Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Um muito obrigada para a Renata e a Audrey1947 que comentaram a minha Fic e para a Dani asmar potter e à Risia Mello que recentemente me favoritou... Vocês moram no meu coração, assim como os meus outros leitores! Amo vocês!

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

Gentes...
... eu sei que várias leitoras estão ansiosas para verem o Tobias se dando mal... mas é que eu escrevo em partes e o final já está pronto...
... mas não fiquem bravas nem parem de ler, acreditem se quiser, mas tem gente que vai ficar com dó do Tobias, kkkkkkkkkkk (sou do mal)

25 de outubro de 1971 - O Julgamento de Tobias Snape

Audrey e Severo formam ao Ministério com Alvo e Minerva. Eles chegaram lá pontualmente e como Minerva não queria estar naquele lugar, ela andava bem rápido. Quando eles chegaram à Sala de Julgamento, Severo estava mais pálido de nervosismo e Audrey estava desesperançada. Os irmãos Snape olharam para Tobias e Eillen que olhavam para eles com uma calma dissimulada, como se não tivessem nada a temer.

Audrey puxou Severo para um canto e disse:

– Olha para a cara deles, estão bem calminhos, aí tem treta…

Severo ficou mais nervoso. Ele disse:

– Então fudeu!

– Fudeu nada! Olha, se essa bosta de julgamento não der nada, eu tenho um plano, mas você não deve saber… Apenas confie em mim…

– Tá bom, mas não se mete em encrencas por minha causa…

– Confia em mim Severo! Lembre–se, sempre juntos… seus problemas são meus problemas… ah, eu escrevi para o papai e a mamãe, eles vão estar aqui.

– Para quê? Eles não são meus pais…

– Não diga isso! Eles te amam como se você fosse o caçulinha! Já falei que não precisa ter medo do papai, ele tá lutando pra tirar você desses animais!

– Tranquilo…

– Tranquilo, mas você ainda tem medo, sua anta!

Minerva viu que os irmãos Snape estavam para trás e gritou:

– Vamos! Não temos o dia todo!

A Sala de Julgamento era parecida com tribunal trouxa. As pessoas envolvidas no processo e a família Taylor chegaram e sentaram–se. Quando o julgamento começou, todos levantaram–se e Millicent disse:

– Em nome da lei, concito-vos a examinar com imparcialidade esta causa e a proferir a vossa decisão de acordo com vossa consciência e os ditames da justiça!

O advogado de Tobias e Michael disseram juntos:

– Assim o prometo!

Todos sentaram–se. Millicent disse:

– Estamos aqui para investigar o caso de abuso contra o Senhor e a Senhora Snape.

Tobias aproximou–se de seus filho e perguntou Tobias com voz chorosa:

– Posso beijar meus filhos? Estou com tanta saudade deles...

– Ah, sim, claro... – respondeu Millicent.

Tobias foi até os seus filhos e deu um abraço e um beijo carinhoso em cada um. Ele disse a Severo:

– Oh meu filho, espero que isso seja resolvido logo, papai de ama… – ele disse para Audrey entre os dentes – Você vai ver que essa merda toda não vai dar em nada, sus inútil!

– O quê? Essa merda toda não vai dar em nada? Fala mais alto papai… – gritou Audrey.

– Eu não disse nada, filhinha, vai se sentar…

"Filha da puta, eu preciso ter mais cuidado com essa peste!" – pensou Tobias com raiva.

Tobias e Eillen sentaram–se perto dos filhos. Severo começou a suar frio de medo. Ele sentou–se entre Alvo e Audrey, para proteger–se. Ele começou a tremer de medo e ter náuseas, por causa daquela situação toda. Millicent bateu o martelo na mesa para anunciar o início do julgamento, fazendo Severo pular.

Audrey segurou a mão do irmão e disse:

– Não tenha medo, eu tô aqui com você...

– Tenha calma menino, vai dar tudo certo… – disse Alvo com ternura.

– Severo Tobias Snape, aproxime–se do banco. – chamou Michael.

Severo nervosamente foi até o local indicado. Ele olhou para a multidão à sua frente e com tristeza percebeu que a família Taylor estava lá como haviam prometido. Victoria, Richard e Jean acenaram para ele, para confortá–lo.

– Agora eu chamo o Promotor de Justiça Michael Vieri para realizar as perguntas. – disse Millicent.

– Você é o Sr. Snape, correto? – perguntou Michael.

– S–sim...

– Ótimo. Eu sou Michael Vieri. Estamos aqui porque recebemos a acusação que seu pai abusava do senhor, isso é correto?

Severo sentiu a garganta apertar. Ele pensou:

"Isso deve ser a maldição... que inferno!"

– S–sim... – respondeu Severo evitando olhar para as pessoas.

– Como eles abusaram de você se você não tem nenhuma cicatriz visível?

– Mas eu tenho cicatrizes, senhor! Se o senhor quiser, eu posso mostrar!

