O primeiro ataque (cap 6)

Molly abria os olhos meio contra gosto, seu corpo inteiro doía muito e se mexer não era uma opção legal. Mas ela Molly Weasley, não podia ficar ali deitada, foi abrindo os olhos vagarosamente, não sabia onde estava, parecia uma gruta, ou uma caverna, a floresta proibida era cheia delas. Será que ela havia morrido?

Olhou ao redor, viu um ser loiros, com cabelos caindo com perfeição sobre os olhos verdes como a floresta, o rosto leve e perfeito, o sorriso que nunca saia dos lábios e lhe dava um ar infantil sumira, sendo apenas uma linha reta e dura, o corpo colossal como o de um deus grego. Os braços cruzados sobre o peito ondulante, ele estava sem camisa e aquilo injusto para ele, seus olhos não saiam dele. É, talvez ela tivesse morrido e aquilo fosse o céu.

Olhou para si mesma, não parecia morta nem tinha o ar perfeito dele, ela era apenas um trapo, estava ainda usando seu uniforme de quadribol que já estava meio rasgado e totalmente sujo, toda molhada por conta da chuva e suada por conta do quadribol, os cabelos loiros assanhados e desgrenhados, tocou o rosto com cuidado, sua mão estava podre seu rosto ainda mais. Olhou mais um pouco si mesma, tinha uma enorme camisa de quadribol da sonserina sobre ela, como se a protegesse do frio.

- Você acordou – disse ele com aquela voz doce e brincalhona, o sorriso voltara a seus lábios.

- Não, eu morri, isso é um pesadelo, isso não ta acontecendo – murmurava ela fraca fazendo o sorriso do menino aumentar e se aproximava dela.

- Não, Mollyzinha, querida, meu amor, isso não é um sonho, seu príncipe lhe salvou, minha donzela – disse ele alargando o sorriso. É, ela não havia morrido e se tivesse morrido aquilo não era o céu, era o inferno, o inferno com Joe Black.

- TUDO BEM, ISSO NÃO TA DANDO CERTO!

Susan berrava enquanto andava de um lado para o outro do buraco. Keith, sentado no chão observava a menina estressada que berrava com todas as forças.

- VAMOS DIVIDIR O BURACO – berrou a loira estressada.

- Isso podia virar o nome de um filme – disse Keith calmo.

- Calado, Sullivan, essa metade é minha e essa ai é a sua – disse ela apontando para o canto onde Keith estava.

- Certo, por mim tudo bem, mas isso não é uma metade, eu meio que estou com um quinto e você com o resto – disse Keith enrugando a testa.

- Eu preciso de espaço – disse Susan dando de ombros.

- O castigo virá do céu – disse Keith sorrindo de lado.

- O que... – Susan começou, mas parou bruscamente quando a chuva engrossou molhando toda sua parte, olhou para Keith, a mínima parte que deixou para ele estava protegida por uma arvore no alto do buraco, bufou enquanto ele sorria superior – Eu te desprezo muito mais agora.

Seth havia conseguido levar Sophia para o colégio. A menina ainda não sabia como ele havia conseguido aquilo, ele meio que saiu atirando feito louco e conseguiu passar por todos. Os professores e responsáveis tentavam sair para ajudar, mas não conseguiam, era quase impossível entrar, mas ele conseguiu.

O rapaz estava com ela na ala hospitalar, a enfermeira quase voou em alegria quando os viu, Seth pos Sophia com cuidado na cama enquanto madame Lee, a enfermeira, começava a pegar mil e uma coisas, o rapaz riu enquanto Sophia gemeu baixinho.

- Essa mulher é louca – disse ela entediada.

- É, por isso que ela é enfermeira daqui – riu Seth fazendo Sophia sorrir de lado, ele era sem duvida alguma encantador, tentou não corar, mas o sorriso do garoto era simplesmente perfeito demais para se ignorar. O que estava acontecendo com ela, afinal?

Luke andava de um lado pro outro do vestiário da grifinoria, Peyton estava sentada em um dos bancos com a cara mais entediada do século. Ele se jogou ao lado dela, não havia muito que se fazer, a garota deu de ombros para ele e começou a fitar o teto. Ocorreu um longo instante de silencio insuportável.

- Ta legal, por que fez isso? – perguntou Luke serio.

- Isso o que? – perguntou Peyton o fitando, curiosa.

- Me salvou. Quero dizer, pelo menos tentou! – disse ele rindo de leve – Você é namorada do Nathan e ele me odeia.

- Eu não sou o Nathan – disse Peyton seria.

- Bem, Susan também me odeia – disse Luke dando de ombros.

- Eu também não sou a Susan – disse Peyton fitando o garoto com intensidade.

- Então quem é você, Peyton Potter? – perguntou Luke enrugando a testa.

