Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer à Sandra Longbottm, minha nova favorita e À Raposaxereta, minha nova seguidora... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

Richard e seus filhos voltaram da loja animados para começar a plantar as mudas. Assim que os três foram para a estufa, Roger chamou o filho e a nora e falou:

– Vamos mandar uma carta para a escola para pedir ao diretor um tempinho para conversarmos com ele... ele precisa permitir que o Severo saia da escola e visite a Psicóloga e vá à Dentista. Victoria foi ao escritório, pegou um bloco, deu a seu marido e ele escreveu:

"Ao diretor de Hogwarts Dumbledore:"

Eu e meu pai precisamos conversar com o senhor e com a Senhora McGonagall... é sobre a saúde física e mental do Severo... como o assunto é muito complicado, precisamos conversar com vocês em particular, o assunto é sério.

Atenciosamente:

Richard e Roger Taylor"

Depois Richard chamou Lyra e disse:

– Vai menina, leva essa carta para Hogwarts...

Victoria abriu a janela e a coruja saiu voando. Roger falou:

– Agora é só esperar a coruja voltar. Caso eles neguem o pedido, temos que ter um Plano B... vai chamar a coruja dos meninos, Vicky...

A nora saiu e voltou com a coruja no ombro. Roger pegou o bloco e escreveu:

"Arthur:

Preciso de sua ajuda! Eu mandei uma carta para Hogwarts pedindo ao Diretor para liberar o Severo para ele ter atendimento médico fora da escola. Só que eu estou com medo que eles declinem o meu pedido... se por acaso eles rejeitarem meu pedido, tem com você me levar à escola para eu ter uma conversinha formal com eles?

Atenciosamente,

Roger Taylor"

Ele amarrou a carta à perna da coruja, acariciou suas penas e disse:

– Vai menina, leva essa carta ao Ministério da Magia...

Depois de pensar um pouco, Victoria olhou para o sogro e perguntou:

– Será que eles podem negar o nosso pedido?

– Com certeza! Eles não confiam em nós que não somos bruxos... se eles negarem nosso pedido eu quero ir lá para conversar com eles... não consigo acreditar no que eles fizeram no julgamento daquele animal...

Richard levantou–se, cerrou os punhos e disse:

– Aquilo foi um massacre com o menino! Coisa horrível de se presenciar. Eu cheguei em casa com uma dor de cabeça terrível, a Jean não parava de chorar, tadinha...

– Mas que horror! Esse povo não tem competência!

– Eles querem ter emprego, mas não querem ter trabalho... qualquer um com um pingo de vontade via que aquele Promotor tava do lado do Tobias... nossa, eu quis voar no pescoço deles!

Eles interromperam a conversa porque Severo e as irmãs entraram e foram até eles. Severo sentou–se no colo do avô e disse:

– Vô, você pode ir lá fora ver a nossa estufa?

Jean e Audrey sentaram–se ao lado dos pais. A mais velha bufou e disse:

– Eu falei que a estufa era pequena, mas quanto trabalho! Ela é grande, isso sim!

– Tá vendo! – disse Audrey toda metida. – Eu falei que a estufa não era pequena... agora a gente vai ter que te ensinar a cuidar das plantinhas quando estivermos fora...

Jean sentindo as lágrimas nos olhos falou:

– É bom mesmo que eu tenha algo para fazer... assim eu sinto menos saudades... – ela foi até o pai e começou a puxar o braço dele. – Vamo lá fora pai...

Richard olhou para a filha e respondeu:

– Tá bom Jean, vamos...

Todos saíram e foram à estufa. Severo se empolgou e mostrou as mudas aos pais e ao avô. Ele sorria, mostrava as mudas, ensinava Jean e sua mãe a cuidar das plantas. Nunca na vida o menino esteve tão empolgado.

Roger aproveitou que os meninos estavam distraídos, pegou Victoria pelo braço, levou–a num canto e disse baixinho:

– Vamos cuidar dessa estufa, é a menina dos olhos do Sev...

