Disclaimer – Aviso legal 1. As pessoas aqui citadas, como Misha Collins, Jensen Ackles, Sebastian Roché, Jared Padalecki, entre outros, são atores conhecidos, exceto por alguns personagens quadjuvantes que criei. Apenas uso essas pessoas para escrever, sem o objetivo de ferir ninguém; esses atores sequer sabem desta fic e eu não lucro absolutamente nada com o que grafo, a não ser pelos reviews carinhosos e por toda interação que tenho com meus leitores.
Disclaimer – Aviso legal 2: Há conteúdo homossexual na história. Slash (relação entre dois homens), e threesome (relação com três pessoas, aqui, no caso, três homens). Se não gostar é só fechar a página. Aos que apreciarem o estilo, desejo bom divertimento!
Disclaimer – Aviso legal 3: A história se passa em um universo alternativo, em uma universidade da Califórnia. Há, também, a casa estudantil, onde a maioria dos jovens ficará. E aviso a quem se acostumou a ler minhas fics, que essa terá capítulos pequenos. Portanto, se preparem para uma longa história, rsrssrsrsrs.
Disclaimer – Aviso legal 4: Saliento, aqui, também, que há uma curta cena de tentativa de estupro e que há, no decorrer dos capítulos, abuso de drogas, tanto lícitas quanto ilegais; serão poucas cenas, então não venham me xingar, rsrssrsrs.
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Título: Lutar para vencer
Autora: Vanessa W. Mutuca
Beta: Minhas fics são betadas pelo querido CassBoy, porém esta não foi ainda, o que não quer dizer que ele não me dê sugestões depois.
Classificação: NC-18. Slash, entre outras coisinhas já informadas nos avisos. Favor lê-los com atenção.
Sinopse: UA. Um jovem faz letras, quer dar aulas de inglês; outro, cursa direito e conhece muitas pessoas, principalmente na área de letras; quanto ao terceiro, é professor de literatura inglesa. Suas vidas se cruzarão? Leia para saber como!
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Nota da autora: Importante). Quando chegar a parte em que o Misha tocará um instrumento musical, dêem play aqui (Nickelback): (*h*t*t*p*:*/*/*w*w*w*.*youtube*.*com*/*watch*?*v*=*qqU9-0uuGAU**
Espero que aproveitem a leitura! No fim tem uma dedicatória simples, mas espero que a pessoa goste dela. Ah, e não se esqueçam de tirar os asteriscos do link!
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Capítulo 5.
O moreno dos olhos azuis acordou com uma sensação bastante peculiar. Parecia que fios rodeavam seu corpo, principalmente o tórax. Piscou algumas vezes para focar a visão no lugar em que se encontrava e se deu conta de que o tocador de música que pegou na noite anterior para se distrair estava próximo ao seu braço. Não se tratavam, portanto, de vários fios, mas sim apenas de um. Riu baixo da situação na qual despertou e desligou o mp4. Precisava sair do cubículo que dormia para comer alguma coisa.
Lembrou-se de que, no dia anterior, não comprou nada que pudesse adjetivar como alimento ideal, devido ao pouco tempo que teve. Então Collins resolveu verificar se ainda tinha alguma sacola com seu nome no congelador. Não queria ter de sair para almoçar fora, porque, ao consultar as horas, levou um susto ao saber que passava das duas da tarde.
Abriu a porta do quarto e caminhou em direção à grande cozinha. Pegou um copo, o encheu de água e sorveu o líquido em apenas um gole. Em seguida, foi até o congelador e constatou, com um sorriso no rosto, que a lasanha de frango com vegetais que comprara ainda estava lá. Tirou-a do eletrodoméstico e depois da caixa, para poder colocá-la em um prato a fim de aquecê-la. Ligou o forno microondas e esperou que a refeição ficasse pronta. Não era das melhores, mas pelo menos não comeria hambúrguer outra vez.
Dez minutos depois, a retirou do aparelho já quente. Sentou-se na enorme mesa e passou a se alimentar. A fome era tamanha – e ele nem sabia disso –, que logo precisou se servir novamente. Quando foi sentar de novo, se surpreendeu ao escutar a seguinte questão:
– O gayzinho da casa estudantil acordou tarde, por que estava dando pra alguém... – o observou e riu debochado. – Quem foi o puto que comeu você? – tratava-se de Andy, colega de Jensen no curso de direito.
Misha, porém, não lhe deu a mínima atenção e sequer respondeu. Continuou quieto a fazer a refeição, embora se lembrar de quem era aquele sujeito encrenqueiro o fizesse se recordar das contraditórias sensações que desfrutou na companhia de Ackles. Afastou tais idéias e se levantou para lavar o prato no qual comeu.
– Que eu saiba não é surdo e muito menos mudo, idiota – rosnou o rapaz.