- Quando você souber, por favor, me avisa – disse Peyton sorrindo triste e voltando a fitar o nada, com intensidade.

Não muito dali, embaixo das arquibancadas do campo de quadribol. Nathan se via andando atrás de Haley de um lado para o outro e a menina via a hora de quebrar a cara dele ou algo assim.

- Eu sei andar sozinha, Malfoy – bufou a garota.

- É perigoso, alem do mais, você está machucada – disse Nathan serio.

- Olha, - Haley começou tentando manter a calma – Eu não sou a sua namoradinha, Peyton, ta legal? Eu sei andar sozinha, falar sozinha e, por incrível que pareça, eu até penso sozinha. Sei me virar sozinha, Nathan Malfoy, sempre me virei.

- Você com certeza não é a Peyton, ela não falaria assim comigo – disse Nathan sentando no chão mal humorado.

- Sinto muito, não quis ser grossa, é só mania... – disse Haley se sentando ao lado dele com um sorriso triste.

- De que? De ser chata? – perguntou Nathan sorrindo de lado.

- Não! – disse Haley girando os olhos – De ficar na defensiva. Não me leve a mal, Nathan, não é nada pessoa, só que você não é lá minha pessoa favorita.

- Não, esse é meu primo Luke – disse Nathan numa voz carregada de sarcasmo.

- Olha, eu sei o que você e seus amigos idiotas pensam, mas o Luke é só meu amigo, - disse Haley seria – meu melhor amigo, e é por isso que você não é lá a melhor pessoa do mundo pra mim, você machuca o Luke, então me machuca.

- Eu não tive a intenção de te machucar – disse Nathan serio.

- É isso que acontece quando machucam quem a gente gosta, Nathan, machucam a gente também! – disse Haley sorrindo de leve, pondo a mão no ombro dele e voltando a se levantar – Cuidado com quem você machuca, pode estar machucando alguém que não queria e isso pode não ter mais volta.

Nathan observou a garota se afastar. Havia algo em Haley Warner que o prendia, que chamava sua atenção. Isso não era lá muito seguro, já que ele não estava acostumado com garotas como Haley Warner.

Numa gruta afastada das demais. Chuck se via quase na realização de seu sonho, tirando que todos estavam em perigo, aquele momento era simplesmente perfeito e só dele. Ele estava naquela gruta afastada de tudo, com Belinda Malfoy em seus braços. A menina parecia tão frágil ali, com os cabelos negros colados no rosto e na nuca, os olhinhos verdes azulados perdidos e distraídos, o rostinho de boneca meio sujo e o corpo frágil meio machucado.

- Bela, vai ficar tudo bem – disse ele em seu ouvido.

- Eu sei, Chuck – disse ela com uma voz fraca que encantava o garoto – só estou preocupada com os outros.

- Nathan vai ficar bem, ele sabe se cuidar, deve estar com Peyton, e o Joe... Bem, o Joe se vira – disse Chuck rindo de leve.

- E quanto a meus outros amigos, Chuck, eles vão ficar bem? – perguntou Belinda olhando para ele com atenção.

- Está falando do Sullivan? – Chuck perguntou meio frio, a menina não respondeu – Me diz, Bela, você gosta mesmo desse cara?

- O que importa? – perguntou Bela seria.

- Muito – disse Chuck serio.

- O que mudaria? – perguntou Belinda o fitando com atenção.

- Tudo – disse Chuck a fitando com carinho.

- Então me diz, Chuck, você gosta mesmo da Susan? – perguntou Belinda seria.

- Eu... – Chuck começou gaguejando, mas ao ver o olhar serio de Bela, bufou – Não!

- Então por que está com ela? – perguntou Belinda seria.

- Eu não estou com ela, Bela, eu e a Susan somos apenas amigos que às vezes... – Chuck parecia não saber o que dizer, era como se fosse um pai tentando explicar para sua filha de quatro anos de onde vinham os bebês.

- Então sim – disse Belinda seria.

- O que? – perguntou Chuck sem entender.

- Eu realmente gosto de Keith, ele nunca me deixaria ser só uma amiga com quem ele fica às vezes, mas depois não está nem um pouco preocupado – disse Belinda fria.

- Pois é, o Sullivan tem mesmo muitas qualidades – rosnou Chuck mal humorado.

Enquanto isso no buraco... Keith observava Susan com atenção, como alguém podia ser tão orgulhosa? Ela estava sentada no centro do seu espaço, tomando a maior chuva do século, a garota batia o queixo e parecia estar congelando, seus cabelos loiros estavam totalmente encharcados assim como toda ela. Keith sorriu de leve.

- Foster! – ele chamou, fazendo a menina olhá-lo sem animação. – Vem pra cá e deixa de ser cabeça dura.

- Eu tou bem aqui – disse a garota com a voz sem tanta segurança.

