N/A: Bom, mais um capítulo! (: dessa vez eu fui rápida, hein? ausihdiaushasidausd obg pelas reviews meninas, adorei todas. Continuem mandando, por favor, é muito importante. ^^

Eu não gostei muito desse capítulo, acho que já escrevi melhores. Mas espero que gostem, whatever.

p.s.: Na minha fic, James é apanhador e ponto final.

Capítulo 4

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Segunda feira ainda. Sala comunal, na minha poltrona, 6 horas.

Como eles podem ser tão cegos? Oh, Mérlin. Eu não mereço. Ou devo merecer, sei lá.

O fato é que todos eles enlouqueceram. Não restou nenhum único amigo são, daqueles antigos. Até Remus passou para o lado dos pirados da cabeça. Eles estão me falando pra maneirar. Que eu estou sendo muito grossa com Potter.

OI!

Eu sempre fui assim.

Eles sempre entenderam.

Por que isso agora?

Depois da aula dupla de Poções, Slughorn pediu pra que nós – o Clube do Slug – permanecêssemos na sala, para podermos marcar nossa primeira "reunião" do ano. Como se eu já não tivesse que aturar o Potter o dia inteiro, ele também sempre vai nessas festas que o professor Slughorn faz. Ok, eu fiquei, colocando todo o meu autocontrole em prática, pra conseguir ficar mais alguns minutos com Potter, dentro de sala.

Eu tinha o xingado por bilhete, e o menino parecia simplesmente arrasado.

Ótimo ator, Potter.

Mais uma qualidade para sua extensa lista, parabéns, idiota.

Mas enfim, ele estava aparentando se sentir muito mal, até o momento que Sluge chamou a atenção de Dough, para que ele também ficasse na sala. Depois disso Potter acrescentou um pouco de fúria e de tensão no seu papel.

Dough, que não sabia o porquê de estar lá, apenas sentou-se em uma das carteiras da primeira fileira e ficou aguardando enquanto Slughorn ajeitava sua maleta e voltava-se para nós com aquela pança prestes a estourar os botões do suéter:

- Muito bem, meus melhores alunos! Quantas saudades, eh? Pois bem, pois bem. Como vai seu pai, Claudius? Espero que bem... E você Lily? Como anda?

- Muito bem, professor. – eu respondi, forçando um sorriso.

Não que eu não gostasse dele. O professor é super gentil conosco, a quem ele chama de 'melhores alunos'. Na verdade, eu acho isso meio errado, sabe? Ter alunos preferidos e tal. E não é pelo que eles são, entende. É pelo que eles são capazes de fazer, ou a posição que eles ocupam na sociedade. Mas ir às festas que ele dá, normalmente é uma boa idéia. A não ser quando ele te tira pra Cristo e conversa com você a noite toda. Mas tirando isso - e o fato de que Potter também as freqüenta - as festas são até que bem divertidas. Normalmente Slug chama bandas para animar as festas. (Adoro músicos, já comentei?) E a comida é sempre muito boa. Sem contar as personalidades que ele já trouxe para nos conhecer. Todos antigos alunos, claro. Tem uns realmente sem importância para mim, como por exemplo, aquela mulher magra de cabelos escorridos que dizia ter vários votos para ministra da magia. Merlim, quem a mulher queria enganar? Mas acho que lembro de ter ouvido o professor comentar algo sobre os grandes lotes de terra que a família dela possui. Mas – em geral – as pessoas que ele traz às festas são interessantes. Como aquela repórter nascida trouxa, que sempre cobria matérias em diversos lugares, e trazia novidades de primeira mão, para o nosso mundo. E aquele capitão dos Tornados, que era realmente MUITO interessante. Mas eu não me lembro direito o que ele falou, porque era meio difícil prestar atenção nas palavras dele quando aquele corpo inteiro estava parado à sua frente, com aquela voz macia saindo de sua boca e a mão segurando displicentemente um copo de firewhisky...

