Oiii meus amoorees *-* ULTIMO CAP :'( CHOOREEIII LARGADOO! Esse livroo é REALMENTEE MARAVILHOSO! E vocês fizeram dele um sucesso aqui no meu perfil de adaptações!.. Espero que gostem do final que é fofo! Já estou voltando com outra adaptação! Mas quero a opinião de vocês! Esse tema da fic foi uma sugestão da flor do deserto e eu adooreii! Quero a opinião de vocês.. Nas notas finais eu explico melhor!.. ENFIIM O ULTIMO CAPITULO DE REFÉM DO AMOOR *-*
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Com a mão livre ele fechou a janela. Kagome conseguiu vê-lo de relance. Era velho. Seus cabelos eram tão brancos quanto sua pele e ele cheirava a sal.
— Vire-se — ele ordenou ao perceber que estava sendo examinado — E ande em direção à porta.
Uma onda de coragem venceu o medo de Kagome. Ela seguiu as instruções até alcançar a porta. Em vez de sair do quarto, desferiu um golpe brusco para trás com o cotovelo e o acertou na barriga. Em seguida deu um salto, fechou o punho e atin giu-o na face. O homem, contudo, apesar de aparentar uma idade avançada, era mais forte do que ela e muito ágil. Recu perou-se em poucos instantes da surpresa e da agressão e do minou-a. Porém, como ela continuasse a se debater na tentativa de escapar ao jugo, o assaltante a jogou sobre a cama e pulou por cima dela.
Ele não previra essa possibilidade. A mulher era linda. Com os cabelos vermelhos espalhados pelos travesseiros verdes, pa recia uma boneca de porcelana. Era pequena e sua pele parecia de cetim como a colcha. Presa pelos pulsos, com os braços um de cada lado do corpo, ela acabaria entendendo que não tinha chance de escapar. Ele não era um criminoso e não viera àquela casa com a intenção de se aproveitar de sua dona, mas acabara de descobrir que ainda era forte e viril o bastante para ceder às tentações da carne.
Kagome mal conseguia respirar. Os pensamentos ricocheteavam por sua mente. Precisava encontrar um jeito de escapar daquele homem, fosse ele quem fosse. Mas por mais que qui sesse lutar, ele estava conseguindo vencê-la. Com um movi mento brusco, ele empurrou suas pernas com o joelho e nesse instante ela se pôs a gritar com todas suas forças.
— Não me obrigue a matá-lo, Naraku!
Kagome emudeceu e agradeceu mentalmente. Inuyasha estava ali. Ele viera salvá-la. A pressão em seus pulsos diminuiu, o peso sobre seu corpo começou a se afastar. Devagar, o assal tante se virou e olhou primeiro para a pistola apontada para sua cabeça e depois para o homem que a empunhava.
— Inuyasha! — ele murmurou como se fosse uma maldição. Pálida, Kagome olhou atentamente para o rosto de seu marido.
Ele estava rígido e nervoso. Não encontrou o ódio que esperava em seus olhos, mas um profundo pesar.
— Naraku, quanta gentileza em nos fazer uma visita.
O velho senhor estreitou os olhos. Neles ela viu raiva e des prezo. Ele não era alguém de boa índole. Ninguém precisaria lhe dizer isso. Estava escrito em sua testa. Aquela era a ex pressão de quem estava determinado a se vingar e a matar, se necessário. Algo que Inuyasha também entendeu, pois reforçou a vigilância.
— Afaste-se de minha esposa.
Naraku parecia ter perdido seu interesse em Kagome. Não tomara a pousar seus olhos sobre ela desde a chegada inespe rada de Inuyasha.
— Você não seria capaz de me matar — ele desafiou Inuyasha à medida que obedecia sua ordem.
— Eu não disse que o faria. Apenas quero que deixe minha esposa em paz. Ela não tem nada a ver com nossa história. É comigo que você acha que tem contas a acertar, não é correto?
Uma risada hostil ecoou pelo quarto.
— Se você fosse homem para valer, já teria me matado.
— Se você fosse homem para valer, teria me procurado para o acerto em vez de se vingar de mim por meio de minha mulher! Como me encontrou?
