Capítulo 7 A Visita de Lucius
Harry depositou com delicadeza a Draco em cima da cama, tirou-lhe o abrigo, os sapatos e os meias e lhe desabrochou muito devagar o cinto, o botão das calças e baixo sua cremalheira, atirou das calças e deixou-lhe em boxer, tirou-lhe sua jaqueta e desabrochou sua camisa deixando ao descoberto seu formoso peito.
Draco ia tirar-lhe o mas Harry impediu lhe, para evitar que o loiro fizesse nada atou com uns lenços de seda as bonecas de Draco à cabeceira da cama, aquele joguinho começou a excitar a Draco, sua ereção começava a levantar bastante.
Harry começou-se a despojar de seu uniforme lentamente, a cada vez que alguma parte de seu corpo ficava ao descoberto se acariciava sua pele impudicamente, quando chegou o turno a seu peito se acariciou os mamilos até conseguir que se pusessem duros e erguidos, Draco arquejava ante a visão tão erótica que Harry lhe proporcionava.
O moreno tirou-se os boxer negros e sua ereção saltou como um ressorte, seu pênis brilhava lubrificado pelo líquido pré-seminal, Draco sem o querer se relambia de gosto, aquilo lhe deu uma ideia a Harry, que se posicionou ao lado do loiro, lhe libertou as mãos para voltar lhe atar às costas e fez que Draco se ajoelhasse à borda a cama, Harry aproximou seu pênis à boca do loiro e lhe introduziu.
Draco começou a meter e sacar o membro de Harry a cada vez mais depressa, aprofundando em sua garganta e sugando fortemente como se tentasse sacar todo o suco a uma fruta muito doce. Harry gemia a cada vez mais excitado seus sentidos se nublavam e sua razão dizia que tinha que parar ou se correria em a boca do loiro e não queria isso, queria lhe dar tanto prazer como ele estava recebendo.
Empurrou suavemente a Draco para que libertasse seu membro e lhe despojou das ataduras e da camisa, beijou seu membro acima do boxer e o deslizou até deixar a Draco totalmente dispo em cima da cama, o cabelo se lhe soltou esparramando-se sobre a cama dando ao loiro um aspecto ainda mais sexy do que já tinha.
Harry começou a ocupar-se de dar-lhe prazer ao loiro mordiscando seus mamilos, baixo até seu membro e o sugou como antes o tinha feito com ele, lambeu sua entrada e começou a introduzir seus dedos, que a cada vez encontravam menos resistência a suas caricias, seu esfíncter se relaxava e Draco dava incontrolados gemidos de prazer.
A Harry gostava de olhar aos olhos de Draco quando o penetrava e sobretudo perder em seus olhos quando lhe vinha o orgasmo ao loiro, por isso lhe deixo tumbado de costas na cama e lhe levantou as pernas apoiando os tornozelos em seus ombros, sabia que essa postura podia ser um pouco dolorosa se não tinha tido muitas relações antes, pelo que se deu conta que melhor era lhe dobrar as pernas e fez que apoiasse seus joelhos em seu peito e lhe separou bem as nádegas.
Convocou um lubrificante e untou generosamente seu ânus e seu pênis e penetrou-lhe lentamente, quando notou que Draco começava a se mover começou uma dança sensual fazendo que seus quadris chocassem em as nádegas do loiro, Draco foi a se tocar seu membro, estava acostumado ao fazer quando estava com Blaise e lhe saiu sem o pensar. Harry, não ia permitir que seu companheiro se autocomplacente.
-Não, me deixa a mim, eu te farei chegar ao orgasmo, te relaxa e desfruta –Harry quase não podia falar pelas sensações de prazer que percorriam todo seu corpo.
Draco ficou parado da preocupação que sentia Harry por ele, nunca se tinha sentido tão lisonjeado com o pai de seu filho, a Harry só lhe preocupava lhe comprazer e a Blaise se comprazer assim mesmo sem lhe importar nada Draco.
Draco, apesar de parecer um chorão, começou a derramar lágrimas de felicidade. Harry parou mal interpretando o ato do loiro.
-Fiz-te dano, meu amor?
-Não Harry, não te pare, mas é que nunca me tinha sentido também, agora sei o que para valer é fazer o amor, suas atenções me colmam e choro de pura felicidade.
Harry começou a emocionar-se e alguma lágrima saltou-se de seus olhos, acelerou as investidas e o bombeou o pênis de Draco, notou como o loiro se arqueava e lhe chegava o orgasmo –Não feche os olhos Draco quero me ver refletido neles.
Harry veio-se dentro do loiro olhando-lhe também aos olhos. –Quero-te Draco, como nunca tenho querido a ninguém.
Quando se normalizou o ritmo de seus corações, Harry saiu do interior de Draco e o aconchegou em seu peito. –Quero-te tanto Draco que não suportarei estar sem ti nem um minuto, tem que deixar a essa harpia de Astoria, não se preocupe por Scorpius, parece um menino muito pronto e ele entenderá. Não terá escândalos, te prometo que após falar com ela não se lhe ocorrerá dizer nada que te prejudique a ti e ao menino.
- Harry, não quero que faça algo do que te possa arrepender, acho que se a proporciono dinheiro suficiente não dirá nada e como cedo se saberá de nossa relação ela não ficará prejudicada socialmente.
