Capítulo 12 Fim de semana em a mansão Malfoy

-Papai, papi que te ocorre, estou aqui faz favor não te ponha mau, te quero muito.

-Acalma senhor Malfoy chamarei agora mesmo a Madame Pomfrey para que o examine. Senhor Potter tumbe ao senhor Malfoy aqui em este sofá.

-Não é necessário já me encontro bem, simplesmente me mareie um pouco, nestes dias têm sido muito intensos e os nervos ao ver a meu filho tão sério me jogaram uma má passada.

-Draco é melhor que te veja Madame Pomfrey, ficarei mais tranquilo se o faz.

-Estou bem para valer, se me volta a passar prometo ir ao medimago. Ademais estou desejoso de poder falar com meu filho. –Draco fez um gesto abrindo os braços para que o pequeno Scorpius se acercasse até ele. Tinha-o feito infinidade de vezes e seu filho sempre se tinha mostrado disposto a ficar encerrado entre esses amorosos braços.

Scorpius sentia um pouco de vergonha porque não estavam sozinhos, mas pensou que quiçá seu papai o interpretaria de outra maneira e mostrando uma resolução firme foi para ele.

-Papa sinto que tenha interpretado mau meu gesto, só queria te demonstrar que sou maior e que estou disposto a te escutar de uma forma adulta.

-Oh meu pequeno sinto ter-te interpretado mau, mas tenho tantas coisas que te dizer que estou um pouco nervoso e quiçá demasiado propenso a ver fantasmas onde não existem.

-Draco é melhor que nos marchemos já, me imagino que a diretora terá muitas coisas que fazer e vocês estará melhor em sua casa.

-Obrigado senhor Potter, estou muito agradecido por todo o que está fazendo por meu papai e acho que tem razão, estaremos melhor em casa.

- Bem se o senhor Malfoy se encontra melhor acho que podem ser marchado já, tenho habilitado a lareira para que lhes leve diretamente até sua mansão. Terão espaço suficiente para que possam viajar os três.

Quando chegaram até a mansão Lucius e Narcisa os estavam esperando, o pequeno assim que viu a seus avôs se jogou em seus braços fazia dois meses que não lhes via e precisava desesperadamente sentir o carinho de seus avôs. Queria-lhes tanto, eram tão bons com seu papi e com ele, que estar em braços de seus avôs era quase tão bom como estar em os braços de seu papi ou em companhia de sua melhor amiga Rose.

-Avô, avó quantas vontades tinha de os ver, estou tão feliz de poder estar convosco.

-Oh meu menino nós também o estamos, este fim de semana o vamos passar muito bem. Graças ao senhor Potter que tem pedido permissão à diretora para que possas estar conosco.

-Este é um motivo mais para que goste do senhor Potter, mas não lhe digas a papi ainda avó, quero lhe fazer de rabiar um pouco. Encanta-me ver como lhe ponho em apuros.

-Scorpius é uma pequena serpente.

-Obrigado avô o tomarei como um elogio. –Ambos se riram divertidos ante seus comentários.

-Vá que é isso tão divertido do que estão falando. –Perguntou Draco que acabava de acercar a seu filho, tinham falado tão baixinho isto último que não se inteirou do que tinha dito.

-Oh não é nada papi, um chiste que me disseram no colégio e que lhe fez muita graça ao avô.

-Espero que tenha um momento para me contar a mim também. -Draco sabia que seu filho estava mentindo e que alguma treta estava tramando com seu avô, esses dois juntos eram um perigo, mas lhe fazia tão feliz ver contente a seu pequeno que lhes perdoava tudo.

-Bom se estão de acordo me marcharei à Central, já sabem que se precisam algo tenho aos aurores apostados no exterior da mansão e deixarei aberta a comunicação de minha casa e da central por se me precisam.

-Senhor Potter me agradaria muitíssimo, ao igual que a minha família que pudesse vir a jantar esta noite conosco. -Lucius olhou a seu filho convidando-lhe a que se somasse ao rogo. Scorpius olhou a seu papi que se tinha ruborizado levemente e depois a Harry, e se sorriu. Narcisa, muito perspicaz como sempre, se deu conta da mirada de seu neto e se percebeu de que Scorpius intuía algo da relação de sua papi com Harry e que não lhe desagradava em absoluto, além do cochicho que tinha mantido com seu avô antes confirmavam suas suspeitas sobre o menino. -Por suposto nos encantaria que pudesses vir a jantar conosco.

