Oi gente! (grilos)

Como perceberam, No You Boys Never Know hibernou por um era.
Recebi ameaças, sim.
Recebi tudo o que eu precisava receber para saber que ainda tem um pessoal brasileiro que não desistiu dela, nem mesmo de mim.

Não desisti também.
Sim, claro, escrevo dez mil fanfics entre um capítulo e outro, mas a verdade é que essa não terá um fim. Ela vai continuar acontecendo e quando menos você esperar, novo capítulo.

Estou voltando com ela porque não há pessoa com mais saudades desses Rose e Scorpius do que eu mesma. Sério. E aqui está, depois de meses e meses sem sinal de No You Boys. Um capítulo novo, pequeno demais para tanto tempo de espera, mas espero que seja suficiente para, pelo menos, matar a saudades e mostrar a vocês que eu não abandonei essa história.

Vamos lá.


"– Valeu, Rose, estarei te devendo. Quando quiser saber o que os homens gostam, é só perguntar.

Acho que homens não são difíceis de decifrar.

Vocês, mulheres, que acham que sabem tudo sobre nós.

Vocês que não sabem nada sobre a gente. Nem sobre o que a gente acha que sabemos sobre vocês."

Ela estava certa. Não sabemos nada sobre mulheres. Achamos que sabemos, mas a verdade é que elas sempre conseguem uma maneira de serem imprevisíveis, de surpreenderem. Posso estar enganado, obviamente. Se as mulheres não são assim, então a Rose, pelo menos, é. A única pessoa do sexo feminino com a qual eu passei mais da metade dos anos da minha vida observando – na maioria das vezes não prestando a devida atenção – todas as suas qualidades, os seus defeitos e o modo como ela mudou.

Não, não mudou de um jeito drástico, daquele jeito que os amigos da escola mudam depois que entram na faculdade, fazendo coisas que eles prometeram que nunca iam fazer, escolhendo amizades melhores, esquecendo o que aqueles amigos antigos significaram para eles. Uma das coisas que mais amo em Rose é isso. O modo como ela amadureceu diante de mim, cresceu, mudou, sem deixar de ser, claro, Rose. Sem deixar de ter seus princípios. Sem deixar de me abandonar, sem deixar de esquecer o que eu fui para ela desde o dia em que empurrei aquele garoto idiota na lama do pátio da escola só porque ele dizia que as tranças de Rose eram feias.

Eu sempre fui atraído por suas tranças. Eram despretensiosas, sem objetivo de deixá-la bonita, e por isso ela ficava bonita. Tudo o que era natural em Rose era incrível e se você pensa nisso, você está apaixonado. Não é novidade.

Brian. Primeiro namorado, primeiro cara que ela transou em um fim de semana que todos nós fomos a praia. Ainda me lembro daquela noite.

Não que eu tivesse escutado os gemidos dela com outro cara. Ela ainda tinha tentado ser graciosamente discreta na manhã seguinte, mas desceu as escadas da casa da praia usando a camisa do namorado. Ela achara que ninguém estaria acordado por isso se deu permissão de, nas pontas dos pés, descer até a cozinha preparar um lanche. Eu estava fazendo o mesmo e quase derrubei o copo quando a vi daquele jeito.

O cabelo despenteado, uma marca de chupão que ela não devia ter notado que tinha perto da clavícula exposta pelo modo como a gola da camisa estava muito larga em seu corpo magro.

Sensualmente... não virgem.

"Scorpius. Er, oi! Não achei que estava acordado."

"Camisa legal" eu disse sorrindo.

Ela estava tentando esconder um pouco das coxas com a base da camisa do Brian, porque, sim, ela se esqueceu de colocar a merda da calça. Estava de calcinha.

Mas não havia constrangimento entre a gente, de fato nunca teve, porque Rose passou por mim para pegar um copo de água. Ela estava cheirando a fragrância masculina, o que me deu a confirmação necessária para perguntar pelo bem da amizade:

"E aí, o que achou?"

"Achei o que?"

"De sexo, claro."

