Depois desse lindo feriado e do maravilhoso Episodio de Segunda, aqui estamos nós de novo para fazer a alegria de vocês.
Espero que gostem do Capitulo. (Comente aqui PLZ!)
"Quando amamos e fazemos alguma burrada sempre vem o arrependimento, ai vem o orgulho, mas sempre temos que ceder..."
Chapter 5
E foi retribuído com empurrões que vinham bruscamente, caminhou até a porta, o abriu e apontou.
- Fora daqui AGORA!
Ele caminhou até ela, olhou bem no fundo dos seus olhos e disse.
- Eu vou... Mas antes me responda você me ama?
Beckett olhou para ele ainda mais furiosa, ele achou que fosse impossível ela ficar mais brava com ele, ele estava muito enganado.
-Se você não sabe a resposta, realmente aqui é o ultimo lugar que você devirá estar! - Ela lhe virou as costas, entrou em seu quarto e bateu a porta com uma força absurda.
Percebendo que só tinha piorado ainda mais as coisas, Castle soltou um suspiro e saiu do apartamento dela. Ele sabia que deixar ela não era uma boa ideia, todas as vezes que ele havia feito isso, sempre culminava em tragédias, no entanto ele não sabia mais o que podia fazer.
Castle voltou para o seu apartamento, sentou no sofá e enquanto pensava na vida acabou por pegar no sono. De repente ele ouviu um barulho, era seu telefone que estava tocando, ele tateou pela sala escura até encontrar o aparelho e quando atendeu já foi falando.
-Beckett, me desculpa eu não devia... - Mas ao perceber que não era ela falou frustradamente – Oi Jim!
Jim ligou para Castle ele queria saber como andava Kate, após uma longa hora conversando, Castle o deixou a par dos últimos acontecimentos, relatava tudo com um grande pesar que até poderia ser confundido como um suspiro de culpa.
- Não se preocupe filho, eu vou falar com ela. – Jim falava como se quisesse confortar Castle.
Castle soltou um suspiro se despediu de Jim, desligou o telefone, caminhou até seu escritório, sentou sobre sua cadeira, abriu seu laptop e então começou a escrever Nikki Heat o Final em busca de conforto, já que era a única coisa que ele fazia quando estava com alguém na cabeça: ELA.
Em seu apartamento, Beckett estava rodeada de varias fotos, relatório de pericias, depoimentos, várias provas que ela conseguiu para comprovar a inocência de sua mãe. A mágoa era sua maior companheira. Como Castle pode ter sido capaz de duvidar da honestidade de sua mãe? SUA MÃE, e então algumas lágrimas escorreram por seu rosto.
Já era tarde da noite quando seu telefone tocou e ela o atendeu como de costume.
– Beckett. – Respondeu mecanicamente.
Do outro lado da linha era Jim e sua voz era urgente.
- Katie preciso te ver amanhã! Nos encontramos no café da esquina perto da delegacia? - Não era uma pergunta, na verdade era uma ordem.
Beckett concordou e ainda tentou perguntar se estava tudo bem, mas seu pai já havia desligado o telefone. Olhando para o relógio viu que já era muito tarde e então, foi até o banheiro tomou um banho que mais pareceu que estava lavando a alma, caminhou até a cama e deitou-se, esticou a mão para o outro lado da cama como se procurasse por alguém, mas percebeu que ela estava fria e vazia, ele não estava lá, ela soltou um suspiro e inutilmente tentou pegar no sono.
Na manhã seguinte Kate esperava por seu pai no café, assim que ele entrou ela percebeu que havia algo muito grave acontecendo, seu pai a cumprimentou e antes mesmo de se sentarem ela já foi perguntando.
- Pai esta tudo bem? Não que eu não goste de te ver, mas por que o encontro? – A pressa parecia evidente demais em sua fala.
- Katie, sente-se. - Seu pai disse severamente, ela o obedeceu e então Jim começou a falar o que para ele deveria estar como sempre dentro de um baú.
