Capítulo 10 Astoria e Blaise descobrem-se

-Desde depois Astoria parece mentira que tenha sido uma Slytherin, tinha que ter ido a Hufflepuff por sua estupidez. Sabe de sobra que não devia te enfrentar diretamente a Narcisa, se a ficava alguma dúvida sobre seus sentimentos para seu filho e neto lhe acaba de eliminar.

Zabini com a mirada fria e perigosa avançou para Astoria que recuou em o sofá em o que estava sentada de maneira instintiva. O homem deu-lhe uma bofetada que lhe abriu o lábio e fez que sua cabeça fosse para trás.

-Nunca mais volte a desobedecer-me, se por seu comportamento de hoje os Malfoy fazem algo que prejudiquem nossos planos te asseguro que a bofetada que te dei agora não vai ser nada com o que te espera.

Astoria olhou a Zabini resignada, sabia o cruel que podia chegar a ser de modo que se absteve de fazer nenhum comentário e agachou submissa a cabeça, era melhor não lhe enfadar mais, tinha razão se tinha comportado como uma huffllepuff, mas não o voltaria a fazer mais, aprenderia a ser mais paciente e quando se lhe brindasse a ocasião acabaria também com Zabini, já estava farta de suas manobras.

-Vamos Astoria levanta o rosto, vou lançar-te um feitiço de cura, não quero que nada afere esse formoso rosto que tem, me entende que às vezes se comporta de uma maneira que merece que se te castigue, ademais não gosto que possamos ver em alguma situação comprometida, temos que ser bem mais de cautelosos agora, não quero que esse intrometido de Potter possa suspeitar de nós dois.

Astoria não disse nada lhe olhou aos olhos e assentiu com a cabeça, sabia o que viria agora, após a bofetada Zabini sacaria todos seus encantos e a engataria para lhe levar à cama, não se importava, Zabini não estava nada mau, era muito desejável e ela uma mulher jovem precisava que a fodessem, o que esse estúpido maricona de marido que tinha não era capaz de fazer.

Astoria era depreciável, tinha os mesmos estúpidos preconceitos que os muggles sobre a relação entre dois homens, se consentiu em se casar com Draco foi por seu dinheiro, mas lhe repugnava e mais ainda por ser fértil e poder ter filhos, coisa que ela jamais poderia, era estéril como o leito seco de um rio. Tinha nascido assim, seus pais fizeram um bom negócio, ao o casar com Draco, não ficaria ante os olhos de ninguém como um odre seco, teria um filho e uma posição social e econômica, ser mãe para ela, um sangue puro educada em as ranças tradições do mundo mágico, era muito importante.

No fundo Astoria o que tinha era uma grande inveja de seu marido, rico, fértil e muito formoso. Sabia que acordava paixões em homens e mulheres, mas com tudo o que tentava aparentar era um homem muito fiel, apaixonado de Zabini, isso sim que o podia entender, e entregado por completo a seu pequeno, nunca olhou a ninguém a nenhum homem, sabia que tinha estado em celibato desde que Zabini lhe abandonou.

Sua cabeça começou a maquinar, isso era, Potter tinha sido conquistado por seu marido, senão porquê o grande Menino que Viveu, o Salvador do Mundo Mágico tinha saído em sua defesa, se sempre se tinham odiado. Isso queria dizer que extremaria a vigilância sobre sua pessoa, Draco seguramente lhe teria contado como era ela com ele e com seu filho e poderia ser a primeira suspeita. Seria muito cuidadosa e tentaria desviar a atenção para Zabini, já não teria que repartir a herança se era apresado por Potter.

Levantou-se do sofá e acercou mimosa seu rosto ao de Zabini e lhe beijou, o outro sorriu turvamente e apanhando da mão levo-lhe até o dormitório em onde a foderia até ficar saciado.

_*oOo_

-Bom dia meu loiro, tudo bom tem dormindo. -Harry olhava a Draco enquanto este começava a acordar, o moreno levava acordado um bom momento observando a seu amor como descansava placidamente entre seus braços. Pensou no afortunado que era ao ter a Draco como companheiro seu.

-Bom dia a ti também –ronrono Draco se esticando um pouco. - Te disse já tudo o que te quero.

