Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.
Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer ao Random bug, meu novo favorito... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.
Mas... pessoal... por favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...
"E nesse momento eu vou para um lugar só meu, um lugar onde nunca chove, a qual eu posso ficar sozinho e encontrar a felicidade..."
Audrey esperava seus pais apreensiva. Ela tinha algo para contar a eles, mas não sabia como... os dois chegaram e notaram que a menina segurava uma pequena criança e estava apreensiva. Algo estava errado.
– Mãe, pai...
Richard perguntou:
– Cadê o Severo? E quem é essa criança fofa?
A menina soltou o menino no chão e ele olhou para os pais sem conhecê–los. Nervosa, ela respondeu:
– Então... ele é o Severo...
– SEVERO! O que aconteceu com ele?
– Alguns Marotos deram Poção Rejuvenescimento para ele, agora ele deve ter uns três anos...
O pequeno Severo olhou para Richard e se agarrou à irmã.
– Tadinho, ele tá com medo de mim...
Ele pegou o bebê nos braços. Severo começou a chorar nervosamente. Victoria falou:
– Ele tá com fome, fome e sono... eu reconheço esse choro nervoso... vamos para casa, dá ele para mim, Richard...
Todos foram para casa. O pequeno Severo olhava para seu pai ressabiado, como se estivesse esperando um golpe. Jean chegou, ouviu a história e pegou o irmão no colo. Audrey conjurou uma mamadeira com Nesquik sabor morango.
– Olha o Leitinho Rosa!
– Tá bom, dá a mamadeira pro pai...
– Pra mim!
– Pra mim!
– Pra mim!
– Pra mim!
– Pra mim! Eu sou a mãe dele! Vem com a Mamain!
O bebê estendeu os bracinhos magros para Victoria que mostrou a língua para o marido. Jean olhou para o irmão mamando seu leite com gosto e falou:
– Cara, isso é muito gay...
– Então é a cara dele!
Assim que ele acabou de mamar, ele suspirou satisfeito. Victoria verificou sua fralda e disse rindo:
– Pronto... ih, parece que alguém fez caquinha... vamos lavar a bundinha para você dormir...
Alvo foi à casa dos Taylor pela Rede de Flu. Ele ficou sabendo que deram uma poção a Severo e ele foi verificar como estava o menino. Jean e Audrey levaram o Diretor para o quarto dos pais e ele os encontrou preparando a banheira para uma criança tomar banho. Ele olhou para a criança com ternura e perguntou:
– Cadê o senhor Snape? E que bebezinho lindo é esse?
– É o Severo... parece que deram uma Poção Rejuvenescimento para ele...
– Poção Rejuvenescimento... e a senhora tem noção de quem fez isso com ele?
Audrey ficou apreensiva. Ninguém até hoje acreditou nela, por que ele iria acreditar agora? Mesmo assim ela resolveu responder:
– Bem... Professor Dumbledore, eu acho que foram os Marotos, eles vivem pregando peças nele...
– Hmmm... faz sentido... eles vivem implicando com vocês, especialmente com seu irmão...
O Diretor olhou o menino que já estava só de fralda, com ternura. Ele perguntou à mãe dele:
– Posso segurá ele?
– Pode, mas ele precisa de um banho...
Dumbledore segurou Severo que se derreteu nos braços dele. Ele disse:
– Ah que gracinha, ele soltou um arroto...o vô vai te dar um banho...
Audrey se aproximou da mãe e sussurrou para ela:
– Mamain, ele vai afogá ele!
Richard e Victoria levaram Alvo e Severo para o quarto deles para Alvo dar banho no menino. Audrey segurou Jean no braço e falou baixinho:
– Vamo atrás Jean, isso vai dar merda...
Severo se divertia na banheira. Ele agitava os bracinhos, deixando o Diretor todo molhado. Alvo olhou para a sua coxa e disse:
– Olha que gracinha, ele tem uma pintinha na coxa!
Jean riu do comentário do Diretor e respondeu:
– Pintinha? Parece que derrubaram tinta na perna dele!
Dumbledore viu um patinho na banheira, pegou–o e perguntou:
– Que negócio é esse, boiando na banheira?
– Patinho de borracha... para ele brincar enquanto toma banho...
Quando o banho terminou, Dumbledore entregou Severo para sua mãe vesti–lo. Ele olhou intrigado para a fralda do menino e perguntou:
– Que cueca esquisita é essa?
– Fralda descartável... é mais prática, porque o bebê não se suja e você não precisa ficar lavando ela... a maioria das crianças é estimulada a largar as fraldas entr anos...
– Que interessante... onde ele vai dormir?
