Atenção: Essa fic contém tema adulto e linguagem pesada. Não leia se isso te incomodar.
Aviso: Steph é um amor, pois criou Twilight para nos divertir. Mas esses gêmeos... ahaa uhull são todos nossos.
'Cause all of the stars
Have faded away
All of the things that I want to say
Just aren't coming out right
I'm tripping in words
You got my head spinning
I don't know where to go from here
Todas as coisas que quero dizer
Não estão saindo direito
Eu estou tropeçando nas palavras,
Você deixou minha mente girando
Eu não sei para onde ir daqui
You and Me – Lifehouse
CAPÍTULO 32 – DECISÕES PARA SEMPRE
ROBERT POV
Poderia ser doentia essa porra, mas eu mal tinha acabado de gozar sem camisinha, reviver o inferno que era a minha vida com ela e meu pau dava sinal de vida somente pela sua reação à minha vontade. Essa mulher ainda seria a minha morte.
"E então, Rob? Ficou mudo... gatinho?" Ah, Kristen, você que me provocar? Ela praticamente me comeu com os olhos.
"Achei que já tivesse respondido o que eu queria. Ainda não terminei com você." Sua provocação mexeu com meus sentidos. Eu a queria de novo. Em um momento insano da minha mente, levantei meu corpo e peguei Kristen no colo. "Acho que deveríamos tomar um banho, não acha?"
"Me solta, porra!" Sua fúria de gatinha só me fez gargalhar. Eu estava estranhamente feliz com isso.
Subi as escadas rumo ao banheiro do segundo andar com ela se debatendo nos meus braços. Com medo de ela cair, joguei seu corpo nu nos meus ombros, fazendo seus braços baterem nas minhas costas.
"O que você está fazendo, seu idiota? Me solta!" Eu continuei a rir, desta vez já entrando no banheiro. Abri o chuveiro e a coloquei no chão. Como Kristen continua a se debater, quase caímos no box. A água quente bateu em meu corpo, mas nada disso fez aliviar minha ereção. Eu queria muito entrar nela de novo.
"Rob... por favor." Sua voz saiu quase como um lamento, fazendo minha necessidade por ela ser ainda maior, se isso fosse possível. Mesmo ela tendo parado de gritar e espernear, seus braços ainda me empurravam. Peguei suas mãos e coloquei acima da sua cabeça.
"Caralho... eu ainda quero estar dentro de você." Minha outra mão, livre, foi passeando por seu corpo, fazendo-a rebolar. A água agora nos molhava, e como eu sabia que ela estava toda melada pelos nossos sucos, passei a mão no sabonete e fui direto à sua boceta linda que me chamava. Kristen estava dançando na minha frente, rebolando. Porra, ela parecia uma dançarina do sexo.
"Isso, vai, rebola pra mim... mexe assim".
"Eu não quero... me deixa..." Sua voz saiu gemendo, o que levou o resto do meu controle. "Nada disso. Eu já disse: Eu ainda não terminei com você." Levantei uma das suas pernas, encaixando na minha cintura. Kristen começou a ofegar, olhando para baixo, onde nossos corpos quase se encaixavam. Dei um gemido, pois segui seu olhar e vi meu pau pulsando, louco para se afundar nela novamente. Abaixei meu corpo para ficar na sua altura e gemi quando rocei na sua entrada.
"Eu preciso fazer isso de novo. Eu não consigo..."
Eu estava parecendo um fraco, implorando para entrar nela. Mas tudo era insano mesmo. Soltei seus punhos e ela automaticamente trouxe as mãos aos meus cabelos. Enquanto eu segurava sua perna com uma mão, com a outra segurei meu pau e fui passeando na sua boceta, que pulsava também. "Cristo, mulher, o que você está fazendo comigo..." Não consegui terminar a frase, pois já escorregava para dentro dela de novo. E o contato foi ainda melhor que o primeiro. Ela ainda estava apertada, mas meu pau deslizou lentamente para dentro dela, arrancando gemidos de nós dois. Isso era tão foda! Nada fazia sentido nesse momento, a não ser o tesão que eu sentia. Eu precisava senti-la, mas, ao mesmo tempo, eu tinha dúvidas. Que coisa mais doentia desejar tanto uma mulher que tinha me abandonado, com um filho meu na barriga?
