Só palavras (cap 11)
Chuck se via andando em passos firmes pelos corredores a procura dela. Da garota que lhe fazia feliz. Da única que conseguia fazer seu coração disparar loucamente e suas mãos suarem como as de uma criança nervosa. Da garota que lhe tinha na mão e nem ao menos se dava conta disso. Da única que ele realmente amava e não agüentava mais fugir desse sentimento. Lá estava ele a procura dela, sem ao menos saber o que a diria ou o que faria, ele só queria vê-la, pois assim saberia. Ele só queria Belinda.
Foi com isso em mente que ele viu uma porta surgir, sorriu de lado, a sala precisa. Diziam que ali se encontrava tudo o que mais queria, mas seria mesmo possível que ela poderia lhe dar a única coisa que ele queria naquele momento e para o resto da sua vida.
Foi com uma leve esperança no coração que ele abriu a porta com cuidado e isso fez uma certa luz cobrir o lugar. Seu coração bateu acelerado em seu peito, não sabia se sorria ou se chorava, só sabia que não podia se mexer, apenas conseguia olhá-la.
Everybody needs inspiration
(Todo mundo precisa de inspiração)
Everybody needs a soul
(Todo mundo precisa de uma essência)
A beautiful melody
(Uma bela melodia)
When the night's so long
(Quando a noite é longa)
Cause there is no guarantee
(Porque não há nenhuma garantia)
That this life is easy
(De que essa vida é fácil)
Lá estava ela, Belinda Malfoy, com os olhos fechados como os de um anjo, ela girava e dançava com uma graça quase inacreditável, parecia ainda mais delicada a cada instante apesar de estar usando uma calça jeans meio surrada e uma blusa preta básica, aos pés um tênis simples e os cabelos presos com perfeição no alto da cabeça. Nada disso importava ou diminuía a graça da garota, apenas a tornava ainda mais doce e perfeita a cada instante. Ela realmente parecia um anjo.
Yeah, when my world is falling apart
(Sim, quando meu mundo está caindo aos pedaços)
When there's no light to break up the dark
(Quando não a luz para quebrar a escuridão)
That's when I, I, I look at you
(E quando eu, eu, eu olho para você)
When the waves are flooding the shore and I
(Quando as ondas estão inundando o litoral)
Can't find my way home anymore
(Não consigo encontrar o meu caminho de casa)
That's when I, I, I look at you
(É quando eu, eu, eu olho para você)
Belinda dançava com uma graça infinita, se sentia melhor assim, com os fechados e os pés flutuando, se sentia mais calma, era como por em ordem seus pensamentos, seus sonhos tudo o que ela estava pensando, em fim tudo parecia não lhe machucar mais, eram apenas lembranças distante e ali, dançando, ela sentia em fim aquela pontada de esperança que lhe dizia que no fim tudo ia dar certo.
When I look at you
(Quando eu olho para você)
I see forgiveness
(Eu vejo o perdão)
I see the truth
(Eu vejo a verdade)
You love me for who I am
(Você me ama por quem eu sou)
Like the stars hold the moon
(Como as estrelas seguram a lua)
Right there where they belong and I know
(Bem ali, onde elas pertencem e eu sei)
I'm not alone
(Eu não estou sozinha)
Chuck não conseguia sequer respirar, seus olhos ardiam, mas nenhuma lagrima ousava cair, ele apenas queria olhá-la, queria grava aquela imagem de pureza inconfundível para o resto da sua vida, queria memorizar cada movimento detalhadamente, queria acreditar que um dia, talvez, a tivesse para si, mas parecia tão impossível quando ela era simplesmente a coisa mais angelical que ele já vira em toda sua vida. Ele nunca encontrou ninguém como Belinda, ouviu tantas historias de anjos como ela que podiam ficar com monstros como ele, mas nunca acreditou em certo que algo como Belinda pudesse sequer ser tocado, ela estava acima dele e de qualquer outro, ele estava mergulhado em trevas e ela flutuando em luz, como podiam estar tão próximos e ao mesmo tempo tão distante um do outro?
