Oiii meus amoooreess!.. Me deii um diia de folga haha! Não me odeiem por favor!... Passeii ontem e hj com as meninaas.. Chegueii em casa e viim ler e responder as reviews!.. ESPEROO!.. Que estejam gostandoo.. Esse cap é graandiinhoo e cheiioo de surpresas!.. AAAHH!.. Logo teremooos uma One shot da "Amanda Taisho" esperoo todos! Miil beiijoos queriidaas, e continuem comiigoo.. JA NEE!
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Kagome precisou de alguns segundos para se recuperar do choque. Nesse instante fechou o punho e tentou golpeá-lo. Mais ágil e experiente do que seus homens, Kouga segurou-a pelo pulso.
— Por que, Kagome? — Ele falou com calma como se esti vessem sozinhos, como se não estivesse acontecendo uma ver dadeira guerra ao redor.
— Deixe-nos em paz! — Kagome protestou. — Deixe-nos seguir nosso destino!
A reação de Kouga foi de franca perplexidade.
— O que eles fizeram com você? Que roupa é essa que está usando?
Kagome procurou por socorro e descobriu que a batalha che gara ao fim. A bem dizer, ela terminara antes de começar. Os poucos que sobraram do ataque anterior não poderiam fazer frente à tripulação de Kouga. Ela sentiu as lágrimas lhe quei marem os olhos ao ver os amigos de Inuyasha sendo novamente atados uns aos outros.
Deixou escapar um grito quando loca lizou-o no meio do grupo. Estavam amarrando-lhe os pulsos atrás das costas. Ele sorriu para ela, mas precisou pestanejar de dor quando o nó lhe cortou a pele.
Angustiada, Kagome chamou-o e quis correr ao seu encontro, mas Kouga a impediu.
— O que houve com você? Quem lhe ordenou que lutasse contra nós?
Antes de responder, Kagome debateu-se na tentativa de se desvencilhar, mas Kouga era muito mais alto e forte do que ela e o esforço foi em vão.
— Ninguém me obrigou a lutar! — ela esbravejou. — Eu não quero ir com você!
Assim que teve certeza de que a costa estava limpa, Onigumo se aproximou.
— Kagome, finalmente a encontramos! Eu sabia que conse guiríamos!
Kagome fechou os olhos. Encontrar Onigumo ali, se possível, era ainda pior do que ver Kouga. Era um lembrete vivo e ine xorável de que seu sonho, tão real até poucos minutos antes, não passara de uma quimera. De que ela seria levada de volta para casa e de que sua chance de um futuro feliz lhe seria negada por causa de um compromisso feito por outros.
— Por favor, não diga mais nada — Kagome resmungou.
— Ao contrário. Devo alertá-la de que sua situação atual não é nada boa.
Kouga e Kagome ignoraram a presença arrogante. Ao menos nesse particular os dois estavam de acordo. Mas a cumplicidade teve curta duração. Kouga segurou Kagome pelos ombros e sa cudiu-a.
— Que história foi essa? O que deu em você para fugir de meu navio?
— Deixe-os ir! — Foi tudo que Kagome conseguiu dizer. — Eu imploro.
Por mais que se esforçasse, Kagome não conseguiu se afastar de Kouga. Ela estava quase chorando de raiva e desespero. Se não conseguisse clemência para Inuyasha, ele seria enforcado. Ele e os outros piratas que, afinal, não eram piores do que seus caçadores. Estava disposta a se humilhar, se fosse preciso, pela vida deles. O que Kouga pensava a seu respeito, o que o resto do mundo pensava a seu respeito, tanto lhe fazia. Desde que Inuyasha e seus amigos fossem poupados e ele os deixasse se guirem viagem. Porque ela preferiria morrer a vê-los senten ciados à forca.
Kouga quase a deixou escapar em um momento de distra ção, mas ao sentir que ela se retraía, puxou-a pela roupa. Antes a tivesse rasgado, mas a deixado livre. Ao perceber o risco, ele tornou a prendê-la pelo braço e Kagome tornou a espernear.
Foi conduzida para a cabine de olhos vendados a seu próprio pedido. Sua intenção era dificultar a tarefa de Kouga o mais que pudesse. Quanto mais trombasse nos objetos e caísse para que ele tivesse de levantá-la, melhor seria. Não suportaria ficar a sós com ele.
— Eu a manterei trancada a partir de agora. Não posso con fiar em quem me traiu — Kouga declarou depois de empurrá-la para o interior do pequeno compartimento. — Trate de vestir uma roupa decente. Em meu navio, mulheres devem se apre sentar como mulheres.
A essa altura, nada mais importava a Kagome que chorava copiosamente.
— Não vou me vestir para você. Prenda-me no calabouço junto com os piratas porque eu me tornei um deles!
Kouga falou com Kagome com tanta rispidez que o efeito foi de um golpe.
— Vista isto! — Ele lhe atirou um vestido cor-de-rosa. — E não se esqueça de colocar o espartilho por baixo. Quando eu voltar, quero ver um sorriso nesses lábios e um comporta mento digno de uma lady. Se não a encontrar pronta para me acompanhar, conforme ordenei, terei prazer em ajudá-la a se compor.
— Eu também — disse Onigumo que os havia seguido sem que percebessem.
Kouga cumpriu a ameaça de trancar Kagome na cabine. A ela só restou gritar, chorar, golpear a porta e implorar que ele a deixasse sair. Como essa tática não surtisse efeito, Kagome re solveu mudar seu discurso.
