PAPER LOVE
Disclaimer da ManneVanNecker: Os personagens não me pertencen, eles são criação de Stephenie Meyer. A história é minha pelo o qual fica proibida sua reprodução parcial ou total sem meu consentimento.
Disclaimer: A história pertence a ManneVanNecker, que me autorizou traduzi-la para vocês.
Sinopse: Edward é um garoto tímido que sobre de tartamudez, sua gêmea Rosalie o defende diante dos valentões do colégio. Ele se surpreendeu diante da chegada de uma garota que rompe as expectativas do resto e decide conversar, superando o medo do exílio social.
Capitulo 4 – Nervos e Insônia
Edward estava inspirado a escrevia em um caderno cada nota que vinha em sua mente. Sua criação foi tomando forma e isso o agradava, e embora suas notas carecessem de letras para esta bela composição, sabia que iria em breve atingir o momento de inspiração que o levasse a escrever.
Não sabe quanto tempo ele esteve na sua sala de estudo, mas sentia-se muito bem em ver que seu trabalho só faltava aperfeiçoar alguns detalhes e a letra para que fosse uma música completa.
Ele se levantou e arrumou algumas das partituras, e ao sair viu que tudo tinha que estar em ordem rigorosa. Ele odiava não encontrar coisas e tendo que lutar mais do que deveria para encontrá-los assim que se dedicou a deixar cada livro e cada pasta em sua estante.
Ao sair viu tudo arrumado e fechou a porta, mas essa estava travada com algo que impedia de fechá-la corretamente. Olhou para o chão e se deu conta que havia um papel entre a porta e o tapete.
Pegou o objeto e desdobrou com cuidado.
.
Eu sei que soa intrometida, mas vinha ao banheiro quando ouvi você cantar. Você o faz divino, você deve cantar em vez de falar. Desculpe se eu me intrometi demais também entenderia se ficasse irritado.
Cumprimentos e espero te vejo logo.
Bella.
.
Sentiu suas bochechas ruborizarem a tal ponto que o calor se apoderou delas.
— Edward o que faz em pé no corredor a essa hora? – lhe criticou ternamente sua mãe.
Sentiu como seu coração se rompia em seu peito. O susto que havia feito passar sua mãe era injustificado, mas… por que o rubor em suas bochechas?
Virou-se para ver sua mãe e sorriu confuso.
— Que hora é? – disse desorientado.
— Hora de ir para a cama, tem aula amanhã e não quero discutir com vocês para que lê levantem – sorriu.
Ela beijou a testa de seu pequeno Edward e partiu para se juntar ao marido, que curiosamente já estava na cama.
Carlisle teve um dia, cheios de cirurgias e uma intervenção nos corredores. Ele estava exausto e tinha decidido ir para a cama cedo.
Edward se surpreendeu ao ver que havia estado sete horas sentado no piano e não havia se dado conta de como haviam movido os ponteiros do relógio.
Essa noite Rosalie recebeu uma mensagem de texto enquanto dormia. Se irritou pensando que ela Alice a deslocada que interrompia a essa hora para repor meu sono.
Buscou as cegas na sua mesa de cabeceira e encontrou o sonoro aparelho.
Abriu os olhos com dificuldade e viu a irritante luz que desprendia do telefone.
.
.
Oi Rose, desculpe pela hora… eu não consigo dormir sem saber… Quer ir ao baile comigo?
Beijos e boa noite.
Em.
.
.
Essa mensagem, no começo, parecia inapropriado para ela que havia sido arrancada do seu sono e foi substituída por uma estranha emoção que ela pulou da cama.
Não tão sonolento foi ao banheiro e ali encontrou Edward estava em pé na porta de seu quarto.
— Insônia? – sorriu ternamente ao seu gêmeo.
— Acho… n-não sei p-por que – disse esfregando um olho.
— Se continuar fazendo isso vai terminar com uma conjuntivite – sorriu.
Ela entrou no banheiro.
Olhou-se no espelho, seu rosto pálido a assustou.
Ela o deixou esperando para ir para a cama, mas seu irmão ainda estava lá.
— Vem – o pegou pela mão e desceu com ele as escadas.
— O que vamos fazer? – Edward franziu a testa que ainda seguia com sono.
Rosalie não lhe respondeu e levou-o para a cozinha.
Edward se irritou diante o silêncio dela, mas não insistiu.
