Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer ao Random bug, meu novo favorito... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.

Mas... pessoal... por favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

08 de janeiro de 1973 – Há um traidor com os Marotos...

Audrey acordou com Ônix lambendo seu rosto. Jogando o travesseiro na cachorrinha, ela disse:

– Ah não gente, eu não acredito que a gente tem que voltar pra essa merda de escola... SAI, INFERNENTA!

Jean acordou com o grito da irmã e perguntou indignada:

– Audrey, na boa, se você não gosta dessa escola por que você continua nela?

– Porque o Sev gosta, idiota...

Severo acordou com as irmãs falando sobre ele e perguntou sonolento:

– Eu gosto do quê?

Jean começou a rir e respondeu:

– De morder a fronha (risos)...

As duas começaram a rir e o menino não entendeu nada. Jean teve uma ideia e falou para ele:

– Na hora do café, pergunta para o pai se ele gosta de morder a fronha...

Severo balançou a cabeça. Sem entender nada, ele respondeu:

– Tá booooommmm... vamos descer...

Os três foram para a mesa tomar o café da manhã. Quando Richard sentou–se, Severo logo perguntou:

– Pai, pai, o senhor gosta de morder a fronha?

Richard arregalou os olhos e engasgou–se com o seu café. Victoria encabulada gritou com o filho:

– SEVERO SNAPE! MAIS RESPEITO COM O SEU PAI!

Jean e Audrey ficaram roxas de tanto rir. O menino ficou vermelho de raiva porque entendeu que havia caído em mais uma piadinha das duas. Richard recompôs–se, bufou e disse:

– Eu devia saber que era graça dessas duas... Severo, morder a fronha quer dizer ser homossexual... – ele virou–se para as duas – VOCÊS! SEM SOBREMESA!

As duas rindo terminaram o café. Severo olhou para elas e disse:

– Você, sua chata e você sangue–ruim, me pagam!

Em Hogarts, Severo e Audrey estavam na sua primeira aula, Poções. Ele estava atento e ela, inconformada pelo fato de ter que voltar à escola. O Professor Slughorn, com um giro da varinha colocou a explicação e os ingredientes na lousa:

Poção Adurganic – (15 minutos)

Efeito: Auxilia no crescimento e no desenvolvimento de plantas comuns e mágicas. Se usada em excesso, a planta tende a atrofiar e apodrecer. Deve ser aplicada na terra, próxima da raiz da planta, em pequenas quantidades.

Ingredientes: Excremento de Dragão; Suco de Romã; Espinhos de Porco-Espinho.
Cor: Verde-claro.
Frascos: Quatro.
Modo de Preparo: Preencha o caldeirão com, aproximadamente, 600 mililitros de água mineral e deixe cozinhar em fogo alto por 5 minutos apenas;

Com o auxílio de luvas, deposite 300 gramas de Excremento de Dragão em uma tigela separada e, com movimentos fortes com as mãos, amasse a substância de modo que fique bem pastosa e uniforme;

Acrescente 100 mililitros de Suco de Romã no caldeirão borbulhante, diminuindo o fogo para médio e deixando ferver por mais 5 minutos;

Com o auxílio de um pilão, triture cerca de 100 gramas de Espinhos de Porco-Espinho até que vire pó;

Acrescente as 300 gramas de Excremento de Dragão do caldeirão fervente e, com a colher de pau, faça movimentos firmes no sentido horário, até que a pasta seja inteiramente dissolvida e tome uma coloração amarelada;

Adicione os Espinhos de Porco-Espinho em pó na substância e realize mais uma série de movimentos firmes no sentido horário, até que se torne verde clara.

Impacientemente, o professor olhou para os alunos e gritou:

– Vocês têm meia hora para preparar a poção, portanto, sejam rápidos!

Ninguém se mexeu. Os alunos estavam exasperados pelo fato de o professor estar tão estressado logo depois das férias. O Professor olhou para os alunos e disse rispidamente:

– O que vocês estão esperando? Levantem–se, vão pegar os ingredientes!

Os alunos assustados foram buscar os ingredientes. James viu Severo indo pegar os ingredientes sozinho e resolveu ir irritá–lo. Ele colocou a mão no ombro do colega e disse:

– Você sabia que eu fui visitar a Lily? Eu passei a tarde toda com ela...

Severo estava com pressa. Ele tirou a mão do colega do ombro e indo para o armário de ingredientes, disse:

– Ah tá, que bom, dá licença...

James ficou com raiva de sua frase não ter causado o impacto que ele queria no inimigo. Para provocá–lo ainda mais, ele perguntou:

– O que foi, tá com ciúmes?

Severo começou a pegar os ingredientes. Bufando, ele respondeu:

– Não James, eu to com pressa, eu quero começar a poção logo... eu não tenho ciúmes da Lily...

– Ah hã, sei...

