Oiii minhaas queriidiinhaas, olhaa quem surge aquiii! *-* Esse capitulo, é tipo o meu preferiidoo! Espero de coração que gostem!.. Acabeii de ver que o fanfiction "COMEU" minhas notas no cap 7, mas eu já consertei leiam lá, parecii uma grossa, dão dizendo nada que isso genteee! HAHAHA! Minúsculo hentai em itálico genteem.. Mesmo esqueminhaa com reviews! Espero que gostem tanto quanto eu haha.. MIIL BEIIJOOS!

OoOoOoOoO

O enforcamento aconteceria ao pôr-do-sol. Kouga não era um homem culto, muito menos um poeta, mas o simbolismo da coincidência entre o aniquilamento de um bando de piratas desprezíveis com o final do dia lhe parecia perfeito. Sabia que o acusariam por não ter esperado que chegassem a um porto para o devido julgamento antes de executá-los, mas não estava disposto a esperar. Inventaria um subterfúgio qual quer para justificar sua atitude. Diria que os piratas haviam tentado atacá-lo e a seus homens. Mas se alegasse isso, eles poderiam desconfiar, porque não seria a primeira vez que dava esse tipo de desculpa. Talvez pudesse dizer que não tivera como alimentá-los. Seria uma desculpa razoável. Afinal, a via gem durara além do calculado. É claro que alguns protestariam sobre a medida ter sido precipitada, mas ele não pretendia es tragar a diversão daquela noite com preocupações dessa ordem. Enforcar piratas lhe dava prazer. E seu prazer seria muito maior agora que ele tinha um motivo pessoal para fazê-lo.

As reflexões foram interrompidas por uma súbita batida à porta da cabine. Kouga jamais poderia esperar que fosse ver Kagome a sua frente. Ela caprichara na aparência pela primeira vez desde que subira a bordo de seu navio. Estava com o mes mo vestido cor-de-rosa, mas seus cabelos de canela estavam cuidadosamente penteados em cachos sedosos que ela prendera com fitas de cetim. Sua feminilidade também foi realçada com um toque de rosa nas faces e nos lábios.

— Está linda. — Ele fez sinal para que Kagome entrasse. Ela estava parecendo uma boneca. Kagome foi diretamente ao assunto.

— Cheguei a uma conclusão sobre sua proposta. - Embora seu coração tivesse dado um salto, Kouga cruzou os braços e tentou imprimir apenas curiosidade ao olhar.

— Posso saber qual foi ela?

Kagome ergueu o queixo na tentativa de parecer digna e firme, apesar da humilhação a que estava se obrigando.

— Eu aceito, mas sob uma condição.

Kouga tentou não sorrir. Sua mente trabalhava célere: o prazer que sentiria ao contar a Onigumo que o havia vencido, ao acompanhar os passos de Kagome, toda de branco, vindo em direção a ele no altar, ao despi-la e levá-la para sua cama na noite de núpcias.

— Qual?

— Deixá-lo partir — Kagome declarou tão séria que Kouga não teve coragem de rir como pretendia pois antes que Kagome lhe dissesse, ele já havia adivinhado que a condição seria essa.

— Isso não acontecerá.

Kagome resistiu ao impulso de morder o lábio. Sabia que seria difícil convencer Kouga a soltar Inuyasha. Não podia acusá-lo, contudo, de ter sido sarcástico. Ao menos ele não tivera o mau gosto de responder que lamentava não poder realizar seu desejo.

— Nesse caso, eu escolherei Onigumo! — ela afirmou com tanta segurança que conseguiu derrubar, mesmo que fosse por segundos, a arrogância daquele homem. — Pensei muito antes de vir aqui, Kouga, e não estou aberta a negociações. Somente você detém o poder de libertar Inuyasha. Se usá-lo para conceder meu pedido, eu terei certeza de seu amor e o aceitarei como meu esposo. Mas se você se recusar a me atender, entenderei que não me ama o suficiente para respeitar minha vontade e que eu seria uma tola se o trocasse por Onigumo e desapontasse minha família.

Kouga não esperava que Kagome fosse capaz de um raciocí nio tão lógico. No início, ele acreditara que a condição imposta fosse apenas uma tentativa patética de manipulá-lo. Mas as explicações de Kagome faziam sentido e se ele não refletisse a respeito com extrema cautela, perderia para sempre a chance de casar com a mulher de seus sonhos.

— Quem poderá me garantir que você não mudará de ideia depois que o pirata estiver em liberdade?

— Eu lhe dou minha palavra.

— A palavra de uma mulher não é uma garantia.

Se soubesse que declarações que diminuíam as mulheres aumentavam a certeza de Kagome de que jamais poderia amar alguém como ele, talvez Kouga pudesse ter omitido sua infeliz opinião.

— Se tem dúvidas, não o solte até nosso casamento — Kagome sugeriu. — Desde que eu possa confiar em sua palavra.

Kouga não se sentiu ofendido porque ele sabia que Kagome o conhecia o suficiente para não duvidar realmente de sua hon ra. Mas como não estava decidido ainda sobre o que fazer, começou a andar de um lado para outro.

— Se eu concordar com sua proposta, e não estou dizendo que concordarei, o que pretende dizer a seus pais?

