Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugar, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.
Um muito obrigada para à Renata que comentou minha Fic e para a Dani asmar potter que favoritou... Vocês moram no meu coração, assim como os meus leitores! Amo vocês!
15/09/1971
– Oh, quarta–feira dos infernos*! – gritou Audrey.
– Bom dia para você também! – disse Beatriz.
– Ah... bom dia!
– Vamos tomar banho e comer! – disse Beatriz. – Nossa primeira aula é da Professora McGonagall...
Audrey colocou o travesseiro na cabeça e disse:
– Aaaaaaai, que booooosta!
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Lily acordou, tomou banho e saiu com suas amigas. James e seus amigos estavam esperando–a. Ele disse:
– Bom gente, vão sem mim que eu vou com el... AI!
Lily deu uma bofetada no rosto de James. As amigas dela e Peter choraram de rir.
– As amigas dela rirem de mim qté que vai, mas VOCÊ! – gritou James para Peter.
– Desculpa cara, eu não resisti... – respondeu Peter.
– Vamos tomar o café... – disse Remus. – E de uma vez por todas, para de mexer com a menina, ela não gosta...
– Ah, vai te foder! – gritou Sirius. Cuida da tua vida!
– Iiiiiiih, tá andando muito com a sangue–ruim... – disse Peter – Tá falando como ela...
Sirius deu uma olhada feia no amigo que se arrepiou de medo. Eles foram ao Grande Salão tomar café.
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– Olha lá James, os irmãos Sebosos estão sentados longe da sua Lily... – disse Peter.
– Irmãos Sebosos... gostei, até que enfim saiu da sua boca alguma coisa que preste... – disse James.
Peter mostrou a língua e começou a comer. Ele não gostava de seus colegas, andava com eles por pura inveja...
"Merlin, um dia eu me vingo desse Bizunguinho mimado dos infernos!" – pensou Peter.
Audrey ficou olhando para Peter e lembrou–se que Hermione havia dito que ele traiu os amigos e que Sirius foi preso por culpa dele, mas como dizer isso para as pessoas sem levantar suspeita? Ela disse a Severo:
– Eu não gosto daquele cara–de–rato...
– Nem eu... não é confiável... os bestas dos amiguinhos dele vão se ferrar na mão dele...
– Temos que fazer alguma coisa!
– Fazer o que? Ir até eles e dizer "toma cuidado que o seu amiguinho rato vai te trair"? Você acha que aqueles acéfalos vão acreditar na gente?
– Aaaah... não... mas ele vai fazer algo bem foda para os amigos, você vai ver...
– Eu sei... e vou estar sentado na primeira fileira para assistir...
– E para a Lily também seu besta!
– Aí a coisa fica complicada! – Severo pensou, bebeu seu suco de abóbora. – Tá bom. Pense em alguma coisa e conte com a minha ajuda...
Peter olhou os irmãos Snape. Ele percebeu que os dois olhavam para ele. Ele pensou:
"Essa sangue–ruim vai ser um problema também... hhmmmm, tive uma ideia!"
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Aula da Professora McGonagall. Os irmãos Snape e Lily no lugar de sempre e Os Marotos na frente prestando atenção. De repente aparece um bilhete para Audrey. Ela abre e lê:
"Eu brigo com você, mas na verdade estou apaixonado por você... James."
Ela conjurou um pedaço de papel e escreveu:
"Vai se foder Potter!"
Peter chamou a Professora McGonagall discretamente e disse:
– Professora, a Audrey tá escrevendo para o James...
– Muito obrigada Sr. Pettigrew. – Disse Minerva Baixinho. Nem os Marotos ouviram a conversa.
– O que você queria com ela? – perguntou Lupin enquanto Minerva se afastava.
– Eu não consigo fazer essse feitiço que ela ensinou, é muito difícil... – disse Peter.
Minerva foi para a mesa de James na hora que ele recebeu o bilhete. Ela pegou o bilhete da mão dele e gritou:
– SRA. SNAPE! VOCÊ SE ACHA SUPERIOR A PONTO DE XINGAR SEUS COLEGAS NA MINHA AULA?
