Capítulo 16 O amante descobre-se
Blaise encurralado a seu amante bruscamente contra a parede e apareceu-se com ele em seu dormitório. Continuou devorando esses lábios tão sensuais, dava-lhe pequenos mordiscos que cedo se converteram em fortes o que provocaram que sua boca se abrisse com um gesto de dor, ato que aproveito Blaise para penetrar furiosamente nessa boca.
Blaise estava demasiado excitado e ia demorar muito pouco em penetrá-lo bruscamente, gostava de pensar em isso, no fundo o sexo se não era forte não sexo, era pieguice e ele não era nenhuma pessoa piegas.
Blaise lançou um feitiço que deixo a seu amante nu de cintura para abaixo, era o único que queria dele nesse momento não precisava ver nem sentir nenhuma parte mais de seu corpo, só queria essas nádegas para as abrir e as penetrar duramente. Levou-lhe até a cama e arrojou-lhe contra ela lhe deixando em quatro sobre o colchão. Se desabotoou a cremalheira da calça e sem sequer tirar-lhe penetrou-o rudemente, provocando um pequeno gemido de dor de seu amante. Em seis rápidas sacudidas veio-se dentro de seu amante e tão rápido como tinha entrado saiu dele.
-Dá-te a volta Theo quero ver como se masturba para mim e se é o suficientemente bom voltarei a possuir mais calmadamente.
A Theodore gostava o jogo de seu amante, excitava-lhe o rude que podia chegar a ser e depois ao o observar como se masturbava voltava a se excitar e depois lhe possuía de uma maneira na que os dois desfrutavam.
Para Theo aquilo era uma diversão garantida e um meio para conseguir a quem para valer lhe interessava, Draco Malfoy. Desde que estiveram no colégio ficou prendado dele. Sabia que ainda que ambos eram de famílias de sangue pura, o prestígio e posição dos Malfoy era superior à dos Nott e que nunca fixar-se-ia nele como num verdadeiro amante. Tinha que o tentar, o fez até a saciedade, mas sempre recebia evasivas de Draco, no colégio na casa dos Malfoy quando seus pais tratavam assuntos de senhor tenebroso. Nada, nunca conseguiu nada e quando soube de sua relação com Blaise perdeu todas suas esperanças.
Sempre esteve à sombra esperando o melhor momento para atuar e poder conquistar seu coração, mas néscio dele ao fim compreendeu que nunca seria seu por vontade própria, primeiro essa relação com Blaise e depois esse casamento com Astoria que sabia que era uma treta de Lucius para ocultar que… Sim para ocultar a gravidez de Draco.
Lucius calava muito bem à gente e se imaginava quais eram as verdadeiras intenções de Blaise, a fortuna Malfoy. Apanhou o casamento com Astoria enganando a todo mundo com a fertilidade de seu filho, como nuns anos mais tarde o próprio Blaise lhe confirmou e agora estava esse maldito Potter com ele. Sempre soube no fundo que a quem para valer queria Draco era a Potter, tantos insultos, tantas brigas, o único que tentava Draco era se enganar a si mesmo. Senão porquê não lhe entregou ao senhor tenebroso quando teve a ocasião, porquê… Porque estava apaixonado dele ainda sem o saber conscientemente.
Agora não importava nada, estava para perto de seu objetivo, nunca se quis unir a nenhum bando, nem sequer ao dos comensais, mas não lhe ficou mais remédio que se unir a Blaise, sabia que era muito astuto e que tarde ou cedo conseguiria seu propósito fazer com a fortuna Malfoy e ele ficaria com seu maior tesouro Draco.
Nott sentia um amor doente pelo loiro, nem ele mesmo era consciente disso, ainda que no fundo pressentia que esse amor era mais bem uma obsessão, uma frustração de sua infância e adolescência. Um corpo inalcançável para ele, mas agora como adulto conseguiria. Por isso não se importava se portar como uma puta com Blaise, cumprir todos seus caprichos, só importava com uma coisa possuir a Draco.
Lentamente Theo tirou-se a gravata e a camisa que levava desnudando devagar a primeira e desabotoando muito sensualmente a camisa, depois começou a se tocar seus mamilos, enquanto se introduzia um dedo em sua boca o lambendo como se tratasse de um doce muito rica. Baixo com sua outra mão por seu ventre e se roçou a entreperna, depois apanhou seus testículos e os massageou em movimentos circulares. Baixo sua mão até seu ânus e recolheu um pouco do sêmen que escorria entre suas pernas e a passou por toda a extensão de seu pênis lubrificando e começou a bombear até que notou como Blaise começava a acordar de novo sua masculinidade e lambia seus lábios num gesto de antecipação.