– Sim, sim, claro... e é do meu conhecimento que você vive brigando com sua irmã e que ela tem uma força extraordinária...

– O que ele tá tentando fazer? – perguntou Alvo.

Minerva revirou os olhos e respondeu:

– O serviço dele, é claro…

– ISSO É MENTIRA! Eu bato nela, mas ela nunca bateu em mim!

O advogado de Tobias disse:

– Também é do meu conhecimento que a menina foi expulsa de casa por quase matar a irmã num ataque de fúria…

– MAS ISSO NÃO É VERDADE, mãe fala a verdade para eles! – gritou Jean.

– PROTESTO! –gritou Millicent. – Senhora Taylor, contenha a sua filha ou ela terá que se retirar da sala.

– Mas esse homem tá mentindo, eu…

– PROTESTO! –gritou Millicent. – Senhora Taylor, contenha–se!

– Então o senhor diz que a vice–diretora da sua escola está mentindo? – perguntou Michael.

– Não! Ela só não sabe a verdade...

Nesse momento Michael olhou para Eillen que começou a se insinuar para ele. Ele começou a pensar nos momentos de prazer que teria com aquela mulher e disse:

– Se ela não está mentindo, quem está mentindo é o senhor! O senhor diz que a diretoria de Hogwarts é negligente com seus alunos?

– Ela não tá mentindo, ela só não sabe o que acontece em casa... – disse Severo com a voz embargada. – É só pegar os exames iniciais que o senhor vai ver que eu tô falando a verda...

– VOCÊ TÁ TENTANDO DIFAMAR A ESCOLA, MENINO ABUSADO! – gritou Minerva.

– Minerva sente–se e deixe o menino falar… – disse Alvo.

– Ah paaaaaara! Isso não é um julgamento, é um massacre contra o meu irmão!

– PROTESTO! –gritou Millicent. – Senhora Taylor, contenha a sua outra filha ou ela também terá que se retirar da sala.

– Espere um pouco! Esse menino tá falando que a nossa escola negligencia os exames dos alunos? – gritou Minerva. – Esses meninos são uns mentirosos, o pai deles é um coitado que não sabe como cuidar deles! O problema dele é a sua situação financeira!

Audrey fechou seus olhos para controlar–se. Ela disse:

– Mas senhor Vieri, meu irmão tá dizendo a verdade. A medibruxa nem olhou o exame dele, ela tava mais preocu...

– ORA MENINA CALE–SE! – gritou Minerva batendo no rosto de Audrey.

– Espera aí, essa mulher bateu na minha filha! – gritou Victoria! – Isso é imoral!

– Deixa mamãe, o importante é o Severo... – disse Audrey à beira das lágrimas.

– Tobias Snape, sua vez. – disse Michael.

O homem com um ar de injustiçado foi em direção ao banco e sentou–se.

– Senhor Snape, o senhor bebe muito?

– Nem em festas, o álcool é prejudicial à saúde...

Audrey e Severo começaram a chorar silenciosamente. Que homem falso! Do lado de seus pais, Jean começou a chorar também.

– Quando o senhor fica nervoso, o que o senhor faz?

– Cooper, um exercício físico trouxa. Correr faz bem para acalmar os nervos...

– E quanto aos seus filhos? Como o senhor os trata em casa?

– São meus tesouros, milagres de Deus! Depois que eu perdi o emprego na fábrica eu ajudo a minha esposa em casa com as suas poções para ter dinheiro para os dois... eu não tenho nada nessa vida, todo o meu dinheiro é para a saúde, alimentação e estudo, é tudo para eles... – Tobias começou a fingir que estava chorando. – Eu não entendo o que eu tô fazendo aqui...

– Se fosse preciso, o senhor deixaria nós usarmos Veritasserum para comprovar o que o senhor está dizendo?

– Sim... perfeitamente...

Millicent disse:

– Pingue o Veritasserum nele…

Michael pingou três gotas de Veritasserum na língua de Tobias, refez as perguntas e Tobias disse a mesma coisa. Severo estava em pânico. Ninguém acreditou na história dele, seu pai enganou a todos no julgamento... Ele sentiu–se um lixo, odiado por todos.

Millicent foi para a frente e disse em voz alta:

– Devido à falta de provas, esse tribunal considera o senhor Tobias Snape inocente!

Tobias sorriu de felicidade. Ele chegou perto de Severo e disse:

– Tá vendo meninos, a verdade veio a tona... papai vai sentir falta de você...

Depois ele chegou perto de Audrey, a abraçou e disse em seu ouvido:

– Perdeu peste, perdeu! O Severo é a minha putinha pessoal...

