A Nova Era VII – O Retorno de Salazar Slytherin
Uma nova historia (cap 1)
Num bairro bruxo, em Londres, mas precisamente numa rua onde a maioria das residências eram mansões grandes e luxuosas, uma delas se destacava. Não só por ser a maior, mas porque era a mansão Malfoy, a casa de Josh e Amy Malfoy e seus filhos.
Na luxuosa sala de jantar da mansão uma mulher de seus cabelos negros muito que não passavam dos ombros, olhos verdes acinzentados e uma beleza assustadora, Amy Black continuava encantadoramente linda. Ela estava sentada na mesa tomando seu café da manhã ao lado de uma garota de seus 16 anos, cabelos negros longos e com apenas algumas ondas nas pontas, a pele branca como neve, os olhos azuis esverdeados, o corpo magro e frágil, ela parecia tão... tão delicada. Belinda Malfoy havia crescido e estava sem sombra de duvidas uma garota encantadora.
- Bela... – Amy começou sorrindo de lado.
- Já ouvi, ela está tentando se esconder – disse Belinda sorrindo de lado.
Ouve um barulho de algo derrubando e então uma garota desceu as escadas muito encabulada. Ela vinha com um vestido azul florido todo amassado que ela tentava ajeitar, vinha meio cambaleante nos sapatos de salta, mesmo os saltos não sendo tão grandes. Os cabelos loiros, curtinhos e muito cacheados estavam meio desajeitados, mas ainda assim encantadores. Os olhinhos verdes desviavam em pura insegurança. Seu corpo bem delineado vinha elegantemente até a mesa onde Amy e Belinda estavam.
- Bom dia, Bela, bom dia Sra. Malfoy – disse a loira insegura.
- Bom dia, Peyton – disse Amy sorrindo de lado, Belinda só prendeu o riso.
Peyton Potter, filha de Willian e Claire Potter e atual namorada de Nathan Malfoy, filho de Amy e Josh.
- Sra. Malfoy, eu sinto muito pelo barulho, acho que derrubei um jarro e... – Peyton começava insegura.
- Depois eu conserto, Peyton, não tem problema. – disse Amy sorrindo de leve – Vai ficar para o café?
- Não senhora, muito obrigada, mas tenho que chegar em casa antes que meu pai acorde – disse Peyton sorrindo envergonhada.
- Tudo bem, até mais tarde – disse Amy calma.
- Até, tchau Bela – disse Peyton docemente, se afastando.
Assim que a loira saiu da casa, Belinda e Amy trocaram olhares cúmplices e em seguida caíram na gargalhada.
- Ela achava que ia conseguir sair sem que a gente notasse? – perguntou Amy rindo.
- Coitada, mamãe, ela está se esforçando, dessa vez só derrubou um jarro – disse Belinda docemente.
- Bom dia, meninas – disse um belo loiro de um tipo físico impecável, olhos verdes azulados e um sorriso de lado encantador. O tempo passava, mas Josh Malfoy permanecia impecavelmente lindo.
- Bom dia, papai – disse Belinda docemente enquanto o pai lhe beijava a cabeça.
- Hei, onde está a Peyton? Ela não vai ficar para o café? – perguntou Josh curioso fazendo a esposa e a filha caírem na gargalhada.
Amy trabalhava agora no St. Mungos, era uma das medicas mais importantes de lá, Josh ainda trabalhava no Q.G dos inomináveis, era o chefe lá. Assim que os pais saíram, Belinda seguiu para o quarto do irmão. Sem receio abriu a porta e encontrou um belo rapaz de seus 17 anos deitado esparramado na cama, sem camisa deixava a mostra os músculos conseguidos graças a muito treino de quadribol, os cabelos negros caiam sob o rosto perfeito de feições másculas e fortes. Ele era sem duvida lindo.
- Nathan, acorda – disse Belinda docemente balançando o irmão.
Nathan Malfoy abriu seus belos olhos verdes acinzentados para fitar a irmã, cansado, ele era o capitão e apanhador do time de quadribol da sonserina, daí vinham seus músculos.
- Ah, Bela, eu tou com sono e nós estamos de férias – disse Nathan cansado.
- Nate, a Peyton já saiu, ela nem tomou café aqui – disse Belinda calmamente.
- Frescura dela – murmurou Nathan cansado.
- Olha, isso não importa, o que importa é que já é tarde e daqui a pouco o Chuck e o Joe devem estar chegando, se arrume logo e não deixe os garotos esperando – disse Belinda docemente.
- Tudo bem, maninha, você que manda – disse Nathan se pondo de pé, ele era bem mais alto que Belinda e lhe beijou a testa seguindo para o banheiro.
