Capítulo Onze: Cinco a menos, Vinte e Uma por vir
Edward acordou com um sobressalto na manhã de domingo, e a causa não foi um sonho ou pesadelo. Foi porque ele sentiu Bella rolando para o outro lado da cama, e essa era a última coisa que ele queria. Ele se virou para puxá-la de volta, mas parou o movimento, e voltou seu braço para onde estava antes mesmo de encostar nela.
Ela parecia incrivelmente serena, seu corpo nu enroscado em uma posição fetal. Ele não conseguia ver o rosto dela nessa posição, mas podia imaginar a calma que sua feição estaria mostrando.
Ele continuou deitado, porém acordado, na cama depois disso. Edward era uma dessas pessoas que uma vez acordadas, seria definitivo, ele ficaria acordado até que fosse dormir mais tarde à noite.
Ele ficou observando Bella dormir, maravilhado pela curvatura da coluna dela, e na tentação de correr um dedo por aquele pilar de ossos. De onde estava deitado, ele via as marcas de catapora que ela adquirira quando tinha seis anos.
Suas mães os alertaram para que eles não coçassem as feridas. Mas o que elas esperavam? Caramba, elas nem conseguiram manter Edward longe de Bella quando ela ficou doente, o que o levou a pegar catapora também.
Se você parasse para pensar, a situação tinha sido de fato bastante adorável. Apenas imagine uma versão de seis anos de idade de Edward fazendo uma grande pirraça para que ele pudesse visitar sua melhor amiga que estava doente, o que em troca o fez adoecer também, coisa que somente pareceu deixá-lo ainda mais feliz. Primeiro porque ele não tinha que ir à escola; e segundo, porque o tempo que ficou sem ir às aulas, ele passou se recuperando junto com Bella.
Edward riu baixo enquanto seus dedos subconscientemente começaram a percorrer um pequeno caminho por entre as pequeninas cicatrizes circulares, se recordando de como ele tinha a ajudado a coçar os locais onde ela não conseguia alcançar, e como ela fez a mesma coisa por ele.
Ele parou seus movimentos quando Bella se mexeu enquanto dormia. Ela soltou um ínfimo gemido antes de rolar de volta na direção de Edward. Ele sorriu largamente enquanto ela se aninhava contra ele, o quente corpo feminino parecendo tenro e suculento contra o dele. Seu braço encontrou seu caminho ao redor das costas de Bella, e sua mão livre rapidamente se encontrou entrelaçada no cabelo dela. As mechas estavam embaraçadas e bagunçadas das atividades de ontem, e mesmo assim a sensação era de maciez entre os dedos ásperos dele. O cabelo dela ainda continha até um leve resquício do cheiro de morango.
Mais uma vez, ele se pegou sorrindo ao inalar o doce e frutífero aroma.
Ela sempre usara xampu com essência de morango. Ele nunca entendeu o porquê mulheres usavam cosméticos que as fizessem cheirar como doces; ele jamais gostou muito disso, porém ele adorava esse cheiro em Bella. Era reconfortante e intoxicante, tudo num único odor.
Ele riu de leve quando uma pequena trilha de baba começou a escorrer pelo seu peitoral, vindo da boca de Bella. Na maioria dos casos, se fosse qualquer outra pessoa, ele acharia isso nojento, mas depois de todas as vezes que ele segurara Bella enquanto dormia e ela acordava gritando apavorada, isso era bem-vindo e revigorante. Isso significava que ela estava dormindo profundamente, e esse fato o fazia esquecer-se da saliva quente que chegava mais perto de seu umbigo a cada vez que ele respirava.
Seu braço estava começando a ficar dormente sob o peso de Bella, e ainda assim ele não conseguia ter nem o desejo, nem a força de vontade para se mover daquela posição desconfortável. Ele estava satisfeito onde estava. No momento, ele estava feliz com Bella em seus braços, mas uma rápida espiada no relógio na mesinha de cabeceira o recordou de que ele tinha que começar o seu dia. Ele precisava trabalhar em uma nova campanha para uma inédita pasta de dente para crianças.