- A ver deixa-me pensar, não acho que não ainda hoje. –riu divertido Harry enquanto franzia um pouco o cenho e entornava os olhos como se estivesse fazendo um grande esforço por recordar.

-Tonto, mas sim quero-te muitíssimo, ainda que foi um pouco duro comigo ontem à noite e hoje me vou ter que sentar de lado.

Harry riu pelas ocorrências e o sentido do humor que Draco tinha pela manhã, se tinha imaginado a seu garoto de muitas formas, mas nunca que fosse divertido.

-Vou levantar-me a fazer o café da manhã, estou faminto, levo sem comer nada desde ontem a meio dia e ainda que tive um jantar muito especial não saciou meu apetite físico.

-Que não saciei seu apetite, me está pedindo talvez mais agora.

Harry voltou a rir, isso era um convite em toda regra a que lhe voltasse a fazer o amor. Abraçou-lhe muito forte e começou a comer-lhe a beijos.

–Quero-te, faz-me a pessoa mais feliz neste mundo, mas agora devo me levantar, tenho ficado às 8 com Ron em casa, vamos ir a Hogwarts e ficou em vir a tomar café da manha aqui em casa a esta hora.

Draco fez um beicinho, mas compreendeu que Harry tinha que ir ao colégio, cumpria com seu dever e ademais o fazia para lhe proteger a ele e a seu pequeno.

-De acordo Harry, mas promete-me que quando volte me vai a ressarcir com cresces.

-Claro que sim, tontinho. Terá tudo o que queira e mais esta noite. –Enquanto falava Harry começou a acariciar o pênis de Draco que estava muito inchado e retumbante. Não podia o deixar assim e ele também não estava em melhor estado, decidiu que ainda lhe ficava meia hora até que chegasse Ron.

Agarrou a Draco e levou-lhe até a ducha enquanto devorava lhe a boca, abriu a porta do banho com um pé e sem deixar de beija-lo lançou um feitiço para que começasse a sair a água da ducha a uma temperatura agradável. Meteram-se os dois em a banheira e começou a ensaboar a Draco pondo especial atenção a suas nádegas. Considerou que com a noite anterior estaria suficientemente dilatado e que o sabão era suficiente lubrificante.

Pôs lhe olhando à parede e abriu-lhe as pernas penetrando-lhe de uma só vez. Draco gemeu de prazer ao roçar Harry sua próstata e começou a mover seus quadris desesperadamente enquanto Harry bombeia seu pênis com uma mão e com a outra plotava velocidade os quadris de Draco. Não demoraram muito em se vir, sabiam que tinham pouco tempo e estavam muito excitados. O orgasmo foi muito forte e enquanto normalizavam suas respirações a água escorria por seus corpos limpando os restos de sêmen e sabão.

Uma vez secos e vestidos baixaram até a cozinha e ali começou Harry a preparar o café da manhã, Draco olhava-lhe embobado, estava tão sexy com seu cabelo molhado e seu uniforme de auror que lançou um suspiro involuntário justo em o momento no que um Ron entre divertido e assombrado entrava na cozinha de Harry.

A magia de Ron era conhecida pela casa e tinha sempre as portas abertas por isso se apareceu no salão e nenhum dos dois se percebeu de sua presença.

-Parece que esteja apaixonado furão.

-Bom dia a ti também doninha, que come que adivinha. –Draco olhava com a sobrancelha levantada a Ron em um típico gesto Malfoy convidando-lhe a que seguisse provocando e assim ter a escusa perfeita para lhe fazer de rabiar um pouco.

Harry que conhecia o temperamento de Ron e que era muito fácil lhe enfadar decidiu intervir antes de que o assunto fosse a mais.

-Já está bem garotos, acho que não é bom começar a manhã desta forma. Me encantaria que tivéssemos um café da manhã civilizado. –Harry olhou ternamente a Draco pedindo-lhe faz favor que se comportasse.

Agora sim que Ron alucinava, quase se lhe cai a mandíbula ao solo da surpresa, ou sua vista lhe estava jogando uma má passada ou estes dois estavam envolvidos. Com muita urgência perguntou a ambos: -Pode-me dizer que me perdi, ou muito me equivoco ou vocês dois anda envolvido.

