Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.
Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer ao Random bug, meu novo favorito... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.
Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...
0 7/01/1972 – A revanche de Roger
Roger estava em seu escritório quando percebeu que uma coruja estava bicando a sua janela. Ele abriu a janela, pegou a carta que estava em sua perna, deu um petisco para o bichinho, que ficou esperando segundas ordens e leu a carta.
O conteúdo da carta fez o homem sentir tonturas e dores na nuca. Ele abaixou a cabeça e começou a escrever furiosamente:
"Arthur:
Desculpe–me pelo incômodo, mas eu preciso urgentemente falar com você... a Vice–diretora me mandou essa carta; eu tenho um plano e preciso da sua ajuda para colocá–lo em prática...
Atencosamente:
Roger Taylor."
Roger pegou a carta e juntou–a com a carta de Minerva, amarrou–as na perna de Poppy, deu outro petisco a ela e mandou–a levar a encomenda para Arthur.
Stela foi ao escritório de Roger levar uma papelada para ele assinar. Quando ela o encontrou naquele estado, ela rapidamente colocou o papéis em cima da mesa e disse assustada:
– O que aconteceu senhor? Vou chamar um médico!
Roger olhou para a pediatra e respondeu:
– Não se preocupe Stela, eu apenas estou com a pressão alta... eu só preciso de um anti–hipertensivo...
Na casa dos Weasley, enquanto Molly cuidava dos bebês, o marido recebeu a carta de seu amigo. Ele achou a carta estranha, porque a letra de Roger estava trêmula. Ao terminar de ler a carta ele disse à esposa, furioso:
– Mas que absurdo! O que essa mulher tá pensando? Esse menino precisa de ajuda, que má vontade!
Molly entregou Bill a Arthur para ele dar mamadeira a ele. ela perguntou ao marido:
– Será que o Elphistone sabe o que ela tá fazendo?
– Não sei... mas prefiro não envolvê–lo nisso... ele é cego por causa dessa mulher...
– Como?
– Ele é bem mais velho do que ela... correm os rumores que a Minerva gostava de um fazendeiro escocês, Douglas McGragor, mas como a mãe dela renunciou a magia por ter se casado com um trouxa, ela não queria ter o mesmo destino que a mãe. A Minerva trabalhava no Ministério da Magia e depois de dois anos ela recebeu uma promoção de prestígio, ela recusou. Ele vive chamando ela pra sair, mas ela não aceita. Nem quando ela ingressou em Hogwarts ele desistiu dela...
– E?
– As pessoas comentam que a Minerva é frustrada desse jeito porque ela desistiu de um amor para alcançar as ambições dela... mas... não comente com o Roger... eu acho que ela tem inveja da Audrey...
– Por quê?
– Não sei... mas a Minerva olha para a menina como se ela fosse uma ameaça... quando a gente estudava ela era meio frustrada, mas o seu temperamento está bem pior agora...
– Mas que horror! Arthur, tente ajudar, mas cuidado porque ela é a queridinha do teu chefe, ele pode te prejudicar...
– Eu sei, mas eu não posso deixá–la fazer isso com o menino...
Depois de Bill mamar Arthur mandou–o ficar sentado do sofá, foi à estante, pegou o caderno que ganhou de Victoria e escreveu:
Boa tarde, Roger:
De todas as coisas que aquela mulher fez, essa foi a pior! Eu passarei na casa da sua nora para conversarmos sobre isso.
Atenciosamente:
Arthur Weasley.
Roger estava assinando a papelada trazida por Stela quando recebeu o recado de Arthur. Ele foi correndo para a casa de sua nora. Meia hora depois Arthur entrou na casa dela pela lareira trazendo Bill com ele. Victoria disse:
– Nossa, eu nunca vou me acostumar com esse troço!
Arthur pegou o menino no colo, cumprimentou todos e disse:
– Gente, me desculpem, mas hoje é dia de faxina e eu não tinha com quem deixar o meu filho...
