N/T: Créditos - Esse capítulo foi traduzido pela V e betado por mim.
"Nesse ponto ela fez uma pausa, durante a qual eu comecei a ouvir rápidos e sucessivos estalidos de sua língua, dando-me a impressão de estar lambendo seus próprios dentes e lábios. No mesmo instante senti o calor úmido de sua respiração em torno do meu pescoço, em um paroxismo enlouquecedor. Então, a pele de minha garganta começou a vibrar.
Senti o trêmulo e macio toque dos lábios molhados sobre a sensível pele de minha garganta e também as ásperas pontas de seus fortes dentes, que agora pareciam repousar naquele ponto especial. Cerrei então meus olhos no excitado e langoroso êxtase e esperei... esperei com o coração batendo descontrolado."
- Drácula, de Bram Stoker; Capítulo 3. (Tradução oficial)
Capítulo Dois: V é de Vampiros
A primeira vez que Bella assistiu escondida a um filme proibido para menores, ela tinha onze anos, e foi arrastada por Edward o tempo inteiro. Essa havia sido outra das idéias mirabolantes que ele espontaneamente havia arquitetado, desde a primeira — o grande escândalo do Crayola na primeira série, o que envolveu fósforos, várias caixas de giz de cera Crayola, e o trepa-trepa de plástico da escola. Não se podia julgá-lo pela aparência daquele garotinho quieto que ele fizera todos acreditarem que ele era. Em mais de uma ocasião, os pais dela, graças aos planos conspiratórios de Edward, haviam repreendido Bella, mas isso não quer dizer que Bella não havia colocado Edward em algumas encrencas com os absurdos que ela mesma havia planejado. Contudo, as idéias de Edward normalmente eram de longe mais elaboradas, de longe mais maquiavélicas, e se ela fosse honesta consigo, as idéias dele eram geniais… no momento, pelo menos.
Era uma tarde fria de novembro em Port Angeles em 1994, e Edward havia sucedido em fazer Bella acreditar que eles estavam indo ao cinema para assistir O Rei Leão, que há seis meses ainda estava em exibição no diminuto cinema de Port Angeles. Eles haviam pago pelos ingressos para ver o popular filme da Disney, enganando completamente Bella até que Edward começou a puxá-la para a Sala 4, onde no letreiro vermelho luminoso se lia Entrevista com o Vampiro programado para começar em quinze minutos. Bella havia protestado durante todos os seis metros até a entrada do cinema, se queixando e sussurrando sobre eles serem pegos, sobre eles não aparentarem ter nem um dia a mais que doze anos, que nem no inferno tinha como os seguranças simplesmente os deixarem passar, mas Bella estava errada.
A sorte havia estado no lado deles aquele dia, ou talvez Edward só tivesse mesmo sido ágil. Nenhum dos seguranças estavam por perto da Sala 4, e eles se esgueiraram para dentro da sala com as luzes já apagadas, rápida e silenciosamente - até demais, para a surpresa de Edward. Ele havia imaginado, ao bolar seu plano, a probabilidade de Bella cair e causar uma cena, o que fatalmente os faria serem pegos. Ele a levara pela mão até dois assentos no fundo. Ele havia chegado ao ponto de trazer algumas coisas para comer e algumas daquelas garrafinhas de suco de cinquenta centavos, se lembrando de que o único sabor que Bella gostava era morango. Ele conseguiu até arrumar dois sacos de Potato Stix¹ que Bella tanto amava. Ela só gostava daqueles com a batata descansando em uma cadeira de praia na embalagem.
Ela não havia prestado a mínima atenção aos trailers, morta de medo do segurança que havia acabado de entrar, mas logo que ele saiu da sala, Bella relaxou visivelmente assim que os créditos iniciais começaram.
Dizer que Bella estava totalmente absorta pelo filme assim que ele começou seria uma boa atenuação da verdade. Nenhuma vez sequer ela desgrudou os olhos da tela iluminada. Ela assistia hipnotizada a Louis de Pointe du Lac, interpretado pelo diabolicamente lindo Brad Pitt, vagabundear pelo cenário antes da transformação e depois. E quando Kirsten Dunst começou a beijá-lo, ela quase caiu da cadeira. Por que não podia ser eu? Ela pensara.
