Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer à Sandra Longbottm, minha nova favorita e À Raposaxereta, minha nova seguidora... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

Jean estava ansiosa por causa da horta. . Severo mandou um bilhete a Arthur pedindo algumas mudas e depois de uma longa briga com Molly, ele mandou as mudas de Acônito, Hemeróbio, Descurainia, Sanguinária, Asfódelo e Cactos Venenosos.

Audrey já havia brigado com ela porque ela disse que não seria uma horta e sim uma estufa. Os três irmãos foram à horta para começar os preparativos. Audrey mandou os irmãos ficarem quietos, se concentrou bastante e conjurou uma pequena estufa que abrigou todo o pedaço de terra da horta. Quando ela acabou, ela quase caiu. Severo segurou– a e perguntou:

– Cê tá bem?

– Tô, eu só usei muita energia vital conjurando essa coisa...

– Que bosta... – falou Jean triste. – Ficou pequena...

Audrey ficou vermelha de raiva. Ela teve tanto trabalho para isso? Ela falou revoltada:

– O tamanho tá bom, animal...

– Pequena...

– É do tamanho do espaço de terra...

– Pequena...

– Só deu pra fazer isso...

– Peuqena...

Como Audrey estava ainda fraca, ela entrou na estufa, pegou um punhado de terra e atirou na cabeça da irmã. Jean também entrou na estufa e fez o mesmo. Audrey revidou, as duas entraram na estufa e começaram uma guerrinha de terra. Severo conjurou um banco perto da estufa, sentou–se e disse calmamente:

– Oh gente, para com isso...

Roger foi para a casa do filho. Chegando lá, ele foi procurar os netos. Ele foi ao fundo da casa e encontrou uma estufa nova. Ele achou bonitinho porque Severo estava do lado de fora balançando os pés e falando para as irmãs pararam enquanto elas estavam na estufa travando uma guerra de terra. Ele se aproximou do Severo, o abraçou e começou a chorar. O menino assustou–se e perguntou:

– Vô... o que está acontecendo?

– Desculpa Sev... o vô teve um dia e tanto... eu vou conversar com os seus pais e nós vamos procurar uma psicóloga pra você...

– Não precisa senhor...

– Mas é claro que precisa... – disse Roger sentando–se no banco, colocando o neto no colo e ajeitando o seu cabelo. – Nós vamos procurar uma psicóloga pra ajudar você... – Severo deu um sorriso. – E eu vou marcar um dentista pra você também...

– Como a Jean diz... essa casa tá com muita maldade...

– Mamain? – perguntou Jean saindo da estufa e tirando a terra do cabelo.

– Severo... o que esses tatus estão fazendo na horta?

– A gente está preparando a terra para plantar ingredientes para poções... aí os... (rindo) tatus... começaram... (rindo) a brigar por causa do tamanho... (rindo) da estufa... a Audrey... tá fraca (rindo) e começou a guerrinha (rindo).

– Fraca? Por quê?

– Porque ela se esforçou muito conjurando essa estufa.

– Mas ela ficou...

– Pequena. – completou Jean.

Roger bateu na bunda da neta e disse:

– Não começa Jean! Tá linda essa estufa! Ela tá proporcional ao tamanho da casa, o que você queria? Aquelas estufas gigantes de fazenda?

– Se o senhor diz...

– Vão tomar um banho! – disse o homem batendo na bunda das netas.

As meninas entraram. Severo se aproximou de Roger e disse:

– Olha o que a gente ganhou... são umas mudinhas que o Arthur deu pra gente...

– O que são essas mudinhas?

– Acônito, Hemeróbio, Descurainia, Sanguinária, Asfódelo e Cactos Venenosos. Algumas delas são venenosas...

– O que esse cara tem na cabeça em dar plantas venenosas pra vocês, merda?

Severo riu e disse:

– Ele falou que a esposa dele disse o mesmo...

– Tome cuidado, viu? – Ele olhou para o lado e viu uma pia de jardinagem. Era uma mesa, com uma cuba de barro e um caninho a qual saía água. – Que linda...

– Eu conjurei...

– Mas e o Ministério da Magia?

– Até agora não veio... viu o pendurador com a toalha? A Mamain deu...

– Até você com esses mamães? Você vai ficar aqui? Vou entrar...

– Pode deixar... vou cuidar da estufa...

O avô entrou em casa, mandou o filho e a nora irem ao escritório, fechou a porta e disse:

– Meninos! – ele tirou uma fita do bolso. – escutem isso. Victoria, pega o gravador.