- Ontem falei com Castle e ele me contou que você brigaram novamente por que apareceram novas provas no caso da sua mãe, é verdade?
O rosto de Kate estava severamente irritado, ela disse entre dentes.
- Ele não teve coragem, o que ele te contou?
- Na verdade ele não quis me dizer, só disse que você estava fora de controle e que ele estava muito preocupado com a sua segurança. - Jim disse na tentativa de acalmar sua filha visivelmente irritada.
- Aposto que sim. - Ela bufa. - Mas ele não tinha o direito, quem ele pensa que é?
- Seu namorado! - Jim disse o obvio e não pode deixar de rir da cara que sua filha fez.
- Se ele continuar assim em breve será EX-NAMORADO! - Disse ela ainda irritada. - Mas de qualquer forma pai, não acredito, que você marcou esse encontro para falar da minha relação com o Castle, afinal o que o senhor quer? - Perguntou ela agora confusa.
Jim tomou fôlego e então perguntou.
- O que você descobriu sobre sua mãe? - Ele estava muito preocupado e na verdade com medo, ele não queria ouvir a resposta.
- Pai o que você está acontecendo? Você nunca se interessou tanto com isso. - Agora ela era que estava preocupada.
- Katie, me desculpe, eu devia... Eu devia... Oh! Eu fui tão covarde eu devia ter te contado antes... - Ele falava na tentativa de se justificar.
- Pai, mas que diabos esta acontecendo? - Beckett bradava.
Jim tomou um impulso de coragem e começou a falar, tirando toda aquela agonia de sua garganta.
- Kate, lembra no dia que sua mãe morreu? Nós estávamos esperando ela no restaurante para jantar. - Kate só consegue acenar que sim com a cabeça, sua atenção era tanta que ela podia jurar que lia os lábios de seu pai antes mesmo que ele falasse. Jim continuou.
- Nós tínhamos marcado aquele jantar para contar para você que íamos nós separar!
Aquelas palavras caíram como uma bomba sobre a cabeça de Kate, ela não conseguia falar ou pensar em nada.
- Nosso casamento não ia bem há muitos anos, na verdade nós só nos acomodamos... E acima de tudo nós te amávamos e não queríamos te magoar, então fomos empurrando com a barriga até um ponto que se tornou insustentável, achamos melhor nos separar para não nos magoar ainda mais... - Jim estava perdido em seu olhar.
- Mas por que vocês iam se separar? Vocês já estavam juntos há tantos anos... - Kate mal conseguia falar, ela estava atordoada com tudo que tinha acabado de ouvir, sem imaginar que o pior ainda estava por vir.
- Kate sua mãe me traia há muitos anos, eu sempre soube, mas eu a amava e ela era uma boa mãe... E... - Jim estava ficando preocupado, Kate parecia que tinha entrado em estado de choque. – Filha! Fale comigo, eu sei que devia ter contado antes, mas eu não tive coragem, eu não queria destruir a imagem que você tinha sobre sua mãe!
Ela pode não ter sido a melhor das esposas, mas ela foi uma extraordinária mãe Kate.
Ela te amou mais que tudo cada segundo da vida dela.
- POR QUE AGORA? - Ela gritou, fazendo todos do café olharam para ela, porém não se importou, a revolta que estava sentindo por dentro era maior que tudo.
- Todos esses anos pai, como você pode esconder isso de mim... ?
- Do que iria adiantar você saber? Você já tinha perdido sua mãe e eu não queria que você perdesse mais nada... Nem mesmo uma falsa imagem, eu só queria te proteger! - Ele tentava afagar a mão de sua filha que a tirou sua mão da dele bruscamente. – Kate, por favor, me perdoe, eu te amo, e para mim sua felicidade esta acima de tudo!
- Você não pensou nisso quando se afogou nas bebidas! - O choro agora era inevitável.
Jim abaixou a cabeça envergonhado.