– Eu não fiz nada disso e, convenhamos, você não tem que saber da minha vida pessoal – respondeu, o tom calmo saiu com muito esforço. Deu as costas para o outro, que decidiu agir.
Andy tinha um comportamento bastante violento, principalmente quando abusava no consumo de cocaína. E como nunca gostou de pessoas homossexuais, fazia questão de deixar isso bem claro quando a droga o encorajava. Segurou o moreno pelos ombros e lhe tomou o prato das mãos, apenas para empurrá-lo e arremessar o objeto no peito dele. Como não se deu por satisfeito, o encrenqueiro o acertou com um forte soco, que atingiu em cheio o lábio inferior do calouro.
Assustado, Collins tentou recuar, entretanto caiu em cima dos vários cacos de vidro existentes ali. Acuado e sem poder pedir auxílio, o estudante de letras fechou os olhos com força. Temia pelo pior e, por incrível que pareça, a dor e o forte fluxo sanguíneo em sua boca não o ajudavam a ficar de pé para, ao menos, poder revidar.
O auxílio, no entanto, chegou. E veio pelas mãos de Jensen, exatamente como no primeiro dia de Misha na casa estudantil. Só que, dessa vez, Ackles foi mais rude com Andy do que o que fora com Jared, até porque Padalecki não agrediu o calouro de maneira estúpida. Sem dizer palavra, o loiro socou o colega de curso repetidamente, até que o mesmo fugisse.
– Tudo bem, vai ficar tudo bem... – falou, ao passar um braço pelas costas do moreno para levantá-lo do chão. – O corte foi feio, mas acho que não precisará dar pontos.
Jensen o carregou ao próprio quarto e o deitou em sua cama. Depois buscou uma mochila preta no cômodo de um amigo – que cursava medicina –, a qual continha utensílios necessários para fazer um curativo no local. Voltou ao lugar em que deixara o menor e, sem lhe dirigir a palavra, fechou o ferimento com precisão.
– Obrigado. Eu ia tentar reagir, mas...
– Shhhh, tudo bem – tocou de leve, com o dedo indicador, nos lábios de Collins, como a lhe pedir que não dissesse nada. – O babaca não foi longe, pode ter certeza.
– O quê? – o moreno não entendeu o comentário do maior, mas quando escutou um barulho semelhante a socos e uma voz bastante forte, teve alguma idéia do que acontecia.
Logo após cessar os sons, Misha observou que um homem mais baixo do que Ackles adentrou o quarto. Mostrava-se preocupado com o jovem que foi agredido e passou ali para saber como ele se sentia.
– Pegou o cretino? – perguntou o loiro ao recém-chegado.
– E você tem dúvidas de que não? – o futuro advogado riu e balançou a cabeça em uma negativa. – Inclusive já limpei a cozinha... E então, esse é o rapaz que meu priminho bateu? – O tom de voz se tornou irônico ao citar que Andy e ele eram familiares. Quanto à questão feita a respeito do estudante de letras, o maior assentiu uma vez mais.
O moreno analisou o homem parado próximo à porta de entrada do pequenino cômodo com genuína curiosidade. Não conseguia acreditar que aquele sujeito educado tinha algum parentesco com o baderneiro.
– Meu nome é Mark Sheppard. Curso ciências políticas, estou no segundo semestre. Muito prazer – chegou perto da cama e estendeu a mão para o rapaz, que sentou e a apertou de imediato.
– Oi, sou Misha Collins, o prazer é meu.
– Eu lamento pelo que houve. Deram sorte de eu estar aqui, pois pude bater nele – comentou com um sorriso.
– O Mark morou aqui antes mesmo de todos nós chegarmos à faculdade. Ele cursou direito primeiro, por isso conhece a casa – explicou Ackles, notando o olhar interrogativo do menor.
– Como se conheceram? – quis saber Collins, mais à vontade.
– A festa dos calouros coincidiu com a dos formandos exatamente no ano que eu saí do meu primeiro curso e no que Jensen entrou – contou Sheppard, sentando ao lado do garoto de olhos azuis. – E desde então ficamos amigos. Temos nosso grupo de convivência. O Chad está no terceiro semestre de medicina, inclusive a mochila preta é dele; a Samantha Ferris faz engenharia; a Samantha Smith, enfermagem; o Jeffrey cursa física e é um doido; o Richard faz história; e o Mark Pellegrino degusta bebidas alcoólicas pelos bares da universidade, mas no fundo tem um bom coração e às vezes se lembra de que tem que ir às aulas.
Misha não pôde deixar de rir com a descrição rápida e ao mesmo tempo detalhada que o homem fizera dos amigos. Perguntou-se qual seria o curso do tal Pellegrino, no entanto achou por bem não fazê-la agora. – Devem ser pessoas legais, mesmo. Sabe... Eu sinto falta de companhia e... – sentia-se ridículo por dizer aquilo.