– Ele que começou Professora!
– Eu não fiz nada... – disse James assustado. Dessa vez ele não estava mentindo.
– JÁ CHEGA! Detenção com a Madame Pomfrey às 19:00 horas! Vai ficar uma hora com ela!
– Ah Professora, fala sério! É a hora da janta! – disse Audrey.
– Melhor ainda! Assim você aprende a não humilhar seus colegas! E 15 pontos da Sonserina por gritar comigo!
– Nossa... – disse Severo. – Desculpa falar, Audrey, mas assim a Grifinória vai ganhar a taça...
– Eles que enfiem a taça no cu, tô nem aí com essa porra... – respondeu a irmã.
– Que bosta, esse infeliz te faz uma coisa dessas e você quem leva detenção... – disse Lily. – Eu não vou ficar nem um pouco feliz se ganhar essa merda de taça. E digo mais: Enfiem no cu do James...
– Vamos para antes que eu comece a rir e ganhe outra detenção... – disse Audrey.
Minerva olhou para trás e os três disfarçaram, pegando o livro e lendo.
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Na hora do almoço Minerva disse a Alvo:
– Eu não sei o que fazer com essa menina! Ela me tira do sério! Você acredita que o Sr. Potter estava quieto e ela mandou um bilhete xingando–o.
Ela deu o bilhete a Alvo. Ele leu o bilhete e começou a rir.
– Alvo! Isso não é engraçado! Ela ganhou uma detenção por isso!
– Você não tá pegando pesado com ela?
– NÃO! E você deveria me ajudar, não rir...
Tudo bem... então mais tarde vamos falar com o pai deles...
– Sim, vamos... Eu me arrependo do dia em que eu a convidei para estudar aqui, olha para ela! Comendo com os outros como se fosse uma pessoa normal...
– Ela é uma pessoa normal...
– Não, não é! É uma assassina em potencial!
– MINERVA! Não rotule a menina como se ela fosse cometer um crime! Vamos conversar com o pai dela e depois nós vemos o que fazemos com ela...
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Às 19:00 horas Minerva foi ao escritório de Dumbledore. Ele disse:
– Vamos falar com o pai dela? Mas por que agora?
– Por que a menina está na detenção e não vai nos atrapalhar...
– Minerva... você está sendo muito dura com ela...
– Um dia você vai ver que eu estava certa...
Ela pegou um punhado de pó de flu e disse:
– Casa dos Snape!
Tobias viu as chamas verdes na chaminé e ficou furioso. O que aqueles bruxos queriam com ele afinal?
– Que foi? – perguntou ele.
– Precisamos falar com o senhor a respeito de seus filhos... – disse Minerva.
– Não quero falar sobre eles! – gritou Tobias.
– O Severo é um ótimo aluno, mas a sua filha é muito problemática... agora mesmo ela está cumprindo detenção com a Madame Pomfrey... ela é um perigo para nós...
– E eu com isso?
– A família que abrigou Audrey pediu para se responsabilizar da menina e do seu filho... eles pediram para entrar em contato com eles toda vez que os meninos precisassem de dinheiro ou alguma autorização...
– Por mim tudo bem! E o menino, onde tá?
Minerva ficou boquiaberta. Por isso Audrey tinha aquele gênio, com um pai desses...
– Ele está na biblioteca estudando.
Tobias sentiu uma vibração no pênis. Ele perguntou:
– Agora eu fiquei preocupado com o menino, Deus sabe o que essa menina pode fazer com ele... posso vê–lo?
– Sim... – disse Dumbledore
– Sim, por mim tudo bem... – disse Tobias lambendo os lábios.
Minerva passou pela rede de flu e quase engasgou com a situação precária da casa. Era nesse chiqueiro que os irmãos Snape viviam? Não é à toa que a menina era tão revoltada. Recompondo–se, ela disse:
– Pegue no meu braço e vamos.
– Eu sei como usar a rede de flu, sou casado com uma bruxa, se esqueceu?
Minerva jogou o pó de flu na lareira e disse:
– Escritório do Diretor, Hogwarts!
Os dois saíram no escritório de Dumbledore. Tobias perguntou entusiasmado:
– Que lugar é esse?
