Epílogo

Duas semanas depois…

Inquieta seria a melhor palavra para descrever Bella enquanto ela esperava seu vôo decolar.

Sua perna continuamente balançava em movimentos erráticos, para cima e para baixo, ao passo que suas mãos tamborilavam os dedos uns contra os outros. Tal comportamento ansioso conseguiu até mesmo ganhar a atenção de um passageiro ao seu lado, que não parava de olhar para Bella. Ele fazia uma carranca toda vez que os dedos dela se tocavam, pois os berloques em seu bracelete chocavam-se, produzindo um som alto e agudo.

"Você tem medo de avião?" o homem ao seu lado perguntou-lhe, impaciente.

"Ah, não," Bella respondeu e parou seu movimentos. "Estou apenas ansiosa para chegar em Nova York."

"Vai encontrar com algum amado?" Perguntou o senhor, e Bella foi incapaz de não responder a pergunta, embora se fosse em outra ocasião, ela teria escolhido ignorar o desconhecido. Edward era muito mais hábil nesse tipo de coisa, sempre conseguindo manter conversas com qualquer pessoa, onde quer que ele fosse.

"Sim, o meu namorado," respondeu com sinceridade, tombando a cabeça para frente e virando-a para longe tentando, basicamente, esconder o enorme sorriso que se espalhou em seu rosto.

"Perdão pela intromissão, mas há quanto tempo vocês estão juntos?" O idoso sorriu gentilmente para Bella.

"É uma longa história."

"Ora, é um longo vôo, minha cara," respondeu o homem.

"Nós nos conhecemos quando crianças e só recentemente nos demos conta do que havia entre nós. Pode parecer que foi algo que surgiu do nada, mas pra ser sincera, eu acho que esse 'algo' sempre esteve presente."

"O amor tem suas lógicas malucas-"

"Bella," ela se apresentou e sacudiu a mão do senhor.

"Sal," respondeu ele. "Bem, desejo tudo de melhor para vocês dois."

Bella agradeceu-lhe e em seguida parou de falar. Por um momento, ela quis castigar-se por ter monopolizado a conversa, como o fez.

Durante o restante do vôo, ela permaneceu irrequieta em seu assento, vez ou outra puxando papo com Sal sobre coisas aleatórias - como o fato de as companhias aéreas cobrarem preços absurdos pela comida nos aviões.

Ela tentou ler o manuscrito que tinha trazido consigo do trabalho, mas sua mente não sossegava. Ela estava completamente desconcentrada no texto, tendo que constantemente reler as mesmas frases. Nem mesmo o filme que passava à bordo havia prendido sua atenção; ela estava ansiosa demais e pronta para sair correndo daquele avião. Bella tentou tirar um rápido cochilo, porém foi em vão, seus nervos estavam à flor da pele. Quando o vôo chegara na marca da quinta hora, ela já estava praticamente tremendo em sua cadeira.

Quando Bella finalmente conseguiu começar a pegar no sono, o capitão anunciou que eles estavam prestes a pousar no aeroporto de Nova York, o JFK.

Enquanto o avião descia, os nós no estômago de Bella começaram a apertar. Um dos motivos era o fato de essa sempre ter sido a parte do vôo que ela mais detestava, e o outro, era porque ela estava simplesmente a poucos minutos de encontrar com Edward.

A ansiedade estava lhe matando.

Pareceu uma eternidade e mais um dia até que ela conseguisse sair do avião. Ela andou ao lado de Sal em direção a esteira das bagagens, e foi aí que seus nervos ficaram ainda piores. Era ridículo estar tão nervosa dessa maneira, e no entanto, ela não estava nervosa só por estar. Na verdade, ela estava somente ansiosa e desesperada para olhar para Edward, para abraçá-lo e até mesmo sentir o seu cheiro.

"Você está bem?" Sal perguntou. Seus olhos brilharam como se achasse graça disso tudo.

"Sim. Estou só ansiosa."

"Posso imaginar," riu Sal enquanto pegava sua mala na esteira e acenava em adeus para Bella.

"Toda a sorte do mundo para você, Bella."

