Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.
Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer à Sandra Longbottm, minha nova favorita e À Raposaxereta, minha nova seguidora... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.
Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...
26 de dezembro de 1971 – O pesadelo de Snape
Eram 6:00 quando Richard acordou Severo. Assustado, o menino perguntou:
– Ahn? O que tá acontecendo?
– Calma filho... é hora de você tomar o seu remédio... – falou Richard entregando os óculos ao menino. – Você quer que eu chame a sua mãe?
– Não precisa chamar ela não, tá tudo bem...
Severo pegou o comprimido e o copo de água e tomou ambos. Depois ele entregou o copo ao pai e ficou olhando para ele desconfiado. De repente ele começou a se remexer na cama. Richard perguntou:
– Você quer ir ao banheiro?
– Nã... não...
– Severo... você não tá segurando a urina pra não sentir dor? Porque se você tiver fazendo isso além de gonorreia você vai ter infecção urinária...
O menino foi relutante ao banheiro. Quando ele terminou, ele ficou com medo de voltar para o quarto. Ele sabia que Victoria tinha o sono pesado, o que Richard ia fazer com ele? Ele sentou–se no vaso sanitário, abraçou–se e pensou em voz alta:
– Eu queria poder me transformar num bicho pequeno pra poder sair daqui... num morcego, talvez... que bosta, tá frio...
O menino começou a demorar. Richard levantou–se da cama, foi ao banheiro, abriu a porta, viu que ele estava sentado no vaso sanitário e perguntou:
– Severo, tá tudo bem aí?
"Droga! Esqueci de trancar a porta!" – pensou Severo assustado. Ele respondeu:
– T... tá...
– Então vem dormir, você tá morrendo de frio... vamos...
Richard se aproximou do menino que ficou olhando para ele com os olhos arregalados. Richard pegou na mão do menino e disse:
– Vamos menino, para de me olhar assim, tá parecendo as corujas...
Eles deitaram–se na cama. Severo ficou encarando seu pai que percebeu o nervosismo do menino e disse:
– Filho... não precisa ficar assim... um filho é o maior presente que Deus pode nos dar... eu nunca machucaria você... vamos dormir... daqui a pouco as meninas vão pular na nossa cama, gritando e acordando a gente...
– Tudo... bem... – respondeu Severo olhando desconfiado para o pai.
– Sabe... – falou o homem aconchegando o filho ao peito. – Quando eu te vi pela primeira vez, eu senti uma raiva enorme por você... eu pensei que você era o responsável pela Victoria ter me traído e pela Audrey ter saído de casa... mas quando eu tive que levá–los ao Beco Diagonal você e seu jeitinho único de ser acabaram conquistando a gente...
O menino pôs a sua mão fria no peito de Richard. Ele disse:
– Eu não mereço nada disso que vocês estão fazendo comigo... uma vez meu pai disse que eu não sirvo pra nada... só pra trepar...
– Não acredite no que esse animal disse! Severo, não deixe as pessoas fazerem você acreditar que você não merece nada! Você é uma pessoa especial e com muitos talentos! Outra coisa... nós vamos tirar você e a Audrey daquele antro; eu não quero ouvir você chamar aquele animal de pai, entendeu?
– Sim...
– Amanhã você vai lavar essa cabeça, viu, que seu cabelo já está fedendo!
– Tá frio...
– Eu te ensino a usar o secador de cabelo* da mamãe... e que história é essa de morcego?
– Quero me tornar um animago... como a Audrey... mas eu não queria ser um bicho grande como ela... um morcego é pequeno e voa...
– Então amanhã eu vou falar isso pra sua mãe, senão quando você conseguir ela te mata sem querer... agora durma menino!
– Sim papai... – respondeu o menino adormecendo logo em seguida.
Eram 9:00 quando Jean e Audrey entraram no quarto de seus pais. Eles e Severo ainda estavam dormindo quando elas pularam na cama. Victoria e Richard logo acordaram.
– BOM DIAAAAAA! – gritaram as meninas em coro...
– Alguém segure a manada de elefantes... – disse Victoria.
– Seeeeev, levantaaaa... falou Jean, balançando o irmão...
– O asfódelo é uma planta... Jean?
– A gente sentiu falta de você e percebeu que você tinha vindo aqui... – falou Audrey.
– O Sev queria achar o banheiro – falou Victoria. – Eu queria saber por que as duas não acordaram pra ajudar o irmão de vocês...
– Ai mãe, porque a gente acordou muito cedo e dormiu muito tarde... – respondeu Jean fazendo cara de coitada e deitando–se em cima do irmão.
– O pior é que ela tem razão... – concordou Richard.
Os cinco ficaram mais um tempo na cama, rindo e conversando, quando decidiram se levantar para tomar o café da manhã.
