Capítulo 9 Os Malfoy reúnem-se
- Mamãe, papai que surpresa tão grata, sabia que papai vinha, mas não que você lhe acompanhasse.
Narcisa abraçou a seu filho e encheu-lhe de beijos, seu pai uniu-se aos dois e abraçou-os, os três estiveram um momento juntos abraçados, transmitindo-se calor e carinho e permitindo que suas magias se juntassem e fortalecessem como só uma família que se quer é capaz de fazer.
-Não te imagina como te estranhei filho, tinha muita angústia e preocupação pensando que não pudesse estar bem. Mas vejo que Harry te trata muito bem, fazia muitos anos que não via essa felicidade em teu rosto, salvo quando estavas com teu pequeno. -Disse Narcissa a Draco lançando lhe uma mirada maternal que enterneceu o coração de seu filho. Com os olhos um pouco aguados dirigiu-se a seus pais.
-Mamãe, papai tenho que dizer algo, sei que pode soar um pouco precipitado, mas amo com loucura a Harry e ele também me ama. Estamos feitos um para o outro, em seus braços me sinto muito feliz, protegido e amado. É uma pessoa maravilhosa que se preocupa por mim, como ninguém o tinha feito antes, salvo vocês. –Isso último o disse Draco com um pouco de tristeza, seus pais se deram conta de que se referia a Zabini.
-Filho isso não importa agora, pertence ao passado e ainda que te una um vínculo muito grande com teu antigo noivo por causa de teu filho, ele não se merece que lhe dediques nem um pensamento mais.
-Eu sei papai, mas não posso esquecer que para mim foi o primeiro homem ao que amei e com o que mantive uma relação íntima, isso deixa uma impressão que é difícil de esquecer, mas sei que com Harry tudo pode ser possível.
-Estamos muito contente ao ver-te tão cheio de felicidade, tem voltado a ser esse rapaz alegre que tanto sentíamos falta.
-Obrigado mamãe, mas com Harry a meu lado tem sido muito fácil sentir-me assim. Queria perguntar que parece a vocês.
-Harry portou-se sempre muito bem conosco apesar de tudo o que lhe fizemos em o passado. Esta tarde tenho estado na Central como bem sabe filho e ali temos tido uma conversa muito interessante sobre sua relação.
-Quero que saiba Draco que apoio plenamente sua união e ainda que nunca se tinha feito em nossa família antes, vou pôr em marcha a maquinaria legal para que te divorcie o quanto antes de Astoria.
-Papai não sabe como te agradeço, para mim é muito importante contar com sua aprovação, me imagino mamãe que você também está de acordo com papai sobre a decisão do divórcio.
-Por suposto que sim filho, você é o mais importante para nós junto a seu pequeno e faremos o que seja necessário para que sejam plenamente felizes.
Passaram um momento mais falando tranquilamente sobre como se sentia Draco e como ia comunicar a Scorpius a decisão do divórcio e a relação que mantinha com Harry.
-Ainda não tenho pensado em como lhe vou a dizer ao pequeno, mas Scorpius é um menino muito pronto e estou convencido que o entenderá, ademais acho que Harry lhe cai bastante bem.
-Bom filho, acho que você melhor que ninguém para conhecer a seu pequeno, saberá o momento oportuno para lhe comunicar. Sua mãe e eu devemos nos marchar já, quero me passar em seguida a falar com os advogados da família para começar com os trâmites do divórcio. Ademais acho que Harry disse que assim que resolvesse uns assuntos na Central viria à casa para estar contigo.
Draco despediu-se de seus pais com uns beijos e abraços e chamou a Harry via lareira para pedir-lhe que convocasse o portal que conduziria a seus pais até a Central. Em uns instantes apareceu o portal e Narcisa e Lucius despediram-se de Draco.
Draco uma vez só se dirigiu para o banho, queria estar totalmente preparado para quando chegasse Harry, se deu um longo banho relaxante e untou seu corpo com azeite perfumado que lhe conferiu uma textura de nácar a sua pele. Arranjou seu cabelo com sumo cuidado e baixou até o salão. Se tombou de maneira indolente no sofá, bem na frente da lareira por onde Harry se apareceria, o primeiro que veria o moreno seria um corpo palpitante de desejo envolvido em uma bata negra e transparente (o de negra e transparente me sugeriu em um comentário Condessa Oluha, que tem sempre umas ideias muito boas, te dedico preciosa)/*i
Uma vez que Harry despediu aos pais de Draco se dirigiu a Ron e lhe deu as instruções precisas para que estreitassem a vigilância em torno de Astoria e a Blaise.
