Capítulo 5 As Confissões de Draco e Harry
-Tudo bom tem dormido? Não tem voltado a ter era pesadelo, verdade? –Harry levava um bom momento acordado observando como dormia o loiro, se lhe via tão tranquilo, tão formoso, que tinha que fazer um grande esforço para não o possuir ali mesmo.
-Não recordo quantos anos faz que não dormia também, após esse horrível sonho que tive ontem à noite não pensei em descansar também.
-Alegro-me muito de que tenha podido ser assim. –Harry ficou olhando fixamente ao loiro e começou lentamente a baixar sua cabeça para os lábios de Draco.
Draco estava como hipnotizado olhando esses formosos olhos verdes, pressentia o que o moreno queria fazer e se apertou mais contra seu corpo. Quando Harry ia posar seus lábios nos de Draco notou como lhe chamavam pela lareira.
Com um gesto de incomodo levantou-se para a lareira, só seu amigo Ron podia chamar a sua casa a essas horas, se imaginava o motivo, Rose e a casa Slytherin.
-Em seguida venho, espera-me aqui. - Beijo ligeiramente os lábios de Draco e voltou-se para a lareira.
-Harry, está acordado? Não te vai a crer quase me dá um infarto quando me chegou a coruja me notificando que Rose tinha ido à casa das serpentes, seguro que agora está com essa pequena cobrinha do filho do furão.
-Ron, não são horas para vir com isto e não chame assim ao filho de Malfoy, é só um menino. Não julgue aos filhos pelo que puderam ser seus pais. Sabe que é o que mais ódio em este mundo, eu o tive que sofrer em carne própria.
-Sinto muito amigo, mas… ou vejo que te interrompi. - Ron se deu conta ao voltear sua cabeça que tinha um corpo na cama de Harry tampado com o edredom.
-Perdoa Harry, depois te contarei quando vamos à Central.
-Não há nada que perdoar Ron, não se desespere, sua filha está em Slytherin porque assim o quis ela. Acho que tem encontrado um amigo em seu caminho a Hogwarts e este foi a essa casa e por isso Rose pediu ao chapéu que a mandasse ali.
-Como sabes todo isso Harry?
-Ontem à noite estive ali, acompanhei a Draco Malfoy a ver a seu filho e Minerva permitiu-nos ficar-nos para ver a cerimônia e já de passagem jantamos. Vi a meus homens apostados ali e dei-lhes instruções para proteger aos pequenos.
-Harry vai dizer-me quem é o amigo de Rose, não me diga, me estou imaginando, mas isso não é possível.
-Vamos Ron não tenha tantos preconceitos, que seu pai com seus anos se comportasse de uma maneira totalmente altaneira e egoísta não quer dizer que seu filho seja igual. Recorda a educação e as circunstâncias em as que viveu Malfoy.
-Vá parece que em os anos estão abrandando seu cérebro, te recordo que estamos falando de Malfoy e nada bom pode vir deles.
-Não seja injusto Ron, sua filha é muito inteligente e se tivesse observado a mais mínima maldade, egoísmo ou altaneira no filho de Draco Malfoy te asseguro que não se teria feito amiga dele. Agora se não se importa com me gostaria continuar algo que mal acabava de começar.
-Está bem Harry, mas não se vai livrar tão facilmente desta conversa. Hoje de todas formas irá o furão a declarar sobre seu atentando, terei umas quantas palavras com ele sobre seu filho e minha filha.
-Ron, agora não te falo como amigo, senão como chefe, nem se te ocorra transladar à Central um problema da infância com uma pessoa que acaba de sofrer um atentado, bastante tem já. Agora como amigo e padrinho de Rose te digo que se seu filho e sua filha decidem ser amigos, melhor para eles, não vejo porquê não podem o ser, é melhor isso a que estejam sempre enfrentados como o estivemos nós. Já não existe essa rivalidade entre as casas e o sabe bem.
-Sempre igual Harry, não sei que te pôde dar esse Malfoy e sua família, desde que acabou a guerra nunca consentiu em que se falasse mau deles.
