Título: Paraíso em suas mãos
Autor: satt
Tradutor: Mazzola Jackson
Personagens: Draco Malfoy, Harry Potter
Resumo: Harry e Draco depois de 14 anos se reencontram na plataforma 9 3/4. Uma tentativa de assassinato muda a vida de Malfoy.
A história promete muito amor este casal e surpresas muito, muito inesperado.
Gênero: Romance
Classificação: NC-17
Advertências: Mpreg = Masculino Gravidez
Capítulo 1 O Reencuentro
Tinha passado catorze anos desde o final da guerra. Harry tinha-se convertido num homem muito aposto, seu corpo atlético, devido a seu trabalho como auror, estava enquadrado por um formoso rosto de olhos verdes intensos que já não precisavam óculos, seu cabelo caía até os ombros, ao o ter longo o podia dominar melhor.
Como a cada setembro desde fazia três anos ia à estação de King's Cross a despedir a seu afilhado Teddy Lupin junto com a avó deste, Andrômeda. Teddy tinha-se convertido num adolescente muito formoso, tinha herdado os olhos cor mel de seu pai e seu cabelo castanho, desde que não estivesse enfadado e se convertesse em cor morado. Era um metamorfomago como sua mãe.
Aquele era um ano especial os Weasley lhe acompanhavam nesse dia, Rose, a filha maior do casal, começava em seu primeiro ano como aluna em Hogwarts. Acompanhava-lhes também Hugo, o filho mais pequeno.
Pelo que sabia Harry também devia ser o primeiro ano do filho de Draco Malfoy, se tinha inteirado que após a guerra, e pela ajuda que lhe tinham prestado no último momento a família Malfoy se tinha livrado de ir a Azkaban e lhes tinham permitido manter intacta toda sua fortuna, salvo uma pequena compensação que tinham tido que dar aos órfãos da guerra.
Draco Malfoy tinha-se casado com Astoria Greengrass, um casamento que tinha saído em todos os ecos de sociedade do mundo mágico, na foto do casamento Harry recordava que ela tinha uma mirada altiva e paga de si mesma e a Malfoy não se lhe via muito feliz, senão mais bem um pouco resignado. Ao cabo de um ano voltaram a sair nos ecos sociais tinham sido pais de um menino ao que chamaram Scorpius Draco Malfoy. E isso era todo o que sabia de seu antigo nêmeses.
Quando Harry se estava a despedir de seu afilhado e de sua querida Rose chegou Victoria Weasley, a namorada de Teddy e filha de Billy e Fleur Weasley, alegre como sua mãe se uniu ao grupo beijando a seus tios e primos e por suposto a Harry, que também o considerava um tio mais e ruborizando-se um pouco deu a Teddy um beijo na bochecha.
Subiram ao comboio e de repente Harry notou uma mirada fincada nele, ao fundo da plataforma se encontravam os Malfoy, Astoria com seu gesto de altaneira tão próprio do sangue limpo e de seu sogra Narcisa, Scorpius tão parecido a seu pai a sua mesma idade, salvo pela cor dos olhos que eram de uma cor azul profundo como os dos Black e Draco Malfoy, nos anos tinham melhorado muitíssimo sua imagem, seu cabelo caía solto por seus ombros, sem essa horrível gominha que usava de pequeno, luzia um traje negro que lhe dava um ar de elegância magnífica, seus formosos olhos platinados tinham a vista fixa em Harry e se um se fixasse bem em seu rosto dar-se-ia conta de que sua boca estava um pouco entreaberta num gesto de admiração.
Harry baixo a vista, mas deixou fixada em sua mente a imagem do loiro que se via imponente. O moreno tinha sabido num ano após a guerra que não se sentia para nada atraído pelas mulheres, a Ginny a queria muito, mas como a uma irmã e de sua outra noiva, Cho Chang, se deu também conta que seu amor por ela tinha sido fugaz. Quando lhe expôs à ruiva seus apetites sexuais, o sentiu muito, mas compreendeu que se a Harry o que gostava eram dos garotos não tinha nada que fazer com ele e como para valer o queria muito preferiu o conservar como amigo ao ter obrigado como noivo.