-Ron, irmão vai ser o primeiro de meus seres queridos que se vai inteirar do nosso. Draco e eu nos amamos.

-Desde quando estás apaixonado dele? E ele de ti? Não me posso crer, me esta tomando o cabelo a que sim. –Ron estava-se começando a pôr nervoso, aquilo não lhe enquadrava nada ou Harry lhe dava uma explicação cedo ou explodiria.

-Ron tranquiliza-te, vale. Ainda que não o soube com certeza até esses dias, acho que Draco e eu estávamos destinados a estar juntos. Nossas magias uniram-se na Sala Precisa quando lhe salvei do incêndio provocado por Crabbe e agora estamos juntos, Draco se vai divorciar de sua mulher e me encantaria que pelo menos vocês comportassem de maneira civilizada. Isso vai para os dois. Entendido Draco.

Draco pôs cara de menino bom, que não tem feito nada mau em toda sua vida e quando Harry se deu a volta fez uma careta de debocha ao ruivo, que provocou a hilaridade deste e o tomou como uma infantilidade por parte de Draco. Eram maiores e não ia cair em o jogo infantil do loiro. Se seu querido amigo Harry tinha-se apaixonado do furão era porque não resultava tão mau como tentava aparentar. Sempre sacava o melhor das pessoas e se alguém não o era desde depois que Harry jamais se teria apaixonado dele.

-Bom acho que já vai sendo hora de que tomemos o café da manha temos que estar cedo em Hogwarts. –Harry acercou umas canecas de café à mesa da ensolarada cozinha e serviu o leite e o açúcar a seu companheiro e a seu amigo. Ron desfrutava do mesmo apetito que quando eram pequenos, claro que seus dois metros de altura e sua envergadura precisavam de muito alimento para o manter satisfeito.

Draco ao igual que Harry eram mais frugais comendo e se contentaram com um par de tostadas e um café. Ron comeu as mesmas tostadas que o casal além de um par de ovos revoltos com salsichas e bacon. Ao terminar o café da manhã e recolher a cozinha com uns quantos feitiços Harry dirigiu-se ao dormitório a completar seu uniforme. Ron aproveitou a ocasião de estar a sós com Draco para falar com ele.

-Acho que Harry merece-se que você e eu acabemos com nossas estúpidas disputas infantis e se ademais te quer é porque não é tão má pessoa como eu cria. Amigos? –disse Ron acercando a mão ao loiro para que lhe estreitasse.

Draco ficou um pouco surpreendido pela sinceridade de Ron, mas sabia que se era o melhor amigo de Harry tentaria que também o fosse para ele, seu companheiro lhe merecia e ademais Ron não parecia tão tonto como ele lhe imaginava no colégio, o que sucedia é que sempre esteve à sombra de Harry e de Granger.

-Amigos Ron, Harry merece-lhe como você tem dito antes.

Harry quando baixou até a cozinha observou como seu melhor amigo e seu amado se davam a mão em um gesto reconciliador. Ou muito equivocava-se ou Ron tinha dado o primeiro passo, era todo um Gryffindor, leal e fiel a seus amigos, sabia que faria qualquer coisa com tal de lhe ter contente. Ron se daria conta assim que tratasse um pouco com Draco que não se tinha equivocado ao se apaixonar do loiro. Com um rosto satisfeito disse-lhes:

- Vá isto sim que não me esperava, mas sabe, me encanta que vocês tenham reconciliado, para mim é muito importante que meu companheiro e meu melhor amigo se levem bem. Quando voltemos do colégio gostaria de passar-me por sua casa Ron e ver ao pequeno Hugo e que Draco e eu lhe contemos a Hermione.

- Isso me parece genial, vocês podem ficar a jantar, avisarei a Mione de que vai ir a jantar esta noite acompanhado de seu companheiro, mas a deixarei com a intriga de quem é.

-Espero que lhe tome também como você, ainda me dói ao lembrar do golpe que me deu quando estávamos em terceiro.