- Não quero que te chantageie, bastante o fez já.
-Para valer Harry não quero que se prejudique por mim.
-Não o farei, recorda que sou o grande Harry Potter e se me permitem certas coisas que a ninguém mais. Nunca me aproveitei de quem sou, mas te prometo que por ti o farei.
Harry beijou a Draco em os lábios indicando-lhe que com isso ficava limpa a questão. Draco sempre tinha sabido que Harry era um autêntico cabeção e quando se propunha algo não afrouxava até o conseguir, mas ele era uma astuta serpente e conseguiria que Harry não saísse prejudicado em este assunto.
Estavam dormindo tranquilamente quando um ruído na lareira advertiu a Harry que Ron tentava se comunicar com ele desde a Central. Pôs-se levantou da cama e foi até a lareira.
-Harry espero não ter interrompido nada importante, mas acho que deveria vir, tem uma visita importante que atender.
-Em cinco minutos estou ali.
-Draco carinho tenho que me marchar, estarei de volta cedo, se quer pode comunicar com seus pais, deixarei aberta a comunicação com sua casa. Voltarei cedo, quando chegue espero te encontrar disposto, pois penso te fazer o amor até te esgotar.
Harry deu-se uma ducha rápida, vestiu-se e com um terno beijo despediu-se de Draco. Quando chegou até a Central não se esperava a visita importante que lhe estava esperando ali.
-Senhor Malfoy a que devo sua visita, mas faz favor tome assento.
-Primeiro quero dar-lhe obrigado por todo o que tem feito por minha família, todos estes anos me serviram para reflexionar o equivocado que tinha estado, fui educado em umas ideais totalmente errôneos, mas eram os que conhecia Senhor Malfoy, eu…
- Não, por favor, não me interrompa, me custa muito ter que falar sobre estes temas, de modo que lhe pediria que me escutasse até o final.
-Não se preocupe, assim o farei.
-Como ia dizendo, a dia de hoje tenho mudado e sobretudo me ajudou meu filho e meu neto. Também quero lhe pedir perdão por meu comportamento quando o Lord lhe apanhou prisioneiro e matou a seu colega do Torneio e quando nos vimos as caras em o Ministério de Magia e seu padrinho foi assassinado por minha cunhada. Meu arrependimento é grande.
-Ademais acho que quer para valer a meu filho, vê-lhe feliz, o pouco tempo que tenho estado com ele nestes dias desde o atentado assim me demonstra. Venho a oferecer minha ajuda em todo o que seja possível para poder esclarecer os fatos e descobrir aos culpados.
-Imagino-me que meu filho lhe terá falado do outro pai de Scorpius, me equivoco, senhor Potter?
-Faz favor, chame-me Harry e atue-me, sou da mesma idade que seu filho e me sinto incômodo de que me fale de maneira tão formal.
- Obrigado por sua confiança, Harry a mim também gostaria que me chamasses de você, acho que não demoraremos muito em ser família.
Harry se ruborizou ante o último que Lucius lhe tinha dito, mas tinha razão, lhe encantaria ser família dos Malfoy.
-Verá quando me inteirei de que meu filho estava grávido, e como não me confiava para nada de seu noivo, conhecia perfeitamente a história familiar e como sua mãe enviuvava rapidamente de seus ricos maridos, me dava medo que meu filho corresse a mesma sorte fui a falar com ele.
-Como não quero que se esqueça nenhum detalhe acho que o melhor é te de minhas lembranças e os vejamos em uma penseira.
-Parece-me uma boa ideia, vou buscá-lo e começaremos a vê-lo.
Harry acercou-se até um armário que tinha situado a costas de seu escritório, ao igual que este era de roble maciço, os puxadores eram dois bonitos dragões, os acariciou sem pensar, dragões que lhe recordavam a outro que tinha agora mesmo dormindo em sua cama nu, esperando seu regresso. Sentiu um puxão em seu entreperna, ainda bem que a capa lhe tampava, senão poderia ser visto em um sério apresso adiante do pai de seu amor.
Abriu as portas e sacou um recipiente como uma enorme taça de alabastro tintada de verde em a que tinha gravados uns motivos geométricos, elipses entrelaçadas, a central sobressaía sobre outras duas tumbadas, corriam pelo ventre da copa em torque até chegar à borda.
Acerco o grande cálice à mesa e depositou-a adiante de Lucius, este sacou sua varinha e a acercou à têmpora e depois de lançar um feitiço de silêncio umas delgadas fibras azuis saíram ficando coladas à varinha, pouco a pouco Lucius as foi depositando em o penseira.
-Quando queira Harry nos afundaremos e minhas lembranças e você julgará se podem te servir de algo para aclarar a tentativa de assassinato sobre meu filho. Eu tenho minha teoria, mas até que você não veja estas lembranças, não os compartilharei contigo.
-Estou preparado Lucius, vamos lá.
Juntos acercaram suas cabeças até a borda do penseira e foram sugados até encontrar adiante de uma casa muito suntuosa que Harry não conhecia.
Continuasse…
Nota tradutor:
Hummmmmmm
O que será que eles vão descobrir pela tentativa de assassinato contra Draco Malfoy?
Espero que vocês gostem do capitulo
Vejo vocês em breve
Ate…
