PAPER LOVE

Disclaimer da ManneVanNecker: Os personagens não me pertencen, eles são criação de Stephenie Meyer. A história é minha pelo o qual fica proibida sua reprodução parcial ou total sem meu consentimento.

Disclaimer: A história pertence a ManneVanNecker, que me autorizou traduzi-la para vocês.

Sinopse: Edward é um garoto tímido que sobre de tartamudez, sua gêmea Rosalie o defende diante dos valentões do colégio. Ele se surpreendeu diante da chegada de uma garota que rompe as expectativas do resto e decide conversar, superando o medo do exílio social.


Capitulo 5 – Descobertas

Bella relaxou ao ouvir uma música suave, tentou evitar pensar em coisas que não fazia sentido. Era impossível pensar que Edward estaria fixado nela… era um homem ferido por todas as meninas em torno dele, era impossível que ele pudesse tomar conta mais do que como uma amiga de sua irmã.

Alice estava nervosa, Jasper ainda não tinha ido por ela e seu atraso era enorme. Eu não podia acreditar que a deixou plantada… não dessa forma.

A campainha soou e correu escada abaixo.

— Alice – Jasper sorriu.

— Oh! Você chegou – disse ela com desdém.

Ele queria explicar tudo o que aconteceu, mas não queria estragar a noite, não pelo menos agora, depois de tudo mais cedo ou mais tarde iria descobrir o que havia acontecido em seu escritório.

— Perdoe o horrível atraso, mas eu acho que é hora de assistir, não? – sorriu tentando acalmar a cara de brava da menina.

Alice se conformou por momento com aquela precária resposta, sabia que não tinha direito de exigir nada, mas se tinha ficado de sair com ela o mínimo era que respeitasse a hora.

Subiram no conversível de Jasper e ela não fez mais do que olhar a rua. Tentou por todo o caminho controlar sua raiva, mas era praticamente impossível.

— Coloque o cinto – lhe pediu ao ver que havia uma patrulha o fazendo parar.

Rapidamente Alice fez o que ele pediu.

Parou como lhe pediu a policia, e começou a tirar seus documentos com total tranqüilidade.

— Boa noite – disse friamente o policial.

— Boa noite, oficial – disse Jasper estendendo os documentos.

Se retirou para a parte de trás do carro e ali os revisou.

Uma vez vendo que estava tudo em ordem os devolveu.

— Para onde estão indo? – perguntou ao ver Alice.

— Vamos até o Instituto de Forks, vão dar um baile beneficente – manteve sua voz tranqüila enquanto respondida.

Alice ficou em silêncio, olhando para as mãos, que não paravam de se mexer em seu colo.

— Srta. – chamou a sua atenção para o uniformizado.

Pela primeira vez, ela levantou o rosto.

— Seria tão amável de estender-me sua identificação?

Alice estremeceu, tentando manter a calma pegou sua pequena carteira, o documento solicitado.

Ela era menor de idade e estava acompanhada por um homem mais velho que não era seu familiar, pior ainda, nem mesmo seu pai sabia que ela estava saindo com o seu psicólogo… Deus! Isso é uma loucura, pensou para si mesma.

O policial viu a data de nascimento de Alice, a menina tinha apenas dezessete anos.

— Você é familiar indireto da senhorita? – perguntou ao condutor.

Jasper respirou fungo, só a ele aconteciam essas coisas.

— Não oficial, mas seu pai esta sabendo que hoje eu sairia com ela, é mais do que um prazer poder ligar para ele – lhe estendeu o celular.

O uniformizado o rejeitou.

— Não se preocupe, podem seguir – lhes entregou os documentos.

Jasper começou a seguir em silencio.

— Boa mentira – Alice riu, ainda que na verdade não achava graça que pudesse mentir com tanta facilidade, quem sabe fazia o mesmo com ela.

— Não é uma mentira – disse firme – Seu pai sabe que estamos saindo.

O silêncio na cabine era sepulcral.