"Obrigada, Sal."

O senhor sorriu, e ela observou enquanto ele passava pelas portas deslizastes que davam para a área de recepção. Naquele breve instante, seus olhos rapidamente avistaram os revoltos cabelos de Edward. Pelos próximos minutos, Bella ficou parada em frente àquela esteira, de braços cruzados e batendo seu pé impacientemente contra o linóleo, esperando sua mala chegar.

Quando finalmente sua mala apareceu, Bella simplesmente arrancou-a da esteira, quase deslocando seu ombro com a simples força de sua urgência ao puxá-la.

Ela respirou fundo e andou em direção às portas deslizastes. Enquanto estas se abriam, ela teve que morder seu lábio. As áreas de recepção dos aeroportos sempre a deixavam sem graça, por algum motivo.

"Bella!" ela ouviu Edward chamando, vindo da sua esquerda, e quando ela se virou, viu que ele esperava por ela.

Bella disparou na direção dele, sem importar-se em como ela possivelmente parecia ridícula ou o quão idiota era por deixar sua mala jogada no meio daquele salão. Ela saltou em seus braços, e ele a segurou com facilidade, ao passo que ela envolvia as pernas em sua cintura.

"Edward," ela murmurou contra o pescoço dele e ele enterrou seus dedos nos cabelos dela.

"Meu Deus, como eu senti sua falta, Bells. Senti tanto."

"Edward," Bella repetia seu nome. Ela segurou-se firmemente em Edward, apenas deixando seu corpo sentir o dele para assegurar-se de que aquilo estava realmente acontecendo.

"Bella," Edward riu, afastando-a alguns centímetros para poder ver seu rosto.

"Bem-vinda a Nova York," Edward falou e beijou seus lábios. Bella libertou-se no beijo, dando de si o máximo que podia e esquecendo-se da multidão que os rodeava.

"Senti saudades," sussurrou ela contra os lábios dele, e Edward sorriu.

"Também senti, meu amor."

"Espere só um momento pra eu pegar minha mala e nós podemos ir," ela riu e Edward a observou enquanto ela andava até o ponto onde havia largado sua bagagem verde.

"Está com fome?" perguntou ao unir-se a ela. "Eu sei que agora eles cobram pela comida nos aviões, e tenho certeza que você iria preferir comer algo que tenha gosto de comida de verdade."

"Uma refeição cairia muito bem, você não faz idéia do quanto eles estavam cobrando por um simples cookie de chocolate."

"Quanto?" ele inquiriu com genuíno interesse para o pequeno detalhe relevante. Ele, honestamente, não se importava se ela estivesse falando sobre algo com ou sem importância - só o fato de poder vê-la enquanto falava já era maravilhoso para ele.

"Quatro - malditos - dólares!" ela exclamou, mostrando quatro dedos de uma mão. Edward gargalhou, envolvendo os ombros de Bella com um braço, e segurando sua mala com a mão livre.

"Nem vinte minutos em Nova York e você já está esbravejando uma tempestade."

"Bem, o que eu posso dizer? Eu me adapto com facilidade. Darwin ficaria orgulhoso."

Edward riu e guiou Bella para fora do aeroporto, em direção ao seu carro. Enquanto ele dirigia, Bella assistia o cenário ao seu redor. Ela reparou que Edward guiava muito bem o carro em meio ao trânsito da cidade. Quando ele contornou a curva que levaria a Manhattan, Bella arfou de surpresa ao ter sua primeira visão da linha do horizonte da cidade.

"É lindo, não?"

"Nossa, não é de se espantar que tantas pessoas resolvam se mudar pra cá depois de uma temporada de férias," respondeu ela maravilhada.

Edward virou-se para Bella e sorriu. Ele não conseguia conter sua felicidade por ela estar ali. Ele esticou sua mão para pegar a dela, e a segurou enquanto dirigia.

Edward levou Bella para almoçar no restaurante Serendipity, proporcionando-lhe a experiência de beber o famoso Chocolate Quente Congelado¹, especialidade do local. Os dois passaram todo o almoço rindo e roubando beijos um do outro.