Keith sorriu de leve e se pos de pé, começou a seguir para onde a menina estava, tomando assim a maior chuva, parou em pé ao lado dela, Susan o olhou de baixo, sem animação, ele esticou a mão e a garota o fitou seria.

- Vamos logo – disse ele a puxando com cuidado e indo com ela até a parte meio coberta.

O garoto jogou Susan ao seu lado, ela ainda tremia muito, sorriu de leve, ela não ia reclamar, puxou a garota com cuidado pela cintura fazendo ela olhá-lo, pasma.

- Não vou deixar você congelar – disse Keith serio.

- O que está tentando, Sullivan? Ganhar o premio de bom samaritano do ano? – perguntou a menina mal humorada.

- E você? De ganhar o troféu chata do século? – perguntou Keith debochado fazendo a menina bufar – Só estou tentando ajudar, te odeio, mas não quero que morra de pneumonia ou algo do tipo.

- Eu não preciso de ajuda! – disse Susan seria. – Eu não sou como sua namoradinha, Belinda, eu não preciso ser salva de instante em instante, eu não sou frágil.

- Com toda certeza não, mas a Belinda não é minha namorada – disse Keith serio.

- Por culpa sua, Sullivan, olha... aproveita que eu não vou fazer isso de novo! – disse Susan respirando fundo – Você é um cara legal, bonito, inteligente, cavalheiro, o sonho de toda garota. Belinda pode não ver isso ainda, mas ela vai ver, não se acha um cara como você dando sopa com a colher assim tão fácil. Ela vai ver que é uma garota de sorte e que no lugar de ficar... ela vai ver que não pode haver nada que uma garota queira mais do que o que você pode dar a ela. Toda garota quer alguém como você, Sullivan.

- Até você? – perguntou Keith serio.

- Não, eu não sou como toda garota, na estou esperando o príncipe encantado, ela não vem para garotas como eu - disse Susan sorrindo de lado – e eu disse que você era o sonho de toda garota, eu não tenho sonhos, Sullivan, e nem você, nem ninguém podem me dar o que eu preciso.

- O que você precisa, Foster? – perguntou Keith serio.

- Só um pouco... – disse Susan bocejando e deixando a cabeça cair sobre o ombro de Keith, meio sem perceber – só um pouco de esperança, eu acho.

- Deixe suas mãos onde eu possa ver, Joe Black!

Molly berrava histérica, fazendo Joe gargalhar loucamente. Eles dois estavam sentados num canto, a menina sentada emburrada e de braços cruzados sobre o peito enquanto Joe a observava com atenção, mexendo nela de vez em quando.

- Só tou conferindo se você ta inteira – disse Joe calmo.

- Já disse que sim, eu não sou... – ela começou irritada.

- É minha menininha delicada e frágil – disse Joe puxando as bochechas da menina e a fazendo rosnar.

- Vá se fu...

- Nãozinho, Momo, eu disse que num pode falar essas coisinha feias – disse Joe sorrindo infantil.

- Eu te odeio até o fim da vida – rosnou ela furiosa.

- Ódio em algumas culturas é a forma mais forte de amor – disse Joe alargando o sorriso.

- Ah é? Mas no meu planeta é a forma mais fácil de te matar – disse ela pulando com tudo no pescoço de Joe.

Enquanto isso na caverna onde Chuck e Belinda estavam o clima não era tão simples. Os dois estavam calados e num silencio profundo e frio. Chuck observava a menina com cuidado. Belinda era o amor da sua vida desde que lembrava, ela no momento nem sequer o olhava, estava virada para o outro lado, ele nem podia ver seu rosto. Não agüentava aquele clima difícil entre os dois.

- Bela, qual é, não precisamos ficar assim... – ele começou, ela nem se mexeu – Bela, não seja infantil.

Novamente ele não ouviu nada de Belinda, meio irritado a puxou com delicadeza pelo ombro e seu coração deu um salto digno de olimpíadas ao ver a cena a seguir. Belinda estava mais branca que nunca, os olhos vagos e perdidos, quase... ele se assustou com isso, quase cinzas, e ela realmente não parecia estar ali.

- BELINDA – ele berrou sacudindo a menina com força.

- Chuck Lupin... – seu susto se dividia em Belinda ter praticamente dado um pulo e ficado de pé e pelo fato de a voz que falou não ser da sua Bela, era uma voz feminina, mas madura, forte e decidida, num tom meio sexy que surpreendeu Chuck, com certeza não era Belinda.

- Bells? – ele perguntou observando a pessoa a sua frente, não era Belinda.

- A hora se aproxima, Chuck Lupin, - ela continuou – quando a hora chegar o que você fará para protegê-la? Precisa protegê-la de tudo, Lupin, até de você mesmo se for necessário!

- Eu a amo – disse Chuck meio sem entender, essa era a única verdade que ele tinha.