— O quê? Você está louco? – Gritou desesperada.

— Não ele veio falar comigo e não sei como ele soube, a questão é que conversamos por um longo tempo e acabou aceitando, no entanto, ainda assim deixara de se consultar comigo por ética – disse ainda sem olha-la.

— Pare o carro imediatamente! – disse irritada.

Jasper parou novamente. Ambos saíram do conversível.

— Alice, por favor – pegou gentilmente no braço dela.

Ela recusou o contato.

— Jasper como você vai e diz ao meu pai sem me consultar? – Disse chocada.

— Eu disse que ele chegou no meu escritório e me exigiu que explicasse, ele já sabia – disse tentando manter a calma.

— E como descobrir se ninguém sabia? – Ela gritou.

— Ele disse alguma sobre uma conversa por msn – respondeu com uma careta.

— Por isso você demorou? – ela perguntou.

Ele assentiu em silêncio.

Não se importava em ir ao bendito baile, muito menos agora... Seu pai sabia que ela estava saindo com seu psicólogo, Deus, isso era um absurdo! Repetiu para si inúmeras vezes.

Jasper não entendia a postura da menina que tinha os braços cruzados na frente dele. Em um ato inesperado e não planejado, ele a pegou pelo braço, aproximou-a a si e deu-lhe um beijo delicado, aquele necessário para silenciar a menina irritada.

Ela respondeu sem hesitação, sua raiva se dissipava cada vez que seus lábios tocavam os de Jasper.

Finalizando o momento ela abraçou o seu peito à procura de perdão e aceitação. Jasper gentilmente acariciou suas costas.

— Vamos? – disse docemente.

— Esta bem – a pequena sorriu.

Edward e Bella haviam se sentado, eles estavam cansados de dançar por tanto tempo e tinha decidido fazer uma pequena pausa, enquanto Rosalie e Emmett continuaram na pista.

Ben nervoso pegou a mão de Ângela para sair do ginásio. Bella notou o desaparecimento da menina e sorriu.

Edward estava nervoso sentado ao lado dele não sabia o que dizer ou fazer… depois de todo tentar o que tentar certamente seria um fracasso retumbante.

— Você esta bem? – perguntou Bella ao vê-lo com a testa franzida.

Ele assentiu em silencio.

— Vamos dar uma volta? – disse dando-lhe seu melhor sorriso.

— C-Cla-ro – disse tímido ainda com suas mãos tremulas.

Lhe ofereceu o braço e saíram do salão.

Ela não sabia precisamente o que estava fazendo, simplesmente queria ficar sozinha com Edward, poder tentar conversar e evitar todos os olhares do salão que realmente acabavam com sua animação de estar ali.

Sentaram em um pequeno banco que estava rodeada de arvores.

— Obrigada por vir comigo – disse nervosa.

— N-Não m-me n-negar-ria de e-est-ar c-co-nti-go – sussurrou.

O que significaria isso? Perguntou-se Bella uma e outra vez...

Ela instintivamente pôs a mão sobre a de Edward. Este ficou tenso no contato.

Edward não sabia o que pensar, ela era muito boa com ele, era terna e estava ansiosa para ser sua amiga, assim como ele o desejava, mas então seu coração se apertava ao pensar que ela só queria isso dele, sua amizade.

Jamais havia visto uma mulher tão linda ao lado dele, com exceção da sua irmã, mas Bella… ela tinha uns lindos olhos que refletiam sua linda alma e ele adorava poder olhá-los de vez em quando, principalmente quando ela não notava.

Analisou uma e outra vez seus sentimentos, enquanto ela olhava fixamente o salão. A queria como algo mais que uma amiga?

Rosalie estava dançando com Emmett, distraída de tudo o que falava ao seu redor. Sentia-se feliz nos braços do rapaz corpulento, era mais que músculos era coração e ela estava encantada por isso.

Emmett estava se debatendo entre convidaá-la para sair ao salão ou ficar ali. Não queria tentar nada atrevido, ele sabia que Rose era uma menina decidida e de tomar armas.