-Irmão, vou-me a casa se tivesse qualquer coisa avisa-me, amanhã cedo me acercarei a Hogwarts para saber se tem tido algo novo ou suspeito meio ao castelo.
-Harry gostaria que falasse com Rose e lhe dissesse que faz favor nos escreva para nos contar como a vai em do colégio e na casa de Slytherin, diga que não estou enfadado com ela, mas que me surpreendeu muito que fosse ali.
-Não se preocupe Ron lhe direi de sua parte, mas acho que seria melhor ideia se você me acompanha e fala pessoalmente com a pequena.
-Para valer, me permitiria fazer isso?
-Por suposto que sim, não sei como ainda pensa que me possa molestar o que venha comigo, sabe que quando faço atividades de campo você é o melhor colega que possa ser pedido.
-Obrigado irmão, amanhã às 8 estarei em sua casa, espero que me convide ao café da manha.
-Isso o dá por feito Ron, amanhã nos vemos, não tarde em te marchar você também.
Ambos amigos se despediram, era tão fácil contentar a Ron tinha um grande coração e ainda que seus prontos eram muito maus em seguida se lhe passava o enfado e a seus seres queridos era capaz de lhes perdoar tudo, ainda que esse todo tivesse sido ir à casa de seus rivais, as serpentes.
Harry apareceu-se em sua casa através da lareira e o primeiro que viu lhe deixou deslumbrado um loiro muito, mas que muito sexy, lhe estava esperando tumbado em o grande sofá do salão. Sobre o fofo sofá descansava o loiro esse corpo de escândalo envolvido em bata-a negra e transparente, que deixavam voar a imaginação a quem o olhasse antecipando ao desejo que podia dar e receber. A Harry pareceu-lhe o ser mais endiabradamente sexy e desejável que tivesse em a terra, abriu sua boca para dar passo a sua língua que lambeu seus lábios e seus pupilas se dilatarem pelo desejo que acordava a passo forçado em sua entreperna.
O cabelo flutuava ao redor de sua cabeça, totalmente liso e brilhante, as mãos por trás de sua nuca, uma perna flexionada e a outra queda sobre o solo expunham totalmente sua entrada à mirada de Harry. Seu pênis estava ligeiramente volumoso, como se se antecipasse ao que achava que ia suceder em breve. A boca tinha-a ligeiramente entreaberta e ao contemplar ao moreno passou sua língua pelos lábios umedecendo essa boca que convidava a ser beijada, em um ato como se se estivesse vendo em um espelho refletido em o rosto de Harry. Levantou-se devagar do sofá com movimentos ágeis e acercou ao moreno uma copa de cava muito frio.
Harry mal podia engolir pelo nodo de desejo que se tinha formado em sua garganta, deu um pequeno sorvo e Draco apanhou a taça do moreno e deu um gole um pouco maior, beijo ao moreno e lhe passou um pouco de cava que tinha em sua boca. Harry começava a suar pelo calor que subia desde sua virilha e lhe percorria todo o corpo.
Draco afrouxou a capa do auror e deixou-a cair ao chão, começou a desabrochar muito devagar os botões da jaqueta, continuou com o cinto e as calças que os baixo até os tornozelos, as botas saíram dos pés de Harry com um simples feitiço. Desabrochou sua camisa e jogou-lhe para trás deixando os ombros ao descoberto. Tocou-lhe o turno ao boxer do moreno e sua ereção saiu disparada.
Draco agachou-se e de joelhos introduziu-se todo o pênis em sua boca. Harry estava muito excitado, não se esperava que Draco lhe fosse receber assim, se imaginava algo, mas não esse comportamento tão sexy e quente do loiro. Sabia que não podia ser uma irmã da caridade, mas também não que fosse tão atrevido, mas gostava, vá que sim gostava que de seu garoto tivesse iniciativa.