Ela sorrira, tímida.

"Ele é o cara certo, sabe? Foi... ótimo. Sem palavras. Ele foi romântico e..."

"Não, deixa esses detalhes para contar a Alice" eu a cortei, fazendo careta. Só para deixá-la constrangida eu perguntei: "Teve um orgasmo?"

"Scorpius!" ela me deu um tapa forte no braço. "Eu não vou falar sobre esses detalhes comvocê."

"Então tiveram esses detalhes. Que bom, porque seria uma tremenda maldade do Brian-"

Fui interrompido quando ele apareceu na cozinha. Ele nunca pareceu se incomodar por Rose me ter como seu melhor amigo. Ele não era um cara de ciúmes, era legal comigo, mas eu podia ver um certo tom de provocação toda vez que ele enroscava os braços ao redor da cintura dela e Rose o beijava com vontade. Um tom de "ela é minha" que nunca me agradou.

Que me deixava enciumado e eu nunca tinha percebido.

– Ei, você está pensativo hoje – Rose apoiou um braço no meu ombro para me chamar de volta para o presente. Estávamos no Três Vassouras, como sempre, e eu tinha essa lembrança de quando notei a certa vontade de encontrar uma garota para usar a minha camisa toda manhã. Mas nenhuma garota, nenhuma até aquele momento foi a certa. Até aquele momento em que eu tive Rose como maisdo que amiga.

Olhei para o sorriso dela. Coloquei um pouco do líquido na garganta e retribui o sorriso.

– Você é a minha melhor amiga, sabe disso, não sabe? O que tiver que acontecer, você fora da cidade por causa do novo emprego, se algum cara tentar dar em cima de você e você não resistir... ainda vamos ser amigos, certo?

– Não seja dramático – pediu com as sobrancelhas erguidas. Depois amenizou a expressão e bufou. – Você pegou meu Grey's Anatomy, não pegou? Por isso está assim dramático.

– Sabe que não vejo essas porcarias – eu retruquei jogando as mãos no cabelo para afastá-lo da testa.

– Legal demais para perder seu tempo com séries, não é, Scorpius? Mas posso ter jurado que meu Grey's Anatomy estava com dois DVDs ao contrário. O primeiro no lugar do segundo.

Sim, a Rose é viciada em séries desde a adolescência. Um dos defeitos mais irritantes dela era o modo como ela acordava toda manhã – não estou zoando, toda manhã mesmo – para verificar se os DVDs ainda estavam intactos. Rose já quis ser médica por causa da série. Não duvidava que ela fosse conseguir, mas era extremamente sensível com machucados. Uma vez Albus quebrou o dedo quando caiu de skate e ela quase desmaiou quando viu o osso deslocado.

– Já perguntou para Lily? Pode ter sido ela.

– Lily e eu assistimos todos os episódios juntas desde o segundo colegial. Fala a verdade, Scorpius, você está começando a assistir também.

– Não estou.

Ela me conhecia. E conhecia que eu era péssima mentiroso também.

– Por que não me disse antes? – ela empoleirou em mim, feliz. – Nunca assistimos séries juntos, só filmes. Acho que devíamos começar a fazer isso.

Antes que eu pensasse na possibilidade de começar a ver algo por ela, como namorados fazem por suas namoradas, Lily reapareceu com uma expressão estranha no rosto. Uma expressão de abatimento.

– Que foi, Lils? – perguntou Rose preocupada quando vimos ela jogar sua bolsa na mesa e se sentar com a gente, desoladamente. – Já sei, brigou com meu irmão?

– Eu sempre brigo com o seu irmão, já me viu ficar com essa cara quando brigo com o seu irmão? Não. Não tem nada a ver com casais agora, ok? Tem a ver com você.

Rose piscou.

– Comigo?

– É, com você. Quando estava pensando em me contar que vai se mudar de Londres?

A princípio Rose não compreendeu como Lily podia estar tão brava e zangada com ela, mas depois colocou as mechas atrás das orelhas e disse baixinho:

– Lily, eu não tenho certeza ainda. Fiz minha entrevista, e estava planejando contar só no caso de ser chamada. Posso não ser chamada.