- Se a ama, Lupin, proteja-a, - disse seria – às vezes, quando amamos muito alguém, devemos abdicar de nossa própria felicidade em nome da do outro! Me diga, Chuck Lupin, o que é melhor para Belinda Malfoy?

- Er... – Chuck começou incerto.

- Você sabe a resposta no seu coração – disse por fim.

Chuck não teve muito mais tempo para pensar, quando se deu conta Belinda simplesmente desmaiou em seus braços, lindamente inconsciente. Ele a olhou com atenção, ela era um anjo, delicada e indefesa, ele era um idiota, um problema e perigoso. Ele sabia o que era melhor para ela.

Haley se via sentada embaixo da arquibancada na companhia de Nathan Malfoy. Varias gotas ainda caiam neles. Ela abraçava os joelhos como forma de se proteger do frio, tal ato fez uma camisa ser jogada sobre ela, olhou para o lado, Nathan olhava para o nada, mas Haley só conseguia olhar pra ele. Como alguém podia ser daquele jeito? Aquilo não eram músculos eram... ela precisava se controlar.

- Malfoy, não... – Haley começou tentando evitar corar.

- É como você disse, Warner, quando se machuca alguém pode estar machucando alguém quem não queria... – ele começou sorrindo de leve – então, quando se trata bem alguém...

- Pode se está tratando bem um outro alguém? – ela arriscou incerta.

- Ou simplesmente pode se está tratando bem alguém. – disse ele sorrindo doce.

- O que quer dizer, Malfoy? – ela perguntou enrugando a testa.

- É Nathan, Haley, e quero dizer que talvez você deva sair um pouco da defensiva – disse ele sorrindo mais e lhe beijando a bochecha fazendo a menina corar violentamente.

Peyton estava deitada em um dos bancos do vestiário da grifinoria, Luke sentado aos seus pés. Passaram-se horas, eles conversavam sem parar, ela não entendia como, mas era simplesmente fácil demais conversar com ele. Sobre qualquer assunto, do colégio a o caos lá fora, tudo era assunto com Luke, tudo era fácil, nada que se fingir, apenas falar.

- Como... – ele começou, mas parou brutalmente – deixa pra lá!

- Vai fala – ela mandou, sorrindo confiante.

- Você não vai gostar... – ele começou, mas ao ver o olhar debochado da menina suspirou derrotado – como você foi ficar com o Nathan? Não me leve a mal, Peyton, mas vocês não têm nada a ver.

- É estranho ouvir isso, só escuto que somos perfeitos um para o outro – disse Peyton sorrindo de lado.

- Sinto muito, não tenho vocação para puxa saco – disse ele dando de ombros e fazendo a garota rir de leve.

- Eu e o Nate... – ela começou meio que ignorando o comentário anterior de Luke – nós começamos a muito tempo, somos grandes amigos a séculos e sei que o Nate pode parecer... bem ele pode parecer varias coisas, mas ele tem um bom coração, lá no fundo, só precisa de alguém que veja isso e consiga mostrar isso para o mundo.

- E você não é essa pessoa – disse Luke certo.

- Por que diz isso? – Peyton perguntou na defensiva.

- Porque nem mesmo você consegue ver o interior de Nathan Malfoy, não me disse nada alem de palavras soltas sem nexo, tudo que eu já sabia e nem namoro ele – disse Luke debochado fazendo Peyton observá-lo, curiosa, sem saber o que falar muito menos o que pensar.

Joe gargalhava enquanto Molly o esmurrava, a garota praticamente voava em seus braços, ele a segurava com força pela cintura enquanto ela esmurrava seu peito. A menina estava furiosa e isso só o fazia rir ainda mais, foi nesse clima de ódio e alegria que ele sem querer tropeçou caindo com tudo no chão e com Molly Weasley sobre ele.

Ocorreu então um longo minuto de silencio e constrangimento, principalmente porque Molly se encontrava totalmente deitada sobra ele e o garoto ainda a prendia pela cintura.

Molly observou o garoto por um longo segundo, Joe Black era um belo espécime do sexo masculino, sem duvida alguma, corpo colossal, cabelos incrivelmente lindos, olhos fascinantes e... tudo bem, ela devia estar pirando, ela não podia estar pensando essas coisas de Joe Black, ele era um idiota prepotente e metido a besta... mas ela parecia estar sendo atraída para ele como se houvesse um imã entre eles.

Joe olhava com atenção Molly Weasley, como ela conseguia ser assim? Os cabelos loiros caiam com perfeição sobre os olhos escuros, os lábios grossos e tentadores, o corpo incrivelmente belo... ela era uma contradição em pessoa. Queria ser tão forte, mas tinha uma aparência tão frágil. Queria sempre ser a grande, mas era tão pequena. Ela queria tanto ser alguém poderosa e confiante, mas parecia perdida e insegura. Molly Weasley lhe fascinava e lhe prendia como se houvesse um magnetismo entre os dois.