Tomado pela fúria com esse pensamento que atravessou minha mente, comecei a estocar nela muito forte, levantando seu corpo, que se moldou ao meu. Ela me abraçou com suas pernas, enquanto seus braços ora me seguravam pelos ombros, ora me puxavam pelo cabelo.
"Oh Deus... Rob..."
"Isso... porra. Diz que você está gostando... fala pra mim que vai gozar no meu pau, porra!"
Seu corpo se chocava com a parede, fazendo dos nossos ruídos uma música maravilhosa aos meus ouvidos. Eu urrava de prazer, Kristen gemia e falava meu nome, e seu corpo batendo na parede enquanto a água corria por nós estava me levando à loucura. Eu não me controlaria. Senti meu pau tremer dentro dela. Caralho, eu ia gozar. Fechei meus olhos para segurar meu clímax.
"Oh... porra... eu... eu vou gozar... oh, Rob!"
Sua voz era quente como o inferno em mim. Suas paredes tremeram e morderam meu pau, fazendo meus olhos rolarem de prazer. Eu precisava de mais. Encostei seu corpo na parede e, como um desesperado, forcei ainda mais a sua entrada, entrando e saído dela quase com violência. Ainda sentia suas paredes me apertando quando, depois de um grito quase desesperado, me derramei novamente dentro dela.
Eu arfava tentando controlar minha respiração. Kristen estava encostada em mim, com seu corpo trêmulo. Fechei os olhos tentando voltar para a realidade, quando fui surpreendido por sua risada irônica. O quê...?
"Eu não sabia que você estava tão desesperado por sexo, Rob. Você percebeu que quase implorou?"
Filha da puta. De onde ela tirou isso?
"Você está maluca, porra?" Me afastei dela e meu corpo se retesou quando me retirei de dentro me ignorou e começou a passar sabonete pelo corpo e, principalmente, no meio das suas pernas. Minha respiração já estava rápida. "De onde você tirou isso?"
"Hum..." Ela começou a cantarolar. Isso mesmo! Can-ta-ro-lar! "Da quantidade de esperma dentro de mim? Ou seria das suas palavras anteriores? Como foi mesmo? Ah... lembrei: Eu preciso fazer isso de novo. Eu não consigo..."
Meu Deus. Quem era essa mulher? Onde estava a Kristen que eu conhecia?
"Porra, quem é você? No que você se transformou, garota?"
"Você não sabe nada da minha vida! Saia da minha frente!"
Isso não ficaria assim! Quem ela pensava que era? Eu sempre acabei com ela. Kristen sempre pedia para descansar. Puxei seu corpo em minha direção, ela toda ensaboada, e fiz uma pequena prisão com meu corpo, ainda debaixo d'água. "Acho que seus anos longe esqueceram algumas coisas, gatinha... além da minha enorme disposição pra sexo... eu nunca me canso. Você quer me testar, é isso?"
"Solte-me!"
"Sua provocadora do caralho... é só isso que você sabe falar?" Saí puxando seu corpo todo molhado, saindo do banheiro e indo para o seu quarto que eu conhecia tão bem. "Você me provoca, fala o que quer e pensa que vai sair assim sem ser punida? Não, delícia... voltando ao que eu disse antes: Eu ainda não acabei com você".
Ela se debatia e gemia alguns protestos, mas percebi que os bicos dos seus seios já estavam apontando pra mim. E, em uma lógica distorcida, percebi que as nossas brigas aumentavam ainda mais a minha excitação. Não tinha nem dez minutos que eu tinha gozado loucamente com ela e eu já estava duro de novo. Mas ela ia me pagar.