Michael e o advogado de Tobias se aproximaram dele. Michael disse:

– Tá vendo como foi fácil… Só tenha mais cuidado da próxima vez…

Eillen disse:

– Mas… e o Veritasserum…

– Água com corante… Não podemos correr riscos…

Tobias, Eillen, Michael e o Advogado de Tobias começaram a rir. Michael chamou Eillen num canto isolado e disse:

– Pegue esse pergaminho… aí tem o endereço, o dia e a hora pra gente se encontrar…

– Sim… estou com saudades… – ela pôs a mão dele na vagina dela. – Só de pensar em nós eu já fico excitada…

Michael sentiu uma vibração no pênis. Ele disse:

– Hoje à noite teremos casinha para comemorar…

– Sim… agora vamos, antes que alguém desconfie...

Enquanto isso, Severo levantou–se do banco e cambaleando foi até a irmã. Chegando perto dela, ele quase caiu e Audrey o segurou. Victoria e Richard foram até os filhos e a mulher disse:

– Eu sinto muito meninos, sinto mesmo. – Ela começou a chorar. – Mas ao menos no Natal os dois vão para casa, nem se eu tiver que sequestrar vocês...

– Obrigado senhora Taylor... – disse Severo abraçando a mulher.

Jean se aproximou do irmão, o abraçou e disse:

– Desculpa se eu atrapalhei, mas esses idiotas colocaram o tribunal no bolso…

Audrey se aproximou de sua mãe e disse baixinho para ninguém perceber:

– Mamãe, não fique triste… Olha, eu tenho uma carta na manga, você só precisa me dar £100,00 libras disfarçadamente.

Victoria deu o dinheiro à filha e disse:

– Cuida do seu irmão… e não faça besteira!

Audrey colocou o dinheiro no bolso. Minerva aproximou–se e com a raiva de sempre disse:

– Ora meninos chega de drama! – disse, arrastando Audrey e Severo. – VAMOS!

– Deixa de ser estúpida, nem parece aquele mulher educada que foi até a nossa casa falar de Hogwarts... – disse Victoria. – E eu não me esqueci que você bateu na minha filha! Não sabe lidar com gente, vai cuidar de animais!

Audrey disse:

– Esquece isso mamãe... fica preocupada com o Severo...

Richard abraçou os dois irmãos e disse:

– Até mais meus filhos... papai ama muito vocês...

Minerva saiu com Severo e Audrey. Quando estava longe dos Taylor ela disse nervosa:

– Por isso que esse pobre homem que despachar essa peste para ela, elas se merecem...

Depois que Minerva, Alvo, Audrey e Severo foram para Hogwarts pela rede de flu, Minerva disse:

– O senhor, Sr. Snape deveria se envergonhar de fazer seus pais passarem por essa situação e a senhora, Sra. Snape, duas semanas de detenção! – gritou Minerva.

– Eu não fiz nada…

– CHEGA! – Gritou Alvo. – Minerva, eles estão nervosos, tenha sentimentos! Detenção anulada! Vão para o Salão comunal meninos…

Minerva se afastou dos irmãos Snape bufando de raiva. Eles foram para o dormitório masculino da Sonserina não se importando se alguém fosse encontrá–los, deitaram na cama de Severo, Audrey o abraçou e começou a chorar. Severo disse:

– Não chore...

– Desculpa Severo... eu não me conformo que a gente poderia se livrar dessa maldição e aquela vaca estragou tudo... aquela sua mãe deve ter dado a bulacha pro promotor, só deve...

– Deve mesmo, você viu os olhares que ela trocava para ele...

– FILHA DA PUTA! Ela me paga! Hoje eu vou ficar com você, não tô nem com fome…

Eles fecharam o dossel da cama e dormiram tristes.

Na sala do Diretor, Fawkes estava inconformada. Ela bicava Minerva e Alvo sem parar:

Bica! Bica! Bica!

– Ai, pássaro nojento! – disse Minerva nervosa. – Pare de me bicar!

– Parece que ela não gostou do que a gente fez... – disse Alvo. – Vem cá menin... Ai!

Fawkes bicou o dedo de Alvo e voou para longe.

– Mas que droga, Alvo, até as aves nos fazem de idiotas!***

– Vamos Minerva, não foi tão mal assim... agora podemos deitar as nossas cabeças nos travesseiros com a consciência de que fizemos o nosso trabalho...

– Fizemos o nosso trabalho? Aquela pestinha vai ver as detenções que eu vou dar para ela...

– Minerva, você leva muito a sério essa menina...

– Ora cale–se! – disse Minerva saindo da sala. – Eu só não mato essa ave porque ela é imortal...

Notas finais do capítulo

Amiguinhos...
... eu sei que muita gente queria ver o Tobias se fodendo nesse julgamento... mas... não foi dessa vez... não fiquem bravos comigo, acompanhem que vocês vão ver o que o aguarda...
Mil beijinhos amanteiguentos!
*** Eu escrevi isso porque eu moro ao lado de uma casa em construção que faz 20 anos que está sendo construída e nela vivem umas pombas que se escondem quando os donos da casa aparecem. Aí a minha mãe diz que até as pombas fazem a gente de otário nessa casa...