Faz alguns dias minha hospedagem na mansão Inawa, descobrindo o quão solitária Mayumi era. Aoshi me pediu ajuda para confrontar um grupo radical em Hokkaido, mas em meu coração tinha um profundo receio de deixá-la, e também passar por cima de minha promessa de nunca mais matar, e ser manchando por culpa novamente

Cinco dias após a visita de Aoshi:

-Jovem, a Mayumi lhe espera no jardim.

-Obrigado pelo recado Iwamura-san.

Não consegui ficar em paz após aquela noite, enquanto ia ao jardim olhava para o céu, a fim de cessar meu nervosismo, Mayumi estava de baixo de uma arvore de sakuras, seu olhar estava baixo.

-Soujirou, o que vai responder a Aoshi?

-Eu não sei- o vento soprou, deixando seus cabelos balançarem, e derramar uma lágrima- Mayumi, se você sabe quem eu sou, porque me aceita com tanta facilidade?

-Você, parece uma criança perdida, uma criança perdida em um mundo injusto. Eu te aceitei, por também está perdida- ela correu aos meus braços, me abraçando em prantos-, não me importo com o que foi no passado, o importante é o seu presente- ela me olhava a sorri, nunca tinha sido tradado de forma tão amável- Se aceitar ir a Hokkaido, volte vivo, por favor.

-Mayumi-chan...

-Eu sinto que você precisa ir, mas eu te peço volte vivo, pois eu sinto que me apeguei a você- ficou então de olhos fechados apoiava sua cabeça sobre meu peito- Posso lhe pedir um favor¿

-Certamente...

-Fique do meu lado mais um pouco.

-Sim- a abaixei devagar, fazendo com que ficasse ao meu lado, acariciei seu sedoso rosto, a tranqüilidade nos fez adormecer, em profunda serenidade naquela tarde.

Naquele momento, ouvir e sentir isso me ajudava a mudar algo que pensei durante anos, a filosofia a qual "proteger os fracos... é errado".