Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer à Sandra Longbottm, minha nova favorita e À Raposaxereta, minha nova seguidora... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

28 de dezembro de 1971 - Rede de Flor?

Victoria estava sozinha em casa. Seus filhos foram passar o dia na casa de Elliot Granger, o amigo de Jean. Ela foi para o escritório de Richard, pegou um pedaço de folha de caderno e escreveu:

"Para o Arthur Weasley:

Preciso falar com você... por favor venha à minha casa depois do seu serviço se puder...

Victoria Taylor"

Ela foi à cozinha, pegou um petisco, chamou Lyra, amarrou o bilhete na perna dela e disse:

– Vai menina, leve esse bilhete para o Ministério da Magia...

Ela fez carinho na cabeça do bichinho, que partiu feliz.

Arthur estava no Ministério quando foi surpreendido por uma coruja–do–nabal. Ele pegou o bilhete, conjurou um petisco e deu para o bichinho, que ficou esperando ordens. Depois que ele leu o bilhete, ele pensou:

"Como são práticos os pergaminhos dos trouxas, têm linhas e a gente não escreve torto... vou ver onde eu posso comprar uns para mim..."

Ele pegou um pedaço de pergaminho e escreveu para Molly:

"Mollyzinha, vou chegar mais tarde hoje, eu tenho que conversar com os Taylor.

Amor, Arthur."

Ele conjurou outro petisco, entregou à coruja e disse:

– Menina, leva pra mim esse bilhete, para a sua dona.

Lyra chegou com o bilhete de Arthur. Nele estava escrito:

"Cara Victoria:

Vou passar na sua casa à noite para os vizinhos não me virem. Na sua casa tem lareira? Porque assim eu poderia fazer uma arranjos para a Rede de Flu funcionar com ela.

Arthur"

Depois do expediente Arthur foi à casa de Victoria. Ele ia deixar a vassoura encostada na porta, mas Victoria pegou–a e disse:

– Desculpe, mas não faça isso! Nós trouxas, quando deixamos uma vassoura atrás da porta queremos dizer que não queremos visitas... deixe a sua vassoura aqui dentro...

– Que interessante... opa, desculpe...

– Fica em paz... entre!

A mulher levou–o à sala, serviu–lhe biscoitos com refrigerante e disse:

– Arthur, eu o chamei aqui porque o meu sogro quer falar com você...

– Falar comigo? Bem, agora está tarde, posso falar com ele amanhã?

– Pode sim, ele vai estar no hospital, você pode ir até lá falar com ele?

– Só se for de manhã... tem como você me levar?

– Tem sim... amanhã de manhã você passa aqui e a gente vai ao hospital...

– Puxa vida, essa bebida que você me serviu é uma delícia, o que é isso?

– Chama–se refrigerante. Pode levar uma garrafa para você...

– Muito obrigado pela bondade...

Depois de comer, Arthur perguntou:

– Cadê a sua lareira?

– Ah... para a rede de coiso...

Arthur riu gostoso e respondeu:

– De flu. Assim quando eu puder vir, ou você quiser ir à minha casa, que fica em Ottery St. Cathpole. É meio longe da minha casa até aqui, uns 430 quilômetros, eu fui à Rede de Flu de um amigo meu e depois eu vim com a minha vassoura...

Victoria levou Arthur até a sua lareira, onde ele fez os arranjos para a Rede de Flu. Quando ele acabou, ele disse satisfeito:

– Pronto! Agora eu vou testar a sua Rede de Flu indo para casa... Onde estão as crianças?

– Na casa do Elliot Granger, um "amiguinho" da Jean...

– Ah, entendo... deixe–me perguntar... onde você conseguiu aquele pergaminho legal?

– Pergaminho legal? Ah... aquilo é folha de caderno, espera aí...

Victoria foi ao escritório de Richard, pegou um caderno novo e deu a Arthur. Ela disse:

– Aqui está. Isso é um caderno, pode pegar...

– Quanto eu to te devendo?

