Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Um muito obrigada para a Renata e a Audrey1947 que comentaram a minha Fic e para a Dani asmar potter e à Risia Mello que recentemente me favoritou... Vocês moram no meu coração, assim como os meus outros leitores! Amo vocês!

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

Gentes...
... eu sei que várias leitoras estão ansiosas para verem o Tobias se dando mal... mas é que eu escrevo em partes e o final já está pronto...
... mas não fiquem bravas nem parem de ler, acreditem se quiser, mas tem gente que vai ficar com dó do Tobias, kkkkkkkkkkk (sou do mal)

Beijinhos açucarentos!

18 de outubro de 1971 – manhã

Remus estava apreensivo. Ele não gostou de mentir para seus amigos sobre a sua ausência, mas ele não queria que ninguém soubesse sua licantropia. No café da manhã,, enquanto os Marotos comiam, Remus quase caiu em contradição:

– E a sua mãe, como vai?

– Como?

Audrey estava ouvindo a conversa, rapidamente conjurou uma bolinha de gude e atirou bem na cabeça de Remus. Ele gritou:

– Ai!

– A mãe dele tá bem, ela é paciente do meu pai! – Audrey disse da mesa dela.

– Oh, sangue–ruim, vê se fica na sua! – gritou Peter.

Audrey foi até a mesa da Grifinória e disse:

– Seu tife de rato, cala a sua boca! Eu só entrei na conversa porque o Remus é meu amigo…

– E o que ela tem é grave, Remus? – perguntou James.

– É uma doença trouxa chamada Mieloma.

– Cai fora Snape! – gritou James.

– Eu tô aqui porque essa doença é rara no mundo dos trouxas, mas como o médico dela é o meu pai, suas antas, eu posso falar para vocês melhor sobre ela…

James fez uma careta e disse:

– Vai… senta aí e conta mais…

– Meu pai comentou sobre a doença da Senhora Lupin porque ela é mãe do meu amigo…

– Mas não era o seu pai que tava doente? – perguntou Peter.

– Não, sua besta… um dia a senhora Lupin travou e não conseguia se levantar da cama. Ela procurou vários medibruxos, mas nenhum conseguia descobrir o que ela tinha. O senhor Lupin encontrou meu pai perto da Estação King Cross e desesperado contou a história a ele. Meu pai mandou–os irem ao hospital onde ele trabalha e lá ele fez o exame.

– Que troço é esse? – perguntou Sirius.

– Mieloma é quando acontece um crescimento descontrolado das células plasmáticas – que fazem parte do sistema imunológico e são produtoras de anticorpos. Quando elas aumentam muito, essas estruturas podem acumular dentro e também fora da medula, atingindo múltiplos locais, em geral nos ossos. Essa doença é tão rara que atinge quatro pessoas para cada 100 mil habitantes.

– Mas como ela pegou essa doença? – perguntou Sirius.

– Câncer não se pega, não é uma doença infecciosa, portanto ninguém pega câncer como se fosse uma gripe. Ele tem origem genética, porém não quer dizer que o seu aparecimento está ligado apenas ao fator hereditário.

– Como a sua mãe descobriu que tinha isso? – perguntou James.

– O papai falou que ela tinha muitas dores nos ossos e começou a ter infecção urinária, porque a imunidade dela caiu… o Remus tem que ir para casa ajudar ela porque por causa do excesso de cálcio ela tem confusão mental..

– Ah… – disse James. – Agora, cai fora Snape!

Remus levou a amiga para a mesa dela e disse:

– Audrey, você salvou a minha vida!

– Que bom que eu te ajudei… você precisa conversar com o meu pai para saber mais sobre a doença, vou escrever para ele pra ele mandar uma carta explicando tudo pra você…

– Não precisa…

– Precisa! A gente já entrou em contradição e o Peter percebeu… para eles acreditarem a gente tem que saber mais sobre isso!

– E como você sabe sobre essa doença?

– Meu pai é oncologista, pessoa que trata só de pessoas que sofrem de câncer. O Severo foi dormir em casa e ele mostrou interesse pelo serviço do papai e ele falou um pouco sobre o Mieloma…

– Ah… entendo… vou voltar para a minha mesa…

Remus chegou perto de Severo e disse:

– Bom dia Severo!

– Bom dia Lupin…

– Remus pra você…

– Tudo bem… Remus… por que a alegria?

– A sua irmã me ajudou a falar sobre a doença da mamãe… que o seu pai tá tratando…

Severo arqueou uma sobrancelha e disse:

– Ah… sim… se eu não trabalhar com poções, quero ser oncologista como o senhor Taylor…

– Que bom Severo… o importante é fazer o que a gente gosta…

18 de outubro de 1971 – tarde

Arthur e Michael passaram na casa dos Snape para observar a visa familiar de Severo. Eles foram visitar Eillen e Tobias para averiguar as condições econômicas e sociais da família e perguntar o tratamento que Severo recebia, provando assim se a denúncia de abuso era verdadeira ou falsa.

Michael mandou o casal Snape sentar– se no sofá da sala, pegou um formulário que estava na sua maleta e começou a fazer algumas perguntas:

– Qual é a rotina dos seus filhos?

Tobias respondeu:

– Eles acordam todos os dias cedo, tomam café da manhã, brincam com uma amiguinha deles que mora aqui perto, leem um pouco, jantam e dormem cedo.

– Por que a menina veio morar com vocês? Como você reagiu a fato de seu marido ter uma filha com outra?