Edward olhou para Bella e então novamente para seu relógio-despertador, gemendo. Ele sabia que tinha que se levantar, mas a perspectiva de ficar deitado na cama o dia inteiro com Bella soava tão melhor do que aquilo.
Deslizando-o lentamente, ele retirou seu braço debaixo dela, e saiu da cama. Ele sorriu ao observar Bella se aninhando com o travesseiro dele, envolvendo seus braços ao redor da peça. Edward se encolheu ao ver alguns hematomas nos braços dela, por conta de ontem. Ele tinha a tratado rudemente, e ela não pediu para que ele parasse nem uma vez, ela não gritou de dor nem uma vez, mas mesmo assim ele não podia evitar se sentir mal pelas marcas arroxeadas das mãos dele na pele dos quadris dela, ou pelas familiares marcas vermelhas em seu pescoço.
Andando para longe da cama, ele se esticou, e gemeu quando uma quente sensação se espalhou por seu corpo. Tudo doía, mas da melhor forma possível. Edward estava experimentando, como Emmett sempre dizia, "o tipo bom de dor". Era o tipo de dolorido no corpo que o informava que você tinha feito um sexo maravilhoso na noite anterior. No caso de Edward, sexo maravilhoso quatro vezes no dia anterior.
Cada estalar de seus ossos, cada músculo que ele sentia super usado e repuxando enquanto ele andava para o banheiro apenas faziam Edward sorrir ainda mais. Chegando à sala, ele parou para admirar o estado de caos no qual ele e Bella haviam deixado o local. O sofá estava a alguns metros de onde ele pertencia, as almofadas estavam espalhadas pelo chão, e tinha uma uva que ele havia jogado em Bella durante o jantar e que ele tinha pisado um tempo depois enquanto ia para a cama.
Em sua mente, rápidos flashes de imagens de Bella e ele começaram a surgir. Antes de fechar os olhos, ele viu Bella debruçada sobre o braço do sofá enquanto ele mergulhava descontroladamente para dentro dela, agarrando seus cabelos molhados e puxando seu corpo para ficar contra o dele.
Da posição onde ele estava, ele via a cozinha e mais imagens começaram a aparecer. Lá estava Bella suspensa do chão e imprensada contra a geladeira de metal frio, e também de joelhos o servindo com sua boca. E então, lá estava Bella deitada sobre a mesa, seu corpo se contorcendo enquanto ele provava cada pedaço de sua pele.
Ele já estava duro como diamante quando seus pés enfim o guiaram para o banheiro.
Enquanto escovava os dentes, ele não conseguia se livrar das recordações em sua cabeça, e isso estava apenas fazendo sua ereção pulsar ainda mais. Mesmo ao entrar debaixo da escaldante água do chuveiro, ele não conseguia tirá-la de sua mente. A água somente o fazia lembrar-se do cabelo molhado dela quando ele a tomou no sofá. O calor da água o lembrava do toque de Bella, suave, calmante e quente.
Tudo isso só contribuiu para que seu membro se retorcesse. Edward ficou apenas parado embaixo do chuveiro, enquanto resistia ao impulso de se tocar. Porém, como costumam dizer: "resistir é inútil", então sua mão lenta mas segura, deslizou pelo seu torso, roçou o caminho de pelos em seu baixo-ventre e viajou até sua rígida excitação. Ele permitiu que imagens de Bella e ele se reconstituíssem por trás de suas pálpebras fechadas, enquanto de início ele se provocava. Ele esfregou sua extensão lentamente para baixo, fechando seu punho durante a descida, e fechando ainda mais o aperto ao mover sua mão de volta para cima, seu dedão brincando com a pequena fenda na extremidade. Ele mordeu o lábio inferior para tentar conter o gemido gutural que queria escapar, e a lembrança da língua de Bella surgindo e lambendo seu pré-gozo perolado lhe veio à mente. Edward estremeceu, sua mão se apertando mais uma vez ao seu redor, desta vez apenas metade de seu punho segurando sua ereção. Ele deixou suas unhas curtas roçarem a veia na parte de baixo, imitando os movimentos dos dentes de Bella. Novamente, ele teve que suprimir um gemido, o nome de Bella quase caindo de seus lábios.
