Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugar, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Um agradecimento especial à Renata pelo seus comentários e à Dani Asmar Potter que favoritou a minha Fic. Vocês moram no meu coração! Eu peço a quem estiver lendo com elas que comente também, isso me faria muito feliz...Beijinho!

Em Hogwarts Alvo estava radiante. Ele fez umas modificações nos jardins para a chegada de Remus e o serviço foi finalizado a tempo. Por causa da licantropia do menino, Alvo teve que mandar um túnel que ia dos jardins do Castelo até uma casa abandonada para que ele pudesse se alojar nela e passar a lua cheia sem ferir nenhum colega e nenhum professor. Minerva chegou perto dele e vendo o brilho característico de seus olhos, disse:

– Que felicidade toda é essa nos olhos? Até parece que você nunca viu uma Seleção de alunos...

– Ah, minha filha, o túnel que eu mandei construir para o aluno especial finalmente ficou pronto a tempo...

– Você sabe muito bem o que eu penso a respeito de tudo isso...

– Minerva, ele é só uma criança... Escuta... você tem esse temperamento desde que terminou o relacionamento com aquele trouxa*...

– Minha vida pessoal não é do deu interesse!

– Por que você não tenta ser feliz com o Elphistone?**

Minerva deu um longo suspiro, virou–se e deixou o diretor sozinho. Ele disse:

– Ah minha amiga a sua vida seria mais feliz se você tivesse tido coragem para revelar para o seu verdadeiro amor a verdade...

Saindo do barco, os três amigos subiram na carruagem com outro primeiro ano, Avery. Audrey olhou para a frente bestificada.

– Ah, eu sei. Você é capaz de ver os tresálios...

– Quem? Perguntou Lily.

– Tresálios. É quem está conduzindo a carruagem. Só consegue ver quem já enfrentou a morte... – disse Avery.

– Mas eu era um bebê! – disse Audrey.

– Como assim? – perguntou Severo.

– Quando eu era um bebê, eu quase morri engasgada com o leite. Quem me salvou foi o papai. Esses bichos parecem cavalos alados, mas são esqueléticos...

– Interessantes essas criaturas, pena que eu não consiga vê–los... – disse Severo.

– Eu prefiro continuar sem vê–los... – disse Lily.

A viagem continuou em silêncio. O quarteto desceu da carruagem e junto com os outros estudantes, foram para Hogwarts.

Os alunos foram para o Grande Salão e foram recebidos por Minerva. Ela, como vice–diretora e como tradição recebia os alunos e fazia o discurso de boas– vindas.

– Vejam. Essa mulher é a vice–diretora. Ela é uma Grinfinória, se a gente for para a casa dele, quem sabe ela defenda a gente de nossas travessuras? – disse James.

– Não sei não, ela tem fama de rígida. Ops, desculpe professora.

Minerva olhou feio para dois meninos conversando. Dumbledore levantou–se e começou o discurso:

– Sejam bem–vindos a Hogwarts. Daqui a pouco teremos uma cerimônia muito importante, a cerimônia de Seleção. Depois dela teremos o banquete de abertura. A seleção vai definir em que casa cada primeiro ano vai e ela é importante porque enquanto vocês estiverem aqui a sua casa será a sua família. Vocês vão ter as aulas e enquanto não estiverem na sala de aula estarão ou no Salão Comunal ou nos seus quartos.

– Hogwarts é dividido em quatro casas: Sonserina, Lufa–lufa, Grinfinória e Corvinal. Cada casa foi fundada por um bruxo poderoso e delas saíram pessoas extraordinárias. Cada acerto de vocês vai render um ponto para a sua casa e cada erro de vocês vai fazer a sua casa perder um ponto. No final do ano letivo a casa que tiver mais pontos receberá a Taça das Casas que é uma grande honra...

– Pro inferno essa taça! – disse Audrey. – Ela só serve para criar inimizade entre os alunos... Ai, eu quero comer...

– Pare com esse drama! – disse Severo. – A pessoa que te ouvir vai pensar que você passava fome e veio aqui só para comer.

– Ela tá certa em um ponto... – disse Lily. – Vamos prometer que se a gente ficar em casas diferentes não vamos brigar por essa porcaria...

