Celebrity
Capitulo 10
Edward
_Isabella, aqui estão seus recados.
_Deixe-os sobre a mesa.
Seus olhos estavam fixos nos dela, ele via a determinação expressa daquelas palavras ingratas no marrom atrevido que ele tanto admirava. Suas mãos ainda se apossavam de seus ombros e ele sentia o calor gostoso emanando do corpo dela, o embriagando completamente. Os passos lentos de Jéssica Stanley que olhava curiosa para os dois o irritou profundamente, a tal ponto que ele passou a se antipatizar com a secretaria. Depois uma voz profundamente marcante invadiu seus ouvidos.
_Bella, eu estou com aquela matéria sobre o novo jogador e gostaria de...
Ele sentiu ela se soltando de seus dedos e lhe dando as costas, atrás de si se encontrava Jasper Haler que teve o poder de finalmente quebrar aquele clima estranho. Isabella passou a agir como se nada houvesse acontecido, como se ela não tivesse dito a menos de três minutos atrás que estava aberta a novas oportunidades, para todos os homens, menos para ele...
Ele sentia seu rosto queimar de indignação e revolta, anos, sim por anos ele esperou por aquela mulher e agora era comunicado da forma mais humilhante possível que ele não servia? Ou o que exatamente? Ele olhou para ela que assumia friamente seu ar profissional, olhava para a postura delicada e bonita, enquanto assinava alguns papeis e dispensava de uma vez por todas a secretaria intrometida, para depois, com ar alegre, jovial, diria, ela dar atenção ao repórter fotográfico da revista da editora. Eles falavam como se Edward não estivesse na sala, o que foi aceito de bom grado por ele, que se dirigiu com muita calma até o pequeno sofá da sala e sentou, cruzando suas longas pernas. Ele apenas passou a observá-la trabalhando, isto ela não poderia vetá-lo de fazer, ela não tinha autoridade. Isabella sabia que o havia deixado irritado e gostou muito, uma experiência desastrosa com o Cullen pai já lhe fora o suficiente. A última coisa que ela desejava agora era se envolver com o mulherengo do filho que não respeitava nada e ninguém. Não, a vida era dela e, era uma nova vida...Mesmo assim, ela lamentou quando o assunto com Jasper se encerrou cinco minutos depois e seu primo ao sair de sua sala, fechou a porta atrás de si. Com certa relutância, Isabella levantou seus olhos para o calor abrasador dos olhos dele. Edward estava sentado em seu sofá, até ai não havia nada de anormal nisto, visto que tantas e tantas vezes, eles discutiram assuntos de trabalho naquelas mesmas posições.
Mas hoje, a postura daquele homem não era para negócios, não os que eles estavam acostumados a tratar cotidianamente pelo menos. Ela olhou para o rosto serio dele, para os cabelos desalinhados e perfeitos e depois para o nariz reto que emoldurava no rosto quadrado de beleza máscula. Isabella nunca negara o magnetismo de Edward Cullen, tão pouco sua beleza incomum.
_Posso ajudá-lo em algo, Edward?
_Diga-me com toda a sua sinceridade o que eu devo fazer...?
_Para o quê, exatamente?
Edward levantara-se do sofá com apenas um movimento coordenado e se aproximou lentamente da mesa de Isabella, depois, com calma, ele colocou suas mãos sobre ela e se abaixou devagar, primeiro saboreando o doce do perfume do corpo sensual a sua frente, para depois se deliciar com a surpresa nos belos olhos marrons.
_Eu quero você Isabella, por um momento eu cheguei mesmo a pensar que tudo daria certo entre nós. Mas se você acha que vou desistir assim...
Ele estralou os dedos, o som a fez piscar e a lembrou o quão teimoso ele era. Ela levantou-se de sua cadeira, não ficaria naquela posição inferior, enquanto o último homem na fase da terra, com quem ela desejava se envolver, lhe jogava na cara seus planos de ataque, não...
Com ar confiante e queixo erguido, ela simplesmente deu a volta na mesa, sentindo o olhar verde a devorando de baixo a cima e a respiração pesada dele que mudara de freqüência..
_Edward, sabe qual é o seu problema? É que você está tão acostumado com mulheres fáceis, que caem aos seus pés com apenas uma piscada sua que não aceita um não, quando escuta um! Pense bem, eu não faço o seu tipo, eu sou sua funcionária, a mulher que nutriu uma paixão louca pelo seu pai e que hoje, decidiu dar um basta em tudo e seguir com uma nova vida. Porque você insisti em algo que nunca daria certo? Eu nunca serei submissa a você, iríamos nos matar...
Ele a olhava falar com a voz levemente rouca e baixa, o timbre da voz dela fazia seu corpo vibrar e ele se aproximou-se mais de Isabella, a tal ponto que ela teve que erguer mais seu queixo para falar-lhe suas palavras sem sentido. A boca pequena e carnuda se abria e o aroma de sua boca batia direto na face dele que passou a tremer diante daquele elixir exótico. Mas foi quando ela, em uma tentativa de ser didática, piscou seus olhos para depois olha-lo lentamente e sua boca se abriu para pronunciar as últimas palavras, foi que Edward cedeu aos seus impulsos.