– É claro que você vai ser chamada.

– É, você vai ser chamada – eu disse despreocupado.

– Desculpe, Lily. Eu não- Você sabe que ainda vamos nos ver...

– Ainda vamos nos ver? Você acha que a minha preocupação é de te ver? A minha preocupação é que você... Está mudando tudo agora. James e Alice casados e quase adotando um filho. Hugo está uma delícia na cama e eu não posso ficar falando sobre isso com você porque ele é o maldito do seu irmão e você não suporta quando eu falo isso com você. E agora você e Scorpius estão quase se casando. Mostrou para ela o apartamento que você comprou pra vocês dois?

– Apartamento?

Meu sangue subiu na minha cabeça quando Rose interrompeu a tagarelice de Lily com aquela pequena, significante, pergunta.

– Não, você não mostrou a ela o apartamento. E acho que Eric está me chamando no balcão ali.

Ela desapareceu bem rapidinho, do mesmo modo que sempre aparecia.

Rose ainda estava olhando fixamente para mim.

Eu abri um sorriso triste em resposta ao olhar dela.

– É, eu comprei um apartamento pra gente. Demorei um pouco com a surpresa, então não foi culpa da Lily que você não soube disso pela minha voz. Foi minha culpa. Mas, olha, se você for chamada e tiver que sair de Londres...

– Eu não vou sair de Londres sem você – sussurrou.

– Você não vai precisar se preocupar – garanti. – Eu posso comprar quantas casas ou apartamentos nós precisarmos, em qualquer lugar desse mundo. Podemos até morar em uma van e viajarmos por todos os cantos, conhecer todos os lugares que nós já pensamos em conhecer. Podemos até acampar no Grand Canyon e nos perdermos lá para sempre, fazendo uma linda história de amor.

Ela mordeu os lábios ao observar os meus próximos do dela. Mas antes de me beijar, ela disse baixinho:

– Você realmente está assistindo séries.

– Confesso – eu me rendi. – Estou tentando aprender a ser romântico. Descobri que garotas gostam disso.

O sorriso dela era incrível.

– Então quer dizer que você nunca sabia disso?

– Eu nunca sei de nada. E eu posso ficar com você por mais dez anos e nunca vou saber tudo o que preciso saber sobre você, Rose.

– O que você precisa saber sobre mim que você não sabe ainda? – perguntou realmente curiosa porque, sinceramente, parecia que já sabíamos tudo o que o outro gostava, queria e precisava.

– Bom, preciso saber se você aceitaria usar isso aqui.

Tateei meu bolso interno da jaqueta com a mão direita e tirei um anel de dentro. Ou pelo menos uma caixinha azul marinho de veludo que havia um anel dentro, mas ainda não estava à mostra. Os braços de Rose se desenrolaram de mim para que ela ficasse com a expressão inacreditavelmente mais adorável do que achei que ela faria.

Quando ela está assustada, os olhos ficam arregalados e brilhantes. Os azuis estavam ficando maravilhados quando parou para ver direito se era mesmo aquilo que eu estava segurando. Sua expressão foi meio que parecida como quando ela ganhou um concurso de literatura na escola.

– Sei o que está pensando – eu disse. – Que porra está fazendo, Scorpius? Você nunca foi esse tipo de cara. Eu sei – acrescentei. – Mas... também tem algumas coisas que você ainda não sabe sobre mim. Amo você o suficiente para tentar te mostrar isso.

Eu juro que arrastei minha cadeira para dar espaço e ficar de joelhos. Juro que fiquei de joelhos. Todos os caras deviam ficar de joelhos naquele momento.

– Eu vou pra qualquer lugar que você for, Rose – discursei. – E eu acho que se você me fizer colocar um anel no meu dedo, não vai me ver sair do seu lado. Só quando você quiser espaço, sei que gosta de um espaço para ler seus livros e cantar. Mas nos momentos mais difíceis, estarei lá. Nos mais tristes, eu estarei lá. Aliás, eu sempre fiquei ao seu lado. O que isso vai mudar?