Quando deixaram o restaurante, Edward puxou Bella para perto e a beijou mais uma vez.

"E esse foi pelo quê?" Bella riu, seguindo o olhar de Edward. Ele estava encarando o garçom que havia os atendido, e que não parava de olhar para Bella, agora parado na porta do estabelecimento.

"Acho que nunca vi você com ciúmes, Edward," Bella riu.

"Cale-se," Edward grunhiu e segurou a mão dela. "Vamos pra casa."

Foi uma curta viagem de apenas dez minutos até o apartamento de Edward na Av. Madison.

"Esse foi o apartamento que eles arranjaram pra você?" Bella teve que erguer a cabeça para olhar o prédio arranha-céu através da janela do carro.

"Sim, e já estava até mobiliado quando eu cheguei," ele ajuntou.

"Mal posso esperar pra ver como é por dentro," Bella replicou animadamente, enquanto Edward parava em frente ao edifício e entregava as chaves do carro para o rapaz encarregado do estacionamento.

"Ele estaciona pra você?" perguntou ela, abismada.

"Pois é," respondeu. "O prédio tem uma garagem, porém a entrada é permitida apenas aos devidos funcionários, e se você tiver a necessidade de ir até lá, eles devem acompanhá-lo."

"Boa tarde, Sr. Cullen."

Bella virou-se para a voz que falava e encontrou um homem segurando aberta a entrada da portaria.

"Olá, Jimmy. Essa é a Bella," ele a apresentou para o senhor e Bella sacudiu sua mão em cumprimento.

"A infame Bella da qual eu ouço tanto falar. É um prazer finalmente conhecê-la."

"Ele já falou sobre mim?" ela perguntou e Jimmy soltou uma gargalhada genuína.

"Ele fala o tempo todo!"

Bella corou e virou-se para ver o rosto de Edward com uma expressão similar a sua.

"Bem, ela é muito importante para mim."

Caso fosse possível, Bella estaria corando ainda mais. Ela seguiu Edward para dentro do prédio, enquanto ele levava sua mala, até chegarem ao elevador.

"Estou tão feliz por você estar aqui, Bells," Edward a trouxe para perto e a abraçou.

Bella ficou na ponta dos pés para beijá-lo.

Quando o elevador parou no andar de Edward, ele guiou Bella ao seu apartamento.

"Bem-vinda ao lar, Bella," sussurrou ele ao abrir a porta.

"Uau," foi tudo o que Bella conseguiu dizer enquanto observava a luz do sol infiltrando as três grandes janelas da parede mais ao sul, que iam do chão ao teto e banhavam o apartamento de luminosidade.

"Que vista maravilhosa!" ela falou boquiaberta e andou em direção aos janelões.

"É até mais mágico durante a noite. Que bom que agora posso dividi-la com você." Edward andou até ela e envolveu os braços em sua cintura.

"Senti sua falta, minha linda," sussurrou ele contra o pescoço dela, deixando beijos em sua nuca. "Finalmente sinto que estou em casa agora que você está aqui."

Bella riu. "Sempre com suas tiradas perfeitas, Edward Cullen."

"Jamais tiradas, Bella. Apenas verdades."

"Como pode você sequer ser real?" ela indagou.

"Vou tomar isso como um elogio," ele riu e a vibração de sua voz contra as costas de Bella acenderam uma chama dentro dela.

"Pode ter certeza," ela afirmou e virou-se para encará-lo.

"Senti saudades de como você se acomoda em meus braços," falou ele em um tom sussurrado, olhando-a intensa e diretamente.

"E eu senti saudades de estar em seus braços."

Edward inclinou-se para beijá-la. Bella soltou um gemido durante o beijo quando Edward começou a puxar levemente as raízes de seu cabelo. Ele a levantou e a carregou até seu quarto. De modo suave, ele a colocou no centro da cama e subiu, posicionando-se sobre Bella.

"Senti falta de sentir você embaixo de mim," ele grunhiu na orelha de Bella e forçou seus quadris contra os dela. Edward pegou a perna da namorada e a enroscou em seu quadril. Ela riu quando ele tornou a beijá-la no pescoço.