Joe não pode se conter, tirou uma mecha delicada da frente dos olhos de Molly, tocando a face da menina com cuidado. Tal atitude fez a menina corar violentamente, seu coração disparar e sua respiração lhe falhar. Havia realmente um magnetismo ali, Molly não negava, mas era melhor se jogar longe antes que levasse um choque.

- É melhor a gente se afastar, Black – ela disse com a voz levemente embriagada pela simples presença dele.

- Eu discordo – ele disse rápido a puxando ainda mais para perto e colando seus lábios sobre os da menina.

Chuck berrava sem se importar se um dos encapuzados lá fora o ouvia, nada importava, seus olhos transbordavam lagrimas de medo e pavor. Belinda em seus braços desacordada e gelada. Era como um pesadelo que se formava, sua calma só foi aumentando quando os pequenos olhinhos verdes foram se abrindo com perfeição.

- Chuck... – ela chamou com aquela voz angelical e doce.

- Bells, você... você está bem? – ele perguntou a abraçando com força e deixando as lagrimas escorrerem.

- Claro que estou bem, seu bobo, - disse ela se afastando dele com cuidado e sorrindo doce, tocando sua face e limpando as lagrimas que transbordavam do rosto normalmente duro e sem expressão de Chuck Lupin – você está aqui, Chuck, como eu poderia não estar bem?

- Não... não se lembra? – ele perguntou pasmo.

- Da nossa briga? – ela perguntou meio incrédula – Claro que lembro, Chuck, foi uma briga idiota, não precisamos disso. Eu só estava desacordada por uns segundos, devo estar cansada, o que achou? Que eu tinha morrido por termos aquela briguinha boba? Chuck, eu estou bem, nós estamos.

- É... – disse Chuck ainda meio pasmo por ela não se lembrar do ocorrido – Estamos bem. Você está bem. E se depender de mim, Bela, você vai estar sempre bem.

- Eu sei – disse ela sorrindo de leve para ele – você sempre toma conta de mim. Sempre está ao meu lado.

- E sempre vou estar, meu anjo, eu prometo – disse ele beijando a testa da menina e a abraçando com força, como se tivesse medo que algo acontecesse a ela.

Molly se via presa naquele mundo estranho que ela não conseguia nem queria sair. Aquele beijo era... era o melhor da sua vida. Havia realmente algo magnético ali, algo forte que os prendia e atraia um para o outro.

Joe não conseguia soltá-la, era como pedir pros seus pulmões pararem de funcionar, simplesmente incabível e impossível. Ele só queria tê-la ali por toda a eternidade, pois era como se tudo quisesse, todos quisessem, o mundo queria, mas...

Molly podia querer muito aquilo, mas tinha planos, metas, idéias, objetivos... e Joe Malfoy não estava neles, em nada do que ela pensou, planejou e lutou. Ele era... ele sempre foi uma pedra em seu caminho a impedindo de chegar onde queria, não podia deixar a pedra se fixar, não podia, nem devia, mesmo que o universo conspirasse para isso. Ela praticamente o empurrou para longe se afastando dele como se tivesse levado um choque. Joe ficou olhando pasmo para a loira que limpava a boca com ferocidade e tentava se recompor, ele abriu a boca para falar, mas ela fez um sinal rápido para que ele nem tentasse.

- Me escuta com atenção, Black, - disse Molly seria – isso não aconteceu, nada aconteceu, foi um erro, um acidente, um problema, acabou, me entendeu?

- Ta me zoando? – ele perguntou pasmo – Vai dizer que não sentiu isso?

- Isso o que? – ela perguntou tentando se controlar – Isso que você chama de "isso" no meu planeta tem outro nome, Black, chame-se HORMÔNIO, é uma coisa normal para adolescente como nós, principalmente em situações problemáticas como essa. Não vamos deixar que meros hormônios mudem o curso natural das coisas.

- Ah é? E qual o curso natural das coisas? – Joe perguntou dando um pulo e se pondo de pé.

- Eu te odiar, você implicar comigo e nós dois não nos vermos nunca mais quando sairmos dessa escola idiota – disse Molly ajeitando os cabelos com agilidade.

- Sabe como eu traduzo isso no meu planeta, Weasley? – ele perguntou se aproximando perigosamente – Você me ama!

- Você é um energúmeno sem cérebro que dá sentido a idéia de loiros burros, Black – disse Molly furiosa começando a sair decidida para fora dali.

- E você é uma garotinha boba e medrosa, Weasley, que tenta bancar a forte, mas na verdade está MORRENDO DE MEDO – ele berrou indo atrás dela, a essa altura os dois berravam na chuva.