Ginny com o tempo assimilou a ideia de ter perdido a Harry como amante e de ter ganhado como amigo e irmão e refez sua vida amorosa com seu antigo namorado Dean Thomas. Hoje estava felizmente casada e esperava seu segundo filho.
Algo na mirada do loiro lhe fez suspeitar que não estava felizmente casado e se estava com sua mulher na estação era para acompanhar a seu pequeno. Sumido nestas cavilações não advertiu como uns magos se acercavam até os Malfoy e lançavam um feitiço a Draco que o aturdiu e lhe deixo atirado no solo, quando iam repetir a maldição, Harry sem pensar seguindo seu treinamento de auror se lançou para os delinquentes, lhes desarmou e imobilizou.
-Passa bem senhora, ao menino fizeram-lhe algo.
-Não me encontro perfeitamente e o menino também, acho que só meu marido tem saído mau parado do assunto.
O pequeno Scorpius tinha umas lágrimas que lhe percorriam suas bochechas, seu papai estava atirado no solo e não entendia por que esses senhores lhe tinham atacado e ao cair ao solo se tinha golpeado a cabeça e sangrava por sua nuca.
Harry acercou-se ao pequeno e consolou-lhe dizendo-lhe que não se preocupasse que seu papai ia estar bem. Rapidamente comunicou-se com a Central de Aurores para que viessem a levar aos detentos, recomendou à senhora que acompanhasse a seu filho até o comboio e que ele levaria a Draco até St. Mungo para que o revisassem e que após tranquilizar ao menino fora até ali.
-Eu sei muito bem o que tenho que fazer senhor Potter, acho que você não é o mais indicado para me dizer como tenho que atuar com minha família.
-Sento-o senhora não era minha intenção a molestar, mas acho que seu filho precisa um pouco de consolo e se considera que o menino deve esperar a ver como a seu pai não lhe passa nada, poderá o levar manhã ao colégio. Mas já vejo que não precisa ajuda de ninguém. Sento-o muito. Senhora.
Harry se quadrado ante a esposa de Malfoy recolheu a Draco do solo para pô-lo sobre uma cama que tinha convocado. Draco que tinha recobrado o sentido e tinha presenciado a conversa de Astoria com Potter não disse nada e chamou a seu pequeno.
-Scorpius, não se preocupes a teu papai não lhe passa nada, simplesmente me golpeei a cabeça ao cair com o solo e me sangra, você se vai tranquilo, hoje é teu grande dia, começas teus estudos em Hogwarts me promete que me mandará uma coruja para me dizer em que casa está.
-Está bem papai, te prometo que assim que o saiba te mandarei uma coruja, se cuida. Quero-te.
-Eu também a ti, meu pequeno. –Beijou a testa de seu filho com muito carinho.
-Vamos Scorpius, basta de sentimentalismos adiante de desconhecidos o comboio vai partir cedo.
Draco fechou os olhos em um gesto de dor, sua esposa, já por pouco tempo, era fria e não permitia que seu pequeno mostrasse seus sentimentos em público, lhe estava educando de maneira espartana como correspondia a um sangue limpo, como lhe tinham educado a ele e tantos problemas e inimigos se tinha criado.
Harry interpretou o gesto de Draco como de dor físico, por isso se apressou ao levar o quanto antes a St. Mungo. Se tinha sofrido um atentado era possível que este se repetisse. Malfoy era muito poderoso economicamente e ainda que o Wizengamot tinha-os declarado não culpados ainda ficavam muitos loucos soltos que sentiam como os Malfoy tinham traído a seu senhor e ademais estava o tema das invejas que suscitava o ter uma grande fortuna.
O chefe de aurores decidiu que melhor que ele não tinha ninguém em esse momento para escoltar ao loiro e de passagem poder chegar até o fundo do assunto e se podia desbaratar os planos dos loucos seguidores de Voldemort que ainda combinavam com vida, melhor. Ademais apetecia-lhe voltar a conversar com seu nêmeses, Harry era um sentimental e ainda se lembrava como Narcisa Malfoy lhe tinha ajudado quando Voldemort pensava que estava morrido, lhe interessava saber por ela.
- Vamos Malfoy aguenta um pouco, em seguida estará em mãos de um medimago que te curará.