Belinda esperou o irmão se trancar no banheiro e saiu de lá seguindo para seu quarto. Abriu a porta do enorme quarto em tons bege, rosa bebê e branco. Seguiu para a frente do enorme espelho e ligou o som baixinho, começou a se alongar e dançar delicadamente. Belinda era uma eximia bailarina, isso porque ela treinava muito, treinava noite e dia, só treinava praticamente.
A caminho da mansão Malfoy, dois garotos vinham conversando, dois belos garotos de seus 17 anos. Um era loiro, de cabelos espetados, com um belo corpo e olhos verdes, ele vinha rindo e parecia uma criança, enquanto atrás dele um rapaz não tão animado girava os olhos, seus cabelos castanhos claros e olhos igualmente castanhos, sorriso de lado muito charmoso, alto, forte e muito sexy. Esses eram Joe Black e Chuck Lupin.
- Espero que a Peyton já tenha ido, porque o Nate já é lento, mas quando ela ta lá ele é parando – riu Joe.
- Há essa hora a Peyton já deve ter vazado se não o pai dela castra o Nate – riu Chuck.
- Merlin que me livre arrumar uma namorada com um pai como o da Peyton – disse Joe fingindo medo.
- Você é um frouxo, Joe, às vezes vale à pena enfrentar o dragão pela princesa – disse Chuck rindo.
- Fale por você, mas pior que o pai da Peyton, só você com a Sophia e o Nate e o pai com a Bela – disse Joe girando os olhos.
Chuck girou os olhos e bateu na porta da mansão Malfoy, esperaram poucos segundos e logo a porta se abriu exibindo Belinda Malfoy, com sua calça preta de ginástica e com uma blusa rosa folgada, os cabelos pretos no alto da cabeça e as sapatilhas de balé no pé. O sorriso de Chuck se alastrou, mas foi Joe quem fez o primeiro movimento.
- BELOCA, MEU CHUCHU! – berrou Joe puxando Belinda e a girando em seus braços – Tava dançando para mim, minha flor de tangerina?
- Oi, Joe, é bom te ver também – disse Belinda com um leve sorriso.
- Oi, Bela – disse Chuck abrindo um largo sorriso de arrancar suspiros de qualquer garota, mas não daquela.
- Oi, Chuck, o Nate está se trocando, daqui a pouco ele aparece – disse Belinda sorrindo doce.
- Bem, mas para não correr o risco de meus lindos olhinhos presenciarem uma cena pavorosa como essa, vamos esperar aqui! – disse Joe sorrindo e puxando Chuck para a sala – Você podia apreçar seu irmão, Beliloca, minha coisa fofa?
- Claro, Joe – disse Belinda sorrindo de leve e começando a se afastar.
- AH, TAPE OS OLHOS, BELINHA, É PERIGOSO O QUE VOCÊ PODE CORRER O RISCO DE VER – berrou Joe fazendo Belinda prender a risada enquanto subia as escadas na direção do quarto de Nathan.
- Você é ridículo – disse Chuck girando os olhos.
- Eu faço o que posso – disse Joe sorrindo de orelha a orelha.
Enquanto isso uma bela garota saia da mansão Lupin, com seus cabelos muito escuros e olhos azuis cintilantes, ela devia ter seus 16 anos mais ou menos, sua pele muito branca cintilava no sol, mas ela sorria doce com o toque do mesmo na sua pele. Essa era Sophia Lupin.
- SOPH! – Gritou uma bela mulher de cabelos castanhos claros longos, olhos da mesma cor e de uma beleza avassaladora, Nora continuava muito bonita – Filha...
- Eu estou indo para a casa da Molly, mamãe – disse Sophie numa voz doce e tranqüila.
- Claro, querida, mas não volte tarde, pelo menos não sozinha, seu pai teria um ataque e seu irmão deve estar te esperando para almoçar, se não for almoçar aqui você... – Nora começava.
- Mãe, eu estou com celular, qualquer coisa o Chuck me liga, eu vou ficar bem – disse Sophia sorrindo de leve.
- Ta, eu vou sair então, tenho uma reunião com uns investidores e... – Nora começava.
- Pode ir, eu vou ficar bem – disse Sophia dando de ombros.
Nora lhe beijou a testa e desapareceu, fazendo a garota sorrir de leve e girar os olhos, voltando a seguir seu caminho. Não muito longe dali, na mansão Potter, Peyton se encontrava sentada em seu sofá, de camisola e com a maior cara de quem acabou de acordar. Uma bela mulher de cabelos loiros muito lisos descia as escadas, seus olhos negros pousaram na filha e ela sorriu da cena que viu. Claire permanecia linda.