– Que é isso! Você tá se empenhando em ajudar o meu filho, é o mínimo que eu posso fazer... vamos, Arthur, eu vou te levar para a tua casa, assim eu pego as crianças...

– Muito obrigado...

– Ah... a minha filha mais velha pediu para você se um dia ela pode ir à sua casa, conhecer os bebês...

– Mas é claro que podem... é só ela não ligar para os duendes...

– Duendes?

– Criaturinhas graciosas que vivem no meu jardim... a Molly fala para eu me livrar deles, mas são tão bonitinhos...

– Acredite em mim, com aqueles três, os coitadinhos terão que tomar cuidado...

– Tadinhos! Até mais!

– Até! – o homem agachou–se, jogou pó de flu na lareira e disse: – A Toca!

Depois que Arthur foi para casa, Victoria foi para a casa de Elliot Granger. Ele estudava na mesma série eu Jean. Eles sempre iam um na casa do outro para estudar ou saíam para um sorvete. Ele era apaixonado pela menina, era muito amigo de Audrey e agora fez amizade com Severo. A mãe de Jean parou em frente à casa do menino, buzinou e gritou:

– Meninos! Vocês ficaram muito tempo na casa do Elliot! Vamos embora!

Anne Granger apareceu na porta e falou com um sorriso maroto:

– Olha, se não é a sogra do meu filho... por favor, traga–os mais vezes aqui, eu passei uma tarde maravilhosa com eles... o menino apesar de fechado é uma graça!

– É... o Severo é um menino especial... – os três saíram correndo e abraçaram a mãe. – Olha como meus bebês são lindos...

– MAMAIN! – gritou Audrey.

– Ai Audrey, para com esses mamães, isso é muito feio... – disse a mãe beijando a filha na testa.

A menina olhou para a mãe e falou brava:

– Tá bom! Mas nós não somos mais bebês, eu to beirando os 40 já!

– Tá mesmo, só falta 29 aninhos... vamos!

No carro, Audrey perguntou à mãe:

– Mamãe, por que você demorou tanto? A gente tava cansado de segurar vela pra Jean...

– Eu tava conversando com o Arthur, filha... meninos, ele instalou a Rede de Flor na nossa casa!

Audrey e Severo começaram a rir. Severo, já vermelho falou à mãe:

– É Rede de Flu senhora Taylor...

– MAMAIN.. agora que a gente tem esse "coisa de coiso", eu quero ir na casa dele... conhecer os bebês...

– Ai Jean... – disse Severo revirando os olhos. – Ele não convidou a gente... e da onde vocês tiraram esses mamães?

– Nossa, esse carro tá com muita maldade...

– Tudo bem filha, eu já pedi e ele deixou... só que vocês têm que tomar cuidado com os duendes... – respondeu Victoria segurando para não rir.

No dia seguinte, às 8:00 horas, Arthur foi à casa de Victoria. Ela levou–o ao hospital para que Roger pudesse conversar com ele. Chegando lá ela levou–o ao escritório de seu sogro. Arthur falou para a mulher que ela podia ir embora. Ela despediu–se dele e foi para casa. Roger convidou Arthur para sentar–se e disse:

– Senhor Weasley, eu o chamei aqui pra pedir um favor seu... será que vocês têm alguma coisa que faça aquele canalha confessar sem parecer que ele tá sendo ameaçado.

– Sim... a poção Veritasserum. Apenas algumas gotinhas na bebida dele e ele solta a língua. Mas a poção pode deixar gosto na bebida dele...

– Ótimo. Quanto ao gosto, eu me viro, tem um produto trouxa, adoçante*. É um líquido que serve para adoçar, mas deixa um gosto de remédio na bebida...

– Mas se isso deixa gosto de remédio na bebida, por que vocês usam isso?

– Dá a impressão que não estamos exagerando no açúcar... Outra coisa... a polícia trouxa vai fazer uma investigação na casa do Snape. Eu gostaria que o senhor...