Enfim! Voltando ao final da aula de poções. Era o fato de Potter ali estar na sala, sentado mais atrás e com a cabeça abaixada, que fazia com que eu não tivesse a mínima vontade de sorrir. Ele é muito falso gente. Como pode? Fingindo-se de coitadinho! Mas ok, continuando...

Slughorn olhou pra mim, com seu sorriso enorme e em seguida virou-se para Yasmin - pois é, ela também faz parte do "Clube do Slug" – e desatou a falar de como tinha se lembrado dela nas férias, quando esteve no Brasil e tal. Min é brasileira, vem de um estado chamado Bahia, se não me engano.

Quando ele terminou de contar suas (inventadas?) 'aventuras' no Brasil, ele virou-se para o Potter:

- E o melhor apanhador da história de Hogwarts, como vai indo?

Oh, como Slughorn é puxa-saco de Potter.

Potter ergueu a cabeça das mãos, onde ele a tinha enterrado, e olhou para o professor, ainda com cara de cachorro escorraçado:

- Como sempre, professor. Um pouco pior, talvez.

- Mas o que é isso, James!? Não vejo o que pode estar errado pra você! Capitão do time, um ótimo apanhador... Está em sua melhor forma, presumo. Quem sabe uma festa não te anima, hein? Então, quando vocês estão livres? – Perguntou o professor, com um sorriso de expectativa, olhando de um para o outro. – E ah! Temos um aluno novo, é isso? – Terminou ele, olhando para Dough.

- Ah... – Começou Dough, completamente perdido. Olhou pra mim, com cara de quem pede auxílio, mas eu devia estar tão mal-humorada com Potter que acho que nem consegui fazer cara de desculpas.

- Muito bem, muito bem... – Interrompeu Slughorn, salvando Dough da desesperadora expectativa de uma apresentação. – É Douglas Belinazzo, certo?

- Isso mesmo, senhor. – Respondeu Dough, muito sério.

- Sim, sim. E você é de que parte da Itália, meu caro?

- Vicenza, senhor.

- Vicenza, certo. Deixe me ver... Você por acaso tem algum grau de parentesco com Thomas Belinazzo?

- É meu tio, senhor. – Respondeu Dough, surpreso.

- Ora, ora, mas que surpresa boa! – Riu o professor, deixando mais do que claro que não era surpresa alguma, na verdade. – Então quer dizer que temos um autêntico herdeiro das fortunas de Tom Belinazzo, aqui entre nós?

- Sim, senhor. – Respondeu Dough, ficando meio sem graça.

- Muito bem, senhores. – Esbravejou Slughorn - Marcamos nosso primeiro encontro para este domingo, então?

- Ahn, professor? – Chamou Yasmin – Não podemos marcar para o sábado?

- Mas, sábado? – Reclamou Constantine Clair, uma garota sonserina do 6º ano. – Sábado não, todos nós combinamos outras coisas para os sábados...

- Eu concordo com Yasmin – Eu me manifestei – Até porque nós sempre voltamos tarde das festas, e na segunda temos aula.

- E temos os N.I.E.M's, não podemos bobear! – Fabrício Grainch lembrou. Ele é um garoto alto e loiro, de olhos castanhos e se encontra no 'grupo' dos bem atraentes. Está no 7º ano, Corvinal.

- Com certeza, com certeza. Não se preocupem com isso, vou tomar todas as providências para que nossas reuniões não atrapalhem seus estudos. Ainda mais dos setimanistas, que estão perto de prestarem os exames finais mais importantes para a carreira de vocês.

- Então fica para o sábado? – Perguntou Claudius, se levantando. Claudius Pertecchio é da Lufa-Lufa, está no 5º ano e definitivamente NÃO está no grupo dos atraentes.

Coitadinho, é uma ótima pessoa, mas a vida dele deve ser mais injusta do que a minha. Ou não, mas pelo menos eu não tenho problemas com suor excessivo ou problemas crônicos de pele. Ui.

