Capítulo 18
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Domingo, 8 de setembro, nove horas da manhã, minha poltrona.
Pois é. Aqui estou eu, em pleno domingo de manhã, sozinha na minha poltrona, tomando meu cate. E eu simplesmente não posso acreditar que hoje só seja o primeiro fim de semana desse ano letivo. Aconteceram tantas coisas essa semana, eu tive tantos deveres pra fazer, tantas discussões, tantos traumas, e hoje é apenas domingo. Amanhã começa tudo de novo, eu tremo só de pensar no tanto de tarefas que os professores vão passar agora, sendo que a primeira semana de aulas já acabou.
Bom, eu acordei me sentindo muito cansada hoje, o que foi bem estranho, já que ontem eu fui dormir às 10. E aí as meninas, incrivelmente, estavam acordadas também, e nós descemos para tomar café da manhã juntas. E durante o café eu descobri o motivo da disposição delas: O dia amanheceu ainda mais bonito do que ontem, e elas planejaram ir tomar banho no lago.
Eu preciso dizer que eu não quis ir? Pois é. Eu queria mesmo ir aproveitar, mas meu corpo dói por inteiro. Eu não faço idéia do que aconteceu comigo, mas parece que eu fui atropelada por uma manada de hipogrifos.
Ou algo assim, whatever.
E então eu peguei meu cate e subi com as meninas, e fiquei lá em cima com elas, ajudando a passar protetor em todas, e quando elas conseguiram me lambuzar inteira, elas saíram e eu tive que tomar banho. Eu coloquei minha calça de moletom velha, uma camiseta do meu pai, que eu carregava pra todos os lugares comigo, porque era minha preferida, e era a que eu usava para não sentir saudades dele quando ele saía nas viagens intermináveis dele, quando eu era mais nova. E a camiseta continuava comigo, e como eu pretendia ficar o dia todo na sala comunal, eu não me importei e a vesti. Prendi meu cabelo num coque mal feito e desci para a sala comunal novamente, que estava completamente vazia.
E está, exatamente agora. E eu estou aqui, sozinha, morrendo de dor de cabeça. Então, eu vou deixar o diário lá em cima e voltar aqui e dormir um pouco no sofá, já que ninguém vai ser doente de ficar dentro do castelo em pleno domingo ensolarado assim.
Só eu. Mas isso é um fato, eu devo mesmo estar doente.
Tomara que passe logo.
Segunda-feira, 10 de setembro, nove e meia. História da Magia.
Puta aula chata, véi.
Queria que acabasse logo, e aí eu poderia dar uns beijinhos no meu senhor admirador-não-mais-secreto.
Hum, isso é uma longa história, então quando eu puder, eu conto.
Remus está olhando de um jeito autoritário para mim, acho que eu devia parar de escrever aqui e tentar prestar atenção. Ou fingir, de qualquer maneira, porque afinal eu sou monitora-chefe.
Grande coisa. Ele também é e isso não o impediu de soltar bombas de bosta de dragão nas masmorras, no sábado. Enfim, longa história, como eu disse. E Remus ainda está olhando. Chatinho.
Segunda-feira ainda, uma hora da tarde, dormitório feminino do sétimo ano.
Ok, vou perder meu horário de almoço, mas eu preciso relatar tudo o que aconteceu ontem.
Hum, quando eu deixei o caderno aqui em cima e voltei para a sala comunal, querendo deitar e dormir um pouco pra ver se minhas dores passavam, ela ainda estava vazia.
Beleza.
Eu tinha levado uma coberta junto porque a camiseta que eu estava usando, apesar de ser capaz de vestir duas Lilys, era de manga curta, e eu tinha começado a sentir frio.
Eu me acomodei no sofá e não tive nem tempo para pensar em alguma coisa. Eu já tinha dormido. O que, pensando agora, é bem estranho, porque eu dormi muito nesse fim de semana. Enfim, eu acordei duas horas depois, com a sensação incômoda de mosquitos no meu rosto.
Eu abri os olhos e me deparei com o Sirius, que estava com os meus próprios cabelos roçando no meu rosto. LEGAL.
- Pads! – Eu reclamei coçando o nariz enquanto me sentava e arrumava o cabelo.