– Por favor, você...

– Você fosse à casa dele pra evitar que aquela mulher faça alguma coisa que prejudique a investigação...

– Mas a Ministra da Magia vai descontar os dias que eu faltar no meu salário...

– Só isso? Eu pago para você o que essa mulher descontar se esse for o problema...

– Normalmente eu diria que não precisa, mas eu não posso dar uma de orgulhoso. É só me avisar os dias que eu terei que faltar por antecedência...

– Eu vou te repassar o equivalente a um dia meu de serviço, tudo bem?

– Mas você é diretor desse hospital, deve ganhar bem mais que eu...

– O que você tá fazendo para o meu neto é muito importante pra mim... quando eu vi o Severo pela primeira vez, ele tropeçou em mim... aquele jeitinho frágil, fingindo–se de forte, fechado me conquistou... eu tenho duas netas e queria ter um neto... aí ele chegou e a minha família ficou completa...

– Eu te entendo... eu tenho dois filhos e queria tanto uma menininha... ruivinha como eu e a Molly...

– A verdade é que a gente nunca tá contente com o que tem, não é? Olha... – ele apontou para uma mala grande. – Essa mala tem umas roupas que a minha esposa comprou... elas são enormes para mim, se você quiser...

– Eu quero sim! – disse Arthur encolhendo a mala e colocando no bolso. – Muito obrigada Roger! – ele olhou para o lado, apontou para a lareira e disse: – Ah, essa é a sua lareira? Por que vocês têm lareiras tão baixinhas?

Roger olhou para a lareira e refletiu:

– Essa lareira é só de enfeite... mas... lareiras baixinhas? O que você quer com a minha lareira?

– Eu posso fazer uns negocinhos para ela ter a Rede de Flu?

– Rede de Flor? O que é isso?

Arthur riu e disse:

– Não... Rede de Flu... A Rede de Flu é uma rede que liga as lareiras do mundo bruxo, sendo também uma forma da gente do Ministério controlar o Pó de Flu. As casas trouxas não fazem parte dessa Rede – ele piscou para Roger – ao menos se a gente fizer uns arranjos especiais...

Arthur fez os arranjos na lareira de Roger e disse:

– Agora, quando eu quiser falar com você, eu uso a sua lareira. Eu vou trabalhar e no final do expediente eu venho aqui e deixo o vidrinho de Veritasserum na sua mesa. Diga tchau à Victoria, eu preciso ir ao Ministério. – ele jogou o Pó de Flu na lareira e disse: – Ministério da Magia!

Depois que Arthur foi embora, Roger aproximou–se da sua lareira e rindo, disse:

– Ah, agora eu entendo porque ele disse que a nossa lareira é baixinha...

Victoria voltou para casa e encontrou seus filhos ainda dormindo. Eles juntaram as camas e Audrey dormia no meio de Jean e Severo. As meninas dormiam pacificamente, porém Severo estava tendo um pesadelo. Ele falava enquanto dormia:

– Não... vou ser bom... pare...

Ela se aproximou da cama, abraçou o filho e disse baixinho:

– Shhh... agora você tá seguro com a gente...

O menino acordou, gritou assustado e se encolheu na cama. Suas irmãs também acordaram. Victoria abraçou–o forte e falou no seu ouvido:

– Calma... sou eu... desculpe...

– Onde é o incêndio? – perguntou Jean sonolenta.

– Não tem incêndio nenhum, animal! – respondeu Audrey. – É o Sev tendo pesadelos... – a menina passou a mão nos cabelos. – Credo Jean, por isso o cabelo do Sev é seboso, você baba nele!

– Cê tá bem, Sev? – perguntou Jean preocupada.

– Tô sim... obrigado... – respondeu o irmão abraçado à mãe...

– Com o que você tava sonhando? – perguntou Audrey.

– Não te interessa, sangue–ruim! – gritou o irmão com os dentes cerrados.

– SEVERO SNAPE! Eu não sei o que é isso, mas pelo seu tom de voz não deve ser coisa boa!