Belinda apenas queria arrancar a imagem de Chuck Lupin de sua mente, queria tira-la com toda a força de seu coração, mas não conseguia, parecia marcada a fogo. Impossível de se tirar. Cada movimento, sorriso e olhar do garoto pareciam fazer parte de um sonho. Um sonho distante demais para a realidade dela. Ele, popular, bonito, inteligente, charmoso... o solteiro mais cobiçado. Ela? Apenas a irmã de Nathan, não fazia sentido algum, mas ao mesmo tempo parecia a única certeza que seu coração tinha, a única esperança a se prender, a de que, talvez um dia, ela pudesse estar com ele para todo o sempre.
Yeah, when my world is falling apart
(Sim, quando meu mundo está caindo aos pedaços)
When there's no light to break up the dark
(Quando não a luz para quebrar a escuridão)
That's when I, I, I look at you
(E quando eu, eu, eu olho para você)
When the waves are flooding the shore and I
(Quando as ondas estão inundando o litoral)
Can't find my way home anymore
(Não consigo encontrar o meu caminho de casa)
That's when I, I, I look at you
(É quando eu, eu, eu olho para você)
Chuck olhou-a dançar, como tinha vontade de simplesmente correr até ela e abraçá-la e dizer que a amava, que não podia mais viver sem ela, mas não podia, certas coisas não estavam ao seu alcance, ele não podia arriscar aquela anjo por conta de um paixão infeliz, que nunca deveria ter nascido. Ele não podia arriscar a vida de Belinda, que ele sentia estar num risco que nem ele mesmo compreendia, não podia arriscar a vida do seu anjo de modo algum e se sentia a coisa mais perigosa no caminho dela naquele instante, se sentia como uma bomba que podia explodir e acabar com aquele raio de luz que brilhava numa intensidade fora dos padrões, ele jamais se perdoaria se a machucasse de qualquer que fosse a maneira.
You, appear, just like a dream to me
(Você parece como um sonho para mim)
Just like cyledoscope colors that
(Como as cores de um caleidoscópio)
Prove to me
(Provam para mim)
All I need
(Tudo o que eu preciso)
Every breath, that I breathe
(Cada respiração que eu dou)
Don't you know?
(Você não sabe?)
You're beautiful
(Você é tão lindo)
Belinda, logo ela que sempre se considerou feliz por ser solitária e conformada por sua vida sem graça e sem emoções, queria tão desesperadamente que alguém arrancasse toda aquela calma a tirasse do seu mundo solitário e escuro. Ela queria tão loucamente sair daquele lugar que ela mesma se prendeu, mas sentia que não podia, que tudo sempre conspirava contra ela. E com esse pensamento em mente ela sabia quem era a única pessoa que ela queria vê, mas sabia que não veria, abriu os olhos lentamente, mesmo tendo essa certeza, e tamanho foi seu susto ao vê-lo ai, parado, a fitando de um modo tão lindamente hipnotizado.
When the waves are flooding the shore
(Quando as ondas estão inundando o litoral)
And I cant find my way home anymore
(Não consigo encontrar o meu caminho de casa)
Thats when I,
(É quando eu)
I I look at you
(Eu, eu olho para você)
I look at you
(Eu olho para você)
- Chuck... – gaguejou ela parando de dançar imediatamente e cambaleando meio sem jeito, começando a tirar os poucos cabelos que lhe caiam aos olhos - há quanto tempo está ai?
- Sabe, Bells, eu posso te ver dançando milhões e milhões de vezes, mas eu acho que sempre vou acabar com a mesma cara de bobo – disse Chuck com um sorriso que fez o coração da garota acelerar.
- Ah, Chuck, você é tão exagerado – disse ela desviando o olhar para não corar mais ainda.