Ele riu e se sentou do meu lado no sofá.
- Credo, Lils! – Ele se sobressaltou, quando encostou em mim. – Você tá pelando!
Eu estava com a minha cabeça meio pesada, então demorou alguns instantes até eu entender o que ele tinha dito. Eu levei minha mão à minha bochecha e meu rosto parecia estar pegando fogo.
Sirius estava de pé, dobrando minha coberta e me abanando com ela.
Eu tive que rir.
- Pads, você não tem noção nenhuma do que fazer quando uma pessoa está com febre. – Eu revirei os olhos, divertida.
- Tá bom então... Ala hospitalar. – Ele me disse, largando o cobertor no sofá e me puxando pela mão.
Eu nem contestei, pra você ver como eu NÃO estava bem.
Nós chegamos lá e Madame Pomfrey, nada sutilmente, me olhou de cima à baixo com uma cara de 'pelo-amor-de-Merlim-está-fazendo-40-graus-lá-fora', por causa da minha calça de moletom, e imediatamente colocou a mão da minha testa, enquanto em empurrava para uma daquelas camas agradabilíssimas, comumente chamadas de MACAS. Argh.
Depois que ela mediu minha temperatura (quase quarenta graus!), me deu remédio e me fez tirar aquela calça e colocar um shorts verde ridículo, ela voltou para sua salinha.
- Ugh. – Eu disse sem vontade, enquanto fechava os olhos.
- O que é que você fez? – Sirius me perguntou, avaliando meu estado.
- Eu não tenho idéia. – Eu olhei para ele, fazendo careta.
Ele riu e se sentou na cabeceira da minha cama, colocando minha cabeça no seu colo. E nós ficamos ali por um tempo, conversando e eu quase dormindo.
- Lils. – Ele chamou, depois de uns dez minutos.
- Hum?
- O que aconteceu? Entre você e o Prongs? – Ele me perguntou sério e eu abri os olhos para analisá-lo de cenho franzido.
Eu ri sem humor e me sentei na cama, encarando-o.
- Nada. – Eu respondi simplesmente, mas ele continuava com a testa enrugada. – A não ser o que ele já deve ter te contado, óbvio.
- O quê? – Ele perguntou, e eu estranhei.
- O-ho. Estou sentindo cheiro de desconfiança aí. – Eu falei para ele, analisando sua expressão.
Foi a vez de ele fazer careta.
- O que foi que houve? – eu perguntei, imaginando o que podia deixar Sirius Black meio pra baixo. E isso estava se tornando freqüente, né, desde daquele dia da coisa toda com o Régulus.
Ele ficou em silêncio.
- Ei... – Eu segurei a mão dele. – não quer falar sobre isso? – Eu incentivei, sorrindo fraquinho.
- É só que... – Ele começou devagar – Parece que vai começar aquele pesadelo de volta.
- Que pesadelo, Sir? – Eu perguntei, preocupada.
- Prongs. – Ele respondeu simplesmente, olhando para baixo de volta.
Hum.
- Eu não entendi ainda, Sirius. – Eu tentei usar um tom descontraído, mas não adiantou nada.
- Eu não sei. – Ele me olhou profundamente, como se esperasse achar a resposta que ele queria ali. – Parece que ele se afastou de mim outra vez.
Aí eu entendi. Ele estava falando do pesadelo que foi ficar brigado com seu melhor amigo, no fim do quarto ano, quando James descobriu que eu e Sirius tínhamos ficado no baile.
- Por quê? – Eu perguntei, meu tom de voz meio agudo. Eu não via sentido no que Sirius estava me dizendo.
- É isso que eu queria saber. Eu pensei que tivesse alguma relação com você, de novo.
Eu dei um soco fraco no braço dele. Falando daquele jeito, parecia que eu era a razão de toda a discórdia daquele castelo.
- Sirius. – Eu falei, tentando pensar em tudo o que tinha acontecido. – Olha, na sexta eu estava descansando lá nos jardins, sozinha. E Snape estava lá, também.
- Você e o seboso? Num mesmo ambiente?
Eu ri.