Ele já estava respirando pesadamente enquanto a água batia contra seus ombros, e escorregava pelas suas costas. Ele colocou sua mão esquerda o mais firme e seguro possível contra a parede do chuveiro ao aumentar a velocidade da mão que envolvia seu membro. Ele o esfregou rápida e rudemente, se deliciando com a forma com que seus dedos calejados proporcionavam sensações quase tão boas quanto à boca de Bella... quase.
A respiração de Edward ficou mais instável conforme ele se aproximava mais de seu clímax. Era como se cada respiração fosse uma arfada. Ele soava como alguém que tinha saído da água depois de muito tempo submergido, quase como o som de duplas respirações de uma vez só.
Apenas instantes depois, o nome de Bella escapuliu de sua boca em um sussurro, ao mesmo tempo em que a própria batia na porta do banheiro.
"Edward, pára de tocar punheta e abre essa porta. Eu preciso fazer xixi," ela reclamou, chutando a porta com força.
Edward olhou para a porta, atordoado. Ele ficou encarando-a enquanto sua ereção começava a diminuir em sua mão. Ele tirou os olhos da porta para olhar as faixas de seu gozo descendo pelo ralo, antes de voltar-se novamente para a porta que tremia.
"Anda logo!" Bella gemeu, ainda sacudindo a maçaneta trancada. "Abre a porta!"
Ele ficou lá parado, ainda encarando a porta. Ele estava nervoso.
Por que ela tinha dito isso?
Será que ela tinha ouvido?
Ou será que ela tinha dito aquilo apenas para caçoar dele?
"Edward, qual é! Eu preciso mijar, cacete!" ela berrou atrás da porta.
O mais equilibradamente possível, ele abriu a porta, tentando se reafirmar de que Bella não tinha o ouvido, e que ela estava somente brincando.
Ele abriu lentamente para deixar sair um pouco do vapor do chuveiro, e Bella fez uma carranca quando a fumaça escapou do espaço fechado, a engolindo à medida que ela entrava no cômodo úmido.
"Demorou, hein," ela comentou ao entrar.
"Desculpe," ele falou gentilmente, voltando para trás da cortina do box. Ele ficou fora da água; ele estava incrivelmente paranóico no momento, e tinha que saber se Bella tinha o ouvido.
"Que seja," ela descartou as desculpas dele, enquanto aliviava sua bexiga. Ela estivera quase a ponto de explodir enquanto esperava do lado de fora do banheiro.
Edward saiu de baixo do chuveiro assim que ouviu Bella dando descarga.
"Boa tentativa, Swan," ele zombou, apesar de que seu tom de voz não estava tão brincalhão quanto o normal; isso passou despercebido por Bella.
"Quem, eu?" ela respondeu inocentemente ao ir para a pia para lavar as mãos. "Eu só queria tirar você do chuveiro. Você sempre acaba com toda a água quente."
"Isso não é verdade," ele argumentou, envolvendo uma toalha em seus quadris, e sentando na tampa da privada enquanto assistia Bella fazendo sua rotina matinal de produtos de pele.
"É muito verdade," ela chiou através de suas mãos ao jogar água em seu rosto. "Enfim, que diabos você estava fazendo aqui por tanto tempo? Estava mesmo se masturbando?"
Edward lhe deu um olhar sem expressão, tentando manter sua postura. Internamente, ele estava comemorando o fato de ela não ter o escutado.