— Poder de persuasão. — Naraku encolheu os ombros. — Não consegui fazer com que o capitão Wolf desse com a língua nos dentes, mas com sua tripulação não tive nenhuma dificuldade.
— Por quê? — Inuyasha suspirou. — Por que continua a me perseguir após tantos anos?
Testemunha da avalanche de emoções que inundavam Inuyasha, Kagome se ofereceu para ficar com a arma. Ele hesitou, mas acabou entregando-a e deixando Kagome responsável por suas vidas, depois que ela o lembrou que a ensinara a usá-la.
Com as mãos livres, mas trêmulas, Inuyasha passou-as pelos cabelos.
— Por que veio? — Inuyasha insistiu. — Por causa de minha esposa?
— Eu vim para acabar com você — Naraku finalmente respondeu.
— Seria capaz de matá-la?
— A ela e a criança que imagino que esteja esperando. Por que outro motivo uma mulher se casaria com você?
Inuyasha apertou os lábios, mas não se deixou atingir pelo insulto.
— Diminuir-me não o engrandece — Inuyasha respondeu com as palavras que esperara um longo tempo para dizer.
— Impossível torná-lo menos do que é — Naraku ironizou. — Você vale menos do que um papagaio. Porque papagaios também aprendem a falar. Eu nunca deveria tê-lo tirado da quele orfanato. Você nunca será um homem que se preze.
— Sou mais homem do que você - Uma gargalhada sinistra cortou o ar.— Por que é tão importante para você me humilhar? — Inuyasha protestou. — Por que não me esquece? Queria que eu fosse seu servo até o fim de meus dias?
— Você me esqueceu?
A pergunta paralisou Inuyasha. Ele pensou nas surras que levara, na crueldade com que fora tratado, primeiro no orfana to, depois por aquele homem. Por sorte Kagome tirara a arma de sua mão ou ele poderia tê-la disparado.
— Não, mas espero esquecer.
— Essa é a diferença entre nós — afirmou Naraku. — Você gostaria de esquecer quem é e eu insisto que você se lembre.
— Não sou menos do que você por mais que repita isto — Inuyasha se defendeu.
— Um homem que se preze jamais entregaria sua arma a uma mulher.
— Ela é tão humana quanto eu! — Inuyasha gritou e naquele instante um pensamento novo lhe ocorreu. — Agora eu final mente estou entendendo. — Inuyasha se pôs a andar diante de seu adversário. Parecia ter crescido de um minuto para outro e ganhado autoridade. Quando seus olhos encontraram os do antigo senhor, competiram com os dele em força, igualdade e firmeza. — Você nega seu respeito aos outros porque em seu raciocínio vivemos em competição e você prefere desqualificar os que o cercam do que se arriscar a perder para eles. Você é tão fraco que sabe que não terá chance de vitória se não esma gar alguns de nós. Acontece, meu senhor, que não estou com petindo em nada e por nada. Não me importa quem chegará primeiro ou em último lugar. Quem ocupa o posto mais alto e o mais baixo. Eu só quero viver minha vida em paz. Minha única ambição é ser feliz. Eu quero apenas aquilo que todo homem deseja!
— Mas você não é capaz de ouvir como os outros! — o homem tornou a lembrar.
— Não, não sou. Mas o que isso importa?
Ele estava sendo honesto consigo mesmo. Ele havia supe rado seu problema. Ele não precisava convencer mais ninguém de que era tão homem quanto qualquer outro. De repente, foi como se um imenso fardo fosse tirado de seus ombros. Ele enlaçou Kagome pela cintura e a fez baixar a arma.
— Deixe-o ir. Não vale a pena arriscarmos nossa tranquili dade por ele.
— Eu sabia que você não teria coragem... — Naraku ainda usou seu tom de desprezo.
— Você está certo. — Inuyasha trouxe Kagome para mais perto do peito. — Tenho uma esposa e não pretendo deixá-la viúva nem sozinha enquanto passo meus dias no fundo das masmorras. Não pretendo jogar minha vida fora por alguém que não merece nem sequer meu desprezo. Vá embora, Naraku. Não quero vê-lo nunca mais.
