Disclaimer – Aviso legal 1. As pessoas aqui citadas, como Misha Collins, Jensen Ackles, Sebastian Roché, Jared Padalecki, entre outros, são atores conhecidos, exceto por alguns personagens quadjuvantes que criei. Apenas uso essas pessoas para escrever, sem o objetivo de ferir ninguém; esses atores sequer sabem desta fic e eu não lucro absolutamente nada com o que grafo, a não ser pelos reviews carinhosos e por toda interação que tenho com meus leitores.

Disclaimer – Aviso legal 2: Há conteúdo homossexual na história. Slash (relação entre dois homens), e threesome (relação com três pessoas, aqui, no caso, três homens). Se não gostar é só fechar a página. Aos que apreciarem o estilo, desejo bom divertimento!

Disclaimer – Aviso legal 3: A história se passa em um universo alternativo, em uma universidade da Califórnia. Há, também, a casa estudantil, onde a maioria dos jovens ficará. E aviso a quem se acostumou a ler minhas fics, que essa terá capítulos pequenos. Portanto, se preparem para uma longa história, rsrssrsrsrs.

Disclaimer – Aviso legal 4: Saliento, aqui, também, que há uma curta cena de tentativa de estupro e que há, no decorrer dos capítulos, abuso de drogas, tanto lícitas quanto ilegais; serão poucas cenas, então não venham me xingar, rsrssrsrs.

(... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...).

Título: Lutar para vencer

Autora: Vanessa W. Mutuca

Beta: Minhas fics são betadas pelo querido CassBoy, porém esta não foi ainda, o que não quer dizer que ele não me dê sugestões depois.

Classificação: NC-18. Slash, entre outras coisinhas já informadas nos avisos. Favor lê-los com atenção.

Sinopse: UA. Um jovem faz letras, quer dar aulas de inglês; outro, cursa direito e conhece muitas pessoas, principalmente na área de letras; quanto ao terceiro, é professor de literatura inglesa. Suas vidas se cruzarão? Leia para saber como!

(... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...).

N/A: Oi gente! Demorei a postar o capítulo, desculpem. A semana foi um tanto corrida. Bem, vamos à leitura, espero que gostem!

(... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...).

Capítulo 6.

Foi com a máxima rapidez possível que Misha acordou, se vestiu e saiu do quarto após meia hora na qual se dedicou em arrumar alguns pertences no armário, sem antes deixar de trancar a porta do cômodo que dormia para que ninguém o adentrasse.

Colocou as chaves no bolso do jeans preto e se dirigiu à grande sala. Observou, com o canto dos olhos azuis, que Jared e Matt conversavam tão animadamente que sequer o notaram. Melhor assim, pois poderia ir à rua sem maiores problemas, já que Cohen – até mais do que Padalecki –, o incomodava sempre que tinha chance para isso.

Ao dar alguns passos para atravessá-la, o moreno percebeu que alguém o tocou de leve no ombro direito. Virou-se para encarar o sujeito, reconhecendo Mark, o amigo de Jensen, que lhe sorria abertamente.

– Ei, quer carona? – perguntou, em uma breve saudação.

– Não, obrigado – agradeceu Collins, que lhe retribuiu tamanha simpatia com um breve sorriso e seguiu o caminho que se propôs.

Como teria de andar por algumas quadras, resolveu ir devagar. Porém, a cada passo, se sentia mais nervoso. Sabia o quão arriscado era se encontrar com o professor do curso que escolhera para estudar e se formar, no entanto precisava ter certeza de que, pelo menos, o homem sentia algo por si – nem que fosse somente tesão –, e, o mais relevante, queria saber o que, afinal de contas, sentia pelo loiro. Tudo que sabia é que o tom de voz e o jeito de olhar de Roché o atraíam de maneira incontrolável, mas não conseguia compreender nada mais a respeito do tema e, muitas das vezes, não pretendia entender demais o que se passava consigo.

Misha chegou ao local combinado – o shopping na rua de trás da casa estudantil. Consultou o relógio de pulso, apenas para constatar que se adiantou. Eram sete e meia da noite. Resolveu, então, permanecer em frente ao estabelecimento comercial, exatamente como lhe fora dito no telefonema de sexta-feira. E, para sua surpresa, não demorou a vê-lo.

Sebastian caminhava lentamente. Fumava um cigarro e mantinha um olhar atento. Embora fosse cedo, talvez o jovem aparecesse antes das oito, o que realmente aconteceu. Então passou a andar mais depressa, para poder lhe apontar seu carro. Se teriam de jantar, que fosse em um local privado. E nada melhor do que sua casa, sem muitos visinhos por perto.

– Oi – o rapaz o cumprimentou, um sorriso discreto.

– Olá – respondeu, o tom baixo. – Vamos indo, é só me seguir.

O moreno fez o que lhe foi pedido, após o mais velho abrir a porta do veículo – um camaro –, de maneira gentil. Não demorou muito para que o francês também entrasse no automóvel e passasse a dirigi-lo com serenidade.