"Estava só pensando," ele respondeu. "Umas coisas relacionadas a trabalho. Eu tenho andando meio estressado ultimamente. Estou com muita coisa na cabeça," ele mentiu, mais facilmente do que esperava.
"Jura? Não sabia que estava preocupado com o trabalho. Você devia ter me contado," ela lhe disse com sinceridade.
"Acabei de contar," ele brincou, levantando-se do assento.
Bella apenas balançou a cabeça ao observar Edward saindo do banheiro. Por sobre o ombro, ele lhe instruiu que não demorasse muito no chuveiro. Ela o mandou ir se ferrar.
"Não, sério, não demora muito aí. Eu quero descer e ir até a cafeteria pra tomar café da manhã."
"Está bem, papai. Eu vou terminar rapidinho," ela respondeu sarcasticamente, pegando a porta para fechá-la.
"Antes que você faça qualquer coisa: me desculpe."
Bella o encarou, curiosa, gesticulando com as mãos para que ele explicasse, mas ele continuou andando para o quarto.
De seu quarto, Edward ouviu a porta do banheiro se fechar e menos de cinco segundos depois a porta abriu novamente.
"O que eu te falei sobre a porcaria da minha escova de dentes?"
Edward gargalhou enquanto a ouvia resmungar. Sua cueca boxer estava na metade do caminho em suas pernas quando ela berrou. E assim que suas risadas começaram a diminuir, ele ouviu a porta do banheiro abrindo e uma Bella nua e molhada voou para dentro do quarto dele.
"Seu idiota!" ela reprimiu. "Você usou toda a água quente. Qualquer dia desses eu vou arrancar um acessório muito importante. Não me provoque," ela ameaçou, e Edward, no usual estilo masculino, se cobriu, movendo uma perna sobre a outra.
"E aí o que você faria nos fins de semana?" ele desafiou, ainda se protegendo. Apenas a idéia de algo afiado perto de seu pênis o dava arrepios na coluna. Diabos, um simples peteleco doía como o cão, e a pior parte era que a reação era sempre atrasada. Peteleco... dois segundos... dor!
"Eu tenho... coisas que podem me auxiliar," ela corou ao responder, e virou-se rapidamente para voltar ao banheiro, porém Edward tinha outros planos e saltou da cama para segui-la, admirando a pequena marca de nascença no lado direito de seu bumbum.
"Calma aí," ele chamou, a pegando pelo cotovelo e a girando para ele.
"O que é?" ela gemeu, claramente envergonhada pela sua confissão.
"Você tem... brinquedos?" ele perguntou, seu tom meio curioso, meio excitado. Bella assentiu a cabeça timidamente e tentou livrar seu braço do aperto de Edward.
"Com que freqüência você usa esses aparelhos?" ele perguntou, sua voz mais rouca do que antes. Ele estava imaginando Bella e o que quer que contenha a coleção de brinquedos sexuais dela, usando-os escondida em seu quarto.
"Freqüentemente," ela respondeu.
"O quão freqüentemente?"
"Edward," ela implorou para que ele parasse, mas ele não conseguia parar. Ele tinha tantas perguntas agora.
"Você algum dia usou um brinquedo quando estava por perto? Alguma vez eu estive em casa enquanto você se satisfazia?" ele perguntou, se inclinando para sussurrar no ouvido dela. Ele sentiu e viu Bella estremecendo. Uma voz em sua consciência estava lhe dizendo para se afastar; ele estava cruzando uma linha imaginária, quebrando as regras, mas antes que o pensamento pudesse sequer começar a registrar em sua mente, todo o sangue de seu corpo já tinha descido para o seu membro, o qual agora se destacava orgulhosamente em pé pedindo por atenção dentro de sua cueca boxer.
"Sim," ela arfou, quando os lábios dele se fecharam ao redor de seu lóbulo.
"Hmmmm," ele gemeu, dando seu máximo para tentar não empurrar seus quadris contra os dela.