Quando terminaram o café da manhã Audrey foi para o quarto e voltou com três pares de patins. Ela disse:
– Gente, vamos patinar no gelo? Olha Sev, o vovô comprou um par de patins pra você...
– Mas toma cuidado, porque quando o patins é novo ele costuma machucar o pé... – disse Richard... – Fui eu quem comprou os patins...
– Obrigado senhor Taylor... – disse Severo olhando para os patins embevecido.
Os três saíram para patinar no lago. Jean percebeu que o irmão estava pensativo e perguntou:
– Porque você tá triste Sev?
– Nada...
– Foi alguma coisa que eu fiz?
– Não... só não sei porque o senhor Taylor me dá presentes... ele nem é meu pai...
Eles chegaram ao lago. Jean abraçou o irmão e disse:
– Fica assim não... agora você é parte de família... é normal pais darem presentes aos filhos... ele não deu pra gente porque patins quanto mais velho, melhor, ele laceia... ah... tá com você...
– Sem graça... volta aqui!
Eles brincaram de pega–pega no lago. Severo chegou perto da Audrey e perguntou:
– Como você faz para se tornar um animago?
– Eu escolhi uma foto de um dragãozinho, apesar de não ser permitido se tornar uma criatura mágica... também você tem que ter em si a ciência da animagia... você escolhe um bichinho, se concentra nele e se imagina se transformando em um animal...
– Eu quero estudar sobre isso quando a gente voltar para Hogwarts...
– Vira uma borboleta... – falou Jean. – Borboletas são bonitinhas...
– Borboleta? – retrucou Audrey. – Além de ser coisa de viado, é fácil de os outros matarem...
– Isso é verdade, Jean... – respondeu Severo.
– Um beija–flor! – falou Jean. – eles são bonitinhos também...
Severo e Audrey reviraram os olhos e empurraram Jean. Eles disseram:
– Tá com você!
Os três ficaram brincando de pega–pega até a hora que Roger os chamou para almoçar e para dar o remédio a Severo.
Na hora do almoço Jean começou a olhar para o irmão, pensativa. Audrey falou baixinho para a mãe:
– Mãe, a Jean tá pensando, lá vem merda...
Victoria não respondeu, só olhou feio para a menina. Enquanto isso a irmã mais velha perguntou:
– Severo, que número você calça?
– 37, porquê?
Jean começou a rir e engasgou com a comida. Audrey também começou a rir. Victoria percebeu porque as meninas estavam rindo e disse:
– Meninas, parem com essa palhaçada! Mas tinha que ser a Jean, pra começar com gracinhas...
– O que ela fez dessa vez? – perguntou Roger.
– O senhor não percebeu? É por causa daquele mito do tamanho do pé...
– Mito? – perguntou Severo.
– É... – falou Richard. – tem um mito que pênis tem o mesmo tamanho do pé. Elas estão rindo porque seu pé e grande... mas uma coisa não tem nada a ver com a outra... nosso pé tem o mesmo tamanho que o nosso antebraço... e... MENINAS, PAREM DE RIR!
As meninas seguraram o riso e olharam para Severo que estava vermelho de vergonha. Elisa disse:
– Tadinho, ele ficou com vergonha... peçam desculpas a ele!
– Ele devia se orgulhar... – disse Jean.
Audrey recomeçou a rir. Ela fez tanto esforço que caiu da cadeira. Todos riram dela. Elisa disse:
– Bem feito! Assim você para de fazer piadinha do Sev...
Depois do almoço os irmãos foram brincar lá fora. Roger chamou o filho, a nora e a esposa para a sala e disse:
– Eu tenho um plano. Victoria, você vai procurar o Snape e vai dizer que eu quero pedir desculpas pelo que a Audrey fez com ele e para mostrar o meu arrependimento eu quero dar uma quantia generosa de dinheiro. Daí eu quero ter uma conversinha com ele...
– Vou procurar o Arthur... ele pode nos ajudar...
– Isso... diz pra ele que eu tenho uma roupas pra ele... a Elisa pensa que eu sou gordo! Comprou umas roupas enormes para mim... manda ele ir ao hospital que eu quero falar com ele...
– Sim senhor...
– Ele é casado, certo?
– É...(yaaaaawn**). – disse Richard. – Dois lindos filhinh... (yaaaaawn) ruivos como ele...
– Jesus, Richard, vai dormir. – gritou sua esposa. – Daqui a pouco você deita no colo do seu pai!
– E se eu quiser? – Richard sentou–se no colo do pai. – Nenê tá com xono...
Audrey, Jean e Severo chegaram e ficaram olhando a cena abismados. Severo apontou para o pai e perguntou:
– Isso é normal? Isso é rivoltz?
– Sev... – respondeu Jean. – Isso é rivoltz...
– É seu pai que tá com graça Severo, liga não... – falou Victoria...
– Coça minha becinha pai, coça... AI!