– Desculpa...

– Vamos, levantem–se, comam o café da manhã e arrumem as camas! – ela se virou para o filho. – Severo... na sua casa tem telefone?

– Tem... fica no quarto do Tobias, pra gente não poder usar... a senhora quer o número?

– Quero! Depois você me passa...

– Tudo bem...

Severo passou o número do telefone de Tobias para a sua mãe e enquanto os filhos arrumavam as camas, Victoria ligou para ele. Para a sorte dela, ele estava no quarto bebendo e logo atendeu o telefone. Com a voz arrastada ele perguntou:

Ligação on:

– Se for cobrador, já disse que não tenho dinheiro!

– Não é cobrador! Jesus, Tobias bêbado logo de manhã cedo?

– Aaaahhh... é você Vicky... se eu bebo é culpa daquela desgraçada da tua filha que quebrou o meu nariz!

– Pfff... escuta... meu sogro tá envergonhado pelo que ela fez... ele quer pedir desculpas...

– Desculpas... eu quero dinheiro!

– Que seja... você conhece o North Manchester General Hospital?

– Eu não tô doente...

– É o hospital a qual o meu sogro é diretor...

– Hmmm... diretor... conheço, e daí?

– Daí que é para você ir amanhã conversar com ele... e por favor, sem beber!

– Tá, tá, tá...

Ligação off

Eillen, que estava organizando umas poções para vender, ouviu o marido conversando no telefone, foi ao quarto e perguntou:

– Quem era, querido?

– Cobradores! Sempre atrás do nosso dinheiro...

– Mas eu ouvi você falar de diretor...

– Você não ouviu nada mulher!

– Tudo bem... olha, hoje eu vou ter que cuidar da tia Marianna, volto amanhã...

– Tá boooommm, a velha doente... – respondeu o marido dormindo logo em seguida sentado na cama.

Depois do julgamento de Tobias Eillen veio com uma história que apareceu uma tia idosa que estava muito doente e que precisava de cuidados. Ele estava estranhando essas visitas para essa tia Marianna, a esposa nunca havia falado antes, nem o deixava visitá–la. O que o fazia suspeitar mais é que Eillen se arrumava toda, se perfumava e ia... cuidar de uma velhinha doente? E o pior é que de uma hora para outra a mulher aparecia em casa com joias, dinheiro e roupas novas...

Porém ele nunca reclamava porque ele sempre conseguia pegar um pouco do dinheiro que aparecia na casa. Ela escondia–o na cômoda e parecia não notar quando ele pegava o dinheiro.

No dia seguinte Tobias se arrumou todo. Ele ficou feliz porque a esposa não estava em casa para enchê–lo de perguntas.

Como ele sabia onde a esposa escondia dinheiro trouxa, Tobias foi à cômoda, pegou uma quantia, chamou um táxi e foi para o hospital na esperança de conseguir mais dinheiro. Naquela noite iria haver um jogo de Pôquer no bar que ele frequenta e ele viu naquele jogo a oportunidade de recuperar o dinheiro que ele perdeu todos aqueles anos.

Chegando ao hospital, o homem foi recebido por Stela Haase. Ela levou–o ao escritório de Roger. Chegando lá, o diretor cumprimentou–o e disse:

– Bom dia senhor Snape. Sente–se. Senhora Haase, traga o nosso cafezinho...

– Sim senhor...

– Por favor, beba um café... eu uso adoçante, adoça bem mais que o açúcar...

A moça trouxe o café com dois frascos de adoçante. Ele pegou um, adoçou seu café e deu o outro para Tobias. Ele perguntou:

– Você gostou do café?

– Sim... gostei... pra... falar a verdade, o café tava com um gosto estranho...

– Escuta, o que aconteceu no dia que as crianças fugiram da sua casa?