— Kouga, maldito! Sei que está aí fora me ouvindo! Eu odeio você. Nunca detestei alguém em minha vida como de testo você!
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Ninguém veio em sua salvação por horas a fio. Onigumo de veria ter percebido que não levava nenhuma chance de vencer no navio comandado por Kouga e se afastou. Ela insistiu por um longo tempo, mas o cansaço acabou vencendo-a e não lhe restou mais nada a fazer exceto se deitar e rezar. Ela não po deria continuar sem Inuyasha. Não queria viver. Preferia morrer com seu amor a viver o resto de seus dias com outro homem. Não queria pensar. Estava sem forças. Mas seus pensamentos teimavam em procurar Inuyasha como se não houvessem pare des entre eles. Porque precisava se agarrar à esperança de que ele ainda estava vivo. Pela vontade de Kouga, e também de Onigumo, Inuyasha já poderia ter sido pendurado pelo pescoço. Ele e os outros piratas. Enquanto ela era obrigada a esperar de braços cruzados que o destino de todos eles fosse decidido por alguém que ela desejaria nunca mais ver a sua frente.
Maldito fosse Kouga! Malditos fossem todos os homens que a tratavam como se fosse uma boneca. Que tripudiavam sobre seus sentimentos, sobre sua vontade.
Em uma nova onda de desespero, Kagome virou-se de braços, afundou a cabeça no colchão e chorou.
— Oh, Inuyasha. Receio que desta vez não poderei salvá-lo.
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Inuyasha foi empurrado para dentro de uma cela com o resto dos piratas. Com as mãos amarradas, ele não teve como tentar se equilibrar, ou se apoiar em algum lugar. Suas pernas vaci laram, ele tropeçou e caiu. Antes que tivesse chance de se le vantar ou ao menos de se colocar em uma posição mais con fortável, ou menos desconfortável, a porta foi bruscamente fe chada, deixando-os em completa escuridão.
Trevas, dor, fome, nada disso importava a Inuyasha. Sua úni ca preocupação era com o bem-estar e a integridade de Kagome. Ele não temia as privações. Podia suportar o chão duro e sujo, o cheiro estagnado e o cada falso que o aguardava. Desde que Kagome não fosse inteirada da sentença. Porque ela o amava e sofreria o que ele não queria que sofresse. Ele não tinha dúvidas de seu amor. Do amor que os unia. Se acontecesse com Kagome o que acontecera com ele, ele enlouqueceria.
Várias horas transcorreram até que a porta fosse novamente aberta e ofuscasse os homens cujos olhos tiveram de se adaptar à escuridão. Apesar da sensibilidade que provocou dor, Inuyasha forçou a visão na inútil esperança de enxergar Kagome do outro lado. Obviamente a figura que se recortava contra a porta não poderia ser outra senão a de Kouga Wolf, vestido de preto da cabeça aos pés, como gostava de se apresentar. Alto e corpulento, o caçador poderia impressionar alguns homens, mas Inuyasha não o temia. Odiava-o demais para isso. E não se sur preendeu ao ouvi-lo ordenar a seus escravos, pois era como um feitor que tratava sua tripulação, que lhe trouxessem o pi rata loiro. Suspeitara, desde o início, que Kouga, mais cedo ou mais tarde, desejaria inquiri-lo. Pelo que Kagome lhe contara, não fora difícil adivinhar que o miserável estava apaixonado por ela.
— Tragam-no a minha cabine — Inuyasha ouviu-o dizer e dessa vez se surpreendeu. Por sua experiência, jamais vira um pirata, ou qualquer prisioneiro ser levado à cabine privativa do capitão.
Ele se levantou antes que os marinheiros se aproximassem e o tratassem com maus modos. Não olhou para eles. Fixou sua atenção direta e ostensivamente sobre Kouga para lhe mos trar que não sentia medo. O outro poderia fazer com ele o que quisesse. Nada receberia em troca a não ser seu ódio total e permanente.
Por sua vez, Kouga não podia deixar de respeitar o homem a sua frente. Coragem era uma qualidade que ele admirava em qualquer um, mesmo nos vilões. O que não implicava em ame nizar o castigo. Assim que o pirata que o interessava foi reti rado, ele tornou a trancar os outros no escuro, sem lhes oferecer nem sequer uma concha de água.
Dois marinheiros conduziram o prisioneiro a sua cabine. Assim que foram deixados a sós, Kouga permitiu que Inuyasha se sentasse e cortou a corda que lhe amarrava os pulsos em uma demonstração de confiança absoluta na superioridade de sua força. Inuyasha relaxou os braços, sem tecer nenhuma ob servação ou agradecimento.
— Rape? — Kouga ofereceu o pó em um recipiente de prata.
Inuyasha franziu o cenho e recusou a oferta, certo de que a intenção do outro era simplesmente provocá-lo. O que ficou provado a seguir. — Eu lhe ofereceria um copo — Kouga caçoou enquanto se servia de vinho — Mas imagino que pre fira água.
— Sim.
Por maior que fosse seu orgulho, Inuyasha não pôde recusar a oferta do mais precioso dos líquidos.
— Você não é de falar muito — Kouga observou. Ele con tinuava de pé embora tivesse mandado Inuyasha se sentar. Sua determinação de mostrar autoridade em todos os sentidos era inegável. — Não o culpo. É a terceira vez, afinal, que foi cap turado. Não me lembro de já ter ouvido sua voz. Imagino que não tenha acontecido o mesmo com Kagome. — Naquele mo mento, pela primeira vez desde que os dois ficaram a sós, Kouga virou-se para que sua expressão não pudesse ser identifi cada. — Sabe quem é Kagome, não sabe? A pequena e linda jovem de olhos azuis que você insiste em raptar?
