Capítulo 3 O Passado de Draco

-Sinto muito Potter, não era minha intenção te enfadar achava que tinha dito que devíamos nos esquecer dos jogos infantis.

-Nisso estamos de acordo Malfoy, mas sempre seguirás sendo o mesmo convencido que quando estávamos em o colégio. Não sei que te traz entre mãos, mas te direi para seu conhecimento que acaba de sofrer um atentado e que devemos esclarecer os fatos para saber quem pode estar por trás de tudo isto.

Draco olhou apenado ao moreno, sabia que se tinha passado, Potter só queria lhe ajudar, mas também era verdadeiro que não lhe resultava indiferente, senão por que tinha agarrado ao medimago da cintura e lhe tinha dado um beijo, isso teria que o meditar mais devagar.

-De acordo Potter, prometo portar-me bem e prestar toda a cooperação que seja necessária para esclarecer os fatos.

Em a Central de Aurores situada em uma das dependências do Ministério reinava uma grande atividade. Ainda ficavam alguns comensais que deter e a gente seguia praticando magia escura que trazia de cabeça aos aurores.

A Central além da recepção contava com um montão de despachos, uns maiores que outros que albergavam aos aurores ou bem os mais pequenos estavam destinados aos chefes das brigadas que tinham a seu cargo a quatro homens, estes a sua vez dependiam dos chefes de grupo que aglutinavam a quatro brigadas e eram os que trabalhavam diretamente com o chefe dos aurores, Harry Potter.

A nomeação de Harry foi imediato assim que acabou a academia, que também foi efêmera sua estância em ela, atestado, mais bem, onde se lhe deram uma instrução mais baseada em as leis mágicas que em a preparação em feitiços ou poções. Seu treinamento tinha sido muito grande dantes de enfrentar-se ao Lord e ao matar a este a magia do tenebroso se tinha combinado com ele.

Este era um segredo muito bem guardado por Harry, ninguém o sabia exceto ele. Sua magia era demasiado poderosa para que ninguém conhecesse de sua existência. Ele não pensava a utilizar para o mau, mas Harry tinha muitos inimigos, não só os comensais que tinham "combinar" com vida, senão também muitos magos invejosos de que tão jovem tivesse chegado tão longe.

Harry soube jogar muito bem suas cartas e mostrar só uma pequena parte de sua magia, a suficiente para se converter em chefe de aurores em muito pouco tempo. Sabia que ainda ficavam muitas injustiças em o mundo mágico por arranjar e ele o tentaria.

Draco ficou impressionado, nunca tinha estado em a Central e observou como os aurores saudavam a Potter com respeito e admiração, inclusive alguns se assombravam que Draco Malfoy fosse custodiado pessoalmente por ele. Em a Central já se sabia que Potter lhe tinha salvado e que se ia encarregar pessoalmente do caso. Esse era ou mordomia que muito poucos contavam.

De um dos despachos saiu Astoria Malfoy com uma mirada de desprezo para o auror que se tinha atrevido a lhe fazer perguntas um tanto delicadas para sua intimidem. Que se tinha algum problema com seu marido, que se se levavam bem, que se tinham momentos íntimos. Demônios, como odiava essas perguntas quem eram eles para meter em sua vida privada, por suposto que não contesto com a verdade em nenhum momento.

Flashback

Não se importavam a esse atalho de novatos saber se Draco e ela se deitavam, nunca o tinham feito, Draco era arrematada e asquerosamente homossexual e ademais fértil, não se queriam, seu casal tinha sido fraudado para tampar a vergonha que supunha que Draco tivesse ficado grávido de um noivo que, ao igual que ela, só queria seu dinheiro e sua posição social.

Fingiram sua gravidez e ocultaram o de Draco, um amigo muito íntimo da família, medimago, tinha levado a gravidez e o parto de Draco. Depois o menino foi apresentado em sociedade como filho de Astoria e de Draco, herdeiro dos Malfoy.

Lucius Malfoy quando se inteirou que seu filho estava grávido desse caça-fortunas, igual que sua mãe uma pobrezinha viúva, teve umas quantas palavras com esse desgraçado e lhe deu um ultimato ou deixava a seu filho ou lhe faria pagar cara sua ousadia. Lucius apesar de sua fama amava desesperadamente a seu filho e após que quase o perde por culpa de Voldemort e do que sofreu durante a guerra se jurou que nunca mais reveria a seu filho em esse estado.

Draco quando soube que seu noivo Blaise só ia por trás de seu dinheiro e prestígio se sentiu morrer, que faria agora ele, só e com um filho que não teria uma família completa, chorou até ficar sem lágrimas, deixo de comer, de sentir de viver. Só o grande amor que seus pais lhe demonstraram conseguiram lhe sacar do ostracismo em o que tinha caído. Conseguiram convencer-lhe de que a melhor solução para ele e para seu bebê era que se casasse com Astoria.