– Mas que menino lindo! Que cabelinho cor de cenoura mais lindinho, lembra a Audrey quando era bebê...
Logo depois Jean entrou em casa. Ela cumprimentou Arthur e deu um beijinho em Bill. Victoria perguntou a sua filha:
– Jean, você pode brincar com o Bill enquanto a gente conversa?
– Mas e se ele fizer cocô?
– Você traz ele para mim que eu cuido disso...
Jean pegou Bill no colo e perguntou à mãe:
– Mãe, a gente pode assistir desenho no teu quarto?
– Pode... se quiser, pode pegar umas mantas...
Depois que a menina subiu para o quarto com Bill, Victoria falou a Arthur:
– Não se preocupe, ela é responsável...
– E é bom que o Bill vai dar trabalho a ela e ela não tenta escutar a conversa.
Roger foi ao escritório de seu filho e pegou um exemplar do jornal Manchester Evening News*. Ele disse:
– Esse jornal é de grande circulação aqui... meu plano é falar para o Diretor que se eles não deixarem a gente tratar o menino no nosso mundo a gente vai espalhar o segredo deles...
Arthur pegou o jornal, começou a folheá–lo e sem entusiasmo falou:
– Nossa, que chato, as imagens não se mexem... no nosso jornal, as imagens têm vida...
Roger deu risada, aproximou–se de Arthur e disse:
– Para nós que não somo bruxos, figuras que se mexem seriam esquisitas...
– Espera... vou pegar umas fotos que serão úteis pro nosso jornal...
Arthur foi à casa dele pela Rede de Flu e pegou alguns jornais. Os dois encontraram uma reportagem antiga sobre Hogwarts e outra reportagem com Minerva. Com magia, Arthur fez a reportagem aparecer nas páginas 12 e 13 do jornal de Roger. Como o jornal era para ser trouxa, Arthur fez um feitiço para as imagens ficarem estáticas.
Roger pegou um jornal a qual tinha uma reportagem com ele e Arthur anexou–a na página 13 do jornal que eles estava montando. Depois Arthur executou outro feitiço e fez várias cópias.
Victoria pegou o jornal, começou a folheá–lo e falou:
– Nossa, ficou perfeito! Nem parece que vocês fizeram montagem...
Arthur pegou um exemplar e respondeu:
– Perfeito ficaria se as imagens se movessem...
Roger pegou os jornais e falou para Arthur:
– Agora vamos fazer uma visitinha para aquela megera...
Os dois homens foram à lareira. Arthur jogou Pó de Flu nas chamas e disse:
– Escritório do Diretor, Hogwarts!
Arthur e Roger entraram no escritório de Alvo, que estava conversando com Minerva. Assim que ela olhou para os dois, ela pensou:
"O que esse trouxa e esse desocupado estão fazendo aqui?"
Roger se aproximou de Alvo, apertou sua mão e disse:
– Bom dia. Eu sou Roger Taylor, avô do Severo e da Audrey. .
– Como vocês conseguiram vir aqui?
Arthur olhou para a Vice–diretora e respondeu:
– Rede de Flu.
Minerva coçou os cabelos, balançou a cabeça, deu um longo suspiro e disse:
– O que os senhores querem aqui?
– Uma de suas alunas Lily me escreveu contando que a senhora quer realizar alguns exames no meu neto, que ele está sendo tratado como se fosse um animal e que vocês não estão fazendo nada para impedir seus colegas...
Minerva fingiu que procurava uma sujeirinha na sua unha, olhou para Roger e respondeu:
– Eu fiquei sabendo que o senhor Snape foi vítima de abuso e eu só estou garantindo a segurança dos outros alunos...
Roger ficou impaciente. Ele fechou o punho, bateu–o na mesa de Alvo e gritou:
– Eu gostaria de saber o que o Ministério da Magia iria achar de um Diretor e uma Vice–diretora que promovem o bulling na escola!