Nott pôs-se de joelhos na cama e separou bem as pernas para deixar exposta sua entrada e moveu sensualmente a quadril convidando a Zabini a que o penetrasse. O outro não se fez de rogar. A entrada de Theo estava ainda dilatada e lubrificada com seu sêmen. Penetrou-o devagar e quando teve todo seu pênis dentro começou uma dança sensual que acompanhou com pequenos tapas nas nádegas de seu amante.
Theo começou a masturba-se ao ritmo que o outro lhe investia em pouco tempo ambos se vieram com um grito de prazer que encheu o dormitório. Depois se desplumaram na cama e entraram numa dormência muito prazerosa, a que dá o sexo satisfeito.
Ao cabo de um par de horas Blaise acordou-se e mandou chamar a um de suas elfos, Theo dormia ainda de bruços e com as pernas ligeiramente separadas. Tinha um corpo magnífico, não o podia negar, mas bom era um mais dos tantos que tinha possuído. Agora lhe resultava útil para seus planos, mais adiante já decidiria que fazer com ele.
-Hunnty no salão tenho um cadáver do que me quero desfazer, tem que aparecer para perto de a central de aurores e não quero que baixo nenhuma circunstância possam o relacionar comigo. Lança todos os feitiços que creia convenientes para tirar as provas de que tenha podido estar aqui.
-Sim meu amo em seguida cumprirei suas ordens.
Zabini tinha ainda desejos de sexo pelo que se pôs a montado em cima de Theo e começou a beijar as costas de seu amante e sem que lhe desse tempo a nada mais lhe voltou a penetrar com dureza. Nott estava acostumado a ser acordado dessa maneira e a verdade é que não lhe desagradava de tudo. Ser utilizado dessa maneira não lhe provocava sensação de sujeira senão mais bem um prazer mórbido, insano, como sua mente obsedada com um só objetivo, Draco Malfoy.
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Draco descansava em sua cama com o pequeno Scorpius a seu lado, ambos estavam esgotados emocionalmente. Harry decidiu que era melhor lhes deixar que dormissem juntos. Ele ainda tinha muito trabalho por diante e sabia que mal ia dormir um par de horas pelo que lhe disse a Narcisa que se tinha alguma novidade ou se Draco se encontrava mau que lhe avisasse, ele estaria na Central.
Após um pequeno sono, deu-se uma ducha rápida e começou a repassar todas as notas do caso Malfoy, aquilo não lhe parecia que fosse só faz de Astoria, alguém mais devia estar com ela, Zabini era evidente, mas além da fortuna que mais podia lhe mover a atuar dessa maneira, ou é que a situação se lhes tinha ido das mãos pela precipitação de Astoria.
Nesses pensamentos encontrava-se quando um subalterno chamou à porta do despacho.
-Adiante Salmann que ocorre.
-Senhor temos encontrado no vestíbulo da Central o corpo de uma mulher que corresponde com os dados que temos de Astoria Malfoy. Parece que lhe lançaram uma imperdoável.
-Vamos. –disse Harry levantando-se com rapidez de seu assento e adiantando a seu subalterno, sua agilidade era invejável, não em balde treinava todos os dias umas quantas horas. Sabia que de sua agilidade dependia salvar sua vida e a dos que lhe acompanhavam nas missões. Toda sua equipa estava igual de preparado que ele o que convertia a sua unidade numa das melhor preparadas de todo o corpo de aurores de Grã-Bretanha.
O cadáver de Astoria estava custodiado por quatro aurores que impediam que ninguém se acercasse a ele até que um medimago forense certificasse as causas de sua morte, ainda que estas eram evidentes. O tom verdoso que adquiria a tez das vítimas só o dava o Avada Kedavra.
O forense aproximou-se até onde estava Astoria e corroboro o que os aurores já se imaginavam.
-Que fazemos agora com o cadáver Chefe Potter.
-Sigam com o protocolo estabelecido, que seja transladado até a morgue para que comecem a verificar as possíveis provas que possam desvelar alguma pista sobre o assassino ou assassinos. Eu encarregarei de notificar à família o sucedido.
Harry foi-se até a mansão Malfoy, Narcisa nesse momento estava a preparar-se para comunicar-se com Harry e dizer-lhe que se ia até St. Mungo. Lucius tinha acordado e estava ansioso por ver aos seus.
-Narcisa alegro-me muito de que Lucius já esteja recuperado, mas eu venho a dar outra notícia um tanto desagradável. Será melhor que quando Draco esteja aqui, mas gostaria que o menino não estivesse presente.
-Por que Harry, que é o que não tenho que ouvir. Sucede-lhe algo mau a meu avô. -Começou-lhe a avariar a voz ao pequeno.
-Não meu amor, a seu avô não lhe ocorre nada, agora mesmo lhe estava a dizer a Harry que se acordou e tem mandado nos chamar quer nos ver a todos.
-Então, que é o que passa?
-Harry é melhor que o diga, acho que Scorpius tem que saber tudo o que relaciona a esta família.