Draco introduzia fortemente o pênis de Harry tão adentro que quase lhe davam arcadas, mas não se importava, queria lhe fazer explodir de prazer, que lhe pedisse mais. Quando sentiu que o outro não poderia aguentar mais parou bruscamente, queria a Harry em seu interior que se corresse dentro dele, precisava o calor que lhe proporcionava seu sêmen dentro dele.
Draco foi-se até o sofá e apoiou seus braços no respaldo do mesmo, abriu suas pernas e deixo exposta sua entrada. Com a voz rouca de desejo convidou a Harry a que o penetrasse.
-Harry preciso-te dentro de mim já. Quero que me penetre e que o faça duro, quero sentir toda sua virilidade em mim. Levo todo o dia te esperando, se chega a demorar um pouco mais me tivesse pegado me fazendo uma palha pensando em ti.
O moreno sorriu ante as palavras de Draco, vá que gostava de jogar duro, se isso era o que queria o teria. Deixaria a Draco um pouco dolorido, para que quando se sentasse se lembrasse dele. Levantou bata-a negra e subiu-a até a metade das costas, não o queria do todo nu, gostava dessa bata que meio lhe mostrava esse corpo de escândalo, quando as manobras se voltassem mais fortes e se convertesse em um estorvo, a tiraria com um singelo feitiço.
-Vá com meu rebito, não sabia que gostava de jogar duro, mas sabe uma coisa –Harry mordiscava a orelha de Draco enquanto lhe falava e apertava seu pênis muito inchado entre as nádegas do loiro. - te vou penetrar sem te preparar antes e vai estar me recordando todo o dia amanhã, porque não vai poder te sentar, o terá que fazer de meio lado.
Draco sorriu e seu corpo sacudiu-se com um calafrio quando Harry entrou nele, como lhe tinha prometido, sem preparação alguma. Sem dar-lhe tempo a que se acostumasse começou a sair e a entrar de seu interior. Draco, queria-o duro, mas não se imaginava o duro que estava sendo Harry, sua ereção se tinha perdido e um pequeno gemido de dor se lhe escapou dos lábios.
Harry, muito atento sempre às reações de seu companheiro, se deu conta de que se tinha passado, saiu devagar do interior de Draco e lhe lançou um feitiço de cura para seu dolorido ânus e outro que lhe tirou a bata. Draco notou como a mão de Harry começava a massagear seu pênis e este começava a cobrar força de novo. O moreno convocou lubrificante e untou generosamente a entrada de Draco e seu pênis. Como o loiro já estava dilatado pela penetração anterior, não lhe custou nada com o lubrificante introduzir em seu interior, quando notou que estava pronto começou a se mover, ao princípio lento e depois intensificou os movimentos quando notou como Draco estava próximo do orgasmo, ambos se vieram ao mesmo tempo. Quando se normalizaram um pouco Harry saiu do interior de Draco e lhe sentou em cima dele no sofá.
-Draco volta-me louco, não me peça mais que te faça duro, me senti nublado pelo desejo e não me dei conta de que te ia a lastimar, tem em conta que levava muitos anos sem ter relações e praticamente está tão estreito como uma pessoa virgem.
-Sinto muito Harry, mas tinha tantas vontades de sentir-te dentro, estava tão excitado que não pensei nisso, ainda bem que esse feitiço que lançou me aliviou bastante, mas mesmo assim me recorda que me sente de meio lado.
Harry riu-se ante o comentário de Draco e lhe beijo em os lábios –Quero-te meu loiro, acho que vamos ser muito felizes juntos.
-Eu também te quero e também o creio. Gostaria o quanto antes poder fazer partícipe de minha felicidade a meu pequeno.
-Amanhã vou acercar-me a Hogwarts com Ron para ver como vão as coisas por ali, se quer posso falar com a diretora e lhe pedir uma permissão especial para Scorpius para que passe o fim de semana contigo e lhe conte.
-Oh Harry isso podia ser maravilhoso! Estou impaciente por falar com meu pequeno. Acha que lhe tomará bem? Eu acho que sim, é um menino muito bom e sei que ele o está passando muito mau com o de sua mãe, Astoria nunca se portou bem com ele e o menino não a quis o suficiente por esse motivo e agora que vai sendo maior se dá conta de como se porta comigo e ainda que não me disse nada, sei que não gosta o mais de mínimo.