– Bulling? Engraçado, agora a gente não pode fazer nada com os alunos que já é abuso, é bulling...
Alvo ficou pálido de raiva. Ele olhou para a sua colega e disse baixinho:
– Eu te falei para não levar essa história de exames adiante...
O Diretor olhou para Roger e tentando consertar a situação, disse:
– Não se preocupe, a nossa Ala Hospitalar conta com uma medibruxa altamente qualificada...
– Tão qualificada que nem percebeu que o menino vinha sofrendo abuso sexual por parte do pai! – interrompeu Roger. – Eu tenho uns exames que os médicos fizeram e eles provam que o menino sofria abuso desde antes de entrar na escola... vocês nunca desconfiaram de nada?
Alvo ficou incrédulo. Ele não confiava nos trouxas, mas sabia que a medicina deles era relativamente avançada. Ele falou sem graça:
– Mas ele foi examinado e a Poppy não encontrou nada...
Roger percebeu que o Diretor não era mau, mas também estava com má vontade. Ele explicou:
– Olha Professor Dumbledore, a gente pode não ter magia, mas tem tecnologia... os avanços da medicina, por exemplo aumentam a expectativa de vida das pessoas e erradicam doenças que antes causavam mortes...
– Meu filho... por que você não confia no nosso mundo?
– Por causa da má vontade de vocês! E outra coisa, quero saber onde está meu neto!
Alvo perguntou para Minerva:
– Você sabe onde o Senhor Snape está?
– Na Ala Hospitalar, onde mais...
Alvo suspirou indignado. Relutante, ele disse a Roger:
– Vamos para lá, meu filho pela Rede de Flu...
Eles chegaram à Ala Hospitalar. Quando eles entraram, encontraram Poppy com uma expressão assustada. Temendo a resposta, Alvo perguntou:
– O que aconteceu e onde está o Senhor Snape?
– Eu... fui realizar os exames como a Minerva... ele ficou muito nervoso... magia acidental... fugiu e não sei pra onde...
Arthur perdeu a paciência. Coçando a cabeça, ele gritou:
– Como vocês, numa escola de magia têm a capacidade de perder um aluno?
Roger ficou vermelho de raiva. Ele entregou um exemplar do jornal para Alvo, que começou a folheá–lo e perguntou:
– O que é isso?
Alexander apontou para o jornal e perguntou:
– Vocês bruxos não têm jornal?
– Como vocês conseguiram essas fotos?
Roger deu um sorriso sarcástico, ergueu uma sobrancelha e falou baixinho:
– Não interessa... só sei que se vocês continuarem com essa ideia tosca de exames e não fizerem os alunos pararem de tratar mal o meu neto, nós vamos distribuir esses jornais...
– Oblivia...
Arthur apontou a varinha para a Vice–diretora e disse:
– Expelliarmus! – a varinha voou longe – Não adianta fazer a gente esquecer... –
– Verdade... – completou Roger. – A matriz do jornal tá numa gráfica e eu deixei para uma amigo a instrução de que se a gente não entrar em contato com eles em meia hora é pra eles começarem a imprimir e distribuir.
Minerva olhou o relógio de bolso e percebeu que eles já estavam na escola havia vinte minutos. Nervosa, ela conseguiu recuperar a varinha e queimou o jornal. Arthur achou aquilo muito engraçado e disse:
– Ah, você queimou o jornal... aproveita e queima esses...
Num movimento da varinha Arthur encheu a sala de jornais. Roger se aproximou da mulher e disse:
– Você não me conhece... para mim o Sev é meu neto... posso não ter magia, mas tenho poder suficiente para destruir a sua carreira de merda... então, eu sugiro a você que pacificamente aceite a minha sugestão e descubra onde o menino se meteu...
Minerva apontou a varinha para Roger. Alvo foi por trás e tomou a varinha da colega, que disse indignada:
– Alvo, devolva a minha varinha!