O movimento brusco de Kouga Wolf e o modo como encarou Inuyasha o fez entender que era preciso dar uma res posta, fosse como fosse. Ele assentiu com um movimento de cabeça.
— O que disse a ela? — Kouga quis saber, mas como havia tornado a ficar de costas, Inuyasha não entendeu ou teria per cebido a mudança no tom de voz. Porque o outro agora parecia realmente interessado em descobrir o motivo que levara Kagome a ajudar um pirata.
Ao ter sua pergunta ignorada, Kouga perdeu o controle agarrou os braços da cadeira onde Inuyasha se sentara.
— Sua vida está em minhas mãos. Em seu lugar, eu tentaria me lembrar de algumas das noções de educação que recebeu e começaria a falar. Eu lhe fiz uma pergunta e espero uma resposta.
Inuyasha projetou o corpo para trás e cruzou os braços. Seus olhos focalizaram os de Kouga com desafio.
— O que quer saber?
— Como fez?
— Como fiz o quê?
Kouga quase se precipitou outra vez sobre seu prisioneiro Ele parecia determinado a irritá-lo. Por outro lado, sua postura e a calma de sua voz o faziam parecer tolo e infantil em con traste.
— Como fez para que Kagome o ajudasse a escapar? Desper tou sua compaixão? Ou você a raptou pela segunda vez?
Inuyasha refletiu rápido. Não faria nenhum bem a Kagome se a denunciasse como cúmplice, mas Kouga a vira lutando contra seus homens. Mentir, portanto, não faria sentido.
— Não, eu não a raptei. Não da segunda vez, ao menos.
— Como aconteceu, então? — Kouga perguntou com mais ênfase.
— Por que quer saber? — Esquecido por um segundo da situação em que se encontrava, Inuyasha cometeu o maior erro que poderia.
Kouga estreitou os olhos e respondeu pausadamente.
— Porque depois que seu corpo for pendurado no mastro como exemplo para seus amigos, Kagome será minha! Mas antes de afastá-lo da vida dela quero que me diga como a convenceu a soltá-lo.
Inuyasha tornou a hesitar. Estava fazendo um esforço sobre-humano para controlar sua ira.
— Digamos que meu segredo foi contar a ela a verdade sobre o selvagem desumano que você é. — Furioso Kouga cuspiu em seu oponente. Em uma atitude admirável, Inuyasha limpou o rosto e deu um conselho ao outro. — Eu mudaria esse comportamento em seu lugar.
— Por que eu deveria ouvi-lo? — Kouga protestou ainda mais furioso.
— Porque não teria nada a perder — Inuyasha respondeu com calma. — Restam-me poucas horas de vida. Se não existe saída para mim, ao menos quero o melhor para Kagome.
A declaração dessa vez despertou o interesse de Kouga.
— Explique.
— Não deixe que ela tenha conhecimento sobre minha sen tença. Diga a ela que me deixou ir.
Uma risada sarcástica ecoou no ambiente.
— Lamento mas seu desejo não será concedido. Farei com que Kagome esteja presente em seu enforcamento.
— Isso só fará com que ela o deteste.
— Isso fará com que ela me respeite — Kouga retrucou.
— Engano seu. Kagome admira a força empregada com galanteria, não como arma de opressão.
— Ela precisa aprender a pensar duas vezes antes de me afrontar. Quero que fique gravado era sua memória que você poderia ter vivido se ela não me traísse. Que ajudá-lo a escapar foi como colocar a espada sobre sua cabeça.
— Devo deduzir que meus companheiros e eu seremos con denados e mortos sem sermos julgados?
— Vocês já me escaparam duas vezes. Não escaparão a terceira. Não correrei mais riscos.
No fundo, Inuyasha sempre esperara por esse desfecho após a vida que levara. Sua única preocupação era com Kagome.
— Não permita que ela assista à execução. Não deixe que ela saiba.
— A troco de quê? — Kouga sugeriu.
Inuyasha engoliu em seco, mas estava disposto a qualquer sacrifício por sua amada.
— Eu o ajudarei a conquistá-la. - Ferido em seu orgulho, Kouga gritou:
— NÃO PRECISO DE SEUS CONSELHOS PARA CHEGAR AO CORAÇÃO DE UMA MULHER! NÃO FOI PARA ISSO QUE O TROUXE AQUI!
— Sim, foi.
— Como ousa? Eu só quis ouvir de sua própria boca o que foi que fez para convencê-la a se tornar uma traidora.
— Quem Kagome traiu? Você? — Inuyasha fez uma expressão de repúdio. — Sei do que é capaz. Sei que seria capaz inclusive de tomar Kagome contra sua vontade. É por isso que prefiro que ela aceite sua corte.
— Como eu já disse, não preciso de seus conselhos. Kagome não pode me desprezar porque a alternativa seria Onigumo.
As risadas de escárnio foram interrompidas pela confissão inesperada e do pirata.
— Sim, você precisa — Inuyasha insistiu — Porque Kagome está apaixonada por mim.
— Você deve estar brincando. — Ele voltou a sorrir.— Kagome é mulher e as mulheres não sabem amar. Precisam ser ensinadas.
O único temor de Inuyasha agora era por Kagome. Ela ficaria nas mãos de um bruto. O homem não vivia apenas de matar piratas, mas de desrespeitar as mulheres. Ele não teria nenhuma consideração pelos sentimentos de Kagome.