— Direi que meu senso de honra me levou a escolher você porque devo-lhe minha vida. E que eles devem aceitá-lo porque nenhum outro homem poderia ter sido tão galante e merecedor da gratidão deles. Porém, para evitar que eles insistam em meu compromisso com Onigumo, proponho que nosso enlace se rea lize antes de chegarmos em terra.

Kouga contemplou-a com um brilhante sorriso. O alívio de Kagome foi tanto que ela sentiu as lágrimas lhe assomarem aos olhos.

— Muito bem, minha querida. Eu aceito sua condição. Na verdade, eu teria aceitado qualquer uma que você me impu sesse. Eu faria qualquer coisa, ou quase, por você, Kagome, tal o poder que exerce sobre mim.

O poder de uma prece, Kagome pensou com os olhos voltados para o alto em agradecimento.

OoOoOoOoO

Kouga seguiu para o depósito que servia de calabouço. O cheiro da morte impregnava o local. Ele não havia se dado ao trabalho de mandar darem água e comida aos piratas, quando eles seriam enforcados em poucas horas. Acorrentados uns aos outros, estavam sentados ou deitados, dobrados sobre si, no chão imundo.

— Você! — Ele cutucou Inuyasha com o pé para lhe chamar a atenção.

Inuyasha lutou contra a luz que vinha de fora e que o cegava.

— Sim?

— Você ganhará a liberdade.

A voz continha tanta frieza e desprezo que Inuyasha se pre parou para o que deveria ser uma brincadeira cruel de péssi mo gosto quando seu enforcamento e de seus amigos já fora anunciado.

— De que está falando?

— Em duas noites será solto — Kouga explicou. — Para que sobreviva até lá, vou mandar que lhe sirvam as sobras de nossa comida.

— Trata-se de alguma piada? — Inuyasha indagou certo de que não havia a menor possibilidade de esperança quanto a sua liberdade.

— Não — o capitão respondeu com dignidade para surpresa e assombro de Inuyasha. — Esta noite me casarei com Kagome e sua liberdade será meu presente de núpcias para ela. Terá seu navio de volta e pouparei seus homens para que o ajudem a mantê-lo sobre o oceano em navegação.

A imagem de sua Kagome se casando com Kouga Wolf foi um golpe terrível demais para que Inuyasha o recebesse sem se perturbar.

— Acha que sou tolo? — Inuyasha perguntou quando final mente conseguiu encontrar a voz. — Que vou acreditar nessa história?

— Não me importa se você acredita ou não. Mas ao menos deveria me agradecer.

— Eu agradeceria se acreditasse que você disse a verdade, mas não acredito. Tem alguma coisa por trás dessa sua repentina magnanimidade. — Inuyasha se calou por um instante e depois apertou os punhos e as mandíbulas. — Você a chantageou, não foi? Você a terá em troca de poupar minha vida, não estou certo?

— Não fiz nenhuma chantagem — Kouga declarou, mas sua hesitação fez Inuyasha perceber que sua dedução não estava longe da verdade.

— SEU MISERAVEL! SEU MENTIROSO! VOCÊ DISSE QUE ME ENFORCARIA SE ELA NÃO CONCORDASSE EM SER SUA ESPOSA!

Kouga decidiu que aturara demais a ingratidão do pirata e se dirigiu à porta.

— Isso não interessa! Tudo que importa é que será nova mente um homem livre e que deveria se mostrar grato a mim. Se eu não prezasse minha honra, eu teria Kagome e também o pescoço que está sustentando sua cabeça neste momento. Você deveria se considerar um homem de sorte por a mulher que salvou sua vida ter feito a escolha certa e estar prestes a se tornar a esposa de um homem honrado que não tem duas pa lavras.

— Prefiro a morte a vê-la casada com você!

— Você não tem escolha. Eu prometi que o deixaria viver e manterei minha promessa.

— Mate-me agora e deixe que Kagome siga seu caminho. É isso que eu quero.

— Você não tem querer.

— EU AMO KAGOME! — Inuyasha gritou em protesto. — Não permitirei que ela se sacrifique por minha causa!

Naquele instante, Kouga precisou se controlar para não pôr tudo a perder e fazer o que o pirata sugeria. Por que se o ma tasse, Kagome estaria livre de seu compromisso com ele.

— O que o faz pensar que nosso casamento será um sacri fício para ela?

O pirata olhou com ódio para Kouga.

— Não vou deixar este navio — ele avisou. — Diga a Kagome que eu serei enforcado apesar de seus esforços para me salvar e que ela não terá de se casar contra sua vontade.

— Estou comovido — Kouga caçoou. — Sua devoção à mulher que logo se deitará em minha cama me deixa...

O movimento que Inuyasha fez para tentar estrangular Kouga com a corrente que lhe prendia as mãos foi tão rápido que o fez estremecer contra sua vontade.

— Não perca seu tempo — Kouga disfarçou do susto. — Prefiro sol tá-lo para que viva perseguido pela imagem de Kagome em meus braços, do que morra e se torne um mártir aos olhos dela. Por tanto, você queira ou não, será expulso de meu navio, não em gloriosa fuga, mas pela misericórdia do homem que lhe arre batou a mulher amada. E se lembrará de mim cada manhã porque serei a razão de o sol ainda nascer para você. — Kouga deu uma gargalhada e se retirou.

OoOoOoOoO

Onigumo ficou vermelho com sua roupa e suas plumas ao ouvir a notícia da boca da própria Kagome quando voltou a sua cabine para lhe dar um outro presente e a encontrou em com panhia de Kouga.