O Professor Slughorn viu os dois conversando e impacientemente gritou:

– EI VOCÊS AGORA NÃO É HORA DE PAPO! CINQUENTA PONTOS DA GRIFINÓRIA E DA SONSERINA!

Severo sentou–se indignado com a falta de vergonha na cara do Potter e pelos pontos perdidos. Audrey olhou para ele e perguntou:

– Sev, que cara é essa? Você tá assim pelos pontos ou pelo que o James falou?

O menino bufou, tirou uma mecha de cabelo do rosto, virou–se para a irmã e respondeu:

– As duas coisas! Eu doido pra começar essa poção e a besta do James me interrompe para me dizer que foi à casa da Lily...

– O que aquele idiota falou pra você?

– Ele veio me falar que passou uma tarde toda com ela... por mim, ele pode até dormir na casa dela...

– E você... ficou com ciúmes?

– Ciúmes? Eu não, a Lily é só uma amiga...

– Amiiiiga? Eu percebo o jeito que você olha pra ela, não mente pra mim não...

– Não to mentindo, vamos preparar a poção...

Todos começaram a preparar a poção. Severo viu Lily e quis conversar com ela, mas a poção estava tão difícil que ele nem teve tempo de procurar a amiga e ela estava tão concentrada na poção dela que nem olhou para ele.

Lily viu James conversando com Severo e ficou preocupada. Na aula de Herbologia, ela foi correndo procurar o amigo para tirar satisfação:

– Sev... eu vi o chato do Potter falando com você... ele realmente foi à minha casa, foi muito chato e ele não queria ir embooooraaa... – ela passou a mão no rosto.

Audrey chegou perto deles e comentou:

– Noossa, ele tá falando pra todo mundo que foi uma tarde maravilhosa, que você adorou a companhia dele...

– Adorei... foi a Petúnia e a Mamain que ficaram enchendo o saco, pedindo pra ele ficar, dando lanchinho e tirando sarro...

Audrey não conseguiu segurar o riso, deu uns tapinhas no ombro da amiga e disse:

– Desculpa amiga, que merda...

– Audrey, depois da aula as meninas e eu vamos fazer um piquenique, coisa de meninas... você quer ir com a gente?

– Ah, eu quero... – ela olhou para o irmão – tudo bem Sev?

– Claro que tá tudo bem, a gente não nasceu grudado... vocês vão lanchar e eu vou para o Lago Negro meditar...

Severo foi para o Lago Negro meditar. Chegando à margem, ele viu um pequeno embrulho. Curioso, ele resolveu pegar, dizendo:

– Mas, que porra é essa?

No embrulho havia um pequeno envelope. Nele estava escrito:

"Um presentinho de James Potter"

O menino abriu o embrulho e viu uma pequena tartaruga com um olhar penetrante. Ele aproximou o dedo do bichinho e ela tentou mordê–lo. Ele resolveu não tentar mais fazer carinho no animal e foi correndo para a casa de Hagrid. Ele estava sentado em frente à sua casa, tocando uma flauta. O menino chegou perto do meio gigante e disse:

– Boa tarde Hagrid. Eu recebi um pacote e dentro dele tinha esse bicho, o que ele é?

Severo deu o pacote para Hagrid. Com um sorriso nos lábios, ele respondeu:

– Filho, isso é uma tartaruga Tigre d'água. Esses bichinhos podem ser encontrados no Brasil, no Uruguai e na Argentina...

– Que gracinha... mas ela tentou me morder...

– É porque ela tá estressada, tadinha, dentro desse pacote... fica com ela, você vai adorar!

Severo sentou–se numa cadeira e perguntou:

– O que ela come?

– Ela come ração... deixa ela aqui que eu vou arrumar um aquário e a ração para ela... o bichinho tem que ter água limpa para beber e nadar... eu vou colocar umas pedrinhas bonitinhas para ele ou ela descansar...

– Você não sabe se ela é macho ou fêmea?

– Não... desculpa... você falou de eu ficar com ela, mas a Professora McGonagall não vai me deixar ficar com ela...

– Vai sim! Eu vou levar a Lindinha para o seu dormitório e eu quero ver quem vai impedir você de ficar com ela!

– Florzinha? Que nome gay...

– Gay nada... olha os olhinhos meigos que ela tem, parece uma florzinha... ah... o aquário vai ter um filtro para limpar a água, uma lâmpada aquecedora e uma tampa para o inverno... não aperte a carapaça, pois ela é sensível a dor...

– Está bem...

– Volte ao castelo filho, daqui a pouco a Minerva vai dar piti...

– Verdade...

Chegando ao castelo, o menino contou a história à Lily e à Audrey, que ficaram intrigadas? Lily perguntou:

– Mas... por que o James faria uma coisa dessa?

– Tá na cara... – respondeu Audrey, chutando uma pedrinha. – Alguém armou para ele... você deixou o bilhete com o Hagrid, Sev?

– Deixei...