A nora foi ao armário, pegou o gravador e Roger colocou a fita para eles escutarem. Quando a gravação acabou, Richard e sua esposa estavam chorando de raiva.

– Mas... o que a gente pode fazer?

– Procure a Polícia e faça uma queixa contra esse Tobias. Leva a gravação... não vai servir como prova, mas vai fazer dele um suspeito... depois a gente vai à Promotoria de Justiça da Infância e Juventude para conseguir a guarda dele... eu acho que vai ser necessário o Sev passar por exames de corpo de delito para confirmar a veracidade dos abusos...

– Entendo... – disse Victoria

– Ele vai ter que passar por uma avaliação psiquiátrica quando o processo começar por um profissional designado... esse exame vai avaliar as condições físicas e emocionais da criança e indicar um tratamento adequado...

– A gente tem que estar preparado pra qualquer tipo de acusação que essa Eillen e esse canalha possam fazer comosco... ela pode tentar falar que fui eu ou o papai que fizemos isso...

– Vamos tirar o Sev da presença daquele maníaco... conversar mais com ele...

– Ah... eu vou para casa... essa conversa com esse Tobias me tirou do sério... Richard, amanhã a gente se encontra no hospital...

No banheiro, as irmãs tomavam banho juntas. Jean olhou para a irmã e disse:

– Audrey, desculpa... a estufa ficou legal...

– Tá tudo bem... o principal é que o Sev se divertiu...

As duas riram e terminaram o banho. Quando elas desceram, Roger, sua nora e seu filho saíram do escritório. Ele chamou Victoria e disse:

– Vicky, você viu a estufa que a Audrey fez?

– Não... eles tavam quietos, achei que tavam aprontando... eu só vi a pia do Sev...

Todos foram à estufa Victoria e Roger ficaram surpresos com o tamanho e a beleza da estufa. Como o pai deles não estava trabalhando, ele disse:

– Meninos, eu não tô trabalhando hoje, que tal a gente ir a uma floricultura comprar coisas para jardinagem?

– Êêêêêêêêêêêêê! – gritaram os três juntos.

– Você vem com a gente, Mamain? – perguntou Severo

Victoria ficou emocionada em ouvir Severo chamando–a de mãe, mesmo do jeito ridículo que as meninas falavam. Ela respobdeu:

– Não filho, a mamãe vai ficar aqui com o vovô...

Os quatro saíram. Roger disse à nora:

– Enquanto eles saíram, vamos ver a psicóloga e a dentista para o Sev. Será que ele levou a varinha dele?

Os dois foram ao quarto de Severo. A varinha dele estava na cômoda. O homem disse:

– Vamos levar a varinha à delegacia... ela pode ser útil...

– Mas como, o senhor nem é bruxo...

– Você vai ver, você vai ver...

Eles saíram. Primeiro eles foram à delegacia fazer a queixa. Chegando lá eles foram recebidos pelo delegado que já conhecia–o por causa da doença de seu filho.

Há dois anos, seu filho estava com mieloma múltiplo, um câncer raro nos ossos. Richard descobriu sua doença, curando o menino a tempo. Desde esse episódio Alexander é grato ao médico e ao hospital. Preocupado, ele os levou para sua sala e falou:

– Bom dia, Roger! Victoria! O que traz vocês aqui?

– Viemos fazer uma denúncia de abuso sexual contra Tobias Snape... ele é pai da Audrey e tem um filho com outra mulher, Eillen Snape. Ele vem abusando desse menino que nós queremos tirar da casa dele e adotar...

Alexander ficou apreensivo. Ele falou:

– Conte–me suas suspeitas.

Roger contou suas suspeitas, mostrou a gravação. O delegado ouviu tudo e disse:

– Mas geeeeente! Eu sabia que homens como ele existiam, mas eu nunca havia trabalhado com um caso desse! Que canalha! Quantos anos tem esse menino.

– 11...

Alexander sentiu o sangue gelar. Ele disse:

– É só um ano mais velho que o meu filhinho! Vou fazer tudo o que eu puder, porque seu filho salvou o meu e pra livrar essa criança desse animal!

– Vocês têm que tomar muito cuidado, a esposa dele é uma bruxa.

– Ah, Roger, eu sabia que seu filho era engraçadinho, mas você...

– Não! É verdade... bruxos existem sim! Ela é perigosa, pode pegar a sua varinha e fazer um feitiço contra os policiais! Por que você acha que esse homem falou tanta coisa espontaneamente? É uma poção chamada Veritasserum que o meu pai colocou no adoçante que ele usou no café.