Ron riu de boa vontade ao recordar aquele momento do colégio e de como Malfoy se lembrava agora sem rancor para sua esposa. –Vá, não sabia que também podia chegar a fazer sentido do humor Draco, é uma caixa de surpresas.

-Draco antes de marchar ao colégio gostaria de recordar-te que por sua segurança é melhor que não abandone a casa. Se quer pode comunicar com seus pais e que venham aqui contigo.

-Obrigado Harry o terei em conta, mas levo um par de dias que tenho desatendido meus negócios e gostaria que me pusessem ao dia dos mesmos, sei que logisticamente é muito difícil que possa estar em meu despacho, mas seria possível que meu pai me trouxesse até aqui tudo o que preciso?

-Desde depois Draco não há nenhum problema, desde que seja só seu pai o que vem com esses papéis, não esqueça que não sabemos ainda quem está por trás do atentado e qualquer um possa ser suspeito.

Draco e Harry se beijaram suavemente nos lábios despedindo até a noite. Ron muito discreto pôs-se a olhar uma mancha imaginária do solo, quando acabaram de beijar-se o casal, Harry e Ron se apareceram em a entrada do colégio.

Os aurores que tinha apostados de vigilância no exterior do castelo comunicaram a seu chefe que todo estava muito tranquilo, ao igual que em Hogsmeade. Ambos aurores se foram até o despacho da diretora para falar com ela sobre como iam as coisas.

-Harry sabe do que me estou lembrando nesses momentos.

-Acho que eu também estou pensando no mesmo, quando chegamos no segundo após ter aterrissado sobre o salgueiro boxeador e Flich estava no alto da escada nos esperando.

-Isso mesmo irmão, a cara que tínhamos de susto era incrível, mas não sei que me dava mais medo se o professor Snape ou a bronca que me ia jogar minha mãe quando se inteirasse.

Ambos amigos riam com vontades da situação, alguns alunos que se dirigiam a suas classes ficaram olhando ao casal com assombro, não era normal que dois aurores estivessem tão contentes, sempre se lhes costumava ver sérios. Estes também eram muito guapos e apostos com seus uniformes que lhes conferiam um ar de autoridade e irradiavam segurança. Garotos e Garotas dos últimos cursos ficavam-lhe olhando e suspiravam por estar um momento com eles a sós.

Quando chegaram à gárgula que dava acesso ao despacho da diretora esperaram um pequeno momento até que o acesso ficou livre. Subiram pela escada e chamaram à porta.

-Dá sua permissão diretora McGonagall –anunciou Harry para entrar.

-Adiante senhor Potter, senhor Weasley.

-Obrigado diretora por conceder-nos um momento de seu tempo, temos vindo a que nos contasse se tem tido alguma incidência. Meus aurores informam-me de que todo tem estado muito tranquilo e já que Scorpius Malfoy é um aluno de primeiro e não pode sair a Hogsmeade estimo conveniente retirar a vigilância do interior. Manterei no povo e nos arredores ainda em uns dias mais a meus aurores.

-Agradeço que o vá fazer assim, é muito incômodo, além de que gera nervosismo desnecessário e fofocas desmedidas a nossos alunos a presença de aurores em o colégio.

-Alegro-me de que veja bem minha decisão. Diretora sabe que sempre a tive muito respeito e grande estima, não só como chefe de minha casa, senão também por sua valia pessoal.

-Senhor Potter não continue com suas adulações fará que esta idosa se core. –Minerva expressou isto último com lágrimas em os olhos pela emoção. Sempre agradava que reconhecessem seus méritos e mais se proviam de antigos alunos muito queridos para ela.

-Diretora, só queríamos abusar um pouco mais de sua hospitalidade, gostaria de pedir-lhe dois favores. Só lhe ido que se não a estima convenientes que nos faça saber. Um é que permitisse ao senhor Malfoy que este fim de semana o passe com seu pai, dadas as últimas circunstâncias e o segundo Ron lhe fará saber agora mesmo.

-Diretora gostaria se fosse tão de amável que me permitisse falar com minha pequena Rose. Quero aclarar um possível mau entendido pelo tema da atribuição de casa. Não lhe nego que em princípio me chocou que fosse a parar a Slytherin com toda nossa trajetória Gryffindor, mas sei que se minha filha tem ido a essa casa será por seu bem.

