward. Mesmo se a Rose não viesse aqui, eu mandaria você pra casa hoje. Afinal, você tem sua família".
"Está me expulsando?" Sorri com sua cara de assustada.
"Claro que não, amor. Que idéia. Acabei de conhecer sua família. E a tempos vocês não se reúnem. Não é justo... por favor, não pense isso de mim, Edward".
"Estou brincando com você, minha linda." Comecei a beijá-la nos cabelos, olhos, bochechas. "É que estou pensando em ir agora... queria acordar aquele cretino".
"Humhum".
"Tudo bem?" Continuei a distribuir beijinhos por seu rosto, pescoço e ombros.
"Se você continuar assim, acho que não vou deixar não." Comecei a rir e olhei em seus olhos. "Eu te amo, Isabella".
"Eu muito mais, Edward".
Dei um longo beijo nela e me levantei da cama. Tomei uma ducha rápida, me arrumei e fui ao quarto me despedir. Bella estava radiante, nua sob os lençóis. Foco, Edward. Desse jeito eu não sairia daquela cama...
"Posso te ligar mais tarde? A gente podia sair".
"Claro, Edward, sempre".
"Ou se a Rose for embora primeiro você me avisa. Não quero deixar você sozinha".
"Tudo bem".
"Até mais, minha menina." Dei mais um beijo e corri do quarto senão meu corpo não resistiria. Assim que cheguei à rua percebi que o dia estava amanhecendo. Devia ser umas 6 horas da manhã. Sorri ao recordar que eu pegaria meu irmão ainda dormindo. Esse era o momento que eu poderia aproveitar a volta de Rob e desfazer a tensão que eu mesmo provoquei. Eu faria com que ele ficasse o máximo de tempo possível com a família.
Entrei em casa, que ainda estava silenciosa. Todos deveriam estar dormindo ainda. Subi as escadas rapidamente indo na direção do quarto dele. Como previsto, sua porta estava destrancada. Assim que entrei, vi o quanto eu conhecia meu irmão. Ele estava jogado sobre a cama, em cima de todas as almofadas e resmungando sobre frio ou chuva. Comecei a rir. Eu me senti na minha adolescência novamente. Me aproximei ainda mais analisando as feições do Rob. Ele parecia mais velho e cansado. Eu tinha certeza que essa distância jamais curaria suas feridas, mas ele nunca me ouviu. Nunca fui a favor da sua partida, mas eu fui o único que o apoiei. O sofrimento da família era enorme e visível, mas na época eu fui irredutível. Robert precisava do apoio de alguém e, como sempre, eu estava lá por ele.
Como acordá-lo de forma a mostrar que a noite de ontem foi importante? Que ele era importante e que eu o queria aqui comigo, com a família. Eu precisava do meu irmão por perto, então eu queria desfazer a má impressão de ontem à noite. Eu amava Isabella, tenho certeza que ele entenderia isso e até me ajudaria se fosse o caso. Como sempre foi na nossa vida.
Pensando nas minhas opções, me recordei de um dia bem engraçado. Eu e Rob tínhamos chegado bêbados em casa e Alice, apavorada, não conseguia nos acordar. Então ela teve a idéia brilhante de jogar água na gente. Foi instantâneo, até porque estava frio pra caralho. Corremos atrás da tampinha depois, jogando-a na piscina, mas com certeza o 'banho' na cama foi inesquecível.
Corri até seu banheiro e peguei o copo que estava sobre a pia. Enchi com água gelada e me aproximei lentamente da cama. Robert tinha virado de costas, deixando todo o seu rosto para minha armadilha. Como uma criança travessa, comecei a sorrir, já antecipando a reação dele. Mirei exatamente no meio dos seus olhos, derramando uma quantidade pequena, mas bem gelada.
"Ai... socorro... estou me afogando".
Gargalhei e derramei o restante a água.
"PORRA... CARALHO ALICE, EU VOU TE MATAR".
"Sou eu, cópia".
"Está maluco, porra? Que me matar afogado?"
"Com um copo de água?"
Rob olhou de um lado para o outro, sacudiu os cabelos e me encarou. Primeiro puto, depois surpreso e do nada começou a gargalhar. Contagiado pela sua risada eu também comecei a gargalhar.
"Cara, eu pensei que fosse a Alice. Lembra que ela já fez essa porra?"
"Na verdade, me inspirei nela".
Ainda rindo, olhamos um para o outro. Sei que não sou um emotivo, mas meus olhos encheram d'água. Eu estava com saudades desses nossos momentos.
"Seu puto, quase me matou de susto. Vem me dar um abraço, está aí quase chorando mesmo".