- Você é uma atriz perfeita – riu Claire.
- Não sei do que está falando, mamãe – disse Peyton desviando o olhar.
- Relaxa, serei seu álibi. – disse Claire piscando marota para a filha.
Logo um homem alto, de cabelos castanhos e olhos cor de mel, descia as escadas, Willian estava lindo, e vinha na companhia do filho mais novo, Seth Potter, com seus cabelos castanhos e olhos verdes, mais ou menos 16 anos e muito bonito. Os dois olharam para as duas loiras com atenção. Will beijou a esposa e seguiu para a filha depositando um beijo no alto da sua cabeça.
- Dormiu bem, minha princesa? – perguntou Will doce.
- Como um bebê – disse Peyton sorrindo angelical.
Seth se jogou ao lado da irmã no sofá e girou os olhos para ela, recebendo um sorriso sapeca da loira. Assim que os pais saíram para o trabalho Seth caiu numa gargalhada compulsiva, sendo acompanhado pela irmã.
- O quão falsa você é? "Como um bebê"? Me poupe Peyton – riu Seth.
- AH, Seth, é como dizem, o que os olhos não vêem o coração não sente – disse Peyton com seu maior sorriso ingênuo.
- Você não presta, é por isso que está na sonserina,– riu Seth se levantando – eu vou nessa, vou me encontrar com o Keith.
- Também vou nessa, prometi encontrar a Susan – disse Peyton dando de ombros.
Na mansão Weasley por outro lado às coisas eram bem mais calmas. Uma bela loira com os cabelos curtinhos que não passavam dos ombros e olhos azuis cintilantes, tomava seu café tranqüilamente, os cabelos presos num elegante coque e ela toda era de uma elegância incrível, Loren estava tão linda quanto sempre. Ao seu lado, seu marido Peter sorria para ela, os cabelos castanhos, olhos escuros e um belo tipo físico.
- Onde está a Molly? – perguntou Peter.
- Deve estar descendo – disse Loren calma.
Foi ai que uma bela loira de seus 16 anos, cabelos longos que iam até a cintura, olhos negros e um corpo incrível, descia as escadas saltitante. Molly Weasley era uma bela grifinoria, de fato.
- Bom dia pai, bom dia mãe – disse ela beijando a bochecha dos dois.
- Ola, querida, a Soph já deve estar chegando – disse Peter.
- E nós estamos saindo, Peter, pegue suas coisas, você tem reunião daqui à uma hora, depois você vai me buscar no escritório da ministra e almoçamos juntos – disse Loren pegando sua pasta.
- Eu devo ser o cara mais idiota do mundo por agüentar isso – disse Peter rindo e se despedindo da filha.
- Não é não, papai, o senhor é o melhor do mundo – disse Molly sorrindo.
- Concordo – disse Loren piscando marota e desaparecendo com Peter dali.
Enquanto isso Seth se via sentado no imenso sofá da mansão Sullivan, logo um belo rapaz de cabelos muito negros e olhos verdes cintilantes e um porte físico elegante apareceu com um sorriso maroto e uma animação que assustava Seth. Keith Sullivan tinha muito da mãe, Gina, nesse sentido.
- Dá para me dizer por que essa cara de criança feliz? – perguntou Seth.
- Simples meu caro Potty, - disse Keith animado – o motivo da minha alegria é o nosso querido quadribol.
- Por que seria? Acorda, Keith, a grifinoria não ganha um jogo para a sonserina desde o ultimo ano do pai do Nathan, o Josh, desde então eles são campeões – disse Seth girando os olhos.
- Isso é um pequeníssimo detalhe, meu caro, esse ano será diferente, vamos atrás da Molly, precisamos de um plano de ataque – disse Keith animado.
- Plano de ataque? Você acha que isso é o que? Uma guerra? – perguntou Seth cansado.
- É quase isso, Seth, cara, nós temos que sair esse ano, não agüento mais esses sensorinos nos enchendo o saco, alem de que é nosso ultimo ano, bem, pelo menos O MEU ultimo ano – disse Keith serio e decidido.
- Tudo bem, vamos atrás da Molly – disse Seth rindo e fazendo Keith sorrir animado.
Na mansão Foster, um belo homem de um porto físico impecável, cabelos negros e olhos escuros saia com um enorme sorriso charmoso nos lábios, ao seu lado uma bela loira de olhos verdes e que gargalhava saia também. Hank e Alyson estavam mais felizes que nunca.
- Suse, se comporte – berrou Hank da porta.