– SILÊNCIO! – gritou Dumbledore, assustando os alunos que estavam conversando.

Minerva levantou-se e disse:

– Mais uma coisa... como é dito todo ano, a Floresta proibida tem um motivo para ter esse nome. Quem for pego andando por ela vai ganhar uma detenção. O zelador, Sr. Filch comunica que não quer encontar alunos fazendo magia no corredor quando vocês não estiverem em aula. Teremos testes de Quadribol na segunda semana de aula. Agora vamos começar a Seleção...

Na Mesa dos Professores estava o Chapéu Seletor. Audrey revirou os olhos quando ele começou a cantar:

"Posso parecer apenas um chapéu rasgado

Mas eu sei muito mais do que vocês

Pois séculos de vida eu tive

Apenas para selecioná-los nas suas Casas

Mas uma coisa eu peço!

E ouçam com atenção.

Seja você de qualquer Casa,

Precisamos nos unir

Pois alguém lá fora planeja desunião

Inimizade e falta de coração

Mas agora vou finalizar essa parte da canção

E vamos dar início à Seleção!"

James foi para o lado de Lily e desarrumou o cabelo. Ela abriu espaço entre Audrey e Severo e se enfiou no meio deles. Ela perguntou:

– Qual é o problema dele?

– Chatice aguda... bate nele! – disse Audrey.

– Em qual casa vocês vão? – perguntou Lily.

– Sonserina. Você vai para a Grinfinória.

– Espero que isso não afete a nossa amizade...

– Isso depende da gente... – disse Audrey pegando na mão da amiga. – Espera...

Ela foi para perto de Lupin que estava branco de tanto nervosismo e perguntou:

– O que foi?

– Na.. nada... a gente vai colocar o chapéu na cabeça e ele vai ver nossos talentos mágicos. Aí ele vai te avaliar.

– Severo, eu vou ali fazer um negocinho... vem cá Lupin!

Ela levou o menino para o banheiro dos meninos. Ele gritou:

– Peraí, cê tá louca!

– Lave o rosto e tome respirações profundas, vamos...

Ele fez o que ela mandou. Audrey esperou o menino se acalmar um pouco e disse:

– Eu sei porque você tá nervoso assim... você é um lobisomem...

Lupin sentiu as pernas ficarem bambas e se apoiou na pia do banheiro. Audrey segurou suas mãos e disse:

– Escuta... eu não te chamei para te ameaçar ou te deixar mais nervoso. Eu nunca vi uma Seleção antes, mas o Chapéu não vai falar para todo mundo o que você é... tome...

Ela juntou as mãos e soprou, conjurando um vidrinho. Ela disse:

– Tome. Isso é uma poção trouxa chamada valeriana. Meu irmão Severo toma isso toda vez que entra em pânico. 28 gotas três vezes ao dia. Mas tome cuidado, quem toma valeriana fica mais fraco para bebida alcoólica... apesar da gente estar em lados diferentes, eu não vou falar para ninguém... e quando você se sentir seguro para contar para seus amigos, eles vão aceitar... eu não gostei do James, mas ele gostou de você e será um amigo leal para você...

Severo entrou no banheiro e gritou:

– CARAMBA AUDREY ESSE É O BANHEIRO MASCULINO! – depois ele olhou para Lupin. – Ele tá bem...

– Vai ficar melhor...

– Você é um lobisomem, né? Se segredo tá seguro com a gente... esperem eu usar o banheiro para a gente ver a Seleção, já está na letr Lily vai ficar muito nervosa se a gente não estiver com ela quando ela for chamada...

– A sua namoradinha é brava... EI! Ela ainda tá aqui! – disse Lupin, quando viu Severo usar o mictório sem cerimônia na frente de Audrey.

– Em primeiro lugar, eu gosto da Lily como uma amiga... em segundo lugar, a Audrey é minha irmã, não tem nada que ela não tenha visto...

Eles foram ao Grande Salão. Lily disse:

– Até que enfim! Cê tá bem Audrey? O Severo disse que aquele menino te levou ao banheiro...

– Tô sim... é a fome, a minha pressão caiu...