— Rose – sussurrou em seu ouvido.

Ela estremeceu diante o hálito quente que roçou seu lóbulo.

— Sim – respondeu da mesma forma.

— Quer beber algo? – sorriu.

Não era sua intenção dar um passo rápido, mas preferia continuar lentamente assim teria certeza de não deixar de lado o romantismo.

Ambos saíram rumo a mesa de bebidas.

Emmett tentando ser um pouco mais atento a segurou pelas costas e a guiou evitando que alguém chocasse com ela na pista de dança.

Ela estremeceu com o contato tão próximo, tentou acalmar sua respiração.

Edward ainda pensava sobre seus sentimentos e se sentiu tosco por não fazer nada para tentar demonstrá-los… embora soubesse que poderia não ser correspondido por uma bela mulher, mantinha as esperanças de se declarar algum dia… porque tinha que admitir. Ninguém tinha se aproximado dele com o interesse de conhecê-lo e valores, ninguém tinha buscado uma maneira mais confortável de falar, ninguém o olhava como ela fazia… Edward podia sentir a doçura de Bella ultrapassar seus olhos… Seria gostar ou gratidão? Esse era o seu debate agora.

Enquanto Bella retirava sua mão lentamente e mantinha seu olhar para o salão.

Edward para ela era estranhamente alguém importante em sua vida e ainda que não tinha idéia de como havia chegado a isso, sabia que não poderia falar. Era um garoto doce, terno e inocente, nada parecido com o idiota do seu ultimo namorado que só a havia enganado para logo deixá-la.

Edward ao sentir o cabelo da mão de Bella desaparecer em um ato instintivo voltou a segurar sua mão. Ambos olharam-se ruborizados, Edward mais nervoso que o habitual tentou falar, mas optou por permanecer em silêncio.

— Você ia dizer algo? – Bella disse tímida.

Edward não sabia o que dizer… queria dizer muitas coisas, mas, esse era o problema havia muitas mas...

— Edward – ela pressionou sua mão suavemente – Sabia que pode contar comigo e estarei atenta escudando-te.

Seus olhos astanhos olharam para ele com tanta ternura contida que fez um esforço para falar.

— S-Só é q-que v-vo-cê é m-mui-to – suspirou – i-imp-por-tan-te p-para m-mim.

Ele ficou muito chateado, primeiro estava feliz por declarar o quanto ela era importante para ele, mas sentiu vergonha de sua falta de fluência.

— Realmente sou? – disse imediatamente corando ao se dar conta de que o fez em voz alta.

Ambos abaixaram o olhar. A timidez e o desconforto se aproveitaram do momento.

— B-Be-lla e-eu...

— Gente! Aqui estão vocês – disse Rose – Estávamos procurando vocês, vai começar o bingo de caridade, será melhor entrarmos.

Emmett sorriu para a irmã ruborizada, ele tinha certeza que havia algo errado com o irmão de Rosalie.

— Bella você está bem? – Emmett disse sorrindo.

Ela notou o tom de voz desagradável do seu irmão.

— Eu estou – disse friamente.

Os quatro entraram no salão e ficaram surpresos ao ver que a Alice com seu acompanhante.

— Gente! – sorriu – Finalmente chegamos.

Abraçou Rose e logo Bella.

Jasper ficou tenso ao ver Edward ali, logo se deu conta que a forma que lhe olhava não era judicioso e compreendeu que era o quem se sentia incomodo ali.

— Edward! Que prazer! – tentou parecer natural.

— S-sim é – sorriu.

Todos foram para suas meses tranqüilos para desfrutar daquela noite tranqüila.

Bella perdeu completamente, enquanto Rose reclamava da sua má sorte.

— Eu sou horrível nestes jogos! – Emmett reclamou.

— Não se queixe, você nunca teve sorte – brincou Bella, que também não ia muito bem.

— Tão silenciosa? – disse Rose para Alice.