- É, querida, não se meta em encrencas – disse Alyson acenando.
- Claro, até porque eu tenho três anos, não é? – perguntou uma bela loira de olhos castanhos, seus 17 anos e uma beleza inegável. Susan Foster sorria de lado para os pais enquanto eles acenaram e desapareceram.
Assim que Hank e Alyson sumiram Susan bufou e abriu a porta para sair também, encontrando sua melhor amiga Peyton lhe esperando na frente da porta. Sorriu para ela e correu até a outra loira.
- Oi Peyt, - disse Susan sorrindo – então, para onde vamos?
- Qualquer lugar, Suse, vamos atrás dos rapazes, não há mais nada que se para fazer aqui nas férias - disse Peyton dando de ombros.
- Ah, é nessas horas que eu sinto falta de Hogwarts – disse Susan dramática.
- Você sente falta é dos garotos de Hogwarts – disse Peyton rindo e fazendo um sorriso safado se formar nos lábios da loirinha.
Longe das outras grandes casas dali, das grandes mansões, mas ainda sim numa rua bruxa, numa rua bruxa que era a ultima do bairro, depois eram só casas de trouxas. Lá, numa bela casa, era onde moravam os Malfoy, Natalie e Richard moravam, os dois estavam saindo de casa deixando o filho único sentado no sofá, com os cabelos loiros, olhos verdes e um belo porte físico, ele tinha em torno dos seus 17 anos, seu nome: Luke Malfoy.
- Luke, querido, nós nos vemos mais à noite – disse Natalie sorrindo para o filho.
- Certo – disse Luke sem prestar atenção, lendo seu livro distraidamente.
- Até mais filho... – disse Richard acenando e saindo de lá puxando a esposa.
Assim que a porta se fechou ele ouviu alguém bater na porta. Franziu o cenho, será que seus pais teriam ficado presos do lado de fora? Não tinha sentido. Foi andando lentamente e quando abriu a porta girou os olhos, uma bela garota de cabelos castanhos aloirados, magra e olhos muito escuros, ela sorriu docemente. Haley Warner morava na rua atrás da dele, era uma trouxa, seus pais eram trouxas e ele era a única bruxa da família.
- Olá Hales – disse Luke entediado voltando-se para o sofá.
- Vai ficar trancado aqui o dia todo, Luke? – perguntou Haley entediada.
- Vou – disse Luke entediado.
- AH, vamos sair, andar, fazer alguma coisa, já ficamos isolados em Hogwarts, não precisamos ficar aqui também – disse ela sorrindo animada.
- Tudo bem, mas eu não acho que é uma boa idéia – disse Luke girando os olhos e fazendo Haley sorrir de orelha a orelha.
Haley e Luke estavam sentados numa praça na parte mais rica do bairro. Eles observavam Keith, Molly, Seth e Susan não muito longe dali, conversando animados. Apesar de serem companheiros de casa não eram grandes amigos, apenas se cumprimentavam em Hogwarts e olhe lá.
Enquanto isso na mansão Malfoy. Nathan já estava na sala com os amigos, rindo a tagarelando quando alguém bateu na porta. Ele correu até a mesma para dar de cara com Peyton e Susan, tendo a primeira um sorriso doce na face, ele retribuiu o sorriso.
- Olá Nate – disse Susan balançando a mão na frente do rosto do garoto.
- Olá Suse – disse Nathan tirando a mão da garota da frente de seu rosto.
- Meninos – disse a Suse acenando.
Chuck e Joe acenaram e logo se puseram de pé atrás de Nathan.
- Hei, vamos dar o fora daqui, não pretende passar as ferias trancado em casa com o Joe e o Chuck, não é? – perguntou Peyton rindo.
- Vou tentar não levar para o lado pessoal, Peyt – disse Chuck girando os olhos.
- Pois eu levei, feriu meus sentimentos, Peypey – disse Joe dramático fazendo Peyton gargalhar.
- Vamos dar o fora daqui – riu Susan piscando marota e puxando a amiga que foi logo seguida por Chuck e Joe.
- Não vem? – Joe perguntou para Nathan que permaneceu parado.
- Um minuto! – pediu Nathan se virando e gritando em seguida – BELA! EU TOU SAINDO!
- Acha que ela ouviu? – Chuck perguntou preocupado.
- Claro que sim, um grito desse até o pessoal lá de onde Merlin perdeu as cuecas ouviu – disse Joe rindo.
Nathan riu e saiu com os amigos da casa. Ele saiu e não pode ver Belinda surgindo no alto da escada. A garota observava o lugar onde antes o irmão e os amigos estavam. Franziu o cenho, algo lhe dizia que as coisas não iam sair bem.