A Seleção começou e como Audrey havia dito os Lupin, Peter, Sirius, James e Lily foram para a Grinfinória. Lily ficou revoltada de ter sido escolhida na mesma casa que James. O chapéu chegou na letra S:

– Snape, Audrey.

Severo ficou nervoso. E se a irmã fosse para a Grinfinória de novo? Ele ia ficar sozinho! Eles já não iam dormir juntos, o que ia acontecer agora?

Minerva colocou o Chapéu na cabeça de Audrey e ele arregalou os olhos. Todos olharam surpresos para o chapéu seletor.

Ele estava chorando.

– Menina, estou vendo sua luta para salvar o Severo. Na verdade você já viveu mais de 38 anos... A sua casa seria a Grinfinória pela sua bravura, mas eu vou coloca–la na mesma casa que o seu irmão.

O chapéu gritou:

– Venha Severo!

– Mas você ainda não disse em qual casa vai a menina! – disse Minerva.

– Você vai questionar a minha decisão? Venha Severo!

Severo foi para o banquinho hesitante. Audrey segurou a sua mão e todos os alunos olharam para eles com raiva. Por que eles tinham que ser diferentes? O Chapéu disse:

– Minerva, coloque–me na cabeça do Sr. Snape.

Minerva hesitante colocou o chapéu na cabeça de Severo. Ele disse:

– A melhor casa para os irmãos Snape é a Sonserina!

– Isso não é justo! O chapéu tem que colocar a Snape na casa certa!

– Eu vi que você é acostumado a ter todos fazendo a sua vontade, mas eu não vou mudar a minha ideia por causa de um menino mimado como você!

Audrey e Severo foram para a mesa da Sonserina. O banquete foi servido e os alunos começaram a comer. Logo, todos começaram a olhar para Audrey que comia sem parar. Ela havia repetido o prato três vezes e comido um frango inteiro.

– Tão olhando o quê? Tenho a força de quatro homens, tenho que comer por quatro... – disse Audrey.

– Você tem razão... – disse Lily da mesa da Grinfinória. – Se a comida tá na mesa é para ser comida...

– Comida, não devorada como um animal... – disse James.

– VAI TOMAR NO CU! – gritou Audrey dando um soco na mesa.

A mesa partiu em duas partes e a comida caiu no chão. Minerva e Dumbledore olharam um para o outro perplexos. Como uma menina tão pequena quebrou uma mesa enorme com apenas um soco...

– Professora McGonagall... – disse Audrey sem jeito – Essa mesa tem cupins...

Audrey colocou as mãos sobre a mesa, concentrou–se e a mesa voltou ao normal, com a comida em cima dela. Como se não tivesse acontecido nada ela voltou a comer.

Da mesa dos professores Minerva disse a Dumbledore:

– Alvo... essa menina vai nos dar trabalho.

– Bobagem... ela é forte, mas tem um bom coração...

Enquanto os irmãos Snape comiam, Nancy Treveland***, uma menina loira perguntou:

– Então... vocês são gêmeos?

– Sim... – responderam os dois juntos.

– Não, minha querida... – disse a Prof McGonagall, que estava atrás deles com Dumbledore.

"Ora sua vadia..." – pensou Audrey irritada. Nesse momento todas as janelas do Grande Salão quebraram. Dumbledore correu para Minerva e disse:

– Sim, eles são gêmeos srta. Treveland – ele virou–se para a Minerva baixinho e disse – o restante dos alunos não precisa saber a verdade...

Minerva e Dumbledore fora à mesa dos professores. Ela estava irritada com a atitude do colega. Como ele pôde desmenti–la na frente dos alunos? Como se pudesse ler seus pensamentos, ele disse:

– Ora Minerva, não fique brava comigo... você não precisa expor os meninos desse jeito...

– Eles estão mentindo! – gritou Minerva.

– E quem precisa saber da verdade? Eles não devem nada a ninguém... A verdade só traria vergonha a eles... Vamos Minerva, eles não precisam disso...

Minerva olhou feio para Audrey. Desde o começo ela sabia que uma bruxa tão poderosa como ela poderia causar problemas. A professora jurou que iria manter um olho na menina.

