Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Um muito obrigada para a Renata e a Audrey1947 que comentaram a minha Fic e para a Dani asmar potter e à Risia Mello que recentemente me favoritou... Vocês moram no meu coração, assim como os meus outros leitores! Amo vocês!

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

0 2 de julho de 1971 – tarde

Richard foi à casa de sua mãe, Elisa Taylor buscar Jean. Chegando lá, Victoria acordou Severo que havia dormido com a cabeça deitada em seu colo.

– Chegamos querido. – disse a mulher.

Severo levantou a cabeça e espreguiçou–se.

– Essa é a sua casa senhora? – ele perguntou

– Não, é aqui que a sua avó mora. Viemos buscar a Jean... – respondeu Victoria.

A casa de Elisa era um sobrado de tijolos a vista e ficava no campo, a beira de um lago. Era uma casa grande, porque a mulher adorava a visita de seu filho e suas netas.

Os quatro saíram do carro. Victoria e Richard carregavam as gaiolas com as corujas. Audrey bateu a aldrava para chamar a avó e saíram da casa Jean e Elisa. A mulher tinha altura mediana, cabelos castanhos na altura dos ombros, usava brincos de argola e seu vestido era vermelho, branco e preto, de listras verticais.

– Filho, aqui está a Jean e... meu Deus do céu! – gritou Elisa se aproximando de Severo. – menino, você está bem? E para que esses bichos?

A mulher colocou as mãos no rosto de Severo para ver se ele estava com febre e ele se assustou. Richard disse:

– Mamãe, você está assustando–o... eu disse a você que ele é pálido, ele está bem... e esses bichos são a minha coruja e a coruja deles e a minha coruja não gostou do seu comentário... – Disse Richard apontando para Lyra, que tinha um olhar mortal.

– Você me disse que ele é pálido, mas eu não fazia ideia que ele era tão pálido... – disse Elisa olhando para Severo. – desculpe meu filho... Você deve estar com fome não é? As corujas fogem? Se não fugirem, pode soltá–las, tadinhas...

– Eu tô com fome, vovó... – disse Audrey conjurando um poleiro para as corujas que pousaram nele.

Elisa abraçou Audrey e disse:

– Mas é a minha neta mais brava e ciumenta... vamos comer...

– Cadê o vovô? – perguntou Audrey.

– O vovô tá no hospital... – respondeu Elisa viando–se para Severo. – Seu avô, Roger é Diretor Administrativo do hospital onde seu pai trabalha...

– Ah... – respondeu Severo sem entender nada.

– Diretor Administrativo é responsável pela coordenação dos médicos, pela supervisão e execução das atividades de assistência médica do hospital e outras coisas... tem dia que ele fica até 10 horas naquele hospital... mas não se preocupe uma hora você vai conhecê–lo..

Jean chegou perto de Severo. Ela olhou o menino e sentiu uma profunda simpatia por ele. ela disse:

– Você é o...

– Severo – disse o menino.

– Você é pouco mais baixo do que eu, Severo. E aí, tá se dando bem com a baixinha ranheta*?

– Mãe, ela tá me chamando de ranheta!

– Para Jean, a Audrey tá crescendo, ela pode ficar mais alta que você...

Severo e Jean se olharam e deram risada. Elisa disse:

– Parem de rir da irmã de vocês ou eu vou coloca–los de castigo!

– Tá bom... – disseram os dois.

– Você nem me disse do que o menino gosta de comer Richard... – disse sua mãe.

– Eu também não sei mamãe...

– Quantos anos ele é mais velho que a Audrey?

– Na verdade ele é da mesma idade que ela, só cinco minutos mais novo...

– Mais nooovooo... – disse Jean. – Então você é nem...

– Nem? – perguntou Severo.

– Nem mais velha, nem mais nova, a irmã do meio!

Os dois começaram a rir de Audrey de novo e Audrey conjurou uma bola de fogo na mão direita.

– Senhora Taylor, ela vai queimar a gente! – disse Severo rindo.