Abri a caixinha.

Era preciso entender o que o Três Vassouras significou para nós durante todos aqueles anos. Não era o lugar mais romântico, nem mesmo a hora mais apropriada. Mas quando seria? Eu teria que ficar enrolando para sempre, como sempre fiz até que peguei coragem para arriscar não ser só seu amigo? Não. Rose e eu passamos por coisas demais juntos. Eu não estava aguentando mais.

Eu queria começar uma nova vida com ela. Uma vida melhor, sem calcinhas desconhecidas no meu colchão. Só com o corpo dela ao meu lado, todas as manhãs.

Lembrei quando James me contou da sua decisão de pedir a Alice em casamento.

Foi de repente.

Mas ao mesmo tempo... demorou demais.

E eu entendi isso agora.

– Rose Granger Weasley, eu não pediria isso para nenhuma outra.

Ela foi dar um passo e tropeçou na cadeira, realmente estupefata quando viu o brilho do anel. A revelação de que eu queria ficar preparado para ter uma mulher. Eu esperava que isso pudesse dar certo, eu precisava ser corajoso. Eu precisava que ela dissesse...

– Scorpius, o que está fazendo?

– Pedindo você em casamento. De joelhos.

Fiquei preocupado com o silêncio dela. Não sabia dizer se isso era um bom sinal ou não.

Meu joelho começou a ficar bem pesado.

– Você não quer?

– Scorpius...

– Sim ou não, Rose, é uma pergunta bem simples.

Eu me levantei quando ela mordeu os lábios, tentando tirar o cabelo do rosto.

– Merda, você está precisando pensar.

Não sei o que tinha dado em mim. Não sei mesmo. Eu deveria ter pensado em uma maneira melhor de fazer isso por ela. De pedi-la em casamento. Mentalmente, comecei a me xingar.

Precisei saí de lá depressa. Rose me seguiu pela calçada e me virou com suas mãos. Seus olhos estavam aguados.

– Scorpius. Você me pegou de surpresa.

– Por que achei que você não hesitaria?

– Eu não estou hesitando – ela respondeu. – Estou raciocinando. Está fazendo isso porque vou me mudar?

– Não tem nada a ver com emprego – eu retruquei. – Tem a ver com o fato de que amo você.

– Eu também te amo.

– Mas você não quer se casar.

Você quer?

A conversa estava bem baixinha. Não estávamos zangados nem magoados, apenas... surpresos. Era um passo gigante, eu sabia bem disso. E, no fundo, eu sabia que Rose, do jeito que era, realmente estaria pensando em todas as possibilidades, pensando em todas as formas como lidei com o amor ou com as mulheres. Estávamos incríveis juntos agora, mas e daqui dez anos, será que ainda seriamos os mesmos?

– Tenho você desde os meus sete anos, Rose. Sei que fiz umas coisas que realmente te deixou com um pé atrás... mas eu não sou mais aquele idiota.

Ela sorriu fraquinho.

– Sei que não é. Mas eu também não sou mais a pequena e ingênua Rose.

Ela fechou os olhos quando apoiei minha mão em seu rosto para acariciá-lo.

– Só acho que isso é o certo agora – eu disse. – Posso não estar preparado, você também não está... mas podemos dar um jeito nisso. Precisamos tentar, pelo menos.

– Não quero tentar – ela disse com a voz decidida. – Quero fazer isso sabendo que vamos conseguir. Quero ter certeza de que é isso mesmo o que você, Scorpius, quer. Não quero que isso vire só uma tentativa.

Ela me fez pensar.

– Isso é um não, então. Por enquanto – acrescentei. – Tentarei ser mais romântico da próxima vez que te pedir em casamento.

– Estamos bem? – ela preocupou-se mesmo que estivesse observando minha expressão tranquila demais para alguém que havia acabado de ter seu pedido de casamento negado.

– Eu só preciso enfiar a minha cabeça naquele bueiro ali, e já volto.