Naquele dia se acendeu nela a paixão por vampiros, sugadores de sangue, vrykolakas, nosferatu, strigoi, frios, ou como quiser chamá-los. Sendo assim, quando fora do gorro de esqui, no pequenino e sinistro pedaço de papel, a letra V surgiu, aquela foi a sua resposta imediata, apesar de ter tentado pensar em outras coisas - ela realmente tentou, mas foi em vão.
Bella passou a maior parte do domingo pensando em coisas diferentes com a letra V. Ela procurou diferentes posições como a Ostra Vienense, e a posição da Vitória². Ela pensou em interpretar um papel Vitoriano e jogar Voleibol nus - apesar de que isso não soava muito divertido no clima frio de março - mas logo a palavra vampiro voltava, e ela sabia que Edward adivinharia sexta-feira à noite quando ele perguntasse sobre a letra. Seria uma reação instantânea para ele assim como acontecera com ela. Ela iria revelar a letra, ele faria aquela coisa estranha de estreitar bem os olhos como se não enxergasse direito que ele fazia quando estava pensando, e, então, quando ele descobrisse, sorriria aquele maldito sorriso torto que fazia calcinhas caírem, e ele iria gemer aborrecido, só por diversão.
Edward sabia da obsessão de Bella com vampiros, afinal a culpa era dele. Depois de assistir o filme, ela havia o arrastado para a livraria para comprar o livro. Ele sequer fazia ideia de que o filme era baseado em um livro. Ele só havia ligado para o fato de que havia nudez no filme. Ele tinha escutado por cima alguns professores conversando sobre isso durante o recreio e ele soube imediatamente que tinha que assistir isso, porque ooi, peitos! Peitos de vampiras! Quem poderia imaginar que ele estaria criando uma nova obsessão para Bella? E foi exatamente o que aconteceu, mas para ser franco, isso era muito melhor que a quedinha dela por Joey McIntyre do New Kids On The Block.
Começou com Entrevista com o Vampiro de Anne Rice até toda e qualquer coisa relacionada a vampiros, de Drácula de Bram Stoker à Buffy, A Caça-Vampiros. Daquele dia em diante, ela começou uma busca por todo o tipo de parafernália vampírica que pudesse reunir. Para o Natal daquele ano Edward usou o dinheiro que o seu avô havia mandado em seu aniversário comprando uma edição limitada de Drácula para Bella, que até hoje em dia, Bella sorriria sempre que abria e lia a dedicatória à ela do seu amigo de onze anos.
Para a melhor amiga mais bacana do mundo, Bells,
Eu quero que você me faça um favor. Nunca deixe de ser minha melhor amiga. Você é a menina mais legal que eu conheço.
Oceanos de amor e milhões de beijos (haha, viu eu li o livro, eu disse que iria), seu melhor amigo,
Edward A. Cullen, Ilustríssimo Senhor. (CALA A BOCA!)
Então, Bella soube que no momento que ela contasse a Edward que ela havia tirado a letra V do chapéu, ele iria saber imediatamente qual seria a tarefa, e apesar de que a irritasse saber que o elemento surpresa iria se perder logo na primeira letra, ela estava excitada, e essa era outra coisa que estava a incomodando. O fato de que aquele jogo maluco não estar a incomodando a incomodava. Não fazia sentido, mas ela sabia que deveria parar aquilo antes que começasse.
Quando ela foi para a cama no sábado passado, ela havia mesmo ficado nervosa e excitada, tudo ao mesmo tempo. Nervosa pela perspectiva de fazer sexo com Edward de novo depois de quase dez anos. A primeira vez deles havia sido só para acabar logo com aquilo e definitivamente não havia sido bom para ela, e Edward havia gozado muito rápido, mas aquilo era de se esperar. Ela tinha ouvido de algumas garotas na sala dela que os garotos sempre gozam rápido na sua primeira vez - e elas não estavam de brincadeira; ela podia contar em metade dos dedos de uma mão quanto tempo durou!