– A avó de vocês já mandou parar! Vamos entrar e comer... – Victoria fez uma cara brava, mas gostou de ver Severo rindo pela primeira vez.

A família entrou na casa de Elisa para comer. Depois do almoço as crianças saíram para o lago e Elisa perguntou ao filho:

– Por que esse menino tem um olhar tão triste?

– O pai dele é um estúpido e a mãe dele não liga para ele. Eu e a Victoria tentamos ajudá–lo como podemos, mas não podemos simplesmente levá–lo para casa. Por isso que mandamos Audrey para lá.

– Mas ela é apenas uma criança!

– Você diz isso porque não viu o estrago que ela fez na mesa da Victoria. Ela tem uma força fora do normal...

– E o que você vai fazer para ajudá–lo.

– Mamãe, eles vão para uma escola de bruxos na Escócia chamada Hogwarts. É uma escola particular tão cara quanto a de Jean e se fosse pelo seu pai, ele ficaria em casa sem estudos...

– Mas que monstro!

– Eu não ligo para o dinheiro, depois que eu fiz o doutorado eu passei a ganhar bem no hospital. Eu me importo com a saúde do menino, ele vive assustado. Se eu pudesse, não o levava para a casa dele...

– Faz bem em ajudá–lo, filho...

– Hoje eu vou levá–lo ao hospital para ele cuidar dos dentes e ver se ele precisa de óculos. Se ele precisar, eu arrumar óculos e lentes de contato para ele, depois a Lyra leva para a casa dele.

– Quem?

– A coruja... você vai se acostumar, elas são aves muito inteligentes, se eu mandar, ela traz para você uma carta de casa, elas vão aprender o caminho...

– Que bom... vou pedir a sua coruja para mandar cartas para a Audrey e o Severo... então pode deixar o poleiro na sala mesmo, assim ela acostuma...

De repente Severo aparece correndo e encharcado com Audrey e Jean correndo atrás e gritando:

– Volta aqui Severo, a gente tava brincando... – disse Jean

– Se ele contar, a gente tá fodida! – disse Audrey.

Severo subiu no colo de Elisa e disse:

– Elas tentaram me afogar...

– Ai que mentira Severo... a gente só queria lavar o seu cabelo... – disse Jean rindo

– JEAN! Onde estão seus modos? – disse Elisa. – O menino tá tremendo de frio! E onde vocês tavam com a cabeça, entrar na água depois de comer! Vem Severo, vou te ajudar a se secar...

– Não precisa vovó... – disse Audrey ofegante de correr. Ela levantou as mãos e com um feitiço secou a todos.

– O Severo não pode fazer magia? – perguntou Elisa com Severo ainda no colo.

– Sim e não. – respondeu Audrey. – Ele consegue fazer, mas não pode porque é menor de idade e o Ministério da Magia proíbe menores de idade fazerem magia fora da escola. Sai daí... bebê chorão!

– Eu não sou bebê chorão! – disse Severo chorando e escondendo o rosto no ombro de Elisa.

– Pede desculpas a seu irmão! – disse Richard

– Mas...

– AGORA!

– Desculpa Severo... – disse Audrey. Ela falou baixinho – bebê chorão...

– E Jean, ele precisa lavar a cabeça, mas não sendo afogado no lago! – disse Richard.

– A gente não tentou afogá ele, ele que tá exagerando... eu segurei ele por trás, a Audrey... molhou a cabeça... dele.. e começou... a esfregar... – disse Jean rindo. – cara, foi muito engraçado.

– Engraçado porque não foi com você! A brincadeira é boa para quem faz, para quem vê, mas não para quem sofre... pede desculpas a seu irmão! Ele é o seu caçulinha...– disse Richard.

Jean se aproximou da avó, colocou a mão no ombro de Severo e disse:

– Desculpa...

Severo apenas fez sim com a cabeça e pensou:

"Agora eles vão pensar que eu sou um bebê chorão..."