— Não vim até Paris para partir de mãos vazias.
— Não poderá ser de outra maneira.
— Não se livrará de mim tão fácil quanto pensa.
— Se tornar a me ameaçar ou a minha esposa, serei obrigado a voltar atrás em minha palavra. Custe o que custar, eu o man darei para baixo da terra.
Pela primeira vez desde o início da altercação, Naraku se voltou para Kagome.
— Esposa. Como se sente casada com um animal? Como uma mulher bonita pode aceitar uma união com alguém que não lhe chega aos pés?
—Inuyasha é um homem maravilhoso. Ele nunca me magoou, ele nunca tratou ninguém com crueldade e eu me casei com ele por amor. O senhor não pode entender o que sentimos um pelo outro porque nunca encontrou uma mulher que o quisesse.
Inuyasha a teria impedido de defendê-lo se pudesse adivinhar que o protesto chegaria a esse ponto. Porque Naraku fora casado e jamais se recuperara do abandono da esposa. Tomado de fúria, ele tentou se apossar da arma e ela disparou. Assus tada, Kagome soltou-a e se desequilibrou. Inuyasha impediu que batesse com as costas contra a parede. E Naraku ficou imóvel e com os olhos muito abertos. Antes que Kagome e Inuyasha se recuperassem do susto, ele desabou no chão com as mãos se gurando o abdômen. Os três estavam em choque. Naraku olhava para Inuyasha com incredulidade. Como se nunca o ti vesse visto.
— Isso não pode estar acontecendo — ele murmurou. Inuyasha abraçou Kagome e segurou sua cabeça contra o ombro para que ela não visse a cena. Ele também não podia acreditar que o homem responsável por tanto sofrimento em sua vida pregressa, tivesse vindo a sua casa para tentar arruinar a feli cidade tão duramente conquistada.
— Eu o matei? — Kagome perguntou, angustiada.
— Não, Kagome, você não o matou. Ele está apenas ferido e eu o levarei para um hospital. Tenho certeza de que lhe servirá de lição.
Kagome continuou junto de Inuyasha, com a cabeça encostada em seu peito. Ouviu-o falar e percebeu que ele estava pensando alto.
— Ele não é um cidadão parisiense. Ninguém o conhece por aqui. Talvez ninguém o tenha visto entrar. Darei um jeito de tirá-lo daqui da mesma forma. Para evitar perguntas, eu o deixarei perto do hospital para que o encontrem.
Kagome ergueu os olhos, decidida.
— Será como nos velhos tempos. Nós lutamos em nossa defesa, mas pouparemos o inimigo porque somos melhores do que ele!
— Espere-me aqui. Voltarei assim que for possível.
— Não se preocupe comigo, Inuyasha. Eu ficarei bem. Nin guém mais atentará contra nossa felicidade. Esta foi a última vez.
E Inuyasha acreditava que sim, que eles ficariam bem. Que as ameaças e as sombras que antes ele encontrava a cada passo haviam se transformado em esperança. Que o anjo que ele acre ditava não ser digno de acompanhar, que era Kagome, subita mente se tornara um anjo cuja confiança ele fizera por merecer. Era estranho, mas glorioso.
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Ele estava abraçando-a por trás, afastando seus cabelos para um lado e para o outro para poder lhe beijar o pescoço.
— Sei que você é minha mulher, mas esta noite quero que faça de conta que é minha possessão. — Inuyasha segurou-a pela delicada cintura e sussurrou na cascata perfumada de seus cabelos.
Kagome virou-se para fitá-lo.
— Amo você.
— Eu sei — Inuyasha cochichou junto ao ouvido de Kagome.— Esse é seu maior encanto.
Kagome fingiu um protesto e golpeou-o nas costelas. Inuyasha se pôs a rir e colocou a mão sobre o local ofendido.
— Eu poderia exigir um duelo.
— E eu vou contar até cinco para que você me diga algo mais romântico do que isso ou irei para a sala e trocarei você pelo meu bordado.