Ela sentou na cama no domingo de manhã ainda pensando sobre o jogo, e por mais estranho que fosse, ela não viu nada de errado nisso, ainda que tivesse passado duas horas discutindo consigo que ela devia encontrar algo de errado com aquela brincadeira. Ela supostamente deveria ser a equilibrada da relação — a voz da razão, mas ela estava colaborando com outro dos planos de Edward que sempre os colocavam em problemas, e essa era a única razão pela qual na quarta-feira, no trabalho, ela ficou o dia todo considerando acabar com a coisa toda antes mesmo de começar.
Bella trabalhava em uma editora no coração de Seattle, a qual havia conseguido muito sucesso publicando alguns dos mais conhecidos bestsellers que apareceram na lista do New York Times. Ela amava seu emprego, sinceramente. Livros sempre haviam sido sua paixão, e poder dizer que fazia parte do sucesso de um bestseller era só a cereja do bolo, porque o melhor aspecto do seu trabalho era ser paga para ler.
Segunda e terça passaram relativamente rápido para Bella. Ela mal havia visto Edward naqueles dias; ele estava ocupado com uma proposta de um projeto em seu emprego.
Ela não havia nem pensando no jogo, mas quando a quarta-feira apareceu e ela ainda não havia realmente decidido qual seria o tema, ela começou a entrar em pânico. Ela estava tão irrequieta que a sua secretária lhe perguntara se havia algo de errado, e aquilo significava muita coisa, porque Bella era uma garota que vivia em seu próprio mundo. Pergunta após pergunta, "e se" após "e se" passaram pelos pensamentos de Bella.
E se Edward não quiser se vestir de vampiro?
E se ela não se equiparasse com as outras garotas com que ele esteve antes, as garotas que eram, na verdade, adequadas para ele?
Edward ainda queria fazer aquilo?
Por que diabos eu concordei com isso?
Droga, Edward, aquele retardado!
Na noite de quinta, Bella estava tentada a acabar com a coisa toda. Porra! Ela havia até chegado ao ponto de vasculhar o quarto de Edward para procurar o chapéu, e por quarenta minutos considerou apenas tacar fogo no negócio, mas ela se conteve. A oportunidade de fazer sexo, e fazer sexo decentemente depois de meses de abstinência involuntária soava bem... Muito bem. Bem pra caramba.
Na noite de sexta, ela visitou a loja de figurinos mais próxima e comprou tudo o que precisava para ela e para Edward. Comprou um traje vitoriano para ela, para manter o tema com a letra V, e mais todos os itens necessários para a roupa de Edward. Tudo por um preço razoável. Entretanto, quando chegou a vez de pagar pelas presas, ela definitivamente não economizou. Afinal, ela não queria aquelas presas de plástico falsas que não deixariam Edward falar direito; ela queria as sintéticas e esmaltadas, que ele poderia grudar nos caninos e depois tirá-las com água morna, e quando ela as achou, comprou-as sem se importar com o preço.
Depois de sair da loja, dirigindo para casa, Bella quase ultrapassou um sinal vermelho, pois ela não conseguia tirar da cabeça a provável reação de Edward. E mesmo cinco dias depois de estabelecer esse absurdo de jogo, ela ainda não tinha coragem para terminar com isso, o que continuou a chocá-la. Por que ela não iria impedir que isso acontecesse? Coisas como essa nunca acabavam bem. Por que ela se sujeitava a isso?
Nenhuma dessas coisas importava no fim, porque assim que entrou no apartamento caro e moderno que ela dividia com Edward no coração de Seattle, ela foi recebida por um Edward ansioso e impaciente na cozinha. Ele havia pedido comida do restaurante chinês a algumas quadras dali.
"E aí, Bells. Como foi seu dia? Vem! Sente-se! Coma! O que tem nas sacolas? Qual letra você pegou?" ele abordou no fim, enquanto praticamente arrancava o casaco de Bella pelos ombros e o jogava para qualquer lugar na direção do cabide. O casaco caiu no chão.