– Por isso que os olhos dele estavam tão vermelhos, Jean você deveria se envergonhar! – disse Elisa.

– Está tudo bem senhora... – disse Severo.

– Não, não está. Se elas fizerem isso de novo, conta para o seu pai e para mim!

– Sim senhora...

Audrey revirou os olhos. Estava óbvio que Severo estava tirando proveito da situação, ela já foi a irmã caçula... E ele estava mesmo. Pela primeira vez ele soube o que era colinho da vovó...

Depois de Severo se acalmar, a família Taylor, juntamente com as corujas já na gaiola foram para o carro e foram para a casa deles. Victoria e Jean ficaram em casa com a desculpa de alimentar as corujas e Richard levou Severo e Audrey ao North Manchester General Hospital.

Primeiro Richard levou o menino à dentista. Sua amiga, a Dr. Elisabeth Spencer, o conhecia desde a faculdade, então seria mais fácil se Severo ficasse com medo e executasse magia acidental. Enquanto Audrey distraía Severo, ele levou a amiga para um canto e disse:

– Oi Elisabeth, que bom que você tem um tempinho para a gente... esse é o Severo, meio–irmão de Audrey. Ele é como se fosse um filho para mim. É a primeira vez que ele vem ao dentista, tenha paciência com ele...

– Deu para perceber. Ele olha para as coisas como se nunca as tivesse visto. Vou conversar com ele com bastante calma, eu atendo crianças pequenas que nunca vieram ao dentista...

Elisabeth se aproximou de Severo que estava um pouco assustado ao ver os aparelhos e a cadeira. Ela sorriu e disse:

– Boa tarde, eu sou Elisabeth Spencer, amiga do Richard. Você é o Severo, certo?

– Sim...

– Não tenha medo, alguns aparelhos parecem assustadores, mas não vou te machucar. Eu já cuidei dos dentes da Audrey e da Jane... sente–se – disse a dentista apontando para a cadeira.

Severo sentou–se na cadeira e se arrependeu de não ter ido ao banheiro antes. Um frio percorreu a sua espinha. Elisabeth sentou–se na sua cadeira, colocou as luvas, os óculos e a máscara e pensou:

"Como uma criança nessa idade nunca foi ao dentista? O que eu faço para não assustá–lo ainda mais?"

– Abra bem a boca... isso... RICHARD VEM AQUI!

– O que foi mulher? ...

Richard assustou–se com o que viu. Além dos dentes amarelados, o menino tinha vários dentes cariados! Parecia que ele nunca havia escovado os dentes! Severo estava começando a ficar nervoso, afinal ele estava com a boca aberta e não sabia o que estava acontecendo...

– Temos que fazer uma raspagem e seis obturações... eu só vou te cobrar o material Richard...

– Tudo bem...

Audrey estava preocupada com o irmão. Como ele ia reagir com o tratamento?

– Severo, você está com tártaro e a gente vai ter que remover. Se eu não fizer isso, seus dentes podem começar a ficar moles e você pode perde–los. Seus dentes são bem irregulares... você vai ter que usar aparelho ortodôntico***, mas isso é para outra consulta. Você também tem seis dentes cariados, que têm que ser tratados também... primeiro vamos fazer a raspagem... é incômodo, mas não dói... para isso eu uso esse aparelho ultrassônico...

Severo olhou para o aparelho que mais parecia uma pequena foice e não gostou dele. Elisabeth pediu para ele deitar–se na cadeira, abrir novamente a boca, mas quando ela ligou o aparelho, ele sentiu a magia se agitar dentro dele e a dentista foi jogada para trás.

– Mas o quê...

Severo tentou fugir, mas Audrey trancou o consultório com magia. Enquanto a menina acalmava o irmão, Richard se aproximou da amiga e disse:

– Desculpe não ter te avisado... Severo é um bruxo e o que aconteceu se chama magia acidental...

– Tudo bem... – disse Elisabeth se levantando– ai, minha bundinha... mas você bem que poderia ter me avisado...