— Se Kagome, como todas as mulheres, não têm mente pró pria e se suas emoções são facilmente manipuladas, ela não teve culpa do que houve.
— Ficou humilde de repente? — Kouga caçoou. — Está implorando misericórdia em benefício de quem me traiu? Acha que eu não sei o que os piratas fazem quando levam uma mu lher a bordo? — Louco de ciúmes, Kouga agarrou os braços da cadeira e sacudiu-a. — Você tocou em Kagome?
O silêncio de Inuyasha foi a resposta de que Kouga precisava.
— Amanhã à noite você será um homem morto e Kagome será testemunha de minha vingança!
Decretada a sentença, Kouga abriu a porta e ordenou que os homens que deixara de guarda levassem Inuyasha de volta para a cela.
Inuyasha não protestou ao ser empurrado e jogado de volta à escuridão. Não deveria ter se calado, mas mentido sobre ele e Kagome. Ele sabia do que Kouga Wolf era capaz. Não soubera defender o único bem que tivera na vida. Saber disso era pior do que morrer.
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Era noite quando Kagome ouviu a chave girar na fechadura. Estava tão afoita por notícias, por qualquer indicação de que Inuyasha estava vivo, que não se importou que fosse Kouga certamente o portador.
— Onde estão? — perguntou antes mesmo que ele tivesse chance de entrar. — O que fez com eles?
Com suas roupas pretas e expressão ainda mais sombria, Kouga fez de conta que não sabia a quem Kagome estava se referindo, só para irritá-la.
— Eles quem? — Ele tirou devagar a chave da fechadura, afastou Kagome de seu caminho e fechou a porta atrás de si.
— Precisa perguntar? Os piratas é claro! Inuyasha!
— Trancados em um dos depósitos, é óbvio! Precisava per guntar? — ele imitou-a enquanto a percorria com os olhos da cabeça aos pés, furioso ao constatar que ela continuava usando aquela horrível vestimenta não apenas masculina, mas de pi rata.
— Eu mandei que o colocasse, não mandei? — Ele indi cou o vestido sobre uma cadeira. — Quando dou uma ordem, espero ser obedecido.
Kagome negou com um movimento de cabeça.
— Não precisa me dar nenhum presente. Pelo modo como fui tratada, sou uma prisioneira aqui, não uma hóspede.
Kouga estreitou os olhos diante do atrevimento. Em seguida fez um movimento de descaso com os ombros.
— Nesse caso, como seu carcereiro, ordeno que coloque o vestido.
Kagome percebeu tarde demais o erro que cometera. Ficou tão zangada consigo mesma que sentiu ímpetos de gritar de raiva. Era a maior culpada daquela situação. Mas se Kouga acreditava que iria dominá-la por causa disso, estava enganado. Com passos firmes e cabeça erguida, andou até a cadeira, pe gou o vestido e atirou-o ao chão.
Ele olhou para a peça com tanta frieza que Kagome cogitou se não havia exagerado. Teve certeza disso ao vê-lo levantar os olhos para ela e descobrir que o gelo derretera e se trans formara em fogo.
— A escolha é sua. Se não obedece por bem, obedecerá à força.
No minuto seguinte, Kagome estava protegendo os seios ex postos depois da violência com que Kouga a puxou pela camisa de Inuyasha, rasgando o tecido.
— Pare com isso! — Kagome gritou, corada de vergonha e de indignação. — Bruto! Eu odeio você!
— Quer que eu pare? — Kouga puxou, agora, a faixa amar rada à cintura. — Basta fazer o que eu mando. Se quer cortesia, aprenda a merecê-la.
Ela estava à beira das lágrimas de tão furiosa e tornou a professar seu desprezo que não surtiu nenhum efeito. Longe disso, Kouga estava atribuindo seu descontrole aos melindres de uma criança.
— Se eu sair desta cabine, posso esperar encontrá-la vestida como uma mulher quando voltar?
Kagome olhou para as mãos cruzadas sobre os seios e admitiu sua derrota.
— Sim — respondeu sem olhar para ele. — Usarei o maldito vestido.
— Não pragueje. Não fica bem para uma moça. — Kouga se preparou para deixá-la. Antes de tornar a fechar a porta, porém, avisou-a que voltaria em trinta minutos para jantarem juntos.
Assim que ficou sozinha, Kagome deu vazão às lágrimas. Era cruel demais ser obrigada a fazer companhia e se mostrar cordial com o homem que roubara sua vida, lhe tirando a chance de amar e ser amada. Não fosse o torpor que a invadiu, provavel mente pelo esgotamento de emoções, ela não teria resistido.
Kouga fez um sinal de aprovação quando tornou a entrar na cabine. Estava bem vestido, com os cabelos pretos esticados e amarrados na nuca de maneira a enfatizar a masculinidade de seus traços. A calça e a camisa eram confeccionadas em veludo preto, com debrum de renda branca. Kagome não se deu a todo esse trabalho. Limitou-se a colocar o vestido e a refazer o coque, sem se preocupar se estava ou não bonita. Mas Kouga ficou satisfeito com o resultado. A cor rosa realçava o azul dos olhos de Kagome. Orgulhoso, ele lhe ofereceu o braço e condu ziu-a ao salão que, para alívio de Kagome, estava repleto.
Em pose de rei, Kouga puxou as cadeiras para eles se sen tarem e pediu que o jantar fosse servido.
— Quero que saiba que eu entendo — ele disse, baixinho. Kagome não acreditava em sua sinceridade e seus olhos deveriam ter traduzido isso, pois Kouga insistiu. —Eu soube o que acon teceu e não a culpo.