– Com a gente... nós sempre quisemos um menino e estamos adorando que o Sev está pequeno!
Severo, percebendo que seus pais falavam dele, bateu palmas de entusiasmo. Todos olharam para ele e fizeram "aaaaaawnnnn".
Richard segurou seu filho no colo e ele começou a dormir. Ele colocou–o na cama. Alvo aproximou–se da criança, fez carinho na sua cabeça e perguntou à Audrey:
– Mas por que eles iriam querer uma coisa dessa?
– Sinceramente, eu não sei o motivo deles... mas... se foram eles, não tem importância... eles acharam que iam ferrar o Severo, mas deram para ele, o Papai e a Mamain o melhor Natal de todos!
Victoria chegou perto de Alvo e perguntou:
– Quanto tempo dura essa poção?
– Uns dez dias... ele vai crescendo aos poucos...
– O bom que ele vai ter um pouquinho de uma infância feliz...
– Mas senhora Taylor... eu estou achando engraçado que ele não quer o seus pais biológicos...
Victoria fez uma cara de indignada e respondeu ao diretor:
– Agora o senhor acredita que os pais dele não davam a mínima para ele?
O diretor olhou para a pequena figura adormecida. Normalmente uma criança daquela idade estaria chorando e querendo os pais. Severo estava cercado de carinhos e nem se lembrava de Tobias e Eillen.
Sirius, Remus e Peter estavam na casa de James. Peter olhou para James e perguntou:
– Por que você deu a Poção Rejuvenescimento para o Seboso?
James bufou alto e respondeu:
– Para eu ter uma diversão nas férias... eu descobri onde ele mora... quem topa ir à casa do sebosinho pregar uma peça nele?
Peter e Sirius concordaram. Remus disse ao amigo:
– James... essa implicância com o Severo tá virando palhaçada...
Sirius bateu na cabeça do amigo e falou:
– E desde quando o Seboso virou Severo? Deixa de besteira cara, vamos nos divertir é férias...
Peter sorriu maliciosamente e falou aos amigos:
– Gente, eu tenho uma ideia... vamos, no caminho eu explico...
Apesar de não concordar com a atitude dos amigos, Remus saiu junto com eles. Os quatro amigos andaram bastante na rua até encontrarem um enorme cachorro. Peter executou o feitiço Mobilicorpus no animal, verificaram se havia alguém na rua olhando e levitaram–no para a casa de Severo. Enquanto iam para a casa dele, Sirius comentou rindo:
– Eu to ansioso pra ver o Snivellus se cagando de medo do cachrrinho!
Os três amigos chegaram à casa dos Taylor. Enquanto Severo brincava com uns soldadinhos e um ursinho de pelúcia, eles desfizeram o feitiço e soltaram o animal. O cachorro avançou no menino que soltou um grito:
– Mamain! O biço! O biço!
James, Sirius e Peter choraram de rir ao ver Severo correndo do enorme cachorro.
Victoria quase desmaiou ao ver o cachorro correndo atrás de seu filho. Ela resolveu manter a calma e falar com o menino com o máximo de calma o possível:
– Peraí... Mamain te defende...
Victoria lentamente chegou perto de seu filho, pegou–o no colo e jogou o ursinho que estava na mão de Severo bem longe. Enquanto o cachorro correu para pegá–lo, ela entrou em casa, deixou o menino no chão, pegou uma Winchester 44 e da janela da cozinha atirou na cabeça do cachorro.
– SEU MALDITO! ASSUSTOU MEU FILHINHO!
– Gente... ela... matou o cachorro...
Peter quase fez xixi nas calças. Tremendo de medo, ele disse:
– Explodiu a cabeça dele... vamo embora, essa mulher é louca, vamo embora!
Os quatro amigos saíram correndo. Enquanto isso Victoria foi socorrer Severo, que estava chorando. Ela pegou a criança no colo, deu um beijinho no seu rosto e perguntou:
– Ele machucou você, bebê? Cachorro mau!
Enquanto isso os Marotos foram a uma sorveteria trouxa para se acalmarem. James cortou o silêncio:
– Divino esse doce trouxa, ótima ideia você ter o dinheiro deles, Remus...
– Que bom que alguém desse grupo tem boas ideias. Vocês têm noção do que iria acontecer se o cachorro tivesse mordido o Severo?
Sirius começou a rir e respondeu:
– O pobre animal teria morrido de alguma doença!
Os três amigos começaram a rir. Remus ficou pensativo. Aquelas brincadeiras estavam indo longe demais, mas ele não sabia como fazer seus amigos pararem. Peter colocou a mão no seu ombro e tentou confortar o amigo:
– Ora Remus, deixa disso... pense assim, se o Sebosos tivesse morrido, era uma praga a menos no mundo...