- Eu quis me esconder no meu mundo, na minha própria dor. Dor por perder sua mãe e saber que ela não me amava o suficiente, dor que você soubesse que a grande verdade e que Joahnna Beckett nunca passou de uma farsa. - Ele fez uma pausa recuperou o fôlego e disse. - Eu só resolvi te contar isso agora, pois não quero que você de as costas para a sua felicidade, o Castle te ama e ele já provou isso de varias formas, e eu sei que você também o ama, não deixe sua felicidade escapar por culpa de uma mentira!
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Ela olhou bem nos fundo dos olhos do pai e disse "Voce não tinha o direito de esconder isso!" Pegou sua bolsa e saiu sem olhar para trás, seu pai ainda tentou grita-la, mas ela não lhe da ouvidos e foi andando sem rumo por NY.
Ela vagou o dia inteiro pelas ruas sem saber o que fazer, primeiro foi a um playgroud onde observou as crianças brincando, de repente uma criança caiu e começou a chorar, uma mulher que parecia ser a mãe da criança foi em direção ao pequeno que chorava e o abraçou. Ao ver aquela cena Beckett se lembrou de sua mãe não aguentou saiu de lá correndo em então voltou a vagar sem destino pelas ruas.
Quando já estava fraca e sem forças para continuar andando, foi para o cemitério onde sua mãe estava enterrada, sentou em seu tumulo e passou o resto do dia ali, chorando e revivendo as lembranças de sua mais nova e dolorosa descoberta.
Como seu pai pode esconder isso dela, ela tinha o direito de saber, todos esses anos ela perseguiu uma mentira.
E o motivo que a fez largar a faculdade e virar detetive, hoje ela poderia estar casada e talvez até com filhos, sua vida poderia ter sido menos dolorosa, ela não teria sofrido o atentado e Monterry poderia estar vivo, tantas mortes, tantas lutas, tudo em vão.
E se Madox tivesse realmente a matado?
Agora seu corpo, sua mente, seu coração e sua alma estavam destroçados, devastados, destruídos, e ainda tinha Castle, todos os anos em que ela relutou em aceitar seu amor por ele, tudo para buscar uma verdade que agora ela nem sabe mais se quer descobrir.
E naquelas palavras escritas no tumulo sua mãe "A VERDADE VENCE TODAS AS COISAS". Seria isso uma ironia? Ou ela realmente conhecia JB mais que todos?
Pareceu fazer seu coração diminuir ainda mais dentro de seu peito. Ela estava tão atordoada e emocionalmente abalada que acabou por adormecer lá mesmo.
Algumas horas depois ela sentiu alguém tocar em seu braço.
- Oh Menina! Vem vou te levar para casa! - Lanie disse suavemente
- Como você sabia que eu iria estar aqui? - Beckett perguntou escondendo o rosto de choro.
- Seu pai ligou pro Castle e contou da discussão que vocês tiveram e retratou como você estava muito abalada!
- Castle ele esta aqui...? - Beckett perguntou já procurando por ele.
- Não, ele foi até o necrotério, me pegou e me trouxe até aqui, ele sabia que você só poderia estar aqui... É ele realmente te conhece. – Lanie admitiu tentando fazer a amiga sair dali e ir em busca dele.
- Vem! Vamos para minha casa... - Lanie puxou-a, a conduziu até um táxi e então partiram para o apartamento dela, chegando lá Beckett tomou um banho colocou as roupas que Lanie havia emprestado. Enquanto ela estava no sofá comendo a sopa que a amiga havia preparado, Lanie perguntou. - Então não quer me contar o que aconteceu?
Kate desabafou tudo o que lhe havia acontecido nas ultimas semanas, desde a visita da mulher do Montgomery, da briga com Castle, da sua conversa com seu pai e terminou dizendo. - Eu acabei por perder tudo em que eu acreditava, tudo o que já amei e tudo o que eu amo!
Depois de um bom tempo, Lanie mordeu o lábio e mudou completamente de assunto - Kate, você lembra-se daquele caso da menina de 4 anos morta e do bebe sequestrado?