"Olha quem fala, nem teve a coragem de revidar, Rob, está ficando mole".
"Nunca, cópia. Você foi e sempre será meu porto seguro".
"Cara, sem parecer meio gay, mas porra, eu estava com saudades de você".
"Eu também, Edward. Cara, eu também".
Nos abraçamos forte como há muito tempo não acontecia. Na verdade, a última vez que isso aconteceu foi na sua partida. Mas agora seria diferente.
"Edward... irmão, sobre ontem à noite eu queria te falar uma coisa".
"Eu não quero saber de nada, Rob. Esquece. Agora estou muito feliz, sabe. Encontrei a mulher da minha vida. Ela me faz tão feliz. Nunca me senti completo com mulher nenhuma, na verdade penso até em casar com ela".
"Sério? Quer dizer... ficar pra sempre?"
"Sim. E Isabella é uma mulher linda, eu sabia que você, sendo quem é, ficaria de olho grande nela, mas não me importo. Sei que ela é minha e que me ama. Estou muito feliz".
"Mas, Edward, eu queria te contar que..."
"Já disse, cópia. Não importa. Nada importa. Eu quero aquela mulher pra mim, nunca fui tão feliz assim. Desde que você foi embora, minha vida ficou mais amarga, sabe? Aí Isabella apareceu. E me faz feliz. Me sinto vivo. E agora minha felicidade está completa. Você está aqui".
Robert ficou pensativo, olhou para baixo e mexeu os cabelos. Vi que isso era uma mania que ele não havia perdido, ou seja, ele ainda estava incomodado com a situação do jantar. Eu precisava mudar isso.
"Quero passar o dia com você, cópia. Relembrar os velhos tempos, hein? Só eu e você".
"E a sua Isabella?".
"Rose vai passar o dia com ela, afinal, elas se conhecem há muito tempo".
"Sério? Como assim, Edward?"
"Você não sabe? Elas são amigas desde a faculdade. Na verdade, Emmett já a conhecia há muito tempo. Isabella estava trabalhando em um hospital em Londres há algum tempo e Rosalie a convenceu a voltar para a América. Mundo pequeno não é mesmo?"
"Sim, muito pequeno." Antes de eu responder, escutei uma gargalhada. Mamãe Esme irradiava felicidade na porta do quarto.
"Que lindo! Quanto tempo eu não tinha essa visão da perfeição".
"Isso que eu sempre digo pra todas as mulheres, mamãe".
"Menos, Rob".
"Mães não mentem".
"Meninos, vêm aqui abraçar a mamãe".
Ambos olhamos para ela e sorrimos. Ela já chorava de felicidade e, como se tivéssemos ensaiado, a pegamos no colo e corremos para a cama, jogando-a. Sua gargalhada ecoava pela casa. Deitamos um de cada lado a abraçando fortemente.
"Que saudades dessa família assim. Unida. Até mesmo nas brincadeiras do banho na cama, não é Ed?"
"Mãe, não me chame assim!"
"E você Robert? Bateu nele?"
"Mamãe, sacanagem né? Rob, por favor".
"Cadê Isabella, Edward?"
"Ficou em casa. Rosalie vai passar o dia com ela. Eu e Rob temos muito que colocar em dia".
"Tudo bem. Acho melhor acordar o resto da casa antes que vocês resolvam colocar toda a roupa de cama da casa boiando por aí".
Nós três levantamos e fomos em direção à cozinha. Somente com esses pequenos minutos juntos, percebi o quanto minha família era importante. O dia com certeza seria perfeito. Assim que me sentei na mesa, Rob sentou na minha frente e segurou meu braço. Olhando nos meus olhos percebi que ele queria dizer muitas coisas, mas tínhamos tempo. Eu o faria ficar em casa.
"Obrigado, irmão. Estou feliz em estar aqui e saber que você está feliz".
"Temos todo o tempo do mundo agora".
"Um dia, Edward. Um dia quero te deixar orgulhoso e mais feliz. Te prometo." Sorri apertando sua mão e com toda a família como platéia, com todos emocionados. Até mesmo Emmett.
E assim começou o primeiro dia da fase mais feliz da minha vida.
Nota da Irene: Oi meninas... o que acharam? A nossa amiga Titinha se inspitrou muitoooo pra escrever esse capítulo. O próximo fui eu que escrevi. É POV Bella e nossa... é uma loucura. Será que merecemos reviews? Ah sim... eu estou amando escrever a amizade dos gemeos... é muito importante para o andamento da fic. Espero que vcs estejam gostando! \o/ Titinhuda e eu agradecemos a todo carinho que estamos recebendo... estamos nos divertindo escrevendo isso!
Perva's Place