Na praça, não muito longe dali, Luke e Haley ficavam sentados observando o movimento. A menina olhava para o amigo com cuidado. Bufou ao ver seu olhar perdido e preocupado.
- Hei, Luke, as coisas vão melhorar – disse Haley sorrindo de leve.
- Ta... – começou o loiro sem animação.
- Vão sim, o ano está começando, um novo ano vem ai, você vai ver, vai tudo ser diferente... – disse Haley confiante.
Assim que ela disse isso eles puderam ver Nathan e seus amigos chegando. Assim que os sonserinos vislumbraram o loiro sorriram cruéis. Peyton olhou assustada para o namorado, mas Susan retribuía o sorriso dos garotos.
- Nate... – Peyton começou.
Nathan não lhe deu ouvidos, ele apenas seguiu até onde Luke e Haley estavam, ao seu lado Joe e Chuck vinham animados, Suse os seguia quase correndo em animação e Peyton vinha atrás, preocupada. Eles pararam na frente de Haley e Luke, mas todos os olhares pararam no loiro, Luke abaixou os olhos, tentando ignorá-los, mas o sorriso de Nathan só se alargava.
- Nate, por favor... – Peyton tentou.
- Relaxa, Peyton, eu sou vou trocar umas palavrinhas com meu priminho, e ai Luke? Como estão as férias? – perguntou Nathan ironicamente.
- Estavam ótimas até você aparecer – disse Haley se pondo na frente do amigo.
- Ora se não é a babá oficial do babaca, a nerd mor – riu Joe.
- Por que não cala sua boca, Black? – perguntou Luke passando na frente de Haley.
- Por que é que VOCÊ não cala a boca, Luke? – perguntou Nathan debochado – Devia se manter fora de confusões, como seu pai.
- Ora seu... – Luke começou irritado.
- O que? Me diz, Luke, o que? – perguntou Nathan sorrindo de lado – Você sabe que é verdade, seu pai é um covarde, um traidor, um...
- CALE-SE, MALFOY – berrou Haley irritada.
- Cale-se você, professorinha, ninguém te chamou – disse Susan mal humorada.
- Vamos, Luke, defenda seu pai, sabe por que não o defende? – debochou Nathan começando a ficar bravo de verdade – Porque sabe que eu estou certo, porque se dependesse do seu pai minha mãe estaria morta, porque ele não fez nada para impedir a guerra, porque ele não fez nada para salvar a MINHA MÃE!
- Nate... – começou Peyton assustada.
- Seu pai não recebeu o castigo que merecia por seu um traidor, abandonador de amigos e da família, mas você vai receber – rosnou Nate fechando o punho na cara de Josh.
Foi assim que a confusão começou, Nate e Luke no chão se esmurrando. Haley tentou defender o amigo, mas Susan a impediu. Chuck e Joe ajudavam o amigo, empurrando Luke de um lado para o outro, Peyton apenas observava a tudo assustada, olhando para os lados, como se implorasse ajuda.
A confusão atraiu a atenção de Keith e os outros. Seth e Keith correram para tirarem Joe e Chuck de perto de Luke e tentar deixar a briga mais justa, Molly foi logo ajudar Haley a segurar Susan e Sophia berrava para que parassem tentando acalmar Peyton.
Mas tão rápido quanto o barraco começou, ele acabou, acabou no exato momento que com um pequeno estalo surgiram duas figuras mal humoradas. Amy e Josh Malfoy. Nathan parou instantaneamente assim como os outros. Uma coisa que ninguém gostava era ter uma Amy Malfoy irritada, os olhos dela estavam ficando cinzas e a tornando quase assustadora se não fosse por sua beleza incontestável, por outro lado ninguém também queria irritar o grande e poderoso Josh Malfoy.
- Nathan, para casa – disse Josh serio.
- Mas pai... – Nathan começou.
- Para casa agora – rosnou Josh fazendo sinal e assim o filho saiu o seguindo.
- Joe, Chuck... – Amy começou fazendo os dois a olharem quase tremendo – Eu me encarrego de deixar os dois em casa.
- Não precisa, tia Amy... – Joe começou nervoso.
- Ah, mas eu faço questão, vou até esperar seu pai chegar e ter uma palavrinha com ele, Joe, acho que a Tacy disse que nada de confusões, estou enganada? – começou Amy fitando o sobrinho quase o fuzilando.
- Não senhora... – disse Joe baixando os olhos.