"Algumas coisas eu me lembro tão bem, amor. Eu ainda lembro como fazer você implorar." O veneno escorrendo pelas minhas palavras.
"O que você quer dizer com isso, seu pervertido?"
"Você ainda esconde aquelas algemas de borracha no assoalho, Kristen?"
Enquanto eu agarrava seu pequeno, mas movimentado corpo, percebi que ela paralisou com meu comentário. Kristen ficou me olhando, pasma, com a boca abrindo e fechando, o que me deu tempo de bater próximo do lugar que me lembrava e, com três batidas aleatórias, encontrei a tábua solta e peguei a algema cor de rosa que um dia usamos para testa a sua resistência.
Meu olhar de vitória acabou com seu estado de letargia. Ela avançou pra cima de mim, mas com uma cara surpresa e um pouco temerosa. "Como? Quer dizer... nem eu me lembrava mais disso. Você...?"
"Você vai pagar caro as suas palavras no banheiro, Kristen."
E, em um único gesto, peguei seu corpo e joguei na cama. Antes que ela reagisse, o que foi ótimo pra mim, eu prendi seus dois pulsos na cabeceira da cama.
"Me solte! Você não tem esse direito! Eu não sou mais a sua namoradinha que faz joguinhos com você".
Parei e olhei em direção ao seu rosto. Eu conhecia essa menina a vida inteira e isso me afetou um pouco. Onde estava a menina meiga e desinibida que conviveu comigo? Que, inclusive, me dizia que amava ser a minha namoradinha ninfeta? Resignado, me aproximei do seu corpo e com um forte suspiro, pensei em soltá-la. O que eu estava fazendo, meu Deus? Eu precisava conversar com ela sobre a nossa situação e definir sobre meu filho e aqui estava eu, como um animal no cio, fazendo-a se render aos meus instintos sexuais.
Passei os olhos pelo seu corpo e quase gemi em frustração, por perceber que ela continuava gostosa pra caralho e, mesmo que estivesse com essa culpa me corroendo, meu pau não desistia. Filho da puta traidor.
Minhas mãos passearam pelas suas coxas, subindo pela lateral das suas costelas e na lateral dos seus seios. Eu queria aproveitar só mais um pouquinho antes de soltá-la, mas ao olhar seu rosto, Kristen estava de olhos fechados, com a respiração pesada e segurando os lábios para não gemer. Ela nem se debatia mais. O que eu podia fazer? Apesar das suas palavras duras, eu sabia que seu corpo me queria. Eu só precisava fazê-la admitir.
Comecei a me ajeitar sobre seu corpo, lentamente, como nos velhos tempos. Eu não encostava nela, somente com minha língua. Fiz praticamente todo o caminho que tinha feito com as mãos. Eu era um filho da puta obsessivo. Ela tinha me dito para parar, ou, pelo menos, foi isso que entendi. Meu cérebro gritava para eu soltá-la, mas meu corpo e meu pau não me obedeciam. Circulando o bico do seu seio, eu a ouvi gemer. Meu coração começou a martelar dentro do meu peito e fiquei ainda mais duro, se isso fosse possível. Seu peito subia e descia, mas ela não falava nada. Eu sabia jogar pesado também e a faria engolir suas palavras.
"Eu sei que você não é mais minha namoradinha... mas você realmente quer que eu pare?" Dei uma lambida no seu maxilar e passei a ponta do meu pau dolorido na sua entrada. "Diga-me, Kristen. Eu não ouvi você me dizer que não quer".
"Me... solte!" Sua voz saiu quase gemendo, principalmente porque minha língua passeava por seu seio.
"Tsk... tsk... palavras erradas. Eu quero ouvir assim: Eu não quero seu pau dentro de mim. Fala, Kristen, você agora ficou bastante corajosa. Eu vou continuar aqui, te torturando até você falar".