– É que isso é um segredo...

– Já devia imaginar... é a primeira vez que eu vejo um bruxo...

– A segunda, a Audrey também é...

– Tudo bem... vamos voltar, Severo?

– Desculpe senhora...

– Está tudo bem criança...

O resto do tratamento ocorreu bem. Elisabeth deu um espelho a Severo e ele viu seus dentes, agora mais brancos. Ele só não gostou das obturações de amálgama**.

– Essas obturações são feinhas, mas você estava quase perdendo seus dentes... Agora você tem que ficar 1 hora sem comer nada viu?

– Muito obrigado Elisabeth, agora vamos levar esse mocinho ao Dr. Huston.

Eles foram à sala do Dr. Charles Huston. Richard disse:

– Foi muita bondade você ter encaixado o Severo para mim...

– Isso não é nada Richard, você já me ajudou antes, só estou retribuindo... venha mocinho!

Após o exame Charles ficou boquiaberto. Ele chamou Richard e disse:

– É incomum que esse menino nunca reclamou de nada, ele tem 4 graus de miopia em cada olho!

– O quê?

– Richard, isso é miopia moderada. No caso dele reconhecer uma pessoa a uma distância de 1 metro fica difícil.

– Escuta menino – disse Charles olhando para Severo – você nunca sentiu dor de cabeça.

Severo abaixou a cabeça e os homens tiveram a resposta.

– Não precisa se envergonhar Severo... agora a sua visão vai melhorar. O Dr. Huston vai me dar a receita e eu vou mandar fazer um óculos e um par de lentes de contato para você...

– Se meu pai descobrir ele vai...

– Ele só vai descobrir se você abrir sua boca grande para ele! – disse Audrey

– Audrey, pare! – gritou Richard

Os três saíram do hospital, entraram no carro. Lá dentro, Audrey disse:

– Por que você nunca me disse que enxergava tão mal? O papai vai te ajudar...

– Isso não é justo! Ele nem é meu pai!

– Mas é como se eu fosse! Você é irmão da minha filha, dá é da família... Severo meu filho... se eu pudesse, não te levava de volta para aquele monstro, você iria de volta para casa viver com suas irmãs...

– Mas e o aparelho?

– A gente esconde com glamour, nem os idiotas de Hogwarts vão descobrir...

Eles foram à casa de Richard. Ele disse:

– Severo, hoje você vai dormir em casa. Amanhã eu levo vocês de volta para a casa do Tobias...

– Tudo bem senhor... – respondeu Severo.

Eles entraram na casa. Severo foi para a sala e encontrou Jean dormindo no sofá com uma revista no peito. Ele pegou a revista, sentou–se no chão e começou a ler. Chegou perto dele uma cachorrinha branquinha, começou a cheirá–lo e deitou–se perto dele. Audrey chegou, sentou–se perto dele e disse:

– Essa é a Ônix, a cachorrinha da minha mãe...

Severo levantou uma sobrancelha. Audrey disse:

– Não liga não, esse nome ridículo quem colocou foi a Jean****. A Ônix é uma lulu–da–pomerânia...

Severo colocou a cachorrinha no colo, apontou para a televisão e perguntou:

– O que é isso?

– Isso é uma televisão, um aparelho que transmite imagens e sons de forma instantânea.

Richard chegou perto deles e disse orgulhoso:

– E a nossa televisão é a cores!

– Ah... que bom... – respondeu Severo.

– Desculpe Severo... – disse Richard. – É que quando a televisão a cores surgiu, ela era muito cara, mas agora ela é mais popular...

– Mas... as pessoas perdem seu tempo sentadas em frente a uma caixa vendo coisas coloridas?

– Muitas pessoas fazem isso... elas ficam na frente da televisão, não incentivam seus filhos a ler e não conversam com eles, mas aqui em casa é diferente... nós não assistimos qualquer coisa, eu e a Victoria lemos bastante e as meninas também leem e estudam bastante... Jean! Os meninos no chão e você deitada no sofá!