"E eu senti falta de estar embaixo de você," ela gemeu e Edward moveu os beijos aos seus lábios.

Eles não se apressaram.

Cada peça de roupa foi removida com significado, e todo novo trecho de pele revelado era banhado de beijos simples porém prolongados, junto a toques suaves e cheios de propósito - os amantes buscavam, a cada vez, incitar uma resposta no corpo do outro.

Cada som que ressoava revelava muito mais do que meras lamúrias de prazer. Aquilo era o amor vocalizado com cada suspiro e gemido. Cada carícia e cada pele que suas bocas provavam traziam uma nova reação.

Cada encontro de seus quadris foi compartilhado com adoração e prazer mútuos.

E cada satisfação máxima de seus sentidos foi compartilhada com enrouquecidas declarações de amor.

Exaustos, ambos deitaram-se lado a lado, envoltos nos braços um do outro, sem se importar com a fina camada de suor que os encobria em meio ao silêncio absoluto que zunia no ar.

"Tenho uma coisa pra você," Edward quebrou a calmaria do quarto.

"Por que você está sempre comprando coisas pra mim?" Sussurrou ela de volta, e Edward sabia que ela estava à beira de iniciar um discurso sobre presentes e lembrancinhas, porém ao levantar-se da cama, ele a interrompeu.

"Isso é importante," declarou. Ele pôs sua cueca boxer e a calça social que vestia mais cedo, jogando para Bella a sua camisa de botões. Com rapidez, ela abotoou os dois primeiros botões centrais, vestiu a calcinha e o jeans, e seguiu Edward.

Ele estava parado em frente às grandes janelas e Bella observou as luzes, vindas da cidade, que penetravam o apartamento. O sol havia se posto e o céu noturno estava escuro o bastante para mostrar, de fato, a beleza que era a cidade de Nova York pela noite.

Edward ajoelhou-se ao lado de Bella quando ela virou-se.

"Edward?"

"Bella," replicou.

"Sabe, da última vez que você fez isso, eu ganhei uma gaveta. Vou ganhar uma cortina dessa vez?" ela provocou. Edward negou com sua cabeça e estendeu a ela o seu punho fechado.

"O que tem aí na sua mão?" perguntou Bella quando viu a mão de Edward cerrada.

Ele sorriu-lhe e abriu a mão com a palma virada para cima. Bella sorriu quando a luz da sala cintilou no anel centrado na palma de Edward.

Era um simples e belo anel dourado com um adorno em formato de morango. Bella soltou um profundo suspiro de alívio.

"E isso é por quê?" ela inquiriu e Edward sorriu, pegando a mão direita dela. Ele deslizou o anel no dedo indicador.

"Você costumava ter um anel assim quando a gente era criança, e você o perdeu quando visitamos o Aquário da cidade. Você usava bem aqui nesse dedo. Eu vi esse quando andava na rua, outro dia, e tive que comprá-lo. É uma pequena lembrança do início de nós dois. Tudo começou com uma balinha de morango."

Bella sentiu as mínimas fisgadas de lágrimas que ameaçavam cair.

"Ed-" começou a dizer, porém Edward a impediu.

"Ainda não terminei. Tenho mais uma coisa pra te dar, mas você terá que me seguir."

Assentindo a cabeça, Bella seguiu Edward pelo corredor do andar até o elevador. Ela sentiu-se ridícula estando descalça, mas estava melhor do que Edward, que não vestia nem sapatos nem camisa.

Bella percebeu para onde estavam indo e decidiu mexer com Edward.

"Você tem um fetiche por terraços, Edward?"

"Terraços dão um bom lugar para refletir em paz. Além disso, em Nova York, os terraços também são ótimos locais para observar lindas paisagens da cidade."

Bella teve que concordar com ele ao olhar pelo parapeito da cobertura do prédio e ver as luzes e carros passando lá embaixo. Quando virou-se, Edward estava, mais uma vez, ajoelhado sobre uma perna.