- Mas... não foi por isso que eu vim atrás de você... – ele começou se aproximando e a cada passo o coração de Belinda batia ainda mais acelerado.
- Você estava atrás de mim? – ela perguntou meio sem jeito.
- Eu acho que sempre estou atrás de você, não é, Bells? – ele perguntou sorrindo de lado, Belinda prendeu a respiração.
- Mas... mas por que você estava atrás de mim? – ela perguntou erguendo os olhos para ele.
- Eu... – ele começou fitando a garota com atenção, seu coração batia loucamente, suas mãos suavam, ele não sabia o que dizer, não sabia se podia dizer, nunca pensou que fosse se encontrar naquela situação – eu só queria dizer que...
- Que? – Belinda perguntou, seu coração acelerava louco para respostas cujas perguntas ela sempre escondeu de si mesma.
Ele a fitou por um longo instante. Como ela podia ser assim tão linda? E como ele podia estar assim tão apaixonado por uma garota? Como ele podia querer tanto aquele ser? Ele não sabia, mas ele a queria tanto que tinha medo disso, medo de machucá-la, medo de ferir seus sentimentos, medo de que algo acontecesse com ela, ele não suportaria aquela dor.
- Que eu não quero mais ficar brigando com você, Bels, você é minha... – ele não era digno dela, nunca seria, tinha que esquecê-la – minha menininha e eu não gosto de ficar brigando com você.
- Menininha? – ela murmurou meio sem jeito e sorriu de leve – A Susan me chamava assim...
- Não foi minha intenção... – ele começou rapidamente se sentindo o ser mais idiota do planeta.
- Tudo bem, Chuck, eu entendi, também não quero mais brigar com você... – ela disse sorrindo verdadeira – você é muito importante para mim, Chuck, mas do que você imagina.
Bela sorriu mais uma vez de leve e beijou a bochecha do garoto com carinho, em seguida apenas respirou fundo e saiu de lá deixando um Chuck totalmente sem reação para trás. Ele enfiou a mão nos cabelos e resmungou baixinho, por que sempre era tão difícil fazer a coisa certa?
Nathan se via andando sozinho pelos corredores, viu sua irmã passando correndo e sem nem olhar para ele, pensou em ir atrás e perguntar o que estava havendo, mas ela não lhe diria, sabia disso, alem do que Bela estava sabendo cuidar de si mesma. Ele talvez devesse começar a deixar ela dar os próprios passos e... bem, ele sabia que Keith estava no salão comunal então não tinha com o que se preocupar. Bem, pelo menos não com relação à Belinda...
Parou rapidamente seu pensamento ao notar onde seus pés haviam lhe levado, sua respiração acelerou e suas mãos começaram a suar. O que estava acontecendo com ele? Ele não sabia, mas ultimamente seus pés estavam sempre lhe levando para aquele mesmo lugar. Respirou fundo e abriu a porta para ver o que ele esperava.
Lá estava ela. Sentada em cima da mesa, os olhos no chão, os cabelos presos num alto rabo de cavalo e balançando os pés distraidamente. Nathan sorriu de leve com a cena. Como ela podia ser assim tão adorável? Haley ergueu os olhos surpresa e maior ainda foi sua surpresa ao ver que era Nathan. Ela olhou para o relógio imediatamente depois para o calendário ao seu lado. Em seguida fitou Nathan com o olhar preocupado.
- Nate, desculpa, mas... eu não lembro de ter marcado alguma aula com você hoje – ela disse sorrindo sem jeito.
- Eu sei, eu só... sei lá, acho que achei que ia te encontrar aqui – disse ele serio fazendo Haley o fitar com curiosidade e ele começou coçando a cabeça de um jeito meio nervoso.
- Eu... Eu posso ajudar? - ela perguntou com a voz meio vacilante, parecia meio nervosa.