A menina loira pegou leite da geladeira e colocou para esquentar em uma xícara no microondas. Vou como seu irmão a observava com um sorriso.
Ele mudou seu humor quando ele percebeu que estava fazendo.
Rose raspou a casca de uma laranja e deixou cair no leite quente, colocou duas colheres de açúcar, como seu irmão gostava e lhe deu.
— Obrigada – disse enquanto Rose se sentava ao seu lado.
— Por nada, você sempre o fazia quando tinha medo do armário, lembra? – sorriu.
Edward assentiu em silencio, bebeu o leite quente.
— Edward tenho que te contar algo – sorriu sua irmã com um rosto angelical.
Edward temeu que ela tivesse quebrado algo ou talvez tivesse perdido.
— O que você fez? – olhou sério.
Rosalie se sentiu ofendida com a desconfiança de seu irmão e deu-lhe um tapinha no braço.
— Ed! É só que Emmett havia mandado uma mensagem pedindo que seja sua companheia no baile de amanhã – sorriu.
Edward ficou sinceramente feliz por ela, mas agora seria forçado a ficar em casa.
— Estou muito feliz – sorriu.
— Vou conversar com ele para Bella ir com você – sorriu alegremente – Por que não a convida?
Edward revirou os olhos. Como poderia fazer essa pergunta sabendo que mal podia falar?
— Não p-posso n-nem olhá-la, m-muito m-menos f-falar – disse enquanto subia as escadas.
— Tentei, sei que ela aceitara feliz, parece muito próxima de você – lhe sussurrou antes de entrar em seu quarto.
Parecia próxima dele? Realmente parecia? Pensou uma e outra vez antes de dormir.
Naquela manhã, Esme sentiu que seus filhos não tinham levantado. Ela viu o relógio e se assustou ao ver que faltava dez minutos para entrarem em aula e ainda não tinha ouvido o ruído. Entrou no quarto de Edward e o viu dormindo placidamente.
— Levante-se chegará tarde ao colégio! – gritou Esme enquanto ia ao quarto de Rose.
— Levante-se Rosalie! – gritou enquanto saia desesperada para servir um rápido café da manhã.
Ela tinha adormecido enquanto assistia televisão e se sentia exausta que não viu marido deixando o leito conjugal.
Rapidamente preparou café da manhã para levar.
Edward rapidamente foi ao banheiro no primeiro piso, enquanto Rosalie ocupava o outro.
Esme sorriu para vê-los correndo para lá e para cá.
Rosalie foi uma conquista se vestir e tomar banho em quinze minutos, certamente no caminho para a escola poderia maquiar-se um pouco, só um pouco, seu rosto pálido.
Edward beijou a mãe e correu para pegar a Volvo.
Rosalie recebeu o seu café da manhã e agrupamento de ambos enquanto saia de casa.
— Dirija com cuidado! – gritou sua mãe desde a casa.
Esme sabia que seu filho acelerava demais quando dirigia, não imaginava como eles conseguiriam chegar na hora já que iam muito atrasados.
Ambos agradeceram que ainda não tinha chegado o professor em sala de aula e sentaram-se em seus assentos.
— Edward – escutou um sussurrou.
Virou-se para ver e era Emmett, que fez um gesto em forma de cumprimento.
— Passe para sua irmã – sorriu.
Era um papel dobrado, ele imediatamente lembrou do papel que Bella tinha deixado para ele.
Ela não tinha dormido muito bem, ela estava exausta entre tanta atividade intensa em sua casa e ficou um longo tempo pensando no que teria dito ou pensado Edward da sua nota.
Rosalie desdobrou o papel, sem fazer muito barulho e leu seu conteúdo.
.
.
Você decidiu me responder? Eu sei que iria com o seu irmão e pensei que Bella poderia ir com Edward, eles parecem se dar bem…
A propósito você está linda hoje.
Em.
.
.
Rosalie corou ao ler a última linha da nota e ficou surpresa ao ver que Emmett também acreditava que seus irmãos poderiam ir juntos.
Escreveu com sua melhor caligrafia, o que, aliás, era muito bonita e lhe entregou.
Alice curiou um pouco e tentou ler o que sua amiga escreveu, mas a loira cobriu tudo com seus longos cabelos e assim evitar o desconforto da sua insistente companheira.