"Edward-"

"Todos os dias eu agradeço por minha mãe ter estado naquele corredor do supermercado no mesmo dia em que sua mãe colidiu o carrinho de compras com o dela," Edward falou, interrompendo-a. "Bella, não há ninguém nesse mundo mais importante pra mim do que você. Eu te amo desde que éramos crianças, e eu irei te amar até meu último suspiro, e mesmo assim, quando passarmos ao outro lado da vida, eu continuarei te amando."

"Edward, onde você quer chegar com isso?"

"Não volte para Seattle," ele disse, seus olhos repletos de seriedade permaneceram presos aos dela.

"O quê?"

Edward tirou de seu bolso uma chave e a estendeu em direção a Bella.

"Fique aqui comigo em Nova York. Não vou conseguir dizer adeus mais uma vez."

"Edward, tenho o meu empreg-" Bella começou a dizer, porém Edward levantou-se e pegou suas mãos.

"Eu preciso de você aqui comigo."

"Edward, eu, eu não sei," Bella gaguejou.

Edward esperou por sua resposta.

"Antes de eu responder, posso perguntar uma coisa?" Bella questionou timidamente. Edward deu um passo a frente, a preocupação aparente em seus olhos.

"Você pode me perguntar qualquer coisa. Você sabe disso. Me diga qual é o problema?"

"Está bem. É só que… por que eu?"

"O que você quer dizer com isso?"

"Você poderia ter quem você quisesse, e mesmo assim você está se acomodando comigo."

"Eu não estou me acomodando! Não existe ninguém mais nesse mundo que me entende como você, ou que me ame apesar dos meus defeitos como você me ama. Eu é que deveria dizer que você está se acomodando ao escolher ficar comigo, se parássemos pra pensar na verdade."

Bella encarou Edward como se tivesse crescido uma segunda cabeça nele.

"Por que você não enxerga o quão linda, inteligente e maravilhosa você é? Qual é o problema das mulheres, hein? Vocês nunca acham que são boas o bastante. Tenho uma novidade pra você, Bella: cem por cento das vezes, a mulher é que é boa demais pro cara," declarou ele, afastando uma mecha de seu cabelo que caíra em seus olhos.

"Provavelmente, eu sempre irei achar que não sou suficiente," Bella comentou e Edward assentiu a cabeça com um sorriso no rosto.

"Eu vou mudar isso, Bella Swan, espere e verá. Vou te mostrar exatamente o quão extraordinária você é."

Bella sacudiu a cabeça, mas abraçou Edward.

"Eu te amo," ela murmurou contra seu peito.

"Eu também te amo, mesmo você sendo teimosa como uma mula. Você vai ficar aqui, comigo?" ele implorou novamente, e, dessa vez, Bella assentiu.

"Sim," respondeu ela com firmeza. Ela sabia que haveriam conseqüências devido a sua mudança repentina, mas por enquanto, ela não se importava de estar jogando tudo o que tinha de seguro para o alto.

Edward abraçou-lhe apertado, inclinou-se para um beijo, e deslizou a chave sobre as costas de Bella.

Sob as luzes vibrantes da cidade de Nova York, os dois continuaram abraçados enquanto observavam a cidade abaixo, e se indagavam sobre os caminhos para onde o amanhã os levaria.

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F I M


N/T: ¹ Chocolate Quente Congelado - http:/ bit. ly/ eAwEDN

E... chegamos ao fim de Alphabet Weekends! Em breve postarei não apenas dois, como eu havia dito, mas TRÊS EXTRAS, portanto não esqueçam de checar, ok?

Sobre a continuação da história, que muitas já me perguntaram: eu não tenho autorização para traduzir no momento. Alphabet Weekends foi traduzida para 5 línguas, e nenhuma das tradutoras foi autorizada a traduzir The Missing Letters. A autora ficou balançada pelo plágio que sofreu recentemente e prefere se resguardar, por enquanto. Eu sei que é chato, mas é um desejo dela e eu tenho que respeitá-lo!

Dito isso, me digam nas reviews o que acharam do final? Esperavam mais? Queriam que Edward tivesse dado um anel de noivado?

Beijos e até breve!