— Mas você não pode estar falando sério...- Kouga exibia um abominável sorriso de triunfo.

— Você perdeu Onigumo. Não tem o que fazer aqui.

— Mas é um absurdo! Kagome, você não pode...

— Sim, ela pode. A disputa foi justa e eu venci. Admita sua derrota.

Kouga estendeu a mão, como um cavalheiro, mas Onigumo a desprezou.

— Não vou permitir que faça isso comigo, Kagome. Quando seus pais souberem...

— Não ameace minha noiva — Kouga interrompeu. Indignado, Onigumo puxou a espada, esquecido por um instante de que não teria chance em um duelo com o outro.

— Guarde sua arma — Kouga aconselhou em tom benevo lente.— Não quero machucá-lo.

Onigumo não estava pronto ainda para desistir.

— Não é justo. Eu a queria.

— Por que não volta para casa e escolhe uma dentre as muitas que devem ter perdido a virtude para você?

— Não quero nenhuma delas, eu quero Kagome. Ela foi pro metida a mim.

Kouga decidiu não perder mais tempo com aquele impres tável. Ofereceu o braço a Kagome e a levou para um passeio no convés.

Onigumo acompanhou-os com os olhos até que desapareces sem. Era um mundo cruel e as mulheres não eram dignas de confiança. Parecia-lhe um despropósito que Kagome o tivesse trocado por um homem do mar sem educação e sem dinheiro. Ela iria se arrepender. Seria bem-feito!

OoOoOoOoO

Kagome estava tão agitada que não conseguia ficar parada, fosse sentada ou em pé. Andava de um lado para outro da cabine e sorria consigo mesma. Porque não era medo nem afli ção que a moviam, mas o alívio e a alegria. Não estava se importando com sua sina que a levara para os braços de Kouga. Porque seu casamento representaria a salvação de Inuyasha. Ela lhe devolveria a liberdade. Ela o salvaria da morte por enfor camento.

— Vá para bem longe, meu amor — Kagome falou alto, como se Inuyasha pudesse ouvi-la. — Não desista de nossos sonhos. Porque se Kouga não mudar de ideia esta noite, em pensamento eu irei para a França com você.

Kouga podia não ser um cavalheiro, mas era um homem de palavra. Ele já havia mandado colocarem água e provisões na embarcação para entregá-la a Inuyasha e os outros piratas. Não o ouvira mencionar o ouro nem sequer uma vez. Ele não de veria fazer a menor ideia da riqueza que o outro barco carre gava. Inuyasha e seus amigos não iriam receber a chance de uma vida nova apenas, mas de uma vida nova e rica.

OoOoOoOoO

Era tarde e Kouga já deveria ter se recolhido, mas certa de que ele ainda não se deitara, Kagome resolveu procurá-lo para 'agradecer' mais uma vez e lhe professar sua 'afeição 'e 'admiração' pela 'nobreza' de seu 'caráter'. Ela queria tranquilizá-lo e garantir que seria uma boa esposa e que jamais esqueceria o bem de que ele fora capaz em nome do amor. Ele honrara sua palavra e ela não o decepcionaria. Jamais se negaria a deitar em sua cama. Iria para os braços dele sempre que a quisesse. Não haveria o que ela não pudesse fazer pelo homem que salvará Inuyasha. Precisava certificá-lo de suas intenções. E se isso, não o fizesse mudar de ideia nada mais o faria.

Kouga abriu a porta com expressão contrariada que suavizou no instante que viu quem era.

— Desculpe — ele disse e se apressou a abotoar a camisa— Não estava esperando ninguém. Entre. - Ela o fitou, emocionada.

— Eu tinha de vir. Eu precisava agradecer outra vez por você ter...

— Não precisa agradecer — disse Kouga, desconfortável.— Nós fizemos um acordo.

— Sim, eu sei, mas senti que deveria lhe prometer que serei uma boa esposa, se puder. Que não o cobrarei sobre a base em que foi feito nosso casamento.

Talvez a declaração de Kagome devesse tranquilizá-lo, mas surtiu o efeito contrário.

— Imagino que levará algum tempo até as recentes atribulações serem administradas e nós recuperarmos a normalidade de nossas vidas...

— Não. — ela retrucou. — Depois do que fez, quero que saiba que me sentirei eternamente grata e que tentarei trata-lo como merece.

Enquanto falava, Kagome segurou a mão de Kouga e levou-a ao ombro. Perturbado, Kouga fez menção de se afastar, mas Kagome o deteve.

— Tentará?

A escolha infeliz de palavra o teria aborrecido não fosse o movimento que Kagome fez para que ele sentisse agora o calor de seus seios.

— Se você quiser Kouga, eu serei sua esta noite.

Ele não esperava por isso. Retraiu-se e virou de costas.

— Nós ainda não estamos casados.

Ela se encaminhou para ele e tornou a tocá-lo no peito como imagi nava que teria de fazer pelo resto de sua vida quando quisesse agradá-lo ou precisasse acalmá-lo.

— Falta apenas um dia para nosso casamento e eu pensei que poderia lhe provar que estou sendo sincera.

— Você já provou.

Um delicado rubor de timidez tingiu as faces de Kagome e ela baixou a cabeça.

— Por favor, me desculpe. Percebo que errei. Não tenho experiência nas coisas do amor. Não direi mais nada. Você é homem e lhe cabe a iniciativa.