— Estou concentrada nos números – sorriu enquanto Jasper a abraçava.

— E você Edward? – perguntou Ângela.

— F-faltam d-dois – sorriu.

Alice lhe olhou fingindo irritação.

— Não vai tirar o meu prêmio – gritou.

Todos riram, ninguém queria ver Alice irritada.

— O 42 – disse o professor que estava anunciando os números.

— Não! – gritou Alice ao ver que não tinha esse numero.

— Não se queixe, você esta indo muito bem – Jasper beijou sua testa.

— Edward tem! – Rose gritou.

— Ainda f-falta u-um-um – respondeu.

Os dois seguintes números não se coincidiam com os cartões de Edward e nem de Alice, os demais havia se dado por vencidos ao ver que não tinham opções de ganhar.

— Dez dólares por Alice – sorriu Jasper propondo uma aposta.

— Dez por Edward – respondeu Rosalie.

— Dez que nenhum vai ganhar – Emmett sorriu.

Todos ficaram olhando sérios.

— Como nenhum ganha? – gritou Alice.

— Existe a possibilidade, por que não? – sorriu Ben.

— Dez por Alice – disse Ângela.

Rose estranhou essa aposta, ela sabia que Angelia sempre havia gostado do seu irmão, agora não?

— E você irmãzinha? – perguntou Emmett.

— Dez por Edward – sorriu tímida.

Continuaram ditando os números. Edward e Alice não mostravam seu jogo por nada.

Todos estavam tensos na mesa, atentos que alguém na outra mesa gritaria o tão desejado "bingo".

— Edward, como está o seu jogo? – Rosalie quis saber.

Esse segurou seu cartão contra o peito.

— Será s-surpre-as – sussurrou.

— O 98 – gritou o anfitrião.

— Bingo! – Edward gritou.

Todos ficaram surpresos no salão. Edward Cullen tinha gritado sem gaguejar em algum, e estava em pé balançando seu cartão.

Edward imediatamente percebeu o que tinha feito e se envergonhou.

Seus amigos na mesa aplaudiram e começaram a pagar as apostas.

O anfitrião chegou à mesa e pediu o cartão para Edward.

— São sessenta dólares – sorriu Emmett ao ver que todos colocaram o dinheiro.

— Trinta pra casa uma? – sorriu Rose.

— Acho que deveríamos doar ao fundo do bingo – respondeu Bella.

— Magnífica idéia! – Rose gritou.

Ambas se levantaram e caminharam até onde Edward estava.

— Confirmado! O vencedor do bingo é o Sr. ...

— Cu-Cullen – gaguejou.

— Cullen! – gritou em seu ouvido o animador.

— Hei! – chamou a atenção Rosalie.

Todos olhavam enquanto subia ao palco.

Pediu o microfone e falou naturalmente.

Rosalie tinha toda a personalidade que estava faltando em Edward.

— Meus amigos e eu apostamos para ver quem seria o ganhador desse bingo, pois bem Bella e eu ganhamos ao apostar em Edward e a soma do montante são sessenta dólares, os quais estamos felizes em doar para esse bingo beneficente – sorriu.

As pessoas aplaudiram tão belo ato e os três desceram do palco, conformados por terem colaborado um pouco mais.

Edward levou seu presente para a mesa.

— O que é? – perguntou Ângela.

— Abra! – insistiu Alice.

Edward desdobrou o papel e viu dentro de uma bonita e delicada agenda que era muito elegante e uma caneta linda que tinha uma gravação lembrando-lhe como o vencedor do evento de caridade.

— É lindo – Bella sorriu.

— Me da à caneta? – Disse a sua irmã com ternura.

Rosalie gostava de colecionar todo o tipo de caneta e esse era um dos que não tinha em sua coleção.

— Você gosta das canetas? – perguntou Emmett.

— A-as a-ama – Edward sorriu nervoso.

— Amo e essa eu não tenho – sorriu.

Emmett se alegrou ao saber que poderia a fazer feliz comprando canetas para sua coleção.