– Diga lá, rapaz. O que há?
– Sei lá, quero conhecer gente nova. Vocês têm aula à tarde?
– Sim, todos os dias, inclusive nos que resolvemos matar os períodos, por um motivo ou por outro. Vamos fazer o seguinte. Você cursa letras, ok? – o calouro assentiu. – Então me comprometo a ir ao seu prédio no intervalo da segunda para apresentar você aos meus amigos. O que acha?
– A idéia é excelente – comentou o moreno, um sorriso discreto nos lábios. – Ainda não creio que aquele menino lá na sala é seu primo.
– Sabe que eu também não... – os dois riram abertamente, enquanto Jensen colocava um cd de rock para tocar.
– Meu Deus... – consultou o relógio de pulso. – Tenho que ir para o meu quarto. Como sairei hoje à noite, não posso me atrasar – falou o estudante de letras. – Obrigado pela ajuda, amigos. Nos vemos depois.
– De nada, garoto – respondeu Mark. – Amanhã à tarde estarei aqui, caso queira conversar – despediram-se com um novo aperto de mão.
– Até, Jen – Misha tocou no ombro do loiro, que estava distraído em reflexões próprias.
– Tchau – disse, ainda temeroso em dialogar com o menor.
O calouro saiu do quarto e fechou a porta, deixando Sheppard e Ackles a sós. Os dois se encararam por alguns instantes, a fúria crescente estampada nos olhos castanhos do mais velho.
– Não consigo acreditar que você abusou dessa jóia de rapaz, Jensen – comentou, o tom sério, olhando-o com atenção.
– Ei, eu não abusei, cara. Só fui... Hum, digamos que... Afoito – justificou-se.
– Sei. Exatamente como um cachorro que quer foder a cadela a qualquer custo – retrucou.
– Será que da pra parar com o linguajar vulgar? Se ele não guarda mágoa de mim, por que tocar no assunto...
– Porque notei que você sequer chega no garoto. Vamos lá, Jen, se já lhe confessou que ama o Jared e, mesmo assim, vocês tiveram um envolvimento, não acha que seria bom se conversassem?
– É, pensando bem... – Ackles ponderou. –... Tem toda razão. Falarei com o Misha amanhã, sei que não foi certo o que eu fiz com ele, Mark. E quer saber, é isso o que me incomoda – contou.
– Então lhe diga isso, ora... Até porque, sejamos francos, o sujeito é de dar água na boca – comentou, em baixo tom.
– Você não presta, mesmo – rebateu o loiro, sentando na cama.
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O moreno entrou em seu quarto depois de um banho relaxante. Decidiu procurar a melhor roupa que tinha a disposição, mas considerou aquela uma tarefa difícil, afinal não tinha algo que julgasse apresentável. Um tanto nervoso pela expectativa do encontro, pegou uma calça jeans preta e uma camiseta azul-marinho pólo de mangas longas.
Largou-as em cima de um banquinho, pegou o violão que trouxera consigo, retirou-o da capa e passou a dedilhar algumas notas. Pretendia tocar alguma música para se acalmar, mas não sabia bem o quê. Foi então que se recordou da canção que cantara por diversas vezes junto com o seu irmão, Sasha, quando tocavam violão. E resolveu arriscar.
Far Away (Tão Longe), Nicckelback
This time, this place,
Misused, mistakes
Too long, too late
Who was I to make you wait?
Just one chance, just one breath
Just in case there's just one left
'Cause you know, you know, you know...
(Desta vez, este lugar,)
(Desperdícios, erros)
(Muito tempo, muito tarde)
(Quem era eu para te fazer esperar?)
(Apenas mais uma chance, apenas uma respiração)
(Apenas no caso de haver apenas uma restando)
(Porque você sabe, você sabe, você sabe ...)
No cômodo ao lado, Jensen baixou o som para escutar a melodia entoada por algum estudante que não sabia quem era. Mas reconheceu a voz ao prestar atenção na direção da música. Era Misha. Tanto Mark quanto ele permaneceram quietos a ouvi-lo cantar, embora estivessem com a porta fechada.