Quando tornou a encará-la, Kouga a amedrontou.

— Por que está fazendo isso? Por que está se oferecendo como uma meretriz?

Kagome pestanejou.

— Mas nós iremos nos casar amanhã! Eu já me considero praticamente sua esposa! Por que me chamou por esse nome horrível?

— Ainda esta manhã você não permitiu nem sequer que eu a beijasse.

Kagome tornou a baixar a cabeça e deu uma risadinha nervosa.

— Claro que não. Você ainda não tinha...

— Libertado seu pirata?

— Exatamente. – Simples e direta.

Kouga respirou fundo na tentativa de manter o controle.

— Espero que essa paixão por Inuyasha Taisho termine com nosso casamento. Não tolerarei ouvir sobre ele nunca mais. - Kagome foi sábia o suficiente para não retrucar. — Eu te amo e sei que o tempo fará com que também apren da a me amar — Kouga continuou. — Conheço um pouco as mulheres. Elas são volúveis como o vento. A meu lado você esquecerá o que houve e será feliz. — Naquele instante, Kouga acariciou gentilmente as madeixas avermelhadas e engoliu em seco. — Eu a ensinarei a me amar, assim como ele a ensinou.

Antes Kagome não tivesse feito um movimento de aquiescên cia. Porque o que Kouga enxergou na transparência e no brilho dos olhos azuis a traiu. Uma onda de raiva o dominou ao per ceber que Kagome estava mentindo. Que ela não acreditava em nada do que ele acabara de dizer.

Sentiu ímpetos de estrangu lá-la. Em vez disso beijou-a. Foi um beijo tão brutal, tão egoís ta, sem a preocupação de agradá-la, que Kagome comparou-o imediatamente à suavidade e gentileza dos beijos de Inuyasha. A imagem que lhe ocorreu foi que Kouga era a arma e ela o alvo. O modo como ele cravou as mãos em suas costas a fez concentrar na dor, mais do que na pressão em seus lábios. O gesto não continha sutilezas, muito menos a doce mensagem do que viria a seguir...

Kouga estava chocado com sua maneira de proceder. Em geral ele exercia perfeito controle sobre suas emoções e sobre seus sentidos e não se deixava arrastar pelas tentações. Mas não foi a tentação que o cegou e sim a mágoa. Um ciúme feroz o corroía.

Embora soubesse que estava agindo contra seus princípios, de repente quis ter uma prova da sinceridade das intenções da mulher com quem iria se casar. Ergueu-a nos braços como se fosse uma pluma. Queria impressioná-la com sua força. Se o conseguiu, o que fez a seguir afastou qualquer noção de ro mantismo. Porque Kagome desabou na cama em estado de per plexidade, mas em vez de se resguardar, mesmo que instinti vamente, como qualquer donzela, ela tornou a se oferecer.

— Eu nunca me negarei a ser sua Kouga. Apesar de amar Inuyasha.

O que o teria inundado de prazer em outras circunstâncias, acentuou o mal-estar.

— Sua devoção não me convence. Poucas horas atrás você não permitiu nem sequer que eu a beijasse.

— Porque você ainda não havia poupado a vida do homem que eu amo e permitido que ele seguisse em paz com seus amigos. Meu débito com você é tão grande que quero fazê-lo feliz. Jamais esquecerei sua generosidade para com o amor da minha vida. – Ela reforçou a palavra amor, torcendo para que Kouga entendesse.

— Pare de falar isso!

A surpresa fez Kagome se sentar na cama. Kouga havia se afastado e estava de costas, com as mãos apoiadas sobre a mesa, os braços esticados e a cabeça baixa.

— Quer que eu finja que não sinto nada por ele e que é você o amor de minha vida? — ela murmurou. — Eu farei isso se é o que deseja. Basta dizer.

Se Kagome estivesse vendo a expressão de Kouga ela se acalmaria de uma vez por todas. Ela levantou-se e tocou-o.

— Kouga, por favor, escute. Eu me comprometi a ser sua esposa e a arcar com todas as consequências de meu ato. Mas acho que tem o direito de saber que o que houve entre mim e Inuyasha não foi uma paixão passageira, um simples flerte. Foi amor e ele permanecerá para sempre em meu coração. Se tentar se colocar em meu lugar talvez possa me compreender ou nosso relacionamento será difícil. Imagine que um dia conhecerá uma mulher que pensa como você, que gosta das mesmas coisas, que estará sempre de acordo com você porque são parecidos. Poderiam se tomar grandes amigos, mas são mais do que isso. Sentem prazer na companhia mútua e nunca se cansam porque encontraram um no outro a luz que lhes faltava. Além de tudo existe a nítida sensação de que ela sente por você o mesmo que você sente por ela, que ela precisa de você como o ar que respira que ela é a própria essência de sua vida. Depois imagine que cada vez que olhar para ela, você se sentirá trêmula nas pernas e fortalecido no coração. Que cada vez que ela tocar, você se sentirá grato por estar vivo e sempre que..

— Basta! — Kouga ficou tão irado que Kagome temeu que ele fosse matá-la. — Saia daqui! — Ele agarrou-a pelo braço e pelos cabelos sem se importar se iria ou não machucá-la, Kagome tentou acalmá-lo mas ele não lhe deu ouvidos. Abriu porta, puxou-a e arrastou- a pelo corredor até devolvê-la à pró pria cabine.