- Não sou nenhuma donzela em apuros e não me estou morrendo, de modo que se não te importas com me gostaria ir por meus próprios meios ao hospital e não entrar em esta absurda cama.
- Vá! Vejo que em os anos não têm acabado com tua arrogância, só tentava que não te caísses ao solo tens sofrido uma comoção grande e sangras por tua cabeça, mas se é teu desejo, está bem farei que a cama desapareça.
Draco tentou levantar-se e um mareio obrigou-lhe a cair em os braços de Harry que já sabia o que ia suceder.
-Dás-te conta de que não está bem? Deixa-te já de arrogâncias e te põe na maldita cama de uma vez, não tenho todo o dia para estar contigo.
- Você se perde Potter –isto o disse Draco arrastando as palavras como quando era um adolescente, quando olhava a Harry as lembranças de sua infância e adolescência se agolpeavam em sua mente e não podia esquecer como o grande Harry Potter tinha recusado sua amizade e como pouco a pouco se tinham convertido em amargos inimigos. Até que o Lord invadiu sua casa e seu mundo se veio abaixo.
Nunca mais voltou a ser o estúpido arrogante em o que sua educação de sangue limpa lhe tinha convertido, mas não deixava de desfrutar um pouco ao ver a cara de consternação que punha o grande herói. Em o fundo gostava mortificar, já que dessa maneira chamava sua atenção e pelo menos fazia-lhe um pouco de caso.
Quando chegaram ao hospital os repórteres do profeta e do Pasquim se giravam em a recepção, se tinha corrido rapidamente a voz de que Draco Malfoy tinha sofrido uma tentativa de assassinato em a plataform quando despedia, junto a sua esposa, a seu herdeiro rumo a Hogwarts.
Harry Potter tinha previsto que isto podia passar por esse motivo mandou à Central que trouxessem reforços para proteger a intimidem da vítima. Os aurores com seus flamantes uniformes de cor azul marinho rodearam a cama.
-Chefe Potter temos disposto um cordão de segurança desde a recepção até as estâncias onde o senhor Malfoy será atendido. Também temos disposto proteção em o expresso de Hogwarts por se algum desalmado tenta atentar contra o filho do senhor Malfoy e temos posto uma escolta discreta à senhora Malfoy tal e como nos ordenou.
-Obrigado por sua diligência Andrews, eu me ocuparei de escoltar ao senhor Malfoy até o medimago, depois irei até nossos escritórios para redigir o relatório. Imagino-me que os assaltantes do senhor Malfoy se encontram já em os calabouços a espera do interrogatório.
-Temo-me senhor que isso não poderá ser possível, sem que pudéssemos o evitar morderam uma cápsula que levavam em a boca e morreram em o ato. A seguir a mesma poção que os matou fez que seus corpos se desvanecessem sem deixar rastro.
-Tudo isto é muito raro, não parece obra de nenhum louco, é um plano muito premeditado, quero que redobrem a vigilância em torno dos Malfoy. Avise ao colégio da presença de aurores, não quero que ocorra nada ali. Se lhes porá uma guarda permanente. Seria muito conveniente que ninguém alheio ao castelo pudesse entrar em ele e que todos os professores que pudesse ter novos este ano sejam pesquisados.
- Algo mais senhor.
-Nada mais Andrews, pode ser marchado.
-Obrigado, Potter por preocupar-te tanto por minha família.
-É o menos que posso fazer por um velho colega de colégio que um momento muito importante para mim sua família também me salvou de uma morte segura.
-Sempre tão nobre e agradecido não é assim Potter. Ou escondes algo mais. –Draco ladeou sua boca enquanto dizia-lhe isto a Harry. Gesto que o moreno interpretou não com arrogância, se não com um ar de picardia
Mas bom que tolices passavam por sua cabeça, Malfoy lhe insinuando, o gay era ele não o loiro que estava casado e tinha um filho com uma mulher.
Continuará…
Nota tradutor:
Uma nova fic para vocês lerem... mais uma DRARRY na minha lista de traduções espero que gostem tanto quanto eu gostei… comentem!
Vejo vocês nos reviews
Ate breve
Fui…