"Isso é incrivelmente sexy, Bella. Não acredito que você se tocou, que você levou a si mesma a seu orgasmo, enquanto eu estava bem do outro lado da sua porta. Você é tão quieta, Bella, não acredito que nunca te escutei," ele falou suavemente, se afastando dela. Ele viu o corpo dela oscilando para frente enquanto ele dava um passo para trás. Os olhos dela abriram, e seu corpo estava ruborizado. Ela limpou a garganta, sem saber o que dizer. Edward riu com o embaraço dela.
"Ok, eu vou tomar banho agora," ela falou, incerta, e Edward regozijou-se pelo fato de ter tirado Bella de sua zona de conforto.
"Antes que você vá," ele começou, correndo até sua mesinha de cabeceira e pegando o gorro. Ele lhe entregou, e ela o pegou rapidamente, estendendo-o na direção de Edward. Ele viu como as mãos dela tremiam um pouco enquanto ela segurava a toca de esqui.
Ele foi ligeiro ao pegar o pedaço de papel, virando-se para ler, e mostrando sua língua para Bella por cima de seu ombro. Ele a ouviu murmurando "imaturo" em um tom baixo, mas ignorou. Ele desdobrou o pequenino papel e ficou olhando sem expressão para ele, em confusão por conta da letra. Nenhuma idéia lhe surgiu à cabeça.
"Edward," Bella chamou, e ele se virou, seu rosto ainda mostrando sua perplexidade.
"Ah, isso daí na sua cara é uma expressão realmente confusa. Qual letra você tirou?"
"Você saberá em breve. Cinco a menos, vinte e uma por vir-" ele começou a dizer, mas Bella o interrompeu.
"Você vai dizer isso todas as vezes? Vai fazer contagem regressiva do alfabeto, todas as vezes?"
"Sim, e você vai me agradar deixando que eu conte todas as vezes, então por favor, deixe-me terminar. Cinco a menos, temos vinte e uma pela frente, AA."
"AA? Essa é nova. O que significa?" ela perguntou, confusa.
"AA é o tipo de pilha que sempre parece sumir dos controles remotos, e agora eu sei o porquê," ele piscou para Bella, e ela corou furiosamente, fazendo com que Edward risse enquanto ela ia embora, vermelha como um tomate - ou talvez vermelha como um de seus brinquedinhos sexuais.
N/T: Ih, a coisa tá começando a ficar séria, vocês estão sentindo? E quem aqui acha que Edward vai se aproveitar desses brinquedinhos, levanta a mão \o/
Quero dar outra recomendação de fic - uma oneshot que foi dedicada a mim! Siim, vcs leram direito, eu estou muito chique ultimamente! heheh
Pois bem, o título é La Symphonie D'Amour, e a autora é a minha xará diva e minha beta querida dessa tradução aqui, a Carol Venancio. A história é sobre dois jovens artistas - Bella, uma bailarina, e Edward, um pianista, ambos estudantes da mesma escola de arte. O link está nos meus favoritos, deêm uma olhada, é muito linda!
(ok, agora lá vai uma resposta a uma review "anônima", se vc não é a dona da review, pode pular isso! hahah)
Recebi uma review de Raquel e Rafaela. Meninas, vocês colocaram o email, porém o fanfiction não permite a visualização e apagou. Vou responder por aqui: olha, eu não posso autorizar a publicação em outros locais porque a história não é minha. A autora deu autorização para que somente eu traduzisse, portanto somente eu posso publicar, entende? O que eu posso dar como opção é que vocês coloquem o link daqui do fanficiton lá no blog de vocês, talvez com uma pequena amostra/trecho da história, mas somente com o intuito de divulgação; um banner do link também seria viável, que tal? Desculpe, mas não posso dar autorização de uma coisa que não me pertence, e que foi confiada a mim. Não seria certo! Se quiserem conversar mais sobre a minha ideia, mandem uma PM pra mim, assim poderei ter o email de vocês :)
Beijos e (eu sei que peço isso sempre, mas) deixem as Reviews!