"Nossa, Edward, relaxa. Eu vou te contar. Meu dia foi bom. Eu finalmente terminei de ler aquela cópia da qual eu falei pra você semana passada. Quase chorei um rio de lágrimas quando terminei. Mal posso esperar para o público pôr as mãos nisso. O que está nas sacolas pertence ao nosso tema de amanhã," ela respondeu, propositalmente dando uma mordida em um rolinho primavera. Ela estava fazendo suspense para Edward, e ele sabia disso. Ela o faria esperar pela resposta da sua última pergunta. Ela simplesmente adorava atormentá-lo.
"Bells! Você não respondeu a minha pergunta!" ele choramingou como um garotinho enquanto enchia a boca de Singapore Mei Fun³ de uma vez só.
"Eu sei!" ela riu, sorrindo sacana de uma maneira bem Edwardiana. Edward bufou e continuou comendo. Ele tentou dar uma olhada na bolsa aos pés de Bella, mas ela prontamente deu um chute na canela dele.
"Ai, qual é, Isabella! Eu só quero saber o que a gente vai fazer no nosso 'mambo na horizontal'," ele protestou, irritando Bella duplamente.
"Primeiro! Não me chame de Isabella, você sabe que eu odeio isso. Por que você ignoraria esse fato? E, fala sério, mambo na horizontal?"
Edward gargalhou. Ele sabia, claro que ele sabia o quanto irritava Bella quando qualquer um a chamava de Isabella. Ele havia feito aquilo de propósito; era a única maneira de fazê-la contar qual seria a atividade da noite seguinte.
"O que você prefere que eu diga? Rala e rola? Tirar o atraso, ahn? Molhar o biscoito? Ripa na chulipa? Um pouco de talento lingüístico? Hmm?" ele sugeriu sério, Bella quase caindo da cadeira de tanto rir.
"Oh, cara! Quantos desses você conhece?"
"Hm… Vamos ver… Fazer besteira. Balançar as estruturas. Afogar o ganso. Que tal o velho sexo-seguido-de-pé-na-bunda?" ele falou numa torrente, vasculhando a cabeça por mais.
"Chega," Bella o parou, balançando a cabeça incrédula. "Você está consciente de que tem vinte e cinco anos, certo?"
"Pare de enrolar, Bells. Me diga. Eu estou agonizando aqui. Fiquei a semana toda querendo saber! Qual é a porcaria da letra?" ele pediu, praticamente de joelhos em frente à Bella.
"V!" ela respondeu, e Edward sorriu malicioso. Mas que merda, ela pensou. Ela sabia que aquela seria a reação dele.
"Será que eu posso supor que nessa sacola há um par de presas?" ele perguntou, sobrancelhas levantadas e olhos arregalados, na expectativa. Bella cerrou os lábios, reprimindo um sorriso e desviou o olhar. Edward grunhiu exatamente como ela sabia que ele iria fazer.
"Então você quer encenar? Eu posso ser um vampiro muito convincente, Bella."
"Que bom. E pelo amor de Deus, por favor, não use esse sotaque estúpido!"
"Não prometo nada!"
oOo
Quando Bella colocou os pés para fora de seu quarto, usando um vestido e um corpete - ambos no estilo vitoriano, que ela achou na loja de figurinos -, ela encontrou mais do que esperava.
A sala estava iluminada por inúmeras velas de baunilha. Era intoxicante, tudo ali, não só o cheiro, mas o ambiente em si.
"Bella," ela ouviu Edward chamar da cozinha. Ele disse aquilo em uma voz rouca, profunda, tão mais melodiosa do que a voz dele normalmente era. Ela caminhou devagar até ele, quase amedrontada. Ela sabia que ali estava apenas Edward mas, naquele momento, Edward era um vampiro sedento por sangue e ansiava por ela.
"Você está radiante, minha bela. Por favor, sente-se e jante comigo?" Ele fez uma reverência com a cabeça quando ela passou e se sentou na frente dele. Sobre a mesa, ele havia preparado um banquete. Havia uma ave, provavelmente um peru assado, batatas, verdura, e duas taças largas de vinho refinado.
"Coma, meu amor," ele proferiu lentamente naquela voz rouca e grave. Bella nunca tinha o ouvido assim. Ela meio que gostou daquilo de verdade.
"Você precisará da energia," ele disse sugestivamente enquanto ela, devagar, tomava um gole do vinho dele.