-Vejo senhor Weasley que tem madurado bastante, não é esse garoto temperamental que se enojava tanto e era muito difícil o lhe fazer mudar de opinião. Vejo que sua esposa tem conseguido que mudasse para bem.

Ron se corou um pouco, mas demonstrou com sua expressão em que estava totalmente de acordo com seu antiga chefe de casas.

-Bom se não têm nada mais que pedir o deem por feito. O senhor Malfoy irá o fim de semana a visitar a seu pai. Só gostaria de saber como chegará até ele.

-Na sexta-feira mesma, assim que acabe suas classes eu mesmo me apresentarei aqui para levar com seu pai.

-Bem, então direi a seu chefe de casa que lhe ponha sobre aviso e quanto à senhorita Rose, a farei chamar agora a meu despacho para que possa falar com ela. Como me imagino que quererá manter a conversa em privado o senhor Potter e eu lhe esperaremos em a sala de duelos.

Harry olhou interrogante à diretora, ainda que imaginava-se o que queria que fizessem ele e Ron. Dar alguma classe prática de duelo aos alunos mais maiores. Já tinha ocorrido em outras ocasiões, ele estava encantado de poder ser de ajuda aos alunos do colégio para sua orientação profissional quando acabassem o colégio.

No momento que apareceu Rose e após que fosse beijada e saudada por seu padrinho lhes deixaram sozinhos para que pudessem falar tranquilamente sobre a decisão de Rose de fazer parte de Slytherin e de todo o apoio que ia ter de seus papais.

Harry e a diretora foram até a classe de duelo onde lhes estava esperando o professor de DCAT. O auror deu uma conversa aos alunos de sexto e sétimo sobre seu trabalho e o que se esperava deles, lhes falou do que fariam em a Escola Superior de Aurores, sobre as matérias que receberiam e as provas físicas que se lhes exigiriam. Quando já não teve mais perguntas e Ron se incorporou à classe os dois aurores fizeram uma demonstração de ataque e defesa, tanto mágico como muggle. Depois puseram por casais aos alunos e ensinaram-lhes uns quantos truques do oficio.

Quando quiseram ser dado conta tinha passado já meia manhã. Harry e Ron foram até a Central de Aurores e o primeiro organizou sua mesa que estava até acima de papéis que tinham que levar seu visto bom. À hora do almoço Harry recebeu a visita de Hermione muito intrigada sobre o companheiro de Harry.

-Olá Harry levo toda a manhã pensando em quem pode ser teu novo companheiro, gostaria que desta vez não fosse de algo ocasional, acho que já tem idade como para assentar sua cabeça.

-Oh! Mione contigo me sinto como um menino pequeno ao que sua mãe lhe amoesta por não se portar bem. Mas acho que tem razão, já tenho idade para assentar a cabeça e por fim tenho conhecido à pessoa com a que quero passar o resto de meus dias.

-Alegro-me tanto Harry, merece-te ter uma família, além de nós. Me dirá quem é seu companheiro.

-Desde depois que sim, Mione, mas até esta noite não, quero que seja uma surpresa e como a esse cabeção de marido que tem se lhe ocorra te insinuar algo te juro que lhe porei a arquivar papéis os próximos 10 anos.

-Hey, irmão sabe que desta boca minha não sairá uma palavra ainda que Mione me faça dormir em o sofá em uma semana, não aguentaria estar dez anos fazendo o trabalho de arquivo. –Ron disse isto divertido, pois tinha ouvido a resposta de Harry a intencionalmente que o moreno se tinha percebido de sua presença. Um pouco de intriga a Mione que sempre o sabia tudo, não estava a mais.

-Só espero Harry que teu companheiro não tenha duas cabeças, pelo demais me parecerá bem, e não pelo fato de ter senão porque seria muito complicado atender a duas conversas ao mesmo tempo, ainda que eu como mulher estou segura de que seria capaz. –Ironizou a castanha divertida, gostava de um pouco de intriga com respeito ao companheiro de Harry, assim teria a mente ocupada maquinando no possível companheiro de seu melhor amigo e poderia ser esquecido um pouco dos assuntos de seu trabalho.