- E quanto a você, Chuck, só não falo com seus pais porque se bem conheço a Nora ela vai tomar seu partido nessa historia e o Brad vai tentar justificar seu vandalismo! – disse Amy fitando o garoto – Ah, Luke... – o loiro parou e a fitou com atenção – Você está bem, querido? – Amy perguntou doce, o loiro apenas balançou a cabeça positivamente.
Amy logo saiu de lá puxando Chuck e Joe. Peyton e Susan olharam ao redor e simplesmente saíram, Luke sentiu o olhar pesaroso de Peyton sobre ele antes dela sair. Haley agradeceu rapidamente a Molly, Sophia, Seth e Keith pela ajuda e logo eles também sumiram. Luke estava sentado no chão e Haley tentava a todo custo lhe levantar, foi ai que ele ter certeza vê atrás de uma arvore uma bela garota de cabelos muito negros, olhos azuis esverdeados e pele branca como a neve, ela nem sequer parecia real, se ele não a conhecesse diria que era uma besteira da sua cabeça.
- Vamos Luke, levanta – disse Haley cansada.
- Hales... – Luke começou tirando os olhos da morena ao longe por um segundo, mas quando os voltou para onde ela devia estar ela simplesmente sumiu.
- Ah, mas aquele Malfoy vai pagar, eu te juro, Luke, esse é o ultimo ano de humilhação – disse Haley decidida.
- É, afinal ano que vem a gente sai de Hogwarts – debochou Luke fazendo a amiga olhá-lo com raiva.
- Exatamente por isso que eu te dou a minha palavra de que esse vai ser o melhor ano de todos, nem que seja a ultima coisa que eu faça – disse Haley decidida.
- Tudo bem, Super Haley, mas podemos ir embora agora? – perguntou Luke girando os olhos – Eu acho que o Nathan me quebrou.
Haley sorriu triste para o amigo e o ajudou a seguir para casa. Na mansão Malfoy o clima era bem mais pesados. Nathan, sentado no sofá, com a cara amarrada e com Josh parado na sua frente com o olhar fulminante. O loiro estava prestes a começar o escândalo quando a porta se abriu exibindo uma Belinda Malfoy.
- Onde você estava, Bela? – Nathan perguntou autoritário.
- Eu... – ela começou tranqüila.
- Eu faço as perguntas aqui, Nathan Malfoy, - começou Josh quase rosnando – O que você tem na cabeça agredindo o seu primo?
- Ele não é meu primo... – rosnou Nathan.
- Quantas vezes eu e sua mãe lhe falamos do quão importante é a família? – Nathan continuava ignorando o comentário do filho – Quantas vezes nós temos que te dizer que...
- ELE NÃO É FAMILIA! – berrou Nathan fazendo Belinda dar um pulo com o susto e Josh olhá-lo assustado - Não peça para eu considerar ele ou o pai dele família, porque quando nós precisamos eles não nos consideraram família.
- Nate... – Belinda começou assustada.
- Eles nos deixaram quando mais precisamos, quando a mamãe mais precisava, - começou Nathan irritado – se dependesse do pai daquele lá a mamãe estaria...
- Não pense nisso, Nathan – disse Josh baixando os olhos.
- Mas é a verdade, eles não se preocuparam com a mamãe nem com o resto do mundo mágico... – rosnou Josh – Tudo podia acabar, mas eles não se importaram, a minha mãe podia ter morrido por culpa daqueles idiotas. A MINHA MÃE PODIA TER MORRIDO.
- Nathan, olha, eu sei que é difícil para você entender, - começou Josh nervoso – mas... Bem, nós já passamos por isso, sabe, por isso tudo de brigar com o Richard e a Natalie. Quando a Amy voltou o Richard foi se desculpar com ela e eles conversaram, não me pergunte o que, mas posso dizer que a paz se formou e não tem sentido algum você descontar uma coisa que nunca chegou a acontecer no Luke, ele não tem culpa, mesmo se tivesse, eu vou te lembrar, nada aconteceu, sua mãe está bem, o mundo mágico está bem.
- Traidor é traidor – rosnou Nathan saindo e deixando seu pai berrar seu nome, sem nem lhe dar ouvidos.
Assim que Nathan subiu as escadas e bateu a porta do quarto Josh e Belinda trocaram olhares cúmplices. Aquilo não era nada bom. Nunca era. Não demorou nem um minuto direito para a porta da casa se abrir com um estrondo exibindo uma Amy Malfoy furiosa. Ela olhou ao redor como se procurasse Nathan. Parecia um radar.
- Ele acabou de subir – disse Josh serio.
- Eu vou ter uma conversinha com ele – disse Amy furiosa.