O silêncio entre os dois se tornava cada vez mais incômodo para ambos. Nenhum deles sabia bem por onde deveriam começar a falar, só sentiam a excitação crescer quando, por acaso, seus olhos azuis se encontravam, escurecidos por um desejo que os consumia e que era evidente o bastante. A cada rua que o carro dobrava, Sebastian notava que precisaria esclarecer algumas coisas ao mais novo. E foi o que fez, interrompendo, assim, os instantes que pareciam de um interminável silêncio.

– Eu decidi que seria melhor, principalmente para você que é meu aluno, se jantássemos em minha casa. Tudo bem? – perguntou, em uma tentativa de deixá-lo à vontade.

– Claro, tudo ok – garantiu Collins, um tanto assustado com a atração que sentia pelo outro e que, por incrível que pareça, a notava no olhar do mais velho também.

O estudante de letras se mantinha calado, embora quisesse dizer alguma coisa que não denunciasse o seu estado emocional um tanto frágil. No fundo, ao refletir um pouco sobre o que provavelmente ocorreria entre eles, temia que aquele encontro fosse semelhante ao que tivera com Jensen, mesmo que quisesse, com todas as forças, afastar tais pensamentos.

Roché, por sua vez, guiou o veículo por mais algumas ruas, até adentrar em uma garagem. Estacionou o camaro e, devagar, pulou para o banco de trás, olhos azuis sempre atentos aos do jovem, que parecia um tanto assustado com a situação.

– Não se preocupe, não vou machucar você – comentou o francês, o tom amigável. – Estamos na garagem de minha casa. Eu moro sozinho e não há perigo...

– Não estou intranqüilo pela minha condição de aluno bolsista – explicou. – É que não é fácil sentir algo por alguém que verei todos os dias.

– Entendo, estou em semelhante situação, acredite – respondeu o loiro, após rir.

O moreno olhou ao redor. A garagem dava para uma residência que, embora não pudesse ver com clareza, parecia ser grande e, pelo que percebeu ao se aproximarem do terreno minutos atrás, ficava um pouco distante das moradias que a circundavam, uma de cada lado.

– Não consigo acreditar que vive aqui sozinho – comentou o estudante em baixo tom.

– São escolhas. Confesso que hoje pago por elas – respondeu com um breve sorriso. – Estudei demais e fiquei solitário. Sei que, enquanto professor, o que digo é um tanto contraditório, mas sabe de uma coisa, se puder equilibrar a aprendizagem com o prazer, a vida terá outro sentido. Eu devia tê-lo feito quando jovem, agora é um pouco tarde.

– Só pode ser brincadeira... – iniciou Collins, incrédulo. – Quantos anos você tem, mesmo?

– Trinta e seis. Quero viver agora o que deveria ter experimentado há dez anos e, francamente, não sei se posso ir tão longe – concluiu, saudosista.

– Talvez... Possa – contrapôs o jovem, enquanto fazia um leve carinho na perna do mais velho. – Nós podemos tentar... Quem sabe encontramos um sentido juntos? – falava, o tom rouco e malditamente sedutor, ao mesmo tempo em que subia os dedos devagar, até encostá-los próximo a virilha do loiro.

– Hum... – Sebastian gemeu baixo em resposta. Jamais imaginava que o aluno tímido pudesse ser tão insinuante sem perder o modo acanhado de agir.

Instintivamente, o francês abriu um pouco mais as pernas, dando espaço para que o rapaz chegasse ao objetivo tão desejado: o membro já duro do mais velho. Collins, por sua vez, não se preocupou em massagear o órgão com pressa. Agora sabia que tinham tempo e que queriam estar juntos.

– Eu discordo do que disse a pouco, Sebastian. Você pode viver aquilo que não conseguiu antes – proferiu tais palavras próximo ao ouvido do homem, que continuava a gemer baixo por causa da mão que o acariciava por cima do tecido.

O moreno desabotoou a calça e ajudou Roché a erguer um pouco o corpo. Era o suficiente para descer a roupa até os tornozelos dele, deixando-o somente de cueca.

O francês, tomado por um desejo e por uma luxúria incontroláveis, segurou Misha pela cintura, enquanto também lhe retirava o jeans preto com toda calma possível, sem deixar de tocar no membro rijo do mais novo de um modo nem um pouco proposital.

Eles estavam apenas de roupa íntima e de camisa. Sentaram-se no banco traseiro do veículo novamente e, depois de se encarar por breves segundos, avançaram um para o outro em um beijo urgente, necessário, devorador. O loiro explorava a boca do rapaz, sentindo-a por inteiro, enquanto aproveitava as sensações que a língua do moreno lhe proporcionava.

Interromperam o beijo somente porque precisavam respirar. Mas poderiam, enquanto tomavam fôlego, retomar o que faziam antes, quando ainda estavam vestidos.

Sebastian começou a fazer um leve carinho por cima do tecido íntimo que o jovem usava, enquanto sentia a mão habilidosa do mais novo masturbá-lo em um ritmo igualmente devagar. Logo ambos se tocavam em movimentos ágeis, após retirarem as cuecas com pressa, devido à excitação que os dominava.

(... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...).

Nota da autora: E então gente, será que eles vão começar assim, logo no carro? Huahuahuahuahuahuah.