That I love you
I have loved you all along
And I miss you
Been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
And you'll never go
Stop breathing if I don't see you anymore
(Que eu te amo)
(Eu te amei o tempo todo)
(E eu sinto sua falta)
(Estive afastado por muito tempo)
(Eu continuo sonhando que você estará comigo)
(E você nunca irá embora)
(Paro de respirar se eu não te ver mais)
On my knees, I'll ask
Last chance for one last dance
'Cause with you, I'd withstand
All of hell to hold your hand
I'd give it all
I'd give for us
Give anything but I won't give up
'Cause you know, you know, you know
(De joelhos, eu pedirei)
(Última chance para uma última dança)
(Porque com você, eu resistiria)
(Todo o inferno para segurar sua mão)
(Eu daria tudo)
(Eu daria tudo por nós)
(Dou qualquer coisa, mas eu não vou desistir)
(Porque você sabe, você sabe, você sabe)
Ackles e Sheppard, maravilhados com a perfeição sonora em que a canção era executada, abriram a porta do quarto apenas para escutá-la melhor, já que o cômodo do moreno ficava ao lado e, para tornar tudo ainda mais fácil, Collins deixara sua porta aberta e nem se dera conta de tal fato.
That I love you
That I loved you all along
I miss you
Been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
And you'll never go
Stop breathing if I don't see you anymore
(Que eu te amo)
(Que eu te amei o tempo todo)
(Eu sinto sua falta)
(Estive afastado por muito tempo)
(Eu continuo sonhando que você estará comigo)
(E você nunca irá embora)
(Paro de respirar se eu não te ver mais)
So far away (So far away)
Been far away for far too long
So far away (So far away)
Been far away for far too long
(Tão longe (tão longe))
(Estive afastado por muito tempo)
(Tão longe (tão longe))
(Estive afastado por muito tempo)
Os dois estudantes pararam em frente ao quarto de Collins, que, por sua vez, estava tão concentrado no que fazia, que sequer percebeu que era observado. Eles conheciam pessoas que lidavam com música, porém jamais haviam visto alguém tocar com tamanha perfeição.
But you know
You know
You know
I wanted
I wanted you to stay
Cause I needed
I need to hear you say
That I love you
I have loved you all along
And I forgive you
For been away for far too long
So keep breathing
Cause I'm not leaving you anymore
Believe and hold on to me and, never let me go
Keep breathing
Cause I'm not leaving you anymore
Believe it Hold on to me and, never let me go
(Keep breathing) Hold on to me and, never let me go
(Keep breathing) Hold on to me and, never let me go
(Mas você sabe)
(Você sabe)
(Você sabe)
(Eu queria)
(Eu queria que você ficasse)
(Porque eu precisava)
(Eu preciso ouvir você dizer)
(Que eu te amo)
(Eu te amei o tempo todo)
(E eu te perdôo)
(Por ter ficado afastado por muito tempo)
(Então continue respirando)
(Porque eu não vou mais te deixar)
(Acredite e se segure em mim e nunca me deixe ir)
(Mantenha a respiração)
(Porque eu não vou mais te deixar)
(Acredite Segure-se em mim e nunca me deixe ir)
(Continue respirando) Segure-se em mim e nunca me deixe ir)
(Continue respirando) Segure-se em mim e nunca me deixe ir)
Somente quando acabou a canção, foi que notou que era aplaudido por duas figuras. Collins sorriu discretamente. Julgava-se tímido para tocar um instrumento considerado tão difícil por muitas pessoas na presença de outros jovens. Mas não pôde deixar de admitir que havia gostado do reconhecimento que recebeu.
– Desculpem se estava alto demais... Eu só queria cantar alguma coisa e...
– Não precisa se explicar, cara, foi perfeito – comentou Mark, que gostava muito de música e que entendia algo do gênero. – Por isso resolvemos ver quem era.
– Obrigado, amigos – o sorriso do estudante de letras era tão bonito, que os dois homens o olhavam sem parar.
– Bem, vamos indo. Até mais, garotão – disse o mais velho, que puxou Jensen pelo braço.
– Até logo – respondeu o moreno, com um sorriso divertido nos lábios.
O rapaz riu de lado com o modo com que era observado. Apesar de ser um tanto tímido e até certo ponto inocente, sabia muito bem identificar quando o miravam com desejo. E aquele era o caso tanto de Jensen quanto de Mark.
Consultou o relógio uma vez mais. Eram quatro e dez da tarde. Guardou o violão na capa e o colocou no canto em que estivera antes. Depois deitou um pouco para descansar e programou o celular para despertá-lo às seis horas. Ainda tinha de se vestir e de retirar da boca o curativo feito por Ackles, pois considerou um tanto chato aparecer com aquilo tão evidente logo no primeiro encontro.
Não demorou muito para que Collins adormecesse, embora estivesse nervoso e esperançoso; queria que o tempo passasse depressa para poder, enfim, dialogar com Sebastian Roché.
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N/A: Gente, como foi bom escrever esse capítulo! Nem era para ser tão grande assim e a idéia da música surgiu em meio a ele. E então, gostaram? Comentem por favor!
OBS: Dedico este capítulo a minha amiga Piper, que foi a única a deixar review. Espero que tenha gostado querida!