- É, ele chegou quando eu já estava lá, e ficou sentado lá perto. E aí, depois de um tempo, James chegou. – Eu não deixei de notar que Sirius percebeu a mudança no jeito de chamar Potter, mas eu continuei sem interrupções: - Aí, nós discutimos.
Ele riu, quase latindo.
- Que novidade!
- Pois é. Mas aí... – eu continuei – quando eu estava voltando pro castelo, nós começamos a conversar. E não me olhe assim, foi inesperado para mim, também.
- Hum, e daí?
- Então, aí nós voltamos para o castelo, e eu subi para a sala comunal e fui dormir.
- Sei. E todo mundo pensando que você estava passando mal. – Ele falou, sorrindo marotamente para mim.
- Seu imbecil, eu só queria pensar um pouco, vai. Você tem que entender, aquilo foi MUITO doido pra mim.
- Tá. – Ele acenou com a cabeça. – E aí?
- Aí eu acordei na hora do jantar, desci com o Déryck pro Salão, e todos vocês já estavam lá.
- E aí Prongs pediu pra você passar sei lá o que pra ele, você passou, ele agradeceu, você respondeu e nós ficamos todos 'oh, o que foi que houve?' – Ele fez uma pausa e riu de novo. – E depois, quando a gente percebeu, vocês tinham sumido. Safados.
- Er, - eu disse rindo – idiota. Ele simplesmente me arrastou para a sala comunal, e a gente ficou conversando lá.
- E aí nós terminamos de comer e fomos pra sala comunal, e o Prongs estava lá, sentado na SUA poltrona admirando você dormir no sofá.
Ops. Que vergonha.
– E aí a gente ficou enchendo ele, brincando, tirando sarro, festejando... – Sirius continuou.
- Festejando o quê? – Eu estreitei os olhos pra ele.
Ele me avaliou por um momento, os olhos divertidos.
- A conquista dele, oras. – Ele falou, como se fosse muito simples.
Ai, patético.
- PF, que vitória? – Eu revirei os olhos.
- Ué, ele conseguiu conversar com você, Lils! Uma conversa decente e-
- Era uma pergunta retórica, Pads.
- Ah, tá. – Ele parou.
- Enfim...? – Eu quis saber o resto.
- Bom, ele não disse bem com essas palavras, óbvio, mas, foi hilário de ver, ele falando que você estava toda torta lá, e que ele queria levar você pro dormitório mas ficou com medo de jogar tudo pelos ares, então deixou você lá mesmo. – Sirius continuou, interpretando meu silêncio como falta de entendimento.
Eu levantei as sobrancelhas, pensando. 'Jogar tudo pelos ares.' Tipo, ficou com medo que eu acordasse enquanto ele me carregava no colo? É, eu realmente não ia gostar disso.
- E nós ficamos um tempão lá, rindo e gritando, e você desmaiada no sofá. E quando todos nós estávamos podres, a gente subiu pra dormir, e as meninas te levaram pra cima.
- É. – Eu respondi, rindo.
- E então...?
- Ah. – Eu me toquei que ainda faltava história pra contar. – Então no sábado de manhã a gente ficou lá fora, lembra, eu e as meninas, fazendo os deveres.
- Arrã. – Ele acompanhou o raciocínio.
- E... – Eu fechei os olhos tentando me lembrar.
- Nós fomos almoçar, e ficamos o dia todo lá fora, e aí a gente jantou...
- E aí vocês foram soltar aquelas benditas bombas de bosta...
Nós rimos.
- É. – Ele disse, parando de rir de repente. – E depois?
- Depois... Eu fui dormir, eu acho.
- E não aconteceu nada? Nesse tempo que a gente tava soltando as bombas? As meninas disseram que Prongs ficou lá, com você.
- Ah, é. – Eu lembrei. – Ah, nós ficamos lá na sala comunal, eu, as meninas e ele. E aí de repente elas sumiram, eu fui procurar, elas me fizeram contar tudo o que tinha acontecido, o porquê de eu estar falando com James de uma hora pra outra, e só. Não, aí eu desci e voltei a conversar com ele.
Ele levantou as sobrancelhas.
Eu levantei os braços na frente do corpo, em sinal de redenção.
- Eu não fiz nada demais, juro. – Nós rimos. - Não, sério. Nós estávamos conversando, o que eu ainda tento entender e-
- O quê?