As horas de aula passaram rapidamente para todos, ninguém tinha conhecimento das aulas, toda a conversa era do baile de caridade à noite e datas futuras seriam formadas sobre ele.
Edward tentou encher-se de coragem para falar com Bella, ainda que se não fosse capaz via a possibilidade de escrever-lhe uma nota e pedi-lo dessa mandeira.
Na hora do almoço Edward e Bella estavam especialmente silenciosos, nem fizeram qualquer comentário.
Ben, um garoto tímido de outra seção veio para a mesa.
Era uma surpresa para alguém que freqüentava a parte do cassino, ainda mais porque Edward estava sentado com eles.
— A-Angela – chamou a atenção da morena.
— Oi Bem – sorriu ao vê-lo.
— O-Oi – respondeu nervoso.
— Veio por causa do trabalho de espanhol?
— Não, queria saber se quer ir ao baile comigo? – disse acelerado.
A Ângela parecia um bom companheiro e apesar de que esperava que Edward pedisse não se negou a aceitar com grande sorriso.
Ela era uma garota muito doce e de bom coração, com prazer aceitou enquanto era objeto de brincadeira de Alice.
— Com quem você vai? – perguntou Ângela diante o silencio do novo encontro da amiga.
Alice fez uma careta, se supunha que seu novo encontro era um segredo, mas não se preocupou em compartilhar com seus amigos, mas era desconfortável ter que explicar como lhe havia conhecido, mais depois do que havia aprendido.
— Já sabe com quem irei Ângela.
— Mas Bella não sabe – disse Rose.
— Se te incomoda então não me diga – Bella se livrou do peso.
— Esta bem, eu direi, mas sem criticar ok? – advertiu.
Todos na mesa assentiram.
— É o psicólogo do meu pai e curiosamente Rosalie e Edward o conhecem – sorriu corada.
Para Rosalie era estranho que sua amiga estivesse naquele estado, pois não era novidade que ela gostava do psicólogo do seu pai, mas nunca pensou que era realmente sério, muito menos que Jasper Whitlock concordou em ir com ela para a festa dada pela escola.
Edward ficou ainda mais surpreendido. O médico não era velho, não tinha mais do que 25, mas Alice tinha dezessete anos, era ilegal. Poderia trazer conseqüências terríveis.
— Só somos amigos, ele é uma grande pessoa e um dia o encontrei no shopping nos sentamos para conversar e até o acompanhei para escolher umas camisas – sorriu ainda mais envergonhada.
Edward não criticou a relação de amizade e dedicou-se a pensar como faria seu pedido.
O dia de escola já estava acabando e Bella não falou com ele por medo de que Edward estivesse zangado com ela por sua nota de ontem.
— B-B-Be-ella – gaguejou alcançando-a quando ela ia rumo a biblioteca.
— Edward – sorriu nervosa – recebeu meu bilhete?
Ele assentiu em silencio.
— Desculpe se fui grosseira, mas amei escutar e precisava falar – sorriu nervosa.
Não sabia o que passava em sua mente cada vez que estava com ele, mas sabia que Edward era alguém muito especial para ela, não é como quando você olha para seu irmão, não claro que não era assim, mas não era um amigo… por acaso gostava dele?
Não negou a possibilidade ainda que achasse que ele não pensaria da mesma maneira para com ela.
— N-Não s-se s-sinta m-mal, e-eu a-a-mei lê-lê-la – sentou como o rubor subia por suas bochechas e antes que se arrepende-se soltou torpemente sua declaração. – V-Você g-gos-taria d-de i-ir a-ao b-ba-ba-baile com-migo – gaguejou excessivamente.
Para Bella pareceu tão terno o gesto de Edward de se esforçar para pedir apesar de que poderia escrever.
— Claro – sorriu – Confesso que esperava que o fizesse.
Eles caminharam juntos ambos nervosos e envergonhados por sua atitude tão boba no momento que quiseram falar e o fizeram ao mesmo tempo.
— A-A que h-horas p-pa-passo para te b-buscar?
— Quem sabe as oito estaria bem – sorriu.
Ambos falaram ao mesmo tempo. Ficaram em silêncio novamente.
Naquela noite, Rosalie não ficou quieta em nenhum momento. Tinha o vestido perfeito, o que talvez muitas meninas iriam querer.
Um verde iridescente com uma saia linda, e uma rosa no lado esquerdo do quadril.
Sem dúvida, a cor adaptava muito bem.