– O escritório do Diretor. Faça o favor de se sentar, esse é o Diretor Dumbledore...
– Prazer em conhece–lo... – disse Alvo estendendo a mão para Tobias, porém sem resposta nenhuma.
– O que a menina fez desta vez?
– Ela é um perigo para todos nós! Você deveria tirá–la da escola! – gritou Minerva.
"Eu não vou ficar com esse fardo em casa, eles que se virem!" – pensou Tobias irritado.
– Então é isso que vocês fazem com quem não sabem lidar? Livram–se do aluno como se ele fosse lixo? Escuta você estudou para ser professora?
– Eu não sei onde você quer chegar com isso... – disse Dumbledore.
– Na Faculdade onde vocês estudaram ninguém ensinou a lidar com alunos problemas.
– Mas você é o pai dela! – gritou Minerva.
– E você – disse Tobias levantando–se e apontando para Minerva – estudou para lidar com crianças! O que é isso? Você não sabe lidar com ela, abandone o cargo! Desocupa a moita! Vai cuidar de bichos! Ah, já sei você não cuida de cavalos porque eles, ao contrário dela podem te dar um coice...
Minerva e Alvo ficaram chocados. Alvo disse:
– Nós não vamos expulsar sua filha... É que a mãe biológica dela e seu marido manifestaram o desejo de serem responsáveis por eles em todos os sentidos...
– Por mim tudo bem! Se tiver algum problema, procure essa mulher que deu esse fardo para mim! Essa bosta é particular para a gente não ser incomodado com filho! – disse Tobias com repulsa. – Vai buscar meu filho, eu tô com pressa.
Dumbledore saiu e depois de um tempo ele entrou com um relutante Severo. Tobias perguntou:
– Podemos conversar a sós?
Severo fez que não com a cabeça, porém Dumbledore disse:
– Ah, sim claro... Vamos esperar lá fora...
Os dois saíram deixando pai e filho a sós. Antes que Severo pudesse gritar, Tobias pôs a sua boca na dele, colocou a língua dentro da boca dele e começou a beijá–lo. Quando terminou, ele tampou a boca do menino e disse baixinho:
– Meu filho... papai tava com saudades...
Severo tentou fugir, mas Tobias segurou seus pulsos. Ele jogou o menino na mesa, tirou as suas calças e as dele e penetrou com tanta violência que Severo nem conseguiu gritar, tamanha foi a dor.
– Ah... perfeito como sempre... espere...
Tobias começou a apertar o sexo de Severo com força e ele começou a chorar. Ele disse na orelha do filho:
– Seu inútil, nem consegue se excitar! – e deu um tapa no rosto do menino, torcendo para não fazer marcas.
Quando chegou ao orgasmo, Tobias jogou o menino no chão e vestiu–se...
Depois que Severo se vestiu, ele abriu a porta para Minerva e Dumbledore entrarem. Dumbledore disse:
– O que foi Severo, você está chorando...
– Ele disse que a irmã dele bateu nele... Olha o rosto dele! E ninguém viu nada!
Minerva ficou horrorizada quando viu uma marca de tapa no rosto do menino.
– É mentira! – gritou Severo. – A mão da Audrey é pequena, a marca deve ser grande...
– Meu filho, não encoberte a sua irmã, vai ser pior... – disse Tobias com um tom paternal.
– Pode deixar Sr. Snape, tomaremos providências... vamos?
– Ah... sim... tchau, filho, papai te ama!
Tobias saiu pela Rede de Flu com Minerva. Dumbledore perguntou a Severo:
– Quer voltar à Biblioteca?
– Não senhor, eu quero ir para o meu dormitório... – disse Severo tampando a marca com a mão.
Chegando ao dormitório Severo foi para o banheiro com seus acessórios de Higiene, abriu o chuveiro bem quente e começou a chorar e soluçar. Até em Hogwarts! Ele não podia aguentar!
Ele se esfregou com tanta força que a sua pele ficou vermelha. Quando ele foi lavar suas partes íntimas, ele sentiu uma fisgada. Aquele monstro! E ainda colocou a culpa na sua irmã pelo tapa que ele deu!