"Você não vai comer?" ela perguntou, colocando um pedaço de batata na boca; tinha ficado deliciosa.
"Eu farei minha refeição mais tarde. Não se preocupe, amor," ele ressaltou, sorrindo maliciosamente e a olhando diretamente.
Edward estava incrível. Bella não ficava envergonhada em admitir que o seu melhor amigo era um homem bonito. Ele sempre fora. Ele tinha a linha do maxilar marcada, cabelo admirável e um sorriso que deslumbrava a qualquer um, mas nesse momento, ele era a personificação do sexo, e das suas fantasias mais selvagens. Era como se ele tivesse saído direto de um daqueles livros de literatura vampírica-erótica que ela tinha escondidos no guarda-roupa, longe de Edward.
Ele vestia o traje que ela havia comprado para ele, e vestia bem. A camisa branca adornava seu peito largo perfeitamente, e ele tinha deixado os três primeiros botões abertos, dando à ela relances do peito macio e forte que se escondia por baixo. A calça preta caía extremamente bem nele, e as presas... Oh, Deus, as presas, ela pensou. Ela não podia esperar para senti-las no seu corpo.
"Como está a refeição, amor? Está a seu gosto?"
"Está magnífica," ela respondeu sinceramente, comendo mais um pouco do prato.
"Fico satisfeito em ouvir isso," ele respondeu, sem tirar seus olhos dos dela. Aquilo era incrivelmente sensual. Bella podia se sentir ficando mais quente com aquilo. Seu corpo parecia que estava em chamas, e ele ainda não havia sequer tocado nela.
Ele continuou a olhá-la fixamente, e aquilo a inibia. Ela estava hipnotizada pelo olhar, tanto que ela não percebeu quando Edward se reclinou sobre a mesa. Ele se inclinou na direção dela, ainda sobre a mesa, levantando sua mão para tocar seu rosto.
"Por que você veio?" ele perguntou como se ele estivesse sentindo dor enquanto afagava o rosto dela, seus olhos cheios de suavidade.
"Você me convidou," ela respondeu, na defensiva. Edward se levantou agilmente da mesa e foi para trás da cadeira dela.
"Por quê?" ele sussurrou agachado na altura de sua orelha, fazendo todos os pelos da nuca dela se levantarem.
"Você me convidou," ela repetiu através dos dentes trincados. Edward grunhiu frustrado e chutou para longe a cadeira que ela sentava. Ele pegou seu corpo antes que ela atingisse o chão. Ele a segurou com suas costas contra o peito dele, dando uma visão do topo dos seios dela. Bella ficou alarmada, para dizer o mínimo. Ela não fazia ideia da força que Edward tinha.
"Mhmm, linda," ele murmurou quase para si. "Você tem um cheiro delicioso, meu amor. Tão deleitável. Será que eu poderia provar?" ele perguntou, dando uma longa e lânguida lambida na lateral do pescoço dela, sua boca chegando e envolvendo o lóbulo de sua orelha. Uma das presas afundou levemente na carne macia da sua orelha e ela estremeceu. Ele meramente emitiu um ronronar agudo, as vibrações zunindo mais alto do que qualquer coisa que Bella já tivesse ouvido. Ela inspirou bruscamente assim que sentiu o hálito frio de Edward soprar pela trilha úmida que a sua língua havia deixado.
"Você tem um gosto incrível… Aqui," ele provocou, mordendo suavemente o pescoço dela. As presas arranhavam e repuxavam sua pele deliciosamente. Bella nunca se cansaria delas.
"Eu mal posso esperar para provar cada parte de você," Edward rosnou, mordendo firmemente a pele sobre a clavícula dela. Bella gemeu em êxtase e dor. Ele estava conduzindo tudo tão lentamente, mais devagar do que ela jamais tinha ido, e era maravilhoso. Tão deliciosamente maravilhoso. O corpo dela parecia estar pegando fogo, e tudo que ele tinha feito foi lamber e morder o pescoço dela.