-Ron acho que agora não é o momento, mas já sabe por que, te tenho dito muitas vezes e agora se me desculpa tenho assuntos que atender. Vemo-nos na Central dentro de umas horas.
Harry acercou-se à cama um pouco apenado pela conversa mantida com seu amigo, não lhe parecia bem que Draco tivesse tido que escutar os comentários de Ron, lhe queria como a um irmão, mas reconhecia que o ruivo não tinha nada de tacto e que podia chegar a ser um tremendo cabeção.
Harry introduziu-se na cama e apartou um pouco o edredom para poder agarrar melhor ao loiro. Notou a Draco tenso e isso não era bom sinal, tinha ouvido demasiado da conversa e vá que sim lhe tinha afetado. - Draco não faça caso do que tem dito Ron, é boa gente mas está carregado de muitos preconceitos, não se esperava que sua filha fosse a parar a Slytherin, já sabe que todos os Weasley têm ido sempre a Gryffindor.
-Não é só por isso Harry, acho que isto não é uma boa ideia, você tem companheiro e bom eu estou casado, ainda que meu casamento seja uma falácia. Acho que estava um pouco confundido com todo o que me ocorreu desde ontem. Não quero que se sinta mau por algo que seu companheiro não te vai perdoar.
-De que demônios fala Draco, eu não tenho companheiro.
-Pensei que o medimago que me atendeu em St. Mungo o era.
-Matt, o doutor Karlson é um bom amigo, nada mais.
-Desde quando os bons amigos têm esse trato tão íntimo, vá e depois dizem dos Slytherin que somos um pouco libertinos.
-Isso que noto em sua voz são ciúmes? -Disse Harry sorrindo divertido ao loiro.
Draco interpretou o gesto como de debocha e se deu a volta violentamente na cama e com raiva se pôs a chorar. Aquilo era demasiado bom para que fosse verdadeiro. Harry tinha-lhe enganado mostrando-se terno e agora se estava debochando dele.
O moreno deu-se conta de que seu sorriso tinha sido mau interpretada e se deu de golpes mentalmente, o único que lhe falta a Draco era sua estupidez.
-Perdoa-me Draco não me estou rindo de ti, mas jamais pude me imaginar que alguém como você pudesse sentir ciúmes de mim. É demasiado formoso e tem mudado tanto, sei que uma má pessoa jamais se portaria assim de bem com seu filho como o fazes você. Não é uma pessoa fria como tentas aparentar, é muito humano e …
-Que é o que fez que mudasse de opinião sobre mim e minha família quando acabou a guerra. –Cortou Draco a Harry em seu discurso.
-Acho que no fundo você também o sabe, não só a ajuda de sua mãe ao fingir que estava morto e lhe comunicar ao Lord ou que você não quisesse dizer quem era eu quando nos levaram a sua casa. Sabe muito bem, quando te saquei da Sala dos Requerimentos nossas magias se uniram para poder sair dali com vida e só é possível quando as pessoas que o fazem estão destinadas a estar juntas em algum momento de sua vida. Ademais quando seu padrinho estava agonizante e me transmitiu suas lembranças me fez prometer que te cuidaria e te vigiaria para que nada mau te passasse ao igual que ele o fez antes comigo. Queria-te muito e pressentia que sua vida não ia ser muito fácil.
-Não é verdadeiro Harry me diz agora porque estamos em estas circunstâncias. –Draco se corou, as circunstâncias eram que Harry estava em cima dele com uma ereção muito acusada pressionando a sua que também não tinha nada que invejar à do moreno.
-Não é verdade Draco, durante todos estes anos tenho estado me informando e me preocupando de ti. Sempre de uma maneira muito discreta via como te casava com Astoria Greengrass, que pouco menos de sete meses após o casamento tinha um formoso bebê, muito grande para ser prematuro, ao que chamou Scorpius Draco Malfoy, que te convertia em um homem respeitável e sensato que cuidava dos negócios familiares, que seu pai e sua mãe discretamente se mantinham afastados dos eventos sociais do sangue puro e que optavam ao final por se ir a viver a França.