-De acordo virei à hora que me indique.

-Achamos que às nove é uma boa hora. -Disse Draco enquanto acercava uma mão a seu pequeno.

Harry compreendeu o gesto de Draco, ia falar nesse momento com seu filho, esperava pelo bem de todos que o menino entendesse sua relação. Despediu-se amavelmente dos Malfoy e demorou sua mirada um pouco mais do normal em Draco tentando transmitir-lhe segurança.

-Lucius acho que Draco e Scorpius têm muitas coisas que se contar, nunca tinham estado tanto tempo separados e o fato de estar em Hogwarts suporá muitas situações interessantes que quererá contar a sua papi.

-Obrigado mamãe, se não se importam com nos vamos retirar até o salão de inverno. Vamos peque tenho muitas vontades de que me contes.

Draco ia fazendo cócegas a seu pequeno pelo caminho até o salão, ao menino encantava lhe que seu papi lhe prodigasse mimos, era tão feliz de estar com ele e tinha tantas vontades de lhe dizer que estava encantado de sua relação com o senhor Potter que não sabia se poderia lhe fazer de rabiar um pouquinho.

-Bom campeão, conta-me que te parece o colégio e seus colegas, me disseram que há uma ruiva muito atraente que está muito contigo.

-Paaapi não me digas essas coisas é só uma amiga, mas sim a verdade é que é muito guapa. –Scorpius se corou um pouco, estava em uma idade no que as garotas já não eram umas sentimentais que jogavam com bonecas e a esses outros jogos de meninas. Agora se convertiam em pessoas atraentes que acordavam um não sê que em seu interior.

-Venha carinho, é normal que a sua idade se sinta atraído por outras pessoas, sabe que não só podem ser garotas a alguns homens também lhes atraem os garotos, sobretudo se são férteis.

Scorpius era muito acordado para sua idade, sua grande inteligência ajudava-lhe a isso e se dava conta para onde queria seu pai encaminhar a conversa. Como era bastante Slytherin decidiu que lhe faria rabiar um pouquinho e pondo cara de sou o mais inocente dos meninos que me queres dizer perguntou a seu papi.

-Papi para valer que ainda sendo garoto nos podem gostar outros garotos e não só as garotas. Ademais como sei eu se não sou fértil como você, mas bom eu achava que você gostava só das garotas e por isso esta casado com uma e que eu nasci de ti, mas que não tinha nada que ver com que a te pudessem gostar outros homens e… Bom estou feito uma bagunça, não sei que me quer contar.

Draco começou a pôr-se um pouco nervoso, parecia que seu filho não entendia que a seu papi lhe pudessem gostar os homens e como lhe dizia agora que se ia separar de sua mãe e que ademais estava apaixonado de outro homem, e para mais inri do padrinho de sua amiga. Um fino suor começou a perlar sua testa e notou como luzes de cores passavam por seus olhos, os sons começavam a lhe chegar amortecidos e o seguinte que viu foi a seu pequeno que lhe sarandeava e lhe dava pequenos tapas em o rosto para o acordar.

-Papi, papi acorda que te sucede, não me assuste, não queria te pôr nervoso estava caçoando contigo.

Lucius e Narcisa que estavam em a habitação da o lado ao ouvir como Scorpius chamava a seu pai para que se acordasse meio chorando.

-Filho que te sucede, Scorpius que tem passado.

-Avó papi estava-me começando a contar umas coisas sobre os garotos e as garotas e de repente vi como começava a se pôr pálido e a lhe correr suor pela testa, de repente perdeu o conhecimento e me assustei muito por isso lhe chamava dessa maneira.

Scorpius tinha-se realmente assustado, em seu cabecinha não concebia que seu papi pudesse cair doente e sentia muita vergonha de pensar que ele tivesse sido o causante de seu mareio.

Lucius se percebeu do que podia estar pensando seu neto, por esse motivo se acercou para o menino e apanhando entre seus braços lhe consolou.