"Nãooo... oh... puta merda! Você não... nãoooo." Ela rebolava na cama e eu comecei a sorrir. Fui descendo minhas lambidas até chegar ao meio das suas pernas. Afastei as duas e me posicionei no meio, enlaçando com minhas mãos, ficando abraçado às suas coxas. Pareciam tão malhadas. Com uma das mãos abri seus lábios depilados e soprei bem no centro. Kristen gemeu e jogou o corpo pra cima, segurando mais um gemido.
"Se você não vai pedir pra eu sair, vamos mudar um pouquinho a brincadeira. Eu vou ficar torturando você até você decidir. Estou cansado de ouvir as palavras: me solte, idiota, ou imbecil. Agora eu só quero ouvir assim: Eu não quero seu pau em mim, Rob... ou..." Dei uma lambida e suguei todo seu mel delicioso que já escorria pelas suas coxas. "Eu quero você dentro de mim, Rob. E então, estamos combinados?"
Eu sabia que isso era injusto. Eu não tinha o direito de forçar isso, mas eu não conseguia pensar e, menos ainda, me condenar por isso. Poderiam até me processar por assédio, ou qualquer outra coisa, já que estava na casa de um policial, chupando e lambendo sua filha amarrada, mas eu não queria saber. Eu precisava exorcizar tudo o que ela me fez passar durante todos esses anos.
Chupei seu clitóris e mais um gemido saiu dos seus lábios. Seu corpo estava trêmulo, mas ela não se rendia. Comecei a lamber mais lentamente, enquanto ela se contorcia. Eu queria muito me afundar nela, mas eu precisava ouvi-la me pedir.
"Oh meu... meu Deus, Rob... isso é... caralho!"
"O que, delícia?"
Enfiei um dedo dentro dela, que foi engolido rapidamente. Porra, ela ficava cada vez mais molhada. A minha língua começou a fazer os mesmos movimentos que meu dedo e sua respiração estava ainda mais rápida.
"Por favor... eu..."
Eu não queria parar. Se ela me pedisse pra sair, eu não respeitaria. Ela podia ter mudado, mas seu corpo ainda me queria. Eu sabia. Eu tinha transformado Kristen em mulher e a conhecia como ninguém. Aumentei a pressão, colocando mais um dedo e aumentando a pressão da minha língua também. Quando percebi que seu corpo começou a convulsionar, parei os movimentos e olhei em seu rosto, vitorioso.
"Você quer gozar, gatinha? Não sem admitir primeiro".
Seus olhos abriram famintos em minha direção, mas ela continuava a morder os lábios, com medo de falar. Levantei meu corpo e, de joelhos, comecei a me masturbar, olhando diretamente pra ela.
"Você está tão gostosa, Kristen. Eu poderia ficar aqui olhando essa bocetinha linda e me tocando até você pedir. E então?"
Meus movimentos eram lentos e percebi que seu olhar seguia minhas mãos. Com meu sorriso mais sacana, cheguei mais perto e enquanto massageava meu pau, a pontinha encostava na sua entrada, quase sendo engolido. Eu me segurava, mas, caralho, estava ficando difícil. Mas, pelo pouco tempo que estivemos aqui, eu não podia me render. Ela tinha que implorar, senão ela viria vitoriosa sobre mim novamente.
"Rob... eu..." Ela lutava. Dava pra ver. Sua língua passeou pelos seus lábios, o que me fez gemer. "Eu... por favor..."
"Por favor o quê?" Minha voz estava rouca de desejo. "Fala o que você quer".
"Eu quero, muito... eu quero seu pau dentro de mim".
Quase gozei só de ouvi-la. Fechei os olhos e me empurrei para dentro dela, só um pouco. Aproximei meu corpo e fiquei meio que dançando, louco de desejo por cima dela. "Repete, gatinha... acho que não ouvi".
"Oh Deus..." Eu entrei mais um pouco. "Por favor, eu não estou agüentando. Faça-me gozar, Rob! Eu quero você dentro de mim. Vai logo, porra!"