— Sabe? — ela suspirou amarga.
— Sim. Compreendo sua dificuldade em tocar nesse assun to, mas achei que você deveria saber que eu sei de tudo.
De repente, Kagome não conseguiu evitar o riso.
— O que você sabe?
— O que o sujeito fez com você que a deixou tão... ligada a ele.
Kagome pestanejou e Kouga se sentiu encorajado a pros seguir.
— Sou homem, Kagome, e o homem sabe ser esperto e persuasivo quando se trata de conseguir o que deseja. — Ele apoiou os cotovelos na mesa e falou com ares de entendido. — Sei como ele procedeu. Fez com que você se sentisse a mulher mais importante em sua vida, a única, cobrindo-a de atenções e gentilezas, só para tê-la nos braços.
Kagome corou e empalideceu simultaneamente. Quando ten tou falar, Kouga pediu que conservasse silêncio.
— Apenas ouça e raciocine. Ele usou-a, Kagome. Ele se apro veitou de sua inexperiência e de sua compaixão para brincar com seus sentimentos, para satisfazer seus instintos carnais e levá-la a lhe facilitar a fuga. Agora você quer que eu o perdoe e liberte. Não a condeno por isso. Acho natural. Nenhuma mu lher quer ser deixada pelo homem a quem se deu. Mas é preciso considerar que ele não se aproximou de você por amor e sim por interesse. Em vez de pena, você deveria sentir desprezo por ele. — Kouga segurou a mão de Kagome apesar da relutância demonstrada. — Mas não se preocupe porque eu não a aban donarei. Quero-a mesmo sabendo que foi violada por ele.
A perplexidade era grande demais para deixar espaço para a indignação.
— Parece que você realmente tem um vasto conhecimento sobre o que se passa no coração das mulheres, embora nunca tenha cortejado uma.
— Aprendi com meu pai — Kouga confessou, cheio de si.
— Eu deveria ter imaginado...
Um pigarro chamou a atenção de Kagome e Kouga que se viraram para ver o recém-chegado que não poderia ser outro que não Onigumo Peridot, vestido como uma chama, inteiramen te de vermelho, com jóias penduradas por toda parte e um chapéu de plumas, também vermelhas, que o tornavam ainda mais ridículo no meio de um navio onde os demais conserva vam a cabeça a descoberto.
— Detesto interromper, mas ainda não havia tido a oportu nidade de cumprimentar minha noiva por ela estar voltando à civilização. — Onigumo segurou a mão de Kagome e levou-a aos lábios. — Minha querida, devo dizer que continua adorável apesar de tudo que sofreu.
Kagome precisou sufocar uma nova vontade de rir. Nunca antes parará para pensar como seu ex-futuro marido conseguia ser tão ridículo. Depois de conhecer Inuyasha, qualquer homem como Onigumo não poderia ter nenhuma chance com ela. A presença dele, contudo, não estava sendo encarada como uma diversão para Kouga.
— Vejo que mandou preparar um verdadeiro banquete — Onigumo observou ao se sentar, sem ser convidado, e se servir de um pedaço de carne. — Vocês, homens do mar, sabem se tratar.
A irritação de Kouga se fez sentir no mesmo instante.
— Devo contar a Kagome em que circunstâncias você embar cou em meu navio?
Foi o bastante para Onigumo mudar o tópico da conversa. Ao mesmo tempo, ele procurou fazer valer sua posição de noivo para demonstrar que tinha mais direito sobre Kagome do que Kouga.
— Estou tão feliz, minha querida, por podermos levá-la de volta para casa. Foi terrível perdê-la quando estávamos tão próximos de nos casar. Mal posso esperar para dar a notícia a seus pais de que conseguimos resgatá-la.
Pela primeira vez, de fato, Kagome se lembrou de sua família. Da mãe séria e reservada, mas que a amava; do pai cujo orgulho sempre a elevara, e de Rin. Deus, que saudade de Rin. Como era possível amá-los tanto e ao mesmo tempo não querer voltar para casa, mas para junto de Inuyasha?
— Talvez Kagome tenha mudado de ideia sobre casar com você — Kouga sugeriu irônico. — Ela teve, afinal, outra pro posta a considerar.
Kagome sentiu os olhares de ambos sobre si, mas não olhou para nenhum deles.
— Não é verdade, é? — Onigumo quis saber. — Você não seria capaz de esquecer nossos planos, de arruinar seu futuro e o meu, para viver com um simples e comum marinheiro, seria?
O comentário era irrelevante demais para merecer uma res posta. Em seu orgulho, Kouga manteve um digno silêncio. A voz de Kagome, entretanto, não se fez esperar.
— Não me casarei com nenhum dos dois. Essa é minha decisão e nada me fará mudar de idéia. Amo Inuyasha e não me casarei com nenhum outro.
— Quem é Inuyasha? — quis saber Onigumo.
Kouga não disse nada, mas seu olhar parecia querer peneirar a alma feminina. Era um homem de palavra e não revelaria o segredo de Kagome a um sujeito da laia de Onigumo Peridot. Ele não revelaria a ninguém, aliás, que Kagome não era mais uma donzela.
— É um homem maravilhoso — Kagome respondeu, mas foi para Kouga que dirigiu seu olhar. — Permitirá que eu o veja?
A esperança de Kagome caiu por terra diante do movimento negativo que Kouga fez com a cabeça. Sem condições para continuar à mesa, e sem nenhum apetite para jantar, ela pediu licença para se retirar, mas assim que tentou se levantar, Kouga não só lhe negou a permissão, como a segurou pelo braço e ordenou que se sentasse e comesse com ou sem apetite.