"Minha linda garota mortal. O que queres de mim? Um monstro? Por que você vem aqui e me tormenta todas as noites?" Bella sorriu, contente por estar de costas para Edward, assim ele não poderia ver seu rosto. Ela amava o quão dentro do personagem ele estava. Isso só a fazia ficar mais quente. Ela podia sentir a umidade se acumulando entre suas pernas, o que logo iria se espalhar até suas coxas, e ela não conseguiria esperar.
"Você, eu quero você," ela disse com a voz áspera, através de respirações pesadas. Edward gemeu em aprovação, pressionando seus quadris contra as costas de Bella. Ela podia sentir o quanto Edward ansiava por ela naquele momento.
"Garota tola. Você sabe que não deveria desejar isso." Ele mordeu fortemente a região da clavícula dela, seus dedos brincando e desamarrando os cordões nas costas do corpete que ela vestia.
"Eu sei," Bella sussurrou submissa, sua respiração ainda mais errática.
Edward transferiu seus cuidados para o outro lado do pescoço dela enquanto ele desfazia cada volta do corpete. Gentilmente, ele puxou a parte superior do seu vestido para baixo, revelando o topo dos seios brancos, aveludados e desnudos. Ele arfou pela forma como eles pareciam luminosos na misteriosa luz bruxuleante das velas. Bella sentiu o tremor que passou por ele e sorriu afetada, ainda satisfeita por Edward não poder ver o sorriso.
"Magnífico," ele murmurou contra o pescoço dela enquanto puxava mais o vestido até sua cintura, por um tempo deixando-o frouxo ali. Tudo o que Bella podia fazer era gemer enquanto ele massageava os seus seios, sua boca nunca abandonando seu pescoço.
"Tão macia, tão aveludada," ele gemeu, gentilmente apalpando seus seios, os quadris dele se chocando com os dela involuntariamente. A sensação de fricção era incrível. Ele não podia evitar se roçar em Bella.
Ele interrompeu as carícias no seu pescoço, e afastou-se dela, e Bella imediatamente sentiu frio. Ela amava o que ele estava fazendo, e apesar de que ela provavelmente acordaria com o pescoço parecendo um leopardo, ela gostava disso. Foda-se, ela realmente adorava aquilo.
"Nós precisamos parar, meu amor. Eu posso machucar você," Edward exprimiu dolorosamente, inspirando e expirando profundamente.
"Não," Bella exclamou, os seios dela balançando ao se virar para alcançá-lo. "Eu não me importo. Eu preciso de você."
Edward rosnou, e a agarrou violentamente caminhando em direção ao quarto dele. Edward havia decorado o lugar exatamente como ele havia feito com a sala. Ele a jogou em cima da cama assim que entraram.
"Por que você me tortura tanto? Você tem alguma idéia do que faz comigo?" ele perguntou, em fúria, capturando a mão dela e a colocando no seu colo. Ele estava duro, pétreo, e Bella o segurou firmemente, amando o rosnado animalesco que ele emitiu. Ela o massageou para cima e para baixo, apenas pelo lado de fora da calça. Fazia quase dez anos desde a última vez que eles fizeram aquilo, e Deus abençoe o tempo, ela pensou. Se ela tivesse que perder a virgindade para aquilo que ela estava sentindo em sua mão agora, a sua primeira vez doeria muito mais do que tinha doído.
"Pare," Edward disse, em um meio gemido e censura, colocando os braços dela acima da cabeça enquanto ele colocava uma perna em cada lado da cintura dela. Ele estava sentado em cima dela, perto o suficiente apenas para sentir o calor que emanava um do outro, mas afastado o suficiente para que ela não sentisse o peso do seu corpo.
"Não faça isso de novo!" ele repreendeu, seus olhos estavam em chamas quando ele desceu seu olhar até o dela. Bella se sentia hipnotizada. Havia algo de tão perigoso na maneira como ele a olhava. Era um olhar tão dominador. Ele a olhava como se ela fosse a sua presa, e ele estava prestes a atacar.
"Mas Ed-" ela começou, mas ele a silenciou puxando violentamente o resto do vestido para baixo para descobrir que ela estivera nua sob o longo vestido o tempo inteiro.