-Agora sei quando te tenho aqui em minha cama que quando você se mostrava alegre em público com seu filho eu também me alegrava, que quando tinha algum sucesso profissional e se falava de ti no O Profeta eu me sentia orgulhoso pelo bem que o estava fazendo e quando em raras ocasiões te mostravas em público acompanhado de sua esposa e sem seu filho se via um deixe de tristeza em seu rosto que me rompia o alma.
Este primeiro de setembro estava ansioso por chegar à estação sabia que te ia ver para perto de mim ainda que fosse de maneira fugaz, mas o que nunca me imaginei que te ia ter em meus braços.
Draco notou como seus olhos se enchiam de lágrimas, Harry em verdade tinha estado lhe vigiando e lhe protegendo, por isso tinha sido tão rápida sua atuação na plataforma e tinha despregado a seus aurores para lhe brindar proteção a ele e a sua família. Também agora entendia como nunca sofreu o ataque de nenhum louco vingativo na contramão dos que tinham pertencido ou tinham sido comensais eles ou seus familiares. Pequenas sacudidas de pranto fizeram que movesse seus ombros.
Harry notou como Draco estava chorando e começou a beijar esses olhos que agora sabia que tanto queria, secava suas lágrimas de uma forma muito amorosa, como nunca antes tinha feito com ninguém e seguiu embalando a Draco com suas palavras.
-Quando te deixe a salvo após a Sala dos Requerimentos soube que você e eu tarde ou cedo estaríamos juntos, nesse mesmo instante apesar da guerra e das preocupações que me abrumavam soube que tinha que sair vencedor da batalha, que você e eu teríamos uma vida juntos e felizes. Dei-me conta que não tinha querido nunca a Ginny como te queria a ti. Quando tudo acabou falei com ela, é a única que sabe a verdade de porquê a deixei, ela no fundo sabia que nunca a tinha querido mais que como a uma irmã, não lhe custou o entender, ela também me queria como a um irmão. É minha confidente e sempre me animou para que falasse contigo, mas nunca encontrei o momento adequado até agora.
Harry seguia dando ternos beijinhos a Draco em seu formoso rosto e o loiro sentia como uma paz lhe invadia em seu interior, nunca se tinha sentido também nem sequer quando fazia o amor com Blaise, seu primeiro e único companheiro que tinha tido. O que Harry lhe transmitia era segurança e sobretudo amor, muito amor. Sua magia envolvia-se com a do moreno.
Harry seguiu beijando o rosto e baixo até o pescoço de Draco onde começou a beijar e a dar pequenos mordiscos que lhe punham a pele de galinha. Soprava suavemente sobre as feridas imaginárias e as beijava, os calafrios eram muito fortes em Draco, estava-se começando a converter em gelatina.
Harry seguiu dando beijos em o peito de Draco e apanhou um de seus mamilos rosadas e lambeu-a e sugou como um bebê o faria com o peito do que lhe amamenta. Draco arqueou as costas ante a sensação de prazer que Harry lhe provocava, quando se cansou de sugar se foi guloso para a outra, Draco arrancava pequenos gemidos de prazer de sua garganta, se sentia também.
Deu-se conta de que nunca tinha sido tratado com tanto mimo e dedicação, Blaise tinha sido o primeiro, mas nunca sentiu como se dedicava inteiramente a ele, suas preparações ainda que prazerosas eram um pouco rápidas às vezes, sobretudo ao princípio não estava o suficientemente preparado e lhe doía um pouco as penetrações, se queria chegar ao orgasmo, tinha que se tocar ele, Blaise nunca o tinha feito.
Harry baixo pelo duro ventre do loiro seguindo um caminho de beijos, era perfeito, tinha um corpo tal e como lhe tinha imaginado tantas vezes, firme, duro sem estar demasiado musculado, esbelto, formoso, sem imperfeições. Quando chegou ao final de seu ventre seguindo com seus beijos notou uma fina cicatriz que lhe ia de quadril a quadril.