Jean acordou assustada. Severo e Audrey riram.

– Ahn... desculpa papai, eu não vi o Severo chegar... a ranheta pode ficar aí no chão...

Jean abraçou Severo e Audrey e disse:

– Mas vocês bem que podiam ter me acordado... Ah que gracinha papai a Ônix gostou do Severo...

Severo olhou para a casa limpa e bem arrumada. Como se lesse os seus pensamentos Jean disse:

– Nós temos uma faxineira que limpa a casa e lava a roupa, mas a mamãe é quem cozinha... para nós não bruxos, uma mulher que não dá conta de cuidar de seus filhos não cuida da própria vida. É por isso que a cozinha é aberta, enquanto ela faz o jantar, ela fica de olho na gente...

– O jantar está pronto! – gritou Victoria.

Eles foram à cozinha e Severo ficou admirado com a comida. O jantar era torta de galinha com verduras, carne de carneiro assada e para beber havia vinho para os adultos e uma bebida preta estranha.

Todos pegaram a comida e como Severo ficou apenas olhando Victoria pegou o seu prato e disse:

– Eu coloco para você, se não gostar de alguma coisa, pode falar...

Ela colocou a comida para Severo e serviu a bebida para ele. ele perguntou:

– O que é isso? Está saindo gases dessa bebida...

– Isso é Coca cola... é um refrigerante bastante popular. Ele não faz bem para os ossos se beber todos os dias, mas se consumir de vez em quando não faz mal...

– É que ela tem fósforo... – disse Richard. – para o fósforo sair do corpo ele se une a uma molécula de cálcio, por isso se consumido em excesso causa osteoporose...

– Mas nada como uma dieta rica em cálcio para resolver... – disse Victoria.

Severo comeu, gostou do refrigerante e amou a comida. Logo depois os cinco foram para a sala, os adultos ficaram assistindo o noticiário e as crianças ficaram lendo.

Na hora de dormir, Severo, Audrey e Jean dormiram no quarto de Jean. Audrey ampliou a cama para caberem os três e Jean colocou a Ônix na cama junto com eles. Os três ficaram conversando até tarde.

No dia seguinte à tarde, Richard levou Severo e Audrey embora. Victoria e Jean abraçou os dois e disseram que iam sentir muitas saudades. À noite eles chegaram à casa de Tobias. Ninguém apareceu para recebe–los. Richard disse com um ar triste:

– Meninos, vou mandar fazer os óculos e a lente de contato e depois eu mando a coruja entregar para vocês.

Quando Richard deixou os meninos de volta à casa de Tobias ele sentiu um aperto no peito. Entrando no carro, ele ligou o rádio no último volume e começou a chorar.

* Audrey media 1,40m e Jean 1,65m. Assim como Lily na memória de Snape (aquela cena que ele carrega uns livros e é derrubado por Thiago) a altura dela é pouco acima do ombro de Severo.

**O amálgama é um material restaurador bastante utilizado pelos dentistas na atualidade em razão de seu baixo custo, facilidade técnica, resistência ao desgaste e selamento marginal; entretanto, pela presença do mercúrio e outros metais pesados, existe uma crescente resistência ao seu uso.

*** No início da década de 1970, Lawrence Andrews, visando simplificar o tratamento ortodôntico, inseriu no bráquete do aparelho Edgewise angulação e inclinação, criando os aparelhos pré–ajustados. Os aparelhos daquela época eram parecidos com os atuais, só que as peças eram bem maiores.

**** Audrey falou que o nome da cachorrinha é ridículo porque ônix é uma pedra preta.

O Pica-Pau foi criado em 1940 pelo artista de storyboard Walt Lantz. Seus desenhos formam transmitidos na televisão pela primeira vez em 1957, no programa The Woody Woodpecker Show, que mostrava novas sequências animadas do Pica-Pau interagindo com as filmagens em live–action de Walter Lantz, como se uma pessoa e um desenho animado estivessem apresentando o programa juntos.