Rindo, ela pegou meus braços para me impedir de dar um passo sarcástico até o bueiro da rua. Segurou meu rosto, olhou-me seriamente e me deu um beijo. Eu correspondi, embora me sentisse estranho. Estranho por ter tido a ousadia de pedi-la em casamento. Como foi que paramos ali? Éramos tão despreocupados com isso, com o nosso futuro, e agora eu pensava nisso o tempo todo. Agora me parecia importante pensar nisso.

A pancada que eu levei na cabeça só confirmou o fato de que eu estava definitivamente distraído. Albus gritou alguma coisa para mim, talvez um pedido de desculpas ou para que eu tivesse saído da frente, assim ele teria feito o gol. James passou trotando ao meu lado no campo, sem saber se ria.

– Você ta bem, cara?

Esfreguei o meu rosto, sentindo a ardência da pancada da bola, e abanei a cabeça.

– Segunda vez que me atrapalha – reclamou Albus se aproximando. – Vê se presta atenção no jogo, Scorpius, ou vamos ter que perder para aqueles idiotas de novo.

Estávamos praticando para um jogo despretensioso com um outro grupo de amigos no campo. O time de Al e James estava sem um jogador, então eu era o tapa-buraco na situação. Não me importava com esportes, mas eu precisava esfriar minha cabeça.

Só que não parei de pensar.

E falei:

– Pedi a Rose em casamento.

Consegui arrancar a bola do pé de Albus, porque ele quase tropeçou no gramado por causa da revelação.

– O que é que você fez?

– Pedi a Rose em casamento. E ela não aceitou. Pelo menos, não agora. Acha que eu ainda tenho que provar que também quero isso.

– Você fez o pedido – disse James. – Isso já não provou que quer também?

Dei de ombros.

– Não sei. Acho que fui precipitado.

– Acho que você deveria provar para ela então – disse Albus. – Que você está confiante e preparado para viverem como Alice e James e terem vários Scorpiuzinhos.

– Como é que eu faço isso? Quero dizer, como é que ela espera mais provas? Eu parei de comer qualquer uma por ela.

– Isso não é prova alguma. Quer um conselho? Convide-a para jantar.

– Levo ela para os melhores restaurantes todas as semanas.

– Não – James disse do outro lado. – Como um cara experiente nesse assunto, devo dizer a você que você tem que convidá-la para jantar com seus pais. Rose não conhece seus pais.

– Claro que conhece, e por isso ela não vai querer. A última vez que ela jantou com meu pai... não chegamos nem a comer.

– Apenas faça esse jantar. Melhor ainda, não a leve para um restaurante. Faça você o jantar. Mostre que sabe cozinhar.

– Eu não sei cozinhar.

– Aprenda.

– Isso é ridículo. Você sabe cozinhar? – perguntei em tom de deboche para James.

– Eu cozinho melhor do que a Alice – disse com um ar arrogante.

– Verdade – Albus confirmou.

– Tem que se esforçar nessas pequenas coisas – continuou o sábio James. – É isso o que Rose quer ver em você. Seu esforço para se tornar um cara incrível para ela.

– Acho que já sou bem incrível para ela.

Albus colocou uma mão em meu ombro.

– Isso não é sobre sexo agora, Scorpius. Agora é sobre...

– Família. – Foi quando James completou: – Os seus pais com os pais dela.


Pois apesar de Rose amá-lo, ela o conhece suficiente para saber como as coisas funcionam com ele, para saber evitar se machucar. Scorpius, então, deve demonstrar mais provas de que o próximo passo que eles vão dar será por maturidade e confiança, e não só, digamos, vontade. Acredito que casamento vai além de tudo isso.

Espero que tenham gostado, apesar de pequeno, apesar de não ter tido muitos outros acontecimentos. Eu apenas achava que seria certo dar um UP! em No You Boys Never Know. Não seria justo mendigar comentários. Não mereço comentários AHUAHEUHEA Mas ficarei imensamente feliz de saber que vocês estão comigo ainda. Valeu!