- MEDO DE QUE? DE VOCÊ? – berrou Molly furiosa – EU SOU MOLLY ELIZABETH MALFOY WEASLEY, EU NÃO TENHO MEDO DE NADA, MUITO MENOS DE VOCÊ, BLACK!

- AH É? E EU SOU JOE SIRIUS LUPIN BLACK, E EU TE DIGO, GAROTA, É MELHOR COMEÇAR A TER MEDO – berrou Joe de volta.

- Está me ameaçando, garoto? O que acha que pode fazer contra mim? – perguntou Molly debochada.

- Melhor se preparar, Molly Weasley, eu não vou perder essa briguinha idiota que você inventou, eu entrei na chuva pra me molhar, Weasley – disse Joe debochado.

- O que está pensando, Black? Que vai me ter? – ela perguntou gargalhando.

- Eu não apenas vou te ter, Weasley, como vou te ter aos meus pés implorando por mim, a super feminista Molly Weasley aos meus pés, o meu premio – disse Joe sorrindo de lado.

- Que a guerra comece – disse Molly furiosa.

- Já começou – disse Joe sorrindo de lado.

- HEI, VOCES ESTÃO AI!

Molly e Joe se viraram quase instantaneamente para a pessoa que se aproximava correndo, o professor Tom Rover vinha com tudo em sua direção e isso foi um alivio dos que Molly não sentia há séculos, os dois loiros correram desesperados até o professor.

- Professor Rover, o que está acontecendo? – perguntou Molly nervosa.

- Vamos para o castelo, está tudo sob controle – disse Tom arrastando os dois dali.

- CHUCK! BELA!

Chuck se virou instantaneamente para a pessoa que vinha correndo, sorriu confiante, com os cabelos longos num tom belíssimo e com aquele rosto de rinha, Nora era sem duvidas linda, sua mãe lhe orgulhava no quesito beleza e em vários outros. Ela correu até o garoto o abraçando, Bela agora descansava com cuidado em seus braços.

- Temos que tirá-la daqui, está fraca – disse Chuck serio fazendo a mãe sorrir triste.

- Vamos dar o fora desse inferno – disse Nora confiante puxando o rapaz pela mão.

Peyton e Luke tagarelavam sobre um assunto qualquer quando ouviram a porta ser espancada, Luke correu para frente da garota que se encolheu em puro pavor. Eles esperaram, o rapaz com a varinha em punho, e a porta se abriu exibindo uma pequena mulher de cabelos dourados e sorriso confiante, Claire Potter entrou como uma diva fazendo a filha sorrir como nunca.

- Tudo bem, quem quer vazar daqui? – ela perguntou fazendo os dois erguerem as mãos quase instantaneamente.

Nathan ainda estava com Haley embaixo das arquibancadas, ela em seus braços, era como um anjo, sorriu de leve para a menina sonolenta, quando ouviu passos, notou que ela não reparou, tentou se manter em alerta sem demonstrar nada a Haley, mas foi ela quem o surpreendeu.

- Está próximo – disse a menina já com a varinha em uma das mãos.

- Eu ouvi – disse Nathan serio.

- Que bom, achei que era surdo!

Os dois se viraram instantaneamente para vislumbrarem a figura incrivelmente forte e confiante de Josh Malfoy, Nathan sorriu e Haley abaixou os ombros, agora sabia de quem Nathan havia herdado a beleza fora do normal.

- Vamos sair daqui sua mãe está matando um naquele castelo – disse Josh sorrindo.

- HEI, PRECISAM DE UMA MÃO?

Keith olhou para cima e sorriu para a figura ruiva e sorridente da sua mãe, ele não precisou falar nada, Virginia sempre sabia o que fazer e como fazer, naquele momento específico ele em fim sentiu que estava seguro.

Chuck estava sentado ao lado da cama da ala hospitalar onde Belinda dormia profundamente, observou sua irmã deitada não muito longe dali, sua mãe e seu pai ao lado dela, Seth também estava ali com sua maior cara de desespero, mas os olhos de Chuck não conseguiam sair de Belinda, não que não se preocupasse com sua irmã, apenas sabia que ela ia ficar bem, mas nunca tinha essa certeza quando o assunto era Belinda.

Logo viu Luke, Peyton e Claire Potter entrando na ala hospitalar seguidos de perto por Willian Potter que olhava feito um completo perturbado para a filha, praticamente a jogando em uma cama próxima. Logo Richard e Natalie Malfoy também apareceram correndo até o filho, Natalie o abraçava desesperada, constrangendo Luke, mas isso também não tirava a atenção de Chuck de Belinda.

- Bela... – Chuck ergueu os olhos para a mulher as suas costas, Amy Malfoy tinha os olhos enormes para a menina desacordada, logo esses olhos pousaram em Chuck.

- Ela está bem, apenas meio cansada – disse ele serio, Amy se jogou na cadeira ao seu lado, meio aliviada.

- Estava com ela? – Amy perguntou.