- Espera, - pediu Belinda fazendo os pais a olharem com atenção – o papai já falou tudo o que tinha que falar, eu subo e termino a conversa com o Nate, por que a senhora não vai ver como o Luke está?
- Boa idéia – disse Amy furiosa saindo novamente – até porque eu mataria o Nate se o visse agora.
Amy bateu a porta atrás de si e Belinda apenas suspirou, sorriu triste para o pai e subiu as escadas em direção ao quarto do irmão. Longe dali, mas precisamente na casa Malfoy, na casa de Richard e Natalie Malfoy, Luke estava jogado no sofá e Haley lhe ajudava a colocar gelo no rosto.
- Ta bem feio – dizia ela seria.
- É, mas tem que melhorar, se meu pai ver isso... Bem, é melhor ele não ver – disse Luke suspirando.
- Alguém bateu na porta, vou ver quem é – disse Haley sorrindo e correndo para atender.
Haley demorou para voltar, então Luke começou a chamá-la e qual foi a sua surpresa ao ver Haley voltar a sala na companhia de ninguém mais ninguém menos que Amy Malfoy. Ta, sua surpresa não foi tão grande, sabia que ela viria, mas não a esperava tão cedo, esperava que ela chegasse quando seu olho já não estivesse mais roxo.
- Haley... – Luke começou.
- Er... eu vou... er... ali – disse Haley insegura praticamente correndo dali.
Haley deixou a sala, fazendo Luke erguer os olhos para Amy, era incrível a semelhança dela com Nathan, mas ela transpirava uma bondade que aquele sonserino jamais transpiraria. Amy parou diante de Luke com um olhar pesaroso.
- Como você está, Luke? – Amy perguntou o observando com atenção, como se tirasse raios-X dele.
- Estou bem, tia Amy, parece pior do que realmente é – disse Luke ao ver a cara de incrédula da morena.
- Meu filho não para de lhe perseguir, não é, Luke? – perguntou Amy ignorando a resposta falsa de Luke.
- Ele... – Luke começou suspirando – Eu... Por mais complicada que seja essa situação, por mais que eu deteste o Nathan por agir assim... eu meio que... eu não posso culpá-lo.
- Pode sim, Luke, - disse Amy irritada – meu filho está fora de controle, não tem lógica nem cabimento isso que ele está fazendo.
- Ele só não aceita o que meu pai fez deixando à senhora na mão, tia Amy, - disse Luke serio – eu, assumo, também não entendo. Foi uma atitude... Covarde, de fato, ele não apenas deixou à senhora na mão, como todo o mundo mágico.
- Seu pai tinha os motivos dele, Luke, - começou Amy seria – é muito complicado... o Nathan é um garoto, você também, não entenderiam, entrar numa guerra é colocar coisas demais em risco e a coisas... que simplesmente não se pode colocar em risco. Mas, Luke, o que importa é que o Nathan não tem o direito de fazer essas coisas e se ele repetir eu quero que...
- Pode deixar, tia Amy, eu sei lidar com o Nathan – disse Luke serio fazendo Amy suspirar derrotada.
- Não vai me dizer quando ele te bater, não é? – Amy perguntou girando os olhos.
- Não – disse Luke sorrindo de lado.
- Você é um bom garoto, Luke Malfoy, - disse Amy beijando a cabeça do garoto – um dia todos vão ver isso.
Amy saiu deixando um Luke com um leve sorriso na face para trás. Assim que ela saiu Haley apareceu e se jogou no sofá ao seu lado, era tão obvio que ela havia escutado tudo.
- Sabe o que eu mais gosto nela? – perguntou Luke sem esperar resposta – Ela faz a gente realmente acreditar que as coisas podem melhorar.
- Sabe o que EU mais gosto nela? – perguntou Haley sorrindo – Ela me faz acreditar que o Nathan é adotado.
Luke gargalhou, Haley apenas sorriu de leve. Na mansão Malfoy por outro lado às coisas não estavam tão bem. Belinda começara a bater na porta do irmão, mas como ele não respondeu ela abriu a porta para encontrar o irmão jogado na cama com a cara mais amarrada possível e com os olhos no teto. Ela suspirou e se sentou ao lado dele na cama.
- Nate... – Belinda começou docemente.
- Eu sinto muito tê-la feito ouvir isso, Bela – disse Nathan serio.
- Não, Nate... – Belinda começou.
- Eu só... odeio pensar que alguém não se importou com a vida da mamãe. Cara, você e ela são as coisas mais importantes que eu tenho, o papai também, a mamãe o tem para tomar conta dela e eu... – Nathan começou.
- Você toma conta de mim – disse Belinda sorrindo doce.