Constantine bufou a um canto.

- Eu prefiro – provoquei.

- Eu também. – Concordou Min, me olhando maldosamente, cúmplice.

- Por mim, pode ser. – Disse Dough.

- Aham. – Concordaram os outros dois.

- E você James? Tudo bem se for no sábado? – Perguntou o professor, já pegando sua maleta de cima da mesa.

- Tanto faz, professor. – Respondeu ele, tornando a abaixar a cabeça.

- O-ho! – Exclamou o professor. - Espero que seu ânimo melhore, meu caro! – Disse, com um sorriso que ele esperava ser acolhedor. – Já sei! Tive uma idéia.

Todos olhamos para ele, curiosos e receosos. As idéias de Slughorn podiam ser bem extravagantes às vezes.

- Faremos uma festa na sexta feira da semana que vem. – Ele disse, a careca dele parecia reluzir de empolgação.

- Sexta feira, professor? – Eu perguntei.

- Sim! Sexta-feira, 13!

Todos nós nos entreolhamos, imaginando que sexta-feira 13 realmente daria um bom tema para uma festa.

- Todos concordam? Espero todos vocês na sexta-feira que vem, então. Vocês podem avisar aos outros, por favor? – Perguntou ele à Constantine, Claudius, Yasmin e Fabrício, se referindo a avisar ao restante do "Clube do Slug" pertencentes à Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa. – E o que houve com Remus, você sabe James?

Ele negou com a cabeça.

- Bom... Então, por favor, avisem a ele, eh? E se não fosse pedir muito, vocês podem avisar também à Mary Framme e à Flora Kirsten, do 5º ano, caso encontrem com elas na sala comunal? – Perguntou a mim e ao James.

- Claro, senhor. – Respondeu James, rapidamente. Estava dando claramente a impressão de que queria sair logo dali.

- Constantine pode avisar Ben Hudson, já que são da mesma turma. Ele não pode vir quando o chamei, mas pediu pra que o deixasse informado. Yasmin e Fabrício ficam encarregados de avisar Katie Bosh (5º ano, estilo 'boneca de porcelana) e Heath Yardson (6º ano. Esse é gaaato.), tudo bem? E você Claudius, avise Dennis Worstack (6º ano. Bonitinho, vai.) e Dulce Mendel (7º ano. Bonita, mas com cara de fuinha), pode ser? – E começando a andar em direção à porta, terminou: - Até mais rapazes, senhoritas. – E indicando a porta com o braço, deu-nos a deixa para nos retirarmos, e saiu em seguida.

Agora, antes de mais nada, deixa eu esclarecer algumas coisas:

Primeiro: Constantine Clair é uma fiel seguidora de Manuela Lembreink e a antipatia reina sobre ela. Por isso eu sou tão grosseira quando se trata dela. E quando se trata de todas as outrazinhas que andam com Manuela Lembreink, também. Manuela é uma setimanista sonserina insuportavelmente antipática e nojenta. E vaca, óbvio.

Segundo: Esses alunos das outras casas (Yasmin, Fabrício, Claudius e a própria Constantine) chegaram na nossa sala um pouco antes da aula acabar, por pedido de Slughorn. Não sei porquê, já que hoje é só segunda, e ele tinha tempo de avisar todos os outros alunos das outras casas e turmas separadamente. Mas ele fez A confusão e acabou que avisou só alguns de cada casa e nos encarregou de avisarmos os alunos das outras séries. Pelo menos cada um avisa aos alunos da sua casa. Imagina se eu tivesse também que avisar aos sonserinos? Pelo menos nessa questão, a vida não foi assim tão injusta.

Agora posso continuar. Enfim, depois que eu saí da sala, eu e Min fomos correndo pra torre norte, onde a nossa aula de Runas Antigas já devia ter começado pelo menos há uns 15 minutos.