Sem condições de pensar, de sentir ou de analisar o que havia acabado de acontecer, Kouga voltou para a solidão de seu compartimento. Sentou-se e fechou os olhos. Ouviu Kagome chorar de susto, mas o som parecia vir de longa distância. O mundo parecia ter parado ao seu redor.

Nem sequer o navio parecia se mover sobre as águas. Sua vida era e continuaria sendo um vazio. Seu peito pesava como chumbo. Kagome não o amava e nunca o amaria. Nenhuma mulher jamais o amaria da maneira que Kagome descrevera seu amor por outro. E ele fez naquele instante o que não fazia desde menino. Dobrou-se sobre si mes mo e chorou.

OoOoOoOoO

Estava quase amanhecendo e Kagome continuava parada junto à escotilha. Não sentia sono. Procurara consolo nas estrelas que pareciam revestidas de cores aquela noite como se repre sentassem mundos misteriosos. Não conseguira fazer Kouga mudar de ideia.

Uma batida à porta a fez estremecer. Alisou instintivamente a saia e ajeitou os cabelos antes de responder:

— Sinto, mas não posso abrir. Só Kouga tem a chave.

— Posso entrar? — ele perguntou.

Ela hesitou. Por que Kouga estava pedindo licença se nunca fizera isso antes?

— Sim, é claro — respondeu, apressada e assustada o bas tante para recuar até o fundo da cabine.

Kouga entrou com expressão séria, mas um olhar surpreen dentemente calmo.

— Pode ir.

Kagome não entendeu qual era a intenção de Kouga naquele momento. Encarou-o inquisitivamente e ele lhe fez um sinal com a cabeça em direção ao alto.

— Eles já subiram para o convés. Você está livre para partir.- Kagome arregalou os olhos. Depois piscou várias vezes tal seu aturdimento.— Estou liberando-a de nosso compromisso — Kouga explicou. — Vá depressa antes que eu me arrependa do que estou fazendo.

Kagome correu para o outro navio deixando tudo para trás. Não levou consigo nem sequer uma muda de roupa. No mo mento que seus olhos encontraram os de Inuyasha, ela sentiu que o céu descera até eles. Apesar de sujo, amarrotado e ferido após o cativeiro, Inuyasha continuava o homem mais lindo que existia sobre a face da Terra. Os sonhos que ela havia abando nado, o amor que pensara perdido para sempre, estavam a sua frente e esperavam por ser realizados e vividos. Kagome atirou-se nos braços de Inuyasha e chorou convulsivamente. Ele a recebeu com calor e firmeza e embalou-a como se fosse uma criança. Seus corações pulsavam com uma louca alegria. Não havia o que dizer. Os sentimentos eram fortes e arrebatadores demais para serem traduzidos em palavras.

— Precisamos partir — Inuyasha foi o primeiro a recuperar o controle.

— Não consigo me afastar de você — Kagome soluçou. — Não consigo acreditar que seja real.

Inuyasha tinha um motivo para ser firme. Ele havia divisado a figura de Kouga sobre o ombro de Kagome e precisou afastá-la.

— Venha. — Ele deixou seu olhar escapar para o outro navio e foi nesse momento que ela entendeu a situação.

— Obrigada, Kouga — Kagome não conseguiu calar sua gratidão, e talvez até afeto. — Mal posso acreditar...

— Não diga mais nada — Kouga protestou. — Vá embora de uma vez.

Kagome sentiu lágrimas ardentes deslizarem por suas faces. Kouga era bom. Ele não sabia empregar palavras bonitas em seus discursos. Não estava acostumado a ser gentil. Mas ele tinha um coração.

Inuyasha não esperava que um dia fosse se sentir sincera mente grato a um homem que ganhava a vida caçando piratas como ele. Ao se despedir do homem que antes detestava, não estranhou ao ouvi-lo dizer que não fora por arrependimento que resolvera colocá-lo em liberdade, mas por Kagome. Inuyasha agradeceu assim mesmo e se afastou com o anjo de mulher que se transformara em pirata e que arriscara a própria vida por ele. Era uma devoção inexplicável, irracional e sublime. Com seu sorriso, Kagome lhe dava forças para enxergar o bem. Ela o salvara das sombras da morte e de um destino ainda pior.

Seu anjo cor-de-rosa parecia irreal com as mãos pousadas à amurada e os cabelos agitados ao vento. Seus companheiros riam e gritavam, inebriados com a recém-adquirida liberdade. Quando a abraçaram e cobriram de homenagens, Kagome pro curou fazer também sua última homenagem ao homem que lhe dera essa chance de felicidade. Acenou para Kouga e gritou bem alto que o adorava. Surpreso, Kouga sentiu os olhos úmidos de emoção. Não era a forma de amor que ele queria receber de Kagome, mas regozijou-se porque ao menos ela lhe dedicava uma sincera afeição. Ele permaneceu no convés até o navio de Kagome desaparecer no horizonte. Depois foi para a cabine mas passou a noite toda acordado. Quando o céu começou a clarear, tomou uma reso lução. Um novo dia estava nascendo.

O dia que ele fizera algo de bom e que aprendera o significado do amor verdadeiro.

OoOoOoOoO

A alegria era geral entre os piratas a bordo do navio de origem européia batizado recentemente de Anjo. Após verem a morte de perto, mais de uma vez, eles agora haviam passado a acreditar em milagres.