— Está bem, terá o que deseja — Inuyasha cedeu à ameaça.— Eu amo você, Kagome. Eu a amo pelo qu amarei pelo que será daqui a vinte anos, e depois de mais vinte, e pelo que você sempre foi. Eu amo a mulher que sempre me valorizou e que fez de mim o homem que eu não acreditava que pode ria ser.
— Você se fez sozinho, Inuyasha. — Ela se soltou para poder fitá-lo e segurar-lhe o rosto com as mãos. — Você se tornou o homem que não percebera que era quando deixou Naraku e foi viver sua vida.
— Mas eu só me senti realmente livre dele depois que esteve em nossa casa e ousou contra a sua vida, Kagome.
— Não, meu querido. Você se libertou dele em definitivo quando arrancou de seu coração o ódio que o estava destruindo.
Em um gesto que resumiu mais amor do que qualquer pa lavra, Inuyasha colocou seus mais nobres sentimentos por Kagome no olhar e no beijo que lhe deu.
— Você sempre foi meu destino.
— Nós construímos juntos nosso destino — Kagome declarou, solene para surpreendê-lo em seguida com um sorriso cheio de malícia. — Quando poderíamos imaginar que encontraría mos nossa felicidade ao infringir leis e nos tornarmos perigosos perante a sociedade?
— Viva a anarquia! — Inuyasha exclamou e cobrou de Kagome um outro beijo que ela não deu. Surpreso, Inuyasha abriu os olhos para entender o porquê de terem seus lábios encontrado um dedo em vez de uma boca.
— Aceito ser sua possessão esta noite, monsieur, para que faça comigo o que quiser, mas sob uma condição.
— Condição? — Inuyasha piscou para ela. — Eu não sabia que esposas podiam impor condições a seus maridos.
— Esta esposa pode.
A luxúria impregnava os sorrisos.
— Posso me atrever a esperar que a condição de minha esposa seja eu beijar e tocar cada parte de seu corpo perfeito, sem esquecer nenhum ponto?
— Você pode desejar o que quiser e torcer para acertar, mas me diga quando estiver pronto para ouvir a verdade.
Inuyasha abraçou-a e embalou-a como se estivessem brin cando. Mas não resistiu por muito tempo e confessou em seu ouvido.
— Acho que estou pronto.
— A condição é esta: assim que terminar de me tratar como um mero objeto de desejo, eu terei o direito de também fazer o que quiser com você.
Inuyasha soltou Kagome no mesmo instante e começou a se afastar com as mãos para o ar.
— Oh, não! São casos completamente diferentes. Não dá para comparar. Eu sou homem e tenho certas necessidades. E como homem preciso ser alvo de respeito e adoração por parte de quem prezo, e você eu adoro, além de prezar. Como pode notar, não posso arriscar perder minha autoridade sobre um aspecto tão trivial como... bem, como direi? Como meus direi tos de marido e seus deveres de esposa?
Kagome ouviu as queixas e os protestos em silêncio. Quando estreitou os olhos e apoiou as mãos na cintura, Inuyasha não conteve mais o riso.
— Está bem. Pode fazer o que quiser comigo, mas prometa que será gentil.
— Serei tão gentil quanto você for comigo.
Inuyasha a ergueu nos braços naquele momento e levou-a para o leito conjugal onde cobriu seu rosto e seus cabelos de beijos. Ela suspirou.
— Não sei o que me espera esta noite, por isso, quero lhe dizer algo antes que a manhã possa me ver zangada. Você foi o que de melhor aconteceu em minha vida, Inuyasha. Casar com você foi a decisão mais acertada que já tomei. Eu não perdi nada por você. Eu ganhei tudo. Eu deixei a Martinica certa de que nunca conheceria o amor. Se eu o ajudei a fazê-lo se sentir um homem, sinto-me gratificada. Porque seu amor por mim me fez mulher.
Emocionado demais para falar, Inuyasha beijou-a e em vez de iniciar imediatamente a prática da sedução, como Kagome esperava que ele fizesse antes de tudo ele lhe agradeceu.