Dá pra acreditar que até nisso o Potter me persegue? Pois é, ele também escolheu Runas Antigas pra cursar. Mas graças a Merlim, ele não nos seguiu até a sala hoje. Sim! Eu não tive que aturar a presença do Potter por mais uma hora.

Então eu estava muito mais feliz.

Nós batemos na porta, explicamos à professora que estavávamos falando com o professor Slughorn e ela nos deixou entrar, em silêncio.

Bru já estava lá.

Ela é a única de nós que faz Runas Antigas, além de mim. E nossas aulas são geralmente bem divertidas, já que mandamos muito bem em Runas, nós normalmente terminamos a tarefa antes, e podemos aproveitar o resto da aula pra conversar à vontade. Sem as afobações de Marlene e Alice.

Hoho, como eu sou má.

Mas é verdade.

Essa é a aula mais calma que eu freqüento. Remus diz que acha Runas fascinante, mas é uma das únicas coisas que não entende. E Potter sempre me pareceu ser bastante aplicado nessa matéria em questão. Pelo menos ele sempre fica super concentrado e termina as lições até mesmo antes da Bru ou de mim.

Mas ele nunca vem me encher o saco, o que eu agradeço MUITO. Ele normalmente conversa com a Bruna, e quando isso acontece, eu vou conversar com Yasmin, que é a única pessoa com quem eu posso conversar, depois da Brubs.

Todas as casas têm aula de Runas Antigas juntas. Grifinória e Sonserina não se dão muito bem juntas, mas - por mim - todas as aulas poderiam ser compartilhadas com Yasmin, o único inconveniente seria ter que aturar Manuela. Eca. Mas pelo menos ela não faz Runas. Aleluia. Mas acho que ela não inteligente o suficiente. Hoho;

Sem contar o fato que eu ia poder admirar Fabrício mais vezes.

Mas isso não vem ao caso.

Então... Voltando ao assunto. Quando eu cheguei, Bruna já estava lá.

- Por que demorou tanto? – Perguntou ela, sussurrando.

- Slug. – Respondi simplesmente.

- E o James? – Ela perguntou, olhando para mim como se esperasse que eu o tirasse do meu bolso e o colocasse sentado ao meu lado, ou algo do tipo.

- Sei lá. Tomara que não apareça. – Falei com esperança.

- Lily! Você é muito cruel com ele. – Defendeu ela.

- Bru, não vou discutir "Potter" com você, ok? – Eu respondi, como se encerrasse a questão.

Bruna é muito amiga dele. Ela se limitou a revirar os olhos e virou-se para Yasmin, cumprimentando-a.

- Atenção, todos! – Chamou a professora.

A sala atingiu um volume mínimo, e a professora seguiu com a aula, parando aqui e ali para tirar dúvidas.

A aula de Runas sempre dura dois horários, já que normalmente os textos são complexos e exigem tempo. Depois disso, tivemos tempo livre.

Livre de aulas, quero dizer.

Porque se tinha alguém com esperanças de que esse período livre fosse aproveitado para descansar, coitado. Esse alguém se enganou profundamente.

O tempo livre foi uma espécie de tortura, só que um pouco pior.

Eu, Bruna e Yasmin saímos da sala, tagarelando feito loucas e expondo nossas opiniões pouco maliciosas sobre Fabrício Grainch e nos separamos no corredor que leva à sala comunal.

Posso dizer que eu e Bruna fazemos parte desse "alguém" que achava que o tempo livre serviria para descansar.

Não que não soubéssemos que em pleno ano de N.I.E.M's, ninguém daria folga de graça aos alunos. Mas é o primeiro dia, e já tínhamos tido tantas coisas, que realmente gostaríamos de um descanso antes do jantar.

Mas quanto engano.

Nós entramos na sala comunal e nos deparamos com Lene e Lice, deitadas no tapete, conversando como nunca. Era tanta empolgação que elas nem perceberam quando eu e Bru sentamos nas poltronas ao lado delas.