— Não estamos decididos ainda se devemos ou não permitir que você leve Kagome embora quando chegarmos em Paris. O que será do resto de nós? — queixou-se Miroku.

— Quem resolverá nossos problemas?

— Vocês terão de encontrar um outro anjo — Inuyasha brin cou e enlaçou Kagome pela cintura. — Minha noiva é só minha.

— Noiva? — estranhou François que já havia bebido mais vinho do que o razoável. — Pensei que você já fosse casado.

Inuyasha e Kagome trocaram um sorriso

— Não somos realmente casados — Inuyasha admitiu — Mas logo seremos. Tornaremos nosso casamento oficial assim que chegarmos em Paris. — Ele beijou os cabelos de Kagome.

— E vocês, o que pretendem fazer com seu ouro?

— Gastar tudo em uma semana, descansar para me refazer e voltar a ser pirata — respondeu Miroku com o que vários homens concordaram.

— Sentirei falta de vocês.

— Não acredito.

— Está bem—Inuyasha admitiu brincalhão. — Não sentirei.

— Se eu tivesse Kagome — Miroku ergueu o copo de vinho e olhou para a noiva do amigo. - Também não sentiria sua falta.

— Parem com isso, todos vocês — Kagome repreendeu-os. — Todos nós sentiremos saudade desta convivência. Acho que posso dizer em meu nome e de Inuyasha que serão bem-vindos em nossa casa em Paris, sempre que desejarem nos visitar.

— Cuidado com seus convites — Inuyasha avisou. — De repente eles podem decidir ficar conosco para sempre e nunca mais nos livraremos de sua presença.

Risos e tilintar de copos atravessaram a noite. A festa ainda estava animada quando o sol rompeu a madrugada. Não havia diferença entre a noite e o dia quando imperava a felicidade. Ninguém se sentia cansado. Ninguém precisava parar e repou sar. Ao menos até que tombassem de tanto beber. Com exceção de Kagome e de Inuyasha para quem a doçura do vinho não tinha termos de comparação com a oportunidade de desfrutarem da companhia um do outro, sem medo, sem ameaças, sem limites. Apenas quando Kagome percebeu que Inuyasha precisava se refa zer dos maus momentos que passara antes de ser salvo pela magnanimidade de Kouga, ela insistiu em levá-lo para a cabine.

— Venha. Vou cuidar de você.

Ele se deixou conduzir pela mão delicada de Kagome que o levou até a cama e mandou que esperasse enquanto ela prepa rava o banho. Ao regressar, ela ordenou que ele se despisse, o que ele obedeceu sem reclamar.

— Cubra-se com isto — Kagome ofereceu uma toalha, incapaz de proibir que seus olhos procurassem apreciar a virilidade de seu noivo.

— Eu só fiz o que você mandou — Inuyasha respondeu com malícia.

Kagome se colocou às costas dele, mergulhou a esponja na água e apertou-a sobre os ombros. Ela adorou ver as gotas deslizarem pela pele e pelos contornos dos músculos. Ela gos tava de tudo a respeito de Inuyasha. Porque ele era, embora ela não soubesse explicar como sabia, o homem com que sempre sonhara.

— Posso dar banho em você também?—Inuyasha perguntou após alguns minutos.

Ela corou, mas não parou de esfregá-lo.

— Não estou precisando de banho.

— A questão não é essa — Inuyasha explicou insinuante, e teve o prazer de vê-la enrubescer ainda mais e de sentir a pul sação acelerar quando deteve a pequenina mão e a encostou em seu pescoço.

— Amo você.

— Eu sei — ele admitiu, não com orgulho, mas com reco nhecimento.

— Nunca fui tão feliz em minha vida.

— Então tem de ser amor porque esta longa viagem não foi exatamente de recreio. — Inuyasha soltou a mão de Kagome e segurou seu queixo para poder contemplar o rosto que parecia uma pintura, uma arte em sua forma mais natural. — Kagome, não tenho o direito... Não sei como lhe perguntar isto, mas quando aceitou a proposta de casamento de Kouga, vocês...?

— Não — ela respondeu antes que Inuyasha precisasse terminar sua agonia. — Ele nunca tocou em mim. Ele nunca nem sequer tentou.

E era quase verdade porque Kouga fora um homem honrado apesar da turbulência da noite que precedera a cerimônia que os uniria em matrimônio. Inuyasha não precisava saber sobre todos os acontecimentos que os envolveram. Não faria nenhum bem a ele, nem a ela.

Um profundo suspiro se fez ouvir.

— Eu tive receio de que ele a forçasse.

— Kouga tem um gênio violento, mas nada aconteceu.

O alívio de Inuyasha foi indescritível. Ele entenderia se Kagome tivesse dormido com o outro nas circunstâncias. Não poderia culpá-la. Não poderia evitar, contudo, a fisgada do ciúme talvez fosse mordê-lo para sempre.

— Está cansado demais?

— Depende do que você pretende propor — ele respondeu após uma fingida consideração que obrigou Kagome a rir.

— Dê-me sua mão — ela ofereceu para ajudá-lo a sair da água. Ele se levantou e fitou-a, emocionado, ao ter a mão co locada sobre os seios palpitantes.