– Esse papo de bruxo é suposto de ser segredo, a gente não vê uma coisa dessa por aí. Por que você tá me contando isso?

– Essa mulher pode confundir o Promotor, fazer vocês esquecerem o que estão fazendo lá. – Ele mostrou a varinha de Severo. – Olha... essa é a varinha do meu neto, as varinhas são diferentes, mas ela pode sacar a dela por saber que vocês não a conhecem.

– Mas se esse negócio for verdade e o menino é um bruxo, por que ele não se defende?

– Ele tem tanto medo do pai que ele fica paralisado quando ele abusa dele... e ele não pode usar magia fora da escola enquanto for menor de idade...

– Compreendo... você não conhece ninguém maior de idade para nos acompanhar?

– Sim... ele se chama Arthur Weasley... eu pedi a ele para ir com vocês. Ele trabalha num lugar chamado Ministério da Magia e vai ser bastante útil nesse caso.

– Mas por que vocês não pedem ajuda a esse tal Ministério da Magia?

Victoria se levantou e falou:

– Ah Alexander, se você visse o massacre que o Sev sofreu no julgamento daquele Tobias nessa porcaria de Ministério da Magia... mas o Arthur é diferente, no mundo dele ele é tratado como traidor de sangue porque ele gosta das nossas coisas, coisas de trouxa, como ele disse...

– Mas... trouxa? Eles acham que a gente é idiota?

– É o jeito que os bruxos chamam quem não é bruxo...

– Sim... agora eu entendo... mesmo tendo poderes, o medo o deixa vulnerável... se esse Weasley puder nos ajudar eu vou apreciar muito... eu vou fazer o que eu puder, eu sou grato ao que vocês fizeram com o Vicent quando ele tava doente... bem... – disse ele piscando um olho. – eu tenho amizades no fórum... nós vamos fazer o que eles com a magia não fizeram...ele já tá na cadeia...

Victoria e Roger agradeceram o delegado e saíram. O hospital não tinha psicólogos, mas Roger conhecia uma profissional muito boa. Eles foram a seu consultório. Roger cumprimentou a médica, apresentou a sua nora e disse:

– Oi, doutora...

– Rachel Baldasarre. – ela disse, olhando para Victoria. – Psicóloga infantil. Qual é o problema de vocês?

Victoria explicou o caso a ela, que disse:

– Eu preciso conversar com o seu filho pra fazer uma avaliação de como ele começou a vivenciar todo esse processo e depois eu vou começar o tratamento. Você ao menos sabe como é a convivência dele na sua casa?

– Péssima. A Audrey me falou que o pai briga, discute e bate na mulher e nele também...

– O certo seria fazer uma terapia familiar, mas como você vai tirar o menino da sua família, vamos nos concentrar só nele.

– Ele estuda numa escola particular. Tem como você marcar as consultas depois das 17:00 horas?

– Às 18:00 horas seria bom?

– Seria ótimo!

– Semana que vem traga esse mocinho pra eu conhecer...

Depois de marcar a consulta na psicóloga, Roger e sua nora foram ao hospital encontrar a dentista, Elisabeth Spencer. Chegando lá, ele cumprimentou a médica e disse:

– Elisabeth, eu preciso que você faça outra limpeza e coloque aparelho nos dentes do Sev...

– Eu tenho as quartas–feiras livres... que horas você acha que é melhor pra ele?

– Às 18:00 horas, tem como?

– Tem sim... mas como você vai fazer ele vir ao hospital?

– Ele vai usar um meio de transporte bruxo chamado Rede de Flu.

– Tudo bem... depois do Ano novo eu marco uma consulta para ele...

– Assim é melhor, que dá tempo para eu conversar com a diretora da escola dele... vamos embora Vicky...

– Vamos... obrigada Elisabeth.

Os dois foram para casa e perceberam que Richard não havia chegado. Victoria falou:

– Que bom que a gente chegou antes deles... assim o Sev não desconfia de nada...

– Victoria... eu já vou embora... quando eles chegarem, conversa com o Sev... vou para casa tomar uma sopa e me deitar um pouco... essa conversa que eu tive com o Tobias me deixou esgotado.

– Vai sim senhor Taylor... vou aproveitar que eu to sozinha e descansar um pouco... essa conversa me deu dor de cabeça...

Depois que Roger saiu, Victória tomou um analgésico, foi para o quarto e deitou–se