- Sim – disse Chuck sem tirar os olhos da menina.

- Então é obvio que ela está bem – disse Amy sorrindo de lado e fazendo Chuck corar de leve.

Logo viu também Molly entrar com Loren e Peter Weasley da ala hospitalar, o pai desesperado e a mãe tranqüila demais. Do lado de fora por outro lado, Joe não agüentava a nada disso, apenas Nick Malfoy gritando como um louco.

- O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA, GAROTO? – perguntou Nick furioso – VOCÊ PODIA TER MORRIDO.

- Eu não podia deixá-la – rosnou Joe.

- NÃO VENHA BANCAR O HEROI, JOE, PORQUE VOCÊ NÃO É! TINHA ALGUMA COISA ESTUPIDA POR TRAS DISSO, EU SEI – gritava Nick fora de si.

- EU NÃO PODIA DEIXÁ-LA – berrou Joe furioso.

- VOCÊ NÃO É O HEROI – berrou Nick.

- É, EU NÃO SOU VOCÊ – gritou Joe de volta.

- Joe... – os dois se viraram para vislumbrar a figura maternal e angelical que era Stacy Black, o garoto não pode se conter e correu até os braços da mãe a abraçando com força – eu estava tão preocupada, querido, prometa que não fará de novo.

- Sinto muito, mamãe, não fiz por mal – disse ele ainda abraçando ela.

- Sei disso, querido, agora, porque não entra e procura se acalmar, já sofreu emoções demais por um dia! – disse Stacy docemente, Joe apenas lhe beijou a bochecha e entrou na ala hospitalar, assim que ele fez isso a mulher virou-se para Nick com as feições mais duras possíveis – Ele está bem, é isso que importa.

- Mas poderia não estar – rosnou Nick furioso.

- Ele acha que você o odeia – disse Stacy seria.

- Eu... – Nick começou meio que rosnando.

- Fale com seu filho, não hoje, mas em breve, ele precisa ouvir o que você tem a dizer, ele precisa do pai dele, Nick, mas eu vou te lembrar, ele tem mais de você do que pensa – disse Stacy por fim se afastando e deixando o marido nervoso para trás.

Agora Chuck pode ver Nathan e Josh entrando na ala hospitalar, acompanhados de Haley Warner, Chuck não fazia idéia do que ela fazia com eles, mas não se importou, os três foram correndo para perto de Amy, Belinda e ele.

- Como ela está? – foi Haley quem perguntou, já que nenhum dos dois homens conseguia abrir a boca.

- Via ficar bem – disse Amy a fitando com atenção.

- Bela – começou Josh nervoso.

- Ela vai ficar bem, Josh – disse Amy abraçando o marido com força.

- Belinha... – Nathan começou tocando a face da irmã com cuidado.

- Nathan, Belinda é mais forte do que pensa, você vai ver, logo ela vai acordar e te deixar irritado de novo – disse Haley sorrindo de leve e fazendo Nathan dar um risinho sem jeito.

Amy observou a menina com cuidado, Haley Warner, seria tão obvio? Seria tão claro? Sorriu. O obvio às vezes era encantadoramente improvável. Pos a mão no ombro de Haley fazendo ela se virar curiosa.

- Obrigada – disse Amy baixinho apontando com o queixo para o filho.

- Não precisa me agradecer – disse Haley corando de leve.

- Vejo que tenho mais a te agradecer do que você mesma acha – riu Amy baixinho, fazendo Haley olhá-la, confusa.

- Haley, como seus pais são trouxas, não puderam vir, mas pode deixar que cuidaremos de informá-los e você pode descansar – disse Josh calmo.

- Eu estou bem, Sr. Malfoy, obrigada assim mesmo – disse Haley e antes que pudesse falar qualquer outra coisa Nathan estava apertando sua mão com força como uma criança assustada.

Chuck não pode se culpar por sair dali, ele precisava ficar um pouco longe daquilo para fazer o que tinha de fazer e assim que se afastou viu Keith Sullivan entrar com a mãe e o pai na ala hospitalar, em seus braços Susan Foster, assim que a viu, Hank Foster arrancou a loira dos braços do rapas, sendo seguido pela esposa Alyson Foster e a colocando numa cama, Chuck não pensou duas vezes em sair puxando Keith dali pela gola da camisa. Assustando os pais do rapaz.

Assim que estavam num corredor quase deserto, Chuck ergueu Keith pela camisa o fuzilando com os olhos, o moreno o fitava nervosa, mas com um olhar corajoso e determinado. Idiota. Pensou Chuck.

- Presta atenção, Sullivan, porque eu só vou dizer uma vez, entendido? – Chuck começou rosnando, Keith abriu a boca para falar, mas ele não deixou – Bela é a coisa mais importante que eu tenho e eu estou te dando ela...

- O que? – Keith perguntou pasmo.