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Na Ala Hospitalar:
– O que você fez para merecer essa detenção? – perguntou Poppy.
– Eu não fiz nada, eu juro! Foi aquele desgraçado do Potter! – disse Audrey.
– Linguagem, Sra. Snape! – Hoje você vai tentar fazer essa poção para mim, é muito complicada e eu não sei fazer...
– Se você que é medibruxa não sabe fazer, quem garante que eu vou saber?
– Ao menos tente! – gritou Poppy nervosa.
"Merlin, a Minerva disse que ela é uma bruxa poderosa, capaz de fazer qualquer poção sem dificuldades... Semana que vem já é lua cheia e o Sr. Lupin está sem poção! Ela é minha última esperança!" – pensou Poppy.
Audrey leu as instruções e disse:
– Poção Wolfsbane? É para o Remus?
Poppy ficou vermelha e disse:
– Sim, e se você não conseguir fazer ele estára sem poção na lua cheia, comece!
– Sim senhora...
Audrey começou a poção seguindo as instruções do livro. Poppy disse:
– Tome cuidado, o Acônito é uma planta tóxica!
Audrey conjurou uma máscara cirúrgica e um par de luvas cirúrgicas e continuou fazendo a poção. Poppy não interferiu, mas achou aqueles objetos que a menina acabou de conjurar muito esquisitos.
Meia hora depois a poção exalou uma fumaça azul fraca. Poppy suspirou aliviada.
– Não acredito que você conseguiu! – disse Poppy. – Eu com meus anos de experiência nem cheguei perto! Dispensada!
– Não posso... passaram 40 minutos, eu ainda tenho 20 minutos de detenção...
– Espere... – Poppy escreveu uma pequena nota. – Essa nota explica que você foi dispensada mais cedo pelo bom desempenho. Eu te peço duas coisas: não conte a ninguém o segredo do Sr. Lupin e se você puder...
– Eu faço a poção dele... O Remus é uma boa pessoa, ele só escolheu as companhias erradas...
A menina viu um pote em cima da mesa e perguntou:
– O que é isso?
– É um bálsamo para feridas... pode ficar com ele, você e seu irmão só se metem em encrencas... é para passar na ferida e algumas horas depois ela está curada. Mas se for algo mais grave, me procurem!
– Muito obrigada Madame Pomfrey! – disse Audrey guardando o pote e correu para a porta. – Fui!
– Hey! Não precisa... correr...
Poppy ficou mais calma aquela noite. Enfim, Remus teria a sua poção e não perderia a sua consciência na lua cheia.
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Audrey desceu para o terceiro andar e viu uma cena costumeira: Lily brigando com James enquanto ele despenteava os cabelos. A menina saiu tão nervosa que esbarrou em Audrey e nem a cumprimentou. Audrey disse:
– O único que que afasta da Lily é você mesmo... – disse Audrey saindo das sombras.
– O QUE? Quem te deu o direito de bisbilhotar os outros?
– Eu não tava bisbilhotando, eu tava na Ala hospitalar, a Madame Pomfrey me pediu ajuda... Escuta Potter, o que a Lily escolher para a vida dela tá bom para mim, o Severo é só um amigo para ela, o que tá te sabotando é esse seu jeito arrogante e essa sua mania nojenta de ficar passando a mão no cabelo toda hora...
– Eu falei para ela que é você que influenciou ela!
– Eu não influenciei ninguém! Queria saber que graça você acha em ficar bagunçando esse cabelo! A Lily também detesta quando você zoa do Severo... escuta... você gostaria que eu caísse matando no seu amiguinho Sirius? Você se sentiria bem vendo o seu amigo sendo humilhado na frente da escola toda? Sinceramente, por mim e pelo Severo você pode ser amigo da Lily e até mais se ela quiser, mas se você não mudar, sinto muito querido...
– Ela falou que eu posso ter tac...
– Toc. Transtorno Obsessivo Compulsivo. É claro que você não tem. Uma pessoa com TOC tem uma ação repetitiva que compromete o dia-a-dia, afeta os relacionamentos familiares e o desempenho no trabalho. A esta altura está claro que a pessoa não tem apenas manias extravagantes. No seu caso você só está querendo que seu cabelo fique oleoso...