– Ele vai vir ao castelo, mostrar o bilhete à Minerva e ela vai ferrar o James...

– Duvido... – disseram Severo e Lily juntos.

– Eu não duvido nada...

À noite, Audrey foi ao dormitório do seu irmão. Ele estava perto do seu aquário, alimentando a Lindinha. Ela chegou perto dele, passou o dedo na tartaruga e disse:

– Credo Severo, que bicho feio... ai, ele me mordeu!

– Ela, a Lindinha...

– Lindinha? Que nome mais gay...

– Gay nada, olha os olhinhos meigos dela...

– Ela tá é me fuzilando com o olhar...

– Daqui a pouco ela se acostuma com você... peraí...

Severo executou um feitiço de proteção no aquário de Lindinha para que ninguém judiasse do bichinho. Audrey olhou para ele e disse:

– Vamos vigiar o James... daqui a pouco a Minerva vai chamar ele e dar um fumo nele...

Enquanto isso, Minerva conversava com Hagrid:

– Mas que ideia estúpida foi essa de dar uma tartaruga para o senhor Snape, está contra as regras! E outra, esse bicho me mordeu!

– Eu... não sei... no pacote tava esse bilhete...

O meio gigante entregou o bilhete para a vice–diretora. Ela gritou:

– Potter! Vou chamar esse moleque agora!

Minerva saiu bufando. Ela foi chamar James, que foi todo confiante, pensando que ia ser elogiado. Audrey e Severo, que estavam perto do dormitório da Grifinória, viram ele ser chamado e foram à sala de Minerva escondidos para ouvir o que acontecia. Nem precisaram passar pela gárgula, de longe dava para escutar os gritos da mulher:

– QUE IDEIA FOI ESSA DE DAR ESSE ANIMAL ASSASSINO PRA UM COLEGA? EU SÓ NÃO MATO ELE PORQUE O HAGRID FICARIA FURIOSO!

– Mas professora, eu não sei do que a senhora tá falando... que animal assassino é esse?

– ENTÃO O SENHOR NÃO SABE SOBRE O JABUTI QUE O SENHOR DEU PARA O SNAPE...

Hagrid levantou a mão e corrigiu:

– Senhora, é uma tartaruga...

– TUDO A MESMA COISA! CALE–SE HAGRID! MERLIN, VOU PEGAR UMA DOENÇA!

Os adolescentes reviraram os olhos com essa fala. Audrey não aguentou mais, com um feitiço invadiu a sala da vice–diretora e disse:

– Gente, não foi o James que fez isso!

– O que a senhorita está fazendo aqui e como a senhorita sabe disso, senhorita Snape?

– Porque ele não seria idiota a ponto de assumir a culpa só para levar detenção...

– Você, mocinha, não tente acobertar seu coleguinha... E O SENHOR, SENHIR POTTER, 100 PONTOS DA GRIFINÓRIA E DETENÇÃO COMIGO ÀS 19:00 HORAS!

Todos saíram da sala estupefatos. James perguntou para a inimiga:

– Só uma pergunta... por que você me defendeu, você me odeia...

– Porque eu sei que não foi você... ninguém faz coisa errada e coloca o nome...

James saiu sem agradecer. Audrey não esperava menos dele. A menina ficou pensando: quem estaria armando contra o James?

À noite ela foi para o dormitório do irmão e o encontrou novamente alimentando a Lindinha. Ela sentou–se na cama dele e perguntou:

– Você vai matar esse bicho de tanto dar comida... mas... quem estaria armando contra o Potter?

– O Pettigrew... você nunca percebeu o jeito que ele olha para ele?

– Como?

– Inveja... ele é o mais pobre do grupo e o Potter, o mais rico... parece que ele queria ter a vida dele...

– É... eu sempre achei ele meio esquisito...

Lindinha nadava em seu aquário. Audrey aproximou o dedo do vidro e o bichinho tentou mordê–lo. Ela falou para seu irmão:

– Por que alguém daria para você uma tartaruga que morde?

– Sei lá... pra eu ficar com raiva do Potter... e não deixe ela estressada...

– Ela... vocês nem sabem se é macho ou fêmea... pra mim ela é macho...

– Mas ela é tão pequena... cabe na nossa mão...

– E daí? Tem animais cujo macho é menor que a fêmea...

– Humpf... olha, temos que descobrir se é o Pettigrew que fez isso mesmo com o James... ele é um filho da puta, eu sei, mas e se ele fizer algo pior para ele?

– Pior como?

– Sei lá, trair ele, uma coisa assim... temos que abrir os olhos dele...

– Ele não vai acreditar na gente...

– Mas não custa nada tentar... ele tá correndo perigo e nem sabe...

Audrey ficou pensativa... como ela iria dizer ao irmão que ele seria o responsável pela morte do James e da Lily? No mínimo ele iria pensar que ela está louca... indo para seu dormitório, ela continuou pensando em uma forma de alertar James e proteger Lily.