— Um homem maravilhoso? — Onigumo ainda não se recu perara da surpresa.— Quem é ele? O que está havendo com você, Kagome?
— Você está me tratando como se eu fosse uma criança — Kagome protestou sem dar atenção ao antigo noivo.
— Você está se comportando como uma — Kouga acusou.
— Será que de repente eu fiquei invisível? — Onigumo per guntou sem receber resposta.
Diante da cabine, enquanto Kouga procurava a chave no bolso, Kagome tentou escapar aproveitando que ele lhe soltara momentaneamente o braço. Mas ele tornou a detê-la, dessa vez com maus modos.
— Aonde pensa que vai?
Kagome chutou-o e se preparou para lutar como Inuyasha lhe havia ensinado. Não lhe ocorreu que faltava muito a aprender antes que pudesse enfrentar um homem do porte e astúcia de Kouga.
— Eu quero vê-lo — Kagome respondeu enquanto se debatia para se soltar. — Por que não permite ao menos que eu o veja?
As lágrimas que acompanharam o pedido enfureceram Kouga ainda mais.
— Porque ele é um pirata. Esqueceu que capturar piratas é meu trabalho?
— Por favor, deixe-me vê-lo. Não entende que ele é o ho mem que amo?
Rubro de cólera, mas frio como gelo, Kouga respondeu antes de joga-la novamente na cabine.
— Você o verá em breve pendurado em uma corda!
Kagome esmurrou a porta até se cansar e escorregar para o chão onde dormiu sem perceber.
Kouga se deitou e passou a noite de olhos abertos na escu ridão, dominado pelos pensamentos. O que deveria ter sido um dos dias mais felizes de sua vida, pela vitória de sua mais im portante missão, fora o mais terrível. Porque a única mulher que desejava, não o queria. Em outros tempos, isso não serviria de empecilho. Porque o que ele queria, ele tomava. Mas ele vira um brilho diferente nos olhos de Kagome quando ela afirmara que amava o outro. Um brilho que ele nunca vira nos olhos de nenhuma mulher ao fitá-lo. E pela primeira vez, desde que se lembrava, ele sentiu os olhos arderem sem estarem irritados.
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Na manhã seguinte, Onigumo se propôs a ser o primeiro a dar bom-dia a Kagome e a competir por sua atenção. Ele ainda era o noivo dela, afinal de contas, por determinação de suas famílias. Tinha trunfos a seu favor. Experiência e charme com as mulheres, por exemplo. O brutamontes não sabia ser gentil. Não fazia outra coisa que não fosse exibir seus múscu los. Se ele não se empenhasse na tarefa de conquistá-la, per deria não apenas a linda esposa que seu pai lhe escolhera, mas a chance de possuir um título de nobreza.
Munido de uma cópia da chave conseguida através do ime diato de Kouga, mentindo que o capitão dera ordens para que ele a entregasse e ameaçando acordá-lo quando o sujeito se recusou a atender seu pedido, Onigumo abriu a porta, sem se lembrar de que deveria bater antes.
— Oh, queira desculpar! — ele se apressou a dizer ao en contrar Kagome terminando de abotoar seu vestido.
— Não tem importância — Kagome respondeu. — Eu já estou pronta.
— Vim lhe desejar um bom dia — Onigumo murmurou, gentil. — E lhe trazer um presente. — Ele colocou um frasco de cristal com uma tampa dourada redonda na mão de Kagome. — É o melhor perfume que estão vendendo em Paris no momento.
— Por quê? — Foi tudo que Kagome conseguiu dizer.
— Precisa perguntar? — Onigumo tomou a mão de Kagome e beijou-a.
— Você nunca me deu um presente antes. Por que agora?
— Para lhe dar as boas-vindas. Estávamos muito preocupa dos com você, Kagome. Todos nós.
Kagome não se sentiu tentada nem sequer a sentir o perfume.
— Você nunca se preocupou comigo antes, nunca demons trou afeição. Por que tenho a impressão de que seu comporta mento mudou porque está com medo de me perder?
Ele tentou rir, mas não teve sucesso.
— Medo de perdê-la? Para o marinheiro? Sei que você é inteligente demais para querer um sujeito rude.
— Você não me conhece — Kagome retrucou séria. — Devo ser a única mulher em toda Martinica por quem você nunca se interessou. Como pode saber se gosto ou não de homens rudes? Sabe o que penso? Que você só resolveu me fazer a corte agora porque não quer se sentir humilhado com minha rejeição.
— Mulher ingrata! — Onigumo deixou a máscara cair. — Como ousa se dirigir a mim nesses termos? Eu relevei sua tolice quando se colocou nas mãos dos piratas por absoluta imprudência. Eu tolerei seu erro inconcebível quando fugiu do navio de Kouga. Tolerei sua insensatez ao provocar o pedido de casa mento de outro homem. Como pode me fazer acusações? Kagome baixou os olhos.
— Está certo. Tenho sido uma terrível desilusão para você.
— Então continuamos noivos? — Onigumo indagou espe rançoso.
— Não — Kagome respondeu ao mesmo tempo que devolvia o perfume. — Não estamos apaixonados um pelo outro. Não sei como pude aceitar a felicidade de meus pais em troca de minha infelicidade. Foi um grande erro. Tenho certeza de que eles não sabiam realmente o mulherengo que você era.
Incapaz de encarar Kagome, Onigumo tentou a última cartada.