Kagome não precisou pedir. Ele entendeu o convite e a abra çou e beijou-a com paixão. Suas mãos mergulharam nos cabe los de seda e ele os usou cada vez que Kagome jogava a cabeça para trás para trazê-la de volta a seus lábios e sua língua exi gentes que não conseguiam se fartar daquela doçura de mel. Inuyasha beijava-a sofregamente e a mantinha sob seu domínio para que ela soubesse que podia confiar sua vulnerabilidade a ele sem medo.

— Podemos ir para nossa cama agora? — Inuyasha sussurrou com sensualidade. Kagome enlaçou-o pelo pescoço e fitou-o com provocação.

— Desde que você me possua sem perda de tempo.

— Então teremos que fazer isso, não acha? — Inuyasha er gueu-a nos braços e, rindo, jogou-a na cama.

Kagome aterrissou entre risadas que cessaram assim que Inuyasha se colocou sobre seu corpo e silenciou-a com um beijo faminto. As mãos se fizeram sentir em direção à pele, sob o vestido. Kagome parou de respirar.

— Não tão depressa — ela pediu ofegante.

— Há demasiado tecido entre nós — ele reclamou e ao vê-la sorrir novamente, puxou-o e rasgou o decote.

— Inuyasha, podemos continuar com calma. Está bem? Não há necessidade de rasgar meu vestido.

— Eu não faria isso com nenhum outro, mas nunca mais quero vê-la com esse que foi presente de Kouga.

Ela teve de concordar com essa teoria de Inuyasha e ajudou-o a livrá-la da indumentária. Mas ao se encontrar nua e sentir frio, Kagome cruzou os braços sobre o peito.

Muitas partes continuam expostas — Inuyasha observou. — Quer que eu as aqueça? — Ele soprou seu hálito quente na barriga e nas coxas de Kagome. Ela prendeu a respiração e Inuyasha continuou provocando-a com beijos e carícias pelas per nas e pelo abdômen. Ela implorou que ele não a fizesse esperar mais. E ele não fez. Continuou explorando o corpo feminino com mãos e boca até sentir o corpo de sua amada explodir de prazer. Era uma sensação diferente ver o rosto de uma mulher contrair ao êxtase.

Ele a cobriu carinhosamente depois. Kagome sorriu e tocou sua face.

— E você? E quanto as suas... necessidades?

Ele apoiou a cabeça sobre o cotovelo e olhou nos olhos de Kagome.

— Eu tenho o que preciso. Desta vez quis me dedicar intei ramente a você.— Ele sussurrou para que ela fechasse os olhos e em seguida apagou o lampião.

A vontade de Kagome era declarar seu amor a Inuyasha mais uma vez. Dizer a ele quanto era especial e único

— Não quero dormir — ela protestou, embora o dia já es tivesse clareando.

— É preciso — Inuyasha insistiu. — Tivemos um dia atri bulado. Mas não é esse o motivo principal de meu conselho. Quero que a próxima vez que acordar, você esteja descansada o bastante para apreciar os famosos jardins de Paris.

— Sério? Parece um sonho impossível.

— Nós o tornaremos possível — Inuyasha prometeu. — Fa remos longos passeios às margens do Sena, sentaremos em cafés com mesas nas calçadas, dormiremos tarde e nos levan taremos tarde porque não precisaremos nos preocupar nunca mais com nosso sustento. Comprarei uma harpa e você poderá aprender a tocá-la no terraço de nossa casa. Poderá ter amigas com quem conversar e eu lhe darei jóias e roupas finas. Fare mos uma grande festa todos os Natais e convidaremos sua fa mília para nos visitar sempre que quiser, a começar pelo mo mento em que se recuperarem do susto que levarão ao recebe rem a notícia sobre nosso casamento. Faremos piqueniques no campo e...

Inuyasha sorriu ao notar que Kagome havia adormecido sob a influência de seu conto de fadas. E o mais incrível era que seu conto de fadas iria se tornar real. A bordo de um navio mercante, com os baús repletos de moedas de ouro e de prata, ele e Kagome iriam se apresentar na França como um casal de estrangeiros ricos vindos de uma pequena ilha do Caribe. A vida de pirataria pertencia ao passado. O presente seria a mulher que ele amava. E o futuro, talvez, pudesse contemplá-los com um filho ou uma filha. Ele havia vencido. Era um homem com outro qualquer. Inteiro e saudável.

A figura de Naraku materializou em sua mente, mas dessa vez não lhe provoco raiva nem angústia.

— Eu venci. Desapareça. Eu provei que você estava errado. – E com esse pensamento de vitória adormeceu junto de Kagome.

OoOoOoOoO

COMO ESSA KAGOME É TINHOSAAA! Eu nunca pensaria nisso, me negaria para Kouga FOREVER!.. HAHAHA! Apesar de que me senti penalizada por ele durante esse cap, ele é apenas um bruto, que cresceu assim e diferente do PERFEITO DO INU! Não conseguiu mudar ao se tornar adulto!.. E esse Inu gente! Ele ainda me mata de taantaa doçura! Sentii o desesperoo dele quando pensou em Kagome se casando.. Onigumo, boobãããoo aindaa me fazendo rir..! NOSSO PELUDÃOO SAINDOO DA BANHEEIIRAA!.. Deve ser maraavilhoosoo! Hahahaha.. Kagomee safadhenhaaa! Teremos apenas maaiis 2 capituloos dessa emocionante história! HAAAAAA :'(

MAAAASSS eu vireii com maaiis adaptações, e essa história teem maiis surpresar por viir muahahahaha! Não esqueceram de ninguém?!