- Claro Lanie como eu poderia esquecer, foi quando... - Ela respirou e descartou o flash back de sua cabeça. - Me lembro que o bebê foi resgatado pelo Ryan e pelo Demming com vida e entregue aos avós paternos, um sequestrador morreu e o outro conseguiu fugir, por isso Demming resolveu colocar o bebe e os avós no programa de proteção a testemunha. - Ainda sem entende a conexão ela perguntou. - Mas o que isso tem haver Lanie?
- Bem o bebê foi levado para o mesmo hospital que você estava para fazer exames e o Ryan ficou lá esperando pelos resultados, depois ele os levou para mim, bem o caso é que estava tudo certo, ele não havia sido drogado, molestado ou algo do tipo, exceto pelo tipo de sangue... - Lanie falava meio hesitante.
- Como assim tipo de sangue? - Kate estava realmente perdida.
- Biologia básica, o bebê possuía tipo sanguíneo O, a Mãe tinha sangu Pai tinha sangue AB, então não há como o bebê ser filho do pai, ainda sim fiz o DNA e comprovei o que já sabia. - Lanie disse.
- Mas e os avós? - Kate estava perplexa.
- Justamente garota, mesmo sabendo que era errado, tive que fazer uma escolha, não contei a verdade, escondi essa prova, e como o bebe já havia sido entregue aos avós fique quieta, ninguém além de mim, Ryan, Espo e o Demming sabe... Pelo bem do bebe nós preferimos manter isso em segredo... O pobrezinho já havia perdido a mãe, o "pai" e a irmã, se nós contássemos a verdade provavelmente os avós não ficariam com ele, ele iria para abrigos adotivos... - Lanie disse justificando seu ato.
- Mas Lanie será que ele não merece saber a verdade? - Kate perguntava para amiga, mas na verdade era uma perguntar retórica, ela estava perguntando para si mesma.
- Kate, um dia ele vai saber da verdade, mas por hora o melhor para ele agora é viver numa mentira! - Lanie passou a mão no ombro da amiga e completou. - As vezes é melhor vivermos felizes em uma mentira, do que sofrer por uma verdade quem nunca poderá trazer felicidade!
Beckett não disse mais nada, apenas abraçou a miga, se aconchegou no sofá e então ficou a pensar em tudo o que tinha acontecido naquele dia. E que dia, mas uma vez aquele muro que possuía em seu peito estava se formando e ele tinha o mesmo nome: Johanna Beckett.
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Os dias se passaram, Kate estava muito arrependida de tudo o que havia dito tanto ao seu pai, quanto a Castle, ela os amava e já nem estava mais chateada com ambos, contudo o orgulho era maior, então ela não procurou nenhum dos dois.
Na véspera de seu aniversário, Castle estava em casa sozinho, Alexis estava em suas provas finais e não poderia vir para casa, sua mãe havia viajado para o enterro de uma velha conhecida, ele havia acabado de escrever o ultimo capítulo do livro de Nikki Heat
O Final. Apenas apanhou suas chaves em cima do estante e partiu em direção para a NYPD.
Beckett ainda estava na delegacia escrevendo os relatórios do ultimo caso que ela e os meninos haviam resolvido, tristemente ela olhou para a cadeira vazia de Castle e soltou um suspiro, de repente ela escutou o elevador se abrir. Era ele.
Ao vê-lo saindo do elevador ela pensou "Filho da Puta!" ele estava de matar, estava com uma Blusa branca por dentro da jaqueta preta que ela amava já que realçava mais seus olhos, a calça também era preta que deixava mais em evidencia seus grandes glúteos, para melhorar ele ainda estava com o perfume que a deixava louca.
Ela pensou em voz alta. "Ele só pode esta querendo testar minha sanidade!"
Ele chegou até a ela com um sorriso que iluminou seu coração.
- Boa noite Det. Beckett!