_Só se for de prazer meu amor! – em um arroubo possessivo ele a enlaçou pela cintura, sentido o corpo pequeno se moldar ao dele de forma desproporcional e com impetuosidade ele tomou-lhe a boca suculenta que ainda estava aberta a fim de finalizar os pensamentos que se perderam com aquela posse inesperada. Para a surpresa de ambos, Isabella gemeu, gostoso, assim que sentiu o sabor da língua molhada e faminta de Edward que invadiu a sua boca sem qualquer permissão. Ele a prendia pela cintura com uma mão e com a outra, embranhou seus dedos pela nuca dela, ganhando os fios macios dos cabelos cheirosos. Ele sugou a boca de Isabella com gosto com aquele beijo quente e faminto, ele a espremeu em seus braços, apertando seu corpo no dela e sentindo com prazer o exato momento em que os bicos dos seios dela se intumesceram, de prazer, de desejo...Com volúpia, Edward lambeu o pescoço fino, chegando a sugar com gosto o lóbulo da orelha pequena, para depois se apossar novamente da boca quente que correspondia ao beijo sem condições de resistir.
A mente de Isabella lhe dizia o que estava acontecendo, em detalhes, ela sabia que seu corpo estava entregue as mãos grandes e audaciosas de Edward, que apertavam suas nádegas, enquanto seu membro roçava de forma viril sua barriga, ela gemeu ao sentir o calor daquele contato. Isabella ainda tentou se defender e com as mãos espalmou-lhe o peito, mas seus dedos negligentes e insubordinados, arranharam ao invés de empurrar e, Edward tomado de luxuria a ergueu em seu corpo com as duas mãos, para que seu membro pudesse roçar a intimidade dela, que pulsava, como se estivesse recebendo choques elétricos. Ele a beijava, ele a mordia e lambia enquanto ela se agarrava aos seus cabelos sem noção do tempo e do espaço. Na mente de Isabella um sinal de alerta brilhava vermelho e foi quando um gritinho escapou-lhe pela garganta, no exato momento em que ele apertou um de seus seios, o massageando ao mesmo tempo, que ela soube que não seria assim tão fácil livrar-se de Edward Cullen.
Edward a desejava como nunca desejou outra mulher em toda a sua vida e aquela pegada, deu-lhe animo, pois ele soube que ela era suscetível a ele, que ela lhe respondia como fêmea, como mulher em estado de gozo.
Ele a pegou novamente pela nuca e lhe ordenou que olhasse em seus olhos:
_Olhe para mim Isabella – se surpreendendo com a rouquidão na própria voz. Já Isabella teve certa dificuldade para assumir novamente a linha de raciocínio e olhar para aqueles olhos verdes penetrantes.
_Você me sente? – ele investiu seu pênis, por cima de seu vestido fino, que escondia a calcinha umedecida pela vagina lubrificada e pulsante, esta mesma vagina que quase gritou de prazer ao sentir a pressão da cabeça do membro viril se impondo em sua entrada, que tinha somente os panos como obstáculos a levando a perca de seu raciocínio novamente...
_Você precisa me dizer...Isabella...está sentindo meu desejo por você? – outra investida, mais forte e certeira e, uma perna de Isabella circulou a cintura dele com desespero. Ela procurou ávida pela boca que lhe atormentava e, ele lhe negou o beijo desejado...
_Primeiro você tem que me dizer...- com uma das mãos Edward ergueu o vestido, deixando o caminho mais livre e deu outra investida que só não a penetrou pois seu prazer estava preso dentro de suas calças. Mas ele tinha os dedos livres e com apenas dois deles, ele os enfiou pela lateral do elástico da pequena calcinha e urrou de desejo ao sentir a umidade quente do sexo dela. Com a língua, Edward a introduziu na orelha de Isabella enquanto brincava com os clitóris inchados de prazer. Ele olhou para o rosto da mulher entregue em suas mãos, o rosto amado e desejado por anos e viu o prazer estampado nos olhos fora de órbita e na boca suculenta que entre aberta, gemia baixinho e gostoso o seu nome...
Edward introduziu os dois dedos de uma única vez e se apossou de forma rápida da boca dela, abafando o grito de ambos, pois ele também gritara ao penetrá-la, ao sentir o quanto ela era pequena e quente, ao sentir a vagina de Isabella pulsar em seus dedos que tinham dificuldades para invadir o corpo quente que ele tanto amava. O quadril de Isabella se projetou para frente, para melhor receber os dedos grandes e poderosos. Eles não ouviram o barulho que alguns objetivos fizeram ao cair no carpete do chão, ou o telefone que começou a tocar escandalosamente. Edward gemeu sobre a boca de Isabella quando sentiu a mão pequena dela arranhando a cabeça de seu pênis e a penetrou com mais vigor, brincando dentro dela, a fazendo chorar de loucura e prazer, a fazendo implorar e gemer...Ele a penetrou mais fundo e quando sentiu que a umidade se intensificou e o corpo dela tremeu em seu braço ele soube que Isabella havia gozado em sua mão. Com carinho, ele a beijou novamente, primeiro devagar, saboreando a entrega dela para ele, para depois, possessivamente, para Isabella sentir que aquele dia, ela nunca mais esqueceria...
Lentamente ele tirou seus dedos de dentro da pequena vagina os mostrando para ela que tinha em seu rosto a expressão lânguida de sentir-se mulher, seus olhos pareciam um mar derretido de chocolate e ela passou a língua de forma preguiçosa pelos lábios vermelhos e inchados pelos beijos, enquanto ela via com um prazer, quase que animal, ele primeiro, lamber os dedos com o seu gozo, para depois chupa-los com vigor antes de lhe dizer...
_Mel na minha boca...
Hipnotizada, Isabella se aproximou para beijar aquela boca que estralava seu gosto com a língua, mas foi surpreendida com a rapidez com que Edward se afastou dela. Ele ajeitou sua calça e se dirigiu até a porta, mas antes ele se virou e lhe disse em tom de ameaça...:
_Me convença que outro fará melhor...!