- O que o quê? – Eu perguntei.
- O que você tenta entender?
- Ah, o lance de a gente estar conversando agora. Tipo, muito aleatório, mas enfim. A gente tava conversando e aí eu me dei conta do quanto eu o odeio.
Ele revirou os olhos.
- Como assim?
- Ué. Pads, eu sempre o achei idiota e imbecil. Aí, nessa primeira semana de aula, ele conseguiu me agarrar duas vezes no mesmo dia! Eu o odeio demais por isso.
- Mas você está falando com ele.
- É, eu estou. Por isso que quando eu me toquei disso, eu levantei e fui dormir.
- Hã?
- Eu percebi que eu o odeio. Mesmo que eu tenha mudado meu conceito sobre como ele é idiota, por ficar me chamando pra sair e tal. Tipo, ok, ele é legal até. Só que o fato dele ter me agarrado... Isso me dá raiva. Nojo. Eu odeio isso, entende?
Ele franziu o cenho mais uma vez.
- Estou tentando.
Eu ri sem humor de novo.
- E aí, você simplesmente deixou ele falando sozinho e saiu? – Ele perguntou, depois de alguns segundos de silêncio.
- É. Quer dizer, não. Não exatamente. A gente não tava mais conversando, aí eu disse que ia dormir.
- Ah.
- Pads?
- Quê?
- O que ele está fazendo? James. Ele não tá falando com você? – Eu perguntei confusa. Mesmo depois dessa retrospectiva, eu não via motivos para James não estar conversando com Sirius.
- Não exatamente. Ele está meio que... Me evitando.
Eu senti minha testa enrugar por inteiro.
- Talvez seja coisa da sua cabeça, Sirius. – Eu disse devagar.
- U-hum. – Ele respondeu enquanto Madame Pomfrey saía da sua sala e caminhava até nós.
Ela enxotou Sirius da maca, abanando a mão e colocando-a na minha testa. Depois nas bochechas e por fim no meu pescoço.
- Como está se sentindo, senhorita Evans?
- Bem melhor, obrigada. – Eu sorri simpática para ela.
Ela retribuiu meu sorriso e me disse que eu podia ir. Eu estava quase na porta quando Sirius falou do meu short super fashion e, eu fui lá atrás do biombo colocar minha calça de volta.
Bom, depois disso, eu pulei em cima dele e dei um abraço esmagador, para agradecer por ele ter ficado me aturando e eu fui me trocar, pra me encontrar com eles no almoço.
Eu tive que tomar outro banho, porque eu devia estar fedendo, depois da rodada de suor que eu tive durante a febre. Eu coloquei um short jeans, uma camiseta de alcinha branca e uma rasteirinha, fiz uma trança frouxa no meu cabelo e desci correndo, me sentindo muito bem e morrendo de fome.
Eu encontrei com eles no saguão, e depois de ficar provocando Remus com a coisa toda das bombas de bosta, eu me sentei ao lado dele para comer.
- Que bom que melhorou, Lily! – Bruna disse, por trás das costas de Remus, se inclinando pra mim e me dando um beijo estalado na bochecha
- Arram, Pads nos contou. – Alice disse, do lado de Sirius, que estava na minha frente.
Eu sorri para eles e de repente eu percebi quem estava sentado do meu outro lado. E por sinal, na frente de James.
- Dough! – Eu cumprimentei-o sorrindo, e nós começamos a conversar.
E nós conversamos durante o almoço todo. E eu sentindo os olhares furtivos que os meus amigos me lançavam, de tempos em tempos.
O Salão Principal foi se esvaziando aos poucos e logo só sobraram algumas pessoas além de mim e Dough. Tinham alguns garotos do sétimo ano da Sonserina, alguns quintanistas da lufa-lufa, e Lene e Déryck. Nessa hora os dois se levantaram e acenaram para nós, sumindo do salão. Na nossa mesa, nós éramos os únicos restantes.
- Er, acho que a gente pode... Ir. – Eu disse, abaixando meu copo de suco e me levantando da mesa.
E de repente ele segurou meu braço.
Eu me virei para ele, pronta para perguntar o que ele queria, mas ele estava perto demais.