– Vou fazer o que puder para ajudá–lo... esse menino sofreu demais...

– Vamos fazer o possível e o impossível, ele já é da família... a gente também tem que agilizar uma forma de conseguir a guarda dele... não podemos correr o risco de ele ir parar num orfanato...

– Que horror! O que podemos fazer?

– Primeiro a gente tem que ir a um Juizado de Infância, fazer um cadastro, esperar uma psicóloga agendar uma entrevista para conhecer seu estilo de vida, renda financeira e estado emocional. Talvez uma assistente social pode vir aqui para avaliar se a sua casa tem condições de acolher o menino. Depois de você e o Richard serem aprovados, vocês ganham um Certificado de Habilitação para Adotar.

– Parece fácil, mas a gente tem que tomar cuidado... e se aquela diretora tentar alguma coisa contra a gente? Essa mulher tem uma má vontade do caramba!

– Ela vai se ver comigo!

Severo se aproximou deles. Sua mãe o abraçou e perguntou:

– E aí, gostou da sua estufa?

– Sim... obrigado...

Roger olhou para o neto e disse:

– Vão entrar, está muito frio aqui fora. Vicky, eu vou voltar para o hospital, foi muito bom passar por aqui.

Roger se despediu de todos e foi embora. No caminho ele passou na delegacia para falar com Alexander. Chegando lá ele foi bem recebido pelo delegado. No escritório, Roger disse:

– Me desculpe incomodá–lo novamente. Minha nora quer adotar o Severo e a gente tem medo que a vice–diretora da escola onde ele estuda tem muita má vontade com ele e ela pode fazer alguma coisa para atrapalhar...

– Eu nem conheço essa mulher e já to com raiva dela! O que ela pensa da vida! Ela trabalha com crianças! Você veio no lugar certo... – ele piscou um olho – eu tenho umas "amizades" no Juizado de Infância, vai ser "mamão com açúcar" adotar o menino... mas... posso te perguntar uma coisa?

– Sim...

– Só te essa escola para bruxos?

– Verdade... eu não pensei nisso...

– Sai dessa vida! Se a escola tá tratando o menino tão mal, por que vocês não colocam ele em outra?

– Nossa! Por isso que é bom a gente conversar com pessoas que estão de fora do problema... vou procurar o Arthur para conversar com ele...

– Por falar nesse Arthur... – Alexander tirou da gaveta um relógio de pulso antigo. – tem como você levar esse relógio para ele consertar... ele não tem conserto e o meu menino o adora, foi presente do avô dele...

Roger pegou o relógio, colocou no bolso e disse:

– Vou falar com ele... ele pode consertar sim...

Os dois homens se despediram. Roger voltou para o hospital mais tranquilo.

Enquanto isso, Victoria estava colocando as roupas na máquina de lavar quando foi surpreendida pela coruja de Audrey. A coruja estendeu a perna para a mulher, que pegou uma carta e começou a ler:

"Seja qual for o problema do senhor Snape, a nossa escola conta com uma medibruxa amplamente capacitada para qualquer coisa. Se ela não conseguir, nós enviaremos o menino para Saint Mungo, onde ele será devidamente tratado.

Eu não sei se vocês sabem, mas o senhor Snape é um bruxo; como um bruxo ele deve ser tratado como tal. E outra, a avaliação médica não apresentou nenhum problema de saúde relacionado a ele.

O senhor Snape é um aluno como todos os outros e não terá regalias nessa escola! Qualquer dúvida, mande–nos uma carta, não temos tempo para atendê–los, afinal de contas vocês não são os pais dele. Cuidem das suas filhas.

Minerva McGonagall.

Deixando a roupa como estava, Victoria foi à extensão e ligou para o sogro. Chorando, ela contou o que estava escrito na carta. Num tom calmo, Roger disse a ela.

– Calma, minha filha. No caminho do hospital eu estava pesando e já tenho tudo planejado... agora se acalme, procure o Richard e converse com ele... se é guerra que ela quer, é guerra que ela vai ter...