Edward por sua vez, organizou o seu terno e penteado novo.
— Você está linda – sorriu seu irmão ao vê-la radiante.
— Obrigada, você sim está divino, quem sabe me arrependa e cancele o encontro com Emmett para andar ao seu lado – piscou para ele.
Carlisle estava na sala de estar esperando-os para dar-lhes um par de conselhor.
— Rosalie, Edward venham aqui – apontou.
Os garotos caminharam até onde estava. Já sabiam o que lhes diria, mas ainda assim foram sem dizer nada.
— Quero que se cuidem, qualquer coisa me chamem ou a sua mamãe, nós não demoraremos para ir por vocês – disse em tom apreensivo. – Edward cuide de sua irmã e você Rosalie faça o mesmo.
— Vaia bem – beijou a testa da sua gêmea.
Ele devia ir buscar Bella, enquanto Emmett viria por ela.
Bella estava uma pilha de nervos, havia perdido seu celular e por mais que ligasse não encontrava. Lembrou logo que o tinha no silencioso.
Emmett o devolveu antes de sair ao ver que estava na prateleira do banheiro.
— Já estou indo! – gritou da porta.
— Nos vemos – respondeu Bella.
Renée estava com uma enxaqueca horrível pelo o qual não respondeu.
Estava absolutamente nervoso, ir buscar Rosalie era um sonho… era a única garota que realmente lhe importava e por fim havia conseguido um encontro… com certeza não o arruinaria.
Bella pegou seu telefone e desceu.
Tinha um lindo vestido roxo curto com brilhos e lantejoulas iridescentes sobre o espartilho.
Não quis sentar pelo nervosismo e andava como um gato em uma gaiola, de um lado para outro.
Edward não quis buzinar. Desceu do volvo, movendo uma e outra vez as chaves em sua mão.
Tocou a campainha e sentiu os nervos em sua garganta.
— Oi – sorriu Bella ao vê-lo.
Edward estava petrificou-se. Vestia uma linda cor que ressaltava sua pele e seu corpo e se adaptava muito bem a aquele vestido.
— O-Oi – disse torpemente.
— Vamos? – sorriu Bella.
Edward ofereceu-lhe o braço e caminharam até o volvo, Edward abriu e fechou a porta ambas as vezes, quando subiu e quando chegaram na escola.
— Sabe? – lhe disse quando chegaram no salão – tive uma idéia brilhante.
Edward sorriu ao vê-la assim entusiasmada.
— Q-Qu-al? – gaguejou.
— Está com seu celular?
Ele assentiu.
— Sei que é difícil para você falar, mas não temos por que fazer se podemos escrever mensagens – sorriu.
Para Edward não era má idéia, seu pai havia colocado um plano que incluía uma quantidade de mensagens que ele não ocupava mais do que com sua família.
— E-Esta b-bem – sussurrou.
Entraram no salão e os olhares se pousaram neles.
Muitos pensavam em como Edward havia podido convidar a garota nova. As mulheres pensavam em como Bella havia atrevido a vir com alguém como ele…
Emmett e Rosalie chegaram uns segundos depois e se uniram ao grupo aonde estava Ângela e Bem. Alice ainda não tinha chegado com seu encontro.
— O salão está lindo – admirou Bella.
— O f-foi p-prepa-rado pe-las me-ninas – gaguejo Edward.
Já não se importava com gaguejar tanto, quem sabe o fazer que ela lhe escutasse apesar de tudo mudasse as coisas.
Os garotos cansados de esperar Alice, se foram para a pista do Baile.
Edward tomou a cintura de Bella e agarrou-a mais perto de seu corpo.
Eles se moveram com o ritmo lento da música, enquanto Bella encostou a cabeça no peito do alto garoto.
— É a primeira vez que estou em um baile assim – explicou ainda apoiada nele.
Edward sorriu.
Para ele era a primeira vez que dançava com uma garota que não fosse da sua família.
Bella estava muito confortável no peito de Edward, sobre tudo porque era capaz de escutar as batidas aceleradas do seu coração.
Por que estava tão desesperado? Por que seu ritmo cardíaco aumentava? Estaria nervoso por falar? Se sentia incomodo com sua aproximação.
Isso definitivamente a tinha intrigada...
Muito fofo eles no baile *u* e ele convidando ela awn/
Espero que tenham gostado
Deixem reviews.
Bjs