- É, mas eu disse isso pra ele. Você acha que ele escuta? – Dizia Alice, indignada.

- Você devia era ter visto a cara dele, quando fui falar tentar conversar. – Falou Lene, em tom de pena.

- Homens... – Resmungou Bruna, e elas despertaram de seus pensamentos, percebendo a nossa chegada.

Elas sorriram para nós, mas não antes de trocarem um olhar culpado.

- Sobre o que tanto conversavam? – Perguntei, tentando parecer indiferente.

- Homens, como a Bru falou tão sabiamente. – Respondeu Alice, rápido demais.

- É, é. O Frank aprontou uma aí, com a Lice, e nós estávamos discutindo o ocorrido. – Completou Lene, tentando inventar uma história que coubesse na situação.

Sem muito sucesso, devo dizer.

- Sei. – Falei com descaso. – E o que foi que ele fez? – Perguntei enquanto abria minha mochila e tirava minha pena, meu pergaminho e meu livro de feitiços.

- Ah, ele confessou que se esqueceu que meu aniversário é semana que vem. – Disse Alice, bem mais convincente que Marlene. Se eu não conhecesse tão bem minhas amigas, acho que tinha acreditado na história delas.

- Vê se pode, uma coisa dessas! – Implementou Lene, parecendo mais ela mesma novamente.

- Imperdoável. – Eu falei, olhando pra Bruna. Era tão óbvio que as duas estavam mentindo, que eu não consegui nem acreditar que elas poderiam estar fazendo isso.

Ah, qual é! Nós temos 17 anos, e somos melhores amigas há sete deles.

Quem é que esperaria que as amigas mentissem dessa maneira?

E o pior é que elas não pareceram perceber que eu e a Bru sacamos a delas.

Acho que elas pensam que nos enganaram por pouco.

Vou pensar num jeito de fazer elas me contarem, sem perguntar. Aquele tipo de armadilha que eu e Sirius armamos e que os outros SEMPRE caem, se contradizendo.

Mas depois eu penso nisso, porque eu devia estar fazendo minha tarefa de poções agora. Por que é que Slughorn inventou de passar lição no primeiro dia de aula?

Acho que é pra mostrar serviço. Deve ser.

Já que esse é o ano dos exames finais e tal.

Como se os alunos não estivessem suficientemente apavorados com Transfiguração e DCAT.

Ora, tenha dó, Slughorn. Trinta centímetros de pergaminho sobre quais as conseqüências de uma poção do morto-vivo mal preparada e/ou ingerida incorretamente? Para 4ª feira!

E isso que ele diz gostar de mim.

Vou fazer a tarefa, antes que as meninas me batam por escrever tanto nesse caderno.

Mas na verdade você sabe o quê é, né?

Ciúmes. Muahaha. É que eu não deixo elas lerem, então elas ficam com raiva.

Mas eu realmente tenho que fazer o trabalho de poções, antes que eu tenha que refazer a minha redação de 45 centímetros de feitiços, porque Lene está ameaçando rasgá-la em pedaçinhos e dar para Lyo comer.

Não, meu trabalho de feitiços não, por favor!

Demorei uma hora pra terminá-lo. Não sejam tão más.

E, além disso, Lyo nem ia gostar. Ela é totalmente carnívora .

Pergaminho pra ela, eca.

Oh não, já são 6:30!

Merlim. E eu ainda tenho que fazer a coisa de poções e jantar.

E tudo isso antes das 8, porque tenho ronda hoje!

Droga.

# ANOTAÇÕES DA INVESTIGAÇÃO Nº 1: "Yasmin x Apimentadas":

Não é da Bruna que a Yasmin não gosta.

Ou é, e ela é muito falsa. E convincente.

Se o ódio dela não é por mim, nem pela Bru, só restam Lene e Lice.