Eu quase gargalhei, mas minha felicidade ficou presa na minha garganta quando entrei dentro dela por inteiro. Caralho, eu me perdi. Meu corpo ia e voltava lentamente, deliciado pela sensação. Era muito bom. Como eu consegui viver sem isso?
Coloquei minhas mãos na cabeceira da cama, me impulsionando ao seu encontro. Seus olhos estavam fechados, mas sua boca soltava alguns lamentos. Seus braços estavam balançando e percebi que seus pulsos já estavam vermelhos. Eu queria mais dela. Ela precisava admitir que me queria, tanto quanto eu.
"Kris?" Sussurrei no seu ouvido, quando eu entrava nela novamente. "Olhe pra mim".
"Sim?" Seus brilhantes olhos azuis estavam cegos de desejo. Provavelmente iguais aos meus.
"Você quer que eu te solte?" Segurei em seus cotovelos e me empurrei novamente. "Você quer me empurrar pra fora do seu corpo, gatinha?" Sorri com o comentário e, mesmo sendo irônico, gemi com mais uma rebolada dela. Porra, ela estava muito gostosa.
"Sim... eu quero que você me solte... ohhh... eu quero... eu quero apertar você em volta de mim".
Ainda dentro dela, com pequenos movimentos, peguei a chave no chão e soltei seus pulsos. Ela gemeu de satisfação e, no mesmo instante, seus dedos passearam pelo meu cabelo. Suas unhas foram descendo e arranhando minha nuca. Minhas estocadas aumentaram conforme suas mãos desciam pelo meu corpo. Eu gemi, desesperado, quando suas mãos pousaram na minha bunda. Porra, ela não faria isso... não...
"Vem, Rob... mais forte... eu preciso..." Suas mãos apertaram minhas nádegas e, segurando com força, suas pernas abriram ainda mais, me permitindo entrar profundamente dentro dela. "Oh... caralho... sim... por favor".
"Kris... vem, delícia... vem comigo".
Eu estava muito perto. Com sua aceitação e sua vontade de se entregar, minha sanidade foi para o espaço. A nossa dança era desesperada, consumida e longe de saciada. Levantei meu corpo, forçando ainda mais os movimentos. Eu tinha que derrubar seus suas paredes tremerem e Kristen começou a tremer, seus olhos ficaram opacos, perdidos no clímax. Eu estava delirando. A profundeza do seu orgasmo me levou para uma época distante e só nossa. Eu sucumbiria junto com ela.
"Oh, porra... oh... Vida, sim, eu estou... eu vou gozar".
Eu fui engolido por um mar de sensações e prazeres há muito tempo esquecidos. Ela me chamou pelo meu antigo apelido. Vida. Ela sempre me chamava assim. Eu não me controlei e fui junto com ela, pela terceira vez. Desabei sobre ela, mas o meu medo de machucá-la fez com que meu corpo caísse para o lado. Kristen deu um longo suspiro, ao mesmo tempo, soltou uma risada. Eu já esperava por qualquer coisa vindo dela.
"Acho que agora você já pode dizer que acabou comigo... gatinho".
Kristen estava ressonando ao meu lado. Eu estava em tal estado de estupor que não conseguia explicar. Ao mesmo tempo em que estava sonolento e cansado, minha mente trabalhava freneticamente. Tantas coisas para serem explicadas. Eu tinha mudado, ela tinha mudado. E agora eu estava aqui, enrolado entre seus braços e pernas, depois de uma noite de sexo sem ter qualquer idéia do que seria da minha vida e da minha família de agora em diante.
Sorri para o escuro, pensando em como eu tinha sido estúpido em pensar que minha volta para Forks seria temporária. Tanta coisa mudou. Principalmente nos últimos três dias. Eu agora era pai de uma criança linda e tinha... Kristen.
O nosso relacionamento nunca foi calmo, ou certinho. Tínhamos algo profundo. Mas, ao olhar para ela, eu não conseguia parar de pensar em toda a dor que ela já tinha me causado. E, por quê? Isso era a próxima coisa que eu tinha que entender.