– Estou cansado das suas palhaçadas, Minerva! – ele olhou para Roger. – Me desculpe Senhor Taylor, nós vamos procurar o menino, não haverá mais exames e quanto a seus colegas, eu vou tomar providencias. Quanto a seu ombro, eu dou autorização para ele sair e fazer os tratamentos necessários, a Poppy já me disse que não vai mexer com isso...
– Sim, mas onde está meu neto?
Arthur teve uma ideia. Ele respondeu para Roger:
– Eu tenho um palpite de onde ele está...
Alvo, Roger e Arthur foram ao Lago Negro. O menino estava sentado na beira do lago com sua irmã e os dois brigavam com uns alunos da Corvinal que faziam piada deles. Alvo se aproximou deles e disse furiosamente:
– Aquele que continuar insultando o Senhor Snape vai receber uma suspensão, entenderam?
Os alunos saíram correndo com medo. Roger se aproximou dos netos, os abraçou e perguntou:
– Severo, Audrey, vocês estão bem?
Severo, abraçado ao avô, respondeu:
– Tô sim vô, não foi nada...
Audrey apontando para o lago, disse:
– A gente tava esperando a lula gigante sair do lago...
Alvo, com um sorriso maroto, disse aos irmãos:
– Crianças! Não perturbem o bichinho! – ele olhou para Roger. – Bom, o problema já foi resolvido, vocês podem voltar para casa...
Enquanto Roger e seu amigo voltaram para casa, Audrey e Severo continuaram olhando para a beira do lago. Severo virou–se para a irmã e disse:
– Eu gostaria de saber o que o vovô fez pra conseguir isso...
No escritório de Alvo, Minerva fuzilou–o com o olhar e gritou:
– O QUE DIABOS VOCÊ TEM NA CABEÇA? DEIXAR O MENINO ENTRAR E SAIR DA ESCOLA COMO VOCÊ BEM ENTENDE?
– Eu estava pensando o mesmo de você! Imagine se eles cumprem a promessa e o nosso segredo vaza pros trouxas...
– Eles não teriam coragem...
– E você tem certeza? Você viu o olhar mortal que o avô do menino lançava para a gente? Não subestime o poder de uma pessoa quando está com raiva... a guerra está acontecendo lá fora porque a gente subestimou aquele menino...
Uma lágrima caiu do olho do Diretor. Ele se aproximou da colega e perguntou:
– Minnie... o que aconteceu com você... cadê aquela menina doce que estudava aqui?
Minerva por um instante lembrou–se de seu tempo de estudos, de sua vida antes de conhecer Douglas. Ela balançou a cabeça e disse:
– Ele e aquela irmã dele têm que aprender que a vida é difícil...
– Eles vão passar por provas e momentos difíceis e a gente não precisa amargar a vida deles com picuinhas desnecessárias... se aqueles homens falaram a verdade, o menino já sofreu demais, ele precisa deles para se levantar...
– Você é muito sentimental...
Alvo foi à mesa, pegou o jornal e perguntou à colega:
– Você viu quem está na capa do jornal?
– Não me interessa quem está nessa porcaria...
– Olha, ele é diretor desse hospital... ele deve ser uma pessoa importante no mundo trouxa...
– Mas o Snape é um bruxo! Ele tem que se relacionar...
– Presta atenção no que você tá falando... seu discurso tá igual ao discurso do pessoal dAquele –Que–Não–Deve–Ser–Nomeado... agora só falta você falar aquele papinho chato de puro–sangue! Minerva, o que aconteceu pra você ficar assim? Quando eu perdi aquela jovem professora animada, cheia de vida pra essa Vice–diretora tão amarga e cruel?
Alvo saiu de sua sala deixando Minerva sozinha. Ela sentou–se na sua cabeça e pensou:
"Mas que humilhação, nunca fui tão destratada na minha vida, povinho sem vergonha! Aquelas duas pestes vão me pagar! Eles não perdem por esperar! – ela deu um sorriso malicioso – espera... tenho uma ideia e vou colocá–la em prática agora!"