– Creeedo! Para com isso!
– Então para você de ficar passando tanto a mão no cabelo, sua besta! Isso estimula a produção de óleo e você ainda o espalha pelo cabelo... com o tempo ele vai ficar pesado igual ao do Severo...
– Então é por isso que ele é assim?
– Não... o caso dele é genético. Ele herdou o cabelo e o nariz do Tobias e o cabelo fica pior por causa das poções... quem fica perto de coisas que soltam vapor fica com o cabelo oleoso e quem já tem o cabelo assim, fica pior...
James parou para pensar no que a menina disse. Realmente, ele não gostaria de vê–la perseguindo Sirius, nem queria estragar o seu cabelo. Ele disse:
– Hey! Você deveria tá na detenção!
– Não sua besta, fui dispensada mais cedo, tenho esta nota para provar. – James tentou pegar a nota. – Ah, você não acha que eu sou tonta de deixar você pegar a prova que eu fui dispensada mais cedo, deixa de ser idiota!
Por fim James fungou e foi embora.
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Audrey não viu o irmão no jantar. A menina correu para as masmorras, foi para o dormitório dele, abriu as cortinas e o que ela encontrou deixou–a horrorizada. Severo estava deitado, com a pele toda machucada, com uma marca de tapa no rosto, chorando e tremendo.
– Merlin, o que foi?
– A Professora McGonagall me deixou sozinho com ele... ele...
Os olhos de Audrey ficaram vermelhos e seus cabelos viraram uma tocha. Ela disse:
– Mas que filho da puta! E que professora incompetente! Onde ela comprou o diploma dela? Deve ter achado no lixo! Um professor com metade de um cérebro iria perceber que há algo errado com você e ele! Ainda bem que eu ganhei esse bálsamo para machucados! Vamos, tire o pijama!
Audrey fez um feitiço de duplicação no bálsamo, pelo visto iria precisar bastante dele enquanto eles estivessem em Hogwarts. Severo tirou o pijama e ela começou a passar o bálsamo no seu corpo. Ela disse:
– Quer que eu fique com você?
– Não precisa... daqui a pouco a Professora McGonagall vai te procurar porque o papai disse que você bateu em mim...
– Pfff. Severo, liga para isso não. Eu já tô fodida mesmo...
Minerva foi ao dormitório das meninas da Sonserina procurar Audrey para falar sobre sua próxima detenção e não achou a menina. Ela foi ao dormitório de Severo e viu que a cama dele estava com as cortinas fechadas. Ela abriu as cortinas e viu os dois dormindo na cama de Severo e que ele estava abraçado à irmã, como se ela fosse uma âncora. Ela sacudiu o ombro da menina com violência, acordando os dois. Severo disse:
– Ah, Audrey, vai toma no cu! – e deu um tapa bem forte no rosto da irmã, fazendo uma marca no seu rosto.
– Eu vou contar pra mãe... – disse a irmã.
– Na na na na na na... – zombou Severo, imitando a irmã.
"Que estranho, ele bateu nela e ela só disse que ia contar para a mãe... deve ser porque eu estou aqui..." – pensou Minerva.
A professora pigarreou alto, chamando a atenção dos dois e disse:
– Menina, o que você está fazendo no dormitório dos meninos? Vá para o seu dormitório! E amanhã você tem detenção comigo antes da aula! Você vai limpar a sala para mim!
– Caraca professora, e o café da manhã?
– Então sugiro não demorar amanhã na hora de se levantar! Vamos!
Minerva conduziu Audrey ao seu dormitório. Depois que todos dormiram a menina voltou ao dormitório de Severo e deitou–se na cama dele. Ele acordou e disse:
– CÊ TÁ LÔCA! – depois ele disse baixinho. – A Professora McGonagall vai nos matar...
– A minha filosofia para ela é a mesma do cavalo: eu tô cagando e andando pra aquela vaca! Vamos dormir...
AN: * O dia 15/09/1971 realmente caiu numa quarta-feira.