Roger jogou o filho no chão que caiu sentado. Ele disse:
– Toma vergonha Richard, um marmanjo desse bancando o nenê! – ele olhou para os netos. – Por que vocês entraram? Tá muito frio lá fora?
– Ah vô... – falou Jean. – A gente começou a brincar e o Sev ficou com sono...
Victoria pegou o filho no colo, checou sua temperatura e viu que ele estava um pouco febril. Ela disse:
– Vem filho... vou te dar um anti térmico e vai dormir com seu pai... ele tá caindo de.. – ela viu Richard sentado no chão e dormindo com a cabeça encostada no sofá. – sono...
– Mas...
– Olha a cara dele... tá no décimo sono... é mais fácil você machucar ele...
Audrey pegou o pai no colo, levou–o ao quarto e deitou–o na cama, Severo e Vitoria foram atrás. Roger perguntou com os olhos fechados:
– Amanhã tem aula?
Severo aproximou–se de seu pai e disse, rindo:
– Tem sim senhor! E é melhor dormir logo!
– Sim papai!
Ele e sua irmã choraram de rir. A mãe deles chegou perto deles e perguntou:
– O pai de vocês é engraçadinho... dorme Sev... – ela entregou um copo com o remédio. – toma, filho...
– Você fez meu lanchinho, pai? – perguntou Richard dormindo.
– NÃO! – respondeu Severo. – Vai pra escola sem comida!
Os três começaram a rir. Severo viu que Richard dormia num sono profundo e deitou–se ao lado dele. Sua mãe tirou seus sapatos, cobriu–o e começou a fazer carinho na sua cabeça até ele dormir.
– Vem Audrey, deixa eles dormirem... – disse Victoria abraçando a filha.
Apesar de Audrey já ter passado pela fase adulta, ela gostava dos carinhos da mãe. Ela perguntou:
– Mamãe, posso ficar um pouco com você?
– Tá com denguinho? É claro que você pode, filha!
Severo mal começou a dormir quando ele sentiu seu pau abraçá–lo por trás. Assustado, ele sentiu também a ereção de Richard. Ele começou a sussurrar em seu ouvido:
– Que bontinho... você acreditou que eu tava dormindo... até fez piadinha de mim... – ele tirou as calças e a cueca do menino.
O menino tentou gritar, mas seu pai tampou a sua boca. Ele disse:
– Sssssshhhh... não queremos que a brutamontes da sua irmã apareça pra acabar com a nossa diversão, não é?
Severo começou a debater–se, mas Richard subiu nele. Ele tirou as suas calças e sua cueca e começou a penetrar o filho. Ele disse:
– Aaaah... por isso que o Tobias gosta disso... agora que você é meu, eu não devolvo mais pro Tobias! Isso! O que você achou? Que todos aqueles presentes seriam de graça? A Audrey e a Jean são minhas filhas, você é só a putinha pessoal dos outros...
– NÃO!
Severo acordou. Suando e tremendo, ele percebeu que era só um pesadelo. Richard acordou com o grito do filho, que tentou sair da cama, mas estava embolado nas cobertas:
– Por favor... – disse Severo chorando e soluçando. – Eu te devolvo tudo o que o se... senhor me... me d–deu, mas... não me machuque... eu não conto pra Audrey...
Richard abraçou o menino que tremia de medo dele. O filho se encolheu com o abraço. Ele perguntou:
– Você teve um pesadelo, não é?
– Me... me solta...
– Ssssh... tá tudo bem... já passou... você não vai mais voltar praquela casa... ninguém vai mais te tocar daquele jeito... você tá seguro com a gente... você quer me dizer como foi o sonho?
– Nã... não...
– Eu estava no sonho?
Severo começou a chorar. Seu pai beijou sua cabeça e disse:
– Outra coisa: tudo o que eu fizer com você, você pode contar pra Audrey, lembra–se da conversa que o Martin teve com você sobre o toque bom e o toque ruim?
– Sim...
– Você ainda tá com sono?
– Sim... mas... não quero dormir...
– Pode dormir... eu to aqui do teu lado... por que você tá suado?
– A senhora Taylor me deu um anti coiso...
– Anti térmico... dorme... depois você vai tomar banho... eu comprei um xampu e um condicionador pra cabelo oleoso, hoje você não escapa!
– Sim... senhor... – respondeu o menino dormindo logo em seguida.
Richard acordou, fez carinho na cabeça do filho e foi para baixo. Jean e Audrey estavam do lado de Victoria lendo um livro. Ele disse:
– O Sev tá tendo muitos pesadelos... vamos ter que levar ele a um psicólogo...
– Não sei como. – falou Audrey. – A Professora McGonagall não vai deixar ele sair da escola... se duvidar ela vai mandar ele pra Saint Mungo...