-Não tenha pena Scorpius, seu papi cedo se porá bem, vou chamar agora mesmo ao medimago e lhe fará um reconhecimento. Tem em conta que em estes dias têm sido de muita tensão para todos e os nervos às vezes nos jogam más passadas.

-Papai encontro-me bem, não é necessário que avise de urgência ao medimago, para valer que não tenho nada. –Draco sabia perfeitamente o que lhe ocorria não queria que ainda soubessem nada.

-Sinto muito Draco, mas não está em condições de opinar, deve te ver o medimago em seguida, não ficarei tranquila até que não o faça.

-Mamãe para valer que não é necessário, quero falar antes com meu filho e se querem depois lhe iremos visitar. De acordo? –Draco rogou-lhes com a mirada para que lhe permitissem acabar a conversa com seu filho, depois lhes contaria.

A Narcisa fez-lhe a luz em esse momento, compreendia o que lhe ocorria a seu filho, se não estava equivocada cedo teria algum membro mais em a família. Sorriu plenamente e apanhou a seu marido do braço para que seu filho e seu neto pudessem falar.

-Se precisa algo estaremos na habitação da o lado, Draco tenta não te excitar. Scorpius promete-nos que à mínima que veja em tua papi nos chames ao avô e a mim.

-Descuida que assim o farei.

Uma vez que se tinham ficado sozinhos, Scorpius se aconchegou entre os braços de seu papi. –Perdoa-me, não queria que se sentisse mau, mas me pareceu divertido te fazer um pouco de rabiar, já sabe que gosto de sacar esse lado Slytherin dos Malfoy.

-Sei o que me querias dizer papi, que te apaixonaste de um homem e se não me equivoco esse homem pode ser alto, moreno, com olhos verdes e uma cicatriz na testa.

Draco agora sim que se ruborizou era uma sorte que estivessem sozinhos na habitação e que seu filho não o estivesse olhando, desde depois sabia que era inteligente, mas tão evidente era que estava apaixonado de Harry para que seu pequeno o notasse.

-Scorpius surpreendes-me a cada dia mais, efetivamente estou apaixonado de Harry, nunca passou por minha imaginação, mas as coisas têm vindo assim e te posso dizer que o que sinto por ele é muito intenso, acho que nunca tenho querido a ninguém desta maneira e sobretudo que me queiram igualmente.

-Papi sou muito feliz de ver-te tão contente, perdoa outra vez pela pequena broma que te queria gastar. Agora só temos um problema e é como lhe vai a tomar Astoria.

-Você não tem por que se preocupar disto meu pequeno, tudo sairá bem, o avô nos vai ajudar.

Scorpius beijou a seu pai abraçando-lhe com muito carinho, por fim seu papi ia ser feliz, não teria que aguentar mais a essa bruxa de Astoria, estava seguro que Harry também o quereria a ele. Sabia por sua amiga Rose, que era muito carinhoso, lhe encantavam os meninos e sempre lhe tinha ouvido dizer que tinha muitas vontades de formar uma família.

-Papi se todo está já aclarado gostaria que de fizesse caso aos avôs e que fôssemos ver ao medimago, nos tem prometido.

-Não é necessário, para valer, que vamos, sei perfeitamente o que me ocorre, já tens ouvido ao avô em estes dias tenho suportado muita tensão e sobretudo tinha medo de que não visse bem minha relação com Harry.

-Papi sabe que sempre tenho querido que fosses feliz, que tivesse uma pessoa a seu lado que te quisesse para valer como a avó e o avô e não essa mulher. Se para ti está bem para mim também o está. Ademais Rose disse-me todo o bom que é. Quando os vi no colégio me imaginei que os unia algo mais que uma relação de auror e vítima de um atentado e comecei a me interessar por ele para saber se te convinha ou não.

-Pequeno casamenteiro. –disse-lhe Draco passando-lhe a mão pela cabeça e despenteando o cabelo. Seu riso soou clara e alegre, era tão feliz, instintivamente levou-se uma mão a seu ventre ainda plano, mas podia sentir já em seu interior uma vida que começava a surgir. Que mais podia pedir?

-Vamos Scorp os avôs estarão impacientes por estar contigo, não quero esconder o tempo todo.