-Está bem, vocês melhor que ninguém conhece até onde pode suportar o pequeno. Faz escassamente uma hora que Astoria tem sido encontrada morta no vestíbulo de nossa central. O medimago forense tem certificado o que suspeitávamos. Mataram-na com um Avada.
Draco empalideceu pela impressão, não queria a essa mulher cruel que lhe tinha feito sofrer tanto a ele e a seu pequeno, mas ninguém merece morrer dessa forma por muito mau que tenha sido. Ao pequeno Scorpius e a Narcisa se lhes umedeceram os olhos, pensavam o mesmo que Draco e a verdade que não se esperavam para nada esse desvincule.
-Draco encontra-te bem, se te vê muito pálido, tem tomado a poção que te receitou o doutor.
-Sim Harry, não se preocupe, mas compreende que me tenho comissionado um pouco, não me esperava este final para Astoria. Agora é melhor que não façamos esperar a meu pai. Acho que até que não esteja fosse do hospital é melhor que não lhe digamos nada. Esta todos de acordo.
-Por minha parte sim papi.
-Pela minha também filho.
-E você Harry que diz ao respeito.
-Desde depois é o melhor que podemos fazer, tem tanto ele como Ron que se repor, não acho que esta notícia lhes ajude em nada.
-Bem então partamos ao hospital.
-Espera Draco acho que o melhor será transladar com um portal em teu estado não é muito recomendável fazer por outros meios.
Uma vez no hospital uma Hermione muito sorridente abraçou a Harry, Ron estava fora de perigo e o futuro sogro de Harry também.
-Qual o motivo essa cara tão séria Harry, não te alegra talvez.
-Não é isso Mione, mas acho que a cada vez se complica mais o assunto acaba de aparecer morta Astoria no vestíbulo da central. Nossas pesquisas não estão desencaminhadas, acho que Astoria não atuava sozinha e Zabini não devia de estar bem longe.
-Terá que redobrar a vigilância sobre Draco e sua família, a verdade é que não pinta nada bem todo este assunto.
-Por enquanto não lhe diga nada a Ron, também não diremos a Lucius até que não estejam em casa.
A meio dia, Harry e Draco acompanharam a Scorpius até o colégio e obrigaram-lhe a prometer que não diria nada a Rose sobre o ocorrido a seu papai. Assim que saísse do hospital visitaria e contaria o que tinha passado.
Harry e Draco regressaram à mansão Malfoy onde receberam uma grata surpresa, os medimagos tinham estimado conveniente dar alta a Lucius que se tenha sentado em seu cadeirão preferido em frente à lareira conversando com sua mulher.
- Papai que surpresa, quanto me alegro de que já esteja reposto do tudo.
-Tudo tenho que agradecer aos dois, você por seu pressentimento e a ti Harry por sua celeridade.
-Não tem nada que agradecer é o mínimo que se podia fazer.
-Não seja tão modesto Harry, só uns nervos bom temperados são capazes de atuar assim.
-Narcisa estava a contar-me o de Astoria e não me estranha em absoluto que alguém mais estivesse implicado no assunto, acho que todos suspeitamos de quem tem podido ser, mas não temos provas disso.
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Blaise levantou-se da cama após ter-se despachado a gosto com seu amante e após uma boa ducha dirigiu-se ao salão onde seus elfos lhe tinham preparado um almoço. Estava muito distraído maquinando seu seguinte passo pelo que não se percebeu de que Theo se tinha acercado à mesa tampado somente com uma bata de seda verde que se amoldava perfeitamente a seu bem formado corpo.
-Vejo que não tens muito apetite, talvez te apetece algum outro tipo de alimento. –O disse enquanto abria um pouco a bata e deixava sair seu pênis dela pondo à altura da boca de Zabini. Este era um jogo que gostavam bastante aos de dois. Theo oferecia-se como alimento e o outro lhe devorava com prazer. Mas Blaise não estava para jogos neste momento.
-Aparta Theo, tenho algo mais importante no que pensar agora, de modo que se veste e vai a sua casa, por hoje já temos tido bastante sexo. Chamarei mais tarde.
Nott sentiu como lhe fervia o sangue estava acostumado aos desplantes de Blaise, mas já se estava fartando. Não daria o prazer de que se burlasse mais dele por lhe montar uma cena.
-Como queiras Zabini, me vou, mas talvez quando me precise não estarei disponível.
-Não seja iluso Theo sabe que no momento que te chame irá a mim. Tem bem mais que perder que eu se ou vai a meu chamado.
Nott saiu feito uma fúria da habitação, subiu até o dormitório, vestiu-se e sem baixar a despedir-se apareceu-se em sua casa. Que pouco lhe ficava já para conseguir o que mais ansiava.
Continuará…
Nota tradutor:
Realmente esse amor de Theo é totalmente doente, credo! Espero que vocês gostem vejo vocês nos próximos capítulos
Ate breve
Fui…