Uma vez que se teve despedido de seus amigos pediu que lhe fizessem chegar um pequeno refrigério que tomaria em seu despacho, queria acabar o quanto antes seu trabalho para se ir cedo a sua casa com Draco.

A esses das 19:00 foi-se via rede floo até sua casa, quando chegou a seu lar se encontrou com que Draco estava trabalhando com seu pai sobre assuntos relacionados com seu império econômico. O loiro menor levantou a vista ao notar a presença do moreno e com um grande sorriso deu-lhe boa tarde ao mesmo tempo que se levantava para ele para lhe dar um beijo. O pai de Draco muito discretamente seguiu enfrascado nos papéis em uma tentativa de dar-lhes privacidade.

Harry abraçou a seu companheiro e deram-se um terno beijo, Draco se derretia entre os braços do auror e com uma mirada carregada de desejo indicou-lhe a Harry que mais tarde teriam algo mais. Como já iam um pouco justos de tempo, Harry subiu a sua habitação para se dar uma ducha e se mudar de roupa após saudar ao pai de Draco e lhes dar notícias sobre Scorpius, tanto ao pai como ao filho se lhes alumiou o rosto quando souberam que iam ter ao pequeno Scorpius todo o fim de semana.

Draco terminou de arranjar os assuntos de trabalho com seu pai e uma vez que se despediu dele subiu até o dormitório para se arranjar também. A hora jogava-lhe em cima, Draco ao entrar na habitação teve uma visão endiabradamente sexy de Harry com o cabelo molhado caindo sobre os ombros e uma mínima toalha que lhe cobria os quadris sua entreperna colou um puxe, se pôs as mãos nos olhos com um gesto indicando ao moreno que não lhe tinha visto e se foi com urgência ao banho para se dar uma ducha de água fria.

Draco imaginava-se que se chegavam tarde à cita em casa dos Weasley, Ron lhe amaldiçoaria por muito que tivesse prometido a Harry que se ia comportar, a mulher de Ron devia estar dos nervos por saber quem era o companheiro do moreno, sempre lhe tinha parecido uma mulher que tinha que o ter tudo, todo controlado. Riu-se divertido pensando na cara de intriga que teria Granger e mais ainda quando lhe visse aparecer pela porta pendurado do braço de Harry.

Draco tinha mandado trazer roupa a seu pai pelo que se vestiu de uma maneira adequada, segundo seu critério, para o jantar em casa dos Weasley. Seria um jantar entre amigos, ademais sabia que a Harry não gostava de vestir demasiado formal pelo que tinha observado em sua adolescência e nas poucas ocasiões que lhe tinha visto em sua etapa adulta.

Pôs-se umas calças vaqueiros em cor negro e uma camisa de seda verde escuro que fazia que sua pele contrastasse ainda mais com um tinte de porcelana, completava seu vestuário com umas botas negras e uma caçadora de couro negro. Seu cabelo caía livre a ambos lados de seu rosto lhe dando um aspecto entre selvagem e sexy que convidava a ser beijado. Draco sabia de seu atrativo e esta noite queria estar o mais irresistível possível para Harry.

Observou seu aspecto no espelho e deu-se por satisfeito, não antes de deixar desabrochada a camisa até a altura de seu peito que deixava entrever seus bem formados peitorais. Jogou-se umas gotas de perfume e dando-se por satisfeito baixou até o salão a reunir-se com Harry e poder marchar até casa dos Weasley.

Harry estava de pé esperando a que baixasse o loiro e ficou com a boca aberta ao ver a Draco vestido dessa maneira. Era o ser mais extraordinário que tivesse visto em sua vida. Não eram só seus olhos de apaixonado era que realmente Draco luzia magnífico. Draco sorriu ladinamente ao sentir as miradas que o moreno lhe jogava.

Harry também estava espetacular, seus vaqueiros desgastados iam acompanhados de uma camisa negra e como Draco levava botas e caçadora de couro. Seu corpo não tinha nada que invejar ao do loiro. Seu cabelo ia recolhido em uma coleta baixa muito masculina, evitando que fosse mais alborotado que de costume quando o levava solto.