"Tortura tanto," ele gemeu, seu rosto na altura da barriga dela. Ele lambeu ao redor do seu umbigo longa e graciosamente, fazendo o corpo dela estremecer. Ele distribuiu beijos pela sua barriga até a parte inferior dos seus seios, e depositou um beijo embaixo de cada um antes de capturar o bico do seio esquerdo em sua boca.
Bella chamou o nome dele em êxtase, arqueando as costas para ficar mais perto da sua boca. Ele sugou, lambeu e mordeu gentilmente cada bico. Com uma mão massageando o quadril dela, ele segurou firmemente o outro mamilo com a mão livre, o acariciando até que os carinhos dali orquestrassem com o do bico que sua língua pecadoramente provocava.
"O seu gosto é igualmente apetitoso aqui, mas eu fico imaginando como é o seu sabor... Aqui," ele disse obscuramente, serpenteando sua mão até que ela cobrisse o sexo dela. A sensação de calor era magnífica em suas mãos frias, e mesmo sem abri-la, ele podia sentir o quanto ela estava molhada. Bella empurrou seus quadris para a mão dele, implorando com voz e movimentos por mais. Ele sorriu maliciosamente para ela enquanto ela se contorcia sob a mão dele, que ainda estava apenas por cima dela.
"Por favor, me toque," ela pediu, a voz desesperada, seu corpo se contorcendo igualmente em desespero. Edward deixou seu dedo escorregar pelos lábios úmidos, e ele e Bella gemeram. Ela estava tão molhada, que seu corpo sofria. Ela moveu seus quadris em direção aos dedos de Edward e ele riu. Ele impediu os movimentos dela.
"Permita-me," ele provocou enquanto friccionava seu dedo para cima e para baixo pela vulva, a provocando da melhor forma. Ela gemeu, respirando fundo. Ele parou seu dedo bem acima do complexo de nervos onde ela desesperadamente queria ser tocada. Descendo por ela, ele fixou o olhar em seus olhos, olhando-a lá do meio de suas pernas, e em vez de tocá-la, a lambeu rápida e subitamente, fazendo com que o corpo todo de Bella sacudisse.
"Oh, Deus," ela soltou, agarrando os lençóis da cama enquanto Edward começava a trabalhar nela. Ele mordeu levemente seu clitóris com as presas e isso só causou espasmos ainda mais fortes no corpo dela. Ele sabia o que estava fazendo e exatamente quando ela pensou que não podia suportar mais, ele deslizou dois dedos para dentro dela, fazendo o corpo de Bella se levantar involuntariamente da cama.
"Edward," ela chamou, sem fôlego, enquanto começava a empurrar seus quadris contra o rosto dele, puxando os cabelos dele firmemente. Ela podia sentir os primeiros formigamentos na barriga. As faíscas de prazer começavam a tocar suas pernas subindo para seus braços e bruscamente seu orgasmo a atravessou. Ela berrou o nome dele enquanto seu corpo tremia violentamente na cama. Edward não parou suas carícias enquanto ele sorvia o líquido vindo dela.
Eventualmente ele parou, afastando sua boca do corpo dela. Ele retirou sua camisa, expondo o tórax à Bella. Ele baixou o olhar para vê-la. Ela estava deslumbrante. Seu corpo estava coberto de suor, ruborizado, e absolutamente lindo. Ele não podia esperar para tê-la. Bella deixou suas mãos tocarem o peitoral largo de Edward, enquanto ela se deleitava da forma como o peito dele era liso. Ela arranhou as unhas em um mamilo e ele gemeu, rapidamente capturando a mão dela.
"Meu amor, isso é tudo só para você, não para mim," ele disse, começando a desabotoar a calça. Ele lentamente se despiu, revelando que também havia optado por não usar nada por baixo da calça. Ele sibilou quando o ar frio atingiu sua ereção assim que exposta. Bella não conseguia tirar os olhos dele. Em outra situação, Edward faria alguma piadinha espirituosa, mas agora ele apenas ficou em silêncio enquanto Bella simplesmente olhava para ele. Ela havia visto um bocado de homens nus, mas nenhum deles se comparava a Edward. O corpo dele era lindo, cada parte dele.
Ela tentou avançar para segurar o membro dele, mas Edward parou sua mão antes.
"Meu amor, o que eu disse? Isso é sobre você."