— Sei que mereço suas acusações, mas prometo que tudo será diferente agora. O medo de que você não fosse voltar me fez enxergar que a amava.
O silêncio de Kagome o fez virar. Mas em vez de sorrir para ele, ela estava movendo negativamente a cabeça.
— Você não me ama. Apenas não quer ser trocado por outro homem.
— Mas eu descobri que a queria antes de saber sobre a obsessão de Kouga por você.
— Você só descobriu que me queria quando não pôde me ter. Isso não é razão para gostar de alguém.
— Bom dia!
A chegada de Kouga fez Onigumo franzir o cenho.
— Estávamos apenas conversando, Kagome e eu.
— Folgo em saber — Kouga respondeu para espanto de Onigumo. — Quanto mais você falar com ela, maiores serão minhas chances. Dormiu bem, Kagome?
— Não.
— Um passeio pelo convés talvez melhore seu humor. - Onigumo olhou para Kouga como se quisesse fulminá-lo. Kagome suspirou. Entre ficar sozinha com qualquer um daqueles dois ou andar pelo convés no meio de outros marinheiros, ela preferiu ter testemunhas. Não esperava encontrar o deque vazio enquanto os homens tomavam o café.
Antes que ela tivesse tempo para adivinhar o que Kouga pretendia, ele a fez erguer o rosto e beijou-a. Tomada de sur presa, Kagome demorou alguns instantes para reagir, mas o sufi ciente para ele atingir sua orelha, não sua boca, da segunda vez.
— Um beijo é pedir demais? — Kouga se fingiu de vítima.
— Você não pediu. – Ela respondeu passando rudemente a mão nos lábios.
— Se eu pedisse você me daria?
— Não.
— Era a resposta que eu deveria esperar de uma mulher.
— Não conseguirá nada de mim insultando minha espécie.
— Mulheres não são capazes de tomar uma decisão racional.
— Você, como homem, deveria saber, nesse caso, que co meteu um erro ao me beijar. Sempre é um erro forçar uma mulher.
— Não usei de força.
— Não? Você é o capitão deste navio e eu sou sua prisio neira. Não tenho para onde ir. Assim mesmo, você me tranca em uma cabine. Isso não é usar de força? Eu só quero o Inuyasha Kouga!
Sem argumentos, Kouga cruzou os braços e depois se prome teu que só a tocaria depois que casassem.
— Eu te amo, Kagome. Não pensei que fosse conseguir me declarar a você porque homens como eu não sabem dizer pa lavras bonitas. Diga que gosta ao menos um pouco de mim. Serei um bom marido. Não terá o que temer de mim. Não a magoarei como aqueles piratas. Serei gentil em nosso leito nupcial.
Kagome balançou a cabeça.
— Quantas vezes precisarei repetir que eles não me fizeram mal? Não posso me casar com você porque amo Inuyasha e já me comprometi com ele.
Kagome nunca tivera oportunidade de assistir à erupção de um vulcão. Até aquele instante. A fúria nos olhos escuros de Kouga era mais assustadora do que a explosão de uma mon tanha. Se fosse possível, ela voltaria atrás no tempo e engoliria o que disse.
— Então você está comprometida com um homem morto e ocupará o lugar de honra esta noite no espetáculo de seu en forcamento.
Uma palidez mortal cobriu as faces de Kagome. Ela contara com mais tempo para tentar encontrar uma saída para Inuyasha e os outros piratas. Mas Kouga não lhes daria nem sequer a chance de um julgamento. Não havia nada que ela pudesse fazer agora. A não ser...
OoOoOoOoO
MEEOOO! Que dó do Inu! COMO PODE SER TÃO PERFEIITO! Tentando defender a Ká mesmo todoo ferraadoooo! E esse Kougaa!.. Seii que ele será alvo de ódio de vocês haha!.. Mas não posso negar que fiquei com dó quando ele chorou durante a noite..! Oniguumoo me fez riir.. Imagineii uma cena de filme assim, com ele todoo BREGAA!.. Sendo ignorado!.. KAGOME TEM UM PLANOOO!.. ELA TEEM UM PLAANOO!.. Meeoo as vezes eu penso, que a Ká que é a heroína, maas aiieu esqueço ao lembrar do pelud.. ops Inuyasha!.. Meeoooo.. eu RII DEMAAIIS com a reviews que brincaram com os pelos hahaha! PRÓXIMOO CAP É OTIIMOOO! Desculpa a demoraa ;).. Se quiserem me add.. No facebook é "Amanda Zanato" e no Instagram "amandazanato" ;) Miil beiijoos meus amooreess!
Jekac
Oii queriida.. Eles foram capituradoos Maas a Ká já tem um plano neh?! Miil beiijoos queriidaa e continue comiigo!
Pri
Aiii eu seii menina, meeioo sem noção ele neeh?!.. Fica correndo atrás dela (igual no anime).. HAHAHAHA.. SE JOGA NO PELUDO FOI ÓTIIMOO!.. Mas como não amar o peludo?!.. Nada que a Sonia (minha depiladora) Não dê jeiitoo! HAHAHA!.. Deu merdaa Maas a mocinha já teve uma ideia! Algo me diz que é booa! Miil beiijooos queriidaa!
Patyzinha
Oiiii.. Eu vii, eles sãoo tipo casal perfect!.. Cheiioo de romances e taallz!.. Kougaa é uum tooscããããooo.. E super rude, fiquei pasma do jeito que ele acha que vai conquistar a mocinha!.. Se fosse outro livro quem sabe ele teria chance.. SIIM.. Onigumo é 10! Acheii ele muuiitoo boom, como personagem cômico, ele é muuiiitoo inofensivo!.. Esperoo que tenha gostado do cap queriidaa.. Miil beiijoos e continue comiigo!