-Papai, mamãe Scorpius e eu temos tido uma conversa muito agradável e está totalmente de acordo com que Harry e eu sejamos casal.

-Que feliz nos fazes pequeno, teu papi estava muito preocupado por se não o aceitava.

-Avó não me tem pegado por surpresa era muito evidente, quando foram ao colégio me dei conta em seguida de que estes dois se queriam.

-Pequena serpente, que pronto nos saísse acho que seu pai ainda não estava muito seguro. E agora filho se está preparado a sua mãe e a mim nos encantaria que te visse um medimago.

-Para valer que não é necessário me encontro muito bem nestes momentos, tem sido a tensão acumulada.

-Draco, se poderá enganar a ti mesmo, mas a tua mãe não a engana, sabe que é o que te ocorre e suspeito que eu também.

Draco enrijeceu, desde depois sabia a quem tinha saído de perspicaz seu filho, desde depois a sua avó. –Mamãe gostaria pelo menos dizer-lhe antes a Harry…

-Vá parece que seu pai não é tão astuto como sua mãe, todo mundo nesta sala parece saber muitas coisas menos eu.

-Draco não tem nenhum sentido que o cale, nós não lhe diremos nada a Harry até que você não tenha falado com ele antes, de modo que faz favor confirma minhas suspeitas e deixa tranquilo a seu pai e a seu filho.

-Está bem, mas faz favor não diga nada a Harry, promete. –Draco olhou suplicante a seus pais e a seu pequeno.

-Tem nossa palavra papi. Verdade avôs?

-Desde depois Scorp, faz favor fala já de uma vez que esta incerteza me está matando. –Lucius disse isto acompanhado de um gesto teatral.

Narcisa se riu pela tentativa de Lucius de romper um pouco a tensão que sentia seu filho, intuía que era algo importante e relacionado com o auror.

-Scorp, papai, mamãe tenho que vos dar, o que é para mim, uma alegria muito grande, vou ter um bebê de Harry.

Lucius nem sequer tinha pensado nisso, se achava que seu filho lhe diria que se ia viver com Harry, mas que ia ter um filho sim que lhe surpreendeu. Não podia dar crédito mal levava em uma semana com o moreno e já esperava um filho.

A cara de surpresa de Lucius foi interpretada por Draco como de desgosto e começou a se sentir muito mau. Não suportaria que seu pai recusasse de plano esta relação, lhe queria muito, mas não ia deixar a Harry por nada do mundo, pelo único teria sido por Scorpius.

-Sinto muito pai que te desagrade, mas por fim sou querido para valer por uma pessoa maravilhosa e eu lhe amo também com loucura e não estou disposto a lhe deixar.

-Filho meu, não me mal interprete, mas é que me deixou gratamente surpreendido, achava que me ia comunicar que te iria viver com ele e que se casaria e todas essas coisas que fazem duas pessoas que se querem para valer, mas não se me ocorreu que pudesse estar grávido.

-Nós também não o planejamos, mas veio assim. Mal estou de um dia, mas já sinto uma vida que cresce em meu interior.

Narcisa não se aguentou mais e abraçou a seu filho, Scorpius que se tinha ficado um pouco paralisado reagiu rapidamente e se somou ao abraço, Lucius pensou que não ia ser menos e se uniu aos três.

Desta guisa encontrou-lhes o elfo doméstico que chegava acompanhado de Harry para lhes anunciar sua visita. Sentiu-se um pouco surpreendido ao ver assim de juntos aos Malfoy, nunca tivesse pensado que podiam a ser tão carinhosos, dado como se comportavam em público.

- Antes do jantar imagino-me que os apetecerá falar um momento. Nos iremos mudar nos de roupa eu me encarregarei de Scorpius e papai me imagino que terminará de arranjar uns assuntos que tinha pendentes.

Uma vez que ficaram sozinhos Harry se acercou a Draco para beija-lo, se via pálido é como se estivesse doente.

-Que te ocorre meu amor, se vê doente.

-Disso queria falar contigo Harry James Potter.

Continuasse…

-\-\-\-\-\-\-\-\-

Nota tradutor:

Puxa vida... o meu coração quase escapuliu pela boca, mas enfim espero que vocês gostem vejo vocês nos próximos capítulos

Ate breve