Epílogo
- Chegou uma carta! — anunciou Kagome com júbilo. — Uma carta de minha mãe! A euforia de sua esposa era tanta que Inuyasha abraçou-a e a fez rodopiar em seus braços para provar que compartilhava de sua emoção.
— O que diz?
— Diz que ela e meu pai estão orgulhosos e felizes — Kagome contou, arfante — Por eu ter me casado com um... visconde? — Kagome olhou, espantada, para o marido.
Um sorriso estranho surgiu nos lábios de Inuyasha. Kagome desconfiou que ele sabia de algo que não lhe fora revelado.
— Parece que Kouga não me fez parecer pior do que sou.
— Quieto! — Kagome censurou-o. — Ainda não acabei de ler. — Subitamente, ela deu um salto e começou a pular. - Oh, meu Deus! Eles virão nos visitar. Eles aproveitarão para matar a saudade de Paris.
Inuyasha sorriu. Estava feliz pela esposa. Quem sabe a família dela o aceitaria como um deles? Que ele, depois de adulto, conseguiria finalmente ter uma?
— Ela diz que virão em breve e que Rin chegará acom panhada pelo noivo. Oh, céus! Não é incrível? Minha irmãzinha cresceu e já está comprometida aos dezessete anos. Oh, eu mal posso esperar para revê-la. Eu adoro minha irmã. Tenho certeza de que você gostará dela também. E... Inuyasha?
— Kagome, o que houve? — Inuyasha perguntou, preocupado, diante do súbito silêncio.
— Você não vai acreditar. O homem com quem minha irmã irá se casar não é outro senão...
— Senão quem?
— Kouga.
O espanto de Inuyasha foi tão genuíno que ele tirou a carta das mãos de sua esposa para ler a informação por si mesmo.
— O Kouga que conhecemos?
— Custo a crer — Kagome confessou. — Talvez os últimos acontecimentos o tenham levado a entender melhor as pessoas.
— Tolice.
— Bem, eu detesto ter de lhe dizer isto, Inuyasha, mas ele em breve será seu cunhado.
Se Kagome tivesse lhe dado um soco o efeito seria o mesmo. Inuyasha franziu o cenho.
— Sinto muito, mas não receberei esse homem sob meu teto. Eu não suportaria...
— Ele nos deu a liberdade! — Kagome interrompeu-o. — Se não fosse por Kouga nós não estaríamos juntos agora. Não esqueça que também contraiu alguns débitos no passado. En tendo que você não possa esquecer o modo cruel como ele o tratou mais de uma vez. Por outro lado, reconheça que esse mesmo homem foi o autor de sua alforria.
Inuyasha suspirou, exausto.
— Eles não ficarão hospedados aqui. Ele não, ao menos.
— Se esse é o problema, providenciaremos a hospedagem em um hotel. Mas dê uma chance a ele, Inuyasha. Talvez consiga aprender a gostar dele com o tempo.
Uma risada sarcástica foi a resposta.
— Talvez consiga aprender a não odiá-lo? — Kagome insistiu e teve a grata satisfação de ver Inuyasha fazer um leve movi mento de concordância com a cabeça. — Agora deixe-me ler o restante da carta. — Inuyasha cogitou que outras notícias ainda poderiam afetá-lo. Não conteve um sorriso quando viu Kagome levar a mão aos lábios e dar uns risinhos. — Sabe o que mais minha mãe diz? Que Onigumo também se casou. A cerimônia aconteceu há sete meses, mas ele já tem uma filhinha de dois.
— Não é preciso ser um gênio da matemática para efetuar o cálculo.
Kagome tornou a rir.
— Segundo minha mãe, é comum que os primeiros bebês de um casal sejam prematuros. O que não será nosso caso.
— Não. Claro que não. — Algo no tom de voz de Kagome chamou a atenção de Inuyasha. Ele se virou para ela com a respiração suspensa. — Como assim, não será nosso caso? Nós temos um caso?
Kagome sorriu e apoiou as duas mãos sobre o ventre. Inuyasha a abraçou e não mais a soltou.
— Oh, Deus, um bebê! Oh, Deus! — Inuyasha a fez sentar, ajoelhou-se a seus pés e lhe deu uma infinidade de beijos nas mãos. — Será um menino ou uma menina?