-Vê espetacular Draco se não fosse porque nos esperam Ron e Hermione te faria agora mesmo o amor aqui. -Harry devorava a boca de Draco enquanto falava-lhe.

-Para amor, desta maneira acho que não chegaremos nunca a casa de seus amigos. Prometo-te que quando voltemos pela noite nos ressarciremos com cresces.

Draco apanhou da mão a Harry e encaminharam-se à lareira. Após pronunciar o lugar onde se tinham que aparecer Harry envolveu com seus braços a cintura de Draco e lhe deu um apaixonado beijo, que o loiro prolongou, em parte porque não lhe apetecia separar do abraço de seu companheiro e em parte porque seu lado Slytherin lhe pedia que seria uma boa maneira de que a Granger se inteirasse quem era o companheiro de seu melhor amigo. O problema foi que o beijo apaixonado e o contato físico fizeram que suas ereções se avolumasse mais da conta e lhes pôs em uma situação embaraçosa, quando o pequeno Hugo se lançou sobre seu tio Harry.

-Tio Harry estava esperando a que chegasses para que me acompanhasse ao dormitório e me desse boa noite. É este senhor seu namorado? Não é o que estava na estação e aqueles senhores maus lhe tentaram ferir e você correu em sua ajuda?

O pequeno Hugo seguiu perguntando atropeladamente a Harry, de natureza inquieta queria saber tudo. Harry divertido ante o interrogatório de Hugo e a mirada de não me posso crer Harry e Malfoy juntos, de Hermione Granger se jogou a rir com um riso claro e fresca como uma manhã de primavera. Draco suspirou de puro amor ao ver a Harry feliz por algo tão miudinho como o interrogatório de um pequeno menino. Seu instinto de mago fértil indicou-lhe que Harry seria um excelente pai também para Scorpius.

-Bom pequeno, a quem quer que conteste antes a ti ou a sua mãe que luze muito surpreendida nestes momentos e se não tem cuidado vai derramar o conteúdo do copo que tem em as mãos.

-Oh! Sinto muito Harry, mas nunca me imaginei que seu companheiro fosse Malfoy não quero parecer descortês, mas sei de verdadeiro ruivo que me tem que aclarar muitas coisas se esta noite quer dormir em sua cama.

-Vamos Mione não se enfade com ele, lhe pedi encarecidamente que não te contasse nada, queríamos te dar uma surpresa Draco e eu.

Assim, uma vez que Harry acompanhou ao pequeno Hugo até sua habitação, passaram uma velada muito agradável. Draco impressionou enormemente a Hermione e por suposto a Ron. Este estava contente seu instinto não lhe tinha falhado, Draco era uma boa pessoa e se via que amava para valer a seu amigo. Harry sentia-se orgulhoso do comportamento tão extraordinário que Draco estava tendo com seus melhores amigos, para ele era muito importante que se levarão bem. Prometeu-se mentalmente que premiaria a base de bem a seu garoto esta noite.

Uma vez finalizada o jantar, Ron e Draco puseram-se a jogar a um xadrez mágico, o loiro conhecia o passatempo de Ron por este jogo e tinha ouvido multidão de vezes no colégio que era muito bom. Palavra mágica para Draco, um novo repto que vencer, por isso propôs a Ron uma partida e sobretudo porque Harry parecia que estava ansioso por ter uma conversa a sós com Hermione.

Enquanto Ron e Draco puseram-se a sacar o tabuleiro do xadrez mágico, Harry e Hermione foram-se à cozinha a preparar os cafés e poder falar. Precisava contar-lhe a sua melhor amiga os temores que sentia por Draco e por seu filho e as suspeitas que lhe provocavam tanto sua mulher como seu antigo amante.

Continuará…

Nota tradutor:

Realmente ate eu estou suspeitando desses dois slytherin ruins...enfim espero que tenham gostado do capitulo...

Deixo aqui um aviso para quem perguntou se essa historia esta escrita em inglês a resposta é não... ela esta escrita em espanhol no site da SLASHEAVEN... por lá é só encontrar a autora SATT ^^

Espero ter ajudado a vocês leitores estrangeiros!

Ate nos próximos capítulos

Ate…