- Quero que faça dela a garota mais feliz que o universo já viu, quero que ela sorria com cada coisa idiota da vida, - começou Chuck nervoso – quero que a faça feliz, que a ame e que a realize todos os sonhos dela.

- Eu vou cuidar dela, Lupin – disse Keith serio.

- Não te pedi isso, Sullivan, - disse Chuck serio – eu vou cuidar dela, protegê-la e impedir que qualquer coisa ruim aconteça com ela, só te peço que a deixe ser feliz.

- Por que não luta por ela? – perguntou Keith quando Chuck em fim o soltou.

- Porque a amo, e a amo tanto que sei que o melhor para ela é estar com você, agüento tudo nessa vida, menos ver Belinda triste, - disse Chuck serio – cuide com que ela esteja feliz e eu cuido para que nada de ruim nunca a aconteça.

- Belinda é mais forte do que pensa – disse Keith serio.

- E mais frágil do que você vê! – disse Chuck serio – Eu dou minha vida pela dela, abdico da minha felicidade pela dela e só te peço uma coisa, Sullivan, que cuide para que nenhum dos meus sacrifícios seja em vão, seja o que Belinda sempre sonhou, seja o príncipe da minha princesa, coisa que eu nunca poderei ser...

- Então, o que você é nessa historia, Lupin? – perguntou Keith enquanto Chuck se afastava.

- Eu...? – Chuck perguntou se virando com um sorriso triste – Eu sou apenas um apaixonado, um vilão incorrigível, um louco problemático, alguém que tem como único elo e função proteger um anjo. Sou apenas um monstro que não merece a luz de Belinda, que vive em plena escuridão e só existe para que a luz dos olhos daquela garota brilhe todos os dias um pouco mais.

- Lupin... – Keith começou.

- Eu sou apenas um monstro, Sullivan, um monstro que não tem nada que se aproveitar, nada que se amar – disse Chuck por fim se afastando e deixando um Keith surpreso para trás.

Na:/ Crianças, eu voltei, uhuhuuuu, adivinha quem ta de férias? Bru B. M. Mega Diva Fashion ta de férias. Uhuuuu uhuuuuu. Tudo bem, já esfreguei isso na cara de vocês demais, vamos as reviews u.u

Lina: Toma o Nate para você... opa. Brincadeirinha, nem sonha, ele é da Peyon ou será da Haley? Kkkk eu amo ser assim tão perturbada e cruel e eu sei que como uma grande fã que você é da minha tutora favorita e do meu projeto de Bad Boy você adorou esse cap, pode dizer que me ama agora, é eu sei disso, eu sou demais eu sei eu sei u.u

Nane: FIAA VOCÊ VOLTOU. KKKKKKKKK é a volta dos que não foram, meu leitores desnaturados reaparecendo. Kkkkk mas tudo bem, que bom que gostou :D

Maad: PEEEEEEEEEN. Você errou. Eu tenho que destruir seus sonhos com a Peyton, ela começou como uma personagem importante e legal, mas eu brochei muito com ela no contorno da fic, sei lá, ela perdeu um pouco o sentido, assim como o próprio Luke, mas não se estresse, tem muito para vir ainda e eles vão ter a parte deles logicamente!

Murilo: ATENÇÃO MUNDO, ELE VOLTOU, QUE MILAGRE. NEM ME VENHA COM ESSA DESCULPA ESFARRAPADA, SEU MOÇO, EU FAÇO FACULDADE TAMBÉM, DIREITO É UM CURSO MUITO PESADO E EU TOU POSTANDO, LEIA E DEIXE DE ME ILUDIR! Kkkkkkkkkkkkk, queria nem rir, Muri, as férias tão ai, dá para ler, adianta essa vida, menino, volta para as pessoas maravilhosas que me amam :D

Barb: Olá, Miss estresse, relaxa o bumbum ai que eu tou aqui diva como sempre. Eu sei, eu sei, a grifinoria se deu mal, dói em mim também, cara, sou uma grifinoria com muito orgulho, mas eu adoro um drama mais do que tudo nesse mundo, confia em mim :P hehe, é só que essa fic eu apronto um pouquinho demais, kkkkkk.

TODOS: Primeiramente vamos dar oi ao Murilo que ele voltou. AMÉM IRMÃO. E a pergunta agora é... QUAL A DESCULPA DA LELI, DA LU E DA MARY PARA NÃO ESTAREM DANDO AS CARAS? ATÉ A HERICA SUMIU, QUE VAGABUNDAGEM É ESSA? Tudo bem, me acalmei, relaxem que eu não vou matar ninguém, bem é isso, tou de férias e não me faltem meu povo, vamos que vamos. Dica da semana: A Serie medica Hart Of Dixie, muito engraçada, é medica, mas é uma comedia maravilhosa :D bem povo, é isso, Kiss!