– Naquele dia? As creonças chegaram em casa para as férias de Natal. A Audrey falou para a Eillen que ia para a casa da Lílian e o Severo ia ficar sozinho... quando eu o vi de costas... eu não aguentei e parti para o ataque... mas não era ele, era a peste da Audrey... ela quebrou o meu nariz e os dois fugiram...

– Mas... o senhor disse partiu para o ataque... como assim?

– Você já transou com uma virgem?

Roger, que estava bebendo seu café se engasgou com a pergunta. Ele disse:

– (gasp!) O q...

– Quente, tensa, apertadinha, apreensiva... e tão sensível... eu ia pegar a minha virgem... o Sev é tudo isso e ainda mais... – ele lambeu os lábios. – Toda vez que eu pego ele, ele geme, sangra como se fosse a primeira vez... olha... meu amiguinho já tá todo animadinho... se você pegasse um novinho como eu... saberia do que eu to falando...

O diretor estava revoltado com essa conversa toda. Segurando–se para não bater em Tobias, ele perguntou:

– Como você tem coragem de falar assim do seu filho? Como se ele fosse uma prostituta?

– Ora senhor Taylor... você já olhou pra cara de merda que ele tem? Ele é uma coisa franzina, pálida, não serve pra nada... a Audrey é forte, esperta, mas ele, ele é o que? A gente tem que dar utilidade pra ele... na cama... – ele alisou o pênis sobre a calça. – Ele mostra o seu verdadeiro talento... quando ele volta pra casa? A minha esposa até que dá pro gasto, mas ele... ah...

– Mas ele se parece com você!

– Só o físico... ele não puxou os dotes do pai... acredita que ele é uma bixa? EU ODEIO BIXAS!

Roger desligou o gravador, pegou um envelope com uma boa quantia em dinheiro, jogou–o em cima da mesa e disse com os dentes cerrados:

– Toma o seu dinheiro. O senhor vai ter notícias minhas!

– Ai que delícia – cheirando o dinheiro. – Eu vou sair daqui e sabe para onde eu vou? Pro bar... hoje é dia de Pôquer... vou ganhar uma pequena fortuna com essa bufunfa e sair com uma virgenzinha...

Logo depois que Tobias saiu do consultório de Roger, ele foi ao banheiro e despejou todo o conteúdo do estômago no vaso. Ele sabia o que estava acontecendo com o neto, mas ouvir assim de seu pai era tão... nojento... o homem além de vulgar era homofóbico! Quando ele saiu, Stela Hasse o encontrou e gritou:

– DR. TAYLOR, O SENHOR ESTÁ PÉSSIMO! Pelo visto a conversa com aquele cara foi uma merda... Vai pra casa descansar! O senhor trabalha demais!

– Acho que eu vou te escutar e vou pra casa sim... – respondeu Roger pegando o frasco de adoçante que Tobias usou e colocando–o no bolso.

Notas Finais

* Adoçante: Sacarina: foi descoberta em 1879 acidentalmente por um assistente de laboratório, chamado Fahlberg. Ele estava preparando uma substância, esta, caiu por acidente em sua mão e Fahlberg notou que a mesma possuía sabor muito adocicado. Mas somente em 1897, o adoçante foi lançado no mercado com o nome de sacarina, possuía poder de adoçar 200 vezes maior que a sacarose (açúcar comum).

Ciclamato de sódio: no ano de 1937, um estudante de graduação de química, Michael Sveda, trabalhando em um laboratório com compostos chamados de sulfamatos, descobriu que os mesmos tinham sabor doce acentuado. Surgiu assim, o cicloexilsulfamato de sódio, comercializado já no ano de 1940 com o nome de Ciclamato de sódio, cerca de 30 vezes mais doce que a sacarose.

Aspartame: descoberto por acaso por químicos de uma indústria farmacêutica enquanto sintetizavam um tetrapeptídeo. Seu comércio como adoçante se deu a partir de 1965, foi neste ano que os adoçantes se tornaram mais populares. O Aspartame é ainda usado nos dais atuais, é cerca de 180 vezes mais doce que o açúcar comum.