Após o banquete os alunos foram para as suas Casas. James e seus amigos seguiram os outros grinfinórios com Minerva. Antes de sair, Narcisa encontrou seu primo Sirius e disse:

– Já mandei uma carta para a tia Walburga... então querido, pode esperar um berrador amanhã...

– Por que você fez isso sua idiota! Esse problema é meu! – gritou Sirius.

– Eu amo a minha tia, eu tive que falar... até loguinho...

Depois que Narcisa saiu Sirius disse:

– Vagabunda! Ainda bem que eu não fiquei na Sonserina!

Minerva chamou a atenção dos alunos e disse:

– Boa noite. Antes de mais nada fico muito feliz em ter vocês como meus alunos... a nossa casa é conhecida por abrigar aqueles que são bravos de coração. Eu espero que os primeiros anos entendam isso como uma metáfora, não como uma desculpa para cometer atos irresponsáveis.

– Uuuuuh... – disse James baixinho. Sirius riu.

– Algum problema Sr. Potter? – perguntou Minerva.

– Nenhum, professora, desculpe...

Os quatro amigos foram para o dormitório. Eles dividiam o quarto com Frank Longbottom e Mathew Finnigan. Depois que Frank e Mathew dormiram James chamou os amigos, mostrou uma ratoeira e disse:

– Alguém sabe o que é isso?

– Dã... isso é uma ratoeira – disse Lupin.

– Errado! Isso é um presentinho que o pai do seboso vai dar para ele amanhã...

– Não faça isso, ele pode se machucar... – disse Lupin.

– Beleza! – disse Sirius. Ele olhou feio para Lupin. – O pai do Seboso vai dar o presente para ele amanhã e ninguém vai estragar a surpresa...

– Boa noite! – disse Lupin.

Enquanto isso, na Casa Comunal da Sonserina o Professor Horácio Slughorn fez o discurso de boas– vindas para seus alunos:

– Boa noite a todos. Essa casa é conhecida como a casa detentora do orgulho, do poder, unidade e força. Salazar Slytherin era conhecido por ser exigente e poderoso, então eu não vou tolerar nenhuma gracinha na minha casa...Não importa o que aconteça nós permanecemos unidos e sempre ajudamos uns aos outros. O toque de recolher é às 22:00 horas, portanto eu não quero encontrar nenhum engraçadinho fora do Salão Comunal depois dessa hora, fui claro?

Depois do discrurso Audrey deu o baú para Severo, eles se abraçaram e cada um foi para o seu dormitório. Audrey revirou os olhos quando viu que a sua cama era do lado da de Nancy. Ela disse:

– Bonito o seu baú...

– Obrigada. – respondeu Audrey. Ela colocou a mão no baú e discretamente executou um feitiço de proteção.

No seu dormitório Severo tomou banho e preparou–se para dormir. Estavam com ele Avery, Evan Rosier, Wilkes e Múlciber. Os cinco meninos se apresentaram, conversaram um pouco e dormiram.

AN: * A mãe de Minerva, Isobel Ross escondeu do seu marido, Robert McGonagall que era uma bruxa, vivendo o resto de sua vida como trouxa. Ela teve mais dois irmãos, Malcolm e Robert Jr, ambos bruxos. Os três foram para Hogwarts, mas Isobel continuou escondendo seu segredo.

Quando ela conheceu Dougals McGregor ela se apaixonou por ele, mas depois ela descobriu que ele não era bruxo. Para não ter o mesmo destino que a sua mãe, ela decidiu romper o relacionamento com ele.

** Em 1954 ela trabalhou como assistente de Execução das Leis da Magia. Como ela não gostava do emprego, ela abandonou o cargo. Como ela tinha amizade com Elphistone e ele gostava muito dela, os dois acabaram se casando. A minha cabecinha que só pensa coisas boas está insinuando nesta Fanfic que Minerva tem esse temperamento porque ela nunca esqueceu Douglas e ela se casou com Elphistone s´p porque ele gostava dela.

*** Eu nomeei Nancy Treveland que menina loira que ri de Snape no início da Pior Memória de Snape Ele saiu do banho com o papel no sapato e ela aparece rindo e segurando alguns livros ... No 1:02 minutos da cena