Carol
EU SEII!.. Issoo se o pirata que eu encontrasse não me matasse ali mesmo na cela, isso se eu tivesse a coragem de ve-lo novamente.. Mas minha mãe me salvaria rapidinho!.. A bicha é ARRETAADAA! Muri Raider é seu codinome! Hahahaa!.. Esse cap não é tããoo longo, mas não é curto!.. Siim, eu morreria de medo ao encontrar o Kouga alii todoo enorme!.. ME QUERENDOO! Kkkkkkkkkkk.. Kouga super inconveniente mas acho que a Ká lhe deu um balde de agua fria, com os foras que deu.. Muuahahahahaa! Miil beiijoos queriidaa.. e contiinuee comiigoo!
Daniii
Siiiim.. MUUIITAA EMOÇÃO!.. Momentoos cruciiaaiis! Como diria minha irmã viciada em novela!.. ACREDITA NO SÃO JORGE!.. hahahaa.. Miil beiijoos queriidaa!
Vick
Quando pensávamos que estava tudo beem, veem essa coisa do Kouga, maas como dizem, depois da chuva sempre vem o arco-íris.. Será que os dois se amariam assim se não tivessem passado por problemas?! Será?!.. Desculpe a demoraa queriida.. E COLOQUE ESMALTE PRETOO! Hahahaha Miil beiijoos queriidaa!
Babb-chan
QUEEE REVIIEWWW ENOOOOOORRRRRRMEEEEE!.. AMOOOOOOO AMOOO AMOOO AMOOO AMOOOOOOOOOOO! Olhaa eu aquii de novo, brotando da terra, depois de um diiaziinho de folga! No me oodeiiee u_u Eaah, deu para compreender os espanhol estranhoo haha!.. Acho que era por isso que era estranho, porque podíamos entender haha!.. Queriida, nunca fiquei triste contiigo relaax!.. E não se depriimaa consigo mesmaa queriida, tudoo tem jeiitoo nessa viidaa! A-D-O-R-O suas reviews SIIIM!.. Marqueii seu nomee sim!.. Está nas notas finais.. MEEOO BEEM!.. Vamoos resolver esse problems!.. Você é uma Youkai certo?! Portaando, precisa de um ladinhoo humano para ser maiis feliz.. Eu sou humana e preciso de um ladoo Youkai para ser feliz!.. Procriaremos HANYOUS *-*.. INU HUMANO É SEU!.. INU YOUKAI É MEEUU! SE QUISER.. Se não são todos meeuuuuuus e prontoo! E você fica com o Miroku! U_U (ciumess de gente lokaa hahaha) Eles se declararam! *-* SE AMAM! Maas o Kouga é um otário.. MAAAAASSS ELAA TEM PLAANOOS! E ela é foodaa meeoo beem ! Inuyasha peludiinhoo vai ser feliz eu siintoo! Meeninaa, ODEIO! Acordar cedo.. Maas eu acordei para postar o cap, me arrumar e ir para o Job!.. 12 horiinhas de torturaa!.. Maas ele acaboo! GRAÇAS A DEUUS *-* QUERIIDAA! Miil beiijoos e continuee comiiigoo!
Neherenia
AAAAHHHH MEEOOO DEEEUUUUS!.. Não tenhaa um infaartoo! Haha!.. Euu rii demaaiis do Oniguumo nesse cap taambeem!.. Próximo cap, você descobre se ele vai força-la ou nããoo Muahahahaha!.. Kagome, bateu mesmo no Kouga! Mas ele é maiis forte .. Só que ela é maiis inteligente queriidaa!.. Ela tem um plaanoo! Miil beiijoos e continuee comiigo!
Priy Taisho
OMG!.. Ela está melhor está até aniimaadaa ! Kouga, é um tipo de cara, que pensa no fim, porque o meio se faz sozinho.. Ele seria um bom par para a Carminha, Livia Marine essas aii! Onigumo é de dar dó, e ele sendo ignoraod coiitaadoo haha!.. HAHAHA!.. Você usa ramelão e eu Boy Magia, estou piioro amiiga haha!.. AMEEII A TIRADA COM OS PELOOS!.. DALEEE CERAA QUENTEE!.. Soouu eu sim no face, quando vii Priy S-A-B-I-A que era você HAHA!.. Meeooo beemm.. Miiil beiijoos e contiinuee comiigoo taah! *-*
flor do deserto
Estava postando o cap, quando que o numero das reviews mudar haha!.. Editeii o cap rapidiim para responder vc queriida!.. Estavaaa daandoo por suaa faltaa..! haha!.. Kagomee foii tiipoo tããããooo burriinha no começo, quem em sã consciência diria NÃOO!.. MEEOOO eu tambem acheii liiinndaa a parte do doce *-* S-E-R-I-O e ele pensando que a manteria segura, que apesar de tudo, lhe daria presentes sempre que pudesse.. MEEOOO.. ELE GANHAA QUALQUER UUMAA! *-* SIIIIM.. Me lembreii dele tambem, caraa, uma adaptação de a Bela e a Fera, seriiiaa tiipoo tuuudooo a ver com Inuyasha.. Meus dedos coçaram agooraa! Kagomee tem ótiimoos plaanoos e estaa com maiis uum!.. Kougaa é muuiiitooo aff.. No coments para ele hahaa!.. Miil beiijoos queriidaa e esperoo que gostee do cap..!