-Draco, esta fina linha que está em teu ventre é o que me imagino.
O loiro se tensou e inesperadamente seu ereção perdeu-se, Harry deu-se conta em seguida de que não tinha que lhe ter dito nada, não queria o incomodar. Separou-se um pouco dele lhe apanhou pelo queixo para que o olhasse aos olhos, pois Draco se tinha dado a volta para que o moreno não percebesse seu rubor em o rosto, e lhe disse:
- Não tem porquê se sentir mau, é algo maravilhoso que você tenha levado a seu filho em seu interior, que lhe tenha dado a vida. Agora entendo essa felicidade em teu rosto quando está para perto dele e essa tristeza quando não te acompanha em público. –Beijou de novo esses formosos olhos cinzas que voltavam a anegar-se de lágrimas-
-Este é um motivo mais para te querer, o que seja capaz de levar vida em seu interior e que quando a tenha em seus braços a ame profundamente. É tão formoso Draco, como te invejo, ter um filho é o dom mais precioso deste mundo.
-Harry, -disse Draco soluçando. -isso que me diz é tão bonito, pensei quando me disse o da cicatriz que te ia apartar de mim por ter tido oculto o do menino.
-Como tem podido pensar isso, tudo em você me fascina e te repito que este é um motivo para te querer ainda mais. Tonto. -disse Harry carinhosamente e lhe beijava a ponta desse nariz tão precioso.
Harry seguiu acariciando ao loiro, beijando até que notou que sua ereção crescia de novo, continuou onde o tinha deixado, beijou e lambeu essa cicatriz que lhe fascinava e começou a beijar a entreperna do loiro, massageou seus testículos, os beijou, lhe introduziu em sua boca e seguiu desde a base do pênis até o glande lambendo e beijando. Notou como pequenas gotinhas pré-seminais lhe lubrificavam o glande e guloso se introduziu todo o pênis na boca, chupando, sacando e o metendo em uma cadencia na boca que voltava louco a Draco.
Harry não queria que o loiro se viesse tão cedo queria o fazer seu, o tinha sonhado tantas vezes. Começou a preparar sua entrada, convocou um lubrificante e untou generosamente seus dedos, primeiro introduziu um e notou como a entrada de Draco era muito estreita, algo que lhe estranhou para alguém que tinha tido relações, depois introduziu outro e viu refletir uma careta de dor no rosto de Draco e como a ereção que tinha sujeita com a outra mão começava a perder força. Antes de continuar perguntou-lhe que porquê sentia dor, estava tentado ser o mais cuidadoso possível.
- Harry desde que tinha dois meses de gravidez não tenho voltado a ter relações com ninguém, praticamente estou como se fosse uma pessoa virgem.
-Não posso achar que não tenha tido relações com ninguém, bom me imagino que com Astoria sim.
-Equivocas-te Harry, nunca a toquei, me repugna é um bicho que só se casou por dinheiro e prestígio. Não tenho voltado a estar com nenhum homem ou mulher desde que meu companheiro me deixou.
-Oh! Não se preocupe Draco, o farei com o maior cuidado, se você quer, e pararei quando você me indique, quero que esta primeira vez entre os dois seja maravilhosa. Não quero lastimar-te, quero que se sinta no céu como você me faz sentir a mim nestes momentos.
Harry voltou a beijar a Draco e começou de novo com a dilatação, os dedos introduzia-os muito devagar com suaves movimentos circulares, quando notava que o loiro se relaxava introduzia outro, e assim até que conseguiu que sua entrada se dilatasse o suficiente como para poder o penetrar. Seu pênis estava duro e muito precisado de estar dentro do loiro já, mas não queria o danificar, com um grande esforço se conteve do penetra inesperadamente.