Roger olhou para a neta com um olhar sério e disse:
– Eu vou pedir pro Arthur me levar à essa escola. Vou ter uma conversinha com essa mal amada! Quem ela pensa que ela é pra me impedir de cuidar do meu neto?
– Ela pensa que é a vice–diretora da escola...
– Mesmo se fosse o Papa! Meu neto precisa de cuidados médicos e eu vou levá–lo a um lugar confiável! E que diacho de Saint Mungo é esse?
– É um hospital do mundo bruxo...
– Grande bosta! Depois do que vocês me disseram que eles fizeram com o Sev no julgamento eu não confio mais no mundo bruxo... por mim vocês terminavam os estudos na mesma escola que a Jean...
– Por mim também, mas o Sev quer ser um Mestre de Poções...
Assim que acordou, Severo viu que estava sozinho. Ele se levantou e viu que havia uma troca de roupa para ele e dois frasco na poltrona. Ele pegou o frasco e viu que eles eram xampu e condicionador para cabelos oleosos***. Ele pegou as coisas, foi ao banheiro, tomou banho e desceu para encontrar as irmãs. Jean o viu com os cabelos molhados e disse:
– Agora eu acredito na magia do Natal, o Sev lavou a cabeça!
– PARA COM ISSO, JEAN! – gritou Victoria indo para abraçar o filho. – Usou o xampuzinho que o papai te deu?
Severo abraçou sua mãe e respondeu:
– Usei sim, obrigado...
Richard aproximou–se do filho e disse:
– Agora vem no banheiro comigo que eu vou te ensinar a secar os cabelos...
Os dois foram ao banheiro. Richard ligou o secador e falou:
– Você tem que usar um pente de madeira com dentes largos para pentear os cabelos. O pente vai ser para desembaraçar as pontas e escovar a raiz do cabelo. Não encoste o secador na cabeça pra não queimar o couro cabeludo, nem deixar o cabelo oleoso, aí você vai direcionando o secador nas mexas até elas secarem, entendeu?
– Sim... obrigado...
Severo acabou de secar o cabelo e se olhou no espelho.
– Esses frascos você vai levar para casa. – falou Richard. – Tem mais deles para você levar a Hogwarts.
– Não precisa senhor...
– Precisa. Você tem que usar o produto certo pro teu cabelo... vamos descer...
Os dois desceram. Severo foi elogiado por todos. Na hora do jantar, Jean olhou para o irmão e falou:
– Cuidado pro cabelo não cair na comida...
– O mesmo eu falo pra sua língua...
Audrey começou a rir e falou:
– Ih vish Jean, você podia ter dormido sem essa... – ela lambeu a ponta do dedo e apontou para a irmã. – fzzzzzzzzzzzz...
Victoria puxou a orelha de Jean e falou:
– Bem feito mesmo! Você não perde tempo pra fazer piadinhas...
– Mas o Sev sabe que eu o amo, né Sev?
– Eu sei sim...
Na hora de ir embora, os três recolheram os bichinhos e foram para o carro. No carro as meninas começaram a cantar músicas natalinas. Richard falou:
– Gente, o Natal já passou, dá pra vocês cantarem outra coisa?
As duas começaram a cantar a música Sympathy foe the Devil dos Rolling Stones****:
"Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game"
* Apareceram, em 1920, os primeiros modelos do secador de cabelo da história do Mundo: o "Roce", da Racine Universal Motor Co., e o "Cyclone", da Hamilton Beach. Ambos eram modelos manuais e muito práticos.
Na década de 1930, novos aperfeiçoamentos foram melhorando o produto. Entre eles, a vantagem de se poder controlar a temperatura e a própria velocidade.
Mas a primeira grande inovação chegaria só no ano de 1951, quando a famosa cadeia de grandes armazéns Sears Roebuck and Co., incluíu no seu catálogo de vendas um secador de cabelo portátil, ao preço de 13 dólares. Tratava-se de um secador manual, com a sua touca de plástico cor-de-rosa, que se unia à boca do tubo e se ajustava à cabeça do utilizador.
O aparelho, realmente inovador, não tardou a alcançar uma grande popularidade e, nos finais da década 60, tornou-se tão habitual nas mulheres, como até mesmo entre os homens. Numa década, precisamente, em que os penteados ganharam outro glamour, com redondezas e aparatos só possíveis com a ajuda deste pequeno aparelho mágico.
** yaaaaawn: Bocejo.
*** O primeiro empresário a produzir shampoo industrialmente foi o americano John Breck, em 1930. Na época, eram comercializadas em grande escala somente duas linhas de shampoo, uma para cabelos secos e outra para cabelos oleosos. O condicionador de cabelo aplica-se após o xampu para melhorar a textura e o aspecto do cabelo. Começou a ser usado após a primeira guerra mundial, e depois começou a ser fabricado com substâncias siliconadas para baratear.
**** Música lançada em 1968.