Foi a vez de Kagome beijar as mãos do marido.
— Seu bobo. Como podemos saber?
— Kagome, quero que saiba que filhos de pessoas que têm um problema como o meu não nascem obrigatoriamente com a mesma característica.
Kagome o fez calar.
— Não pense nisso. Não há nada errado com você. Nem comigo. Somos perfeitos porque somos capazes de amar. E nosso bebê será perfeito porque viverá cercado de amor.
Inuyasha sentiu os olhos úmidos de emoção. Apertou a mão de Kagome em silêncio e com um sorriso que dizia mais do que mil palavras, convidou-a para darem um passeio. Ele queria caminhar ao longo do Sena e mergulhar na beleza da cidade que agora era seu lar. A cidade onde ninguém os conhecia e que os aceitara como iguais. Caminhavam de mãos dadas com a cumplicidade de quem partilhava um segredo. Eles haviam pregado uma grande peça no destino.
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OONNNNWWW! Quee final maaiis cutee cutee.. Na minha humilde opinião! NARAKU MERECIA MOREER!.. Espero que ele tenha morrido na rua sem ajuda, depois que o I nu o Jogou lá MUAHAHAHAHA! Eu no curti o Inu ter que usar peruca e roupas feias, acho que o final podia ter mais emoção, sei la.. A vida ficou pacata! MAAASS mesmo assim eu ameii o final! Pois a vida naquela época era isso mesmoo! A-D-O-R-E-I ela continuar tendo uma boa relação com os pais *-*
INU FOFO E SAFADENHO! AII AII Quem me dera, uma oferta para ser possessão por uma noite hahaha! MEEUUS AMOOREES! ESPEROO QUE TENHAAM GOSTAAADOOO!
Autora magnifica do livro: Elizabeth Doyle
Nome maravilhoso do livro: Refém do Amor
Estooouuu.. Planejandoo logicamente outras adaptações, estou com 2 ótimos livros contemporaneos aqui, mas estou em dúvidas sobre qual eu posto primeiro! ME AJUDEM! EU ADORARIIIAA *-*
Opção 1: Livro onde Kagome quer reconquistar Kouga, então ela e Inuyasha fingem estarem apaixonados, mas o que Kagome não imagina era que, ele não fingia.. Inuyasha (capira, cavalheiro, sincero e muito safadhenho) Kagome (insegura, engraçada e inocente).. LIVRO LINDO E O INU É UM UUAAUU DE FOFO! E SOOOO SEXYY! CONWBOY!
Opção 2: Os opostos se apaixonam, um amor possessivo e quase doentio.. Kagome (dançarina e corista despojada, alegre e desinibida) Inuyasha (professor de Kagome, suuupeeer geniioo, muuuuiiiitoo antiquado e ricoo).. Mundos opostos, os 2 só conseguem se entender quando se "agarram". LIVRO COM MUITOS CONFLITOS, mostrando a dificuldade que eles tem para ficarem juntos.. MAS SEMPRE MOSTRANDO COMO OS DOIS SE AMAM LOUCAMENTE..! Um livro que não termina no "Eu aceito" para o padre..
Entããããoo o que acham?! ME AJUDEEM! Eu ameeii os 2, mas estou suuupeer indecisa sobre qual postar, é só responder 1 ou 2 para me ajudar! PLEASE!
Muuiitoo obriigadaa a todas que me acompanharam nessa adaptação e estão me fazendo ver que eu escolhi bem ao fazer esse perfil *-* Sem vocês eu desistiria! Boraa animaar esse siitee gente! *-* MIILHÕES DE BEIIJOOOOOS
E CONTINUEEM COMIIGOOO!
BEIIJOOS ESPECIIAAIS PARAAAAAA!
Neherenia *-*
Jekac
Carol
Pri
Cleiu
Manu Higurashi
Evelyn
Babb-chan *-*
Vick
Flor do Deserto
Taty
Patyzinha
Daniii
Priy Taisho *-*
M4lu
Clau
ThaliCarvalho
Ana
Giiz (Bem vinda!)