— N-Não p-posso t-te d-dar e-essa – sussurrou Edward.

— Tem que me comprar uma – sorriu.

— E-esta b-bem – respondeu com um sorriso, seu gêmeo.

Voltaram a abrir a pista de dança e todos se dirigiram para apreciar a música suave.

— Rose? – sussurrou Emmett.

— Sim? – respondeu docemente.

— Vai sair comigo na outra semana para ir ao cinema verdade?

— Claro, tínhamos combinado isso – sorriu.

Ele estava feliz em saber que não havia mudado seus planos e alem disso poderia ver mais de perto Bella e Edward, realmente lhe agradava o rapaz para sua irmã e, se estava ao seu alcance os unir, então o faria.

— Obrigada – voltou a sussurrar em seu ouvido.

— Por que?

— Por me fazer feliz essa noite – sorriu.

Rosalie estremeceu diante as palavras doce de Emmett e se aproximou ainda mais do seu peito.

Bella olhava desde uma certa distancia como seu irmão dançava com Rose, e ela amava o ver feliz assim.

— Sabe que Emmett gosta de Rose? – sussurrou para Edward.

— S-Sim, d-da p-para n-no-tar m-muito – sorriu.

— Da pra notar? – perguntou Bella.

— C-claro, R-Rose t-ta-tam-bem g-go-gosta de-le – gaguejou.

Bella sorriu, isso não sabia, a Rosalie não se notava a atração que sentia por seu irmão, mas ao contrário de Emmett era óbvio demais.

— Você acha que funciona?

— S-Sim, a-acho q-que s-sim – se aproximou ainda mais.

— Ela notou a leve pressão em suas costas.

— V-voce es-esta l-linda.

Ao que se devia isso? Perguntou-se Bella.

— O-obrigada, é a segunda vez que o diz – corou em seus braços.

— É-É p-porque e-esta – sorriu nervoso.

Se viram interrompidos pelo final do baile, todos os casais foram colocados ao redor do palco e não demorou para se dar finalizada a noite beneficente com pleno existo.

O fundo iria para a corporação de garotos queimados de Forks, ainda mais depois do trágico incêndio que ocorrei nessa área.

Emmett ajudou a Rosalie a subir no seu carro, não demorou para chegar a casa dos Cullen.

— Obrigada pela bela noite – Rose lhe abraçou.

— Obrigado a você por me dar a oportunidade de sair com você – sorriu.

Instintivamente seus corpos se aproximaram e ele depositou um terno beijo em sua bochecha, não era para parar do imposto por Rosalie, ele desejava respeita-la e que ela dissesse quando lhe daria essa confiança.

Rosalie de certo modo se decepcionou, queria um beijo nos lábios, algo mais romântico, mas percebeu que talvez não fosse o momento, embora desejava ter essa sensação deliciosa que há muitos anos não sentia.

Se afastou de Emmett e foi em direção a sua casa.

— Rose – a chamou.

Se virou com ânsias de receber o tão desejado beijo, mas encontrou Emmett segurando seu casaco.

— Esqueceu isso – sorriu.

Decidida e sem pensar duas vezes, recebeu sorridente o casaco.

— E você esqueceu disso – sorriu.

Deixou cair suavemente sua boca sobre os lábios de Emmett, que surpreso diante a ousadia de Rose não sabia o que fazer. Seguiu o jogo dos movimentos dos seus lábios e abraçou a pequena cintura da loira. Seus corações batiam fortemente e depois ela se afastou do garoto que tinha roubado seu sono ultimamente.

— Isso...? – Emmett tentou dizer.

— Isso é porque é uma linda pessoa e porque cansei de esperar que você o fizesse – sussurrou.

— Só queria ser cuidadoso – sorriu.

— Esta bem, com você sempre esta bem – voltou a beijar-lhe ternamente.

Jasper e Alice havia chegado na casa da garota, esta lhe convidou a entrar para poder conversar com seu pai.