Tateei no escuro à procura das minhas calças. Lembrei que estava tudo na sala da sua casa. Eu precisava saber que horas eram, afinal, eu ainda estava na casa de um policial e não pretendia deixar meu filho órfão logo. Consegui achar um relógio e descobri que já passava das quatro da manhã. Eu precisava ir embora."Kris?" Sussurrei no seu ouvido, sentindo meu corpo despertar somente ao falar seu nome. "Linda, acorde".
"Oi... eu estou sonhando?"
Sorri com seu comentário. Mais uma coisa que ela falava quando eu a despertava.
"Não, linda. Eu estou aqui, mas..." Mordisquei sua orelha. "Preciso ir".
"Por quê?" Seu corpo se voltou pra mim. "Tem outra mulher te esperando?"
"Você foi suficiente esta noite, meu bem." Mordi seu lábio. "E eu ainda não me cansei de você." Lambi da sua mandíbula até seu ouvido. "Mas eu tenho amor à vida e seu pai..."
"Porra, Rob!" Ela sentou em um salto totalmente desperta. "Que horas são?"
Apoiei a cabeça em um braço e com a outra mão passei pelos seus seios. "São quatro da manhã".
"Meu pai vai chegar daqui a alguns minutos, você tem que ir embora".
"E se eu não quiser?" Olhei divertido e desafiador em sua direção.
"Então eu tenho que lhe dizer que ele ganhou uma nova pistola semi-automática do Departamento de Polícia e que dispara muitos tiros e tem infravermelho. Vai ficar?"
Eu posso ser bonito, legal e desinibido. E também muito corajoso. Mas nesse momento eu tinha amor à minha vida. Levantei na mesma hora e desci as escadas correndo e peguei as minhas coisas, começando a me arrumar. Coloquei minha boxer e minha calça, mas peguei o resto das coisas e voltei para o quarto.
Longos segundos depois, minha mente voltou a todas as dúvidas que assolavam minha cabeça. Eu tinha que saber tudo o que aconteceu com ela e com meu filho. "Kristen?" Esperei que ela me olhasse. Ela tinha acabado de colocar uma camisola curta e passado as mãos pelos cabelos ao dirigir seus olhos para mim. Eu estava de calça e com minha camisa nas mãos.
"Você sabe... nós temos que conversar".
Com um longo suspiro resignado, eu a acompanhei se arrastar até a cama e sentar em posição de Buda e me olhar longamente. "Sim, Rob. Eu sei disso".
"E?" Levantei minha sombracelha. "Quando será esse dia? Eu espero que seja o quanto antes".
"Eu achei que hoje você tinha vindo para conversar." Ela me olhou irônica. "Não era isso que você dizia todas as vezes que apareceu aqui?"
Cretina. Cerrei os olhos para seu comentário sarcástico. "Bom..." rodeei o quarto e me aproximei dela, pairando sobre seu corpo, "não tenho culpa se você ficava toda me seduzindo com histórias de anjos, chocolates sexy e taças de vinho. Eu vinha com as melhores das intenções..." Suguei seus lábios, arrancando um gemido seu. "Mas o seu lado devassa me ajudou a esquecer do assunto." Segurei um dos seus seios, passeando com o polegar no bico que já estava me chamando.
"Rob... pare..." Sua cabeça caiu para trás, totalmente entregue.
"E seu eu não quiser... e se, na verdade, eu não tiver saciado minha vontade de você?" Com a outra mão, fui subindo pela sua coxa, encontrando o paraíso já encharcado. Porra, ela já estava tão molhada.
"Rob... temos que manter nossas mãos longe... pelo menos até eu te contar... tudo".
Meu dedo passeava pela sua entrada, arrancando um gemido de necessidade ímpar novamente. E, puta merda, eu já estava duro novamente.
"Você está tão molhada, Kris... só um pouquinho, vai." Minha mão que estava no seu seio, veio direto para o meu pau. "Olha o que você faz comigo, linda... eu não sou de ferro. E essa sua bocetinha molhada... Cristo!"