- Não, na verdade, eu venho tomando coragem para te falar... – Nathan começou mexendo nos cabelos de um modo meio ansioso.
- Algum problema com as notas? – ela perguntou aumentando os olhos e ficando nervosa.
- Não, não é nada disso é que... – ele parou rapidamente o que ia falar e olhou com cuidado para a garota de cabelos aloirados e de grandes olhos muito escuros, ele simplesmente não conseguia mais falar, apenas olhava para ela, não tinha ideia de como isso havia começado , mas estava se tornando incontrolável.
- Nate, ta tudo...? – Haley começou perguntando mais foi rapidamente interrompida por Nathan que lhe puxou pela cintura com agilidade e colou os lábios nos dela.
Haley sentiu que estava voando por alguns instantes, parecia um sonho, ela ali, presa por aqueles braços fortes, sento apertada contra aquele peitoral ondulante, tendo quase que ficar de ponta de pé para ele lhe beijar e Nathan ter que lhe tirar do chão consideravelmente . só ela sabia o quanto havia esperado por isso.
Nathan não sabia bem o que lhe deu coragem para fazer aquilo, só sabia que estava louco por isso há algum tempo e a vontade se tornou incontrolável justamente agora, ele não conseguia sequer imaginar soltar Haley, era totalmente inaceitável essa idéia. Depois que em fim conseguiu se convencer que estava apaixonado pela professorinha, depois de ter tomado coragem para fazer alguma coisa, ele simplesmente achava loucura solta-la.
Haley ainda se via presa naquele sonho e não tava nem um pouco a fim de parar, mas ai a imagem de uma certa loira lhe veio a cabeça. Peyton. Peyton e as palavras que ela dissera a alguns minutos. Peyton, aquela loira idiota que fora simplesmente adorável demais. Aquilo pesava em sua consciência, odiava ter uma, quer dizer ela não podia... doía fazer isso, mas era a coisa certa naquele momento, então simplesmente empurrou Nathan para longe de si, contra sua própria vontade.
- Nathan, não... – Haley disse com um reles fiapo de voz sem nem ao menos olhar para ele.
- Do que você ta falando, Haley? – Nathan perguntou tentando voltar a beijá-la, mas a garota o parou.
- Chega, Nathan, isso não é certo! Você tem namorada! – disse Haley tentando se manter calma.
- Isso não importa agora, o que importa é que... – Nathan começou sorrindo de leve.
- Não importa? – Haley perguntou em fim o fitando pasma – Ela é uma boa pessoa, Nate, ela é adorável, linda, educada e... Como ela pode não importar? Ela é doida por você, ela realmente gosta de você, como pode não importar? Me diz!
- Eu e a Peyton não... – Nathan começou, mas parecia que qualquer justificativa de sua parte só irritaria Haley ainda mais.
- Eu não sou essa garota, Nate, - disse Haley nervosa, os olhos ardiam, mas ela não ia chorar, não na frente dele – eu não sou a outra de alguém, não sou a que estraga o relacionamento, nem muito menos sou a garota para concorrer com a Peyton, nem quero, ela é incrível! Se você não vê isso, então, Nate, você não a merece e... vai embora daqui.
- Espera, Haley... – Nathan tentou mais uma vez, só que ainda não parecia funcionar.
- Vai embora, Nathan, - disse Haley prendendo ainda mais o choro – se você não vê a maravilhosa namorada que você tem, como pode sequer olhar para mim! Não que eu queira isso... quero dizer... Bem, não mais! Eu não quero fazer parte disso, vai embora, por favor.
- Haley – Nathan tentou, mas ela nem ao menos o olhou, apenas murmurou mais um,"por favor,", ele bufou e saiu de lá sem mais nenhuma palavra, ela não o ouviria mesmo.