Ali estava o Sr. Brandon sentado em seu sofá e esperando falar com o casal.

— Papai – Alice sussurrou.

— Vejo que já se decidiu por mostrar o rosto de quem roubou seu coração – disse ainda em tom grave.

— Bem... pai – gaguejou.

— Sr. Brandon – Jasper lhe interrompeu – Eu de certa forma acabei gostando muito de sua filha e não espero menos do que sua aceitação, de nenhuma maneira lhe faltarei o respeito e procurarei cumprir suas condições – disse atropeladamente.

Alice ficou surpresa com o que Jasper disse, mas ainda mais surpresa com a reação de seu pai, que se levantou do sofá e estendeu a mão solenemente. Seria uma aprovado?

Saltou para os braços de seu pai, ela nunca imaginava que ele iria aceitar assim. Jasper também ficou satisfeito com a aparente aceitação, mas teve de ouvir as regras do assunto.

Edward estacionou de um lado da casa de Bella. Ele abriu a porta e ajudou-a a descer.

— Obrigada – sorriu.

— O-Obri-gado a-a vo-voce p-por t-tudo – tentou dizer.

Bella se aproximou dele e beijou sua bochecha.

Eles sentiram o choque que ocorreu no contato.

Ela ficou contemplando os lindos olhos verdes celestes do alto garoto de cabelos cor de cobre. Mordeu os lábios enquanto lutava entre o beijar ou não… Neste momento era o que mais queria… gostava de Edward e queria saber se era correspondida, lentamente se aproximou dele.

— Vamos entrar? – interrompeu Emmett sem se dar conta da situação.

— S-sim – disse decepcionada.

Pela primeira vez, ela odiava seu irmão com motivo.

Deitou frustrada e se recusou a conversar com Emmett, esse se sentiu muito mal ao ver tinha arruinado o momento, não era sua intenção de interromper, mas a noite escura não ajudou a distinguir a proximidade entre Edward e Bella.

Edward chegou em casa transtornado, ela realmente ia lhe beijar? Não, não podia ser, era impossível, certamente sussurraria algo… Como Isabella Swan uma garota linda e escultural se fixaria em um gago?

Essa noite quase não dormiu pensando em tudo o que aconteceu. Quando estava a ponto de adormecer, seu celular tocou.

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Ed oi, desculpe pela hora.

Não consigo dormir e você?

Obrigada pela maravilhosa noite.

Cuide-se.

B.

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Respondeu rapidamente a mensagem seu sono tinha ido embora.

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Bella não se preocupe não consigo dormir

A maravilhosa noite, foi você quem me deu

Obrigado por sua linda companhia

Beijos

Ed.

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Seu coração saia de seu peito, ansiosa pegou o celular e leu a mensagem...

Lhe enviava uma de volta dizendo o que sentia? Esperava melhor dizer pessoalmente? E seria melhor não lhe dizer? O mais provável era que ele não correspondesse...

Se debateu entre enviar a verdade nessa mensagem… então teclou sem saber bem o que escrevia e enviou sem pensar. Depois disso desligou o celular e se dispôs a dormir, amanhã saberia o que lhe havia respondido.

Edward nervoso sentiu novamente o som do seu celular, e rapidamente leu o que dizia.

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Edward eu… para mim você também é muito especial

Quem sabe muito, mais do que achei que chegaria a ser.

Adoraria poder falar com você amanhã

Há algo importante que devo lhe dizer

Beijinhos

Cuide-se

B.

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O que seria importante que Bella iria falar?

Edward não conseguiu dormir tranqüilo, tentou ligar, mas o celular dela foi para a caixa postal.


Não, não abandonei a fic, e mil desculpas pela demora de meses, mas prometo tentar postar outro essa semana que vai entrar ok

Eles estão cada vez mais próximos do que tanto queremos *-*

Esse Edward é uma fofura da vontade de apertar ele loucamente.

Obrigada pela paciencia e pelas reviews.

Bjs