Edward pegou a camisinha que havia deixado na mesa de cabeceira antes de começar todo o desafio, a desenrolando rapidamente, antes de se posicionar sobre Bella. Ele olhou para ela, e naquele momento eles não estavam mais no personagem. Havia uma pergunta muda sendo feita entre os dois: Nós vamos realmente fazer isso?
Bella aquiesceu com a cabeça e Edward deslizou para dentro dela, ambos gemendo com a sensação. Ela era tão apertada e ele era tão maior do que qualquer outro homem com quem ela já havia estado. Foi uma sensação deliciosa para ambos quando Edward começou um ritmo lento. Dentro e fora, ele mantinha, e Bella retribuía o movimento. Quando ele entrava, Bella ia de encontro às suas investidas.
"Bella," ele rosnou quando seus movimentos aceleraram. Bella simplesmente choramingou seu nome de volta, puxando o cabelo dele antes de escorregar as mãos até os ombros dele para buscar estabilidade.
"Edward," ela chamou, se sentindo perder o controle à medida que mais forte ele a penetrava. Era como se Edward pudesse ler a mente dela. Ela não precisa avisá-lo para ir mais rápido ou mais devagar, mais forte ou mais carinhosamente. Ele sabia o que ela queria e ele a satisfazia.
"Tão perto," ela arfou quando o formigamento familiar começou a tomar seu corpo começando pelos dedos dos pés. As estocadas de Edward ficaram mais frenéticas; ele, segurando firmemente os quadris de Bella e a penetrando cada vez mais rápido e mais fundo. Ambos gemiam alto, o prazer os bombardeando. Seus corpos se colidiam a cada investida. A cabeceira da cama batia audivelmente na parede, mas nenhum dos dois conseguia se importar.
"EDWARD!" ela gritou, e em seguida seu corpo convulsionou quando seu orgasmo arrasou seu corpo. Edward a seguiu logo, suspirando pesadamente o nome dela enquanto gozava, Bella se comprimindo ao seu redor. Ele deixou sua cabeça recair sobre o ombro dela, enquanto ele se recompunha do êxtase pós-sexo.
"Isso foi incrível," ele constatou, saindo do personagem, mas Bella não se importou. Ela tinha conseguido exatamente aquilo que ela precisava vindo dele, por pior que isso soasse.
"Obrigada," ela respondeu, fazendo Edward rir.
"De nada, eu acho," ele gargalhou.
"Cala a boca. Eu estava agradecendo você por representar o papel tão bem. E sim, você fez tudo perfeitamente bem no resto da noite também."
Edward riu e rolou na cama, removendo a camisinha e a descartando na pequena lixeira ao lado da cama.
"Então, eu pego minha letra agora?"
"Ainda não é domingo!"
"São duas da manhã!"
"Pare de agir feito um bebê. Você pode esperar até amanhã de manhã," Bella ralhou e Edward fez um beicinho. Ele ficou adorável.
"Bells, vamos lá. Eu realmente quero saber."
"Só fecha a porcaria da boca, e vá dormir."
"Estraga-prazeres," Edward zombou, ele e Bella riram.
Bella se levantou da cama, Edward puxou a colcha da cama e ele e Bella escorregaram para baixo, ainda nus.
"Boa noite, Edward."
"Boa noite, minha linda garota mortal," ele sussurrou, mordendo de leve a orelha dela com a presa, sem conseguir segurar a risada.
"Tire essas coisas antes que você as engula e fica quieto."
"Boa noite, Bella!"
"É, é," ela respondeu, adormecendo logo.
N/T: ¹ Potato Stix é esse salgadinho aqui oh: www. taquitos. net/im/sn/DaliFresh-PS. jpg (copia e cola e tira os espaços)
² Err, então, eu tô com vergonha de postar as fotos das posições, mas vá lá, elas são apenas ao estilo the Sims, uma simulação de humanos...
- a Ostra Vienense - www. sexinfo101. com/victory. shtml - a posição da vitória - www. sexinfo101. com/vienneseoyster. shtml
³ Singapore Mei Fun é um macarrão chinês parecido com Yakisoba.
Reviews, por favor! Beijos!