– Você pensa assim? Muito obrigado Peter, isso me acalmou bastante!
Richard voltou do hospital e viu uma cena bizarra no seu quintal: sua filha lançando um feitiço Incêndio num enorme cachorro que aparentava estar raivoso. Jean estava perto segurando seu irmão. Preocupado, ele se aproximou e perguntou:
– O que significa isso?
A esposa olhou para o marido e respondeu calmamente:
– Esse cachorro tentou morder nosso filho e eu o matei, só isso... agora estamos nos livrando dele... pena que o ursinho do Sev vai ter que ser queimado junto, tadinho, ele gostava tanto dele...
O homem suspirou, contou até dez e gritou para a esposa:
– Victoria sua loca, você atirou nele, esse cachorro tava com raiva!
– Tava mesmo, ele avançou no Sev!
– Não sua besta, ele tava doente! A raiva é uma doença séria e pode matar!
Jean, que assistia a cena em silêncio, perguntou para a mãe:
– Mas Mamain, como você conseguiu a sua arma?
– O amigo do seu pai, o delegado deu uma para mim e uma para seu pai. Eu pensei que nunca fosse usar, até hoje.
"Ah... por isso que eu nunca soube que a gente tinha umas belezinhas dessas em casa..." – pensou Audrey.
Richard olhou para as cinzas do animal e perguntou incrédulo:
– Mas, como esse bicho veio parar aqui em casa?
Audrey ficou vermelha de raiva e respondeu:
– Aaaahhh, eu tenho minhas hipóteses... foram aqueles imbecis daqueles Marotos!
– Ah não filha, essas brincadeiras estão passando dos limites! E o duro é que se a gente for reclamar, que provas a gente tem contra aqueles moleques?
– Já sei como descobrir... eu vou chamar o Remus para o Natal, vou armar uns esquemas e a gente descobre essa treta facinho...
Victoria chegou perto da filha e disse:
– Olha lá o que você vai fazer...
– Fica neném Mamain, não é nada de ilegal...
Olhando para cima, ela pensou:
"Eu acho..."
O achocolatado em pó NESQUIK, no sabor de chocolate, foi desenvolvido pela empresa suíça Nestlé e lançado no mercado americano em 1948 com o nome de "NESTLÉ'S QUIK" (escrito assim mesmo), sendo o primeiro produto em seu segmento no mundo. A escolha desse nome na língua inglesa ocorreu pelo significado da palavra "quick", que quer dizer "rápido, veloz", sugerindo a forma instantânea de preparo do produto em contato com o leite. Logo se tornou uma das marcas preferidas das famílias americanas e em meados dos anos 50, o produto foi introduzido no mercado europeu com o nome de NESQUIK (junção das três primeiras letras da palavra NESTLÉ com QUIK), que acabou sendo adotado nos Estados Unidos somente em 1999.
1959: Lançamento no mercado do QUIK em pó sabor de morango.
O conceito da fralda descartável nasceu por volta de 1946 quando, alguém teve a idéia de colocar uma proteção de nylon por fora das tradicionais fraldas de algodão.
Já, lá pelos anos 60, "bolaram" e começaram a fabricar, em massa, as chamadas fraldas descartáveis mas, somente nos anos 80 é que se começou a sentir a degradação ambiental proveniente dessas fraldas e de outros produtos, com a mania que começou a pegar moda para tudo: usar e jogar fora. Naquela época, as fraldas descartáveis passaram a ser o alvo predileto dos ambientalistas.
A Pampers foi a marca da primeira fralda descartável de sucesso, inventada por Vic Mills, engenheiro da Procter & Gamble. Enquanto cuidava de sua neta, Mills percebeu a falta de praticidade das fraldas de pano. De volta ao laboratório, ele designou uma equipe para pensar em como produzir uma fralda que pudesse ser descartada após o uso. Lançado em 1961, o produto vendeu às pencas, muito porque todo mundo odeia mexer com esse negócio de xixi e coco de criança.
O rifle Winchester 44 é um arma de repetição fabricada pelo Winchester Repeating Arms Company, em Connecticut, e comumente foi usada nos Estados Unidos durante a última metade do Século XIX.
O rifle é popularmente chamado de "a arma que conquistou o Oeste" por sua imensa popularidade naquela época, assim como seu uso no imaginário Ocidental. O rifle original de Winchester 44, era famoso para sua forma austera e mecanismo de acionamento por alavanca que permitia ao carabineiro produzir um certo número de tiros antes de recarregar: daí o termo, "rifle de repetição".