Lembrando, se quiserem me add pelo face Amanda Zanato ou seguir no instagram amandazanato..!

Daniii

Ahh ele é um idiiootaa, mas pelo menos conseguiu fazer algo certo haah! Miil beiijoos

Pri

A não ser issoo!.. Ele não é tããoo ruim, e teem maiis coisas dele por vir, surpresinhas da autora fantástica (que não sou eu).. Posteii rapidiim, e nosso peludão está aqui! Nu em pelo! (olha o trocadilho).. hahah.. Beiijoos queriidaa!

Priy Taisho

Não TEM como não rir do Onigumo só acho! Não ele não ajudou em nada, a Kagome que foi tinhosa para caralh* e conseguiu salvar o dia de novoo!. Fiquei com pena do Inu, como sempre, eu imaginei ele estrangulando o Kouga haha! Ele se borrou de medo.. (malditas correntes) Por mais que o Kouga tenha sido horrível, eu fiquei com compaixão dele, sei lá!.. Priy mil beiijoos e continuee comiigoo!

Neherenia

AAHHH, virou febre agora, peludão é foodaa!.. Eu pensei nissoo meniinaa, Tony seu safadhenhoo fazendo filhos loiros por aii haha! Mulheres são tinhosas, comem quieto para dar o bote..! O Inu sempre me dá uma dozinha ele já sofreu demais, no pode apanhar mais, chega neh?!.. Kouga teve o que merecia, colheu o que plantou, mas isso não me impediu de ter um dozinha dele..! Meeoo beem, se fosse bom não era ex!.. Como minhas amigas dizem.. eXtrume, eXtragado e eXtranho! Não sou mãe, maaas obriigadaa.. e feliz dia das mães para a sua e para você (se for mãe).. Miil beiijoos queriidaa!

Vick

Siiim, achoo que as dificuldades fizeram o amor deles ficar mais sólido, só acho u_u.. Posteii rapidinho, por que essa fic é viciante haha.. Miil beiijoos! PS: Segura o esmalte preeetoooo! Pq se vc roer, vai grudar no seu dente!..

Patyzinha

Oii amooree, esse é meu cap preferiidoo, tem que ter um suspense neh?! Para deixar as leitoras curiosas haha!.. Ele foi muuiitoo bruto mesmo, merecia ser estrangulado pelo Inu só acho u_u.. Mas depois me deu um POKO só um POKO de dó! Fuii rapidinha, se eu demorar converse com sua irmã, hahaha.. Ela me pede para ir mais devagar kkkkkkkkkkk :x Miil beiijoos queriidaaa

Clau

Viiiuuh que Kagome maiiis tinhosa essa?! Hahaha! Espero que tenha gostado do cap, e eu tenha odiado menos o Kouga haha!.. Miil beijoos e continue comiigoo!

ThaliCarvalho

KAGOMEE QUER O INU MESMO PELUDÃOO!.. Eu o jogaria na cera meoo beem!.. Homem peludo nem curtoo! Kouga é um idiota, que as vezes tem um surto de consciência.. Onigumo é um personagem muuiitoo engraçaadoo apesar de tudo hahahaha! Inu noo morreu! GRAÇAS A DEUS! Meeu beem.. mil beiijooos!

Babb-chan

Não tem como odioar uma pessoa queriida como eu U_U (SQN) HAHAHA..Estou quase terminando uma ONE SHOT! Logoo postoo haha!.. Esperoo que gostee! SIIIM, ELAS SÃO ENORMEES! E EU ADOROO! HAHAHAHA!.. Sou péssima com reviews, sempre as acho sem graça.. E fico pensando, o autor vai odiar!.. A meninaa é TRILINGUE AGORAA! (SQN MEESSMOO) HAHAHA.. Eu fui ver o ca fanfiction COMEEUU! Minhas notas finais e Iniciais, mas eu já consertei, pode ler lá seu nominhoo no final hahaha!.. MEEOO BEEMM! O INU YOUKAI É MEEUU! Não adianta insistir, e se vc insistir maiis, eu uso o meu SEX APPEL e conquisto os dois, queroo filhoos Hanyous, sentar em arvores altas, e correr por ai nas costas dele, puxar os cabelos prateados.. ENTENDE?!.. Não tem como discutir u_u.. É pegar ou largar, ou o Inu humano ou eu, fico com os dois, nem que eu os amarre dentro de casa entende?!.. Nós brasileiras, somos arretadas, não é aconselhável nós contrariar hahahahaa.. Brincadeiras a parte.. NÃO SABIIAA QUE ELA ERA SUA IRMÃ!.. MINHA LEITORA TBM! Voltando a fiic!.. KAGOMEE TINHOSAA.. KAGOMEE TINHOOSAA! Eles são perfeiitoos um para o outroo! ELE É UM ROMANTIICOO PERFEIIITOOO! Que daria tudo por ela seem maiis, ele é tudo de booom aii aii Inuyashaa *-*, e ela é uma fofa safadhenha!.. Kouga um toscooo.. Mas me deu um POKO SÓ ! De dó! Temoos maiis suspresas para o nosso peludoo vindo por aii! Vc já deve ter adivinhaadoo hahaha!.. Esperoo que tenha curtidoo o cap amooree!.. Miil beiijoos e nãoo me deiixee só! Que eu tenhoo medoo do escuurooo hahahaha!