AI MEU MERLIM.
- Dough. – Eu comecei. Pera aí, né, a gente tava no meio do Salão Principal. De pé ainda, chamando mais atenção.
- Desculpa, Lily, não posso mais esperar. – Ele disse, muito perto agora. Muito mesmo.
E aí, ele me beijou.
Assim, no meio do Salão Principal.
E apesar de a gente ter acabado de almoçar, né, o que poderia ser muito nojento... Não foi. Foi... Bom. Ugh, meio patético, eu sei. Mas foi realmente bom.
No mesmíssimo instante, os setimanistas da Sonserina começaram a gritar e zombar, como se estivessem olhando na hora exata.
- Não ligue pra eles, esses panacas. – Dough sussurrou no meu ouvido assim que nós nos separamos.
Eu estava meio mole, então só o que eu consegui fazer foi concordar com a cabeça e o seguir porta afora, as mãos dele entrelaçadas na minha.
Nós fomos lá pros jardins, e ficamos lá a tarde toda. Ele se declarando e me deixando corar feito um pimentão.
E, quando escureceu, nós voltamos para a sala comunal.
Quando o retrato girou nos admitindo eu consegui sentir a sala inteira em silêncio, mesmo que só tenha durado meio segundo, enquanto as pessoas presentes notavam quem estava entrando de mãos dadas. Nós fomos até a lareira, e eu perguntei se tinha algum problema a gente ficar lá com eles. Todo mundo tirou sarro da minha cara, porque era óbvio que não tinha problema algum, e as meninas tinham sorrisos enormes no rosto. E os garotos foram realmente legais com Dough.
Exceto um, óbvio.
- Boa noite gente. – James se levantou meio irritado, depois de uma meia hora.
Depois de alguns 'Boa note, Jay' 'Falou, cara.' 'Até, Prongs', nós voltamos a jogar Snap, e Dough, que estava fazendo dupla com Frank, ganhou de mim e Alice.
Foi ficando mais tarde, a sala foi se esvaziando, e eu acabei sozinha com Dough, como era de se esperar, já que todos pareciam, de repente, tomados de um sono terrível.
E nós ficamos lá, uma hora mais ou menos, conversando e contando fatos aleatórios da vida de cada um, pra gente se conhecer melhor. E depois de alguns beijos de despedida, eu subi para o dormitório.
E será que eu preciso dizer que as meninas me abarrotaram de perguntas? Haha, acho que não.
Eu contei tudo pra elas, contei um pouco das nossas conversas, e aí, todas fomos dormir sorridentes.
E foi isso. E ele é realmente fofo. Sério, ele é todo romântico e carinhoso... E aw.
Bom, quando eu acordei hoje, eu desci para tomar meu café-da-manhã, e Yasmin já sabia da novidade.
E ainda tem gente que acha que dá pra se esconder alguma coisa nesse castelo.
Depois de terminar, eu peguei meu cate e desci, e quando eu cheguei na sala comunal Dough estava lá. Então eu desci de volta com ele, pra fazer companhia no café-da-manhã e depois nós fomos pra aula.
E agora eu vou voltar lá pra baixo, pra ver se eu ainda tenho um tempinho com ele, antes do sinal bater.
E eu estou me sentindo... Normal. Sério. Se isso é estar apaixonada, então er, não é lá grandes coisas, porque ah, Dough é muito fofo comigo e tal, mas não estou me sentindo nas nuvens ou algo assim.
Mas está tudo tão bom assim, que... Sei lá.
Ah, sei lá mesmo.
N/A: dae galere -q mais um cap, espero que gostem!
Respondendo as reviews:
niick: 'já viciei, pô' AH, que mara! UASHDUASHD pois é, eles são emu casal preferido também. apesar de estarem sempre complicando as coisas. ¬¬' beijos!
ChastityKeat: meu Deus, ri muito com tua review, que é isso. :'D e don't worry, sei perfeitamente quem tu é! só respondi como luuamell porque ainda não tinha visto que você tinha mudado. (: obrigaaaaaaaaaaaaada, querida, mesmo. beijos!
Sweet Miss: Aw, obrigada pela força *-* e que bom que tu gostou, e que riu! :D:D obrigada!