Ela começou a rebolar sentada, enquanto abria minha calça com uma das mãos. Eu sabia que era arriscado, o pai dela podia subir a qualquer momento, mas eu não estava agüentando. Só retirei minha dura ereção e os olhos da Kristen vieram direto para a minha virilha.
"Rob?" Seu olhar de cobiça aumentou minha adrenalina. "Eu quero te pedir uma coisa..." Porra, ela tinha que lamber os lábios e esticar a mão em minha direção? Eu gozaria só com sua intenção. Passei a me masturbar um pouco mais forte, enquanto ela abria as pernas e se aproximava da cama. Meu corpo foi automaticamente em sua direção.
"Eu quero... provar você. Já passou tanto tempo..."
Eu não conseguia falar nada, minha mente nublada pela emoção. Sua mão delicada, mas decidida, agarrou meu pau, arrancando um gemido meu. Porra, ela vai me tomar em sua boca!
Parei de alisar minha ereção no mesmo instante que ela começou. Lambendo os lábios, sua língua veio sedenta, alcançando meu pau e chupando lentamente. Joguei a cabeça para trás, enquanto apoiava minhas mãos nos seus ombros. Ela estava me levando à loucura. Sua boca chupava forte enquanto ela gemia. Eu estava em êxtase. Há muito tempo eu não sentia essa sensação fora do corpo. Ela sabia me conduzir e me fazer esquecer a porra do mundo. Enquanto uma mão segurava próximo da minha virilha, a outra brincava com minhas bolas. Eu queria mais. Eu precisava de mais. Minha mão foi em direção aos seus cabelos, adicionando mais movimento ao que já estava perfeito. Eu não ia demorar.
"Porra! Porra! Sim... eu não vou agüentar!"
Rolando os olhos, meu corpo começou a tremer. Não dava pra segurar. Tentei tirar sua boca, mas ela me chupou mais forte, levantando os olhos para um pedido mudo, mas cheio de desejo. Ela queria tudo e isso, caralho, eu daria."Kris... caralho... eu vou gozar!"
Eu vim forte. E como isso seria possível, pois passei a noite me derramando dentro dela? Meu clímax chegou em forma de urros, enquanto eu apertava seus ombros, tanto para me equilibrar, quanto para me trazer de volta à terra. Ela sugava e chupava quase desesperada, não desperdiçando nada. Trôpego, fui para trás e caí na cadeira do outro lado do respiração estava descontrolada. Eu não conseguia nem abrir os olhos, até sentir sua presença próxima. Abri um dos olhos para encontrar o rosto divertido e vitorioso dela.
"Acho que lembrei de tudo".
"Aham... eu acho que sim".
"Agora, meu bem, você precisa ir, antes que papai Charlie chegue e veja essa cara de satisfação que você está".
O que eu podia fazer? Se ela estava usando o sexo para me distrair, conseguiu. Nada passava pela minha cabeça e, ainda cambaleando, levantei e voltei a colocar minha roupa.
"Você... isso... isso não vai ficar assim, viu?"
Sua risada musical ecoou pelo quarto. "Lógico que não, Rob, mas não agora. Daqui a pouco vai amanhecer e seus pais vão trazer Masen, lembra? Nosso filho é uma bola de energia".
Nosso filho. Foi a primeira vez que ela disse essas palavras. Minha boca abria e fechava, enquanto ela me empurrava para fora do seu quarto. Ela tinha dito nosso filho!
Descemos as escadas sorrindo. Eu tinha tanta coisa pra falar com ela, mas agora não era o momento. Definitivamente eu estava mesmo brincando com a sorte se Charlie me pegasse aqui. Eu precisava ir embora.
"Então é isso? Você está definitivamente me expulsando?" Consegui encontrar a minha voz na porta da sua casa.
"Não. Eu estou salvando a sua vida." Ela sorria. "Vá pra casa e descanse e mais tarde a gente conversa... de verdade".