Muito devagar introduziu seu pênis no interior de Draco enquanto lhe massageava seu pênis, a dor misturada com as atenções que recebia de Harry fizeram que cedo seu corpo se convulsionasse com calafrios de prazer. Quando notou como o pênis de Harry não lhe lastimava moveu seus quadris para lhe indicar ao moreno que podia começar a dança sensual que lhe uniria como a um só.
Harry começou a entrar e sair devagar e a cada vez mais forte, Draco arquejou de puro prazer quando sua próstata foi roçada pelo outro, Harry ao o notar começou a bombear com mais força o pênis do loiro que com um grande grito de prazer se veio em as mãos do outro. Harry notou seu pênis completamente aprisionado em as paredes de Draco pelas contrações do orgasmo e não demorou nada em se vir também em o interior deste.
-Quero-te Draco, nunca tinha sentido tanto com alguém exceto contigo, hoje pela primeira vez tenho feito o amor, até agora só tinha tido sexo. Tenho comungado contigo, me senti um. Amo-te.
Draco chorava de felicidade para ele, agora se dava conta, também era a primeira vez que tinha feito o amor com alguém, nem sequer Blaise lhe tinha amado dessa maneira.
-Eu também te quero, Harry, não tinha querido nunca antes o admitir, estava demasiado nublado pelo amor que sentia para o pai de meu filho. Eu também notei essa comunhão de magia quando me resgatou da Sala dos Requerimentos, mas não quis o admitir até agora.
Não se disseram nada mais, sobravam as palavras, seus rostos o diziam tudo, Draco chorava de pura felicidade, Harry não pôde mais ao ver essas lágrimas em o loiro e ele também se jogou a chorar, o abraçou e o acomodou em seu peito, com um feitiço de limpeza silencioso fez que os restos de sêmen e lubrificante desaparecessem. Voltou a beija-lo com ternura e acariciou seu formoso cabelo loiro.
-É o melhor que me passou em minha vida, te quero tanto que não acho que seja possível. Quero que se pare o tempo e que voltemos para trás, quisesse recuperar catorze anos de nossas vidas separados.
-Isso não é possível, Harry, mas temos muitos anos por diante.
Harry riu de pura felicidade, estava-se também, mas tinha muitas coisas que lhe perguntar a Draco, também não lhe queria pressionar esperaria a que o outro estivesse preparado para lhe contar. Estavam tão relaxados que voltaram a se dormir um momento, Harry acordou primeiro e sem molestar ao loiro se foi ao banho onde se deu uma ducha e baixo à cozinha a preparar um café da manhã, quando o teve pronto o pôs em uma bandeja e o subiu à habitação.
-Acorda dorminhoco, temos que ir à Central a prestar declaração. -Lhe beijou a testa e Draco mimoso pôs um bico adorável em sua boca.
-É mau estava no melhor de meu sonho e acorda-me, mas isso que tem trazido cheira muito bem.
-E daí é o que sonhava cabecinha louca.
-Sonhava com um moreno que me abraçava e me enchia de beijos e …
Harry não pôde mais, deslocou a bandeja e começou a beija-lo de novo, lhe fez novamente o amor e tivesse seguido assim toda a manhã se as obrigações não lhe tivessem arremessado.
Após uma ducha que podia ser tido convertido em algo mais, se a sensatez do loiro não se tivesse imposto tomaram o café da manha e se encaminharam para a Mansão Malfoy para que Draco pudesse ser mudado de roupa. De passagem Harry falaria com seus homens apostados ali por se tinham observado algo estranho. Enquanto Draco entrava em a casa, Harry ficou falando com os dois aurores como lhe confirmaram que não tinha tido nenhum movimento estranho se despediu deles e viu como o relevo chegava pontual. Tinham ordem de que assim que algum membro da família saísse da Mansão deveriam os acompanhar.
Continuasse…
Nota tradutor:
Hummmmmmmm
Um belo capitulo esse, revelações, mas aposto que ainda terá mais revelações para ser feitas!
Espero vocês nos reviews e espero que gostem desse capitulo
Vejo vocês nos próximos capítulos
Ate breve
Fui…