Eillen respondeu:

– Essa menina é uma bruxa poderosa com o temperamento violento. No seu aniversário de 11 anos ela tentou matar a irmã e a sua mãe biológica a deixou aqui conosco. A gente a recebeu com carinho e ela é uma filha para nós.

– Qual é o comportamento dos seus filhos aqui em casa?

Tobias respondeu:

– O comportamento deles é igual a de duas crianças de 11 anos…

Qual é o comportamento da menina?

Tobias respondeu:

– Ela se arrependeu do que fez e não tentou matar o irmão, mas às vezes ela tem um comportamento explosivo…

– Então, ela foi mandada para cá porque sua mãe não conseguia educa–la?

Tobias respondeu:

– Sim…

– Por que vocês deixaram a mãe da menina bancar os estudos dos dois?

Tobias respondeu:

– Nós amamos os dois, mas não temos condições para cuidar deles… Hogwarts é uma escola muito cara…

– Podemos ver o quarto deles?

Eillen respondeu:

– Sim… venha comigo…

Michael foi ao quarto de Severo com Eillen. Ela executou um feitiço silenciador no quarto e perguntou:

– Posso falar com o senhor a sós? – perguntou Eillen.

– Pode sim senhora.

Enquanto isso Arthur foi ao quarto de Audrey para verificar. Eillen disse:

– Vem aqui... – disse ela, levando Michael para a cama de Severo.

Michael sentou–se na cama e viu que a mulher abriu dois botões da blusa e disse:

– Por favor, eu não posso perder o meu marido... – ela se aproximou dele, esfregando–se em seu quadril.

Michael sentiu seu pênis ficar ereto. Ele disse:

– Se o seu marido for inocente eu vou...ah...

Eillen colocou a mão por dentro da calça de Michael, agarrou seu membro e começou a masturbá–lo. Michael começou a gemer de prazer.

– Por favor... sou uma senhora sozinha... o senhor tem que me ajudar... – ela levou a mão do promotor até sua vagina. – Eu me sinto muito sozinha... – disse ela massageando os testículos do homem.

– Ah... eu... mmmmf... vou ver... oh... o que eu posso fazer...

– O que eu vou fazer sem o meu marido? – perguntou Eillen fazendo Michael introduzir dois dedos em sua vagina. – Eu sou muito jovem...

Michael não suportou mais. Ele pegou a mulher, deitou–a na cama e começou a beijá–la com loucura. Ele abriu sua blusa, ergueu seu sutiã e começou a chupar seu seio direito.

– Aaaaaha... senhora Snape... vou precisar fazer mais visitas… para averiguar...

– Sim... quantas...ah... você quiseeeer... – disse ela se esfregando em seu quadril com prazer.

Eillen estava gostando. Michael não era violento como Tobias. Michael começou a chupar seu pescoço e gemer de prazer. Ele acariciou sua barriga e foi descendo a sua mão, até ela ir para debaixo da saia de Eillen. Ele tirou a calcinha da mulher e começou a massagear o clitóris dela, percebendo que ela já estava pronta para ele.

Michael abriu as suas calças, deitou–se na cama e tirou o seu membro. Eillen ficou d quatro e começou a lambê–lo, como se fosse o sorvete mais delicioso. Ele disse:

– Aaaah... sim... vou ajudar seu marido sim.

Eillen chupou o membro de Michael até ele gozar em sua boca. Ela levantou–se, mordeu a sua orelha e disse:

– Seu gosto é uma maravilha...

Ouvindo isso Michael ficou excitado novamente. Ele empurrou Eillen na cama de novo e começou a penetrá–la. Ela agarrou seu cabelo e disse:

– Ah... mais rápido, por favor...

As estocadas foram ficando mais rápidas até que os dois chegaram ao orgasmo. Michael recompôs as roupas dos dois com um feitiço, chegou perto de Eillen e disse:

– Vou fazer tudo o que a senhora quiser... – ele passou a mão na vagina dela por cima da saia. – É só me pagar...

Eillen desfez o feitiço de silenciamento e os dois foram para perto de Arthur. Michael disse:

– Olha senhora, eu não vi problema nenhum no quarto do Severo. Arthur, você encontrou alguma coisa no quarto da menina?

– Não Michael, o quarto dela é simples, mas é bem arrumado...

– O mesmo eu falo sobre o quarto do menino… Então vamos Arthur!

– Tudo bem... Até mais senhores. – disse Eillen.

– Até mais senhora! – Disse Arthur.

– Ah, o julgamento do seu marido será na semana que vem...

Eillen entrou em casa, foi ao banheiro, encheu a banheira com água morna, despiu–se e começou a tomar banho pensando em Michael. Ela levou sua mão até seu sexo e começou a acariciá–lo com prazer, lembrando–se do que havia acontecido. Tobias entrou no banheiro, viu a mulher excitada e perguntou:

– O que foi? Tá pensando em mim?

– Ahn? Sim, sim...

– Então vem cá!

Tobias tirou a mulher da banheira, deitou–a no chão, tirou suas calças e sua cueca e começou a penetrá–la com tanta violência que estava até machucando–a...

– Oh... sim... molhadinha e gostosa... ah...

Ele chegou ao orgasmo, deixou a esposa deitada no chão e saiu para beber. Ela levantou–se pegou a toalha e foi para o quarto vestir–se. Ela passou a mão em seu sexo dolorido e chegou à conclusão que o que aconteceu com Michael foi muito melhor. Ela vestiu–se e desceu para preparar o jantar para o marido.