Como não poderia dar o braço a torcer tão facilmente ela perguntou.
- O que você esta fazendo aqui?
Ele sentou em sua cadeira ao lado da mesa dela e começou a tagarelar.
- Kate eu devia ter vindo antes, mas eu estava sem coragem, me desculpa, eu só tenho medo de te perder...
- Shhhhh, Castle aqui não, vem vamos, eu já estava na hora de eu ir embora mesmo. - Ela levantou, pegou suas coisas e foi em direção ao elevador, ele a seguiu. Não sabia aonde ela o estava levando, mas gostava do modo como ela andava rapidamente querendo o elevador.
Ao entrar no elevador Castle olhava diretamente nos olhos dela, sua respiração era ofegante, seus olhos se perderam nos olhos dela, um barulho ecoo por todo o elevador, as luzes se apagaram e o elevador parou, nesse momento Rick a segurou contra a parede em um instinto protetor e ao mesmo tempo sensual. Ele sentiu o cheiro que exalava de sua pele, deixando louco a ponto de não se importar com o que estava acontecendo a sua volta.
- Cas...tle? Chamou ela tremula por ele estar tão próximo, por estar sentindo seu corpo ao dele, o cheiro dele.
Ele não ouviu ou não queria ouvir, ele queria senti-la sentir seu corpo ao seu, nem que fosse por mais uma vez.
As luzes de emergência acenderam, ele olhou novamente nos olhos verdes dela.
- Castle o que esta acontecendo? – Ela falava qualquer coisa em busca que seus pensamentos se acalmassem.
- Não me importa Kate, só importa você. - Ele falava já tomando seus lábios.
Ela se libertou dos lábios dele, sem conseguir raciocinar – Castle... O que?
- Não diga nada. - Disse ele tocando o rosto dela. - Eu te amo Kate, sempre vou te amar, sou louco por você e sei que você também ainda sente o mesmo por mim.
Ela, não quis questionar, se rendeu aos lábios dele, Castle sentiu que ela se entregara a ele, e passou sua mão nos cabelos dela descendo até as costas. Kate o puxou para si aprofundando a beijo deixando mais ardente, enquanto Castle já chegava em sua cintura passando as mãos por de baixo de sua blusa, acariciando cada centímetro de seu corpo já suado com o calor que estava aquele ambiente.
- Você me deixa louco. - Ele sussurrou em seu ouvido.
Castle abriu a blusa beijando o pescoço e descendo até seus seios onde ele apertou com suas mãos arrancando um gemido dela, ela se virou e ele com uma das mãos desabotoou o sutiã rapidamente enquanto com a outra mão acariciava um seio e beijava sua nuca. Kate já havia perdido a noção, não se importava mais onde eles estavam o desejo a possuiu por completo.
Ela se virou e ele pode vê-la, a beijou novamente, quando sentiu Kate tirar sua jaqueta e em seguida começar a tirar seu suéter. Ela começou a tocá-lo e
beijar seu tórax. Ele a busca para si e resgatou novamente seus lábios e com um beijo urgente onde suas línguas duelavam explorando cada centímetro de suas bocas.
Mas logo eles escutam uma voz avisando que os tiraria de lá. Eles quebraram o beijo e com a respiração ofegante começaram a vestir-se. A porta do elevador foi aberta, Castle saiu primeiro logo percebeu que estavam na garagem olhou pro elevador e Kate ainda estava lá dentro paralisada.
O técnico perguntou se ela estava bem ela apenas acenou que sim, ouvindo ele já a chamar.
- Detetive Beckett você não vem? - Ele a conduziu até seu carro e enquanto abria a porta para ela disse.
-Detetive Backett você não vem?- Ele disse com um sorriso malicioso -Vingança concluída!- Brincou ele lembrando da ultima vez q ela o deixou a conduziu até sua Ferrari ela o olhou incrédula, quando ela entrou, ele apoiou o braço no carro e com uma cara de menino levado perguntou -Então passa a noite comigo?