-Claro que seu filho se alegrará você o disse é um menino inteligente e quer o melhor para seu papai.
Harry beijou a Draco e levou-o em seus braços para o dormitório, após dar-se uma ducha rápida secou-o e depositou-o em a cama, nus dormiram-se abraçados, estavam tão relaxados e sentiam-se tão bem que dormiram toda a noite sem se acordar o mais mínimo.
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Em Gales para perto de a cidade de Cardiff Blaise Zabini tinha uma mansão herdada de um de seus padrasto defuntos, situada em Vale of Glamorgan, conhecido como o jardim de Cardiff. Era uma magnífica mansão rural, para poder aceder a ela se tinham que atravessar umas grandes grades que davam passo a um caminho flanqueado por bosques aos lados de árvores de coníferas, ao final do caminho estava a mansão impressionante, com três plantas e um telhado a três águas de quadro-negro, a fachada de pedra granítica albergava grandes blasonadas para a cada uma das 50 habitações que contava, a cada uma com seus banhos correspondentes. Em o térreo da casa estavam os salões, a biblioteca e as salas de recepções. No sótão as cozinhas e dependências da servidão composta por elfos domésticos.
Blaise estava tranquilamente descansando em seu salão com uma copa de bom brandy entre suas mãos, olhava com olhos de luxúria à formosa, fria e calculadora mulher que tinha diante seu. Durante muitos anos, mais exatamente doze tinha sido seu amante.
Zabini era uma serpente paciente que sabia espreitar a suas presas, não se importava esperar se sabia que ao final conseguiria seus propósitos. Quando abandonou a Draco e soube do casamento que lhe tinham apanhado pensou no fácil que seria seduzir à esposa do loiro.
Draco era irremediavelmente um mago fértil e por sua condição sabia que nunca se sentiria atraído por nenhuma mulher, ele estaria na sombra espreitando para a conquistar e com muita paciência conseguiria fazer com a fortuna de Draco que agora seu pai lhe negava, se tinha que se deitar com a fria Astoria para o conseguir lhe daria o mesmo. Pensava um buraco é um buraco, dá igual que seja por diante ou por detrás o que importava é o que obtivesse.
Estava acostumado a seduzir a todo homem ou mulher que se lhe pusesse diante, sua beleza, seu físico e seu saber estar fazia estragos naquelas pessoas em as que fixava sua atenção. Mas foi ridiculamente fácil engatar a Astoria. Tinha encontrado a sua alma gêmea, também ambicionava a fortuna Malfoy, ainda que era um pouco impaciente soube doma-la para que fizesse sempre o que ele lhe indicava.
Tinha chegado o momento de passar à ação e de tirar de uma vez por todas ao herdeiro Malfoy do meio e depois acabaria com seus pais para que toda a fortuna passasse a mãos de Scorpius e como era menor de idade sua mãe administraria os bens. Era uma pena que o pequeno não chegasse a desfrutar da maioria de idade, um desafortunado acidente ao cumprir os quinze acabaria com sua vida.
Mas essa estúpida de Astoria tinha posto em perigo um plano madurado muito devagar ao enfrentar-se a sua sogra e por se fosse pouco esse intrometido do Menino que Viveu se tinha cruzado no caminho de Draco e se tinha convertido em seu campeão. Outro inconveniente mais a somar a sua lista. Bom acabaria também com ele e com a estúpida de Astoria quando a obrigasse a se casar com ele. Até que chegasse o momento desfrutaria desse corpo que incitava à luxúria.
- Conta-me Astoria que ocorreu exatamente em a mansão Malfoy e porquê interveio Potter.
Astoria relatou sua visão dos fatos a Zabini, por suposto que ela nunca reconheceria que era tudo menos uma harpia com Draco e com seu filho. Sabia que Blaise se ia enfadar muito e possivelmente a castigasse por seu comportamento.
Continuará…
Nota tradutor:
Francamente odiei simplesmente a esses dois! Nossa, mas pra que tanto dinheiro, dinheiro não traz felicidade, só ganancia e ódio...
Enfim espero sinceramente que Harry consiga pegar esses dois e botar na cadeia onde é o lugar deles.
Eu espero que gostem do capitulo, vejo vocês nos próximos!
Ate breve