Sabiam que não lhe queria, mas sua família após a guerra se viu em sérios problemas econômicos e estariam dispostos a casar a sua pequena com o herdeiro dos Malfoy. O que não sabiam nenhuma das duas famílias que Astoria, era todo menos submissa e recatada, suas ânsias de poder e de dinheiro a levavam bem longe com tal de conseguir seus objetivos.

Mostrou-se muito comprazida com ser a eleita e esteve de acordo em fingir uma gravidez e comportar-se como uma boa esposa sangue puro para Draco. Desde a noite de casamentos deixo-lhe muito claro a seu marido que não pensava ter relações com ele, que se queria poderia ser aliviado com qualquer puto que encontrasse por ali e que ela seria independente e livre para ter os amantes que lhe viesse em vontade.

Também obrigou a Draco a não contar a ninguém o pactuado essa noite ou divulgaria seu segredo, que o filho que levava em suas entranhas era um bastardo engendrado por um amante que só queria dele seu dinheiro.

Draco não quis apenar mais a seus pais, teria que aguentar pelo bem de seu filho e de seus pais, bastante tinham pago já por seus erros e não queria que seu filho também o fizesse. Cair em desgraça em a alta sociedade mágica era muito fácil e os Malfoy pendiam de um fio.

Fim do Flashback

- Olá Draco, se não se importa com me retiro já a nossa mansão, disse isto último recalcando as palavras para acordar, a seu julgamento, as invejas dos pobretões que lhes rodeavam. Estou muito cansada e farta destes estúpidos interrogatórios, nem que tivesse sido eu a agressora e não a agredida.

Draco sentiu uma pulsada de dor ante a altaneira de Astoria, que a cada dia era mais acusada. Este fato não passou por alto a Harry que se sentiu molesto pela dor que viu em seu antigo nêmeses, odiava as injustiças e a soberba e Astoria se estava comportando injusta e muito soberbamente com seu marido, nem sequer foi capaz de lhe perguntar como se encontrava. Sacando sua veia Gryffindor contestou à esposa de Malfoy

-Senhora, acho que aqui o único agredido é seu marido e graças aos cuidados recebidos em St. Mungo encontra-se muito melhor e agora se já tem prestado declaração, espere a que um casal de meus aurores a escoltem até sua mansão. –Isto último o disse com um pouco de sorna.

Astoria deu um respingo e voltou-se altaneira para a saída escoltada por um casal de aurores que não estavam demasiado contentes pela acompanhar. Harry fez um gesto a Draco para que entrasse em seu despacho e depois de fechar a porta lhe convidou a se sentar.

-Serei breve, Malfoy compreendo que esteja cansado, só umas perguntas de rotina e poderá ir a sua casa.

Harry sacou de seu escritório um pergaminho e molhou a pluma em tinta para começar a anotar as respostas que Draco começaria a lhe dar. Quando Harry levantou a vista para começar a perguntar a Draco notou como umas lágrimas que o loiro tentava dissimular corriam por suas bochechas. Tinha-lhe doído muito que Astoria se comportasse assim adiante de todo mundo e mais adiante de Potter, o moreno era muito sagaz e se teria dado em seguida conta de que não eram precisamente um casal feliz.

Ultimamente estava muito deprimido, só lhe dava alegria seu pequeno Scorpius, mas estava em o colégio e ainda ficavam quatro meses para se reunir com ele. A mansão pressionava-lhe desde que seus pais tinham decidido ir-se a viver a Paris, já não queria estar mais em Londres, se sentiam muito envergonhados por seu passado e Draco parecia que por fim tinha encarrilado sua vida e seu neto já estavam em Hogwarts. Em sua ignorância pensaram que se deixavam só ao casal poderiam ser acercado um pouco mais, pois ultimamente lhes viam um pouco distantes e quem sabe se teriam outro pequeno. Pensavam que Draco se tinha esquecido de sua tendência aos homens.

Harry sentiu-se um pouco triste ao ver a Malfoy tão afundado, nunca pensou que o loiro que tinha todo pudesse ser sentido mau e desde depois que sua mulher fora tão frite com ele. Algo passava e ele estaria disposto ao saber.

-Malfoy se encontra-te cansado é melhor que o deixemos, amanhã também posso te fazer estas perguntas, por uma noite mais não acho que passe nada e se não quer ir a sua casa sempre te posso acompanhar até um hotel e te pôr vigilância por se tentam outra vez atentar contra ti.

Draco ante as palavras tão generosas e desinteressadas de Harry e a tensão acumulada, não pôde mais e se jogou a chorar desconsoladamente. Harry sem pensar-lhe um segundo correu até Draco e abraçou-lhe brindando-lhe apoio e consolo.

Continuará…

Nota tradutor:

Hummmmmmmmm

Capitulo interessante, espero que gostem

Vejo vocês nos próximos capítulos

Ate breve

Fui…