Haley esperou Nathan fechar a porta e ter certeza que ele havia saído dali para se jogar no chão da sua sala e deixar que as lagrimas escorressem, ela não gostava disso? Odiava ter que abrir mão do que queria por ser uma boa garota. Odiava ser uma boa garota. Odiava ter uma consciência que lhe encheria a paciência caso fizesse algo. E nesse momento, acima de tudo, ela odiava ser Haley Warner!
Bela se via andando triste pelos corredores, por que as coisas tinham sempre que ser tão complicadas? Bufou. Parecia que ela não conseguia fazer nada e... seus pensamentos foram rapidamente interrompidos por Joe que vinha correndo feito um desesperado em sua direção, ele lhe segurou com força pelos ombros e a sacudiu.
- Beloca, eu preciso da sua ajuda – disse Joe e isso fez Belinda sorrir de leve, é, sempre tinha Joe para lhe provar o contrario.
Susan se via andando distraída pelos jardins, como ela havia conseguido chegar aquela situação? Desde quando ela abria mão do que queria, mas será que era aquilo mesmo que ela queria? Chuck? Ela não sabia dizer com certeza, sempre quis ficar com Chuck, mas não era apaixonada por ele, agora menos que antes, quer dizer, adorava Chuck, mas não para... bem, não era ele... mas se não era ele então quem seria? Bufou com a idéia, quão idiota ela estava, devia ser muito.
- Olha se não é a lutadora submarina. – ela se virou mal humorada para fitar Keith Sullivan.
- Olha se não é o namorado da vitima – disse Susan tentando ignorar o rapaz e se jogando no chão.
- Eu vim ver como você está? Se machucou?- ele perguntou olhando com atenção para a loira.
- Fala serio, Sullivan, eu não sou mulher de me machucar. – disse Susan mal humorada se levantando às pressas – Eu não sou esse tipo de garota, eu sou mais do tipo que bate.
- Mas você apanhou feio, heim? – riu Keith fazendo a loira olhar feio para ele – Sem ofensas, você até que bateu bem, mas apanhou feio se me permite comentar e...
- Serio que ta aqui falando que eu bato bem enquanto nem sabe onde sua namorada está? – perguntou Susan sem conseguir conter um leve sorriso distraído.
- Bem, olha ela vindo ali... – disse Keith sem conseguir esconder um certo tédio ao ver Belinda vim correndo.
- Urgente, vão para o salão comunal. – disse Belinda calmamente se virando para ver o olhar entediado e mal humorado de Susan apenas bufou – Olha, eu também te odeio, mas vai logo que eu tenho coisas de mais para organizar e não tenho tempo de me estapear na água com você.
- Sabe, essa menina ta ficando meio maluca – disse Susan pensativa quando Belinda simplesmente correu dali.
- Eu acho que você bateu forte demais na cabeça dela – cantarolou Keith rindo de leve.
Molly se via jogada em seu quarto no dormitório feminino da grifinoria, com os olhos fechados e os cabelos desgrenhado e com o porco nos seus pés. Ela olhava J.J com carinho e bufou, tinha que fazer torresmo desse porco e isso lhe dava um arrepio. Foi ai que a porta se abriu exibindo sua melhor amiga, Sophia, que sorriu de leve e foi até ela com uma escova de cabelos na mão e um sorriso demoníaco nos lábios.
- Se prepare, Molly Weasley, essa é a sua ultima noite – disse a morena sorrindo de leve.
Belinda então se via correndo pelos corredores vazios quando acabou esbarrando nas duas ultimas pessoas que ela esperava. Lá estavam eles, Nathan e Chuck, os dois olharam surpresos para a garota que caiu com tudo no chão. Os dois correram para ajudar a ela a se levantar, mas a menina fez isso sozinha e tinha um sorriso nos lábios.
- Tudo bem, qual é a senha da sonserina? – perguntou a garota meio desesperada.
- O que vai fazer? Matar a Susan? – perguntou Nathan meio desesperado e nervoso.