Sorri e dei um beijo estalado na sua boca. Eu não conseguia segurar meu sorriso. O dia ainda estava pra amanhecer, mas parecia que eu via luzes por todos os lados. Assim que saí da sua casa, um vento gelado bateu no meu rosto, me fazendo voltar pra realidade. Apertei o casaco em meu corpo e virei em sua direção. Ela estava linda na porta, enrolada em uma manta com um sorriso de menina. A linda menina que conheci há muito tempo atrá uma pequena corrida de volta, arrancando um olhar surpreso dela. Agarrei seu rosto e dei um beijo rápido, mas ainda cheio de desejo.
"Eu volto, ouviu? Ainda não acabei com você, gatinha".
Ela riu, jogando a cabeça pra trás. "Você nunca tem jeito, seu pervertido?"
"Não." Dei mais um beijo nela e corri até meu carro. Comecei a cantarolar a música que ela cantou no chuveiro. Antes de dar a partida, ainda consegui visualizar seu rosto sorridente, mas cheio de segredos e promessas.
Eu ainda tinha muitas coisas para acertar com essa atrevida!
Nota das Autoras Mais Furonas e Atrasadas do Mundo:
Oii amores
Não adianta qualquer desculpa que eu dê por esse tempo longo sem postar. Sei que esperaram bastante.
Entretanto quero que saibam de coração, que independente do tempo ou dos problemas que enfretamos, eu e Neni JAMAIS iremos abandonar a fic... quer dizer, a principio... né?..rs
Bom, muito obrigado MESMO, por tantas reviews... quero dizer que leio todas, de coração.
Eu e Neni ficamos emocianadas com a quantidade de pessoas que nos acampanham, nos motivam e até as que nos cobram... acho super. Isso mostra que a nossa história agradou vocês.
E como um "presente" antecipado, resolvemos postar UMA parte do capitulo.
Primeiro, porque ele não está finalizado *ainda falta o final bombástico né?...rs* e segundo é que não queriamos deixá-las esperando até a quarta-feira...
e SIM a outra parte vem na quarta...
Nesse capitulo o Rob é o ... Rob! eu adoro as coisas que ele fala e FAZ ! LÓGICOOO *diz a autora quase morta depois desse castigo na Kris..rs*
Mas ainda teremos fortes emoções na segunda parte... queriamos voltar de uma forma impar. Eu acho que ficou muito bom né?
Quero agradecer também as nossas fofas do orkut, que sempre estão nos apoiando e upando... assim como essas reviews lindas, com várias teorias e pensamentos sobre a história.
Os gêmeos agradecem...rs
Enfim... Entre Irmãos está de volta... com todo amor, carinho e logicoooo, muitos lemons.
Na quarta-feira postaremos a segunda parte do delicioso Rob... e na outra quarta, será nosso lindo e atormentado ED no capítulo 33.
O que será que acontece com ele depois que a Bella diz que acabou hein?
Qual a reação dele ao ver a Bella com o James? tantas dúvidas...rs
Muitas beijocas em todas
Titinha
Oi meninas, eu estou sempre nas notas... pq eu adoro falar... e pq eu adoro explicar.
Eu e a Titinha tivemos vários contra-tempos, que nem adianta contar agora. O importante é que no meio de toda essa salada que é a nossa vida
conseguimos nos unir novamente. Sem a Titinha não tem EI... pq só eu sei como ela tem idéias ao telefone.
Então... agora que estamos nos falando todo dia novamente... TEM ENTRE IRMÃOS novamente.
O 32 Parte 2 (parte boaaaa) vem na quarta e eu mesma já comecei o 33 POV Ed que virá na semana que vem.
Espero que vcs não tenham desistido de nós, pois estávamos com saudades de postar aqui. Eu e Titinha lemos todas as reviews, quem deixou email nós mandamos resposta.
Obrigadoooooo mesmo e até quarta. Com Entre Irmãos e Parachute.
Irene