- É... – disse Nathan puxando a irmã para mais perto – eu sei que eu às vezes sou chato, mandão e não te deixo fazer nada, mas...
- Eu sei, Nate, eu sei. – disse Belinda puxando o irmão e lhe beijando a testa – Você só quer me proteger.
- Eu te vi tão fraca, Bela, - disse Nathan nervoso – te vi doente, te vi... te vi quase morrendo. Eu... eu sinto que eu não estou fazendo minha tarefa direito. Quer dizer, se o papai tem que tomar conta da mamãe e eu de você... eu...
- Eu estou bem, Nate, você toma conta de mim bem o bastante e não se preocupe, eu vou continuar bem – disse Belinda sorrindo de leve.
- Você é a melhor irmã do mundo! – disse Nathan sorrindo e abraçando a irmã – Você nunca briga comigo.
- Por que eu brigaria, Nate? – perguntou Bela lhe beijando a testa – Você só tem que me prometer que vai pegar leve com o Luke.
- Bela... – Nathan começou.
- Me prometa, Nate – pediu Belinda fazendo o irmão bufar.
- Prometo – disse Nathan girando os olhos e fazendo a irmã sorrir de orelha a orelha.
Belinda o abraçou com força o irmão que deitou a cabeça em seu colo. Nathan podia ser um bruto com a grande maioria, um grosso de marca maior sim, mas com ela ele era um doce, um ótimo irmão e apesar dos excessos ela sabia que ele só fazia tudo para protegê-la.
Na:/ Ou pessoas Lindas da minha vida. Tudo bem com vocês? Podem dizer, eu fui ninja, postei super rápido poow, mereço o premio diva do dia. Mas tudo bem, vamos as informações importantes, essa, como sabem, é a ultima fic de A Nova Era, mas não entrem em pânico, não, por favor, eu tenho outras series em andamento para alegrarem vocês, mas tenham calma, eu posto aqui depois, eu tou até postando uma lá no Floreios e tal, para ver se mais gente lê minhas fics, quem tiver interesse pode procurar, mas não se preocupem, assim que acabar essa A Nova Era eu vou postar a mesma fic que postei no floreios bem aqui para vocês, aeee, então acabada a explicação, vamos as reviews...
Maadneta: Ai fofa, tem praticamente o mesmo numero de sonserinos e grifinorios, e a taça era vencida desde então, mas será que vai durar? (hehe), veremos, mas tudo bem, relaxa ai, adorei os parabéns, super fofíssimo, que bom que gostou dos personagens
Herica: Eu sei que a fic ta cheia de sonserinos, mas não tem nada a ver comigo, aconteceu poow, as primeiras só tinha grifinorios, né? Eu, sinceramente, sou uma grifinoria convicta, mas me processem se eu tenho uma queda pelos caras maus, eles são tão sexys, kkkk, fazer o que? Lembrou os novos marotos? Qual dos? Muito obrigada pelos parabéns
Barb: Claro que tinha que ser Slyherin, dã, ele que é o do mal, tinha que ser ele. Amiga, relaxe, eu sou grifinoria convicta e a minha principal (Belinda) também, então relaxa esse bumbum na cadeira e respira ai... VOCÊ ERROU TANTO, MAS TANTO QUE VOCÊ NÃO TEM NEM IDEIA, ESSA VOCÊ PASSOU LONGE, QUASE , você não tem nem idéia do que vai acontecer, aeeeeeeeeeee. Menina, fiquei tão triste, não consegui me inscrever, muito complicado *depressão temporária*, mas tudo bem, quando abri para todo mundo eu entro obrigada pelo parabéns :D
Lina: Ai amiga, você acertou sem querer, mas ta valendo, eu super amei meu personagem, fala mais dela, faz uma capa para a fic, faz tudo e posta rápido. Aeeeeeeee. Obrigada pelo parabéns e espero que você curta a fic ;)
Leli: ai amiga, foi super bad, de verdade, eu sei que tou devendo postar lá, mas eu tou fazendo o cap, tenha fé que sai, é que dá muito trabalho, muita coisa e tal, POSTA NA TUA FIC TAMBÉM E COLABORA COMIGO!
Sophie: Oi, fofa, espero que sua curiosidade esteja se satisfazendo um pouco com esse capitulo, vai ser ótimo, você vai adorar, que bom que gostou, beijão.
Todos: Olá, meus lindos e maravilhosos amiguinhos,espero que estejam curtindo esse capitulo logo eu vou postar a capa da fic e esperar que alguém faça a oficial (sacou a indireta?), hehe, vamos lá e até a próxima. Kissis.