- Não, eu já mandei ela para o salão comunal com o Keith, mas eu preciso ver como o Joe está e ele esqueceu de me dizer a senha – bufou a morena meio entediada.
- Espera, do que você está falando? – perguntou Chuck observando a garota com toda a atenção.
- Estou falando de sentimento de verdade, Chuck, mas não tente entender. – bufou Belinda mal humorada voltando a correr, o irmão e Chuck a olharam assustados e começaram a correr atrás dela.
Belinda não explicou nada, mas assim que chegaram as masmorras Nathan disse a senha e a menina começou a correr para o dormitório masculino abrindo a porta sem pensar duas vezes. Os meninos entraram e quase caíram para trás com o que viram, o lugar estava uma bagunça, Joe gritava e corria e estava tudo louco, é, eles não entendiam nada daquilo, mas com certeza estavam entendendo a pressa de Belinda.
Longe daquilo tudo, mas precisamente no ministério da magia, melhor ainda na sala dos inomináveis. A porta se abriu com um estrondo, Josh não se surpreendeu ao ver a esposa, mas sim ver a esposa naquele estado nervoso, Amy era sempre tão calmo. Agradeceu mentalmente por agora só estar ele ali e foi até a mulher, pondo a mão no ombro dela.
- Amy, o que está acontecendo? – perguntou Josh tentando ser calmo, mas estava ansioso demais.
- Eu... eu acho que eu descobri, Josh, acho que sei quem invadiu Hogwarts. – disse Amy nervosa.
- Quem é, Amy? E o que eles querem com nossos filhos? – perguntou Josh nervoso.
- Temo que o problema não seja com os nossos filhos, Josh, e sim com a nossa filha. – disse Amy olhando com tristeza para o marido e jogando um livro na mesa dele. – Fui falar com Rosalie Hale.
- Por que? Amy, eu já te pedi, aquela mulher é maluca e a Belinda, não a nossa filha, bem você me entendeu, Belinda Hale que me perdoe, mas a mãe dela é um saco – disse Josh, mal humorado.
- É exatamente isso, Josh, o problema é esse. – disse Amy seria – O caso é esse, eu tou achando... tou achando que a mais coisas em comum entre Belinda Hale e a nossa Bela do que apenas o nome, Josh. Eles vieram atrás da nossa Bela.
Na:/ Musica do cap: Miley Cyrus – When I Look At You. Estou decepcionada com vocês, pessoal, serio, disse que ia postar depois das minhas provas e cá estou eu, linda e diva como o prometido, mas onde estão os comentários? Magoei, só dois? Hum, seus maus...
Lina: menina, seu querido Joe vai ter uma participação de tirar o fôlego no próximo capitulo, pode esperar. Hehe. Eu realmente não sou muito fã de filmes adaptados, sei lá, acho que se não é para ser o mais fiel possível a um livro então é melhor fazer sua própria historia e tal, sei lá.
Barb: cadê você, moça, acabaram suas provas que eu sei, vá lá postar. Hum hum. Quanto a Rosalie, não, não me inspirei em crepúsculo, Rosalie é inspirado em Romeu e Julieta, mas não quis colocar Rosalinda, então tudo bem, e o Hale, bem era o sobrenome da Belinda original então não tinha muito o que fazer, eu pessoalmente detesto crepúsculo e Cia, então é pouco provável ;P mas sim, Poste na sua fic sua chata.
Todos: bem, vocês estão sendo muito maus, preciso de mais reviews, elas são como oxigênio poxa, tão me desestimulando, vamos brincar de postar. Ah e a dica da semana é com toda a certeza é Jogos Vorazes, o filme é MARAVILHOSO, PERFEITO, AMEI AMEI AMEI. Vou comprar o livro por esses dias e digo o que tou achando, mas o livro me deixou louuuuuuuuuuuuuuuca. Ok, depois da minha crise histérica eu vou indo, comer alguma coisa, mais tarde vou chorar em Titanic 3D ;* Kiss.
